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O Ministério da Economia manteve a previsão de queda do Produto Interno Bruto (PIB) em 4,7%, este ano. O PIB é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país. A estimativa está no boletim macrofiscal da Secretaria de Política Econômica (SPE), divulgado hoje (15). Também foi mantida a previsão de crescimento de 3,2% do PIB para 2021.

“Apesar da extensão do isolamento social, a projeção do crescimento do PIB para 2020 foi mantida em -4,7% diante da melhoria dos indicadores, refletindo um efeito positivo das políticas adotadas até então”, diz o boletim.

Para a SPE, a atividade econômica foi fortemente impactada pela pandemia em abril e maio deste ano e a perspectiva de recuperação é a partir do segundo semestre. “Resultados da atividade de abril e maio indicam que o vale da crise provocada pela pandemia provavelmente ficou para trás. Houve retração na indústria, comércio e serviços, e apenas a agropecuária apresentou resultados positivos. Muitos indicadores de maio e junho mostram sinais de reação da economia para iniciar a saída do ‘fundo do poço’ e a recuperação no segundo semestre”, diz o boletim.

Para o mercado financeiro, a queda do PIB este ano será maior, de 6,1%. Para 2021, a previsão mais recente do mercado financeiro é de crescimento de 3,5%.

O Secretário de Política Econômica, Adolfo Sachsida, disse que analistas que previam queda da economia acima de 6,5% neste ano já estão revisando as projeções para baixo. “Estamos em um ambiente de extrema incerteza. Existem movimentos que pressionam para piorar o PIB e outros, para melhorar”, afirmou.

Segundo ele, a duração da pandemia por mais tempo do que o previsto inicialmente é um fator que contribui para a piora do resultado. Por outro lado, destacou, as vendas do comércio pela internet e a extensão do auxílio emergencial em mais duas parcelas contribuem para a retomada da economia.

INFLAÇÃO

A previsão da inflação em 2020 medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) passou de 1,77%, na última publicação do boletim, para 1,60%. “Os principais responsáveis pela menor inflação esperada ainda deverão ser os bens industriais e os serviços. A desaceleração é resultado direto dos impactos na atividade econômica. Ademais, os preços monitorados também apresentaram forte recuo com destaque para energia elétrica, gasolina e óleo diesel. Em sentido oposto, o grupo alimentação no domicílio que engloba, genericamente, alimentos vendidos por mercados e estabelecimentos similares, apresentaram aceleração”, diz o boletim.

Já para inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), a estimativa passou de 2,45% para 2,09%. No caso do Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI), a expectativa de variação passou de 4,49% para 6,58%, neste ano.

Sisu oferta mais 4,3 vagas em cursos de graduação na Bahia
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O Ministério da Educação (MEC) anunciou que divulgará, nesta terça (14), o resultado da primeira chamada do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) do segundo semestre. Mais de 800 mil estudantes se inscreveram para disputar vagas em instituições públicas do ensino superior no país.

Segundo o Ministério da Educação (MEC), mais de 50% desses estudantes – 424.991 mil – disputam 51.924 mil vagas ofertadas em 57 instituições públicas. O período para matrícula da chamada regular será de 16 a 21 de julho.

Pela primeira vez, além dos cursos de graduação presenciais, o Sisu vai ofertar vagas na modalidade a distância (EaD). Além de terem feito o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2019, os interessados não podem ter zerado a redação. Estudantes que fizeram o exame na condição de treineiros também não podem participar.

SELEÇÃO

Segundo o Ministério da Educação, o Sisu foi desenvolvido para selecionar os candidatos às vagas das instituições públicas de ensino superior que usarão a nota do Enem como única fase de seu processo seletivo.

De acordo com o edital do Sisu, a ordem dos critérios para a classificação de candidatos é a seguinte: maior nota na redação, maior nota na prova de linguagem, códigos e suas tecnologias; maior nota na prova de matemática e suas tecnologias; maior nota na prova de ciências da natureza e suas tecnologias e maior nota na prova de ciências humanas e suas tecnologias.

LISTA DE ESPERA

O candidato que não foi selecionado em uma das duas opções, em primeira chamada, deverá manifestar seu interesse em participar da lista de espera, por meio da página do Sisu na internet, entre os dias 14 e 21 de julho.

A partir daí, basta acompanhar as convocações feitas pelas instituições para preenchimento das vagas em lista de espera, observando prazos, procedimentos e documentos exigidos para matrícula ou para registro acadêmico, estabelecidos em edital próprio da instituição, inclusive horários e locais de atendimento por ela definidos.

