Não é mais aceitável que a beleza da Páscoa seja comprometida por esse tipo de ação que a modernidade deve rejeitar.
[Hoje] celebraremos mais uma Páscoa, e famílias do mundo inteiro [estão] irmanadas nessa grande efeméride do cristianismo. Curiosamente, essa data é universalmente comemorada com ovos de chocolate.
Na antiguidade, costumava-se pintar a casca de ovos de galinha (deles excluídos o conteúdo) com cores bem alegres porque o ovo é um símbolo do nascimento, e a Páscoa celebra a ressurreição de Cristo; muito mais tarde, com o advento da indústria do chocolate, os “pâtissiers” franceses passaram a rechear ovos vazios com esse produto; depois, os ovos de galinha sumiram: atribui-se essa mudança ao fato de a igreja proibir o consumo de carne durante a quaresma, de modo que ovos de chocolate seriam mais apropriados que os de galinha.
Neste ano, não será diferente. O Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor) realizou pesquisa sobre o preço dos ovos de Páscoa e revelou que alguns deles estão em média 20% mais caros do que no ano passado (pesquisa realizada entre 18 e 22 de março, em São Paulo, nas Lojas Americanas, no Pão de Açúcar Delivery e no Supermercado Sonda).
Já a Abicab (Associação Brasileira da Indústria do Chocolate) informa que os ovos ficaram apenas 7,5% mais caros que em 2010 e que isso se deve ao aumento do preço do açúcar, que encareceu 20% nos últimos 12 meses.
A Abicab acredita que neste ano serão consumidos cerca de 30 milhões de toneladas de chocolate, quase 20% mais que no ano passado. A festa pascoal produz um impacto impressionante sobre o comércio de ovos, e é natural que seus preços subam. Em média, um ovo de 500 gramas fica em torno de R$ 30, quase o dobro do valor de uma barra de chocolate do mesmo peso.
Esse consumo também se explica pelo aumento da renda do brasileiro: nosso país já é o 5º maior produtor mundial de ovos de Páscoa e o 4º maior consumidor, segundo o Sebrae. E não só na Páscoa: no ano passado, cada brasileiro consumiu 1,3 quilo de chocolate, enquanto no campeão mundial, a Inglaterra, chega-se a 12 quilos por pessoa!
E o produtor de cacau, como fica nesse cenário? O Brasil é o 6º maior produtor mundial, com cerca de 180 mil toneladas por ano em média, mas importa outras 50 mil toneladas para atender ao mercado interno: o cacau vem de Gana, da Indonésia e da Costa do Marfim, que é o maior exportador mundial.
Para o cacauicultor, o preço subiu apenas 6% do ano passado para cá. É curioso isso: parece que o chocolate nasce na chocolateria, e o ovo de Páscoa, nos supermercados. As pessoas se esquecem completamente de que sem o cacau não haveria essa delícia que alegra a Páscoa de todas as crianças do mundo e o dia a dia dos chocólatras inveterados.
Da coluna Painel (Folha):
A política de alianças do PT para 2012, que começará a ser costurada na reunião do Diretório Nacional no próximo fim de semana, vai evidenciar algo que já está claro nas discussões internas: a preocupação do partido, hoje, é maior com o crescimento demasiado de aliados como PSB e PMDB do que com a oposição, enfraquecida e às voltas com sua própria divisão.
A lógica petista é simples: não ajudar a vitaminar legendas cujo engajamento no projeto de reeleição de Dilma Rousseff em 2014 é incerto. Setores do partido defenderão o desembarque de alianças em polos estratégicos como Belo Horizonte (MG), onde hoje o PSB governa com o PT na vice.
A ROTINA É AMEAÇA AO AMOR E À LINGUAGEM
Um dos perigos que rondam o texto jornalístico é a mecanização da linguagem – expressão cunhada aqui e agora, creio. Expliquemos, como Freud o faria: de tão repetido, o ato de redigir passa a ser feito sob fórmula, com quase as mesmas palavras. A linguagem, da mesma forma que o amor, detesta a rotina. Quem lê notícias com olhos críticos já observou com que freqüência determinados veículos repisam termos iguais (não confundir com estilo, que é coisa bem diversa de indigência vocabular). Um exemplo que grita é o verbo garantir. Atire a primeira pedra quem leu um noticiário hoje e não topou com esse verbo mal empregado.O CRUEL ABANDONO DO SIMPLES E DO LÓGICO

