
Baleado na perna direita e com sangramentos ontem, o índio Nerivaldo Nascimento chegou a ser noticiado como morto após confronto com um policial federal que investigava extorsão a caçambeiros em dois areais na região de Olivença, em Ilhéus. Nerivaldo, ao contrário, está vivo e era aguardado para continuar depoimento interrompido ontem na Polícia Federal.
Após o confronto, Nerivaldo foi levado para ser atendido no Hospital Geral Luiz Viana Filho, em Ilhéus, para atendimento médico. Ele foi baleado na perna direita, abaixo do joelho, e não corre risco de morrer, segundo Cláudio Magalhães, liderança tupinambá em Olivença. Magalhães disse ao PIMENTA que Nerivaldo retornou ao hospital ontem à noite, por causa de um novo sangramento.
A liderança tupinambá diz que os esforços agora são para fazer a defesa de Nerivaldo e outro indígena preso durante a operação da PF nos areais. Para Cláudio, a polícia errou ao investigar a operação de forma camuflada. O policial que efetuou o disparo contra Nerivaldo também não teria se identificado corretamente, segundo a liderança tupinambá. “A polícia agiu com um pouco de imprudência ao não se identificar devidamente”, disse.
Duas equipes da Polícia Federal investigavam o caso à paisana e se apresentaram como caminhoneiros na tentativa de flagrar a extorsão praticada por tupinambás contra caçambeiros e empresários que retiram areia na região entre Olivença e Jairi.

O que você faria se num final de tarde sombria, naquela imensidão de solidão coletiva que é a capital paulista, durante a visita ao túmulo de um parente num cemitério praticamente vazio, presenciasse dois policiais militares assassinando friamente uma pessoa algemada e sem condições de se defender?
Conhecendo o modus operandi da polícia brasileira e sua clássica versão ´o marginal foi baleado e veio a óbito após reagir à ordem de prisão e trocar tiros com os homens da lei´, é bem provável que você tratasse de deixar o local o mais rápido possível, rezando para não ser visto e fazer companhia ao recém-assassinado e ao parente ora visitado e pranteado.
Fez o certo, diriam os amigos, ao tomar conhecimento da aventura quase transformada em desventura.
Fez o certo, dirão todos aqueles que sabem que diante da violência extrema e do rompimento frequente dessa linha cada vez mais tênue que separa uma parcela (pequena é verdade) da polícia da bandidagem, o melhor a fazer é se omitir.
Se possível, apagar da mente o testemunho daquele assassinato, como se ele não fosse real, mas uma aparição fantasmagórica, num cemitério de almas penadas e vidas friamente penalizadas.
Há, entretando, os que, desafiando a lógica e o bom senso, são capazes de tremer de indignação quando presenciam o que consideram uma injustiça.
Foi o que fez uma moradora de Ferraz de Vasconcelos, na periferia da Grande São Paulo, que, ao presenciar o assassinato de um jovem dentro de um cemitério, ligou para o telefone de emergência da PM, o 190, e narrou, ao vivo, a execução:
– A Polícia Militar acabou de entrar com uma viatura aqui dentro do cemitério, com uma pessoa dentro do carro, tirou essa pessoa do carro e deu um tiro. Eu estou aqui próximo à sepultura do meu pai.
Em seguida, passa o prefixo da viatura policial e, ainda com o fone ligado, num gesto temerário, aborda um dos policiais, que diz que apenas está prestando socorro. “É mentira. É mentira, senhor. É mentira. Eu sei bem o que ele fez”, diz a mulher ao atendente do 190.
Além da extrema coragem, a ligação provavelmente evitou que a mulher se tornasse aquilo que no jargão marginal se convencionou chamar de queima de arquivo.
De acordo com o que apurou o comando da PM, o rapaz assassinado tinha passagens pela polícia e trocou tiros com os soldados, sendo atingido na perna e capturado. O procedimento padrão seria levar o bandido a um pronto-socorro para receber atendimento e sem seguida ele que pagasse por seus crimes, como determina a lei.