Mercado animado com melhores preços para o boi gordo || Foto Divulgação
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A alta no preço do boi gordo no país animou pecuaristas do sul da Bahia. Nesta semana, o preço médio da arroba do boi gordo em Itabuna atingiu R$ 225,00, com tendência de alta, segundo análise da Associação dos Agropecuaristas do Sul da Bahia (Adasb).

Especialistas em análise do mercado do boi, atribuem essa tendência à alta no dólar, aumento significativo nas exportações para a China, por influência da peste suína que dizimou o plantel e a consequente aceitação do consumidor chinês para a carne vermelha, e a dificuldade na reposição de bezerros por causa do preço.

Um site especializado na área, o Scoot Consultoria, informa que somente em junho o volume exportado de carne bovina in natura para a China foi recorde para o mês, totalizando 152,5 mil toneladas. “A quantidade exportada cresceu 33,2% na comparação com o mesmo período do ano passado”, diz o site.

Para o presidente da Associação dos Agropecuaristas do Sul da Bahia (Adasb), Beto Dantas, a oferta reduzida de animais para abate e a crescente demanda para exportação têm influenciado positivamente nos preços da arroba. “Além disso, a injeção de dinheiro na economia brasileira, por conta do auxílio emergencial do governo federal, tem aumentado o consumo do brasileiro”, afirma Beto Dantas.

Ricardo Nunes foi preso em operação nesta quarta || Foto Divulgação
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Policiais civis, auditores-fiscais da Receita e três promotores de Justiça de Minas Gerais saíram às ruas de quatro cidades mineiras e de São Paulo nas primeiras horas da manhã de hoje (8) para cumprir três mandados judiciais de prisão e 14 mandados de busca e apreensão expedidos contra empresários investigados por sonegação fiscal e lavagem de dinheiro.

Entre os principais alvos da investigação está o fundador da rede varejista Ricardo Eletro, Ricardo Nunes, detido em São Paulo. A filha mais velha do empresário, Laura Nunes, e um irmão também são alvo da Operação Direto com o Dono. Um segurança que tentou impedir a ação policial também foi detido pelo crime de desobediência.

Segundo o Ministério Público de Minas Gerais (MP-MG), os investigados são suspeitos de sonegar, ao longo de mais de cinco anos, cerca de R$ 400 milhões em impostos estaduais, como o ICMS. De acordo com promotores que participam da operação conjunta, além dos valores sonegados aos cofres públicos mineiros, a Ricardo Eletro tem “dívidas vultosas em praticamente todos os estados onde possui filiais [lojas]”.

De acordo com o Ministério Público, “o inquérito corre sob sigilo, mas as provas já colhidas denotam a participação efetiva deste alvo na administração da empresa. Há inúmeros indícios de que esta administração fática ainda é realizada pelo alvo principal da operação”.

Expedidos pela Vara de Inquéritos de Contagem, os mandados de prisão e de busca e apreensão estão sendo cumpridos em Belo Horizonte, Contagem, Nova Lima, em Minas Gerais, e nas cidades de São Paulo e Santo André (SP).

A fim de garantir o ressarcimento dos prejuízos aos cofres mineiros, a Justiça também determinou o sequestro ao equivalente a R$ 60 milhões em bens imóveis atribuídos a Ricardo Nunes – ainda que muitos deles, segundo os promotores responsáveis pelo caso, estejam registrados em nome de parentes do empresário. De acordo com o Ministério Público, a medida é necessária pois a Ricardo Eletro encontra-se em situação de recuperação extrajudicial, “sem condições de arcar com suas dívidas, já tendo fechado diversas unidades e demitido dezenas de trabalhadores”.

No total, a Operação Direto com o Dono mobiliza três promotores de Justiça, 60 auditores-fiscais da Receita estadual, quatro delegados e 55 investigadores da Polícia Civil.

RICARDO ELETRO

Em nota, a Ricardo Eletro informou que Ricardo Nunes e familiares não fazem parte do seu quadro de acionistas e nem mesmo da administração da companhia desde 2019.

“A Ricardo Eletro pertence a um fundo de investimento em participação, que vem trabalhando para superar as crises financeiras que assolam a companhia desde 2017, sendo inclusive objeto de recuperação extrajudicial devidamente homologada perante a Justiça, em 2019”, diz a nota.

A Ricardo Eletro esclareceu que “a operação realizada hoje (8) pelo Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), pela Receita Estadual e pela Polícia Civil, faz parte de processos anteriores a gestão atual da companhia e dizem respeito a supostos atos praticados por Ricardo Nunes e familiares, não tendo ligação com a companhia”.Leia Mais

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A pandemia do coronavírus e suas consequências socioeconômicas levaram milhares de pessoas a morar nas ruas. Porém, a grande mídia deu pesos e medidas completamente diferentes às duas falas.

