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Geraldo Simões 3Geraldo Simões

O então ministro da Educação, Aloizio Mercadante, chegou a anunciar, num encontro de reitores, que a reitoria da UFSB seria em Porto Seguro. Fizemos gestões junto ao ex presidente Lula e à presidente Dilma, além do governador Jaques Wagner, para que Itabuna ficasse com a reitoria, o que de fato aconteceu.

O Sul da Bahia vive um dia histórico nesta segunda-feira, 8 de setembro, com duas importantes conquistas: o início das atividades da Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB), no campus Jorge Amado, em Itabuna, que também é a sede da reitoria; e o anúncio, pelo ministro dos Transportes, Paulo Sérgio Passos, e pelo governador Jaques Wagner, da licitação para a realização das obras de duplicação da rodovia Ilhéus-Itabuna.
A Universidade Federal do Sul da Bahia começou a ganhar corpo em 2003, quando, como prefeito de Itabuna,  solicitamos a implantação de uma universidade federal em Itabuna ao então presidente Lula. Em 2004, chegou-se a ventilar a implantação de um campi da Universidade Federal da Bahia (Ufba), como foi eleito outro candidato, este não se interessou pela proposta.
Como deputado federal, iniciamos a mobilização junto à bancada baiana no Congresso Nacional para que a reitoria e o campus principal fossem em Itabuna, ação retomada assim que tomamos conhecimento de que a presidenta Dilma Rousseff pretendia implantar uma universidade federal no Sul da Bahia.
O então ministro da Educação, Aloizio Mercadante, chegou a anunciar, num encontro de reitores, que a reitoria da UFSB seria em Porto Seguro. Fizemos gestões junto ao ex presidente Lula e à presidente Dilma, além do governador Jaques Wagner, para que Itabuna ficasse com a reitoria, o que de fato aconteceu.
Participamos na Câmara dos Deputados e acompanhamos no Senado, todo o processo que culminou na sanção da presidente Dilma, criando a universidade que hoje dá seus primeiros passos. Certamente, se consolidará como umas das principais instituições de ensino superior do país, beneficiando milhares de jovens sul-baianos e criando em torno de si toda uma cadeia que impulsiona a economia nas cidades em que ela está inserida.
A duplicação da rodovia Ilhéus-Itabuna é a consolidação de um sonho de várias décadas e terá impacto positivo nas duas maiores cidades do Sul da Bahia, que, longe de serem rivais, se completam em suas atividades socioeconômicas e em suas potencialidades
Desde nosso mandato como deputado estadual, na década de 90, como líder da bancada do PT, trabalhamos por essa obra. Mas, infelizmente, apesar de sucessivas promessas,  a proposta foi ignorada pelos sucessivos governos calistas, incapazes de compreender a importância da duplicação e de retribuir o muito que essa região contribuiu com o estado nos tempos em que o cacau era a base da economia baiana.
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Geraldo defende reeleição de Dilma, e Rui em Ondina.
Geraldo defende reeleição de Dilma, e Rui em Ondina.

Após comemorar o registro de sua candidatura, o deputado Geraldo Simões afirmou que agora é mostrar ao eleitorado propostas que se tornaram realidade, como a Universidade Federal do Sul da Bahia (“quando falávamos desse projeto, as pessoas duvidavam”), e trabalhar pela reeleição da presidente Dilma Rousseff e do candidato ao governo da Bahia pelo PT, Rui Costa.
– A reeleição da presidente Dilma e a eleição de Rui Costa ao governo baiano são a única garantia da conclusão das obras da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol) e a implantação do Porto Sul – defende.
O parlamentar sul-baiano vê riscos para os dois maiores projetos de infraestrutura logística da Bahia, caso sejam eleitos Marina Silva (PSB) para presidente e Paulo Souto (DEM) para o governo estadual.
E justifica:
– Marina tem entre seus principais colaboradores o empresários Guilherme Leal, dono da Natura e de empreendimentos imobiliários no Sul da Bahia. Guilherme sempre se  manifestou contrário ao Porto Sul e sempre esteve entre os principais financiadores da campanha de Marina – diz.
Geraldo afirmou que, “durante seus mandatos como governador, Paulo Souto não fez nenhuma obra de infraestrutura na região  e permitiu o sucateamento do Porto do Malhado, em Ilhéus”. Já Dilma e Rui, afirma Geraldo, “estão comprometidos com a implantação da Ferrovia Oeste-Leste e do Porto Sul, que são fundamentais para a retomada do desenvolvimento regional”, afirma.
A Ferrovia Oeste-Leste, em fase de construção, e o Porto Sul, em fase de licenciamento pelo Ibama, são uma parceria entre o Governo Federal e o Governo da Bahia e  fazem parte do Complexo Intermodal Porto Sul, que prevê investimentos de cerca de R$ 6,5 bilhões. A ferrovia já tem mais de 30% da obra concluída.

