O senador César Borges (PR-BA) perde um de seus melhores assessores na área de comunicação a menos de dois meses do Dia D, o 3 de outubro.
Davi Oliveira se despede da equipe do político baiano para assumir vaga na assessoria de imprensa da Defensoria Pública da União, aprovado que foi em concurso público no início deste ano.
O assessorado de Davi, César Borges, é líder das pesquisas de intenções de voto para o Senado Federal, com percentuais que variam de 34% (Dafolha) a 38% (Ibope).
A pesquisa Ibope/Rede Bahia apontou César Borges (PR) na liderança da corrida pelas duas vagas baianas ao Senado Federal.
César Borges tem 38% das intenções de voto, ante 25% de Lídice da Mata (PSB) e 23% de Walter Pinheiro (PT). Constam os nomes de José Ronaldo, com 10%, e José Carlos Aleluia, 7%. Ambos são do DEM.
O vice-prefeito de Salvador, Edvaldo Brito (PTB), aparece com 4%, seguido por Edson Duarte (PV) e Carlos Santana (PCB), cada um com 3%. Zilmar e França, ambos do PSOL, aparecem com 2% e 1%. WAGNER TEM 53% DE APROVAÇÃO
Segundo o Ibope, 53% dos baianos aprovam a gestão do petista Jaques Wagner. Ele tem 15% de ótimo e 38% de bom.
Para 30%, a gestão de Wagner é regular. 6% avaliam como ruim e 4% a consideram péssima, igual percentual de pessoas que não souberam ou não quiseram responder.
Com entrada tardia na disputa por uma das duas vagas ao Senado Federal, o democrata José Carlos Aleluia vem fazendo pouco do antigo aliado César Borges, senador e candidato à reeleição.
Tido como excelente deputado, Aleluia, que hoje está em Itabuna, pontua entre 7% e 9% nas pesquisas ao Senado. Para ele, o baixo índice se deve ao desconhecimento de que é candidato à Câmara Alta do Congresso.
É neste ponto que Aleluia ataca o alegre e, palavras dele, “aéreo” César Borges. Afirma que o ex-aliado comemora pesquisas que o favorecem, mas esquece que a campanha está só no início e a maioria dos candidatos ao Senado ainda está se botando na peleja eleitoral – fala em defesa própria, aliás. Trocando em miúdos, acredita (ou quer fazer crer) no surrado “os últimos serão os primeiros”.
Impossível, Aleluia diz que César Borges faz malabarismos “para decolar o pesado Geddel”. Diz isso para, em seguida, classificar o senador de volúvel politicamente. “Na verdade, é o senador geleia geral”.
O que isso quer dizer? Aleluia explica: – Ele [Borges] tomou café da manhã com Paulo Souto, almoçou com Wagner, mas teve de dormir com Geddel, apoiando Dilma pela porta dos fundos”, diz, relembrando as articulações políticas na pré-campanha que levou o senador para os braços de Geddel.
De agora em diante, e com a lideranças nas pesquisas, vai ser assim: tiro ao Borges.
A pesquisa Vox Populi/Band/IG também aferiu as intenções de votos do eleitor baiano na corrida ao Senado Federal. Pelo instituto, o senador César Borges (PR) seria reeleito, com 29% dos votos.
O Vox Populi, no entanto, difere do Datafolha ao apontar Walter Pinheiro à frente de Lídice da Mata, apesar da situação de empate técnico. Pinheiro (PT) pontua com 22%. Lídice (PSB) aparece com 18%. A pesquisa tem margem de erro de 3,5 pontos percentuais.
O levantamento ainda traz os democratas José Ronaldo e José Carlos Aleluia com 9% e 5%, respectivamente. O vice-prefeito de Salvador, Edvaldo Brito (PTB), surge com 3%. França (PSOL) e Edson Duarte (PV) têm 2% cada um, mesmo percentual de Carlos Sampaio (PCB). Zilmar (PSOL) aparece com 1%.
