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O público que compareceu ao Harmonia Beach, em Ilhéus, lamentou o tratamento dispensado pela organização a quem pagou caro por um camarote. De acordo com as “vítimas”, o evento nem bem havia começado e já faltava de tudo. O ingresso para o camarote custou entre R$ 100,00 e R$ 200,00.

“Eles tratavam o Harmonia Beach como um acontecimento. De fato, foi um acontecimento… desastrado”, protesta um leitor.  O evento aconteceu ao final da tarde de ontem, no Hotel Jardim Atlântico, zona sul de Ilhéus.

As atrações principais do evento (Tatau, Harmonia e Lordão) ainda não tinham subido ao palco e boa parte dos fãs que compraram ingresso para camarote já tinha ido embora, em protesto contra a desorganização. “O show mal havia começado e nem bebida havia mais, sem contar que o show começou tarde”.

O público protestou contra o tratamento recebido e a organização deslocou quase toda a segurança para a “área vip” para “garantir a ordem”.  Pra completar, Tatau deixou de se apresentar por falta de pagamento.

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O advogado Senildo Paulino integrou-se à equipe de educação da prefeitura de Ilhéus já faz alguns dias. O município sonha em adotar a gestão plena da educação e Senildo coordenará esse processo. Com experiências em educação popular e ex-coordenador do programa Integrar no estado, ele diz que dois dos ganhos para o sistema educacional com a gestão plena é a “maior clareza na aplicação dos recursos e aprimorar os mecanismos de controle social na área de ensino”.

Com a plena, os recursos vão diretamente para conta específica da educação. Hoje, embora seja verba carimbada, os recursos da educação vão direto para o tesouro municipal. Assim, a depender do gestor, sua aplicação pode ter outro destino. A mudança também propicia o aprimoramento de mecanismos de controle, com a criação de departamentos de auditoria e licitação, por exemplo.

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ONGs contrárias ao projeto intermodal Porto Sul vão entregar um manifesto à nova ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira. O projeto é defendido pelos governos federal, estadual e municipal e prevê investimentos totais de R$ 6 bilhões.

Izabella é nova no cargo. Entrou em lugar de Carlos Minc, que deu tchau para disputar a reeleição à Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro. O teste para ‘Iza’ é dureza, como diz Sônia Raci.

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Vista aérea da Ponta da Tulha, no litoral norte ilheense (foto Catucadas)

A disputa em torno do belíssimo litoral norte ilheense, chegando até Serra Grande (Uruçuca) e Serra do Conduru (Ilhéus,Uruçuca e Itacaré), provoca debates quentes.

De um lado, os arautos do desenvolvimento, que admitem alguma perda ambiental, diante de um benefício mais expressivo para a economia da região. Do outro, gente que se afirma ambientalista, mas tem uma postura estranha: não defende necessariamente a preservação, mas repele investimentos que não tenham a ver com o setor hoteleiro.

Há informações de que um grande campo de golfe, cuja construção resultaria no desmatamento de 280 hectares de restingas, conta com o apoio (ou o silêncio) de um grande número desses ambientalistas. Já o Terminal Marítimo da Ponta da Tulha enfrenta forte resistência dos “verdes”.

Esse estranho tipo de ecologista conta com apoio pesado, em termos financeiros. De figuras, por exemplo, como o empresário Guilherme Leal, sócio da empresa de cosméticos Natura e possível candidato a vice-presidente na futura chapa de Marina Silva (PV).

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Curtir a noite nesse cenário… Não tem preço

Para muitos ilheenses, a semana “útil” acabou nesta terça-feira, 20 de abril. A partir desta quarta, Dia de Tiradentes, terá início um longo feriadão de cinco dias, coisa para vida mansa nenhum botar defeito.

Oficialmente, a quinta-feira será normal, o comércio vai funcionar, assim como os bancos e repartições públicas. Ocorre que logo na sequência (dia 23), virá o feriado de São Jorge, padroeiro da cidade. Aí fecha tudo de novo.

Tudo indica, portanto, que a quinta-feira, “ensanduichada” entre duas datas comemorativas, será um feriado não-declarado, com a cidade funcionando em ponto morto. Exceto barzinhos, restaurantes e cabanas de praia, que devem se dar bem no período.

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Itabuna bateu Ilhéus e Vitória da Conquista em repasse de ICMS no ano passado, segundo informa a Secretaria Estadual da Fazenda (Sefaz).

