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Os mais de 80 servidores da saúde do município de Buerarema, no sul da Bahia, entraram em greve por tempo indeterminado nesta quarta-feira. Os profissionais alegam que ainda não receberam nem o salário de fevereiro e existem outros dois meses acumulados.

O último, relativo a julho de 2009, foi negociado para ser pago em três parcelas, ainda em 2009, mas até agora nada ‘pingou’, segundo o presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Saúde (Sintesi), Raimundo Santana.

A prefeitura também não quitou o terço de férias deste ano. O município sul-baiano foi sacudido, ontem à noite, com uma decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que levantou suspeitas quanto à veracidade do um decreto legislativo de 2007 que rejeitou as contas de Mardes relativas ao período de janeiro a junho de 2005 (confira aqui).

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Servidores das áreas de limpeza pública e administração cruzaram os braços em Buerarema, no sul da Bahia, em protesto contra atraso de salário e falta de condições de trabalho. Eles miram o secretário de Administração, Eribaldo Lima, também chamado de primeiro-ministro.

A cidade enfrenta caos administrativo. Na próxima quarta, 17, quem cruza os braços são os 80 funcionários da Secretaria de Saúde. Os profissionais alegam três meses de salários atrasados. Nos corredores da prefeitura e na cidade, o que se diz é que o prefeito Eudes Bonfim, interino, é quem menos manda no centro administração. A cidade sofreu com Orlando Filho e Mardes Monteiro. Agora, pena com Bonfim.

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Vinculados ao mesmo sindicato – o Sintratec -, os trabalhadores das indústrias Trifil e Penalty, em Itabuna, ameaçam entrar em greve. Nas duas empresas, a justificativa para a insatisfação é a mesma: a resistência dos patrões em conceder um reajuste salarial que os operários considerem “digno”.

A Penalty, onde a pauta de reivindicações é extensa – incluindo até mesmo  fim do assédio moral e a redução da jornada de trabalho para 40 horas semanais -, segurou o pé na hora de definir a reposição salarial. A oferta é de um piso de R$ 532,40 de março a junho e de R$ 535,00 de julho a dezembro.

A empresa também ofereceu reajustes diferenciados: de 8% para quem ganha acima de R$ 600,00 e 4,11% para os demais funcionários. O valor estabelecido a título de Participação nos Lucros e Resultados (PLR) é de somente R$ 60,00.

Na Trifil, as condições não são muito diferentes e a direção do Sintratec afirma que o caminho poderá mesmo ser a greve. Nesta quinta-feira (04), cerca de 100 trabalhadores da Penalty fizeram duas horas de protesto no interior da fábrica.

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Desde as primeiras horas desta terça-feira, 2, os 80 funcionários da Maternidade Esther Gomes (Mãe Pobre), em Itabuna, entraram em greve por tempo indeterminado. Eles exigem o pagamento imediato de dois meses de salários atrasados.

A direção da maternidade alega dívida não paga pela Secretaria Municipal de Saúde, daí a dificuldade em colocar os salários em dia. A unidade atende a pacientes de todo o sul da Bahia. O município dispõe de só mais uma unidade especializada em atendimento gineco-obstetra, o Hospital Manoel Novaes.

A situação na saúde de Itabuna, por conta do calote do município, é complicadíssima. O único hospital psiquiátrico da cidade, o São Judas, também quer receber da prefeitura. Os funcionários fazem assembleia dia 9 para decidir se deflagram greve. Eles estão com dois meses de salário em atraso.

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Polícia fez blitz em Buerarema, palco de conflito agrário (Foto Xilindró Web).

Há mais de uma semana a cidade sul-baiana vive em clima de guerra por conta do conflito entre pequenos produtores rurais e índios da etnia tupinambá. No sábado (27), 45 policiais militares e federais e 12 viaturas foram acionados diante da ameaça de invasão à área urbana da cidade por parte dos indígenas.

Mas o clima de tensão não está restrito ao conflito por terra. Servidores das áreas de saúde e de educação do município deflagram greve a partir desta segunda-feira, 1º. Os grevistas reivindicam o imediato pagamento de dois meses de salários atrasados.

O ano letivo na rede municipal de ensino teria início nesta segunda. Buerarema também vive crise de comando. O prefeito eleito em outubro de 2008 teve o registro de candidatura cassada em julho do ano passado (confira aqui).

Mardes Monteiro (PT) foi substituído pela Justiça Eleitoral por Eudes Bonfim (PR), que ascendeu ao cargo na condição de interino e por ser o presidente da Câmara de Vereadores. Monteiro caiu por constar na lista dos “fichas-sujas” do Ministério Público estadual.

Desde a queda do petista, ocorrida há mais de seis meses, o município vive a expectativa de que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) conclua o processo que retirou Mardes do poder e, assim, defina data para a eleição complementar. Enquanto isso não ocorre, o ‘pau’ tá comendo na velha e sofrida Macuco.

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Os funcionários do Hospital de Base Luís Eduardo Magalhães (Hblem) retornaram ao trabalho após obter a garantia de que será fixado calendário de pagamento dos salários e, claro, ter quitado o ca$calho de janeiro. O dinheiro caiu na conta dos trabalhadores neste final de tarde.

