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Do Correio

Missão número um será fechar as torneiras. O prefeito eleito de Salvador, ACM Neto (DEM), convocou a imprensa para sua casa, um dia após o resultado nas urnas, para antecipar as primeiras medidas a serem tomadas no Palácio Thomé de Souza a partir de janeiro: reduzir a quantidade de cargos comissionados – geralmente, dados a apadrinhados políticos – em toda as secretarias e órgãos da prefeitura e cortar “serviços de terceiros e pagamentos a pessoas jurídicas”.

A meta dos cortes será reduzir em 20% a despesa da prefeitura com custeio. Segundo Neto, a contenção de despesas é que permitirá o financiamento do que chamou, na campanha eleitoral, de “choque de ordem”: medidas emergenciais, como tapar buracos, melhorar a iluminação pública e colocar postos de saúde para funcionar.

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O professor Gustavo Haun ministra o treinamento “A Redação no Enem 2012”, oferecendo dicas importantes para a elaboração de um bom texto no exame. Nessa preparação, Haun aborda temas de edições anteriores do Enem, faz uma revisão sobre dissertação e avalia os alunos.

A aula está programada para esta quarta-feira, dia 31, sendo que os interessados podem optar pelo turno vespertino ou noturno. À tarde, o treinamento será das 16 às 18 horas; à noite, das 18 às 20 horas. O valor da inscrição é R$ 15,00 (vagas limitadas).

Mais informações, pelo telefone 73.9944-3171, e-mail g_a_haun@hotmail.com ou no Blog de Redação.

 

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Em números absolutos, o Partido dos Trabalhadores sai vitorioso das eleições municipais de 2012 na Bahia. A sigla elegeu o maior número de prefeitos no estado, com vitória em 93 municípios. Presidido no estado pelo vice-governador Otto Alencar, o recém-criado PSD é o segundo colocado, com 73 prefeitos eleitos, seguido pelo PP, legenda do atual prefeito da capital baiana, João Henrique, com 52 gestores.

O DEM ocupa a 10ª posição no ranking de prefeituras conquistadas nas urnas este ano: foram nove – mesmo número alcançado pelo PSDB. Mas o Democratas derrotou o PT nos dois maiores colégios eleitorais do estado: Salvador, com ACM Neto e Feira de Santana, com José Ronaldo. Aliado do DEM na capital, o PMDB é o quarto colocado com 44 prefeituras, seguido de perto pelo PDT do presidente da Assembleia Legislativa da Bahia, deputado Marcelo Nilo, que elegeu 43 gestores.

O PSB da senadora Lídice da Mata fez 28 prefeitos na Bahia e o PCdoB da vereadora e ex-candidata a vice-prefeita de Salvador Olívia Santana saiu vitorioso em 13 municípios. Informações do Bahia Notícias.

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O prefeito eleito de Ilhéus, Jabes Ribeiro (PP), definiu os nomes da sua equipe de transição. A equipe será responsável pelo levantamento de informações do governo a fim de facilitar o processo de mudança de governo.

Os nomes anunciados, oficialmente, pelo prefeito eleito são o ex-reitor da Universidade Estadual de Santa Cruz, Joaquim Bastos, o procurador federal Israel Nunes, Isaac Albagli (presidente da Bahia Pesca), o consultor Carlos Mascarenhas, Vladimir Hughes, John Ribeiro (irmão de Jabes e diretor do escritório local da Bahia Pesca), Victor Veiga e Marcos Paulo Azevedo.

Abaixo, confira entrevista exclusiva concedida pelo prefeito eleito ao PIMENTA. Ele diz que seu secretariado terá perfil técnico, “mas com sensibilidade política” e que não haverá “loteamento de cargos”.

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Cerca de 400 estagiários que atuam nas mais diversas áreas do município de Itabuna estão sem receber o salário, uma bolsa no valor de R$ 400,00 por 20 horas semanais de trabalho, parte deles recrutada pelo Centro de Integração Empresa-Escola (Ciee).

A prefeitura confirmou apenas verbalmente que iria pagar a remuneração na última sexta-feira. Mas não o tinha feito até ontem.

Com a remuneração atrasada há cinco meses, uma estagiária telefonou para a prefeitura, com o intuito de saber quando o pagamento será regularizado.

Ela foi informada que haveria uma reunião na tarde desta segunda. A Secretaria de Educação deveria definir neste encontro quando o pagamento seria feito a todos os estagiários.

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ENTREVISTA

Prefeito eleito de Ilhéus, Jabes Ribeiro (PP) fará a partir de 1º de janeiro de 2013 seu quarto mandato à frente do município. Ele venceu as últimas eleições a bordo de uma aliança formada por 16 partidos, e talvez uma de suas tarefas mais complicadas será compor os diferentes interesses de um grupo heterogêneo. Nesta entrevista concedida ao PIMENTA, Jabes assegura que em seu governo não haverá loteamento de cargos e a ocupação das funções levará em conta, além da indicação política, o perfil do indicado. O futuro gestor fala ainda, entre outros assuntos, sobre a questão dos precatórios, que trava o governo ilheense, e as perspectivas do município com a implantação do Porto Sul. Jabes diz defender o desenvolvimento sustentável e salienta: “não sou ecochato nem irresponsável”.

