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O PP baiano anunciou ao final desta manhã de segunda (21) que o prefeito de Salvador, João Henrique, se filiará à legenda no ritmo das águas de março. Exatamente no dia 12 do próximo mês. O convite ao ex-peemedebista foi feito hoje pelo presidente estadual, Mário Negromonte, e prontamente aceito (claro!!!) por João, que vive uma de suas maiores crises políticas.

O PP, assim, joga a boia de salvação ao prefeito atingido por males como caixa quebrado e dissidências. O PMDB largou o ex-pupilo na beira da estrada. Os progressistas enxergam na filiação uma chance de o partido ganhar capilaridade na terceira maior capital do Brasil, ação que depende principalmente dos próximos passos da gestão na capital.

O desenho feito é que João Henrique terá forte apoio do governo do estado com a mudança partidária e será agraciado com boas verbas do Ministério das Cidades, comandado por Mário Negromonte.

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Sucesso da lavagem prenuncia carnaval em 2012 (Foto Pimenta).

O sucesso da Lavagem do Beco do Fuxico surpreendeu os organizadores. Autor da ideia do cortejo de blocos e trios da avenida do Cinquentenário até o Beco, Geraldo “Caçolinha” Ribeiro, disse ao PIMENTA não ter dúvida de que a cidade terá carnaval (antecipado ou não) em 2012. A cidade não ficará restrita ao cortejo seguido da lavagem do Beco – e que lavagem!

Caçolinha, que também preside o Maria Rosa, até pensa em dois circuitos (um na avenida do Cinquentenário e outro na Beira-Rio) para a folia de 2012, mas pondera ao lembrar das complicações do trânsito itabunense, já que as duas áreas são próximas.

A folia na Cinquentenário, a exemplo deste ano, seria puxada pelos blocos tradicionais e trios elétricos com atrações da casa. Quando a cidade tem carnaval, a Lavagem do Beco abre a folia. Os trios saem do Beco para a Beira-Rio (avenidas Aziz Maron e Mário Padre).

O sucesso do furdunço, diz Caçolinha, prova que a realização do carnaval não depende exclusivamente da prefeitura sendo a dona da festa para a folia “comer no centro”. Basta ao município oferecer a infraestrutura necessária.  Nesse ano, o município falhou em um ponto, a área de trânsito.

A Settran não cumpriu o prometido e o bloco Casados I… Responsáveis teve de quebrar a tradição. Em vez de descer, o bloco subiu o Beco do Fuxico na hora da lavagem. Era um protesto contra a grande quantidade de veículos estacionados na praça Adami, que deveria estar livre para trios elétricos e foliões. No mais, blocos, trios e foliões mandaram ver em alegria, animação e civilidade. Reveja lances da lavagem realizada no sábado (19).

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A polícia continua sem pistas dos autores do estupro e assassinato de uma mulher de 30 anos, assassinada na madrugada de sábado (19), numa transversal da avenida José Soares Pinheiro, no loteamento Teclo Conrado, em Itabuna. A vítima foi estuprada, asfixiada e morta a pauladas.

A mulher usava mega-hair, estilo “rasta”. O corpo está no Departamento de Polícia Técnica (DPT) de Itabuna, aguardando familiares para identificação.

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Acusado de extorsão contra empresários, o blogueiro João Andrade Neto obteve o direito de ficar em prisão domiciliar.  O benefício foi concedido pelo desembargador Nilson Castelo Branco, do Tribunal de Justiça da Bahia, que atendeu pedido do advogado Dinailton Oliveira.

A defesa justificou a solicitação, alegando que Andrade Neto enfrenta problemas de saúde.

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Do Valor Econômico

Os smartphones caíram no gosto dos brasileiros e, pela primeira vez, vão ultrapassar as vendas de computadores no país. Segundo dados da consultoria IDC, a expectativa é de que sejam vendidos 10 milhões de smartphones neste ano, o dobro de 2010. Os micros de mesa ou desktops vão somar 7,7 milhões de unidades, e os notebooks, 8 milhões. Em 2012, a projeção é de que os celulares superem as duas categorias de computadores juntas.

Os smartphones são celulares que usam sistemas operacionais, a exemplo dos computadores, o que os diferencia dos telefones comuns. Os aparelhos são capazes de executar várias tarefas ao mesmo tempo e oferecem funções avançadas, como edição de vídeos em alta definição. O principal atrativo é a capacidade de navegar na internet com uma facilidade semelhante à de um PC.

