Chocolate produzido no Brasil deverá ter maior percentual de cacau || Foto Daniel Thame/GovBA
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O governo baiano celebrou a aprovação de projeto, na Câmara dos Deputados, que regulamenta percentuais mínimos de cacau em seus derivados, a exemplo de chocolates e o produto em pó produzidos no país. A medida, na avaliação da gestão estadual, responde a uma demanda antiga de quem produz cacau e convive, há anos, com a distorção provocada pela presença, no mercado, de produtos com baixo teor do fruto vendidos como se fossem chocolate.

A nova regulamentação (confira aqui) é vista como um passo importante para dar mais transparência ao consumidor e reconhecer melhor o trabalho de agricultores e agricultoras e de toda a cadeia produtiva.

O impacto positivo do projeto é compartilhado por representantes do setor. “A aprovação desse projeto demonstra que a união entre governo, entidades ligadas à lavoura e produtores traz resultados positivos. O aumento do teor de cacau em produtos que se denominam chocolate é um incentivo à produção de cacau e vai valorizar as amêndoas sulbaianas”, afirma Erlon Botelho, diretor do Instituto Chocolate e um dos coordenadores do projeto Cacau +500 Sustentável.

CHOCOLATE DE ORIGEM

O entendimento também é reforçado por quem acompanha de perto a expansão do chocolate de origem no estado. Para Marco Lessa, organizador do Chocolat Festival, além de ampliar o teor de cacau que as indústrias chocolateiras devem utilizar, esse projeto também vai incentivar o consumo de chocolates de origem. “O sul da Bahia possui cerca de 200 marcas, muitas delas premiadas internacionalmente, que, além do sabor único, trazem a história de uma região celebrizada por Jorge Amado”, afirma Marco.

O projeto aprovado na Câmara ajuda a organizar o mercado, dá mais transparência ao consumidor e faz justiça com quem produz cacau de verdade, na avaliação de Jeandro Ribeiro, da Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR).

“Para a Bahia, que tem uma relação histórica com essa cultura e vem trabalhando junto aos produtores, às entidades e aos sindicatos, é um avanço importante, porque valoriza a nossa produção e abre espaço para agregar mais renda no campo”, afirmou Jeandro.

A votação ocorreu ontem (17). O texto aprovado é um substitutivo do deputado Daniel Almeida (PCdoB) ao Projeto de Lei 1769/19, de autoria do Senado. Como a Câmara promoveu alterações no texto original, a matéria retorna agora para nova análise dos senadores.

Juliana Soledade é advogada, escritora, empresária e teóloga || Foto Divulgação
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Celebrar as mulheres é garantir que nenhuma seja reduzida a um único papel para ter seu valor reconhecido. É sustentar, com firmeza e lucidez, que a grandeza feminina não cabe em rótulos, e muito menos em ataques gratuitos.

 

Juliana Soledade

Março é o Mês da Mulher, tempo de reconhecer conquistas, honrar resistências e afirmar que somos inteiras em qualquer configuração de vida. Com filhos ou sem eles. Mães ou não. Plenas não por imposição, mas por existência.

No entanto, em plena edição do Big Brother Brasil 26, uma fala da atriz Solange Couto reacendeu uma ferida antiga. Ao declarar: “Quando Deus não deu filhos a ela, é porque sabe que ela não teria capacidade de amar alguém”, direcionando o comentário a Ana Paula, a atriz não atingiu apenas uma participante. Atingiu uma multidão silenciosa de mulheres que já ouviram, explícita ou sutilmente, que lhes falta algo.

A frase carrega um peso histórico. Ecoa o machismo internalizado que insiste em medir o valor feminino pela maternidade. Como se o amor tivesse endereço fixo no útero. Como se a capacidade de cuidar estivesse condicionada à biologia. Como se ser mulher fosse sinônimo de gerar.

Isso machuca porque simplifica dores complexas. Há mulheres que não quiseram filhos. Há as que quiseram e não puderam. Há as que tentaram e enfrentaram perdas. Há as que escolheram outros caminhos. Nenhuma dessas trajetórias autoriza julgamento. Amor não é patente de maternidade. Amor é prática, é escolha, é construção cotidiana.

Há mães extraordinárias. Há mães que falham. Há mulheres sem filhos que sustentam redes inteiras de afeto, que são referência, abrigo, orientação. Madrastas que aprendem o amor como decisão consciente. Amigas que se tornam família. Ativistas que dedicam a vida à proteção de crianças que não geraram, mas defendem com coragem.

Nesse mesmo confinamento, outras declarações ampliaram a indignação. A frase “Eu nasci do prazer, não nasci de estupro”, seguida de insinuações sobre “trepada mal dada”, banaliza uma violência que marca a história de inúmeras mulheres. A comparação com “travesti velho” reforça estigmas que a sociedade há décadas tenta desconstruir. Palavras não são neutras. Elas moldam ambientes, legitimam exclusões, perpetuam dores.