O governo estadual repassou à prefeitura R$35,1 milhões a título de participação no bolo da arrecadação de ICMS em 2009, ante R$ 29,8 milhões de Vitória da Conquista e R$ 28,7 milhões de Ilhéus.

A dianteira imposta à dinâmica Vitória da Conquista surpreendeu lideranças empresariais locais. O presidente da Associação Comercial e Empresarial de Itabuna (Acei), Eduardo Fontes, credita os números à força da economia itabunense e a responsabilidade com o Fisco.

Ontem, o inspetor-chefe da agência local da secretaria estadual da Fazenda, Otacílio Bahiense de Brito Júnior, participou de reunião na Acei, quando apresentou a “boa nova”.

Alterado às 23h44min

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As contas do prefeito Newton Lima (PSB) relativas ao ano de 2007 foram aprovadas, por 12 votos a 0, pela Câmara de Vereadores de Ilhéus. A votação terminou há pouco.

Os vereadores contrariam parecer do Tribunal de Contas dos Municípios (TCM) que recomendava a sua rejeição. Newton assumiu a prefeitura ao final de agosto de 2007, quando o ex-prefeito Valderico Reis (PMDB) foi cassado pelo legislativo.

Os vereadores levaram em conta a argumentação do governo de que parte dos problemas que provocaram a rejeição por parte do TCM foi gerada pelo governo caótico de Valderico Reis.

Na mesma sessão, os vereadores também analisaram as contas do ex-prefeito ilheense e as reprovaram por unanimidade (12×0). Relatório do TCM encontrou mais de 400 irregularidades na prestação de contas do peemedebista que está, segundo o Ministério Público estadual, “em local incerto e não sabido”.

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Carandiru: palco de violência contra servidor (Arquivo).

O parque de operações da Prefeitura de Ilhéus, apelidado de Carandiru dadas as suas semelhanças com o presídio paulista demolido, registrou cenas de horror ontem, segundo informa o site O Tabuleiro, do radialista Vila Nova. O servidor público Luís Carlos dos Santos, foi espancado por policiais militares após discutir com o diretor de Serviços Públicos, Waldemar Bonfim, o “Dema”.

As cenas revoltaram os servidores e foram narradas ao secretário de Serviços Públios, Carlos Freitas. “Dema”, segundo o site, foi afastado do serviço temporariamente. Os servidores exigem a exoneração do “valentão”. Carlos Freitas disse que levaria o caso ao conhecimento do prefeito Newton Lima, que está em viagem à romântica Veneza, na Itália.

Os servidores não querem esperar tanto. Exigem que o prefeito em exercício, Mária Alexandre (PSDB), se posicione. Segundo o presidente do Sindicato dos Servidores Públicos de Ilhéus (Sinsepi), Luiz Cláudio Viana de Machado, o “Lu”, a providência deve ser tomada pelo prefeito em exercício, logo, “e não por alguém que está fora do país”.

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O importante era saudar o líder!

Nas mudanças no secretariado do prefeito Newton Lima, de Ilhéus, ele acertou em alguns nomes e errou feio em outros. Alguns setores avançaram. Mas outros retrocederam. A limpeza pública de Ilhéus está cada dia pior. O serviço cheira mal e as ruas estão imundas. A coleta é irregular e já se tornou um dos calos da administração de Ilhéus.

Nesta foto enviada por um atento leitor, uma grande ironia. Presidido pelo secretário de Serviços Públicos de Ilhéus, Carlos Freitas, o PTB afixou esta faixa eu uma das áreas mais movimentadas da cidade – a avenida Itabuna -, para agradar o ex-ministro Geddel Vieira Lima, que passou o final de semana na região. Melhor seria agradar a população, que já não agüenta mais tanta sujeira. Ou será que o presidente do PTB não viu o que estava abaixo da faixa?

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A oposição de ambientalistas sul-baianos à construção da Ferrovia Oeste-Leste é tema de matéria da revista semanal Istoé Dinheiro (confira aqui). O professor Rui Rocha, da ONG Floresta Viva, acredita que a obra e todo o investimento de R$ 6 bilhões no Complexo Intermodal Porto Sul colocam em risco a biodiversidade da Mata Atlântica no trecho ilheense.

O secretário de Governo, Alcides Kruschewsky, vai em sentido oposto: “Será a redenção de Ilhéus”. O secretário especial de Portos da Bahia, Roberto Benjamin, acredita que os investimentos são oportunidade para uma guinada “desenvolvimentista da região”.

