Cabos eleitorais pedem votos abertamente nos arredores de várias seções eleitorais em Itabuna, a chamada boca de urna, que está proibida desde a legislação de 1997. Há pouco, várias pessoas distribuíam santinhos de candidatos a deputado federal e para presidente nas ruas próximas ao Imeam, no Alto Mirante, região central de Itabuna, e nas proximidades do Ciomf e Josué Brandão, no Santo Antônio.
Para evitar flagrante, os cabos eleitorais ficam com poucos santinhos, que trazem os números dos candidatos. E pouco são incomodados pela fiscalização e pela Polícia Militar.
O Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA) esclarece que o grande número de votos a serem registrados, seis ao todo, contribuiu, até aqui, para a formação de filas nas seções eleitorais. Está garantido o voto aos eleitores que chegarem às suas respectivas seções eleitorais até as 17h, horário de encerramento do pleito.
O TRE-BA pede, ainda, a compreensão dos eleitores dos 55 municípios que passaram pela revisão biométrica e esclarece que a formação de filas foi prevista pelo órgão que se antecipou em alertar a população para que buscasse previamente informações quanto aos locais de votação e procurassem chegar às respectivas seções eleitorais com antecedência.
O eleitor pode fazer consulta a local de votação, de forma rápida, pela internet. A consulta é simples é pode ser feita pelo nome ou pelo número do título do votante.
Consulta por nome
Consulta por título
A pessoa não precisa levar o título para a votação, mas é obrigatório a apresentação de documento oficial com foto, a exemplo de Carteira de Identidade, Carteira de Trabalho ou carteira de habilitação de motorista ou motociclista.
Em um país de tamanho continental, os números das eleições gerais são tão grandes quanto os desafios dos eleitos. São 147.302.357 brasileiros aptos a escolher o presidente da República, os governadores de 26 estados e do Distrito Federal, 54 senadores, 513 deputados federais, 1.035 deputados estaduais e 24 deputados distritais. Neste ano, 29.090 candidatos pediram registro na Justiça Eleitoral, mas somente 26.938 foram autorizados a concorrer.
As eleições vão mobilizar cerca de 2 milhões de mesários em todo o país, sendo que a metade se ofereceu para trabalhar como voluntário, no primeiro turno do pleito. O mesário tem um papel importante no processo eleitoral: cabe a ele receber e identificar os eleitores, compor as mesas de votos e justificativas, fiscalizar e organizar a seção de votação. Além dos mesários, 15,4 mil servidores da Justiça Eleitoral e 2.645 juízes estarão a postos neste domingo (7).
Para atender os 5.570 municípios, foram distribuídas 556 mil urnas eletrônicas em mais de 480 mil seções eleitorais, instaladas em 95 mil locais de votação. As urnas são levadas a locais remotos, como comunidades ribeirinhas amazônicas e aldeias indígenas. Estarão também no exterior: 500.727 eleitores poderão votar em 99 países. Foram enviadas 744 urnas (680 eletrônicas e 64 de lona) para os 171 locais de votação no exterior.
As urnas de lona foram encaminhadas a países que têm dificuldades alfandegárias, queda de energia e instabilidade política ou com poucos eleitores. O maior número de urnas eletrônicas seguiu para Boston (46) e Miami (45). Os Estados Unidos têm o maior colégio eleitoral no exterior, com 160.005 brasileiros, seguido do Japão (60.708) e de Portugal (39.118).
ACESSIBILIDADE
Segundo a Constituição, o voto é obrigatório aos brasileiros, natos ou naturalizados, alfabetizados, com idade entre 18 e 70 anos. Para os jovens de 16 a 17 anos, os idosos com mais de 70 anos e os analfabetos, o voto é facultativo. Diante desse preceito constitucional, a Justiça Eleitoral vem se aprimorando para dar condições de votação a todos. Haverá 45.621 seções eleitorais com acessibilidade.Leia Mais
Da Folha
O deputado Jair Bolsonaro (PSL) chegou à véspera do dia da eleição mantendo a liderança da corrida presidencial, mas sem votos suficientes para liquidar a disputa no primeiro turno, de acordo com pesquisa concluída pelo Datafolha neste sábado (6).
Segundo o instituto, o capitão reformado tem 40% das intenções de votos válidos, sem contar eleitores que pretendem votar em branco ou nulo, ou estão indecisos. Para vencer no primeiro turno, é necessário somar 50% dos votos válidos mais um.
Bolsonaro mantém vantagem de 15 pontos sobre o segundo colocado, o ex-prefeito Fernando Haddad (PT), que tem 25% dos votos válidos. Se mantiverem essas posições nas urnas no domingo (7), Bolsonaro e Haddad se enfrentarão no segundo turno no dia 28.