É impossível não notar o contraste: fora da casa, sua própria filha atua como ativista na defesa de direitos humanos, pautas raciais e na proteção de crianças e adolescentes. Uma trajetória que aponta para o conhecimento como ferramenta de libertação. Esse contraste revela que informação transforma, enquanto a repetição de preconceitos aprisiona.

O silêncio dos demais participantes também chama atenção. Nenhuma contestação imediata. Nenhum freio ético. O confinamento intensifica emoções, é verdade. O reality show expõe virtudes e fragilidades. O Big Brother Brasil 26, como qualquer vitrine social, amplia o que já existe. Alguns crescem sob pressão. Outros deixam escapar discursos que talvez sempre estiveram ali, apenas contidos.

Mas é preciso dizer com clareza: amor e maternidade não são sinônimos. Ser mãe não é troféu de humanidade. É uma possibilidade, não um critério moral. O amor existe em todas nós, independentemente da experiência da gestação.

No Mês da Mulher, repudiar esse tipo de discurso não é promover cancelamento. É afirmar dignidade. É proteger mulheres de narrativas que as diminuem. É lembrar que somos múltiplas, complexas, capazes de amar em incontáveis formas.

Celebrar as mulheres é garantir que nenhuma seja reduzida a um único papel para ter seu valor reconhecido. É sustentar, com firmeza e lucidez, que a grandeza feminina não cabe em rótulos, e muito menos em ataques gratuitos.

Juliana Soledade é advogada, escritora, empresária e teóloga, pós-graduada em Direito Processual Civil e Direito do Trabalho, além de autora dos livros Despedidas de MimDiário das Mil Faces e 40 surtos na quarentena: para quem nunca viveu uma pandemia, terapeuta e curandeira ayahuasqueira.

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Tempestades com grande incidência de raios são comuns em várias regiões do Brasil, especialmente durante os meses mais quentes do ano. Além dos riscos diretos para pessoas e construções, as descargas elétricas representam uma ameaça significativa para aparelhos eletrônicos domésticos. Televisores, roteadores, celulares e computadores podem ser danificados em poucos segundos por variações bruscas na rede elétrica provocadas por um raio.

Muitas vezes, o prejuízo não acontece por um impacto direto na residência. O mais comum é que a descarga ocorra na rede elétrica ou nas proximidades, causando picos de tensão capazes de atingir equipamentos conectados às tomadas. Esse tipo de evento pode reduzir a vida útil dos aparelhos ou provocar danos permanentes.

Entender os riscos e adotar medidas preventivas simples pode fazer toda a diferença para proteger equipamentos e evitar gastos inesperados.

COMO OS RAIOS AFFETAM OS APARELHOS ELETRÔNICOS

Quando um raio atinge a rede elétrica ou áreas próximas, ocorre uma descarga extremamente poderosa. Essa energia pode se propagar pelos cabos e chegar até as residências em forma de sobretensão elétrica.

Mesmo que o impacto dure apenas uma fração de segundo, a intensidade é suficiente para queimar circuitos internos. Aparelhos modernos são especialmente sensíveis, pois possuem componentes eletrônicos delicados.

Fontes de alimentação, placas eletrônicas e chips podem ser danificados com facilidade. Muitas vezes, o equipamento até volta a funcionar depois da tempestade, mas pode apresentar falhas semanas ou meses depois.

Dispositivos móveis também não estão totalmente protegidos. Um celular, como o modelo S20 FE, conectado à tomada durante uma tempestade pode sofrer danos se houver variação elétrica. Por isso, especialistas recomendam atenção especial ao uso de carregadores em períodos de instabilidade climática.

O PERIGO DAS SOBRETENSÕES ELÉTRICAS

A sobretensão é uma das principais causas de danos durante tempestades com raios. Ela acontece quando a rede elétrica recebe uma carga acima do normal.

Essas oscilações podem ocorrer de forma quase imperceptível para os moradores, mas são suficientes para comprometer equipamentos eletrônicos.

Os efeitos mais comuns incluem:

  • queima de fontes de energia;
  • danos a placas eletrônicas;
  • travamentos inesperados;
  • redução da vida útil dos aparelhos;
  • e perda de dados armazenados

Em muitos casos, o equipamento para de funcionar imediatamente. Em outros, os problemas surgem gradualmente, dificultando a identificação da causa.

Equipamentos conectados diretamente à rede elétrica são os mais vulneráveis, especialmente quando não há sistemas de proteção instalados.

TIRAR DA TOMADA AINDA É A MELHOR PROTEÇÃO

Apesar do avanço da tecnologia, desligar os aparelhos da tomada continua sendo uma das medidas mais eficientes durante tempestades com raios.