A greve no Hblem começou nas primeiras horas de ontem. Os funcionários também exigem que o hospital regularize o fornecimento do vale-transporte.

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Greve paralisa maior hospital público da região.

O Sindicato dos Funcionários e Servidores Municipais de Itabuna (Sindserv) informa que foi deflagrada, a partir das 6h de  hoje, greve por tempo indeterminado no Hospital de Base Luís Eduardo Magalhães (Hblem).

Cerca de 600 funcionários do hospital cruzam os braços contra os constantes atrasos de pagamento e não-fornecimento de vales-transporte. A categoria exige o imediato pagamento do salário de janeiro.

A greve acontece em meio a um tiroteio da prefeitura e a Secretaria Estadual de Saúde (Sesab). O secretário de Administração de Itabuna, Gilson Nascimento, culpou a Sesab pela situação do Hblem.

A Secretaria Estadual de Saúde emitiu nota informando que, embora o Hblem tenha contrato de R$ 1 milhão com o SUS, os repasses mensais são da ordem de R$ 1,5 milhão para fazer frente à crise na unidade de saúde.

Os prepostos estaduais cobraram da prefeitura que faça também a sua parte, investindo no hospital. Ou, caso queira, repasse a gestão da unidade para o Estado. A prefeitura firmou convênio que resultaria em complementação de R$ 300 mil para o Hblem. O depósito não havia sido feito até a semana passada.

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Os trabalhadores do Hospital de Base anunciaram greve por tempo indeterminado a partir da próxima segunda-feira, dia 22, às 6h. O Sindicato dos Funcionários e Servidores Municipais (Sindserv) afirma, em nota, que a greve foi deflagrada após a “enrolação, descaso e irresponsabilidade da prefeitura de Itabuna e da administração do Hblem”.

Os funcionários do Hblem querem o pagamento imediato do salário de janeiro e um calendário com data fixa de pagamento. O maior hospital público do sul da Bahia tem cerca de 670 funcionários e é referência em urgência e emergência para toda a região.

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Uma assembleia amanhã, às 9h30min, em Salvador, vai decidir se a polícia civil fará mesmo greve no período do carnaval. Hoje, representantes do Sindpoc estiveram em Itabuna, para reuniões com os agentes locais, além de hipotecar apoio à decisão da juíza Cláudia Panetta, que determinou a interdição da carceragem no complexo policial e a transferência dos presos para o Conjunto Penal.

Segundo o vice-presidente do sindicato dos policiais, Marcos Maurício, vários incidentes foram registrados em todo o estado depois que a polícia decidiu não mais fazer a custódia dos presos nas delegacias. “Viemos parabenizar os policiais de Itabuna pela condução nesse episódio da custódia”, observou Maurício.

Perguntado, o sindicalista afirmou que, caso o governo queira negociar todos os pontos da pauta, a polícia pode rever a decisão radical e avaliar um calendário para a transferência. “O problema é que o governo não negocia, não nos atende em nada. Mas estamos abertos à conversa”.

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– HOSPITAL FUNCIONA NORMALMENTE NESTA QUARTA

Apesar de suspender a paralisação prevista para esta quarta-feira, 3, os funcionários do Hospital de Base Luís Eduardo Magalhães (Hblem) decidiram manter o estado de greve.

A decisão foi tomada em assembleia realizada ainda na tarde de hoje. Isso quer dizer que os funcionários não vão cruzar os braços, mas ainda há possibilidade de greve – e tudo dependerá das negociações amanhã.

Os servidores têm nova assembleia nesta quarta, às 16h, ainda à espera do pagamento da segunda parcela do décimo terceiro salário. Hoje, o município quitou o salário de dezembro.

Os dirigentes do Sindicato dos Servidores Municipais (Sindserv) afirmam que o estado de greve será mantido porque o salário de janeiro terá de ser pago até o quinto dia útil do mês, o que, no caso, significa sexta, 5.

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Servidores do Hblem fazem paralisação na quarta: sindicato é o que não falta

Pelo menos da falta de defensores os funcionários do Hospital de Base não podem reclamar. Dois sindicatos, um ligado à saúde, especificamente, e outro ao funcionalismo municipal, como um todo, disputam cabeça a cabeça o reinado naquelas plagas.

Depois de anos de luta junto aos servidores do hospital, o Sindicato dos Trabalhadores em Saúde de Itabuna e Região (Sintesi) vê a investida do Sindicato dos Servidores Municipais (Sindserv) para tomar-lhe a base.

O Sintesi é filiad à CUT, mais ligado ao PT. Já o Sindserv, mesmo na era “pós-Tote” continua mais afeito ao PC do B. É filiado à CTB, comunista toda. O atual discurso do Sindserv é de que ‘não quer briga com os meninos do Sintesi’, a quem agradece pelos serviços (em)prestados ao Hospital de Base. “Mas agora é hora de dar tchau”: eis a mensagem que emana desse palavrório.