GESTORES GARANTEM, GARANTEM, GARANTEM…

CONSTRUÇÕES QUE CONSAGRAM… A SANDICE
Se gostam dos exemplos, vamos ao governador – compreensivelmente o maior “garantidor” de todos – com amplo direito de aparecer mal no texto. Aqui, uns poucos exemplos desse abuso: “Wagner garante qualidade da educação”, “Wagner garante Mundial de Judô em 2012, aqui na Bahia”, “Wagner garante apoio ao Polo de Informática de Ilhéus”. E mais uma, para não perder a mão (desta vez não o governador ou o prefeito, mas uma entidade pouco mais impalpável): “Estado garante a construção da nova ponte Ilhéus-Pontal”. Não há de faltar quem defenda esta linguagem como “consagrada”. Só se for a consagração da sandice.A COLONIZAÇÃO E O “PLURAL APOSTROFADO”
Temos encontrado na mídia regional, mais vezes do que pode agüentar a nossa santa paciência, uma estranha forma de plural para CD (aquele disquinho de música), abuso que vale também para seu primo rico, o DVD, mesmo que ambos venham com o olho tapado que identifica os salteadores dos sete mares: CD´s e DVD´s – um plural apostrofado (vou registrar copirraite para esta expressão), fórmula que imagino vir do inglês – “colonização” que se exerce sobre dez entre dez brasileiros mal informados. É uma saída meio rodrigueana, se me permitem o lugar-comum: bonitinha, mas ordinária. Apóstrofo, sinal gráfico comum em inglês e francês, só empregamos em português em poucos casos.CASTRO ALVES VIROU EXEMPLO DA EXCEÇÃO

NO JORNAL, A RIQUEZA DAS FRASES FEITAS
Jornal de Itabuna, falando em mudanças de comportamento do prefeito do município, afirma em editorial: “Ele sente que chegou o momento de dar a volta por cima”. Congênere de Salvador, noticiando o retorno de Adriano ao Brasil, criou este título de ótimo gosto: “A volta do boêmio”. Essas frases feitas colorem, enriquecem e embelezam a linguagem. Consagradas, mas ainda fora da relação de lugares-comuns, facilitam o entendimento da mensagem, ao fortificar uma das qualidades fundamentais do estilo, a simplicidade. As duas, como tantas outras, nasceram da MPB: a primeira é de Paulo Vanzolini (1924); a outra, de Adelino Moreira (1918-2002).A MPB CONSOLIDA A LÍNGUA “BRASILEIRA”
Noel Rosa imortalizou “com que roupa”, para resumir uma situação de impossibilidade; “palpite infeliz”, que nos acode à mente, diante de algumas bobagens ouvidas, e “o x do problema”, largamente empregada diante de uma questão a resolver, um nó a desatar. Chico Buarque nos deu “roda viva”, simbolizando a rotina o dia a dia; Zé Dantas criou a imagem de que a esmola ao homem são o envergonha ou vicia; e não são poucas as vezes em que alguém se refere ao País, em tom irônico, como “Meu Brasil brasileiro” – isto é Ari Barroso. Estas poucas expressões saídas da memória mostram a MPB como importante componente da nossa cultura.DA “CENA DE SANGUE” À “VOLTA POR CIMA”

OBRA-PRIMA DE REGIONALISMO BRASILEIRO

(O.C.)

Um projeto de lei de autoria do deputado estadual Eures Ribeiro (PV) pode tornar obrigatória a utilização, nas obras de recapeamento realizadas nas rodovias estaduais baianas, de uma composição asfáltica feita com pneus descartados.
Segundo o deputado, o asfalto ecológico tem cerca de 20% de pó de borracha, originário da reciclagem de pneus usados. O aproveitamento desse material nas rodovias, de acordo com Ribeiro, dará uma utilidade a “resíduos sólidos que poluem o meio ambiente”.
Além de determinar a utilização, o projeto também dispõe sobre a instalação de pontos de coleta e armazenamento dos pneus, o que seria viabilizado pelo Estado, em convênio com os municípios e entidades filantrópicas.

