Agência também determinou recolhimento de lotes de produtos da marca || Foto Anvisa
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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária determinou a suspensão da fabricação, comercialização e distribuição de diversos produtos da marca Ypê após identificar falhas graves no processo de produção. A medida atinge detergentes, lava-roupas líquidos e desinfetantes fabricados na unidade da empresa em Amparo, no interior de São Paulo.

Segundo a Anvisa, a decisão vale para todos os lotes com numeração final 1. A Agência informou que foram constatados descumprimentos em etapas consideradas críticas da produção, incluindo falhas nos sistemas de garantia da qualidade, produção e controle de qualidade, comprometendo a segurança sanitária dos produtos.

Entre os produtos atingidos pela resolução estão detergentes Lava Louças Ypê, Lava Louças Ypê Green e Lava Louças Ypê Clear Care; lava-roupas líquidos das linhas Tixan Ypê e Ypê Premium; além dos desinfetantes Bak Ypê, Atol e Pinho Ypê. A relação completa dos produtos e lotes consta na Resolução nº 1.834/2026, publicada no Diário Oficial da União desta quinta-feira (7).

OUTRO LADO

A empresa informou, em nota, que já havia iniciado, em novembro de 2025, um recolhimento voluntário de alguns lotes de lava-roupas líquidos após identificar a presença da bactéria Pseudomonas aeruginosa durante análises internas. A fabricante também publicou orientações aos consumidores sobre os riscos e os procedimentos para quem adquiriu os itens afetados. Com Agência Brasil.

Agência proíbe suplementos de empresa || Foto Rafa Neddermeyer/ABr.
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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a apreensão e a proibição dos suplementos Prosatril e Erenobis, fabricados pela empresa Ms Comércio de Produtos Naturais Ltda. Com isso os produtos não podem mais ser comercializados, distribuídos, fabricados, importados, divulgados e consumidos no Brasil.

“Os suplementos estão sendo vendidos e anunciados sem possuir registro, notificação ou cadastro na Anvisa. Além disso, o Erenobis possui a planta Pereskia aculeata (ora-pro-nóbis) como ingrediente, o que não é permitido”, diz Anvisa.

A utilização da planta ora-pro-nóbis em suplementos alimentares foi proibida pela agência, em abril deste ano, por falta de evidências que comprovem a sua eficácia e segurança.

SUPLEMENTO ÓLIVER TURBO

Outro produto atingido pela medida é o Óliver Turbo, suplemento da empresa Instituto Oliver Cursos Preparatórios Ltda., que deve ser apreendido. A ação fiscal proibiu ainda a sua comercialização, distribuição, fabricação, importação, divulgação e o seu consumo, também por não ser registrado e notificado na Anvisa. Da Agência Brasil.

Agência também determinou apreensão de produtos || Foto Marcelo Camargo/ABr.
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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu a comercialização, distribuição, fabricação, propaganda e uso de todos os suplementos alimentares e energéticos da empresa OZT Comércio Atacadista Especializado em Produtos Ozonizados.

Também foi determinada a apreensão dos produtos, que têm adição de ozônio, um tipo de gás que não tem avaliação de segurança para uso como parte de suplementos alimentares e composto líquido pronto para o consumo, como energéticos.

Atualmente, a autorização para uso de ozônio é apenas como agente de desinfecção no tratamento de água.

Segundo a agência, a empresa divulgou propagandas desses alimentos com indicações terapêuticas e alegações funcionais e de saúde não aprovadas, como a alegação de que o produto “oferece suporte nutricional para o funcionamento saudável do sistema digestivo, hepático, ocular e cardiovascular”.

A Anvisa esclarece que as autorizações para suplementos alimentares estão relacionadas a papéis metabólicos dos nutrientes ou substâncias no organismo, quando consumidos como parte de uma dieta.

“Nenhuma das alegações aprovadas para alimentos está associada com finalidades medicamentosas ou terapêuticas, que são exclusivas de medicamentos e devem ser comprovadas cientificamente”, explica a agência, em nota.

No mês passado, a Anvisa já havia proibido a venda e uso de 69 cosméticos capilares à base de ozônio da marca Ozonteck. Segundo a agência, apesar de serem registrados como cosméticos, o fabricante alega que os itens têm atividade farmacológica, o que não é permitido para esse tipo de produto. D’Agência Brasil

Agência publicou medida nesta terça-feira (16) || Foto Rafa Neddermeyer/ABr
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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a apreensão do azeite de oliva da marca Los Nobles em todo o território nacional. A resolução foi publicada no Diário Oficial da União desta terça-feira (16) e proíbe a comercialização, distribuição, importação, propaganda e uso do produto.

