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Por falar nas articulações em torno do PV e, a reboque, da presidência da Emasa (ver nota abaixo), o presidente do partido e da empresa, Alfredo Melo, atribui toda a movimentação para lhe derrubar ao correligionário Val Cabral.

Melo diz ter um dossiê contra Cabral e assegura que ele será expulso do PV na próxima semana. Chama de “conduta antiética” as frequentes bordoadas que o ex-aliado e hoje adversário têm lhe desferido.

Ainda segundo Alfredo Melo, a expulsão de Cabral vinha sendo solicitada há três anos pelas instâncias superiores do PV. “Eu segurei até onde deu, mas esse rapaz passou de todos os limites”, afirma.

Enfim, é guerra declarada. E comenta-se que, além da professora Acácia Pinho, quem sonha com a presidência da Emasa é o empresário Roberto (Minas Aço) Barbosa, que no ano passado disputou a Prefeitura de Itabuna pelo PP.

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Acácia, de branco, dá novo zignal nos políticos: agora quer trocar o PMDB pelo PV e levar a presidência da Emasa.
Acácia, de branco, dá novo zignal nos políticos: quer trocar o PMDB pelo PV e levar a Emasa.

Candidata a vice-prefeita nas eleições do ano passado, Acácia Pinho deve dar um olé no PMDB e desembarcar no PV. Assim como nas eleições, a mudança abrupta atende a conveniências. Ou sede por cargos .

Ela força o diretório municipal do PMDB a dar apoio ao governo do Capitão Azevedo. A jogada, assim como diria aquele comentarista de arbitragem, é clara. A candidata frustrada a vice-prefeita e ex-secretária de Administração de Itabuna quer garantir apoio ao prefeito e, mais que isso, assegurar a sua ida para a presidência da Empresa Municipal de Água e Saneamento (Emasa).

O desejo pela presidência da empresa não é novo. Remonta ao tenebroso 3 de outubro de 2008. Naquele dia, e horas após deixar-se fotografar ao lado da candidata petista Juçara Feitosa e a ela anunciar apoio, Acácia mudou de lado. Desfilou garbosamente ao lado do candidato do DEM, que saiu vitorioso.

À época, ela conversou com Azevedo e disse que o apoiaria em troca do cargo de presidente da Emasa. Até informou ao prefeito que estava concluindo doutorado em meio ambiente, o que reforçaria as suas credenciais para o cargo.

Como se sabe, o cargo não veio até agora. Nos bastidores, ela negocia com a direção local do PV para derrubar o verde Alfredo Melo da presidência da empresa. Aí, o caminho ficaria fácil para que ela assuma e, na outra ponta, Azevedo exonere Alfredo.

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Dia desses, um monomotor aterrissou – pasmem – no desativado aeroporto Tertuliano Guedes de Pinho, em Itabuna. O pouso inusitado chamou a atenção de integrantes do 4º Grupamento do Corpo de Bombeiros, que hoje utiliza as velhas instalações do Tertuliano, mas ninguém entendeu bem o que aconteceu naquela pista.

Assim que a aeronoave pousou, um taxi – que entrou na pista por um acesso existente na margem contígua à comunidade da Bananeira – aproximou-se. Duas pessoas desceram do veículo, embarcaram rapidamente no avião e este decolou logo em seguida. Nem chegou a desligar o motor.

Um bombeiro ouvido pelo Pimenta afirma que o fato foi tão inusitado que ninguém teve sequer a atitude de anotar os dados do avião. Mas o fato é que a cena se assemelhou por demais a uma operação de resgate daquelas que costumam acontecer em pistas clandestinas no meio da selva.

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Do Jornal Bahia Online

As lideranças partidárias de Jequié e região estão mobilizadas nos preparativos para a recepção do ministro Geddel Vieira Lima e de toda a direção do PMDB da Bahia no 10º Encontro Regional do partido. O evento acontecerá no próximo domingo, 16 de agosto, no Palácio das Artes, localizado na Avenida Rio Branco, das 8h às 14h.

