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Deputado aponta prejuízos para o comércio e o setor de serviços

O anúncio de que Itabuna não terá carnaval m 2012 provocou lamentos do deputado federal Geraldo Simões (PT). Segundo ele, o cancelamento da festa trará impactos para o comércio e o setor de serviços.
Simões também criticou a gestão financeira da Prefeitura. Ele afirma que o prefeito José Nilton Azevedo (DEM) reclama de dificuldades, mesmo recebendo R$ 400 milhões por ano. O petista acredita que não há justificativa plausível para se deixar de fazer Carnaval em Itabuna.
“Com isso, jovens perdem uma opção de lazer e o nosso comércio e o setor de prestação de serviços deixam de ganhar com o movimento de pessoas na cidade”, projeta o deputado.
A Prefeitura alegou ter suspendido o Carnaval em função da falta de apoio de empresas privadas e da situação da dengue no município (Itabuna tem um dos maiores índices de infestação por Aedes aegypti no Brasil). Em lugar da folia carnavalesca, Azevedo anunciou uma festa para o final de julho, coincidindo com o período do aniversário da cidade (leia aqui e aqui).
 

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Tem gente que ainda insiste em desprezar o alto risco produzido pelo mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue. É o caso do proprietário do imóvel situado no número 182 da Rua Hermínio Ramos, bairro do Pontal, em Ilhéus. Neste endereço, o inseto que mata tem à inteira disposição dois tanques descobertos para se reproduzir tranquilamente.
Se apenas os (i)rresponsáveis pelo descaso estivessem em risco, menos mau. Porém, como o mosquito costuma fazer suas vítimas num raio de um quilômetro…

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Sandovaldo Menezes, coordenador de combate a endemias (dengue) em Itabuna, chegou à conclusão de que o larvicida usado no município não está tendo o efeito esperado no combate ao Aedes aegypti. Nesta semana, Sandovaldo foi à Sétima Dires solicitar a substituição do Diflubenzuron pelo Temephos.

Ironias à parte, Sandovaldo dizia que o antigo larvicida – Temephos – não possuía ação eficaz no combate à dengue e pediu a substituição pelo Diflubenzuron. Chegou até a afirmar que resolveria os casos de dengue em Itabuna num prazo de oito semanas (mágico?) com o novo larvicida. Não foi o que aconteceu e a cidade voltou a registrar índices altíssimos de infestação predial de larvas do mosquito transmissor da doença, alcançando inaceitáveis 14,72%.

Sandovaldo, então, foi pedir socorro.

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O PIMENTA informou no dia 18 de março que o índice de infestação da dengue em Itabuna é atualmente de absurdos 14,72% e, se a cidade não enfrenta uma epidemia de proporção semelhante ou pior que a de 2009, é somente porque o vírus em circulação é do tipo 2, o mesmo que andava por aqui naquele ano fatídico.

Pois o sinal de alerta acaba de ser dado para o próximo verão. Na cidade de Niterói (RJ), já se noticia a chegada do vírus do tipo 4, para o qual a população não está imunizada. Nem lá nem aqui.

Do jeito que anda o combate à dengue em Itabuna, na base de mutirões e ações voluntárias, sem planejamento, rigor nem continuidade, o negócio tem tudo para ficar muito feio no próximo verão.

Que Deus nos proteja!!

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Irresponsabilidade e mau-exemplo: esse depósito de pneus, a céu aberto, um enorme foco de dengue, ficava em plena sede da coordenação de combate a endemias em Itabuna. Os pneus foram removidos esta semana, após denúncia do Pimenta

O índice de infestação por focos do mosquito Aedes aegypti em Itabuna é hoje quase 15 vezes superior ao que o Ministério da Saúde considera seguro. De acordo com os dados apurados no primeiro ciclo epidemiológico (meses de janeiro e fevereiro), 14,72% dos imóveis da cidade contêm criadouros do inseto que transmite a dengue.

Uma fonte da Vigilância Epidemiológica explica que somente por um motivo os itabunenses não enfrentam hoje uma epidemia nos mesmos moldes da que devastou a cidade em 2009: é que o vírus em circulação (tipo 2) é o mesmo daquele ano e grande parte da população está imune a ele.

Ou seja, só o acaso da sorte para salvar o itabunense porque a prevenção contra a dengue continua um fiasco.