De acordo com a agência, o produto é de origem clandestina, não possui anuência da Anvisa nem registro na Administración Nacional de Medicamentos, Alimentos y Tecnología Médica (Anmat), um organismo descentralizado do Ministério da Saúde da Argentina, responsável por garantir a qualidade, a segurança e a eficácia de medicamentos, alimentos e dispositivos médicos no país.

“ZEMPYC NATURAL”

Na mesma resolução, a Anvisa proíbe ainda a venda de um suplemento alimentar que promete emagrecimento. O produto Zempyc Natural tem sido comercializado por meio de sites, plataformas eletrônicas e redes sociais, mas tem origem e composição desconhecidas.

De acordo com a Anvisa, o produto utiliza denominação irregular e é divulgado por meio de propagandas enganosas que alegam queima de gordura, redução do apetite, aceleração do metabolismo, da energia e da disposição.

A agência afirma ainda que o rótulo do produto traz o nome de uma empresa farmacêutica que, procurada, “declarou que não localizou em seus controles internos, nenhum produto com a denominação de Zempyc”. D’Agência Brasil.

Receitas médicas de drogas emagrecedoras passam a ser de retenção obrigatória || Foto Jefferson Rudy/Agência Senado
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A partir desta segunda-feira (23), farmácias e drogarias começam a reter receitas de medicamentos agonistas GLP-1, popularmente conhecidos como canetas emagrecedoras. A categoria inclui semaglutida, liraglutida, dulaglutida, exenatida, tirzepatida e lixisenatida.

A decisão por um controle mais rigoroso na prescrição e na dispensação desse tipo de medicamento foi tomada pela diretoria colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em abril e entrou em vigor 60 dias após a publicação no Diário Oficial da União.

Em nota, a agência informou que a medida tem como objetivo proteger a saúde da população brasileira, “especialmente porque foi observado um número elevado de eventos adversos relacionados ao uso desses medicamentos fora das indicações aprovadas pela Anvisa”.

A análise, segundo a agência, se baseou em dados de notificação do VigiMed, sistema disponibilizado pela Anvisa para que cidadãos, profissionais de saúde, detentores de registro de medicamentos e patrocinadores de estudos possam reportar suspeitas de eventos adversos relacionados a medicamentos e vacinas.

Em uma análise comparativa, o sistema de farmacovigilância, de acordo com a agência, sinalizou “muito mais eventos adversos relacionados ao uso fora das indicações aprovadas pela Anvisa no Brasil do que os dados globais”.

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Morte de paciente gerou reação da Anvisa || Foto Marcelo Camargo/Agência Brasil
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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu a importação, fabricação, manipulação, comercialização, propaganda e o uso de produtos à base de fenol em procedimentos de saúde em geral ou estéticos. A resolução foi publicada no Diário Oficial da União.

No início deste mês, um jovem de 27 anos morreu em São Paulo após complicações geradas por um peeling de fenol. O rapaz fez o procedimento em uma clínica estética. A dona do local não tinha especialidade ou autorização para fazer esse tipo de peeling. A polícia investiga o caso como homicídio. A clínica foi interditada e multada.

Em nota, a Anvisa informou que a proibição tem como objetivo zelar pela saúde e pela integridade física da população, “uma vez que, até a presente data, não foram apresentados à agência estudos que comprovem a eficácia e segurança do produto fenol para uso em tais procedimentos”.

“A determinação ficará vigente enquanto são conduzidas as investigações sobre os potenciais danos associados ao uso desta substância química, que vem sendo utilizada em diversos procedimentos invasivos”, completou a Anvisa.

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Cigarro eletrônico é mais danoso à saúde, segundo estudos || Foto ABr
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Nesta sexta-feira (1º), a diretoria colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) avalia se coloca em consulta pública a regulamentação de cigarros eletrônicos no Brasil.

Desde 2009, resolução da entidade proíbe a fabricação, a comercialização, a importação e a propaganda de dispositivos eletrônicos para fumar, popularmente conhecidos como vape.

Com a publicação da pauta da reunião, na última quarta-feira (22), a Anvisa informou ter recebido diversos pedidos de manifestação oral e de acesso às dependências da agência por representantes do setor regulado, de entidades civis e pela população em geral para acompanhar a deliberação.

Estão previstas ainda manifestações públicas em frente à sede da Anvisa, em Brasília, por entidades interessadas na matéria. “A diretoria colegiada decidiu que a citada reunião pública será conduzida sem a presença de representantes do setor regulado, de entidades civis e da população em geral, com o objetivo de resguardar a normalidade da sua realização.”

O debate será transmitido por meio do canal oficial da Anvisa no YouTube. Interessados podem enviar manifestações orais para conhecimento dos diretores conforme instruções disponíveis. O material será publicado no site da agência e reproduzidos durante a reunião.