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TRE libera candidatura de Geraldo.
TRE libera candidatura de Geraldo.

O Tribunal Regional Eleitoral (TRE-BA) deferiu hoje pela manhã (2) o registro de candidatura do deputado federal Geraldo Simões (PT). O nome do deputado constava na lista do Tribunal de Contas da União (TCU), devido a pendências do seu primeiro mandato como prefeito de Itabuna (1993-1996). O registrou foi deferido por unanimidade.

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Geraldo: centro de logística em Itabuna.
Geraldo: centro de logística em Itabuna.

A implantação do Centro de Logística do Complexo Porto Sul em Itabuna está sendo defendida pelo deputado federal Geraldo Simões (PT).
O complexo intermodal demanda investimentos superiores a R$ 6,5 bilhões e inclui Porto Sul, Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol) e um novo aeroporto na região da Ceplac, em Ilhéus.
A localização privilegiada de Itabuna e sua consolidação como polo comercial e de prestação de serviços, na opinião de Geraldo, justificam a instalação do Centro de Logística em Itabuna. O centro atrairá empresas que darão suporte ao porto, à ferrovia e ao aeroporto.
– Vamos trabalhar no Congresso Nacional para garantir que Itabuna receba o Centro de Logística, que vai gerar empregos e impulsionar a economia – disse o deputado.

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Hélio Lourenço em lançamento de obra de sua autoria (Foto Arquivo).
Hélio Lourenço em lançamento de obra de sua autoria (Foto Arquivo).

Geraldo destaca trajetória do pastor.
Geraldo destaca trajetória do pastor.

A trajetória do pastor Hélio Lourenço da Silva, da Igreja Batista Teosópolis, em Itabuna, foi lembrada ontem em pronunciamento do deputado federal Geraldo Simões no Congresso Nacional.
O pastor faleceu no último domingo (3), depois de lutar por três anos contra o câncer de próstata. No pronunciamento, Geraldo destacou “a pessoa querida”, “sua determinação e força na busca de seus objetivos de vida”.
– Independente da profissão de fé que façamos, todos os cidadãos e cidadãs de Itabuna reconhecem o valor do Pastor Hélio por seu papel na dinamização das atividades da Igreja Batista em Itabuna – afirmou Geraldo, para ressaltar que todos sentirão a falta do Pastor Hélio. “Mas seu exemplo sempre estará presente em nossa vida”.

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Comissão de Agricultura e Reforma Agrária (CRA): Helinton José Rocha, representante do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, participa de audiência pública sobre o Programa Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural na Agricultura FamJosé Carlos Veridiano (Badega), delegado regional do Sintsef, voltou a se levantar contra o que chama de enrolation na Ceplac. A direção geral do órgão quer realizar concurso público com 514 vagas, sem antes promover a sua institucionalização. Badega é contra. Acredita que só concurso não resolve.
O embate provoca ranger de dentes dentro da Ceplac. Justamente por causa dessa disputa, o diretor geral, Helinton Rocha, não compareceu à solenidade do Dia Internacional do Cacau, no domingo (27), na sede regional em Ilhéus. Foi representado por Elieser Correia.
Badega provoca:
– Ele, que nem sabe o que é cacau nem entende de Ceplac, deu calundu e não veio.
Aliás, nem só o diretor geral faltou ao evento. Os deputados Geraldo Simões e Josias Gomes não deram o ar da graça. Por lá, apenas o líder do PT na Assembleia, o deputado estadual Rosemberg Pinto (PT), festejado por ter incluído, na Lei Ambiental, a possibilidade de manejo certificado em áreas de cabruca no Sul da Bahia (veja matéria abaixo).

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Wagner em audiência com ceplaqueanos na última quinta.
Wagner em audiência com ceplaqueanos na última quinta.