A entrevista com Jabes Ribeiro abre a série que o PIMENTA fará com prefeitos eleitos no Sul da Bahia. Confira abaixo os principais trechos:

PIMENTA – Esta última eleição em Ilhéus mostrou uma população dividida e aparentemente desestimulada com a política. Mais de 33 mil ilheenses deixaram de votar e houve ainda 3.115 votos brancos e 6.105 nulos. O senhor acha que esses números refletem a descrença do eleitorado?

Jabes Ribeiro – De forma alguma. Ilhéus tradicionalmente tem um alto índice de abstenção, primeiro em função da área rural, que é muito grande, e muitos eleitores moram em fazendas. Antigamente, havia o hábito de se fazer o transporte dessas pessoas, mas isso não é mais possível em função da legislação e a justiça eleitoral não toma as providências para viabilizar o deslocamento dos eleitores. Por outro lado, no dia anterior à eleição o tempo não estava bom. Na véspera choveu muito e eu acho que isso foi um fator decisivo para essa abstenção.

PIMENTA – O município enfrenta precariedade em diversos setores, inclusive nos mais essenciais, que são saúde e educação. O senhor já definiu uma estratégia para superar as dificuldades e fazer com que a população possa ter um serviço público mais qualificado?

JR – Ilhéus vive uma situação extremamente grave em todos os setores. Eu fiz uma visita ao Tribunal de Contas dos Municípios (TCM) e, conversando com alguns técnicos, pessoas que conhecem a realidade de Ilhéus, a constatação é de que o quadro é assustador. O município tem as suas contas rejeitadas desde de 2006. Isso significa que, sucessivamente, O tribunal tem dado parecer contrário, basicamente em função, entre outros, de três itens: problemas na saúde, educação e na área de pessoal. São questões graves. Por outro lado, você tem uma desorganização financeira tal que acaba prejudicando os serviços essenciais. Não funcionam limpeza urbana, iluminação pública, saúde, educação, as estradas rurais se encontram em péssimo estado. Não é uma situação simples, nós já tínhamos essas informações e ninguém está se surpreendendo com nada, mas a cada dia está sendo constatado o fato de que efetivamente o município está na UTI.
PIMENTA – Esse cenário exige a definição de prioridades. O que já se vislumbrou nesse sentido?

JR – Aproveitando até declarações do prefeito, quando estive com ele, de que tem interesse em contribuir com a transição, nós esperamos que na prática isso aconteça. Nesta segunda-feira (29), nós estaremos entregando ao prefeito um ofício, no qual fazemos algumas solicitações. Entre elas, apresentamos o grupo que vai colher os dados dentro da comissão de transição, de acordo com Resolução do TCM. Essa coleta de dados será muito importante para fazermos um diagnóstico. Com ele é que nós teremos condições de tomar as medidas necessárias, primeiro no sentido de saber qual a estrutura administrativa possível, dentro da realidade do município, e a partir daí definir a equipe de governo para que possamos adotar as providências já no início da administração, procurando arrumar a cidade, organizar as finanças e, efetivamente, trabalhar para melhorar os serviços essenciais.

 

Ninguém está se surpreendendo com nada, mas a cada dia está sendo constatado o fato de que efetivamente o município está na UTI.

 

 

 

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Concursos públicos com vagas abertas nesta segunda-feira, 29, em todo o país oferecem salário de até R$ 21.766,16, casos de Tribunais Regionais Federais (TRFs) em seis estados e Tribunais Regionais do Trabalho (TRTs) em Minas Gerais e no Paraná.

A Prefeitura de Iraquara, na Bahia, oferece 514 vagas em todos os níveis e até R$ 7.800,00 de salário. Já a Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia, da Secretaria de Estadual de Planejamento, oferece 30 vagas e cadastro reserva para quem tem nível superior. O salário é de R$ 4.298,26.

Confira todas as vagas e os respectivos editais no

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Estudantes de Itabuna que utilizam o transporte coletivo devem ficar atentos ao prazo para revalidar o passe que dá direito a 50% de desconto na passagem de ônibus. O atendimento com esta finalidade será realizado somente até esta quarta-feira, dia 31, na sede da Associação das Empresas de Transporte Urbano (Aetu), em frente à estação rodoviária.

Para fazer a revalidação, o estudante deve comparecer ao local com RG e CPF. Para quem é aluno de escola pública, é exigido que o nome conste nas listas encaminhadas pelos estabelecimentos de ensino à Aetu, além de ser necessário apresentar atestado de frequência. No caso de alunos de escolas particulares, é cobrado o comprovante de pagamento do boleto do mês anterior ou atestado de frequência do mês de solicitação da meia passagem.

O atendimento na sede da Aetu é prestado de segunda a sexta-feira, das 7 às 17 horas, sem intervalo. A associação alerta que não será possível revalidar o passe estudantil após o dia 31.