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Principais mudanças abrangem informações nutricionais || Foto ABr.
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As novas regras para rótulos de alimentos no país entram em vigor a partir desta segunda-feira (9) para produtos lançados há um ano. De acordo com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), além de mudanças na tabela de informação nutricional, devem ser adotados alertas, na parte frontal da embalagem, sobre alguns nutrientes.

O objetivo das normas é melhorar a clareza e legibilidade dos rótulos dos alimentos e, assim, auxiliar o consumidor a fazer escolhas alimentares mais conscientes e adequadas às necessidades individuais.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) fez as alterações após ter identificado que a forma de declaração das informações nutricionais nos rótulos dos alimentos dificultam entendimento pelos consumidores.

Os produtos terão que apresentar informação simples sobre os nutrientes com relevância para a saúde, como o alto teor de açúcar adicionado e a quantidade de gorduras saturadas e de sódio.

Um símbolo de lupa, de utilização obrigatória, deverá ser aplicado na face da frente da embalagem, na parte superior do produto, para ser mais facilmente captada pelo olhar. A medida vale para alimentos com um, dois ou três dos ingredientes citados.

Os fabricantes também poderão incluir alegações nutricionais que permanecem como informações voluntárias que não poderão ser aplicadas na parte superior, caso o alimento tenha rotulagem nutricional.

Alimentos com rotulagem frontal de açúcar adicionado não podem ter alegações para açúcares e açúcares adicionados; alimentos com rotulagem frontal de sódio não podem ter alegações para sódio ou sal e os alimentos com rotulagem frontal para gorduras saturadas não podem ter alegações para gorduras totais, saturadas, trans e colesterol.

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Agência publica resolução nesta segunda (7) || Foto Agência Brasil
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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu a fabricação, a comercialização, a distribuição, a propaganda e o uso dos produtos das marcas Visipro, Sulinex e Ocularis. De acordo com a agência, os itens eram divulgados irregularmente em sites, com indicação para tratamento de problemas de visão como catarata, glaucoma e degeneração macular.

A resolução, publicada nesta segunda-feira (7) no Diário Oficial da União, determina ainda a apreensão dos produtos. “As medidas foram adotadas após o recebimento de denúncias e questionamentos relacionados ao assunto. A agência identificou que os suplementos alimentares eram de fabricantes desconhecidos, ou seja, não se sabe a origem dos produtos”, informou a Anvisa.

Em nota, a agência reforçou que, para alimentos em geral, incluindo suplementos alimentares, não é permitida a realização de propagandas que aleguem tratamento, prevenção ou cura de qualquer tipo de doença ou problema de saúde, inclusive relacionados à visão.

PROPAGANDA ENGANOSA

No comunicado, a Anvisa alerta quanto às propagandas de produtos “com promessas milagrosas”, veiculadas na internet e em outros meios de comunicação, que prometem prevenir, tratar e curar doenças e agravos à saúde, além de melhorar problemas estéticos.

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Agência não dará novas autorizações para compra internacional da erva || Arquivo/Fábio Carvalho
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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) não concederá, a partir desta quinta-feira (20), novas autorizações nem comprovantes de cadastro autorizando a importação da planta cannabis (maconha) in natura, partes da planta ou flores. A planta é popularmente conhecida como maconha.

A decisão consta de uma nota técnica publicada na quarta-feira (19). De acordo com a Anvisa, a regulamentação atual dos produtos de cannabis no Brasil “não inclui a permissão de uso de partes da planta, mesmo após o processo de estabilização e secagem ou nas formas rasuradas, trituradas ou pulverizadas”.

Com isso, a importação de cannabis in natura, flores ou partes da planta fica proibida, sob a justificativa de que, segundo a Anvisa, há “alto grau de risco de desvio para fins ilícitos”, uma vez que o princípio ativo da maconha é concentrado em suas flores.

A nota cita, também, o fato de o Brasil ser signatário de tratados internacionais de controle de drogas.

A Anvisa informa que haverá um período de transição de 60 dias para conclusão das importações em curso. “Já as autorizações já emitidas para importação de Cannabis in natura, partes da planta e flores terão validade até o dia 20 de setembro deste ano”, esclarece a Anvisa.

A agência esclarece que os produtos derivados de cannabis previstos na Nota Técnica 35/2023, para uso medicinal mediante prescrição, continuam autorizados. D’Agência Brasil.

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Nesta quarta-feira (17), a diretoria da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou, de forma unânime, o fim da exigência do uso de máscara em aviões e aeroportos. No entanto, mesmo sem a obrigatoriedade, o uso do equipamento de proteção facial ainda é recomendado como maneira de diminuir o risco de transmissão da Covid-19.