Cláudio Rodrigues || aclaudiors@gmail.com

A primeira semana de julho chega ao fim com mais de 64 mil óbitos vitimas da Covid-19, essa pandemia que mudou por completo nossas vidas. Além da tragédia da pandemia, a semana foi marcada por duas declarações, no mínimo infelizes: uma do prefeito de Itabuna, Fernando Gomes, e outra da primeira-dama e presidente do Fundo Social de São Paulo, Bia Doria.

Em uma entrevista coletiva por videoconferência, na última terça, dia 30, o prefeito da cidade sul-baiana soltou uma frase que lembrou o “E daí?” do presidente Jair Bolsonaro. “Primeiro, lutar pela vida, a vida é uma só. [Depois que] morrer, acabou [a vida]. Não tem fortuna, não tem pobreza, não tem falência, não tem nada. Mas não posso abrir uma coisa que não tenho cobertura. Com a dúvida, com os nossos morrendo por causa de um leito em Itabuna, vou transferir essa abertura. No dia 8, mandei fazer o decreto, que no dia 9 abre, morra quem morrer”, disse o prefeito.

O “morra quem morrer” do prefeito Gomes foi a principal notícia do day after. Todos os veículos de comunicação em seus programas noticiosos, de entretenimento e até algumas agências de notícias internacionais deram destaque à fala do prefeito, além dos comentários nas redes sociais.

Já a primeira-dama do estado de São Paulo, em uma entrevista publicada em rede social, para a socialite Val Marchiori, aquela do empréstimo irregular de R$ 2,79 milhões, junto ao Banco do Brasil, segundo atestou o Tribunal de Contas da União (TCU), travaram um diálogo com algumas “pérolas” que beiraram o ridículo.

“Falando sobre projetos sociais, algo muito importante é assim… as pessoas que estão na rua… não é correto você chegar na rua e dar marmita, porque a pessoa tem que se conscientizar que ela tem que sair da rua. Porque a rua hoje é um atrativo, as pessoas gostam de ficar na rua”, disse a senhora Doria. A entrevistadora questionou: “eles querem ficar na rua porque no abrigo eles têm horário pra entrar, eles têm responsabilidades, limpeza e eles não querem, né, Bia?

A presidente do Fundo Social do estado mais rico do Brasil afirmou: “Não querem! A pessoa quer receber a comida, a roupa, uma ajuda, e não quer ter responsabilidade. Então, isso tá errado”. Sem perder o embalo, a socialite e dublê de jornalista emendou: “todo mundo tem responsabilidades”. Não se fazendo de rogada, a mulher do governador João Doria completou: “Nós temos, se a gente não pagar nossas contas, vai pra cartório. E o povo fala!”.

O que difere a falta de empatia do prefeito de Itabuna, Fernando Gomes, e a da primeira-dama de São Paulo, Bia Doria? O primeiro é um senhor de 81 anos, em seu quinto mandato de prefeito e no final da carreira política. Ex-vaqueiro, semialfabetizado, como uma dicção quase que incompreensível e sofrendo uma forte pressão por parte do setor econômico da cidade. Gomes tem uma carreira política muito controversa. Foi destaque na revista Veja como “O marajá dos marajás” por ter um salário de quase U$ 18 mil, no inicio dos anos de 1990, em um de seus mandatos de prefeito.

Bia Doria é artista plástica, tem no currículo exposições realizadas em todo o Brasil e em países da Europa e Estados Unidos, filha de imigrantes italianos. Estava em um bate-papo descontraído, nas dependências do Palácio dos Bandeirantes e, aos 60 anos, preside um órgão do Governo do estado de São Paulo responsável por atender pessoas em situação de vulnerabilidade social.

A fala da primeira-dama paulista foi tão chocante e repulsiva quanto a do prefeito itabunense. Vale lembrar que a pandemia do coronavírus e suas consequências socioeconômicas levaram milhares de pessoas a morar nas ruas. Porém, a grande mídia deu pesos e medidas completamente diferentes às duas falas.

Não quero fazer defesa do alcaide baiano, pois Fernando Gomes é o tipo de político que conta com minha completa aversão, mas o comportamento de Bia Doria, uma elitista que já se envolveu em outras polêmicas, não difere em nada. Faltou a ambos sentir o que sentiria outra pessoa caso estivesse vivendo a mesma situação.

Cláudio Rodrigues é consultor em comunicação.

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O Congresso Nacional promulgará, nesta quinta (2), emenda constitucional que adiará para novembro as eleições municipais de 2020. Com a mudança no calendário, o primeiro turno ocorrerá no dia 15 e o segundo turno no dia 29 de novembro. A PEC do Adiamento das Eleições foi aprovada pela Câmara dos Deputados nesta quarta (1º), após ter sido votada no Senado Federal.

