Reviravolta na CEI do “Loiolagate”. O vereador Claudevane Leite (PT) não aceitou a pressão e a tentativa de virada de mesa do presidente da Câmara, Clóvis Loiola (PPS) e há pouco confirmou ao Pimenta que o relatório da Comissão Especial de Inquéito será mesmo lido em plenário nesta sexta-feira, 05, às 10 horas.
Segundo Claudevane Leite, o presidente havia confirmado esta data para a leitura, em pronunciamento feito na última quarta-feira, 03, que foi gravado pelo sistema que registra o áudio das sessões da Câmara. “Ontem (quinta-feira, 04), Loiola enviou ofício mudando a apresentação do documento para o dia 16, mas nós não vamos aceitar, pois ele já havia confirmado a leitura para hoje”, afirmou o petista.
O vereador petista, que é relator da CEI do “Loiolagate”, salientou que a Câmara tem satisfações a prestar à sociedade e o adiamento da leitura gera dúvidas e questionamentos, pondo em xeque a imagem da casa.
Além da leitura em plenário, o relatório da CEI será encaminhado ao Ministério Público e ao Tribunal de Contas dos Municípios.
O PT de Ilhéus é tão dividido quanto a cidade de Jerusalém. De um lado estão petistas ligados ao deputado federal eleito Josias Gomes e, do outro, o grupo vinculado ao deputado federal reeleito Geraldo Simões.
Integrante do bloco de Josias, a vereadora Carmelita Ângela mira a presidência do legislativo municipal, cuja eleição está marcada para o dia 15 de dezembro. Para o comando do partido, seria esse o caminho natural, já que outro veterano do partido na Câmara, Alisson Mendonça, está ocupando cargo de secretário de Planejamento de Ilhéus.
Faltou, porém, combinar as opções com o vereador-secretário.
Ontem, no programa do radialista Gil Gomes (Rádio Santa Cruz), Alisson afirmou que pretende voltar ao legislativo e ser candidato à presidência da Câmara. Disse que é amigo dos outros 12 vereadores e quer trabalhar pela posição de nome de consenso..
A notícia caiu como uma bomba no outro lado do partido e promete alguns dias de conflito e tensas negociações. Chamem os boinas azuis!

As dívidas se acumulam com diversos fornecedores e também com os funcionários. Este blog apurou que, até esta quinta-feira, 4, os salários de outubro ainda não haviam sido pagos, situação que deixa a equipe apreensiva.
Para completar o quadro caótico, o Centro Administrativo Firmino Alves teve todas as linhas telefônicas cortadas por falta de pagamento. São meses de atraso com a operadora, que não teve mais como segurar o “alicate”.
A coisa está tão feia, que até o gabinete do prefeito está sem telefone.
O custo da cesta básica disparou em outubro na comparação com setembro tanto em Ilhéus (alta de 7,28%) como em Itabuna (4,28%).
A cesta básica saltou de R$ 168,55 em setembro passou para R$ 180,82 em outubro em Ilhéus e de R$ 168,31 para R$ 175,51 em Itabuna. Numa rima sem graça para o bolso do consumidor, pode-se dizer que o vilão da cesta básica foi o feijão.
Enquanto em setembro o quilo do brasileirinho podia ser comprado a R$ 3,46, em outubro a conversa foi outra. Pra levar um quilo do produto, o consumidor precisava desembolsar R$ 4,55 em feiras e supermercados ilheenses. Alta de 31,54%.
Já na vizinha “Tabocas City”, o feijão danado pulou de R$ 3,49 para R$ 4,35 entre setembro e outubro. A pesquisa de preços foi feita pelo Departamento de Economia da Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc).
Pra não deixar o feijão sozinho nessa história sem graça e nada doce, lá vem o açúcar. Fez docinho e, na média, ficou 14% mais caro em Ilhéus e Itabuna. O aumento do feijão se deve a problemas climáticos. O açúcar está mais caro por causa da demanda de outros países pelo produto brasileiro, conforme os coordenadores da pesquisa mensal.