A popularização dos smartphones é decorrência de uma combinação de motivos, que inclui maior oferta de modelos, preços em queda e promoções das operadoras nos pacotes de internet. Esses fatores permitem que os aparelhos, até recentemente considerados uma exclusividade de executivos, fiquem acessíveis a um número maior de consumidores. Há modelos para todos os gostos e bolsos. Os mais baratos custam em torno de R$ 600 e os mais caros passam de R$ 2 mil. Dependendo da operadora, os aparelhos podem até sair de graça.

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O engenheiro Fernando Sanches, da residência do Derba, prometeu fazer a remoção de parte de uma árvore que caiu na rodovia Ilhéus-Itabuna há quase um mês e põe em risco a vida de quem trafega pela via, nas proximidades do Banco da Vitória, em Ilhéus (relembre aqui).

O Derba informa que aguarda a liberação do Ibama para iniciar a poda ao longo dos 26 quilômetros da rodovia, outra reivindicação de quem trafega pela Ilhéus-Itabuna. Na semana passada, um leitor relatou ao PIMENTA que teve parte do teto do veículo danificada pela queda de galho enquanto retornava para Itabuna.

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É líquido e certo que o juiz da Comarca de Buerarema, Antônio Hygino, será promovido. O magistrado deverá assumir a 5ª Vara Cível em Itabuna. O juiz disse que aguarda – tão somente – a publicação no Diário da Justiça. A promoção sairá a pedido.

Em conversa com o PIMENTA Hygino nega que o pedido tenha sido motivado pelas disputas ocorridas na antiga Macuco e que envolveram o nome dele. Há meses, por exemplo, o ex-prefeito Orlando Filho acusou o juiz de promover perseguição contra determinados grupos em Buerarema.

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O TREM DE ASCENSO FALA E SE FAZ OUVIR

Ousarme Citoaian
“Ascenso, me mande um cartão!”, diz Antônio Maria em homenagem (Frevo nº 3 do Recife, aqui apresentado), ao primeiro poeta de quem me lembro ter lido na infância: Ascenso Ferreira (foto). Gosto muito de Trem de Alagoas: “O sino bate,/ o condutor apita o apito,/ solta o trem de ferro um grito,/ põe-se logo a caminhar”. Penso que é poema para ser analisado em sala de aula, tal a opulência estilística que oferece. O trem, por exemplo, é humanizado, “fala” e, no seu discurso, se faz ouvir (personificação) “- Vou danado pra Catende,/ vou danado pra Catende,/ vou danado pra Catende,/ com vontade de chegar”.

DE MANGABAS MADURAS E MAMÕES AMARELOS

Ao descrever o velho trem de ferro rasgando a zona da mata pernambucana, o poeta produz poderosas aliterações, de início com “Mergulham mocambos/ nos mangues molhados,/ moleques, mulatos/ vêm vê-lo passar” e, logo em seguida, “Mangabas maduras,/ mamões amarelos,/ mamões amarelos,/ que amostram molengos/ as mamas macias/ pra a gente mamar”. Em alta velocidade (“Vou danado pra Catende, /vou danado pra Catende…”), o trem avança para o interior e o poeta se lamenta dos deixados no litoral: “Adeus morena/ do cabelo cacheado” é verso que não requer rima, pungente no seu toque de saudade e perda amorosa.

NA HORA DE TRABALHAR PERNAS PARA O AR

A poesia de Ascenso Ferreira (1895-1965) é simples e límpida como água da fonte, pura e receptiva como uma canção de ninar. Expressa-se na língua do povo, fala de coisas e vivências do homem comum. Distanciado do hermetismo do seu conterrâneo João Cabral de Melo Neto, ele bebeu (e aqui há um trocadilho pouco sutil) nas ruas do Recife, ouviu sua gente e com ela aprendeu a ser poeta. Como no poemeto Filosofia (uma celebração do dolce far niente que o Brasil inteiro recita): “Hora de comer – comer! Hora de dormir – dormir! Hora de vadiar – vadiar! Hora de trabalhar? – Pernas pro ar, que ninguém é de ferro.”

AO REITOR, O TRATAMENTO MAIS CHARMOSO

Não creio que haja palavra com maior carga de cerimônia do que reitor – tanto assim que ela é precedida de “Magnífico”, para não me deixar mentir. Vão dizer que o Papa é chamado de Sua Santidade, o que não é mentira nem pouca coisa, porém considero Magnífico bem mais litúrgico. Mas quem foi Magnífico nem sempre o será, assim se entende num dos maiores jornais diários de Itabuna, tendo preferido atropelar esse cerimonial arcaico e dizer que “Naomar Monteiro vai palestrar em Buerarema”. Rápido e, sobretudo, rasteiro. Pareceu-me condenável intimidade com o ex-Magnífico Reitor da Ufba. Porém, isto não é grave. Grave mesmo é afirmar que ele vai… “palestrar”.