O presidente do Congresso, senador Davi Alcolumbre, anunciou para as 10h desta quinta a promulgação da emenda que adia as eleições municipais devido à pandemia da covid-19. Originalmente, o pleito ocorreria em 4 de outubro.

Segundo o texto aprovado, até 16 de setembro, os partidos devem escolher os candidatos por meio das convenções e, até 26 de setembro, serão aceitos os registros dos candidatos. Também em 26 de setembro, está autorizado o início da propaganda eleitoral, inclusive na internet. Até 27 de outubro, as legendas deverão detalhar os gastos com o Fundo Partidário e, até 15 de dezembro, prestar contas ao TSE.

O texto aprovado permite ainda a realização, no segundo semestre deste ano, de propagandas institucionais relacionadas ao enfrentamento da pandemia de coronavírus, resguardada a possibilidade de apuração de eventual conduta abusiva, nos termos da legislação eleitoral.

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O Ministério da Educação (MEC) e o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) divulgaram, hoje (1º), o resultado da enquete para a escolha do novo período de aplicação das provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2020. Para 49,7% dos estudantes, o Enem impresso deve ser aplicado em 2 e 9 de maio de 2021 e o Enem digital em 16 e 23 de maio.

As outras opções de data eram o Enem impresso em 6 e 13 de dezembro deste ano e Enem digital em 10 e 17 de janeiro de 2021, com 15% dos votos; e Enem impresso em 10 e 17 de janeiro de 2021 e Enem digital em 24 e 31 de janeiro, com 35,3% dos votos dos estudantes.

As provas, que aconteceriam em novembro deste ano, foram adiadas em função das medidas de enfrentamento à pandemia da covid-19.

A pesquisa com os estudantes foi aberta no dia 20 de junho na Página do Participante e 1,113 milhão de estudantes, que representam 19,3% dos inscritos no exame, responderam de forma voluntária. O Enem 2020 tem pouco mais de 5,7 milhões de inscritos.

DATA

De acordo com o presidente do Inep, Alexandre Lopes, a data escolhida pelos estudantes ainda não é a oficial, mas será levada em conta para a definição. “Mais de 80% pediram para fazer a prova no ano que vem. É uma opinião importante, mas não é a única fonte de decisão”, disse, ressaltando que poderá ser, inclusive, uma data diferente daquelas que foram colocadas na enquete.

Lopes explicou que o MEC e o Inep irão, agora, consultar o Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed), que estão tratando do cronograma das aulas no ensino médio, e as associações que representam as instituições de ensino superior, para saber quando pretendem começar o primeiro semestre ano que vem. “A data sairá desse processo de construção coletiva”, disse.

A expectativa é que a definição do período de aplicação da prova seja anunciado daqui duas ou três semanas. Segundo Lopes, independentemente da data, o governo está se preparando para garantir a segurança sanitária dos participantes e das pessoas que trabalham na aplicação do Enem, com a disponibilização de álcool em gel e máscaras, além de diminuir a quantidade de estudantes nas salas.

Para o secretário-executivo do MEC, Antonio Paulo Vogel, caso o Enem 2020 seja realizado em maio do ano que vem, isso prejudicaria o primeiro semestre letivo das universidades. “É uma variável que será levada em consideração no debate com as instituições”, explicou.

SISU E ENADE

Paulo Vogel disse que o portal do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) já está aberto para a consulta de vagas para ingresso no segundo semestre deste ano, nas universidades e institutos federais de ensino. As inscrições vão de 7 a 10 de julho.

O presidente do Inep, Alexandre Lopes, também anunciou que a prova do Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade) de 2020, que aconteceria em novembro, será adiada para 2021 em razão da pandemia da covid-19 e dos problemas para a conclusão do cronograma do segundo semestre letivo. A nova data ainda será definida. O Enade avalia o desempenho dos estudantes e dos cursos de ensino superior.

Receita Federal começa a receber hoje declaração do Imposto de Renda || Foto Marcelo Camargo/Agência Brasil
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A Receita Federal paga hoje (30) o segundo lote de restituição do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) de 2020. Mais de 3,3 milhões contribuintes receberão R$ 5,7 bilhões no lote de maior valor já registrado.

Desse valor total, R$ 3,977 bilhões são para contribuintes com direito a prioridade no recebimento: 54.047 acima de 80 anos; 1.186.406 entre 60 e 79 anos; 89.068 pessoas com alguma deficiência física, mental ou doença grave; e 937.234 contribuintes cuja maior fonte de renda é o magistério. Foram contemplados ainda mais de 1 milhão de contribuintes não prioritários que entregaram a declaração até o dia 4 de março.