Ainda segundo o Vox Populi, César Borges (PR) lidera com 23% quando considerada apenas a primeira menção do entrevistado. Pinheiro surge com 14% e Lídice, 9%.
Lídice está em segundo, de acordo com o Datafolha
Aí vai uma informação para quem duvida do potencial da deputada federal Lídice da Mata, candidata ao Senado pelo PSB. Segundo a pesquisa Datafolha realizada de 20 a 23 de julho, a socialista está em segundo lugar na corrida por uma das duas vagas em disputa. À frente dela, encontra-se o senador César Borges (PR).
Os números, segundo o instituto, são os seguintes: César – 34%, Lídice – 26% e Pinheiro – 20%. Como a margem de erro é de 3%, configura-se uma situação de empate técnico entre os candidatos do PSB e PT.
Esses números com certeza surpreendem muita gente, mas talvez não àqueles petistas que outro dia se “esqueceram” de incluir o nome da deputada em uma propaganda da majoritária governista. Até parece que eles já sabiam…
O senador César Borges preferiu colocar, de vez, a esposa na disputa por votos. A simpaticíssima Tércia Borges foi escolhida pelo xerifão do PR baiano a sua primeira suplente na disputa por uma das vagas ao Senado em 2010.
Tércia declarou ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) ter bens avaliados em R$ 132.319,24, além de outros bens constantes da declaração do esposo. Ela era tida como um dos nomes do PR para concorrer a uma vaga na Câmara Federal. Saiu da disputa e foi ser suplente do esposo.
E por falar em César Borges, o senador e candidato à reeleição apresentou um total de bens avaliados em R$ 2.607.534,11.
Tempo de leitura: 2minutosGeraldo: fim de armistício.
O senador César Borges (PR) e o deputado federal Geraldo Simões (PT) deram fim ao armistício do período em que o presidente dos Republicanos na Bahia era cotado para integrar a chapa majoritária do governador e candidato à reeleição, Jaques Wagner. No sábado passado, Borges, sem citar nomes, dizia que havia tentado reabrir o inquérito sobre a introdução da vassoura-de-bruxa no sul da Bahia.
Segundo ele, tratou de ter audiência com o então ministro da Justiça, Márcio Thomaz Bastos, para pedir a reabertura do inquérito. “Mas claro, claro que não seria apurado. Aí, entraram outros interesses. Eu não digo nomes, mas vocês sabem [quem trouxe a doença para o sul da Bahia]. Ele anda por aí, fazendo política e enganando o povo”. Ao fundo, um grupo gritou o nome da ‘vítima’: “foi Geraldo Simões’.
Borges: 'preju' a 6 mil produtores.
Nesta semana, Geraldo retornou a Ilhéus e tratou de fazer “elogios” a César Borges. Lembrando matéria do jornal Valor Econômico (relembre aqui), o parlamentar disse que o senador “atrapalhou o PAC do Cacau ao fazer uma emenda beneficiando um grupo de grandes produtores” e deixando na fila da amargura 6,1 mil pequenos produtores. “Isto ocorre quando alguém não entende o processo e acaba atrapalhando, como foi o caso do senador”.
O senador César Borges (PR) classificou como “mentirosa” a reportagem publicada pelo jornal Valor Econômico, dando conta de que uma emenda proposta por ele à Medida Provisória 479, que trata da rolagem das dívidas da cacauicultura, prejudicou mais de 6 mil produtores. De acordo com a matéria, modificação introduzida pelo senador impediu a rolagem de uma dívida total estimada em R$ 466 milhões.
César Borges sustenta que sua emenda era aditiva, incluindo no PAC do Cacau um contingente de 1.300 produtores que estavam fora do programa em função de endividamento com o Programa de Saneamento de Ativos da Agricultura (Pesa). Ele diz que a modificação proposta não alterava os prazos do programa.
Ainda de acordo com o senador, “as mudanças informadas pelo jornal foram feitas na Câmara dos Deputados”. A matéria teve ampla repercussão no Congresso e, também, nos meios políticos baianos. Só ao final da tarde o senador decidiu pela resposta ao jornal.