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Pesquisa revela crescimento do percentual de mulheres que relatam medo de estupro || Foto Rovena Rosa/ABr
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O percentual de mulheres que declararam ter medo de sofrer um estupro cresceu em uma pesquisa realizada pelo Instituto Patricia Galvão e pelo Instituto Locomotiva, que teve novos dados antecipados com exclusividade nesta segunda-feira (2) à Agência Brasil.

Em 2020, 78% das mulheres ouvidas pelos pesquisadores disseram ter “muito medo de ser vítimas de um estupro”. Esse percentual cresceu para 80%, em 2022, e chegou a 82% segundo os dados obtidos em 2025.

Além das que declararam ter muito medo, 15% disseram ter “um pouco de medo”, o que significa um total de 97% de mulheres que vivem com algum grau de temor da violência sexual.

Em dois grupos, a proporção das que sentem “muito medo” é ainda maior, chegando a 87% no caso das jovens, entre 16 e 24 anos, e 88% entre as mulheres negras.

A diretora de conteúdo do Instituto Patrícia Galvão, Marisa Sanematsu, ressalta que além de o medo ser constante, nenhum espaço é considerado, de fato, seguro.

“O medo assombra as mulheres brasileiras o tempo todo, desde pequenas e em todos os lugares: a casa é insegura, assim como sair e voltar, esperar o transporte, enfrentar a condução lotada ou pedir um carro por aplicativo”, disse.

“Esse medo constante faz com que elas desenvolvam suas próprias estratégias de proteção: evitam sair à noite ou usar alguns tipos de roupas e acessórios, procuram estar sempre acompanhadas e até escolhem trajetos mais longos para se sentirem um pouco mais seguras”.

Violência dentro de casa
Os institutos divulgam, nesta segunda-feira (2), a segunda onda de dados da pesquisa de 2025. A primeira onda, publicada em setembro de 2025, já havia mostrado que 15% das entrevistadas eram sobreviventes de estupro, e oito em cada dez vítimas sofreu a violência com 13 anos ou menos.

Os dados divulgados hoje acrescentam que, entre as vítimas com até 13 anos, 72% foram violentadas dentro da própria casa. Em metade dos casos, o abusador foi um familiar e, em um terço dos relatos, foi um amigo ou conhecido da família.

No total, 84% dos estupros foram cometidos por um homem do círculo social da vítima.

Essa porcentagem diminui no caso das mulheres violentadas com 14 anos ou mais, porém os conhecidos ou membros da família se mantêm como a maioria: 76% dos abusadores eram pessoas conhecidas, incluindo amigos, parceiros íntimos, familiares e ex-companheiros. Além disso, 59% sofreram a violência dentro de casa.

APOIO ÀS VÍTIMAS

A pesquisa Percepções sobre direitos de meninas e mulheres grávidas pós-estupro teve a participação de 1,2 mil pessoas, homens e mulheres, de todas as regiões do país.

Além de perguntar para as mulheres sobre suas próprias experiências com a violência sexual, as entrevistas também ouviram a percepção geral dos entrevistados sobre o assunto.

Nas respostas, foi praticamente unânime o entendimento de que as mulheres têm medo de estupro: 99% dos entrevistados concordam.

Apesar disso, 80% das pessoas acreditam que as vítimas nunca, ou quase nunca, revelam para outras pessoas a violência sofrida, principalmente por sofrer ameaças do agressor, por terem medo de não serem ouvidas ou por sentirem vergonha.

Os resultados gerais se assemelham ao que foi dito pelas entrevistadas que relataram ter sido vítimas, conforme a primeira divulgação da pesquisa.

Cerca de 60% das mulheres que foram vítimas antes dos 14 anos não contaram para ninguém sobre o abuso. Além disso, apenas 15% foram levadas a uma delegacia, e 9%, a uma unidade de saúde.

O apoio a políticas de apoio às vítimas também foi amplo: 93% concordam que o Estado deve fornecer acompanhamento psicológico imediato para meninas e mulheres vítimas de estupro, e a mesma porcentagem acredita que as prefeituras e governos devem aumentar a divulgação de serviços de saúde que atendem vítimas.

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Ministério da Agricultura determina suspensão de importação de cacau africano
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O Ministério da Agricultura e Pecuária determinou a suspensão imediata e temporária das importações de amêndoas fermentadas e secas de cacau provenientes da República da Costa do Marfim. A decisão foi publicada nesta terça-feira (24) no Diário Oficial da União, por meio do Despacho Decisório nº 456, de 23 de fevereiro de 2026.