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Pneus vêm sendo amontoados a céu aberto na sede dos agentes de combate à dengue em Itabuna

O PIMENTA divulgou na quinta-feira, 10, a caminhada dos articuladores de combate à dengue no bairro Santo Antônio. Iniciativa em prol da conscientização dos moradores para evitar os focos de proliferação do mosquito, o que é louvável.

O que não dá para entender é como um depósito irregular de pneus, a céu aberto, continua sendo feito exatamente na base de operações dos agentes de combate à dengue, na Rua Ubaldo Dantas, bairro Banco Raso. Este fato já havia sido divulgado no dia 21 de fevereiro, aqui mesmo neste blog.

Ontem, quando choveu bastante em Itabuna, moradores das imediações observavam os pneus acumulando água da chuva, o que é motivo de festa para o Aedes aegypti.

O nome disso é irresponsabilidade!

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A comissão de articuladores da mobilização contra a dengue no bairro Santo Antônio, em Itabuna, promove caminhada nesta sexta-feira, 11, pelas ruas daquela comunidade. A atividade começa às 14 horas, com saída e término na praça do bairro. Segundo os organizadores, serão percorridas as avenidas Itajuípe e José Monstans.

O objetivo é manter o alerta na prevenção contra o mosquito transmissor da dengue.

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Quem é pego distraído por um assaltante costuma mudar de comportamento. Pelo menos por algum tempo, torna-se mais cauteloso, vigilante, às vezes desenvolve um medo incontrolável e até precisa de tratamento para sair de casa. A memória do fato ruim determina atitudes e decisões. Se não fosse a lembrança, nada mudaria.

Assaltaram Itabuna no verão de 2009 e não foram (só) os gatunos que você pode imaginar à primeira impressão. Os autores do crime foram milhões (ou bilhões, sei lá) de mosquitos Aedes aegypti, que se valeram de uma comunidade descuidada para se alastrar. Quieto e sorrateiro, o insetinho contaminou mais de 13 mil pessoas e matou nove, sendo a maioria delas crianças.

Seria plausível que o poder público, alarmado por tão pavoroso e hediondo assalto, adotasse políticas severas e contínuas de combate à dengue. Mas quase todo o ano de 2009 passou e somente nas proximidades do verão seguinte o governo local surgiu com uma bateria de mutirões que, em última análise, procuram suprir sem muito sucesso a falta de uma ação regular.

Atualmente, ouve-se falar menos de óbitos decorrentes da dengue, mas não porque o governo tenha adotado uma política séria de controle. A maior parte da população, depois do “assalto”, passou a ter mais cautela e evitar a formação de focos, embora ainda haja os incautos e para eles é como se não existisse dengue.

Quais foram as nove pessoas que a dengue matou na cidade de Itabuna em 2009? Seria de grande valor que elas fossem lembradas, tivessem seus nomes e fotografias gravados em um monumento construído em praça pública. Um monumento às vítimas, para que o sofrimento delas não deixasse de nos comover e alertar.

Em tempo: naqueles mutirões realizados após a grande epidemia de dengue em Itabuna, o governo municipal prometeu cestas básicas como prêmio a moradores da periferia que não tivessem focos em suas casas. Muitas pessoas carentes contavam com a ajuda e foram estimuladas por ela a entrar na campanha, mas o governo cometeu a desfaçatez de esquecer de entregar as cestas. E lá se vão quase dois anos!

É essa a grande “contribuição” do poder público para aumentar o nível de consciência da população.

Ricardo Ribeiro
ricardoribeiro@pimentanamuqueca.com.br

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Alguns dos maiores focos de dengue em Itabuna são encontrados em terrenos baldios e construções, onde a fiscalização do serviço de controle de endemias é bastante fraca. O PIMENTA já denunciou uma obra no centro da cidade, na qual a laje era um criatório de Aedes aegypti. O mesmo ocorre em toda a cidade, onde falta consciência e o cuidado para evitar a formação de focos do mosquito é praticamente nenhum.

Na foto, registrada pelo blog no bairro Castália, percebem-se dois pontos onde colunas foram batidas. Com a chuva, pequenas “piscinas” se formaram e a água está acumulada há dias, oferecendo um lugar ideal para o inseto transmissor da dengue se proliferar.

É incrível, mas alguns já esqueceram o terrível verão de 2009, quando nove pessoas (a maioria crianças) morreram nesta cidade em consequência da dengue.

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Esta pilha de pneus se encontra largada num terreno descoberto, sob sol e chuva, no bairro Banco Raso, em Itabuna. Mas não se trata de um terreno qualquer. Nele funcionou uma base de apoio da Coordenação de Controle de Endemias, que tem – entre suas principais atribuições – a de combater a dengue!

