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Seleção campeã do Intermunicipal do ano passado, Itajuípe bateu Buerarema, por 2 a 0, em sua estreia na competição deste ano. As duas seleções folgam no próximo domingo (17), quando a rodada será complementada com mais 39 jogos. Camacan e Ibicaraí, que estão no mesmo grupo de Itajuípe e Buerarema, jogarão em Camacan.
A Seleção de Itabuna estreará contra Coaraci, em casa, no próximo domingo, às 15h, no Estádio Luiz Viana Filho. Ilhéus enfrentará Uruçuca, no Mário Pessoa, no mesmo horário. A competição deste ano terá participação de oitenta equipes. Sessenta avançam à segunda fase. A previsão da Federação Baiana de Futebol é de encerramento do Intermunicipal em 21 de dezembro.

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Seleção de Buerarema fez série de amistosos para o Intermunicipal (Foto Pimenta).
Seleção de Buerarema fez série de amistosos para o Intermunicipal (Foto Pimenta).

O confronto Itajuípe x Buerarema abre neste domingo (10) o maior Campeonato Intermunicipal dos últimos tempos. De acordo com a Federação Baiana de Futebol, oitenta seleções participarão do torneio deste ano. O jogo de abertura será às 15h, no Estádio Humberto Badaró, em Itajuípe, seleção campeã do Intermunicipal 2013.
A expectativa é grande para o confronto. Buerarema fez uma série de amistosos e jogos-treino com seleções e times do sul da Bahia. Do outro lado, Itajuípe entra em campo com a vantagem de atuar em casa, grandes investimentos na contratação de atletas e ser a última campeã.
As duas equipes estão em um “grupo da morte”. Além das duas seleções, a forte Ibicaraí e Camacan completam o Grupo 15. Três passam à próxima fase. Ontem, Buerarema fez um coletivo para definir a equipe que vai a campo.
ITABUNA E ILHÉUS
A rodada inaugural será complementada no próximo domingo (17). As seleções das principais cidades do sul da Bahia caíram em um grupo forte. Ilhéus e Itabuna estão no Grupo 14, que ainda tem Uruçuca e Coaraci. Uruçuca vem treinando forte e Coaraci é das mais tradicionais seleções da competição.

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Atualização

Guima recebe chave da ambulância das mãos de Wagner.
Guima recebe chave da ambulância das mãos de Wagner, sob olhares de Ângela Sousa e Rosemberg Pinto.

Após aparecer em evento promovido pelo democrata Paulo Souto em Itabuna há mais de um mês, o prefeito de Buerarema, Guima Barreto (PDT), acatou os conselhos do seu líder, Marcelo Nilo, e deve se engajar na campanha a governador do petista Rui Costa.
Hoje, Guima era todo prosa em evento com o governador Jaques Wagner, em Vitória da Conquista, onde o mandatário baiano entregou ambulâncias a prefeitos de 74 municípios, dentre eles Buerarema. A ambulância foi garantida por emenda do deputado João Carlos Bacelar (PTN).
São 300 ambulâncias – 56 delas UTIs móveis, num total de R$ 19 milhões em investimentos, segundo o secretário estadual de Saúde, Washington Couto, entregues por meio de emenda parlamentar.
Itabuna ganhou uma. O prefeito Claudevane Leite a recebeu. O município foi agraciado com uma emenda parlamentar do tucano Augusto Castro. Atualização às 23h45min.
Guima e o ex-líder do governo, Elio Almeida, na entrega das ambulâncias.
Guima e o ex-líder do governo, Elio Almeida, na entrega das ambulâncias.

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Guima é prefeito de Buerarema, eleito pelo PDT (Foto Gilvan Martins).
Guima é prefeito de Buerarema, eleito pelo PDT (Foto Gilvan Martins).

A surpresa do evento da chapa das oposições em Itabuna foi a presença do prefeito de Buerarema, Guima Barreto. O gestor do município sul-baiano é filiado ao PDT e teve seu nome anunciado como um dos novos apoiadores de Paulo Souto.
Guima se juntará ao principal adversário político em Buerarema, o ex-prefeito Orlando Filho, e o presidente da Câmara, Geraldão (PSD). A ida do prefeito ao evento soutista ocorre dois dias antes de o seu partido, o PDT, anunciar oficialmente apoio a Rui Costa, pré-candidato do PT ao governo baiano. O anúncio ocorrerá na próxima segunda (12), em Salvador, com a presença do ex-presidente Lula.