A medida foi assinada pelo ministro substituto da Agricultura, Irajá Lacerda, e está vinculada ao Processo nº 21000.040258/2018-56. Segundo o texto, a suspensão ocorre em razão de risco fitossanitário relacionado ao elevado fluxo de grãos de países vizinhos para o território marfinense. Essa movimentação pode possibilitar a mistura de amêndoas nas cargas destinadas ao Brasil, gerando incertezas quanto à origem e às condições sanitárias do produto.

De acordo com o despacho, a preocupação central é a eventual entrada de amêndoas produzidas em países cujo status fitossanitário é desconhecido ou cuja exportação ao Brasil não está autorizada. O governo brasileiro considera que essa triangulação pode representar ameaça à sanidade da cacauicultura nacional.

Além da suspensão, o Ministério determinou que a Secretaria de Comércio e Relações Internacionais e a Secretaria de Defesa Agropecuária adotem os procedimentos necessários para apurar possíveis casos de triangulação comercial envolvendo o produto oriundo da Costa do Marfim.

A importação permanecerá suspensa até que haja manifestação formal do governo marfinense, acompanhada de garantias de que os envios ao Brasil não apresentam risco fitossanitário nem incluem amêndoas de origem não autorizada. Com informações do Mercado do Cacau.

Felipe de Paula integra pesquisa sobre o uso de IA no ensino superior || Foto Divulgação
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O professor Felipe de Paula, do Centro de Formação em Políticas Públicas e Tecnologias Sociais da Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB), tornou-se um dos participantes do projeto Global Student Perspectives on Learning with Generative Artificial Intelligence in Higher Education: A Cross-Cultural Study. A rede internacional de pesquisa investiga os impactos da Inteligência Artificial generativa no ensino superior.

O projeto é coordenado por Danilo Rodrigues Pereira, professor colaborador da Faculdade de Tecnologia (FT) da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e bolsista do Naveen Jindal Young Global Research Fellowship da O.P. Jindal Global University– Índia.

A pesquisa nasce da constatação de que a adoção da IA generativa nas universidades ocorre de forma acelerada em todo o mundo, mas ainda há pouca produção de dados comparativos entre diferentes contextos culturais e institucionais. Segundo o professor Danilo, os estudos existentes se concentram, em geral, em realidades lоcais.

“Na literatura, há muitas pesquisas sobre o tema, mas normalmente comparando dados do ponto de vista dos estudantes sobre IA Generativa de uma única universidade ou de um único país. Ao dialogar com pesquisadores de diferentes países, percebi que as percepções, preocupações e estratégias institucionais variam significativamente. Isso revelou a necessidade de um estudo sistemático e internacional, capaz de mapear diferenças e semelhanças e produzir evidências mais robustas”, afirma.

TRANSFORMAÇÕES PROFUNDAS

O avanço da IA generativa tem provocado transformações profundas nos modos de estudar, pesquisar, escrever e produzir conhecimento, além de reacender debates sobre avaliação, autonomia, ética e autoria acadêmica. Para o professor Felipe de Paula, esse cenário exige uma abordagem científica qualificada.

“A ideia de autoria, de competência e de responsabilidade sobre a produção intelectual precisa ser repensada. Precisamos estudar e discutir de forma aprofundada os rumos que essa tecnologia está impondo à educação, superando o senso comum e as percepções pontuais, a partir de uma análise científica consistente”, destaca.

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Foto Marcelo Casal Jr
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O novo salário mínimo de R$ 1.621 começa a ser pago nesta segunda-feira (2) aos trabalhadores. O valor pode ser conferido no contracheque referente a janeiro.

O reajuste de 6,79%, equivalente a R$ 103, foi oficializado pelo Decreto 12.797/2025. O aumento segue a política de valorização do salário mínimo, que combina inflação (INPC) e crescimento do Produto In terno Bruto (PIB), respeitando os limites do arcabouço fiscal, que restringe o reajuste a 2,5% acima da inflação do ano anterior.

Os aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) começaram a receber o novo salário mínimo no último dia 26. O pagamento segue até sexta-feira (6), conforme o número final do cartão, sem considerar o dígito verificador.

Quanto vale o mínimo em 2026

• Mensal: R$ 1.621;

• Diário: R$ 54,04;

• Hora: R$ 7,37.

Como foi calculado
• Inflação pelo INPC: 4,18%;

• Somada ao crescimento real do PIB: 3,4%;

• Adicional de 3,4% limitado a 2,5% pelo arcabouço fiscal;

• Reajuste total: 6,79%.

IMPACTOS

Segundo o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), o novo salário mínimo impacta 61,9 milhões de brasileiros. O aumento deve injetar R$ 81,7 bilhões na economia em 2026.

O reajuste tem efeitos amplos tanto sobre a renda das famílias quanto sobre as contas públicas. O governo estima impacto combinado de R$ 110 bilhões na economia, ao considerar o reajuste e a isenção do IR. No entanto, haverá custo adicional para a Previdência Social estimado em R$ 39,1 bilhões.