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Os petistas lamentaram em Salvador, mas festejaram em Vitória da Conquista. Na terceira maior cidade da Bahia, Guilherme Menezes (PT) chegou a ter a eleição ameaçada pelo radialista Herzem Gusmão (PMDB), mas conseguiu superar o adversário e confirmar o primeiro lugar nas urnas neste domingo.

Guilherme venceu com 91.072 votos (56,28%). Gusmão recebeu 70.760 (43,72%).

Este será o quarto mandato do petista no município. O PT governa Vitória da Conquista desde 1997.

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Do Correio

ACM Neto (DEM) foi eleito neste domingo (28) o novo prefeito de Salvador, derrotando o candidato do PT Nelson Pelegrino no segundo turno. Neto assume a prefeitura em janeiro, substituindo João Henrique Carneiro (PP). A vice-prefeita de sua chapa é Célia Sacramento, do PV.

Depois de um primeiro turno disputadissímo, a briga este domingo foi novamente acirrada. Com todas as urnas apuradas, Neto teve 53,51% dos votos e Pelegrino 46,49%. A abstenção foi de 21,53%, votos brancos foram de 2,48% e nulos chegaram a 6,66%;

Neto comemorou o resultado em sua página no Facebook. “Não duvidei um só minuto da força do nosso povo. Hoje, começamos a escrever uma nova história e Salvador vai reconquistar seu brilho e orgulho. Obrigado pela confiança! Vamos juntos defender Salvador!”, postou.

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A pesquisa boca de urna encomendada pela Rede Bahia ao Ibope indica vitória do candidato ACM Neto (DEM) em Salvador. Foram ouvidos 4 mil eleitores na capital baiana e, dentre estes, o percentual obtido pelo candidato do Democratas atingiu 52% ante 48% de Nelson Pelegrino (PT).

Os números são diferentes dos apresentados ontem pelo mesmo Ibope: 55% a 45%. A pesquisa de boca de urna está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com o número 00549/2012.

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Marco Wense

Cuidado com os “conselheiros” que só sabem fazer política com a tocha de fogo na mão. A campanha acabou.

O prefeito eleito Vane do Renascer, do PRB, legenda ligada a Igreja Universal do Reino de Deus (IURD), precisa ter cuidado com alguns conselheiros de plantão.

Conselheiro bom é aquele que não é bajulador, que diz a verdade independente de agradar ou não o futuro comandante do Centro Administrativo Firmino Alves.

Vane, por exemplo, foi infeliz quando declarou, ao jornal A Região, que faria uma auditoria no governo Azevedo. A intempestiva declaração vai criar mais obstáculos para a equipe que integra a comissão de transição.

Cuidado, Vane. Cuidado com os “conselheiros” que só sabem fazer política com a tocha de fogo na mão. A campanha acabou. Agora é descer do palanque e procurar o melhor caminho para fazer um bom governo.

APOIO FRACIONADO

O diretor-presidente da Bahiagás, Davidson Magalhães, candidatíssimo a deputado federal pelo PCdoB, terá o apoio dos prefeitos eleitos Vane do Renascer (Itabuna) e Jabes Ribeiro (Ilhéus).

Esse apoio, no entanto, vai ser dividido com o bispo Marinho e Mário Negromonte. O primeiro é do PRB, partido de Vane. Negromonte é do PP de Jabes, que é o secretário estadual da legenda.

OPOSIÇÃO

Alguns petistas, ainda inconformados com a derrota de Juçara Feitosa, ficam dizendo o óbvio ululante. Ou seja, que o prefeito eleito Claudevane Leite vai ter muitas dificuldades para compor o seu governo.

Ora, essa dificuldade é inerente ao pós-eleição. Vane do Renascer foi eleito com o apoio de uma coligação formada por várias agremiações partidárias. E, como tal, é preciso abrir espaços para todas elas.

Geraldo Simões, na sua última eleição para a prefeitura de Itabuna, teve uma histórica dor de cabeça com o PSDB. Os tucanos, além dos 40 cargos de confiança, incluindo aí três secretarias, queriam mais e mais. Eram incontentáveis. Literalmente insaciáveis.

Marco Wense é articulista do Diário Bahia.

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Embora tenha nomes como o do senador Walter Pinheiro, do ex-presidente da Petrobras José Sérgio Gabrielli e do secretário estadual Rui Costa, o governador Jaques Wagner pode buscar um nome diferente destes que aparecem para a disputa pelo Palácio de Ondina em 2014.

O governador diz que pode recorrer a quadro técnico e menos político. E lembra até a conjuntura que levou o ex-presidente Lula a fazer escolha pela então ministra Dilma Rousseff, hoje presidente e dona de aprovação recorde dentre todos os mandatários brasileiros após o “período de chumbo”.

A conversa pode ser séria ou apenas para tirar a pressão sobre os seus ombros – que tende a aumentar após o fechar das urnas hoje. Quanto ao nome do sucessor – ou sucessora -, tudo dependerá da avaliação de seu governo até o 2014. E, nessa conta, Wagner também precisa incluir nomes de partidos aliados. Marcelo Nilo (PDT) quer, Otto Alencar (PSD) também. Outros estão na fila, embora chamuscados pela passagem apagada como ministro em Brasília, a exemplo de Mário Negromonte (PP).