Esse será o primeiro encontro após o rompimento da aliança do PMDB com o PT da Bahia. Antes, os encontros eram realizados no intuito de discutir um dilema: candidatura própria ou manutenção da aliança.

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Ocorreu agora pela manhã a reunião no diretório itabunense do PT, em que o vereador Claudevane Leite foi cobrado por um voto favorável ao prefeito Capitão Azevedo (DEM). O voto em questão foi o que garantiu a aprovação de dois convênios financeiros para a compra de maquinário, no valor de R$ 4 milhões.

Num tom amigável, a companheirada pediu explicações e Vane – como o vereador é conhecido – disse que seguiu sua consciência e aprovou os convênios por entender que eles são benéficos ao município.

“Agora, o governo não terá mais justificativa para deixar de realizar melhorias nos bairros e nós vamos ter mais razão para cobrar”, ponderou o vereador.

Vane, aliás, gosta de citar um exemplo para mostrar que continua vigilante em relação ao governo do DEM. “Tenho denunciado de maneira muito firme o desvio dos recursos da Contribuição de Iluminação Pública, que não estão sendo aplicados onde deveriam”, afirmou.

Entre os vereadores da oposição, o entendimento é de que Vane realmente votou conforme sua consciência, embora isso tenha implicado em derrota para o bloco. O grupo tende a perdoar o posicionamento isolado do petista, que é reconhecidamente um vereador ético… E retaliar implicaria na possibilidade de empurrá-lo de vez para o lado da situação.

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Há pouco, Jaques Wagner deixou claro que estava atento aos passos do PMDB dentro do seu governo:

– A gente bota o sujeito dentro de casa, alimenta ele e, quando fica bem gordinho, quer dar uma rasteira na gente. Pensa que eu sou besta, mas se eu fosse besta, nós não teríamos derrotado Antônio Carlos [Magalhães].

O direto de esquerda no queixo peemedebista foi aplicado há pouco, quando Wagner discursava para cerca de duas mil pessoas numa solenidade de entrega de 370 títulos de terra e anúncio de obras na zona rural de Camamu, município localizado no baixo sul da Bahia, a menos de 300 quilômetros de Itabuna.

Após apoiar a eleição de Wagner em 2006 e com o consentimento – e apoio – do governador, o PMDB do ministro Geddel Vieira Lima aumentou de 22 para 114 o número de prefeitos do partido na Bahia, além de ganhar o ministério da Integração Nacional e aumentar a sua bancada de deputados estaduais e federais.

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Nada contra o PT pleitear a ocupação de alguns cargos deixados em aberto com a saída do PMDB do governo Wagner. Tudo bem, isso é natural e faz parte do jogo.

O que não cai muito bem é o tipo de cobrança que está sendo feita pelo deputado estadual J. Carlos (PT), de maneira explícita, sedenta e sem o menor pudor.

A edição deste sábado do jornal A Tarde traz a seguinte declaração do deputado:  “se estamos numa corrente grande, também temos que ser atendidos. Somos quatro deputados estaduais e cinco federais”.

J. Carlos pertence à corrente Construindo um Novo Brasil (antigo Campo Majoritário) e pretendia indicar o titular da Agerba, que não deve faturar por ser representante dos rodoviários. A agência reguladora provavelmente será entregue a um indicado do PR.

“Se o governador vai dar a Agerba ao PR, ele vai estar contemplando o PT com outra coisa”, afirma o parlamentar, em prática de fisiologismo explícito e escancarado.

A questão a ser observada aí não é se a CNB está ou não ávida por cargos, mas a imaturidade de aliados que levam temas dessa natureza para os jornais, numa clara tentativa de pressionar o governador. Aliás, Wagner tem demonstrado que não é muito dado a ceder a esse tipo de pressão.