Neste ano, os lotes de restituição foram reduzidos de sete para cinco, com pagamento iniciando antes mesmo do fim do prazo de entrega, que é hoje. O primeiro lote foi pago em 29 de maio.

Para saber se teve a declaração liberada, o contribuinte deve acessar a página da Receita Federal na internet.

Na consulta à página da Receita, serviço e-CAC, é possível acessar o extrato da declaração e ver se há inconsistências de dados identificadas pelo processamento. Nessa hipótese, o contribuinte pode avaliar as inconsistências e fazer a autorregularização, mediante entrega de declaração retificadora.

A Receita disponibiliza ainda aplicativo para tablets smartphones, que facilita consulta às declarações do IRPF e situação cadastral no CPF. Com ele, será possível consultar diretamente nas bases da Receita Federal informações sobre liberação das restituições do Imposto de Renda Pessoa Física e a situação cadastral de uma inscrição no CPF.Leia Mais

Rodrigo Maia diz que acordo sobre eleições está ainda distante
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O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), disse hoje (29) que ainda está longe de um acordo para votar na Casa a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 18/20, que adia as eleições municipais deste ano, previstas para outubro, em razão da pandemia do novo coronavírus (covid-19).

O texto, aprovado na semana passada no Senado, prevê que o pleito seja realizado nos dias 15 e 29 de novembro, em vez das datas oficiais de 4 e 25 de outubro.

Rodrigo Maia disse que está trabalhando para que haja consenso para votar a matéria até quarta-feira (1°). “É importante que a Câmara tome a sua decisão. Estamos dialogando para construir o apoio necessário, até a unanimidade, para que a gente possa votar, mas ainda estamos longe disso. A nossa intenção é, com diálogo, chegar até quarta-feira (1º) a uma solução para esse problema”, disse durante coletiva ao lado do prefeito de São Paulo, Bruno Covas, e do deputado federal Baleia Rossi (MDB-SP), depois de uma reunião reservada.

Maia, que defende o adiamento do pleito, lembrou que pelo atual calendário eleitoral, o dia 4 de julho já impõe uma série de restrições nas condutas de agentes públicos e servidores que podem afetar a igualdade de oportunidades entre candidatos nos pleitos eleitorais.

“A decisão de votar a PEC precisa acontecer essa semana, até porque temos o prazo de 4 de julho, que é muito importante. São milhares de servidores públicos que pretendem disputar a eleição, certamente muitos na área da saúde, que precisam da informação para tomar a sua decisão”, disse.Leia Mais

Anvisa autoriza teste para vacina chinesa contra a covid-19 || Foto Divulgação
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O Brasil fechou acordo para disponibilização no futuro de doses de uma vacina que está sendo testada para o tratamento da covid-19. O medicamento está sendo desenvolvido em uma iniciativa conjunta da Universidade de Oxford e de um laboratório no Reino Unido e já está sendo testado no país.

O acordo prevê a produção de 100 milhões de doses de vacina por meio da aquisição de insumos e transferência de tecnologia para produção no país.

Caso seja comprovada a eficácia deste tratamento, dois lotes, de 15,2 milhões de unidades cada, serão disponibilizados em dezembro de 2020 e janeiro de 2021, totalizando cerca de 30 milhões de doses, ao custo de US$ 127 milhões. Os primeiros lotes serão destinados aos grupos de risco, como idosos e pessoas com comorbidades, além de profissionais de saúde e trabalhadores da segurança pública. O Brasil poderá ainda contar com mais 70 milhões de doses, por cerca de US$ 160 milhões.

Em entrevista coletiva em Brasília, o secretário executivo do Ministério da Saúde, Élcio Franco, justificou a opção por assumir o risco da pesquisa, mesmo sem a comprovação da eficácia do medicamento. “O risco é necessário devido à urgência de busca de solução efetiva para as demandas de saúde pública. Consideramos um avanço para a tecnologia nacional e uma amostra do esforço do governo de encontrar soluções para a população brasileira.”

O secretário de Vigilância em Saúde, Arnaldo de Medeiros, destacou a situação promissora deste tratamento. “A vacina já está na fase 3, em fase clínica. O Brasil é representante do conjunto de nações que estão testando a vacina. A gente tem uma oportunidade de produzirmos e avançarmos com a oferta desta parceria e encomenda tecnológica. É óbvio que toda e qualquer entrega à população será feita com respeito aos critérios farmacológicos e clínicos e da segurança à população”, declarou.

Caso não seja comprovada a eficácia, o secretário de Vigilância em Saúde informou que não haverá aplicação da vacina, mas que permanece a transferência de tecnologia prevista no acordo para continuar avaliando soluções de tratamento.

De acordo com o Ministério da Saúde, há 460 projetos de pesquisa aprovados sobre diferentes aspectos relacionados à covid-19, de tratamentos ao entendimento da doença. Há também 114 ensaios clínicos e 44.262 participantes dessas iniciativas.