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Reunião com o bispo Dom Ceslau (ao centro) com lideranças políticas e rurais em café da manhã (Foto Divulgação).
Reunião com o bispo (ao centro) com lideranças políticas e rurais no ano passado.

Os produtores rurais atingidos pela disputa de terras com índios e autodeclarados tupinambás terão café da manhã com o bispo da Diocese de Itabuna, Dom Ceslau Stanula, neste sábado (26), às 7h30min, na casa paroquial em Buerarema.
A reunião será com representantes dos agricultores, comandos do Exército e da Força Nacional e autoridades municipais. O encontro se dá dois dias após a prisão do cacique Rosivaldo Ferreira da Silva (Babau), em Brasília. A prisão foi motivo de festa no município, ontem, com intensa queima de fogos. Para hoje, estava programada uma carreata.
O bispo diocesano itabunense quer ouvir os relatos dos maiores prejudicados pela disputa de terras na área de 47,3 mil hectares, mas pediu reuniu com, no máximo, 30 pessoas. Ano passado, o bispo já havia se reunido com agricultores. Também há a intenção dos produtores de questionar o posicionamento do Conselho Indigenista Missionário (Cimi).

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A Prefeitura de Buerarema fará seleção pública simplificada para preencher 110 vagas voltadas a profissionais de todos os níveis de escolaridade. Os salários variam de R$ 724,00 a R$ 7,5 mil.
O prazo de inscrição encerra-se no dia 25. A empresa responsável pela seleção é a S&R Concursos e Pesquisas. A inscrição deverá ser feita no site da empresa (www.srconcursosepesquisas.com.br).
Apesar de ser seleção simplificada, a prefeitura decidiu cobrar taxa dos interessados. Para os cargos de nível fundamental, a taxa será R$ 15,00. Já as vagas de nível médio, R$ 20,00. A taxa de inscrição para cargos que exigem nível superior está fixada em R$ 30,00.

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Comboio ExércitoTropas do Exército começaram a retornar para a zona do conflito entre agricultores e autodeclarados tupinambás no sul da Bahia, após retirada iniciada na última segunda (10). A informação foi confirmada há pouco pelo presidente da Associação dos Pequenos Produtores de Ilhéus, Una e Buerarema (Aspaiub), Abiel Silva.
Anteontem, o governador Jaques Wagner havia pedido a prorrogação do estado de Garantia da Lei e da Ordem (GLO) na área de 47,3 mil hectares reivindicada pelos autodeclarados indígenas. A área foi definida de acordo com estudo da Fundação Nacional do Índio (Funai).
Ontem, o deputado federal Geraldo Simões disse que o estudo contém “vícios”. O parlamentar defende a manutenção dos produtores na região, assim como a permanência das tropas do Exército. Geraldo é favorável aos pequenos produtores. Mais de 20 mil pessoas residem na área do conflito.
ÍNDIOS PRESSIONAM EM BRASÍLIA
Ontem, cerca de 40 índios do sul da Bahia foram à Brasília pressionar o governo para que agilize o processo de demarcação. Enquanto Geraldo defende dos produtores e assentados da região, outro petista, o deputado federal Valmir Assunção, defende a demarcação da área que abrange os municípios de Ilhéus, Una e Buerarema, e daria apoio aos indígenas na capital federal.
Valmir é criticado pelos produtores e agricultores familiares, parte deles oriunda do movimento sem-terra, a exemplo de Juraci Santana, assassinado em 11 de fevereiro, no Assentamento Ipiranga, em Una. “Não entendemos a posição dúbia de Valmir, que surgiu no movimento sem-terra”, critica um produtor.

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Geraldo defende anulação de estudo da Funai e permanência do Exército.
Geraldo defende anulação de estudo da Funai e permanência do Exército.