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Não se sabe quando será a posse da nova diretoria da Associação Comercial e Empresarial de Itabuna, eleita no dia 3 de agosto, tendo à frente o médico Eduardo Fontes, que é também empresário do setor de hotelaria.

Apesar de a eleição ter sido há mais de dez dias, até hoje o presidente Ubirajara Coelho não marcou a data da posse dos novos dirigentes da entidade. Ele permanece “amarrado” à cadeira e arregala os olhos toda vez que alguém menciona que está na hora de passar a bola pra frente.

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DA COLUNA TEMPO PRESENTE (A TARDE):

O suplente Jairo Carneiro entregou carta de desfiliação à direção estadual do DEM. Vai assumir a vaga de deputado federal deixada por João Leão que se afasta do mandato para integrar o secretariado estadual. Para manter o equilíbrio da base de Lula no Congresso, a estratégia do acordo prevê que Carneiro se filie ao PP, da base do governo federal. O problema nessa equação é que o DEM pode pedir a vaga, alegando infidelidade partidária do futuro deputado. O caso já foi levado à direção nacional do DEM que decidirá na próxima semana se pedirá a vaga no Tribunal Superior Eleitoral.

Em 2007, Carneiro requereu a cassação da deputada Jusmari Oliveira quando ela trocou o DEM pelo PR .

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Luís Argolo sonha com uma cadeira na Câmara dos Deputados
Luís Argolo sonha com uma cadeira na Câmara dos Deputados

Deputado estadual em segundo mandato, Luiz Argolo (PP) está animado com as costuras políticas que vitaminaram o seu partido na aliança com o governador Jaques Wagner.  Hoje, o PP tem a Secretaria de Agricultura, uma indicação para a Infraestrutura e ainda está em outros postos importantes, como a Empresa Grafica da Bahia e o Detran.

Argolo, que diz ser amigo de Wagner, participou das conversas para levar João Leão ao comando da Secretaria de Infraestrutura e também está articulando o ingresso do ex-governador (hoje conselheiro do TCM) Otto Alencar no PP.

Nesse ritmo, o deputado estadual faz suas contas para as eleições de 2010, nas quais ele não pretende mais disputar uma vaga na Assembleia Legislativa, mas sim na Câmara dos Deputados. E ele acredita que a chapa proporcional será PT-PP.

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Raimundo Nonato Tavares da Silva (Bobô), diretor-geral dos Desportos do Estado da Bahia (Sudesb), e o engenheiro Nilo dos Santos Júnior, foram absolvidos no final da tarde desta sexta-feira (14) em ação por ato de improbidade administrativa pelo descaso com o Estádio da Fonte Nova.

Os acionados, de acordo com o Ministério Público Estadual, estavam sendo acusados pela má condução na solução dos problemas estruturais do estádio, que apresentava precárias condições de estrutura no concreto, o que ocasionou no acidente durante jogo do Campeonato Brasileiro da Série C.

Os dois também se livraram da acusação de que a verba de R$1,6 milhões teria sido utilizada de maneira incorreta para realização de obras de fachada. Com informações do Correio e da Agecom.

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Alcântara, Ribeiro e Wenceslau na audiência no Ministério dos Esportes
Alcântara, Ribeiro e Wenceslau na audiência no Ministério dos Esportes

O vereador itabunense Wenceslau Júnior (PCdoB) ficou entusiasmado com o resultado da audiência que teve hoje em Brasilia com o secretário-executivo do Ministério dos Esportes, Wadson Ribeiro. A reunião, onde foi pleiteado apoio para a construção do estádio do futebol amador de Itabuna e o retorno do projeto Segundo Tempo ao município, contou também com a presença do secretário de Esportes de Itabuna, José Alcântara Pellegrini.

