
Dados divulgados nesta terça-feira (30) pelo Ministério da Saúde indicam que pelos menos 11 cidades do sul da Bahia correm sério risco de enfrentar surto das doenças dengue, zika e chikungunya. O PIMENTA verificou que são localidades com índices de infestação do Aedes aegypti que variam de 4,3% a 10,7%, considerandos preocupantes pelas autoridades de saúde.
O primeiro Levantamento Rápido de Índices de Infestação pelo Aedes aegypti (LIRAa) de 2019 indica que a pior situação no sul da Bahia foi verificada em Ibicaraí. Lá, de cada 100 imóveis visitados pelos agentes de combate às endemias, 10,7 estavam infestados com larvas do mosquito transmissor das três doenças.
O levantamento apontou altos índices de criadouros do mosquito e situação preocupante também nas cidades de Barro Preto (5,1%), Coaraci (5%), Floresta Azul (5%), Gongogi (7,7%), Ilhéus (10%), Itabuna (8,3%), Itororó (4,3%), Mascote (4,4%), Santa Luzia (5,7%) e Uruçuca (5,5%).
Entre as cidades com bons resultados estão Almadina (zero), Camacan (0,3%), Dário Meira (0,5%), Itaju do Colônia (0,9%), Pau Brasil (0,4%) e Una (0,8%). Para o Ministério da Saúde, índice de infestação predial inferior a 1% é considerado satisfatório. Os dados, aos quais o PIMENTA teve acesso, mostram que cerca de 30 cidades do sul da Bahia estão em situação de alerta, com índices variando de 1% a 3,9%.















Tentando retomar a normalidade dos trabalhos, a Câmara dos Deputados aprovou hoje (18) a Medida Provisória 712/15, que trata de medidas de combate ao Zika vírus, à dengue e à febre chikungunya. O plenário da Câmara não votava nada desde o afastamento de Eduardo Cunha (PMDB-RJ) da presidência da Casa, no dia 5 de maio.



O Blog do Gusmão publica nota na qual faz um comparativo entre o trabalho de combate ao Aedes aegypti realizado nas cidades de Itabuna e Ilhéus. Para o veículo, enquanto a primeira faz adequadamente o dever de casa, a última peca pela negligência e falta de organização nas ações.