Além de afetar diretamente trabalhadores que recebem o piso nacional, o novo valor serve como referência para uma série de benefícios previdenciários, assistenciais e trabalhistas, como aposentadorias do INSS, pensões, seguro-desemprego e salário-família.

Confira como ficam os benefícios e as contribuições atreladas ao salário-mínimo:

INSS
• Benefícios no piso (1 salário mínimo): reajuste integral de 6,79%, para R$ 1.621

• Acima do piso: reajuste de 3,90% (INPC de 2025)

• Teto do INSS: R$ 8.475,55

Contribuições ao INSS (CLT)

• Até R$ 1.621: 7,5%

• De R$ 1.621,01 a R$ 2.902,84: 9%

• De R$ 2.902,85 a R$ 4.354,27: 12%

• De R$ 4.354,28 a R$ 8.475,55: 14%

Autônomos, facultativos e MEI

• Plano normal (20%): R$ 324,20

• Plano simplificado (11%): R$ 178,31

• Baixa renda (5%): R$ 81,05

• MEI (5%): R$ 81,05

Seguro-desemprego

• Reajustado pelo INPC (3,90%), com vigência desde 11 de janeiro

• Parcela mínima: R$ 1.621

• Parcela máxima: R$ 2.518,65

• Valor varia conforme salário médio dos últimos meses.

Salário-família

• Salário-família: R$ 67,54 por dependente

• Pago a quem recebe até R$ 1.980,38 mensais

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O Exército Brasileiro realiza na próxima quarta-feira (4) às 9h, no Setor Militar Urbano (SMU), em Brasília, a Seleção Complementar do Alistamento Militar Inicial — etapa decisiva do processo de incorporação de jovens às fileiras da força terrestre.

Pela primeira vez, mulheres participam da seleção complementar, ampliando a presença feminina no processo de ingresso e refletindo o fortalecimento de políticas institucionais voltadas à inclusão, à diversidade e à valorização do potencial das mulheres no âmbito da defesa nacional.

Em todo o território nacional, mais de 33 mil jovens se alistaram em 2025. Para a fase de seleção complementar, mais de 260 mil candidatos, homens e mulheres, foram convocados. Somente em Brasília, mais de 900 jovens do sexo feminino foram chamados a participar dessa fase.

Durante a atividade, as candidatas passarão por revisão médica e odontológica, exames e avaliações de habilidades específicas, além de entrevista individual, conforme os critérios previstos na legislação vigente, assim como os candidatos do sexo masculino. Os jovens considerados aptos serão incorporados em março, quando terão início as atividades de formação militar.

O serviço militar aproxima os jovens da Instituição e evidencia valores como cidadania, disciplina e patriotismo, além de simbolizar novas oportunidades para homens e mulheres que desejam servir ao país com dedicação, competência e espírito cívico. Por todo o Brasil, serão incorporadas 1.010 mulheres no Exército Brasileiro, sendo 182 na capital federal. Com informações d´Agência Brasil.

O baiano Wagner Moura concore ao Oscar de Melhor Ator || Foto MK2 Films/Divulgação
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O Brasil entrou com força na disputa do Oscar 2026. Agente Secreto foi indicado simultaneamente a Melhor Filme, Melhor Filme Internacional e Melhor Direção Elenco (nova categoria), enquanto Wagner Moura recebeu indicação a Melhor Ator por sua atuação no longa.

Com as quatro indicações, O Agente Secreto chega ao mesmo número recorde de indicações do Cidade de Deus, em 2004.

Em outra frente, o país também aparece entre os destaques técnicos: Adolpho Veloso concorre a Melhor Fotografia por Sonhos de Trem.

A lista foi anunciada nesta quinta-feira, (22) pela Academy of Motion Picture Arts and Sciences, marcando o início da etapa decisiva da 98ª edição do prêmio e confirmando um momento histórico para o cinema brasileiro.

VOTAÇÃO

A primeira fase de votação foi encerrada na sexta-feira (16). Mais de 10 mil profissionais da indústria cinematográfica — entre atores, diretores, roteiristas e técnicos — participaram do processo, votando majoritariamente dentro de suas áreas, com exceção de Melhor Filme, que reúne o voto de todo o colégio eleitoral.

A cerimônia do Oscar 2026 acontece em 15 de março, e o anúncio desta quinta-feira já provoca clima de celebração no setor audiovisual brasileiro.