O deputado federal Geraldo Simões disse que a permanência do Exército, no sul da Bahia, é fundamental para a pacificação na área de conflito entre produtores rurais e índios e autodeclarados tupinambás. As tropas foram retiradas das bases de pacificação desde a tarde da segunda (10).
– Defendo que [o Exército] continue até o fim do processo de demarcação das terras – disse o parlamentar ao PIMENTA, que considera a região pacificada desde a chegada do Exército.
Há relatos, no entanto, de constantes ameaças de invasões e depredações a propriedades na área em litígio. Algumas das ameaças são direcionadas a pequenos produtores da região de Olivença, em Ilhéus.
O governador Jaques Wagner apresentou ontem (11) pedido para que o governo federal mantenha as tropas do Exército na região. A decisão deve sair até amanhã (13).
ANULAÇÃO DE ESTUDO DA FUNAI
Para Geraldo, a anulação do decreto de demarcação dos 47,3 mil hectares entre os municípios de Una, Buerarema e Ilhéus é parte da solução para o conflito. O estudo favorável aos tupinambás, segundo Geraldo, “está cheio de vícios”.
O parlamentar ainda fala da tragédia social que seria, na opinião dele, a retirada de mais de 20 mil famílias das terras em disputa no sul do estado. “Como retirar mais de 20 mil famílias para assentar sei lá quantos índios?”, questiona.
CASO JURACI: CRÍTICAS À POLÍCIA CIVIL
O deputado petista fez críticas, ainda, à atuação da polícia civil na investigação da morte do pequeno produtor rural Juraci Santana, assassinado na madrugada de 11 de fevereiro deste ano, no Assentamento Ipiranga.
– Na região, todos sabem os nomes dos autores, mas ninguém até agora foi preso – afirmou, complementando que a Polícia Civil precisa esclarecer o crime e concluir logo o inquérito.

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Tropa com mais de 600 homens está no sul da Bahia desde fevereiro (Foto Pimenta).
Tropa com mais de 600 homens está no sul da Bahia desde fevereiro (Foto Pimenta).

Exército e Marinha deixaram a região de conflito entre produtores rurais e índios e autodeclarados tupinambás, na região que envolve Ilhéus, Una e Buerarema. De acordo com as primeiras informações, as três bases de segurança (pacificação) instaladas na área de 47,3 mil hectares foram desmontadas entre ontem e hoje (11).
As Forças Armadas estavam no sul da Bahia desde o dia 14 de fevereiro, após o governador Jaques Wagner recorrer à Garantia da Lei e Ordem (GLO) e passar ao governo federal a responsabilidade pela segurança pública na área do conflito.
ASSASSINATO DE AGRICULTOR
Hoje faz um mês que o agricultor Juraci Santana foi executado a tiros, no Assentamento Ipiranga, no Maroim, em Una. Até o momento, ninguém foi preso. A retirada das tropas do Exército é considerada uma vitória para os tupinambás, que estariam planejando uma caminhada ecológica na área do conflito.

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O conflito entre agricultores e autodeclarados tupinambás foi tema de reportagem especial do Jornal da Band, ontem à noite (25). Valteno de Oliveira ouviu produtores e governo federal.
Agricultores vítimas da violência na região são mostrados em cima da cama, paralíticos, após serem alvos de tiros. O drama da família do agricultor Juraci Santana abre a reportagem. Confira:
 

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Juraci, de boné, ao lado do ministro Cardozo: crime continua impune.
Juraci, de boné, ao lado do ministro Cardozo: crime continua impune.

A morte do agricultor Juraci Santana completou duas semanas sem que a polícia civil consiga prender os autores do crime. O produtor foi assassinado a tiros na madrugada da terça (11), no Assentamento Ipiranga, na Região do Maroim, em Una.
Testemunhas do crime informaram à polícia as características – e os nomes – dos três homens que executaram Juraci, que havia denunciado ao ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, e prestou duas queixas à Polícia Federal sobre as ameaças de morte sofridas por ele. Os acusados são supostos caciques tupinambás.
Era final de noite, início de madrugada, quando três homens invadiram o assentamento à procura de Juraci. Os assassinos não se importaram com a presença da esposa e da filha da vítima. Cercaram a propriedade, aproximaram-se da vítima e desferiram vários tiros.
15 DIAS DE IMPUNIDADE
Um líder do movimento de agricultores da área do conflito disse ao PIMENTA que bilhetes anônimos foram entregues à polícia civil. Neles, informações sobre a localização dos executores de Juraci:
– Há um clima de revolta por causa dessa impunidade. Eles nos sufocaram, nos calaram com polícia, Força Nacional e Exército. Parece que tudo isso é pra gente, por que até as reintegrações de posse eles suspenderam, enquanto os assassinos continuam gozando de liberdade – disse a liderança que, temendo represálias, pediu anonimato.
Ele próprio explica o porquê do anonimato:
– A polícia não nos protege e os tupinambá ou sei lá o que continuaram aprontando depois do crime, retaliando as pessoas. Até a casa de uma agricultora de mais de 90 anos eles tocaram fogo, destruíram, porque ela participou do velório e do enterro de Juraci. Estamos sem proteção. Protegidos estão os supostos índios.
CONFLITO ATINGE 3 MUNICÍPIOS
Região viveu intenso confronto no dia da morte de Juraci (Foto Gilvan Martins/Pimenta).
Região viveu intenso confronto no dia da morte de Juraci (Foto Gilvan Martins/Pimenta).