O governador Jaques Wagner recebeu representantes do Sindicato dos Servidores Federal (Sintsef) na última quinta (17). Na agenda, a modernização da Ceplac. A audiência foi solicitada pelo delegado regional do sindicato, José Carlos Veridiano, quando da última visita de Wagner a Itabuna.
– Estamos recebendo uma nova massa crítica. Entendemos que a região passará por uma profunda transformação e a Ceplac, como está hoje, não vai responder a essas demandas – ressaltou Veridiano (Badega) ao explicar o motivo da audiência.
Wagner se comprometeu para, em conjunto com ceplaqueanos e lideranças regionais, lutar pela reestruturação da Ceplac.
“Ele foi sensível à nossa demanda, por entender, inclusive, que faz parte de uma agenda que é do próprio governo estadual, assim como do federal”, resume Badega.
Para o grupo, a modernização do órgão federal não passa apenas pela realização de concurso. Primeiro, a institucionalização, depois o concurso. É uma ideia já exposta aqui no PIMENTA pelo dirigente do Sintsef em entrevista (reveja aqui).
Participaram da audiência o presidente do Sintsef Bahia, Edvaldo Pitanga, o chefe de Gabinete da Serin, Martiniano Costa, o presidente do PT baiano, Everaldo Anunciação, e os deputados federais Josias Gomes e Geraldo Simões, além dos ceplaqueanos Jackson Moreira, Sílvio Roberto e  Afrânio Andrade.

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Geraldo: caso prescrito.
Geraldo: caso prescrito.

A lista do Tribunal de Contas da União (TCU) com políticos que correm o risco de ficar inelegíveis tem nomes conhecidos dos sul-baianos, dentre eles os ex-prefeitos itabunenses Fernando Gomes e Geraldo Simões.
Geraldo figura por falta de prestação de contas de um convênio de seu primeiro governo (1993-1996). O parlamentar entrou com recurso no próprio tribunal e, na Justiça Eleitoral, acabou sendo absolvido.
Outro tribunal, o eleitoral baiano (TRE-BA), considerou o processo prescrito, liberando-o já em 2010. E, ainda no TCU, o caso será submetido a análise. Já Fernando, está impedido de disputar eleição até o final desta década.
A lista do TCU traz 496 nomes baianos.
 

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Everaldo trabalha pelo retorno de Vane ao PT.
Everaldo trabalha pelo retorno de Vane.

Silenciosamente, a direção estadual do PT trabalha pelo retorno do prefeito de Itabuna, Claudevane Leite, ao partido. O gestor deixou a legenda, em 2011, para disputar o governo municipal, já que o comando do partido trabalhava a candidatura da esposa de Geraldo Simões, Juçara Feitosa. Encontrou abrigo no PRB, mas não esperava que, na última hora, o partido fosse cair nos braços adversários. A legenda de Bispo Marinho apoiará o democrata Paulo Souto.
Ontem, o presidente do PT baiano, o ilheense-itabunense Everaldo Anunciação, tomou café da manhã com Vane. O PIMENTA apurou que o retorno de Vane não é descartado e pode ocorrer no período pós-eleições de 2014. Este, aliás, é o sonho de Everaldo. E, também, do deputado federal Josias Gomes.
Não se sabe se dependerá do resultado das urnas, mas a eleição do nome petista na disputa ao Palácio de Ondina, Rui Costa, reforçaria essa possibilidade.

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marco wense1Marco Wense

O fernandismo quer fazer barba, cabelo e bigode: a eleição de Paulo Souto, a não reeleição da presidente Dilma Rousseff e o fracasso eleitoral do Capitão Azevedo.