TESTE

Os testes da vacina ChAdOx1 nCoV-19 no Brasil foram anunciados no início do mês e deverão contar, de acordo com a Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), com 2 mil voluntários em São Paulo e com 1 mil no Rio de Janeiro, onde serão realizados pela Rede D’Or. Com informações da Agência Brasil.

Senai recuperou mais de 200 respiradores na Bahia || Foto Seplan-BA
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O Senai aparece em oitavo lugar na lista com as 100 maiores empresas em doações no esforço contra a Covid-19 no Brasil. Iniciativas vão do conserto de respiradores à fabricação de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) e ao financiamento da inovação

O Senai está entre os maiores doadores do Brasil no combate ao novo coronavírus. A instituição aparece em oitavo lugar na lista da revista Forbes com as 100 maiores empresas doadoras do país. Essa rede de solidariedade já disponibilizou mais de R$ 5,4 bi na luta contra a Covid-19.

No caso do Senai, a matéria cita a mobilização feita junto ao setor industrial, com R$ 63 milhões destinados ao combate ao vírus. A rede coordenada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) e pelo Senai mobilizou 380 indústrias de diversos portes, entidades representativas setoriais e as federações estaduais das indústrias.

Atualmente, o apoio do setor industrial contra o novo coronavírus já passa dos R$ 336 mi. São ações que vão do conserto de respiradores mecânicos à produção de testes rápidos e à doação de insumos essenciais ao sistema de saúde e seus profissionais.

Conheça as 10 maiores doadoras, segundo a lista da Forbes

1º – Itaú Unibanco: R$ 1 bilhão
2º – Vale: R$ 500 milhões
3º – JBS: R$ 400 milhões
4º – Ambev: R$ 110 milhões
5º – Rede D’Or: R$ 110 milhões
6º – Bradesco: R$ 99 milhoes
7º – Caoa Chery: R$ 74 milhões
8º – SENAI: R$ 63 milhões
9º – Nestlé: R$ 55 milhões
10º – BRF: R$ 50 milhões

Pequenos negócios adotam aplicativos para vendas online || Imagem AB
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A cabeleireira Aline Lima viu sua renda despencar 90% entre março e abril, no primeiro mês em que passou a vigorar a quarentena e o fechamento do comércio não essencial na maior parte do país, por causa da pandemia do novo coronavírus. Proprietária de um salão de beleza, ela paralisou as atividades de forma repentina e teve dificuldade de pagar as contas, que continuaram chegando.

“No começo, eu ainda tinha um resto de dinheiro que havia entrado no mês anterior, mas logo as reservas acabaram e foi bem difícil pagar o aluguel do ponto do salão”, afirma a microempreendedora paulista. Aline chegou a recorrer ao auxílio emergencial de R$ 600, mas não teve seu cadastro aprovado. Em meio ao cenário de incerteza, surgiu a oportunidade de um novo negócio. “A esposa de um amigo, que tem uma fábrica de pijamas, me ofereceu as peças de forma consignada, em que ganhava parte da comissão na venda de cada roupa, e tem dado muito certo. É o que tem salvado”, relata.

Assim como Aline, milhares de microempreendedores têm buscado alternativas para minimizar a perda de renda durante a pandemia. Uma pesquisa da startup SumUp, instituição financeira com foco nos pequenos negócios, mostra que 35% passaram a adotar a venda online, inclusive de outros produtos e serviços. A SumUp, que oferece principalmente maquininhas de cartão para microempreendedores, vem realizando o levantamento para acompanhar a situação de seus clientes em todo o território nacional.

A terceira rodada da pesquisa foi realizada entre os dias 18 e 20 de maio, com 3.800 pequenos negócios, para entender o impacto da covid-19 sobre o segmento. São profissionais das mais diversas áreas, como uma manicure que também oferece cosméticos, um vendedor de roupas e bijuterias, uma tatuadora com estúdio próprio ou até mesmo um profissional de assistência e instalação. A média de transações dessas pessoas é de cerca de R$ 2 mil mensais, segundo a SumUp.

USO CRESCENTE DA INTERNET

Até março, menos da metade (35%) desses pequenos negócios usava a internet para vender produtos e serviços. Em pouco mais de três meses, já são 70%. Entre os novos produtos que passaram a ser vendidos pelos microempreendedores, os mais citados são máscaras e roupas, por exemplo.