O conflito envolve produtores e autodeclarados tupinambás. A disputa ocorre em uma área de 47,3 mil hectares entre os municípios de Una, Buerarema e Ilhéus onde estão cerca de 800 pequenas propriedades, 100 das quais já invadidas, segundo a Associação dos Pequenos Produtores de Ilhéus, Una e Buerarema (Aspaiub).
A disputa ficou ainda mais acirrada após a Fundação Nacional do Índio (Funai) apresentar um relatório de demarcação estabelecendo a área que, supostamente, pertenceria aos tupinambás. O relatório foi entregue ao Ministério da Justiça. O documento foi devolvido à Funai por ser considerado “inconsistente”.
Apesar da violência e do clima de instabilidade que afeta propriedades rurais e turísticas, os prefeitos dos três municípios permanecem em silêncio – Jabes Ribeiro (Ilhéus), Diane Rusciolelli (Una) e Guima Barreto (Buerarema), o que provoca revolta dos produtores.

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Fuzileiro camufla rosto de criança durante final de semana de ação social em Buerarema, onde parte da tropa do Exército está desde o último dia 14. No sábado e domingo (22 e 23), população teve acesso a serviços em saúde e oficinas de camuflagem e desenho para crianças. Houve também atendimento a animais, com vacinação antirrábica. As atividades servem para aproximar população e tropas.

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Novos protestos são programados por produtores (Foto Gilvan Martins/Pimenta).
Novos protestos são programados por produtores (Foto Gilvan Martins/Pimenta).

Os produtores rurais da área do conflito com índios e autodeclarados tupinambás estão ainda mais irritados com o governo federal. Após prometer que as reintegrações programadas seriam cumpridas, o Ministério da Justiça deu zignal nos agricultores. Somente para hoje (20) estavam programadas quatro reintegrações. Todas foram suspensas.
A promessa de que as liminares de reintegração seriam respeitadas foi feita aos produtores pelo assessor da Secretaria-Geral da Presidência da República, Nilton Godoy, em audiência com os pequenos produtores em Ilhéus, no final da semana passada.
A suspensão reforça a suspeita de produtores rurais de que a chegada do Exército seria mais para proteção aos índios do que para o restabelecimento da “lei e da ordem”.
A Associação dos Pequenos Produtores de Ilhéus, Una e Buerearema (Aspiub) entrou em contato com a Polícia Federal, Justiça Federal e Força Nacional de Segurança (FNS), confirmando que houve ordem de Brasília para que as reintegrações não ocorressem.
As reintegrações são cumpridas com o acompanhamento da Força Nacional, que foi impedida de cumpri-las pela Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), órgão do Ministério da Justiça.

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abiel-silva-santos

O presidente da Associação dos Pequenos Agricultores de Ilhéus, Una e Buerarema-Aspaiub, Abiel Silva Santos, está em Brasilia onde se reúne com representantes do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e do Ministério da Justiça.
No CNJ, ele trata da questão da segurança jurídica dos produtores que vem tendo suas terras invadidas por supostos índios tupinambás. Segundo ele, “a polícia cumpre as reintegrações de posse determinadas pela Justiça, mas logo em seguida as fazendas são novamente invadidas e nada acontece”.
No Ministério da Justiça, ele pretende obter uma cópia que confirma a devolução à Funai do processo de uma área de 47 mil metros quadrados no Sul da Bahia. “Temos a confirmação de que o processo, repleto de irregularidades, foi devolvido, mas queremos ter isso documentado, porque só assim teremos garantia de que as invasões estão fora de lei”, afirma.
Confira a íntegra no Blog do Thame

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Confrontos no município serão tema de sessão (Foto Gilvan Martins)
Confrontos no município serão tema de sessão (Foto Gilvan Martins)

Os vereadores de Buerarema iniciam hoje (18) os trabalhos legislativos ordinários.
A pauta está recheada. Vai desde a prisão do vereador Ariosvaldo Vieira ao conflito que envolve produtores e tupinambás, além da ação do Exército na área urbana do município.
A sessão está programada para as 20h.