A cada passo, atrás de cada gesto, um obsessivo pensamento: ser prefeito de Itabuna pela quinta vez. É o incansável Fernando Gomes de olho na sucessão de 2016.
FG sai do PMDB do médico e político Renato Costa e retorna ao DEM da fiel escudeira Maria Alice, dirigente-mor do diretório municipal e coordenadora da campanha de Paulo Souto ao Palácio de Ondina.
Gostem ou não, Maria Alice é pessoa indispensável para o processo eleitoral dos democratas. É quem faz tudo: organiza, articula e busca o apoio de outras legendas.
Como não bastasse o retorno ao partido que pode eleger o próximo governador da Bahia, Fernando Gomes vai apoiar José Carlos Aleluia para deputado federal, que é o presidente estadual do DEM.
Não satisfeito, achando pouco, FG espera uma decisão de Paulo Souto em relação a Fábio Souto. Ou seja, vai apoiar o filho do ex-governador se ele sair candidato a deputado estadual, desistindo da reeleição para o parlamento federal.
No DEM, FG passa a ser adversário do também ex-prefeito Azevedo, que precisa de uma eleição – deputado estadual ou federal – para ganhar corpo diante de um FG revigorado.
O fernandismo quer fazer barba, cabelo e bigode: a eleição de Paulo Souto, a não reeleição da presidente Dilma Rousseff e o fracasso eleitoral do Capitão Azevedo.
Geraldo Simões, o PT e os petistas ficam para depois. O PCdoB fica por conta do governo Vane e do PRB do bispo-deputado Márcio Marinho.
Marco Wense é articulista do Diário Bahia.

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Jackson discursa em solenidade com o governador (Foto Pimenta).
Jackson discursa em solenidade com o governador (Foto Pimenta).

Provocou risos, ontem, o contorcionismo de políticos como o deputado federal Geraldo Simões e o prefeito de Santa Cruz da Vitória, Jackson Bonfim, para falar do candidato governista ao Palácio de Ondina sem citar o seu nome.
Geraldo abordava os “novos tempos democráticos” e de como prefeitos, sejam governistas ou oposicionistas, são recebidos pelo governador, ao contrário do tempo dele, quando carlistas estavam no poder. Em determinado momento, foi elogiar o candidato Rui Costa.
– Posso falar o nome dele? – perguntou, ouvindo um rápido “não” de Wagner.
Na sequência, veio o prefeito Jackson Bonfim, dizendo que torcia para “aquele que o senhor está apoiando”.
São as preocupações e os rigores da legislação eleitoral.

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Geraldo se disse surpreso com as acusações de Babau.
Geraldo se disse surpreso com as acusações de Babau.

Lideranças políticas estaduais tomaram como surpresa o conteúdo de uma carta do Cacique Babau. Nela, o líder dos tupinambás faz acusações ao governo e ao Exército e, por fim, culpa o deputado federal Geraldo Simões (PT-BA).
– Se alguma coisa acontecer com minha pessoa e meus irmãos, foi essa Polícia que está aqui na região, que o ministro mandou para a aldeia. Sendo que a ordem de matar partiu do deputado Geraldo Simões – escreveu Babau.
Dos poucos deputados que se levantaram contra a onda de invasões dos tupinambás a fazendas do sul da Bahia, Geraldo também se disse surpreso com a estratégia do cacique, principalmente por não ter a violência como sua característica.
O parlamentar petista considera “a radicalização extrema dos direitos indígenas” seria uma “forma provocadora de inviabilizá-los”. Internamente, a estratégia utilizada por Babau é vista como uma forma de tentar abrandar a postura do petista.

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marco wense1Marco Wense
Até as freiras do Convento das Carmelitas sabiam que o governador Jaques Wagner ficaria com o PP em detrimento do PDT. O tempo da legenda no horário eleitoral foi decisivo.
Os preciosos minutos na telinha são mais importantes do que a pessoa do pré-candidato, que diante da situação vira um mero coadjuvante, não importando os laços de amizade com o detentor da escolha.
Outro detalhe é que a cúpula do PT, agora sob a batuta de Everaldo Anunciação, acha – e continua achando – que os pedetistas são mais, digamos, domáveis que os pepistas.
Ninguém imaginava o deputado João Leão como vice de Rui Costa na chapa governista, já que a disputa era travada entre Mário Negromonte e o presidente da Assembleia Legislativa, o pedetista Marcelo Nilo.
Ficou a impressão de que a postulação de Negromonte era de mentirinha, tudo combinado com João Leão. A maior autoridade do Parlamento estadual foi impiedosamente descartado. Defenestrado.