Pelo menos quando se trata da lei que vale para pobres coitados…
Mas no meio do caminho havia um cemitério, havia a lei não escrita de que bandido bom é bandido morto. E mortos, à exceção do que acreditam os adeptos do espiritismo, não falam.
No meio do caminho havia, também, uma mulher, que está sob proteção e que se tornou um exemplo de anônima coragem, que, ao se indignar, não pensou no bandido, mas no ser humano que estava sendo vítima de uma atrocidade.
Lapidar, nesse caso, é a frase do comandante da PM ao se referir ao, digamos, azar dos policiais-assassinos:
-Talvez eles tenham acreditado que não tivesse ninguém. Mas num cemitério, num sábado à tarde, sempre tem alguém chorando por alguém.
Não apenas chorando por alguém, mas reagindo por alguém, como se, com uma simples ligação telefônica, fosse possível tornar o mundo menos brutal e animalesco.
Daniel Thame é jornalista.

Serpa não diz, mas esperava continuar à frente da CIPR, embora reconheça que as mudanças são rotineiras na PM. O militar será substituído pelo major Lucas Miguez Palma, como noticiado mais cedo. Serpa estava na polícia rodoviária em Itabuna há seis anos e vai assumir o comando da 8ª Companhia Independente de Polícia Militar (CIPM) em Itapetinga.
Informações que correm nos bastidores político e militar apontam que a nomeação do major Lucas Palmas em lugar de Serpa foi um pedido do deputado Coronel Santana, até então considerado “irmão” de Serpa. A mudança é considerada uma derrota para Geraldo e Augustro Castro e reflete também a “nova política” de partilha de cargos no segundo Governo Wagner.
Substituído, Serpa descartou interferência política no processo e diz que mudanças ocorreram em todo o estado. O PIMENTA conversou há pouco com o militar.
PIMENTA – A mudança era esperada?
Major Serpa – Fiquei sabendo ontem da mudança para Itapetinga. Talvez tenha sido essa a escolha porque moramos em Itabuna. As duas cidades são próximas.
Nos bastidores políticos se comenta que os deputados Geraldo Simões e Augusto Castro pediram pela manutenção do senhor. É verdade?
Não tenho como te dizer. Nunca pedi isso [manutenção no cargo]. Pode até ser [que eles pediram pela manutenção]. Nós temos boas relações com Geraldo, Augusto Castro, Coronel Santana e o ex-deputado Capitão Fábio. Não há retaliação ou desprestígio. Esperamos que o major Lucas, que é de Itabuna, possa dar continuidade ao trabalho.
É uma perda…
É, nós conhecemos bem a região e sabemos quais são as pessoas de bem, quais não são.

O Diário Oficial da Bahia publica nesta quarta-feira, 06, várias mudanças em cargos de comando da Polícia Militar. Mais de 30 oficiais foram deslocados de seus batalhões e companhias independentes, em um procedimento considerado de rotina pela PM.
Em Itabuna, a medida alterou o comando da Companhia Independente da Polícia Rodoviária, que era exercido pelo Major Valci Góes Serpa de Oliveira. Ele foi transferido para a Companhia Independente da Polícia Militar em Itapetinga.
O lugar de Serpa em Itabuna será ocupado pelo major Lucas Miguez Palma.
Outra mudança ocorreu no 8º Batalhão da PM, em Porto Seguro. O tenente-coronel Paulo Faustino deixa aquele posto e assume o comando do Batalhão da Polícia Rodoviária em Salvador. Quem passa a comandar o 8º BPM é o tenente-coronel Roberto Sérgio Carmo Oliveira.
Do G1:
Uma dona de casa de Feira de Santana sofre de obesidade mórbida e vive sem poder sair de casa. Ela precisa de uma cirurgia e de acompanhamento médico para voltar a ter uma vida normal.