Em relação ao levantamento anterior, concluído pelo Datafolha na quinta (4), Bolsonaro oscilou um ponto percentual para cima e Haddad ficou estagnado.
Em terceiro lugar, o ex-ministro Ciro Gomes (PDT) oscilou dois pontos percentuais e alcançou 15% das preferências, distanciando-se do ex-governador Geraldo Alckmin (PSDB), que aparece com 8%, em quarto lugar.
A ex-senadora Marina Silva (Rede) terminou empatada com o ex-banqueiro João Amoêdo (Novo), ambos com 3% das intenções de votos válidos.
No início da campanha, em agosto, Marina disputava a segunda colocação com Ciro Gomes e Alckmin, mas despencou desde então, assim como o candidato tucano.
O Datafolha entrevistou 19.536 eleitores de 382 municípios na sexta (5) e no sábado. A margem de erro do levantamento é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. A pesquisa foi contratada pela Folha e pela TV Globo.
SEGUNDO TURNO
Nas simulações para o segundo turno da eleição, Bolsonaro e Haddad estão empatados tecnicamente, ou seja, dentro da margem de erro da pesquisa. O capitão aparece com 45% das preferências e Haddad, com 43%.
Bolsonaro e Haddad enfrentam taxas de rejeição elevadas, o que tende a transformar o confronto entre eles no segundo turno em uma disputa bastante acirrada. Segundo o Datafolha, 44% dos eleitores dizem que não votariam no capitão de jeito nenhum e 41% rejeitam o petista.
Em outro cenário, num eventual confronto com Ciro Gomes, Bolsonaro aparece com 43% e seu adversário, com 47%. Como a distância entre eles é de quatro pontos, eles também estariam empatados tecnicamente, no limite da margem de erro.
Como Alckmin, outros candidatos que se lançaram com apoio de partidos localizados no centro do espectro político chegaram ao fim da campanha estagnados, com baixa pontuação.
O ex-senador Alvaro Dias (Podemos) e o ex-ministro Henrique Meirelles (MDB) têm 2% das intenções de votos válidos. À esquerda, o candidato do PSOL, Guilherme Boulos, aparece com 1% –igual ao Cabo Daciolo, candidato do partido Patriota.
Jaques Wagner (PT) – 44%
Irmão Lazaro (PSC) – 30%
Angelo Coronel (PSD) – 27%
Jutahy Jr. (PSDB) – 13%
Comandante Rangel (PSL) – 4%
Jorge Vianna (MDB) – 4%
Fábio Nogueira (PSOL) – 3%
Marcos Mauricio (DC) – 3%
Francisco José (Rede) – 2%
Adroaldo dos Santos (PCO) – 1%
Celsinho Cotrim (PRTB) – 1%
Nulos/Brancos – 15%
Não sabe/Não responderam – 29%
A pesquisa ao Senado e ao governo baiano foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR‐07032/2018. A margem de erro é de 2 pontos percentuais. Foram ouvidos 2.002 eleitores no período de 4 a 6 de outubro, segundo o Ibope. Abaixo, veja pesquisa ao governo.
Rui Costa (PT): 62%
José Ronaldo (DEM): 14%
João Henrique (PRTB): 2%
Marcos Mendes (PSOL): 1%
Célia Sacramento (Rede): 1%
João Santana (MDB): 1%
Orlando Andrade (PCO): 1%
Brancos/nulos/indecisos: 18%
A pesquisa foi contratada ao Ibope pela Rede Bahia, tem margem de erro de dois pontos percentuais. Foram ouvidos 2002 eleitores no período de 4 a 6 de outubro.
Os funcionários da Cargill em Ilhéus paralisaram a linha de produção, desde ontem (5), após a multinacional não conceder o reajuste do tíquete alimentação no valor mínimo de R$ 800,00. “A empresa acenou apenas com reajuste de R$ 767,00 para 785,00. O valor mais baixo pago pelas outras empresas é R$ 800,00”, afirmou o presidente do Sindicacau, Wilson Carlos Seles Drisostes.
Segundo Wilson, a greve é por tempo indeterminado. A empresa, disse o dirigente sindical, vem pagando o menor valor no tíquete há 3 anos e se nega a equipará-lo ao das demais multinacionais. “Tentamos acordo junto ao Ministério Público do Trabalho (MPT)”, afirmou, completando que não houve sucesso na tentativa.
Empresas como a Barry Callebaut paga R$ 800,00 e a Olam R$ 820,00 de tíquete, segundo o Sindicacau. A Cargill emprega 285 trabalhadores na unidade ilheense.
Tráfico de drogas, violência contra a mulher e relações familiares conflituosas são alguns dos temas abordados pela peça teatral “O QUADRO: a revolução começa nas margens”. Encenada pelo Coletivo 7, a montagem volta ao Teatro Municipal de Ilhéus (TMI) nos dias 16 e 17 de outubro, com sessões às 19h40min. As entradas custam R$ 10 inteira e R$ 5 meia. A classificação indicativa é 14 anos.
