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Os funcionários do Hospital de Base Luís Eduardo Magalhães, em Itabuna, deflagraram greve por tempo indeterminado, cansados de esperar pelo pagamento do décimo terceiro salário.
A Prefeitura havia se comprometido a pagar apenas o abono dos trabalhadores que recebem até dois salários mínimos, deixando os demais para “depois que a Sesab fizesse o repasse” das verbas do Hblem. Mas bastou um telefonema do Sindicato dos Servidores Municipais ao órgão estadual para saber que a transferência dos recursos já tinha sido realizada.
Segundo a presidente do Sindserv, Karla Lúcia Oliveira, o sindicato está pressionando o governo “para que resolva este impasse o mais rápido possível”.

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O fim de ano poderá trazer graves transtornos para quem precisar dos serviços do Hospital de Base Luís Eduardo Magalhães, em Itabuna. Servidores da maior unidade hospitalar do sul da Bahia ameaçam entrar em greve por tempo indeterminado a partir da próxima segunda-feira, 27, caso a direção não pague o décimo terceiro e o salário de dezembro até esta sexta-feira, 24.
A possibilidade de greve será discutida nesta quinta, a partir das 17 horas, em assembleia que acontece na sede do Sindicato dos Comerciários, na avenida do Cinquentenário, centro da cidade. “Se não pagar, é greve”, avisa a presidente do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais (Sindserv), Karla Lúcia Oliveira.
Na terça-feira, houve paralisação de advertência no Hblem e nesta quarta nem todos os trabalhadores retornaram às atividades. Entre os que compareceram, muitos faziam a conhecida “operação tartaruga”, que serve para pressionar a direção da casa, mas infelizmente maltrata pacientes e familiares, que também acabam se tornando vítimas do problema.

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Após uma reunião nesta terça-feira, 21, com um grupo de funcionários, o diretor do Jornal Agora, José Adervan, decidiu abreviar as negociações e executar uma medida dura. Três repórteres – todas mulheres – foram sumariamente demitidas da redação, por serem consideradas as idealizadoras da greve que exigia o pagamento de salários atrasados.
Segundo informações que chegaram ao PIMENTA, há funcionários que ainda não receberam os salários do mês de setembro. Empregados do jornal também se queixam de que os pagamentos são feitos em doses homeopáticas, em forma de vales semanais. “Alguns desses vales, pagos a jornalistas, são de apenas R$ 50,00”, revela um funcionário que prefere não se identificar.
Com a paralisação deflagrada na segunda-feira, o jornal acabou não circulando no dia seguinte. Mas, pelo que consta, a equipe sobrevivente voltou a trabalhar, intimidada pela “guilhotina”. As repórteres demitidas correspondiam a 50% da redação.

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Os funcionários do Hospital de Base Luís Eduardo Magalhães (Hblem) cruzaram os braços nesta terça-feira (21) em protesto contra o não-pagamento do salário de novembro e do 13º salário que, por lei, deveria ser depositado até ontem.
A paralisação promete durar toda esta terça-feira. A unidade mantém, pelo menos, 30% do funcionalismo em atividade e atende aos casos de urgência. Os servidores farão assembleia às 17h da quinta-feira, 23, para decidir se haverá greve. É tempo para a direção do Hblem e o prefeito Capitão Azevedo (DEM) fazerem o dever de casa…

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Após assembleia realizada nesta sexta (17), os funcionários da Coelba decidiram entrar em greve a partir da próxima terça-feira, 21. De acordo com o sindicato dos eletricitários, o Sinergia, a Coelba resiste a negociar pontos considerados prioritários na campanha, o Plano de Saúde, a criação de Plano de Cargos, Carreira e Salários e a estabilidade pré-aposentadoria de dois anos.
Segundo o sindicato, a greve afetará os serviços de ligação, reparo, manutenção e atendimento nas agências da companhia de eletricidade. Além da Bahia, os eletricitários de Pernambuco e Ceará também decidiram cruzar os braços por tempo indeterminado. As companhias de eletricidade nos três estados pertencem ao grupo Neoenergia.