PALESTRAR NÃO É DIFERENTE DE TAGARELAR

Perlustro os dicionários (penitência que a mídia, cristamente, me impõe) e nada encontro sobre tal novidade. O que lá vejo, humildemente confesso, já sei desde tempos imemoriais: palestrar é bater papo, tagarelar,  jogar conversa fora, cavaquear, prosear – o informal, enfim. Quando essa atividade se reveste de ar solene (como no caso referido), fazendo-a irmã da conferência, diz-se em língua portuguesa “fazer palestra”.  Há alguns anos a Folha de S. Paulo, especialista na criação de bobagens, popularizou a expressão “dar palestra” (logo adotada pelos macaqueadores). Dispensável, porém menos ociosa do que “palestrar”.

FAZER PALESTRA É PRECISO; PALESTRAR, NÃO

O ex-Magnífico Reitor Naomar Monteiro de Almeida Filho é de Buerarema, vindo a ser irmão do prefeito de lá. Então, é natural que ele palestre com os conterrâneos orgulhosos de sua carreira profissional e, claro, com senhoras que o viram nascer. Por certo, alguém tagarelará, com justiça, a propósito da vida honrada e exemplar que teve seu pai, Naomar Monteiro de Almeida (político e também professor), em Buerarema e Itabuna.  Mas ele só palestrará a intervalos, caso lhe sobrem momentos bastantes para isso. Sua prioridade será fazer palestra sobre os compromissos da educação. Palestrar mesmo, só se o tempo lhe for generoso.

COMENTANDO OS COMENTÁRIOS DO “UNIVERSO”

Desde o começo, optei por participar dos comentários dos leitores, que, na imensa maioria das ocasiões têm sido muito generosos comigo. Desdenhar postagens tão elegantes seria (além de cabotinismo elevado ao cubo) fraqueza maior do que confessar que elas me fazem grande bem à alma (que querem? Mesmo que às vezes sugira o contrário, pertenço, sim, à raça humana, logo, não sou refratário a elogios que pareçam sinceros). Estes quase prolegômenos são para anunciar minha presença nos comments rotineiramente, todas as terças-feiras, a partir desta semana. Os comentários postados até a tarde daquele dia (e que requeiram alguma observação minha) serão respondidos à noite. Muito obrigado.

TEMPO EM QUE DA TELA NÃO JORRAVA SANGUE

O cinema já foi mudo, quem diria, e da tela não jorrava sangue. Em 1960, em plena febre do Tecnicolor, Psicose foi feito em P&B, para evitar que o público se chocasse com a cena do chuveiro (Hitchcock, um monsieur, recusou-se a promover um banho de sangue no seu filme – e me legou a possibilidade deste trocadilho). Depois, vieram os açougueiros, as serras elétricas, as espingardas e o sexo desabrido. Dia desses, incauto, assisti a uma chamada de telenovela que me deixou perplexo, e perplexo ainda estou: o sujeito, sem alerta prévio para tirarmos as crianças da sala, pespegou na mocinha um beijo tão bem pespegado que quase arranca, sem anestesia, as amídalas da pobre coitada.  Bons tempos, estes.

ROMANCE, COMÉDIA, MÚSICA, CANTO E DANÇA

Cantando na chuva (Stanley Donen-Gene Kelly/1952) nada tem a ver com a mistura sangue-sexo que inunda (ops!) nossas telas. É repleto de tons, do romance à comédia, com primorosas cenas de música, canto e dança, retratando a dificuldade de adaptação do cinema à linguagem falada (dos artistas passou-se a exigir, além de talento para representar, boa voz). Talvez seu único rival seja Sinfonia de Paris (1951), com aquele balé de 17 minutos como grand finale e uma penca de seis Oscar. Mas foi justo: Gene Kelly em plena forma, música de Gershwin, direção de Vincent Minelli e, como moldura, o melhor lugar do mundo, Paris, França. Eu prefiro Cantando…, só por subjetividades que um cavalheiro não explicaria, nem sob tortura.