O segundo mais “bem” votado foi o deputado estadual Coronel Santana (PTN). A escolha está ligada à sua defesa pela anexação do bairro universitário do Salobrinho ao município de Itabuna. Ilheenses dizem que Santana é “traidor” das causas regionais.
Mereceram destaque na “corrida” pelo título de Judas do Ano, também, os vereadores itabunense, os mais citados foram, pela ordem, Ricardo Bacelar (PSB), Roberto de Souza (PR) e Clovis Loiola (sem partido). Entre os edis ilheenses, destaque para os “traíras” Alisson Mendonça (PT) e Jailson Nascimento (PMN).
O grupo Se Toque, que oferece apoio a pacientes com câncer, agendou palestra com o tema “Câncer do colo uterino – você precisa saber”, que trará informações sobre como se prevenir da doença, assim como diagnosticá-la precocemente. O evento será realizado no próximo dia 30 (sábado), a partir das 10 horas da manhã, no auditório do Hospital Calixto Midlej Filho, em Itabuna.
Pede-se a quem for comparecer a doação de um quilo de alimento não-perecível.

O Sesi bateu o Sada Cruzeiro por 3 sets a 1 (25×19, 19×25, 27×25 e 25×17) e conquistou seu primeiro título de campeão da Superliga de Vôlei. O jogo foi disputado no ginásio Mineirinho, em Belo Horizonte, lotado por 18 mil torcedores.
Comandado pelo ex-jogador Giovane Gavio, o Sesi teve, em quadra, a força do melhor jogador do mundo, Murilo, e do atacante Wallace, além do líbero Serginho. Murilo foi escolhido o melhor jogador da partida.
Giovane se tornou o primeiro brasileiro a conquistar a Superliga como atleta e técnico. A edição 2010/2011 foi encerrada, além da entrega de medalhas, com a premiação aos melhores em cada fundamento. Abaixo:
Sidão (Sesi) – melhor saque da Superliga
Acácio (Cruzeiro) – melhor bloqueador
Murilo (Sesi) – melhor recepção
Serginho (Sesi) – Melhor defesa
William (Cruzeiro) – Melhor levantador
Não é mais aceitável que a beleza da Páscoa seja comprometida por esse tipo de ação que a modernidade deve rejeitar.
[Hoje] celebraremos mais uma Páscoa, e famílias do mundo inteiro [estão] irmanadas nessa grande efeméride do cristianismo. Curiosamente, essa data é universalmente comemorada com ovos de chocolate.
Na antiguidade, costumava-se pintar a casca de ovos de galinha (deles excluídos o conteúdo) com cores bem alegres porque o ovo é um símbolo do nascimento, e a Páscoa celebra a ressurreição de Cristo; muito mais tarde, com o advento da indústria do chocolate, os “pâtissiers” franceses passaram a rechear ovos vazios com esse produto; depois, os ovos de galinha sumiram: atribui-se essa mudança ao fato de a igreja proibir o consumo de carne durante a quaresma, de modo que ovos de chocolate seriam mais apropriados que os de galinha.
Neste ano, não será diferente. O Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor) realizou pesquisa sobre o preço dos ovos de Páscoa e revelou que alguns deles estão em média 20% mais caros do que no ano passado (pesquisa realizada entre 18 e 22 de março, em São Paulo, nas Lojas Americanas, no Pão de Açúcar Delivery e no Supermercado Sonda).
Já a Abicab (Associação Brasileira da Indústria do Chocolate) informa que os ovos ficaram apenas 7,5% mais caros que em 2010 e que isso se deve ao aumento do preço do açúcar, que encareceu 20% nos últimos 12 meses.
A Abicab acredita que neste ano serão consumidos cerca de 30 milhões de toneladas de chocolate, quase 20% mais que no ano passado. A festa pascoal produz um impacto impressionante sobre o comércio de ovos, e é natural que seus preços subam. Em média, um ovo de 500 gramas fica em torno de R$ 30, quase o dobro do valor de uma barra de chocolate do mesmo peso.
Esse consumo também se explica pelo aumento da renda do brasileiro: nosso país já é o 5º maior produtor mundial de ovos de Páscoa e o 4º maior consumidor, segundo o Sebrae. E não só na Páscoa: no ano passado, cada brasileiro consumiu 1,3 quilo de chocolate, enquanto no campeão mundial, a Inglaterra, chega-se a 12 quilos por pessoa!
E o produtor de cacau, como fica nesse cenário? O Brasil é o 6º maior produtor mundial, com cerca de 180 mil toneladas por ano em média, mas importa outras 50 mil toneladas para atender ao mercado interno: o cacau vem de Gana, da Indonésia e da Costa do Marfim, que é o maior exportador mundial.
Para o cacauicultor, o preço subiu apenas 6% do ano passado para cá. É curioso isso: parece que o chocolate nasce na chocolateria, e o ovo de Páscoa, nos supermercados. As pessoas se esquecem completamente de que sem o cacau não haveria essa delícia que alegra a Páscoa de todas as crianças do mundo e o dia a dia dos chocólatras inveterados.