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Os alunos da rede municipal de ensino de Iguaí, no sudoeste da Bahia, estão com o ano letivo totalmente comprometido. É que desde 14 de setembro os professores estão em greve, reivindicando a aprovação do estatuto e do plano de carreira da categoria, implantação do piso salarial e pagamento de um abono que é fruto de acordo firmado em 2009.
Indiferentes às reivindicações, o prefeito Ronaldo Moitinho e sua secretária da Educação, Elineusa Protázio, ainda não abriram um canal de diálogo com os professores. Com isso, a greve está prestes a completar dois meses.
A situação é condenada pelo Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado da Bahia e mereceu repúdio da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), que externou “irrestrito apoio” à greve.

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Os representantes dos bancos ofereceram reajuste médio de 7,5% para os trabalhadores do setor, além de correções diferenciadas de benefícios. Com isso, e diante da possibilidade de ganho real de 3,08% sobre a inflação, a Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf) orientou os sindicatos da categoria a encerrar a greve. A vingar essa diretriz, as agências terão seu funcionamento normalizado já nesta quinta-feira, 14.
Os bancários deflagraram paralisação há 15 dias, reivindicando 11% de reposição salarial e aumento da Participação nos Lucros.

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Representantes da Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) e do comando nacional da greve dos bancários voltam a se reunir nesta segunda-feira, 11, às 11 horas, a fim de discutir nova proposta que viabilize o retorno ao funcionamento das agências.
No último sábado, a Fenaban apresentou proposta de reajuste de 9,82% para o piso salarial, 6,5% para os funcionários que recebem até R$ 4.100,00 e valor fixo de R$ 266,50 de aumento para os bancários que ganham acima daquele valor.
A sinalização dos banqueiros foi considerada insuficiente pelos grevistas, que também não acataram o percentual de 6,5% referente à Participação nos Lucros e Resultados (PLR). Há grande expectativa de que as partes cheguem ao acordo nesta segunda-feira.
O Sindicato dos Bancários de Itabuna e Região convocou assembleia para a próxima quarta-feira, 13, às 17 horas, no auditório do Sindicato dos Comerciários (Avenida do Cinquentenário, 685). A reunião será para deliberar sobre os resultados da rodada de negociação de hoje.

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Pode acabar ainda neste sábado, 9, a greve dos bancários em todo o país. A categoria cruzou os braços desde o último dia 29, quando os bancos ofereceram 4,29% de reajuste salarial.
Os bancários querem 11% e maior participação nos lucros dos bancos. A nova rodada de negociações da categoria com a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) está prevista para acontecer às 11 horas deste sábado, em São Paulo. A greve atinge 8,3 mil agências bancárias em todo o país.

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Operários do projeto Residencial Nova Vida, no bairro Santa Inês, em Itabuna, entraram em greve depois que a empreiteira responsável decidiu instalar o registro de ponto a fim de controlar o intervalo do almoço. De acordo com o presidente do Sindicato dos Trabalhadores da Construção Civil de Itabuna, Edson Cruz dos Santos, a paralisação é por tempo indeterminado.
O sindicalista relata que, anteriormente, os empregados da obra tinham uma hora para o almoço, mas não podiam sair do local de trabalho durante esse intervalo. A construtora oferece as refeições.
Os empregados protestaram contra o impedimento de se ausentar no intervalo e entraram na justiça, que considerou justa a reivindicação. Agora, eles podem sair, desde que retornem em 60 minutos. E a empresa achou por bem controlar esse tempo, o que a peãozada também não aceitou.
Uma reunião para tentar resolver o impasse foi agendada para esta quinta-feira, 7, no Ministério Público do Trabalho.