As administrações dos aeroportos e as companhias aéreas continuam obrigadas a disponibilizar álcool em gel aos passageiros e a emitir avisos sonoros recomendando o uso de máscaras, especialmente por pessoas vulneráveis.

A Anvisa também manteve a exigência de procedimentos de limpeza e desinfecção contínuas; de sistemas de climatização; e do desembarque por fileiras.

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Diante do aumento de casos da varíola dos macacos, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) emitiu nota reforçando a necessidade de adoção de medidas não farmacológicas, como distanciamento físico, uso de máscara de proteção e higienização frequente das mãos, em aeroportos e aeronaves, para retardar a entrada do vírus no Brasil.

A varíola dos macacos é uma doença pouco conhecida, com maior incidência na África. Até o momento, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), há 131 casos confirmados fora do continente africano e 106 suspeitos.

“A Anvisa mantém-se alerta e vigilante quanto ao cenário epidemiológico nacional e internacional, acompanhando os dados disponíveis e a evolução da doença, a fim de que possa ajustar as medidas sanitárias oportunamente, caso seja necessário à proteção da saúde da população”, diz a nota desta segunda (23).

Ainda de acordo com a agência, essas recomendações protegem não só contra a varíola e a covid-19, mas também contra muitas doenças infectocontagiosas.

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Bahia registra queda de casos de covid-19 || Foto Bruno Esaki/ Agência Saúde DF
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A diretoria colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou hoje (28), por unanimidade, o uso e a comercialização, no Brasil, de autotestes para detecção de covid-19.

A aprovação ocorre após o envio de informações pelo Ministério da Saúde a pedido da Anvisa que, em 19 de janeiro, solicitou esclarecimentos a respeito da inclusão do autoteste nas políticas públicas de testagem para covid-19 e também sobre o registro de casos positivos.

REGISTRO

Com a aprovação desta sexta-feira, a agência vai publicar uma resolução com os requisitos necessários para que as empresas interessadas em vender os autotestes em farmácias peçam o registro dos produtos.

Isso quer dizer que os autotestes não devem estar disponíveis de imediato ao público final, pois, para que cheguem às farmácias, cada produto, de cada fabricante ou importador, deve ainda ser aprovado individualmente pela Anvisa, após análise de ampla documentação.

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CoronaVac é liberada para uso em crianças e adolescentes de 6 a 17 anos
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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou o uso da vacina CoronaVac em crianças e adolescentes de 6 a 17 anos. Até a decisão anunciada no início da tarde desta quinta-feira (20), apenas o imunizante da Pfizer contra a Covid-19 tinha autorização para o atendimento dessa faixa etária no Brasil, incluindo as crianças acima de 5 anos.

A Anvisa manteve o intervalo de 28 dias entre a primeira dose e a segunda da vacina, como já acontece com os adultos. O imunizante não tem fórmula específica para uso pediátrico.

Assim como a Pfizer, a vacina de origem chinesa poderá ser utilizada em crianças e adolescentes com comorbidades, desde que não tenham baixa imunidade.

Consultada pelo site Poder360 na última terça-feira (18), a secretária extraordinária de Enfrentamento à Covid-19, Rosana Leite, informou que o governo federal pretende inserir a CoronaVac na campanha de vacinação infantil contra a doença provocada pelo coronavírus.

Empresas anunciaram medida na tarde desta segunda-feira (3)
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A temporada de cruzeiros do país está suspensa até o dia 21 de janeiro, conforme anunciou na tarde de hoje (3) a Clia Brasil, entidade que representa as operadoras do setor. O anúncio foi feito em nome das empresas MSC e Costa Cruzeiros, após surtos de covid-19 dentro de navios que viajam pela costa brasileira.

“Nas últimas semanas, as duas companhias de cruzeiros afetadas experimentaram uma série de situações que impactaram diretamente as operações nos navios, tornando a continuidade dos cruzeiros neste momento impraticável. Além disso, a incerteza operacional causou inconvenientes significativos para os hóspedes que contavam com suas férias no mar com rígidos protocolos de segurança”, diz trecho do comunicado da Clia Brasil.

As empresas informam que, antes de retomar as viagens, querem realinhar os protocolos de prevenção à covid-19 com o Ministério da Saúde e a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Na última sexta-feira (31), a Anvisa recomendou a suspensão dos cruzeiros ao governo federal.

Como noticiado mais cedo pelo PIMENTA, Ilhéus estava na rota de um dos navios da MSC, o Preziosa, que atracaria na cidade nesta terça-feira (4), três dias depois do surto identificado quando o navio chegou no Porto do Rio de Janeiro.