Encontra-se no Departamento de Polícia Técnica de Itabuna o corpo de Júlio Soares Ribeiro, 19 anos. Segundo a polícia, ele traficava drogas na cidade de São José da Vitória, vizinha a Buerarema.
Na madrugada deste domingo, 24, incendiaram uma viatura da polícia em São José e Júlio foi apontado como autor do crime. O traficante foi perseguido e encontrado em um matagal, onde teria trocado tiros com policiais.

Desta vez, Serrano (Vitória da Conquista) e Bahia de Feira de Santana estão no páreo pela vaga na final. Do lado oposto, brigam os soteropolitanos Bahia e Vitória.
A definição sobre quais serão os finalistas do Estadual 2011 começa neste domingo, às 16h, quando Bahia e Vitória se enfrentam no estádio de Pituaçu, em Salvador, e Serrano e Bahia de Feira jogam no Lomantão, em Vitória da Conquista.
Vitória e Bahia de Feira vão para os respectivos confrontos com a vantagem de dois empates para chegar à final. Donos das melhores campanhas na fase de classificação, eles decidem vaga em casa. O rubro-negro no Barradão, no dia 1º. E o time feirense, no Joia da Princesa.
Na fase de classificação, o Vitória somou 26 pontos em oito vitórias, dois empates e duas derrotas, conforme estatística da Federação Baiana de Futebol (FBF). O Bahia de Feira foi o segundo melhor time da primeira fase. Somou 23 pontos ao vencer seis partidas, empatar cinco e perder uma.
Semifinalista do Baianão, o Serrano guarda uma curiosidade. Ainda na primeira fase, o time somou apenas 15 pontos. Para se ter uma ideia, o Colo Colo somou 18. Os dois times, porém, eram de grupos diferentes. O campeão de 2006 era do Grupo 1 e o Serrano, do 2.
A ROTINA É AMEAÇA AO AMOR E À LINGUAGEM
Um dos perigos que rondam o texto jornalístico é a mecanização da linguagem – expressão cunhada aqui e agora, creio. Expliquemos, como Freud o faria: de tão repetido, o ato de redigir passa a ser feito sob fórmula, com quase as mesmas palavras. A linguagem, da mesma forma que o amor, detesta a rotina. Quem lê notícias com olhos críticos já observou com que freqüência determinados veículos repisam termos iguais (não confundir com estilo, que é coisa bem diversa de indigência vocabular). Um exemplo que grita é o verbo garantir. Atire a primeira pedra quem leu um noticiário hoje e não topou com esse verbo mal empregado.O CRUEL ABANDONO DO SIMPLES E DO LÓGICO