Apesar da elevação de preços nas duas maiores cidades sul-baianas em outubro, a cesta básica está mais em conta do que há seis meses. Em abril, a cesta custava R$ 192,67 em Ilhéus e 185,17 em Itabuna.
Vejam como estão as coisas em Itabuna. No Restaurante do Povo, a despensa está cheia… de débitos. Na Câmara de Vereadores, aguarda-se que uma pizza tamanho família seja servida a qualquer momento e, na Prefeitura, o cardápio desta sexta-feira, 06, será feijoada.
Não é brincadeira! O almoço será oferecido para servidores do município pelo sindicato da categoria, numa iniciativa para dar um sabor diferente ao protesto iniciado nesta quinta-feira, 04, quando funcionários do poder público local acamparam no estacionamento do Centro Administrativo.
A ocupação da Prefeitura é uma estratégia para forçar o prefeito José Nilton Azevedo a cumprir acordo feito com a categoria, sob a supervisão do Ministério Público do Trabalho. O acordo prevê o pagamento de comissões, adicionais e horas extras, que o gestor vem sonegando ao funcionalismo.
Nem precisa dizer que Azevedo não foi convidado para o feijão.
(E essa história de feijoada acaba virando pretexto pra gente ouvir música boa. É só clicar no vídeo abaixo)
Uma carreta de uma auto-escola foi apreendida pela Polícia Rodoviária Estadual na Operação Rodovia em Paz. O veículo estava sendo usada ilegalmente no transporte de cacau. A irregularidade foi anotada durante abordagem no quilômetro 32 da BR-415 (Posto da Nova Itabuna).
Segundo o Código de Trânsito Brasileiro, veículos de auto-escola são proibidos de ter outro fim que não seja o de aprendizagem. Para isso, as empresas pagam impostos reduzidos desde a compra do veículo. A carreta foi apreendida, ainda, por circular em péssimo estado de conservação, a exemplo dos pneus carecas.
Policiais relatam que, durante a abordagem, o motorista da carreta tentou dar a conhecida “carteirada” para liberar a carreta irregular. Não funcionou.
O ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi, afirmou hoje que o novo salário mínimo, a vigorar a partir de 1º de janeiro de 2011, será fruto de negociações do governo com partidos políticos e centrais sindicais, e deve ficar entre R$ 560 a R$ 570. “Menos que esse patamar não deve ser”, afirmou. Por enquanto, a proposta do governo é de R$ 538, que poderia ser arredondado para R$ 540. As centrais sindicais já pediram, contudo, para que a mínimo suba dos atuais R$ 510 para pelo menos R$ 580 (IG).
A superbactéria Klebsiella pneumoniae carbapenemase (KPC) é apontada como provável causadora da morte de uma criança de nove anos, em Itabuna.
Ela estava internada no hospital pediátrico Manoel Novaes e faleceu no final da manhã desta quinta-feira, 4. A criança era portadora da Síndrome de Down.
O Bahia Notícias publicou nota, há pouco, afirmando ter sido um equívoco a informação divulgada de que a prefeita de Camamu, Ioná Queiroz, teria sido cassada pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE), ontem.
Ioná continua no cargo.
O processo por crime eleitoral ainda é apreciado pelo TRE e a votação está empatada em 3 a 3, faltando apenas o voto de desempate do presidente do tribunal, Mário Alberto Hirs.
O relatório da Comissão Especial de Inquérito (CEI) que investiga desvios de R$ 1 milhão na Câmara de Vereadores de Itabuna não mais será lido em plenário amanhã (5). A desculpa da vez é que o documento não foi encaminhado aos vereadores.
A apresentação foi remarcada para o dia 16, às 14 horas.