Aos 29 anos, Eliana Santos pesa 220 quilos, ela tem 1,80 de altura e está 140 quilos acima do peso ideal, que deveria ser 80 quilos. As coisas não andam nada bem. ‘Sinto dor de cabeça, nas costas, nas pernas. Para dormir, coloco o colchão no chão’, conta Eliana.
A situação está afetando toda família. ‘Quando tem reunião na escola do meu filho, vou com dificuldade. Os coleguinhas ficam falando que a mãe dele é gorda e ele fica triste’, diz.
‘Quero ver minha mãe magra’, diz o filho entre lágrimas.

A medida da Anvisa atinge as substâncias sibutramina, anfepramona, femproporex e mazindol. Somente no ano passado, foram prescritas 4,5 milhões de receitas desses produtos, que são os mais utilizados no combate ao excesso de peso no Brasil.
Segundo a agência, não há comprovação de que tais substâncias tenham real eficácia na perda de peso e, além disso, elas provocariam aumento do risco de doenças no sistema cardiovascular. Muitos médicos, por outro lado, acreditam que a medida da Anvisa pode prejudicar a saúde de diversas pessoas, já que nem todas conseguiriam aderir a um programa de modificação de hábitos de vida, reeducação alimentar e atividade física.
A deputada do PCdoB tem outra preocupação. Para Alice Portugal, a proibição da venda dos inibidores de apetite pode levar ao surgimento de um mercado paralelo. “Os efeitos colaterais são largamente conhecidos, mas se os remédios forem tirados abruptamente dos que se tratam, o mercado paralelo, ilegal, fará de todo paciente um contraventor”, adverte a comunista.
Os professores da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (Uesb) decidiram após assembleia nesta terça-feira (5) entrar em greve por tempo indeterminado. A paralisação começa a partir desta sexta-feira (8).
As principais reivindicações dos professores são a revogação do decreto 12.583, de fevereiro, que restringe o orçamento da universidade, e a retirada do acordo proposto pelo governo de uma cláusula que determina que os professores só podem apresentar novas queixas e reivindicações em 2015.
Esta cláusula, segundo os professores, foi apresentada no último momento durante negociações salariais em dezembro do ano passado. Os alunos da universidade iniciaram uma greve que já dura dez dias.
A Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS) está com indicativo de greve e tem assembleia na quinta-feira; a Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc) também está com indicativo de greve. Somente os professores a Universidade Estadual da Bahia (Uneb) não tem um calendário com previsão de paralisação até o momento. Informações do Correio.

A recuperação das estradas foi iniciada no último sábado (1º). Lá pras bandas de Macuco, o cacique já é chamado de “Prefeito Babau”. Antes, o ex-prefeito Eudes Bonfim e o atual, Mardes Monteiro, fizeram igual pedido, mas faltou prestígio.
Os mutuários da Caixa Econômica Federal que compraram apartamentos do residencial Torres da Primavera, da Construtora Verti, receberam da direção da empresa um cronograma e a promessa de entrega das obras em dezembro deste ano. João Bernadino Lima Neto, diretor da Verti, reuniu-se com clientes nesta terça (5), no canteiro da obra, no Jardim Primavera, em Itabuna.
Ele reconheceu que a obra enfrentou problemas de ordem financeira, mas atribuiu à falta de mão de obra qualificada o atraso na entrega, antes programada para dezembro de 2010. O residencial com 164 apartamentos terá três torres e imóveis com preços variando entre R$ 85 mil e R$ 100 mil.
Os mutuários começaram a pagar o financiamento em 2009. Quem foi à reunião estranhou a falta de representante do agente financeiro da obra, a Caixa Econômica Federal.
Com a “corda curta”, Geraldo Simões já não consegue “comer em todos os pastos”, como se diz na pecuária, e procura aparecer nos eventos sozinho.
Nos últimos dias Itabuna passou a ser o centro das atenções dos possíveis “prefeituráveis”. Constantemente, em eventos públicos e privados, lá estavam desfilando garbosamente políticos de todos os matizes e agremiações partidárias, com a desenvoltura de sempre, cumprimentando pessoas, distribuindo sorrisos, amabilidades nem sempre gratuitas.