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Bancários de todo o país ameaçam entrar em greve a partir desta quarta-feira, dia 29. A deliberação se dá após 30 dias de negociações com a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban), que no último dia 22 apresentou proposta de reajuste de 4,29%. O índice corresponde ao INPC medido de setembro de 2009 a agosto deste ano.
A categoria reivindica um reajuste de 11%, além da elevação dos pisos salariais e da Participação nos Lucros e Resultados e implementação de plano de carreira em todos os bancos.
Assembleias irão a acontecer hoje em todo o Brasil, para decidir sobre o indicativo de greve.

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Servidoras, com nariz de palhaço, em frente ao centro administrativo (Foto Fábio Roberto/Pimenta).

Os servidores municipais de Itabuna deflagraram greve nesta segunda-feira, 10, em protesto contra atrasos de salário, corte de adicionais e funções gratificadas, além de pagamento do retroativo do reajuste concedido em julho. Os servidores têm audiência marcada com o prefeito Capitão Azevedo (DEM), às 13 horas.

Pela manhã, apenas 30% dos servidores trabalhavam no centro administrativo Firmino Alves. O Departamento de Tributos apenas esclarecia dúvidas de contribuintes. Nenhum secretário – nem o prefeito –  foi encontrado para comentar a paralisação.

Nesse instante, dezenas de servidores estão concentrados em frente ao centro administrativo. Eles também reclamam que a prefeitura tem descontado empréstimos, mas não faz o repasse para as instituições financeiras. O servidor acaba tendo o nome incluído em serviços de proteção ao crédito.

Amanhã, às 9 horas, haverá audiência no Ministério Público Federal do Trabalho para discutir a situação. O encontro tem participação de representantes dos servidores e da prefeitura.

Atualização às 12h45min

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Presidente da entidade diz que falta honestidade ao governo de Itabuna.

O Sindicato dos Servidores Municipais de Itabuna (Sindserv) anuncia que o funcionalismo entrará em greve por tempo indeterminado, a partir das 6 horas da manhã da próxima segunda-feira, dia 20.
De acordo com a entidade, a decisão é motivada na investida do governo municipal nos contracheques dos funcionários, que viram a remuneração encolher com o corte de comissões, horas extras e adicionais. Os descontos foram justificados pela administração como uma necessidade frente ao excesso de peso da folha de pagamento.
“As medidas de contenção de despesa prejudicam diretamente o bolso dos servidores”, grita a presidente do Sindserv, Karla Lúcia Oliveira. Segundo ela, a greve que começa na segunda será por tempo indeterminado e atingirá todos os setores da administração, inclusive o hospital de base, preservando-se 30% do efetivo em atividade conforme determina a legislação.
Além da redução dos pagamentos, o sindicato se queixa da falta de atenção do prefeito José Nilton Azevedo, que repetidas vezes têm desmarcado reuniões agendadas com os representantes do funcionalismo.
“A reunião agendada para esta sexta-feira, a partir das 18 horas, foi mais uma vez cancelada pela administração municipal, o que nós consideramos falta de honestidade e um desrespeito com a categoria”, protesta Karla Lúcia.

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Além dos trabalhadores da Penalty em Itabuna, os que atuam na fábrica de Itajuípe também paralisaram suas atividades. Eles tentam convencer a empresa a alterar o benefício de cestas básicas para ticket-alimentação e unificar o valor do mesmo em R$ 120,00.
A Penalty oferce aos funcionários um complemento referente à cesta básica, variando de R$ 20,00 a R$ 70,00. De acordo com o Sintratec – sindicato que representa os operários da empresa – , a definição do adicional se relaciona ao cumprimento de metas “inatingíveis”.  O presidente da entidade, Jéser Cardoso, afirma que a empresa também exclui do direito à cesta básica os funcionários em licença médica.
Está prevista para logo mais, às 17 horas, uma reunião entre o Sintratec e a administração das fábricas de Itabuna e Itajuípe para resolver a situação. Ainda de acordo com o sindicato, a mudança de cesta básica para ticket-alimentação está prevista na última convenção coletiva assinada entre as representações patronal e dos trabalhadores.