Por certo, dará tempo para que os malfeitores arranjem desculpa melhor para as suas traquinagens naquela casa de santos…
(O adiamento tem a ver, também, com a bomba que explodiu na Câmara neste final de semana. O ex-assessor da presidência da Casa, Eduardo Freire, revelou esquema de corrupção que garante ao vereador Clóvis Loiola (PPS) o embolso de R$ 20 mil por mês. Os vereadores sabem que outra bomba será detonada neste final de semana nas páginas d´A Região. Por isso, decidiram adiar a leitura do relatório da CEI.)
O Restaurante do Povo foi reaberto nesta quinta, mas enfrentou dificuldades no reabastecimento. Apesar de reduzir em 70% o número de refeições comercializadas a R$ 2,00, faltou comida por volta das 13h10min.
Acima, foto do Pimenta revela o instante em que os clientes tiveram de aguardar pela chegada alimentos, a exemplo de carne bovina. O detalhe é que o restaurante fechou as portas por mais de uma semana porque não pagava o frigorífico Frigobom e este cortou o fornecimento de carne.
Segundo o secretário de Assistência Social de Itabuna, José Formigli Rebouças, o débito da prefeitura com o Frigobom é de, aproximadamente, R$ 80 mil.
O Restaurante do Povo (Restaurante Popular) foi reaberto nesta quinta-feira, 4, em Itabuna, após dez dias de portas fechadas. O estabelecimento ficou temporariamente desativado porque a Prefeitura acumulou dívidas com quem abastecia a dispensa. Somente com um frigorífico de Itabuna o débito chegou a R$ 80 mil.
Bem antes de fechar, o RP já vinha amargando dias de penúria e a clientela já notava que eram tempos de vacas magras. Uma fonte do Pimenta informou que o calote nos fornecedores gerou uma crise entre o secretário da Fazenda, Carlos Burgos, e o da Assistência Social, José Formigli Rebouças.
E quem perdeu foi Formigli. A partir desta quinta-feira, o restaurante não mais está sob a gestão da Secretaria de Assistência Social, mas sim da pasta da Agricultura, comandada por Antônio Marcelino. É esta área que também cuidará do abastecimento da cozinha, com víveres adquiridos pelo PAA (originalmente, este programa tem o objetivo de fornecer alimentos a creches, escolas da rede municipal e instituições filantrópicas, e teme-se o risco de desabastecimento).
Ao Pimenta, o secretário Formigli confirrmou que o Restaurante do Povo não está mais sob os seus cuidados. Também informou que, nesta nova fase, o estabelecimento não poderá atender ao mesmo número de pessoas de antes. O público médio era de 1.000 clientes, mas agora é possível servir apenas 300 pratos.
Tá servido?
O Tribunal Regional Eleitoral (TRE) cassou ontem, por 4 votos a 2, a prefeita de Camamu, Ioná Queiroz (PT). Após alguns pedidos de vistas e adiamentos, o julgamento considerou a prefeita culpada de crime eleitoral ocorrido durante as eleições de 2008. Quem assume a prefeitura é o segundo colocado nas eleições municipais, Américo José da Silva. Informações do Bahia Notícias.
Pró Jackie, que virou dançarina da dispensável banda de pagode O Troco, levou uns sarrafos do ex-namorado, que vem a ser um dos proprietários da tal banda. A pancada foi dura e a maior divulgadora do “Todo Enfiado” acabou, ora veja!, toda enfaixada.
Homem que bate em mulher é sujeito que não aprecia a fruta, disso não se tem dúvida. Mas a pró, que já revelou outros dotes, agora esbanja oportunismo ao pretender transformar suas ataduras em uma bandeira de luta.
É de se perguntar se a professora Jaqueline não imaginou onde estava se enfiando quando subiu naquele palco e quase se deixa pendurar pela calcinha diante de um público voraz por espetáculos que tanto exibem quanto desqualificam a mulher.
Se tivesse aprendido a lição, a professora entenderia que a causa na qual ela milita é outra: exatamente a da vulgarização e caracterização da mulher como objeto. Transmudar-se agora em militante contra a violência que atinge a mulher é justo, mas – para Pró Jackie – bastante incoerente.




















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