O vice-presidente da Bahia Mineração, Clóvis Torres, também é ouvido pela reportagem, que destaca, ainda, a ação do Ministério Público Federal, que solicitou ao Ibama que não conceda a licença para que a Bamin construa na zona norte de Ilhéus o terminal privativo portuário de Ponta da Tulha. A Bamin investirá na região, na fase inicial, R$ 500 milhões.

Não à toa, o titulo da matéria é “Ferrovia da discórdia”. A revista utiliza gráficos que evidenciam o impacto econômico da obra e uma montagem de trilhos sobre uma foto panorâmica da região central de Ilhéus. A foto, apesar de não darem o devido crédito, é de José Nazal.

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Merece destaque o excelente trabalho realizado pela Assessoria de Comunicação da Prefeitura de Ilhéus durante a audiência pública que debateu o projeto do Terminal Marítimo da Ponta da Tulha. Com uma equipe inteira mobilizada, a Ascom fornecia informações e fotografias a todo momento para sites de toda a Bahia.

Aliás, com o jornalista Maurício Maron a comunicação do governo Newton Lima ganhou outra dinâmica. O que não chega a ser novidade, pois a competência do “gordinho” é notória.

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A comunidade rural da região do Serrado, Ribeirão Seco, Vila do Sol e Alto Bonito, nos municípios de Ilhéus e Itabuna, está desde a quarta-feira da semana passada (dia 7) sem energia elétrica. Os prejuízos são grandes para pequenos e médios produtores, que reclamam do atendimento 0800 da Coelba.

O produtor João Edvaldo diz que há dez dias entra em contato com o atendimento da companhia de eletricidade e ouve sempre a promessa de que o serviço será restabelecido e uma equipe será enviada imediatamente. “Só se for montada numa preguiça”, ironiza o produtor. “São trabalhadores perdendo todo alimento perecível”, lembrou. Os trabalhadores haviam acabado de fazer a feira do mês.

São 450 famílias atingidas pela falta de energia elétrica. O Pimenta entrou em contato com a gestora regional da Coelba, Sheyla Silva. Ela garantiu que o departamento de comunicação institucional da empresa retornaria até o final da manhã. Ainda aguardamos a resposta da Coelba.

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Hage é contra licença (Foto José Nazal).

Os dois representantes do MPF presentes à audiência pública no Centro de Convenções de Ilhéus, procuradores Eduardo Hage e Flávia Arruti, entregaram um documento ao superintendente regional do Ibama.

Trata-se de recomendação para que o órgão responsável pela proteção do meio ambiente negue a licença para a construção do Terminal Marítimo da Ponta da Tulha.

O Ministério Público Federal aponta falhas no Relatório de Impacto Ambiental (Rima) e afirma que o projeto da Bamin trará prejuízos ao meio ambiente.

No momento da entrega do documento, o público presente à audiência se dividiu entre vaias e aplausos. Começa agora a fase dos debates, que promete ser quente.

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Auditório cheio participa do debate sobre o porto (foto Video Life)

Na audiência pública que discute o Terminal Portuário da Ponta da Tulha, um dos primeiros a fazer uso da palavra foi o secretário extraordinário da Indústria Naval e Portuária da Bahia, Roberto Benjamin.

Numa referência velada à ação do MPF que tentou suspender a audiência, Benjamin afirmou que sua realização significa “a vitória do debate democrático”.

 O secretário ressaltou que a pasta da qual é titular é uma novidade na estrutura do Governo da Bahia e representa um recado à sociedade baiana de que o estado elegeu as suas prioridades.

“O Governo está fazendo a sua parte para que a região tenha uma alternativa de desenvolvimento que possa trazer esperança para a sua economia e o seu povo”, afirmou.

Informações Ascom Prefeitura de Ilhéus

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A audiência pública que debate o terminal portuário privado da Bahia Mineração, na zona norte de Ilhéus, começou há pouco. Uma ausência é sentida no centro de convenções de Ilhéus. O professor Ruy Rocha, o principal opositor ao projeto, viajou para São Paulo, hoje cedo.

Socorro Mendonça, da ONG Ação Ilhéus, está por lá, mas atraiu poucos militantes contrários ao Porto Sul. Plenário lotado e favoráveis ao projeto ocupam 90% dos assentos no centro de convenções.