Parte da área hoje é ocupada pelo novo prédio do Tribunal Regional do Trabalho e, nos fundos, os próprios funcionários daquela Coordenação, vinculada à Secretaria Municipal da Saúde, despejam os pneus velhos.

A destinação irregular favorece a reprodução do mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue. E esse risco é agravado pelo fato de que não se aplica nenhum larvicida nos pneus.

Uma senhora que reside no BNH, conjunto habitacional situado naquelas imediações, chegou a ser destratada por um funcionário da Secretaria Municipal da Saúde, quando tentou falar sobre o perigo ao qual os moradores estão submetidos.

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Mais de 6,2 milhões de pessoas de 36 municípios brasileiros, incluindo Itabuna e Ilhéus, vão receber mensagens via SMS, em celulares e de todas as operadoras, sobre como prevenir a dengue.

As cidades selecionadas são que as apresentam alto índice de risco da doença. O Ministério da Saúde, informou que 24 dos municípios se encontram em situação de risco de surto e 12 apresentaram incidência superior a 200 por cem mil habitantes. Informações d´A Região.

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No primeiro mês de 2011, foram registrados mais de 1,6 mil casos de dengue na Bahia. Apesar de alto, o número representa uma queda, se comparado ao mesmo período do ano passado, quando o sistema de informação epidemiológica registrou 2.341 casos – redução de 31,3%.

Os municípios mais críticos, que concentram quase 61% dessas notificações, são Barreiras, Irecê, São Gabriel, Feira de Santana, Gentio do Ouro, Jussara, Ibipeba, Ilhéus, Ibititá e Cristópolis. Entretanto o risco de epidemia ainda é preocupante: das 417 cidades baianas, 198 apresentam “risco alto” ou “risco muito alto” de sofrer um epidemia de dengue neste ano. Informações do jornal A Tarde.

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O grupo ilheense auto-intitulado Coeso (sigla de Comitê de Entidades Sociais em Desfesa dos Interesses de Ilhéus e Região) apresentou esta semana ao prefeito Newton Lima um plano de ação para enfrentar o risco de uma epidemia de dengue no município.

A intenção do Coeso, que é formado por representantes de entidades sindicais e lideranças comunitárias, é envolver poder público e sociedade civil organizada, e programar uma série de mutirões nos bairros de Ilhéus. Um mapeamento será feito para priorizar as áreas com os maiores índices de infestação.

Newton Lima recebeu bem a iniciativa e dentro em breve será anunciado um cronograma de mutirões nos bairros.

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A Bahia é um dos 16 estados brasileiros com risco muito alto de epidemia de dengue e possui sete dos 178 municípios brasileiros com risco de surto ou em situação de alerta para epidemia, segundo o novo Mapa de Risco para a Dengue no Brasil, divulgado pelo ministro da Saúde, Alexandre Padilha.

Para combater esta situação, o ministro afirmou que o governo deve investir R$ 1,08 bilhão nas ações de enfrentamento da doença neste verão. Salvador, Feira de Santana, Vitória da Conquista, Juazeiro, Ilhéus, Itabuna e Camaçari estão entre os 70 municípios brasileiros que serão submetidos a monitoramento semanal dos casos, podendo até mesmo ganhar reforço de ações de saúde para evitar a proliferação de casos graves da doença.

Esse grupo de cidades foi classificado pelo chamado “risco dengue”, que cruza os números da infestação pelo mosquito Aedes aegypti com a densidade populacional e o tamanho da rede de atenção à saúde. Informações d´A Tarde.

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O Coeso (Comitê de Entidades Sociais em Defesa dos Interesses de Ilhéus e Região) pretende se engajar no combate à dengue. Representantes da entidade afirmam que o índice de infestação superior a 6% e a inclusão de Ilhéus entre as cidades brasileiras com risco de enfrentar epidemia neste verão justificam a mobilização.

Aldicemiro Duarte, coordenador-geral do Comitê, adianta que serão enviados ofícios esta semana ao prefeito Newton Lima, ao secretário da Saúde Jorge Arouca e representantes de entidades da sociedade civil organizada e Ministério Público. No documento, o Coeso propõe um plano de emergência contra a dengue.

Um dos pontos da estratégia inclui a realização dos conhecidos mutirões para o controle dos focos nas comunidades.