Confira os concorrentes

Melhor Filme

O Agente Secreto disputa com:

Bugonia
F1
Frankenstein
Hamnet
Marty Supreme
Pecadores (Sinners)
 — Lidera as indicações com 16 nomeações no total
Sonhos de Trem (Train Dreams)
Uma Batalha Após a Outra (One Battle After Another)
Valor Sentimental (Sentimental Value)

Melhor Filme Internacional

Apontado como favorito, O Agente Secreto concorre com:

Valor Sentimental (Noruega)
Foi Apenas um Acidente (França)
Sirât (Espanha)
A Voz de Hind Rajab (Tunísia)

Melhor Direção de Elenco

O Agente Secreto disputa com:

Hamnet
Marty Supreme
Uma batalha após a outra
Pecadores

Melhor Ator

Wagner Moura é candidato à estatueta ao lado de:

Timothée Chalamet (Marty Supreme)
Leonardo DiCaprio (Uma Batalha Após a Outra)
Michael B. Jordan (Pecadores)
Ethan Hawke (Blue)

A indicação vem após Moura ter vencido o Globo de Ouro de melhor ator em drama, consolidando a performance como uma das mais comentadas da temporada.

Melhor Fotografia

Com Adolpho Veloso, Sonhos de Trem enfrenta:

Uma Batalha Após a Outra
Pecadores
Frankenstein
Marty Supreme

Com Agência Brasil.

Venda de carros novos deve crescer 3% em 2026, projeta Federação || Foto Rafa Neddermeyer/ Agência Brasil
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O licenciamento de carros e veículos comerciais leves, como picapes e furgões, deve crescer cerca de 3% neste ano, com a venda de mais de 2,6 milhões de unidades, projeta a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave).

No ano passado, a venda de automóveis e veículos comerciais novos teve um desempenho positivo, com aumento de 2,58% em relação ao ano anterior, com 2,5 milhões de unidades comercializadas.

Quando se soma os resultados esperados para os segmentos de caminhões e ônibus, a expectativa para este ano é de crescimento de 3,02%, com quase 2,8 milhões de unidades vendidas. No ano passado, todos esses segmentos somados – automóveis, veículos leves, ônibus e caminhões – cresceram 2,08%, com o licenciamento de 2,7 milhões de unidades.

No entanto, esse setor poderia estar crescendo ainda mais, avalia Tereza Fernandez, economista da Fenabrave.

“Nós estamos longe inclusive de atingir o pico de 2011 [quando foram vendidas 3,4 milhões de unidades de automóveis e comerciais leves e 3,6 milhões de unidades englobando caminhões e ônibus]. Mas as condições macroeconômicas estão impedindo que a gente cresça mais. Nós estamos com um nível de endividamento das famílias muito alto e os juros não devem cair na velocidade esperada. Então isso tudo é impeditivo para você ter um crescimento maior no setor”, explicou.

SEGMENTOS SOMADOS

Para todo o setor, o que englobaria os segmentos somados (automóveis, comerciais leves, caminhões, ônibus, motocicletas, implementos rodoviários e outros veículos), a federação projeta crescimento de 6,10 % para este ano, puxado principalmente pelo segmento de motocicletas, cujo crescimento é esperado em torno de 10%.

No ano passado, todos os segmentos somados fecharam com um aumento de 8%, com 5,1 milhões de unidades emplacadas.

Já o segmento de caminhões, que teve um desempenho bem aquém em 2025 por causa das dificuldades de crédito e do endividamento de empresas do setor agropecuário, a expectativa é para um crescimento em torno de 3%. No entanto, lembrou a economista da Fenabrave, esse crescimento se dará sobre uma base negativa, uma vez que o segmento de caminhões fechou o ano de 2025 com queda de 8,65%.

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"O Agente Secreto", com Wagner Moura, ganha dois prêmios no Globo de Ouro || Foto Victor Jucá/Divulgação
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O cinema brasileiro viveu uma noite histórica neste domingo no Globo de Ouro, realizado no The Beverly Hilton, em Los Angeles (EUA). O filme O Agente Secreto, dirigido por Kleber Mendonça Filho, venceu duas das principais categorias da cerimônia: Melhor Filme em Língua Não Inglesa e Melhor Ator em Filme de Drama, com Wagner Moura.

Apesar do desempenho expressivo, o longa brasileiro não levou o prêmio de Melhor Filme de Drama, principal categoria da noite, que ficou com Hamnet. Ainda assim, a chamada “noite do Brasil” consolidou a presença do país entre os destaques da premiação.

O anúncio de Melhor Filme em Língua Não Inglesa foi feito pelos atores Orlando Bloom e Minnie Driver. Ao revelar o vencedor, Driver saudou o público brasileiro com um “Parabéns”, dito em português. Na categoria, O Agente Secreto superou produções de cinco países: Valor Sentimental (Noruega), Sirât (Espanha), A Única Saída (Coreia do Sul), A Voz de Hind Rajab (Tunísia) e Foi Apenas um Acidente (França).