É o caso de Dionísio da Silva Pereira, de Horizonte (CE), que vende cosméticos, mas que durante a pandemia viu a demanda pelo produto cair. Foi então que decidiu investir em novo negócio. “Eu trabalhava com venda direta de cosméticos, sem loja física, só que aí eu parei com os cosméticos, compramos umas máquinas e começamos a costurar para vender máscaras”, conta. O novo negócio não resolveu a queda na renda, mas reduziu seu impacto negativo e abriu a perspectiva de uma nova atividade. “A gente pretende investir no ramo de vestuário, agora que temos a máquina e estamos desenvolvendo a costura”, afirma.

Tanto para novos negócios digitais quanto para os que já funcionavam antes da pandemia, os aplicativos de mensagem, principalmente o whatsApp, são a principal ferramenta de vendas, utilizados em 67% dos casos, segundo a pesquisa. O Instagram é a rede social preferida por 22% dos microempreendedores que adotam a venda online.

Entre os negócios afetados pelo fechamento do comércio, serviços esportivos, serviços para eventos e fotografia foram os mais atingidos, com mais de 60% de paralisação temporária ou permanente. Dos negócios que estão paralisados, 27% passaram a adotar a venda online, mas 40% seguem sem a oferta desse tipo de serviço.

Mais do que oferecer pagamento a distância ou contar com uma loja virtual, o serviço de delivery foi considerado o item mais importante para quem passou a fazer venda online durante a pandemia. De acordo com a pesquisa, 40% dos microempreendedores disseram que o serviço de entrega é o mais importante, seguido de pagamento a distância (30%), ter uma loja virtual (20%) e anúncios nas redes sociais (10%).

“Como o comércio estava fechado, teve muita demanda por entrega. No meu caso, que estava vendendo pijama e entregava em casa, os clientes ainda podiam experimentar a roupa, para verificar o tamanho certo”, conta Aline Lima. Quase a totalidade dos pequenos negócios (95%) usa um serviço de delivery próprio e só 5% disseram utilizar os aplicativos de entrega.

SITUAÇÃO FINANCEIRA

O levantamento mostra que a queda na receita foi brutal para os pequenos negócios. A grande maioria (71%) dos entrevistados afirmou que a queda foi de mais de 60% na renda.

Em cidades que adotaram o lockdown, com regras mais rigorosas de isolamento social, um número ligeiramente maior de microempreendedores (74%) também registrou a mesma perda financeira. Entre os que tiveram o ponto de venda fechado por causa da pandemia, 63% relataram queda de mais de 80% no faturamento depois de um mês. Mesmo entre os empreendedores que puderam manter seu ponto de venda aberto, 58% amargaram perdas de mais de 60% na renda.

A pesquisa mostrou que 67% dos pequenos negócios mapeados tinham reserva financeira para a quarentena e, mesmo assim, vão precisar de auxílio financeiro nos próximos seis meses, principalmente para pagar contas do próprio negócio, como aluguel, luz, internet e contas pessoais. Cerca de 30% dos empreendedores afirmaram que já estão sem reservas.

Entre as pessoas que tiveram que fechar o negócio de forma permanente durante a pandemia, 56% solicitaram o auxílio emergencial e já tiveram o pedido aprovado ou ainda estão aguardando. Outros 21% tiveram o pedido negado. Do total de empreendedores que receberam o auxílio emergencial do governo, pelo menos 36% afirmaram que vão precisar de mais auxílio financeiro para sobreviver nos próximos meses. O auxílio emergencial do governo foi a única alternativa de renda emergencial para 95% dos entrevistados.

Inscrições no prêmio de gestão já estão abertas | Foto Divulgação
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Estão abertas as inscrições para o Prêmio Gestão Escolar (PGE) 2020, promovido pelo Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed), em conjunto com a Organização dos Estados Ibero-Americanos (OEI)  e a União dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime). Neste ano, a iniciativa vai reconhecer práticas exitosas das escolas que, no momento de afastamento social, conseguiram encontrar soluções para o enfrentamento das dificuldades impostas pela pandemia. As inscrições devem ser feitas pelo site www.premiogestaoescolar.com.br.

O lançamento do PGE aconteceu na terça-feira (16), durante uma live com o escritor e especialista em desenvolvimento das competências de liderança organizacional, educacional e pessoal, Eduardo Shinyashiki. A diretora escolar Mirlane Ramos, da unidade Monsenhor Raimundo Nonato Melo, escola da zona Leste de Teresina que venceu a etapa estadual do prêmio em 2018, concedeu um dos depoimentos da abertura da live.

“O prêmio em si já traz muitos benefícios para a escola, pois ela passa a ser mais procurada, a comunidade escolar procura e valoriza mais  nosso trabalho, nossos alunos passam a ser mais motivados na participação dos projetos e atividades da escola, os professores se articulam e engajam mais no ensino-aprendizagem, enfim, cria um clima mais agradável para a equipe gestora desenvolver o seu trabalho”, relatou.