Às 10h18min, 26/12 – O Valor diz que “a reportagem informou, como reconhecido pela assessoria do senador, que a emenda foi introduzida pelo Senado na MP 472 deixou de estender o prazo de adesão que poderia beneficiar os produtores de cacau. E relatou, ainda, que o senador atribuiu a confusão ao Ministério da Fazenda, que não apoiou a sua emenda nem retirou o texto original apresentado pelo governo”. Confira aqui a matéria
Tempo de leitura: 2minutosBorges: prejuízo a 6 mil produtores.
O jornal Valor Econômico de hoje traz matéria que culpa o senador César Borges pelo atraso nas negociações das dívidas. O senador baiano apresentou emenda à MP das Dívidas para que os produtores com dívidas acima de R$ 500 mil fossem beneficiados com descontos maiores que os já propostas.
Resultado: a ação de Borges acabou prejudicando 6,1 mil pequenos produtores. A emenda do senador baiano simplesmente, e de acordo com o Valor, não permitirá a rolagem da dívida estimada em R$ 466 milhões.
A emenda “exclui 4,5 mil produtores endividados com o Fundo Constitucional do Nordeste (FNE) e deixou de fora outros 1,6 mil com dívidas já renegociadas no Programa Especial de Saneamento de Ativos (Pesa)”. Borges atribui a culpa ao Ministério da Fazenda.
Confira trecho da matéria:
Do Valor Econômico
Pelo menos 6 mil produtores de cacau que deveriam ser beneficiados por novas regras aprovadas pelo Congresso Nacional terão de esperar mais tempo para desfrutar das benesses, pois o Senado deixou de fixar um novo prazo de adesão ao Programa de Recuperação da Lavoura Cacaueira.
O plano era tirar do papel o chamado “PAC do Cacau”, lançado há dois anos pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, mas ainda sem resultados efetivos. Ocorre que a redação da Medida Provisória no 472, aprovada na quarta passada pelo Senado, não permitirá a nova rolagem das dívidas, estimadas em R$ 466 milhões.
Para isso, segundo análise do Ministério da Fazenda, será necessária a inclusão de um artigo com um novo prazo de adesão em outra iniciativa legislativa. Parlamentares da Bahia preparam uma emenda à outra MP, a 479, cujo relator na Câmara será do PMDB, para tentar uma reparação acelerada do equívoco.
A confusão começou com uma emenda introduzida pelo senador César Borges (PR-BA). Na negociação de Borges com o líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDBRR), ficou acertada a ampliação das vantagens aos produtores com dívidas acima de R$ 500 mil ao elevar os descontos para operações em atraso.
Mas a emenda excluiu 4,5 mil produtores endividados com o Fundo Constitucional do Nordeste (FNE) e deixou de fora outros 1,6 mil com dívidas já renegociadas no Programa Especial de Saneamento de Ativos (Pesa). O benefícios, que poderiam render votos aos parlamentares do sul da Bahia, ficaram congelados.
A proposta do Ministério da Fazenda dava mais descontos aos pequenos produtores. E previa, além de descontos fixos de até R$ 23,5 mil por contrato, outras quatro faixas de rebate: de 20% a 45% para liquidação dos débitos e de 5% a 35% para renegociação das dívidas até 30 de dezembro deste ano. A emenda negociada por Borges com Jucá expandiu os descontos, mas fixou apenas três faixas de débitos.
Para ler a íntegra da matéria, clique aqui (para assinantes do Valor Econômico).
O senador César Borges ensaiou aproximação com o deputado federal Geraldo Simões, após o fatídico “água e óleo não se misturam” de 2000, quando o xerife do PR baiano era governador.
A aproximação ‘fez água’ com o fracasso das negociações que levariam Borges para a chapa de Jaques Wagner. E o senador nem esperou o prato esfriar. Reuniu-se com o vereador Roberto de Souza e o convidou para que seja candidato a deputado federal, como informa o blog Políticos do Sul da Bahia.