GESTORES GARANTEM, GARANTEM, GARANTEM…

CONSTRUÇÕES QUE CONSAGRAM… A SANDICE
Se gostam dos exemplos, vamos ao governador – compreensivelmente o maior “garantidor” de todos – com amplo direito de aparecer mal no texto. Aqui, uns poucos exemplos desse abuso: “Wagner garante qualidade da educação”, “Wagner garante Mundial de Judô em 2012, aqui na Bahia”, “Wagner garante apoio ao Polo de Informática de Ilhéus”. E mais uma, para não perder a mão (desta vez não o governador ou o prefeito, mas uma entidade pouco mais impalpável): “Estado garante a construção da nova ponte Ilhéus-Pontal”. Não há de faltar quem defenda esta linguagem como “consagrada”. Só se for a consagração da sandice.A COLONIZAÇÃO E O “PLURAL APOSTROFADO”
Temos encontrado na mídia regional, mais vezes do que pode agüentar a nossa santa paciência, uma estranha forma de plural para CD (aquele disquinho de música), abuso que vale também para seu primo rico, o DVD, mesmo que ambos venham com o olho tapado que identifica os salteadores dos sete mares: CD´s e DVD´s – um plural apostrofado (vou registrar copirraite para esta expressão), fórmula que imagino vir do inglês – “colonização” que se exerce sobre dez entre dez brasileiros mal informados. É uma saída meio rodrigueana, se me permitem o lugar-comum: bonitinha, mas ordinária. Apóstrofo, sinal gráfico comum em inglês e francês, só empregamos em português em poucos casos.CASTRO ALVES VIROU EXEMPLO DA EXCEÇÃO

NO JORNAL, A RIQUEZA DAS FRASES FEITAS
Jornal de Itabuna, falando em mudanças de comportamento do prefeito do município, afirma em editorial: “Ele sente que chegou o momento de dar a volta por cima”. Congênere de Salvador, noticiando o retorno de Adriano ao Brasil, criou este título de ótimo gosto: “A volta do boêmio”. Essas frases feitas colorem, enriquecem e embelezam a linguagem. Consagradas, mas ainda fora da relação de lugares-comuns, facilitam o entendimento da mensagem, ao fortificar uma das qualidades fundamentais do estilo, a simplicidade. As duas, como tantas outras, nasceram da MPB: a primeira é de Paulo Vanzolini (1924); a outra, de Adelino Moreira (1918-2002).A MPB CONSOLIDA A LÍNGUA “BRASILEIRA”
Noel Rosa imortalizou “com que roupa”, para resumir uma situação de impossibilidade; “palpite infeliz”, que nos acode à mente, diante de algumas bobagens ouvidas, e “o x do problema”, largamente empregada diante de uma questão a resolver, um nó a desatar. Chico Buarque nos deu “roda viva”, simbolizando a rotina o dia a dia; Zé Dantas criou a imagem de que a esmola ao homem são o envergonha ou vicia; e não são poucas as vezes em que alguém se refere ao País, em tom irônico, como “Meu Brasil brasileiro” – isto é Ari Barroso. Estas poucas expressões saídas da memória mostram a MPB como importante componente da nossa cultura.DA “CENA DE SANGUE” À “VOLTA POR CIMA”

OBRA-PRIMA DE REGIONALISMO BRASILEIRO

(O.C.)
O feriadão da Semana Santa começou a ser aproveitado também por sete hóspedes da delegacia de polícia de Itacaré. Eles aproveitaram o horário de almoço do policial de plantão e “deram linha”. Eles quebraram a viga de sustentação do telhado da área de sol e, com o auxílio de uma tereza, pularam o muro da delegacia.
A cadeia pública está sem carcereiro há três meses e, nos finais de semana, apenas um policial dá plantão fazendo a vigilância do local. De acordo com a polícia, o perfil dos fugitivos é composto por assaltantes, traficante e estelionatário.
O setor de supermercados tem entre 100 mil e 150 mil vagas abertas, sem conseguir preencher por causa do apagão da mão de obra. Isso significa 20% do segmento. Segundo o presidente da Associação Paulista de Supermercados (Apas), João Galassi, esse tem sido um dos grandes gargalos do segmento.
Além dessas vagas, o volume de investimentos previsto para o ano deve intensificar o problema. “Mas não é só contratação. Há dificuldades para retenção e treinamento de pessoal.”
Ele destaca que a carência de mão de obra está espalhada por todo o País. “O déficit do mercado é geral e em todas as atividades. Antes o problema era mais no Nordeste por causa da forte expansão.”
Galassi afirma que os cartazes com “procura-se” não estão surtindo mais efeito. “Quase todos os nossos contratados estão sendo treinados por nós. Nosso maior desafio é criar uma alavanca que prepare os jovens para o setor”. Informações do Estadão.