THIAGO E O PSL

Thiago FeitosaThiago Feitosa (foto), filho do deputado federal Geraldo Simões, saiu do PT para o PSL por conveniência política e não por qualquer outro motivo.
No PT, sua ex-legenda de priscas eras, como diria o saudoso jornalista Eduardo Anunciação, não teria nenhuma chance de ser eleito para o Parlamento estadual.
A figura maior do PSL, João Henrique, ex-alcaide soteropolitano, anda de mãos dadas com ACM Neto. Já declarou que o seu candidato a governador é aquele que Netinho apontar.
O PSL vai apoiar o ex-governador Paulo Souto (DEM). Como a fidelidade partidária é anzol que só fisga peixe pequeno, o jovem Tiago pode declarar, em alto e bom som, que seu candidato ao Palácio de Ondina é o petista Rui Costa.
João Henrique é de uma instabilidade impressionante. Não sabe o que quer. A sabedoria popular costuma chamar o político do “vai e vem” de barata tonta.

COISA DO PASSADO

A educadora Carol Carvalho, após 20 anos de militância no PCdoB, pediu desfiliação da legenda: “Vocês não sabem o que é comunismo”, bradou a professora.
O desabafo da insatisfeita e decepcionada Carol fez lembrar o saudoso poeta e compositor Cazuza: “Ideologia! Eu quero uma pra viver”.
A você, Carol, resta o “consolo” de que não existe outro caminho. O que prevalece hoje é o “pirãonismo” (farinha pouca meu pirão primeiro). Pela coerência, somente os capitalistas merecem parabéns. Continuam os mesmos.
Marco Wense é articulista do Diário Bahia.

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Geraldo defende anulação de estudo da Funai e permanência do Exército.
Geraldo defende anulação de estudo da Funai e permanência do Exército.

O deputado federal Geraldo Simões disse que a permanência do Exército, no sul da Bahia, é fundamental para a pacificação na área de conflito entre produtores rurais e índios e autodeclarados tupinambás. As tropas foram retiradas das bases de pacificação desde a tarde da segunda (10).
– Defendo que [o Exército] continue até o fim do processo de demarcação das terras – disse o parlamentar ao PIMENTA, que considera a região pacificada desde a chegada do Exército.
Há relatos, no entanto, de constantes ameaças de invasões e depredações a propriedades na área em litígio. Algumas das ameaças são direcionadas a pequenos produtores da região de Olivença, em Ilhéus.
O governador Jaques Wagner apresentou ontem (11) pedido para que o governo federal mantenha as tropas do Exército na região. A decisão deve sair até amanhã (13).
ANULAÇÃO DE ESTUDO DA FUNAI
Para Geraldo, a anulação do decreto de demarcação dos 47,3 mil hectares entre os municípios de Una, Buerarema e Ilhéus é parte da solução para o conflito. O estudo favorável aos tupinambás, segundo Geraldo, “está cheio de vícios”.
O parlamentar ainda fala da tragédia social que seria, na opinião dele, a retirada de mais de 20 mil famílias das terras em disputa no sul do estado. “Como retirar mais de 20 mil famílias para assentar sei lá quantos índios?”, questiona.
CASO JURACI: CRÍTICAS À POLÍCIA CIVIL
O deputado petista fez críticas, ainda, à atuação da polícia civil na investigação da morte do pequeno produtor rural Juraci Santana, assassinado na madrugada de 11 de fevereiro deste ano, no Assentamento Ipiranga.
– Na região, todos sabem os nomes dos autores, mas ninguém até agora foi preso – afirmou, complementando que a Polícia Civil precisa esclarecer o crime e concluir logo o inquérito.

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Flávio Barreto diz que mudança é natural.
Flávio Barreto diz que mudança é natural.

O presidente do diretório do PT de Itabuna, Flávio Barreto, disse ao PIMENTA que considera “natural a mudança de agrupamento político” do ex-candidato a vereador Eduardo Almeida “Ninão”.
Nesta noite de quarta (26), Ninão anunciou neste blog que estava deixando o grupo do ex-prefeito e deputado federal Geraldo Simões. O rompimento político ocorre após 19 anos. Ele vai apoiar o deputado Valmir Assunção (confira entrevista concedida mais cedo).
Barreto ainda afirmou que a mudança do filiado é “movimentação cotidiana” no PT, “onde as forças se harmonizam e se movimentam democraticamente e, para tanto, são devidamente respeitadas seguindo a tradição petista”.
O deputado Geraldo Simões ainda não se posicionou quanto ao rompimento de um de seus mais antigos e até então fiéis aliados. Nos bastidores, houve tensão, pois Geraldo pensava que Ninão iria apoiar o deputado federal Josias Gomes, que tem base em Itabuna e virou algoz do ex-prefeito itabunense.