Mas, enfim, é esse o comportamento do político que pretende agradar a pessoas ou grupos, além de apresentar um comportamento politicamente correto. Melhor demonstração de procedimento republicano, para usar uma palavra em moda, não existe. Circular de mesa em mesa, perguntar por pessoas, mesmo as indesejáveis, faz parte desse protocolo.
São nessas apresentações e aparecimentos públicos que o candidato ou muitos deles dão uma pista de qual o caminho pretendem seguir. Nesse périplo, também ficam conhecidos os correligionários, camaradas, companheiros ou simples coligados. Claro, eles fazem parte do séquito e buscam um lugar ao sol, ou melhor, na futura chapa. É a lei que rege a política.
Para melhor ilustrar essas mal traçadas linhas de pouco raciocínio, o comunista Davidson Magalhães “correu” Itabuna de Norte a Sul, de Leste a Oeste, visitando pessoas, instituições, dando palestras, mostrando sua competência à frente da Bahiagás. No caminho, comemorou os 89 anos do velho e renovado partidão, o PCdoB, em Itabuna, como não poderia deixar de ser.
Nada mais plausível para quem deseja vencer a eleição no próximo ano e dirigir os destinos de Itabuna. Aqui virá constantemente, para acompanhar obras e a expansão da Bahiagás, conceder entrevistas durante oferecimento de café da manhã aos profissionais de imprensa. Contudo, não deixará fora de sua agenda o encontro com os possíveis eleitores. Nada mais justo.
Quem leva uma dianteira nessa “maratona” é o atual prefeito de Itabuna, Capitão Azevedo, que com o seu Projeto de governo Prefeitura Móvel não sai da periferia da cidade. Não abre mão de suas visitas às comunidades mais carentes, prometendo um “mar de leite e uma ribanceira de cuscuz” para que os eleitores renovem seu mandato.
Enquanto o Governo Federal não manda o dinheiro para transformar Itabuna na megalópole do Sul da Bahia, segue abrindo ruas, tapando buracos, sempre perto de uma máquina e homens com picaretas a cavar valas para implantar esgotos e canos de água.
Da periferia caminha para o centro, conversa com dirigentes de partidos políticos – de preferência os nanicos – para prestarem irrestrito apoio. Também namora o PMDB, cujo latifúndio mais cobiçado é um espaço generoso no horário eleitoral gratuito e muita gente ocupando cargos de relevância no governo federal. Estratégia importante para a liberação das verbas. Sem contar com o Partido Progressista (PP), com quem mantém um affair e troca juras de amor eterno. Acredito até que teremos casamento à vista.
Mas ainda tem aqueles que, como Geraldo Simões, escondem o jogo com a mesma desfaçatez com que enganam o eleitor. Após a rejeição ao nome de sua esposa, Juçara Simões, junto aos cardeais do Partido dos Trabalhadores (PT), que não “engolem” a imposição da vontade individual de Geraldo sobre os filiados do partido.
Com a “corda curta”, Geraldo Simões já não consegue “comer em todos os pastos”, como se diz na pecuária, e procura aparecer nos eventos sozinho, seguido apenas por uns dois ou três apaniguados hospedados em seu gabinete na Câmara Federal. Juçara ao seu lado nos eventos políticos: nunca mais. Por questão de estratégia, é claro.
E foi assim, no Seminário de Marketing, onde cometeu grandes besteiras, no shopping de Itabuna, na solenidade de aniversário do PCdoB, no qual agiu com indelicadeza com os anfitriões, e por aí afora. Como uma das simples lições que nos dá o marketing, “quem não anuncia não é lembrado”, o produto a ser vendido aos itabunenses é Geraldo Simões e não Juçara Feitosa.
Se o Supremo Tribunal Federal e Tribunal Superior Eleitoral deixarem, é claro, por ter um passado administrativo não muito recomendável.