De acordo com a coordenadora nacional do Prêmio Gestão Escolar e secretária de Educação do Tocantins, Adriana Aguiar, a suspensão das aulas presenciais nas escolas provocou uma mudança importante no formato do prêmio e esta será a principal novidade da edição deste ano. “Este ano, o Prêmio Gestão Escolar vai buscar, sobretudo, proporcionar um processo de diálogo diferente para compreender as práticas das mais diversas possíveis. Queremos ampliar a participação dos municípios nesta edição. Vamos aproveitar também para trabalhar em regime de colaboração com os estados, olhar e compreender a realidade da gestão, a complexidade e as soluções encontradas”, destaca a coordenadora.

Na Bahia, o PGE é coordenado pela professora Shirley Costa, para quem as escolas no Estado terão bons exemplos a compartilhar. “A edição especial do Prêmio Gestão Escolar chega como uma grande oportunidade para as escolas da Bahia. Isso porque é evidente o movimento inovador de gestores baianos ao se reinventarem para manter a motivação dos professores e, consequentemente, o vínculo com os estudantes, valorizando as múltiplas aprendizagens, mantendo a escola viva e acolhedora, mesmo com o prédio físico fechado”, afirmou.

A edição 2020 do PGE tem o patrocínio da Fundação Itaú para a Educação e Cultura e conta com a parceria da Bett Educar, do British Council, da Fundação Roberto Marinho, da Fundação Santillana, do Instituto Natura, do Ministério da Educação, da Unesco, da Unicef e da Univesp.

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Governo aumenta recursos para o Plano Safra 2020-2021
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Governo federal lançou, nesta quarta-feira (17), em Brasília, o Plano Safra 2020-2021, com R$ 236,3 bilhões para apoiar a produção agropecuária nacional, um aumento de R$ 13,5 bilhões em relação ao plano anterior. Os financiamentos poderão ser contratados de 1º de julho de 2020 a 30 de junho de 2021.

Do total, R$ 179,38 bilhões serão destinados ao custeio e comercialização (5,9% acima do valor da safra passada) e R$ 56,92 bilhões serão para investimentos em infraestrutura (aumento de 6,6%). Todos esses recursos vão garantir a continuidade da produção no campo e o abastecimento de alimentos no país durante e após a pandemia do novo Coronavírus.

PEQUENOS E MÉDIOS PRODUTORES

Os pequenos produtores rurais terão R$ 33 bilhões para financiamento pelo Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), com juros de 2,75% e 4% ao ano, para custeio e comercialização.

Para os médios produtores rurais, serão destinados R$ 33,1 bilhões, por meio do Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural (Pronamp), com taxas de juros de 5% ao ano (custeio e comercialização). Para os grandes produtores, a taxa de juros será de 6% ao ano.

A subvenção ao Prêmio do Seguro Rural teve um acréscimo de 30% no valor, chegando a R$ 1,3 bilhão, o maior montante desde a criação do seguro rural. O valor deve possibilitar a contratação de 298 mil apólices, num montante segurado da ordem de R$ 52 bilhões e cobertura de 21 milhões de hectares.

Para incentivar a construção de armazéns nas propriedades, serão destinados R$ 2,2 bilhões. Para o financiamento de armazéns com capacidade de até 6 mil toneladas nas propriedades, a taxa de juros é de 5% ao ano.

Cleidiana Alves até tentou vaga, mas não foi eleita e agora tem auxílio negado
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Uma mulher de Teixeira de Freitas, no sul da Bahia, teve o auxílio emergencial negado pela Caixa Econômica Federal, depois que o sistema apontou que ela é política eleita na cidade. Ela alega que se candidatou a vereadora em 2016, mas não venceu o pleito.

Cleidiana Alves Mendes de Oliveira tem 33 anos, trabalha como faxineira e precisa do benefício do governo, por causa da falta de serviços em meio à pandemia do coronavírus. Ela conta que fez o cadastro assim que foi disponibilizado pelo governo federal.

“Eu fiz o meu cadastro assim que começou. Aí, no aplicativo, falou que eu não fui contemplada, porque exercia cargo eletivo na minha cidade. Eu tentei contestar, mas, no aplicativo da Caixa, não tem como contestar. Aí eu fui na agência e procurei o gerente”, relata ela ao G1-Bahia.

Sem conseguir resolver, mesmo com a ajuda do gerente, Cleidiana tentou novamente solicitar o auxílio no mês de maio, mas recebeu outra negativa.

“Eu tentei de novo, e aí continua dizendo que eu sou vereadora de Teixeira de Freitas. Fui na Caixa de novo, mas nem o gerente da Caixa consegue resolver. O aplicativo tinha que ter como a gente contestar. Como eu vou fazer agora?”.