‘Os meninos do Sintesi’, por sua vez, dizem que a história não é bem assim, como a camarada/companheira Karla Lúcia, presidente do Sindserv, pensa. “As ações estão sendo feitas. Essa é uma luta que já conhecemos”, declara um dos coordenadores, Raimundo Santana.

E onde ficam os trabalhadores nisso tudo? Bom, ficam parados, pelo menos nessa quarta-feira, quando já tem greve anunciada no maior hospital público de Itabuna e região. Parados, mas assistidos de perto pelas duas agremiações.

Como diria aquele amigo professor: “êta, ferro,…!!!”

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ILHÉUS NÃO PAGARÁ PISO NACIONAL A EDUCADORES

Enilda: ameaça de greve em Ilhéus (Foto JBO).
Enilda: ameaça de greve (Foto JBO).

A situação dos educadores da rede municipal de Ilhéus é mais do que complicada. Parte dos profissionais ainda não recebeu o salário de dezembro e toda a categoria ainda não viu ‘pingar’ o terço de férias que deveria ter sido pago no início do mês.

A prefeitura alega dificuldades de caixa. A presidente da Associação dos Professores Profissionais de Ilhéus, Enilda Mendonça, anuncia que os educadores podem iniciar o ano letivo em greve, caso o município não esteja em dia até lá.

E a prefeitura encontrou um paliativo para ganhar tempo e tentar contornar o problema. Vai adiar o início do ano letivo para… 16 de março! Para acirrar ainda mais os ânimos, a Procuradoria-Geral do Município orientou a gestão a não pagar o piso salarial nacional.

No meio de todo esse furdunço, está o secretário-interino de Educação de Ilhéus, Sebastião Maciel, que negocia sem poder de decisão pois será ejetado do cargo até o início de fevereiro. Confira tudo no www.jornalbahiaonline.com.br.

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Os servidores do Hospital de Base Luís Eduardo Magalhães (Hblem), de Itabuna, decidiram cruzar os braços nesta terça-feira, 26, em protesto contra a falta de pagamento de salário de dezembro, do décimo terceiro salário e o repasse mensal do vale-transporte. O Hblem é o maior hospital público do sul da Bahia e referência em atendimentos de urgência e emergência.

A paralisação começa às 6h da manhã. O sindicato tem audiência com o secretário de Administração de Itabuna, Gilson Nascimento, às 14h30min, no centro administrativo Firmino Alves, justamente para tratar da falta de pagamento de salário e reclamar das péssimas condições de trabalho.

A paralisação visa pressionar os dirigentes municipais. Do lado do governo, a informação é de que o pagamento de salário de dezembro e do 13º não ocorreu porque o Estado não teria efetuado os repasses relativos ao mês passado, aos quais o município teria que adicionar R$ 300 mil.

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Jorge Barbosa

(Para entender o artigo abaixo, clique aqui)

A luta dos trabalhadores é por dignidade e não piedade. A nossa luta é por melhores salários e condições dignas de trabalho e de vida. É bom esclarecer que a categoria bancária possui, de acordo com a CLT, uma jornada de trabalho de 30 horas semanais. Porém, na prática, poucos trabalham seis horas por dia, devido à cobrança pelo cumprimento de metas abusivas e a própria necessidade do atendimento à clientela.

Esses são os principais motivos para que tenha, entre seus efetivos, diversos colegas afetados por lesões por esforços repetitivos (LER/DORT), doenças psicossomáticas e neurológicas.

Argumentamos também que defendemos o desenvolvimento econômico com a valorização do trabalho. Nesse sentido, não é possível que empresas do porte do Banco do Brasil, Bradesco e Itaú/Unibanco, que lucraram apenas no primeiro semestre do corrente ano de 2009, respectivamente, mais de 4 bilhões de reais, paguem um piso salarial que depois do último reajuste oscila de um mil a um mil e quatrocentos reais (em números redondos).

Quem concorda com tal prática demonstra claramente um posição ideológica favorável ao capital financeiro e diametralmente contrária aos interesses da classe trabalhadora.

Nossa convenção coletiva nacional e nossos acordos coletivos específicos e complementares são exemplos para as demais categorias. Além disso, buscamos a consciência de classe e a solidariedade (inclusive aos docentes) entre aqueles que vivem de vender o seu labor.

Só a luta conquista direitos, pois ela é o motor da história.

Jorge Barbosa é presidente do Sindicato dos Bancários de Itabuna e Região

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Os pacientes do SUS de Itabuna já não conseguem marcação de exames e consultas especializados e vão enfrentar mais uma dor-de-cabeça pela frente. Nesta manhã, o secretário municipal de Saúde, Antônio Vieira, teve discussão áspera com um grupo de médicos e representantes da categoria.

Vieira foi alertado para os baixos salários pagos pelo município. Nem o estipulado vem sendo pago. O profissional que atua em unidades básicas recebe apenas R$ 1.700,00.

Os médicos itabunenses se reuniram ontem à noite, na Santa Casa de Misericórdia, e decidiram cruzar os braços na quinta-feira, 22, numa paralisação de advertência contra os baixos salários. E anunciaram a Vieira que vão protestar em frente ao centro administrativo Firmino Alves, no dia 22. Os profissionais da saúde exigem reajuste de 30%.