Esta será a segunda temporada de “O QUADRO: a revolução começa nas margens” no TMI, onde a peça estreou em 21 de setembro. A meta do grupo é que um novo público possa assistir à montagem, que representa realidades próximas às vivenciadas por jovens ilheenses. “As situações expostas criam o pano de fundo para que o empoderamento – principalmente, o feminino – seja conclamado”, afirma a diretora, Valdiná Guerra.
Com Mariana Andrade e Thiago Navillon como assistentes de direção, a peça tem produção de Cris Passos e dos estudantes do Curso Técnico de Teatro do CEEP do Chocolate Nelson Schaun. Escrito por Romualdo Lisboa em 2003 e adaptado pelo Coletivo 7, o texto de “O QUADRO: a revolução começa nas margens” ainda se mantém atual. Segundo a diretora, o espetáculo não se omite sobre questões sociais vivenciadas nas periferias e centros. “É o retrato de uma realidade que precisa ser repensada com urgência”, ressalta.
O prefeito de Uruçuca, Moacyr Leite Júnior, e o seu vice, Marcelo Dantas, vereadores, ex-vereadores e lideranças políticas e comunitárias do município participaram de carreata em apoio ao candidato à presidência da República pelo PSL, Jair Bolsonaro, e ao candidato a governador da Bahia pelo DEM, José Ronaldo.
O deputado federal Paulo Azi (DEM), candidato à reeleição, também esteve presente no ato público. A carreata percorreu vários bairros e ruas centrais da cidade. Para os organizadores, o evento superou a expectativa.

USO DE BANDEIRAS E CAMISETAS DO CANDIDATO
O eleitor pode demonstrar a preferência por um candidato, desde que seja de maneira individual e silenciosa. São permitidas bandeiras sem mastro, broches ou adesivos no local de votação. Uso de camisetas foi liberado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O eleitor poderá usar a camiseta com nome de seu candidato preferido, sem fazer propaganda eleitoral a favor dele. A camiseta não pode ser distribuída pelo candidato.
COLA ELEITORAL
O eleitor pode levar, em papel, os números dos candidatos anotados. A cola eleitoral (imprima aqui) é permitida e recomendada pela Justiça Eleitoral, pois o eleitor irá votar para cinco cargos (deputado federal, deputado estadual ou distrital, dois senadores, governador e presidente). Não é permitida a “cola” em celular na hora de votar.
USO DE CELULAR E TIRAR SELFIE
Na cabine de votação, celulares, máquina fotográficas, filmadoras ou outro dispositivo eletrônico não são permitidos. Os equipamentos podem corromper o sigilo do voto, ou seja, não pode tirar selfie na hora da votação ou tirar foto do voto. O eleitor que baixou o e-Título vai apresentá-lo ao mesário e depositará o celular em uma mesa enquanto estiver na cabine de votação. Ao final, o aparelho será devolvido pelo mesário.
ACOMPANHANTE
O eleitor com deficiência ou mobilidade reduzida poderá contar com o auxílio de pessoa de sua confiança na hora de votar, mesmo que não tenha feito o pedido antecipadamente ao juiz eleitoral.
ALTO FALANTE E CARREATAS
Uso de alto-falantes, caixas de som, comícios e carreatas são proibidos.
BOCA DE URNA
Tentar convencer um eleitor a votar ou não em um candidato é proibido. A propaganda de boca de urna também não é permitida. São consideradas boca de urna, por exemplo, a distribuição de panfletos e santinhos de candidatos, a aglomeração de pessoas usando roupas uniformizadas ou manifestações nas proximidades das zonas eleitorais.
BEBIDA ALCOÓLICA
A legislação eleitoral proíbe a venda de bebida alcoólica das 6h até as 18h no dia da eleição. No entanto, cabe a juízes e às Secretarias de Segurança Pública de cada unidade da Federação decidirem sobre a proibição da venda e do consumo nos estados ou até em cidades. Em Itabuna, por exemplo, foi proibida a venda de bebida alcoólica neste período. Redação com Agência Brasil.

Ciro Gomes (PDT) ganhou um ponto percentual. Aparece agora com 12%. Segundo o instituto, os 5 pontos ganhos por Bolsonaro foram fisgados de Geraldo Alckmin (PSDB), que oscilou de 7% para 6%; Marina Silva (Rede) saiu de 5% para 4%; João Amoêdo (Novo) oscilou de 3% para 2%; e Meirelles (de 3% para 1%). Outro que oscilou foi Alvaro Dias (Podemos), de 2% para 1%.