COM O CINEMA FALADO, HOLLYWOOD FERVEU

Em 1927, Hollywood ferve. O cinema, que até então tinha em sua essência a representação muda, apenas com legendas e pianistas ao fundo (no Brasil, ficaria famoso Ernesto Nazareth e seu Odeon/1912), teve que se adequar à nova exigência do mercado. Não foi fácil, com muitos profissionais reagindo à mudança, perda de emprego, boicotes e até suicídios. Charles Chaplin esteve entre os que não gostaram da novidade. Cantando…, citado entre os melhores filmes de todos os tempos, tem sua ação nesse ambiente ensandecido. Além de Kelly, destacam-se Donald O’ Connor e Debbie Reynolds (na foto, ao lado de Gene Kelly), com apenas 19 anos (e em seu melhor papel, segundo a crítica), além de Jean Hagen, impagável como a loura burra e de péssima voz. No vídeo, Gene Kelly faz um apaixonado, numa cena inesquecível.
(O.C.)
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As “meninas” do bloco “As Marrietes” desfilaram na tarde deste domingo, 20, pelas ruas, travessas e ladeiras do bairro Conceição, em Itabuna, um dia após a Lavagem do Beco do Fuxico. Famílias inteiras participaram da brincadeira de um grupo de amigos que curtem a folia de Momo, apesar de a cidade e seus administradores não promoverem mais a festa popular. Confira alguns lances captados pelas lentes de Luiz Conceição.

"As Marrietes" levaram graça às ruas do bairro.
As "meninas" puxaram uma legião de seguidores no cortejo pelo bairro.
Até a banda entrou no clima e arrastou multidão na "Marimbeta".
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O Colo Colo voltou a vencer e salvou a cabeça do treinador Zanata em partida disputada contra o Feirense, no estádio Mário Pessoa. O placar foi definido em trinta minutos de jogo. Nem (5min) e Jucimar (30min) garantiram a vitória do Tigre Ilheense, que chega aos 12 pontos.

Com a vitória, o Colo Colo mantém a quarta posição do Grupo 1, liderado pelo invicto Bahia de Feira, que virou o jogo contra o Ipitanga e venceu a partida por 2 a 1, no estádio Joia da Princesa, em Feira de Santana. O Tigre ilheense volta a campo no próximo domingo (27) contra o Ipitanga, às 16h.

Outros resultados
Bahia 2 x 0 Vitória
Atlético 2 x 2 Camaçari
Vitória da Conquista 3 x 2 Serrano
Juazeiro 5 x 2 Fluminense

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O Colo Colo volta a campo daqui a pouco contra o Feirense pela oitava rodada do Baianão 2011. A partida será às 16h, no estádio Mário Pessoa. Chance de tirar o pé da lama e salvar a cabeça do técnico Zanata.

O Tigre ilheense venceu apenas uma partida sob o comando de Zanata. No mais, acumulou três empates e duas derrotas. O clube é o quarto do Grupo 1 e precisa vencer para não despencar ainda mais na tabela.

A equipe anunciou nesta semana a contratação do atacante Marcos Chaves. Ele estava atuando no sul do País, mas já fez muitos gols no Baianão em times como o Camaçari.

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Uma adolescente de 16 anos tentou se jogar de uma torre de telefonia celular em Santa Luzia, no sul-baiano. A vida da adolescente foi salva por um heroico sargento da Polícia Militar, que escalou a torre, negociou com a garota e a convenceu a desistir da tentativa. Ela foi resgatada sem ferimentos pelo sargento Do Carmo. Acompanhe o vídeo enviado pelo leitor Mangabeira Júnior.

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Jânio de Freitas (Folha):

É uma deformação interessante, essa que leva o PMDB a exigir cargos no governo federal para os seus candidatos derrotados, como Hélio Costa, Geddel Vieira Lima, José Maranhão e muitos outros. Se derrotados, é uma razão a mais para que não recebam postos e cofres federais: o eleitorado considerou-os incapazes de merecer mesmo os cargos locais que pretendiam.

Além disso, ao PMDB não basta querer a nomeação que compense as derrotas. Também quer indicar os cargos. Sempre envolvidos com destinação de altas verbas.

Para Geddel Vieira Lima, remanescente dos “anões do Orçamento”, o cargo desejado pelo PMDB é o de vice-presidente de Crédito de Pessoa Jurídica da Caixa. Aquele que cuida dos financiamentos a empreiteiras e incorporadoras. Esse, não levará.

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Tiradentes, o mártir da Inconfidência Mineira

Folha:

As duas tetranetas de Tiradentes que pretendiam pedir pensão especial do governo pela morte do mártir da Inconfidência disseram que desistiram de reivindicar o benefício. Uma delas, Carolina Menezes Ferreira, 67, argumentou que o pedido traria “muito desgaste”.

No último dia 26 de janeiro, a Folha revelou que as irmãs Carolina e Belita Menezes Benther, 71, queriam pedir a pensão.

Uma outra irmã delas, Lúcia de Oliveira Menezes, 65, já recebe o benefício graças a uma lei de 1996.

Em nova entrevista anteontem, Carolina disse que “não quer saber disso” e que ficou incomodada com a repercussão do caso e com o assédio de jornalistas.

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