Ao receber a estatueta, Kleber Mendonça Filho iniciou o discurso saudando o país. “Eu quero dar um alô ao Brasil: alô, Brasil”, disse. Em seguida, agradeceu à distribuidora brasileira Vitrine Filmes, à produtora e companheira Emilie, à equipe e ao elenco. “Obrigado, Wagner Moura. As melhores coisas acontecem quando você tem um grande ator e um grande amigo. Eu dedico esse filme aos jovens cineastas. Esse é um grande momento”, afirmou o diretor.

A vitória coroou um percurso internacional iniciado no Festival de Cannes, onde o filme teve estreia concorrendo à Palma de Ouro. Na ocasião, uma apresentação de frevo tomou a Avenida Croisette e se tornou um dos momentos mais comentados da edição.

Melhor ator

Já Wagner Moura fez história ao se tornar o primeiro brasileiro a vencer o Globo de Ouro de Melhor Ator em Filme de Drama. Em seu discurso, falou em português e celebrou a cultura brasileira. “Viva a cultura brasileira”, disse o ator, ao destacar a parceria com Kleber Mendonça Filho, a quem definiu como “um gênio”, e a amizade construída ao longo do projeto.

Além de Wagner Moura, concorriam à categoria Joel Edgerton (Sonhos de Trem), Oscar Isaac (Frankenstein), Dwayne Johnson (Coração de Lutador: The Smashing Machine), Michael B. Jordan (Pecadores) e Jeremy Allen White (Springsteen: Salve-me do Desconhecido).

A vitória de O Agente Secreto resgata uma tradição brasileira na premiação: Central do Brasil venceu a mesma categoria em 1999, e, no ano passado, Fernanda Torres conquistou o prêmio de Melhor Atriz em Filme de Drama.

Entre os demais vencedores do Globo de Ouro, o prêmio de Melhor Direção em Filme ficou com Paul Thomas Anderson, por Uma Batalha Após a Outra. Já Melhor Ator em Filme de Musical ou Comédia foi conquistado por Timothée Chalamet, por Marty Supreme.

Na televisão, a série Adolescência saiu com dois prêmios de atuação: Owen Cooper venceu como Melhor Ator Coadjuvante em Série, e Stephen Graham foi premiado pela atuação como protagonista, além de também assinar a direção da produção.

Com duas estatuetas e forte repercussão internacional, O Agente Secreto consolida o Brasil como um dos grandes protagonistas da atual temporada de premiações do cinema mundial. Com Agência Brasil.

Henrique C. de Oliveira comenta ataque dos EUA à Venezuela || Fotos Redes Sociais
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O internacionalista Henrique Campos de Oliveira afirma que uma análise do ataque militar dos EUA à Venezuela na madrugada de hoje (3) deve considerar o atual tensionamento das relações internacionais. O contexto mais amplo, segundo o especialista, é a diminuição da diferença do poder de influência dos Estados Unidos em relação ao de países como Rússia e China.

“Os EUA não têm mais aquela distância que tinham em relação aos outros países, como nos anos 90. Inclusive, na própria América Latina, como tiveram nos anos 60 e 70, quando patrocinaram e empreenderam golpes militares para mudança de regime nos países. Hoje, a situação é outra”, afirmou ao PIMENTA o doutor em Ciências Sociais pela Universidade Federal da Bahia (UFBA).

Para o pesquisador, a projeção de Trump como liderança forjada fora da institucionalidade norte-americana favorece a ação de ruptura dos Estados Unidos contra as instituições internacionais que o mesmo país ajudou a criar após a Segunda Guerra Mundial, a exemplo do Conselho de Segurança das Nações Unidas (ONU) e o Tratado de Bretton Woods, que deu privilégios ao dólar no sistema monetário internacional.

O presidente norte-americano serviria ao interesse atual dos EUA em romper convenções do Direito Internacional, com o objetivo de se manter como país hegemônico, defendeu o analista:

– Essa postura de Trump virou uma espécie de desculpa [para as transgressões dos Estados Unidos]. Trump não é uma figura institucional, tradicional, e acaba rompendo com regras para que os EUA tentem se manter como o grande hegemon. O que Trump fez é altamente arbitrário, a invasão do espaço aéreo, território e soberania de outros país.

ZONAS DE INFLUÊNCIA IMEDIATA

No contexto de endurecimento das relações internacionais, acrescentou Henrique, o ataque à Venezuela reflete o movimento das grandes potências por maior controle de territórios vizinhos, como faz a Rússia na Ucrânia. “Isso também é um reflexo de como os países, nesse tensionamento geopolítico, vão começar a se posicionar, sobretudo, nas suas zonas de influência imediata”.

A diferença relevante, segundo ele, é que o país sul-americano não caminhava para se transformar em base avançada de rivais dos EUA, enquanto a Ucrânia pleiteava adesão à Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), movimento considerado uma ameaça existencial pela Rússia.