Walmir Rosário é jornalista, advogado e editor do site www.ciadanoticia.com.br
As vendas de gás natural veicular (GNV) não decolaram em Itabuna, apesar dos investimentos feitos pela estatal de gás, a Bahiagás, e dos subsídios a taxistas. A cidade é considerada pela empresa estatal a joia da coroa no sul do estado em relação à comercialização do GNV. Existem dificuldades tanto no campo logístico quando na disponibilidade do produto no único posto para abastecimento.
O gás veicular começou a ser comercializado em Itabuna em março do ano passado, quando o ex-presidente Lula inaugurou a base do Gasoduto de Integração Sudeste-Nordeste (Gasene).
Acredite se quiser! Técnicos da Caixa Econômica Federal fizeram uma avaliação positiva sobre o ritmo da execução de duas obras do PAC em Itabuna. O elogio foi referente às obras de habitacionais nos bairros Daniel Gomes e Maria Pinheiro, situados na periferia da cidade.
Uma equipe da Secretaria de Desenvolvimento Urbano de Itabuna participava de videoconferência com funcionários da CEF do município e da superintendência da instituição financeira em Brasília. Foi quando estes disseram que Itabuna conduz bem os serviços nos dois bairros.
O engenheiro Marcos Alan Ribeiro de Farias, diretor de Projetos e Engenharia da Sedur, participou da videoconferência e entusiasmou-se com o elogio (até que enfim um!). “Itabuna está como uma das melhores na competência da gestão dos contratos”, festejava Alan.
O chefe do setor de manutenção da Prefeitura de Itabuna, conhecido como Geraldão, foi preso esta tarde após agredir uma cidadã de prenome Ilma, em pleno Centro Administrativo. Segundo informações, a mulher estava criando um tumulto nos corredores da sede do governo e 0 funcionário, na tentativa de contê-la, acabou extrapolando.
A cidadã apanhou e foi jogada em um fosso que fica em frente à entrada do prédio. Com algumas escoriações, a vítima chamou a polícia, que conduziu o servidor público para prestar esclarecimentos na delegacia.
Neste momento, o funcionário se encontra detido.

De acordo com o coordenador do programa no município, Márcio Abreu, um cronograma será elaborado para que os 21 mil beneficiários do Bolsa Família possam agendar seu atendimento de acordo com o bairro em que residem. As listas com as datas em que cada um deverá se dirigir ao local do recadastramento serão afixadas a partir do dia 11, nas unidades de saúde.
Para fazer a renovação de dados junto à Coordenação do Bolsa Família, o beneficiário deverá apresentar-se com carteira de identidade, CPF, título de eleitor, carteira de trabalho e comprovante de residência.
Exposição será aberta amanhã, na Unime

O trabalho reúne 60 fotografias de um dos mais talentosos repórteres de mídia impressa e da televisão baiana e revela um pouco do que Maron reuniu nos sete estados brasileiros onde trabalhou e imagens captadas por ele em um dos períodos mais tensos da guerra civil em Angola, no continente africano.
A mostra tem apresentação do jornalista e escritor Antônio Lopes, para quem Maurício Maron, nas fotografias, vai além do olhar jornalístico, rompendo fronteiras, vendo (e nos levando a ver) a condição humana em vários locus.
– As fotos viraram exposição por acaso. Ao acaso nasceram, impostas por entendimento próprio do autor, tocado pela poesia: a beleza nos cerca em todos os instantes da vida, na busca do pão diário, no pôr-do-sol que não olhamos, no barco solitário, na criança e no adulto. Até na guerra -, afirma Lopes.
A exposição tem apoio cultural do Sindicato dos Jornalistas Profissionais da Bahia (Sinjorba), Farmácia Santa Helena e site Bahia Online. As obras, após exposições em Itabuna e Ilhéus, serão doadas ao Rotary Clube, e vão contribuir com projetos sociais desenvolvidos pelo clube de serviço.