Ribeiro, que é um velho conhecido do vereador dos tempos de militância estudantil, disse que o atendimento às reivindicações será colocado como prioridade no Ministério. A deputada federal Alice Portugal (PCdoB), que não pode comparecer à audiência,  já tinha avisado que vai incluir emenda orçamentária contemplando o projeto do estádio.

Quanto ao projeto Segundo Tempo, que Itabuna perdeu por falta de prestação de contas na gestão do ex-prefeito Fernando Gomes,  o edital de chamada pública será aberto na próxima segunda-feira. Ribeiro explicou que a inclusão do município depende exclusivamente da análise do projeto que a Secretaria Municipal de Esportes venha a apresentar.

Além de Itabuna, Wenceslau – que é coordenador regional do PCdoB e deve ser candidato a deputado estadual em 2010 – solicitou o apoio do Ministério dos Esportes para diversos municípios sul-baianos. Entre eles, Gandu, Ubatã, Itacaré, Una, Jussari e Prado.

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Uma nota pública assinada por 13 membros do Conselho Municipal de Saúde de Itabuna ataca diretamente um dos suplentes do órgão, o comerciante Jurandir Nascimento. De acordo com a nota, ele “tenta manchar a imagem da presidente do conselho com insistentes denúncias infundadas”.

A principal denúncia feita por Nascimento é a de que a situação da presidente do CMS, Maria das Graças Souza, é irregular, uma vez que ela seria representante de uma entidade que não tem sede em Itabuna (CUT Bahia).

Entre os signatários da nota que atribui a Nascimento uma campanha difamatória, estão os representantes da 7ª Diretoria Regional de Saúde (Dires), Sindicato dos Trabalhadores em Saúde de Itabuna e Região (Sintesi), Grupo de Apoio à Prevenção da Aids (Gapa) e Santa Casa de Misericórdia de Itabuna.

Na próxima quarta-feira (19), a partir das 19 horas, o assunto será debatido em uma sessão extraordinária, no auditório da antiga Fundação Sesp. O promotor público Clodoaldo Anunciação será convidado para tomar parte nas discussões.

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O diretório municipal do PT se reúne neste sábado (15) para discutir as eleições internas (PED) que definirão os presidentes local, estadual e nacional da legenda. A reunião será na sede do partido, na Beira-Rio.

O vereador Vane do Renascer terá espaço para explicar o seu voto de minerva em que a Câmara de Vereadores de Itabuna autorizou a prefeitura,, por 7×6, a tomar empréstimo de R$ 4 milhões para a compra de patrulha mecânica.

A oposição, quase em peso, votou contra. O quase fica por conta do petista, que resolveu dar uma forcinha ao prefeito Capitão Azevedo (DEM) e votou a favor do empréstimo em 60 suaves parcelas mensais.

Em sua defesa, Vane poderá dizer que pensou em Itabuna, que o dinheiro não pingará na conta da prefeitura, mas será aplicado diretamente na compra das máquinas… Só que o PT está de olho no vereador que é o xodó do ex-prefeito Geraldo Simões e de Dona Angélica.

A oposição votou contra o empréstimo fatiado em 60 meses sob a argumentação de que parcelamento tão elástico comprometerá as finanças deste governo e do próximo gestor. O grupo de vereadores queria o máximo de 40. Vane entendeu diferente.

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O deputado federal Geraldo Simões participou da posse do novo secretário de agricultura de Ubatã, Isaac Bulhões, e praticou o seu esporte mais preferido nos últimos tempos: bater no PMDB.

Disse o petista que, após abrir as gavetas das secretarias estaduais ocupadas pelos peemedebistas, foram descobertos, congeladinhos, “vários projetos de municípios que não eram administrados pelo partido” de Geddel.

Na versão de Geraldo, o privilégio na execução (e liberação de verba) dos projetos era para municípios e políticos ligados ao PMDB. Não custa lembrar que os peemedebistas respondiam por três secretarias, dentre elas Infraestrutura, a mais valiosa do trio.