Apesar do apoio histórico dos governos chinês e russo à Revolução Bolivariana, o pesquisador avalia que a agressão estadunidense à Venezuela pode ter envolvido algum grau de consentimento dos gigantes do leste europeu e da Ásia. “A Venezuela é um país que deve muito à China e à Rússia. Mas, aparentemente, um movimento desse não seria feito sem que esses players [atores] fossem informados ou sem uma determinada negociação”.

POSIÇÃO BRASILEIRA

Henrique C. de Oliveira considera acertada a manifestação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que condenou o ataque ao país vizinho (leia aqui). Contudo, pondera a complexidade da relação do líder brasileiro com o Governo Maduro. “É um regime autoritário, autocrático, muito diferente do início do movimento revolucionário bolivariano, que enfrenta problemas em processos eleitorais, de falta de transparência”.

Também chama atenção para as implicações que a postura do presidente brasileiro em relação ao tema internacional pode ter num ano de eleições gerais. “É um ponto delicado, mas, além da questão eleitoral delicada, o ataque dá vazão à entrada dos EUA em um país com o qual o Brasil tem fronteira. É tudo muito complexo”, concluiu.

Lula se manifesta contra agressão estadunidense ao país vizinho || Foto Ricardo Stuckert
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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) manifestou-se contra o ataque militar dos Estados Unidos da América (EUA) à Venezuela, ocorrido na madrugada deste sábado (horário de Brasília). As tropas invasoras sequestraram o presidente Nicolás Maduro e a primeira-dama Cilia Flores. O governo venezuelano confirmou que o paradeiro de ambos é desconhecido e exigiu que o país invasor apresente prova de vida do casal.

Para Lula, agressão ao país vizinho remonta ao terrorismo de Estado promovido no continente pelos EUA durante a Guerra Fria. “Atacar países, em flagrante violação do direito internacional, é o primeiro passo para um mundo de violência, caos e instabilidade, onde a lei do mais forte prevalece sobre o multilateralismo. A condenação ao uso da força é consistente com a posição que o Brasil sempre tem adotado em situações recentes em outros países e regiões”, escreveu o presidente em uma rede social.

“A ação lembra os piores momentos da interferência na política da América Latina e do Caribe e ameaça a preservação da região como zona de paz. A comunidade internacional, por meio da Organização das Nações Unidas, precisa responder de forma vigorosa a esse episódio. O Brasil condena essas ações e segue à disposição para promover a via do diálogo e da cooperação”, acrescentou.

JERÔNIMO ANUNCIA AJUDA AOS BAIANOS NA VENEZUELA

O governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT), alinhou-se ao posicionamento do governo brasileiro e anunciou que o estado atua para identificar a situação dos baianos que estão na Venezuela. “[O Governo da Bahia está] agindo para que suas necessidades sejam atendidas pela Embaixada do Brasil naquele país, em conjunto com as dos demais brasileiros, bem como junto ao Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania”, anunciou o líder baiano em uma rede social.

Empresa portuguesa pode assumir operações da Bamin
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A portuguesa Mota-Engil está negociando a compra da Bahia Mineração (Bamin). A empresa de origem europeia tem entre os seus principais sócios a China Communications Construction Company (CCCC). A informação foi divulgada nesta tarde pelo jornal especializado Valor Econômico.

A Bamin detém a concessão da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol) no trecho baiano e paralisou investimentos na construção do terminal portuário Porto Sul, no litoral norte de Ilhéus.

A empresa também é detentora da operação de minério de ferro em Caetité. De acordo com o Valor, as conversas estão avançadas entre Mota-Engil e Bamin, empresa brasileira que tem como dona a Eurasian Resources Group (ERG).

Desde o ano passado, a Bamin vem sendo negociada, por exemplo, com a Vale e a Brazil Iron.  Segundo o jornal, a Rumo, da Cosan, não mais demonstrou interesse na aquisição da Bamin.

Brasil enfrentará a Croácia antes da Copa de 2026 || Foto Rafael Ribeiro/CBF
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O Brasil confirmou amistosos contra França e Croácia, nos Estados Unidos, em março de 2026, meses antes do início da Copa do Mundo. O objetivo da Seleção Brasileira é enfrentar fortes adversários europeus, após ter encarado os rivais asiáticos Coreia do Sul e Japão, em outubro, e os africanos Senegal e Tunísia, em novembro.

Franceses e croatas estão no Top 10 do Ranking Mundial Masculino da FIFA. A França ocupa a terceira colocação. A Croácia é a décima. Já o Brasil se encontra na quinta posição.

COPA DO MUNDO

Nesta sexta-feira (5), a Seleção Brasileira conheceu seus adversários na fase de grupos da Copa do Mundo. O Brasil será o cabeça de chave do Grupo C e terá pela frente Marrocos, Haiti e Escócia. Os locais e os horários das partidas serão anunciados pela FIFA neste sábado (6).