E sabe qual a estratégia? Fazer com que Roberto tire votos da candidatura de Geraldo. O senador do PR está convicto de que a vaia recebida por ele na visita de Lula a Itabuna foi orquestrada pelo grupo geraldistas.
O Senado aprovou nesta terça-feira (04), emendas que ampliam o alcance do PAC do Cacau para 1.300 produtores que ainda estão fora do programa. Os dispositivos, incluídos na PEC 472/2009 por acordo entre os senadores César Borges (PR/BA) e Romero Jucá (PMDB/RR), relator da matéria, determinam alteração na tabela de descontos, com a finalidade de compatibilizar a capacidade de pagamento com a produção. Permite ainda a compra de débitos do Pesa com recursos o Banco do Nordeste.
Para sair do papel, no entanto, as emendas ainda precisam enfrentar a caneta do Governo Federal. Existe o risco de veto, uma vez que o Ministério da Fazenda já havia rejeitado anteriormente as mesmas propostas.
Apesar de ter dividido palanque com Geddel e César Borges em Conceicão do Almeida, o deputado estadual Rogério Andrade (DEM) afirma que não está apoiando o peemedebista. Andrade diz que foi ao município atendendo a convite do prefeito Adailton Campos Sobral (Ito de Bêga), seu “correligionário”.
Indignado com o que chama de boatos, o deputado sustenta que tem compromisso com as candidaturas de José Ronaldo para o Senado e Paulo Souto para o governo da Bahia. E ainda saiu com um argumento curioso: “eu não subi no palanque de Geddel, subi no palanque do prefeito”.
Estranho (ato falho?) é Andrade chamar o prefeito de seu correligionário. Ito de Bêga é do PMDB!
Ter sido o autor da proposta de emenda constitucional que eleva o número de vereadores, conhecida com PEC dos Suplentes, deu ao senador César Borges (PR) muito prestígio em bases interioranas. Mas agora o feitiço parece ter virado contra o feiticeiro, ameaçando o senador de prejuízo eleitoral.
Além de não beneficiar os suplentes, porque teve seu caráter retroativo negado pelo Supremo Tribunal Federal, a PEC acarretou a queda do duodécimo repassado mensalmente às câmaras pelo Poder Executivo, levando a Regional Norte da Federação Baiana das Câmaras Municipais a protestar em evento realizado em Juazeiro.
O presidente da entidade, Albano Fonseca, de Governador Mangabeira, disse que as câmaras “vivem um momento difícil”. Mas quem radicalizou foi presidente da Câmara de Juazeiro, Crisóstomo Antonio Lima, o popular Zó (PCdoB). Disse que Borges passou “de padrinho a algoz” dos vereadores e que vai trabalhar para “tirar votos dele”.
Tempo de leitura: < 1minutoRogério Andrade, César Borges e Geddel. Tá legal?
Em território baiano, o PMDB e o DEM estão trocando figurinhas sem a menor cerimônia e, se ainda não estão oficialmente unidos, tudo indica que estarão em um eventual segundo turno. Por todo canto, surgem lideranças democratas revelando apoio ao ministro Geddel Vieira Lima, como ocorreu há pouco na cidade de Conceição do Almeida, onde o deputado estadual Rogério Andrade (DEM) andou se derrentendo todo para os lados do ex-ministro.
Certo que também há casos em que o PT se vale da rebeldia existente em partidos adversários. Por exemplo, o prefeito de Alagoinhas, Paulo Cezar Simões, do PSDB, defende a reeleição de Jaques Wagner. Mas o chamego entre democratas e peemedebistas é algo que está ocorrendo com maior frequência.
A vitória de Jaques Wagner na sucessão estadual de 2006, derrotando Paulo Souto logo no primeiro turno, disseminou a opinião de que o carlismo teria acabado, que a corrente política sob o total controle de ACM era coisa do passado.