O Big Data divulgou também os percentuais de votos válidos, quando são computados apenas os votos nos candidatos, sem levar em conta votos brancos ou nulos. Assim ficou:
• Jair Bolsonaro (PSL): 40%
• Fernando Haddad (PT): 28%
• Ciro Gomes (PDT): 14%
• Geraldo Alckmin (PSDB): 7%
• Marina Silva (REDE): 5%
• João Amoêdo (NOVO): 3%
• Henrique Meirelles (MDB): 1%
• Alvaro Dias (PODE): 1%
• Outros: 1%
Os cenários de segundo turno mostram empate entre Bolsonaro e Haddad e vitória folgada de Ciro Gomes diante de Bolsonaro. Confira:
Jair Bolsonaro x Fernando Haddad
Bolsonaro: 43%
Haddad: 40%
Nulo/branco: 14%
Indecisos: 3%
Ciro Gomes x Jair Bolsonaro
Ciro: 48%
Bolsonaro: 38%
Nulo/branco: 10%
Indecisos: 4%
Jair Bolsonaro x Geraldo Alckmin
Bolsonaro: 42%
Alckmin: 41%
Nulo/branco: 14%
Indecisos: 3%
Jair Bolsonaro x Marina Silva
Bolsonaro: 40%
Marina: 37%
Nulo/branco: 15%
Indecisos: 8%
A pesquisa encomendada pela TV Record ouviu 10 mil eleitores nos dias 3 e 4, tem margem de erro de 2 pontos percentuais e 95% de nível de confiança. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com o número BR-05770/2018.
Zé Ronaldo, candidato a governando da Bahia pelo DEM, reagiu à agenda do governador Rui Costa e do presidenciável do PT, Fernando Haddad, na manhã deste sábado (6) em Feira de Santana. O democrata disse ter estranhado o anúncio da caminhada dos candidatos petistas na cidade onde foi prefeito por quatro vezes.
– A iminente derrota no domingo está deixando o PT desnorteado. Pela lógica, eles deveriam encerrar a campanha em alguma cidade administrada pelo PT. Mas como precisam encontrar ruas e avenidas bem cuidadas, decidiram vir à Feira de Santana conhecer os resultados de uma boa administração – alfinetou Zé Ronaldo.
O democrata já anunciou, na terça (2), durante debate na Rede Bahia, que apoiaria Jair Bolsonaro à presidência da República. Amanhã pela manhã, Zé Ronaldo fará carreta no município. O presidenciável até gravou vídeo de apoio ao candidato do DEM.
Estudo dos pesquisadores Ricardo Sá Barreto, Eli Izidro e Ícaro Carvalho identificou que mais de 80% dos bairros e distritos ilheenses têm Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) abaixo da média nacional. A partir dos resultados apresentados, é possível fazer um comparativo entre a pontuação obtida pelas localidades em relação aos países que constam no relatório do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento Humano (PNUD).
Assim, 22 localidades de Ilhéus foram relacionadas a países com pontuações equivalentes. Jardim Atlântico (0,914), primeiro do ranking, tem como equivalente a Bélgica, por exemplo. Por ordem, no top 5 dos bairros estão: Boa Vista (0,863) (Emirados Árabes Unidos), Cidade Nova (0,833) (Croácia), São Sebastião (0,816) (Federação Russa) e São Francisco (811) (Romênia).
Publicado na edição de abril da Revista de Desenvolvimento Econômico, o estudo aponta que 82,2% dos bairros e distritos de Ilhéus possuem índice menor que 0,759, que é o IDH nacional. O Banco da Vitória (0,549), dentre os bairros ilheense, é o que reúne os piores índices de renda, educação e longevidade. Segundo a pesquisa, faltam trabalho e oportunidades para os jovens, bem como condições que garantam o desenvolvimento humano e a qualidade de vida da população.
De acordo com o último relatório do Programa das Nações Unidas, divulgado em 14 de setembro, o Brasil alcançou IDH 0,759, ficando na 79ª posição entre os 189 países pesquisados. Esse levantamento demonstra que o país está estagnado nessa colocação desde 2015, encerrando um ciclo de evolução que ocorreu desde 2012, quando avançou seis posições no ranking. Comparando com o resultado obtido em Ilhéus, seria equivalente ao índice alcançado pelo bairro Teresópolis.
Outras 44 localidades ilheenses não têm parâmetro entre países. Segundo os pesquisadores, o poder público pode usar o ranking para atrair investimento, privilegiando, através de benefícios fiscais, empresas que se instalarem nos bairros que tenham IDH-B menor, por exemplo.
Pelo contrato, a Socicam deverá investir R$ 30 milhões em até cinco anos em obras de melhoria e ampliação do aeroporto ilheense, incluindo pista, pátio e terminal de passageiros. Ao longo de 30 anos, deverá investir R$ 100 milhões.

