De olho na sobrevivência política, acreditando mesmo no fim do carlismo, várias lideranças, vereadores e prefeitos, filiados ao Partido da Frente Liberal (PFL), procuraram um novo abrigo partidário.
O PMDB de Geddel Vieira Lima, então ministro da Integração Nacional e aliado do governador Jaques Wagner, foi o grande beneficiado pela revoada dos carlistas. A legenda, que contava com pouco mais de 25 prefeitos, passou a ter mais de 100 chefes de Executivo.
O Partido dos Trabalhadores, sob o comando de Jonas Paulo, preferiu seguir o conselho do senador César Borges. Ou seja, a pérola borgeniana de que “água e óleo não se misturam”, numa alusão ao PT e ao então PFL, hoje DEM.
Alguns alcaides pefelistas, aí incluindo carlistas históricos, que passaram a admirar a barba de Jaques Wagner e a estrela cintilante do PT, foram, impiedosamente, refugados pela cúpula do petismo.
A eleição que se aproxima, a tão esperada eleição de 2010, será um bom teste para o carlismo, que poderá ressuscitar politicamente ou, então, sucumbir de vez. O enterro definitivo só com as derrotas de ACM Neto, ACM Júnior e Paulo Souto.
Dos três políticos que representam a linha de frente do carlismo, citados no parágrafo anterior, a reeleição de ACM Neto para o Parlamento federal é favas contadas. A de ACM Júnior para o Senado é complicada.
Quanto a Paulo Souto, pré-candidato ao cobiçado Palácio de Ondina pelo Partido do Democratas(DEM), aquela inabalável certeza de que o ex-governador vai disputar um eventual segundo turno com o petista Jaques Wagner não existe mais.
Aliás, a prova de que a pré-candidatura de Souto vem perdendo consistência é o fato de que fazer parte da chapa majoritária, seja como vice-governador ou postulante ao Senado da República, deixou de ser uma disputa entre os aliados.
Imbassahy, por exemplo, presidente estadual do PSDB e ex-prefeito de Salvador, não quer mais concorrer ao Senado e, muito menos, ser o vice de Souto, já que não acredita em uma vitória do democrata. O tucano é pré-candidato a deputado federal.
O ex-governador Nilo Coelho, convidado para integrar a chapa majoritária como candidato a vice-governador, ainda não deu uma resposta positiva. O ex-prefeito de Feira de Santana, José Ronaldo (DEM), não quer mais disputar o senado. É pré-candidato a deputado federal.
O carlismo não morreu, como desejam os adversários, principalmente os petistas. Mas respira com dificuldade. O balão de oxigênio é a eleição de 2010.
DATAFOLHA
Qualquer outro instituto de pesquisa que não seja o Datafolha, até agora com a credibilidade inabalável, é sempre questionado pelos senhores políticos que ficam tiriricas da vida com os resultados das consultas populares.
Portanto, uma nova pesquisa do Datafolha sobre a sucessão do governador Jaques Wagner, depois da adesão do senador César Borges à pré-candidatura do ex-ministro Geddel, é aguardada com muita ansiedade.
Duas perguntas podem ser respondidas pela pesquisa de intenção de voto: 1) Wagner pode ser reeleito já no primeiro turno? 2) A diferença entre o democrata Paulo Souto e o peemedebista Geddel caiu?
O Datafolha vem aí, para o desespero ou alegria dos senhores pré-candidatos ao governo da Bahia.
MARIA ALICE
Fale o que quiser de Maria Alice, presidente do diretório do DEM de Itabuna. Ninguém, no entanto, pelo menos em sã consciência, pode abrir a boca para dizer que a democrata é uma péssima dirigente partidária.
Maria Alice, odiada por muitos e também amada, assume posições políticas. Não fica no muro. A ex-dama de ferro é carlista, é fernandista, vai votar em Paulo Souto, ACM Neto e nos dois candidatos da legenda ao senado da República.
Maria Alice tem lado. Não fica fazendo jogo de cena. Faz política sem teatro, sem tapear.