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Depois de fazer muito barulho, mototaxistas conseguiram uma audiência com Azevedo (foto Beka Bomfim)

Após uma manhã de protestos pelo centro da cidade e fechar os acessos ao Centro Administrativo Firmino Alves, uma comissão de mototaxistas conseguiu ser recebida pelo prefeito Capitão Azevedo (DEM) há pouco. O movimento pede urgência na regulamentação do serviço de mototáxi em Itabuna.

A imprensa foi impedida de acompanhar a audiência do grupo com o prefeito Azevedo. Homens da Guarda Municipal vedaram o acesso de repórteres ao gabinete, alegando que cumpriam ordens superiores.

Os manifestantes lembram que o prefeito se elegeu com a promessa de regulamentar o serviço mototáxi em Itabuna. Hoje, Azevedo é acusado de “enrolar” a categoria. Os mototaxistas cobram a regulamentação imediata do serviço para que não sejam mais “confundidos com centenas de bandidos que usam motos para cometer crimes”.

Mais cedo, cerca de 150 mototaxistas fecharam os dois sentidos das avenidas Mário Padre e Aziz Maron, na Beira-Rio, em um protesto em frente à sede do Ministério Público estadual. Estima-se que Itabuna conta hoje com 1,5 mil mototaxistas.

Polícia dialoga com líderes do movimento de regulamentação do serviço (Foto Léo Barreto).

Leia mais: MOTOTAXISTAS PROTESTAM

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Cerca de 150 mototaxistas fazem buzinaço neste momento na Prefeitura de Itabuna. Eles querem ser recebidos pelo prefeito José Nilton Azevedo (DEM) e exigem que o governo municipal apresente projeto regulamentando a profissão.

Representantes da categoria lembram que Azevedo, em sua campanha para prefeito, comprometeu-se com a legalização do moto-táxi. “Desde então, ele só vem nos enrolando”, afirma o mototaxista Robson Pólvora.

Antes do protesto na sede do governo local, os manifestantes interditaram vias públicas do centro da cidade por alguns instantes. Eles também fizeram buzinaço em frente ao escritório regional do Ministério Público.

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O governo baiano adotará uma medida inteligente com a intenção de aumentar a arrecadação do ICMS.Trata-se justamente da redução desse imposto incidente sobre os produtos que compõem a cesta básica das famílias.

Encolhendo o tributo, o governo pretende estimular o consumo e, dessa forma, arrecadar mais.

É exatamente o contrário do que fez a Prefeitura de Itabuna, que aumentou impostos municipais em até 6.000% e tende a estimular não a arrecadação, mas a inadimplência de empresários.

A burrice tem seu preço.

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Depois do vexame de ver exposta na mídia a sua situação de secretário sem sala, o titular da Secretaria de Governo da Prefeitura de Itabuna, Carlos Burgos, deu o famoso “par de gritos” no prefeito José Nilton Azevedo. Burgos exigiu que o alcaide lhe conseguisse algum lugar para desenvolver suas importantes atribuições na gestão municipal e o “chefe” do executivo atendeu na hora.

O problema está na física, pela qual dois corpos não podem ocupar o mesmo lugar no tempo e no espaço. Ou seja, alguém teve que ser desalojado para dar o lugar reivindicado pelo manda-chuva do governo Azevedo.

A vítima foi o jornalista Ramiro Aquino, que se retirou da sala que abrigava a equipe do cerimonial da Prefeitura e mudou-se para um cômodo na Assessoria de Imprensa.

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Linhas de ônibus em Itabuna são exploradas por duas empresas (Foto Luiz Tito/A Tarde).

O sistema de transporte público em Itabuna nunca passou por licitação e duas empresas exploram o serviço lastreadas em concessão precária por parte do município. E se o Ministério Público estadual não liga para essa aberração, o usuário do sistema é quem sofre. Ônibus sujos, mal-conservados, sempre lotados e boa parte acima dos dez anos de uso… Lata velha, mesmo.

O cenário é facilitado pela falta de fiscalização por parte da Secretaria Municipal de Transporte e Trânsito (Settran). Basta andar pelos principais pontos de ônibus para ver que praticamente não há fiscais nas ruas.

Se o Ministério Público estadual acordar e exigir uma nova licitação, talvez as cenas impostas aos cidadãos nos dias que correm acabem por se tornar raridade. Hoje, andar como sardinha em lata no buzu é o mais comum. Exigir do município uma licitação para o setor é o mínimo que se pode fazer para garantir mais qualidade ao serviço.

E não é preciso ir tão longe para ver exemplos de como a concessão faz bem nessas horas.

Ilhéus apresentava cenário tão duro e ruim como o de Itabuna, na década de 90. Fez-se uma licitação que resultou em melhoria do serviço – claro que ainda não é o melhor dos mundos! – e é comum ver circulando ônibus urbano com ar-condicionado pela Terra de Gabriela. E se quiser um sistema próximo do perfeito, basta um pulinho a Curitiba (PR).

Por aqui, o sistema é explorado pelas empresas São Miguel e Expresso Rio Cachoeira. Recuemos alguns anos e vamos lembrar que a Expresso Rio Cachoeira era Fátima e já mudou de controle por duas vezes. A São Miguel, mineira, comprou as linhas da Viação Itabuna, que explorou parte dos itinerários antes nas mãos das empresas Fátima, São José e Viação Grapiúna.

Todas essas mudanças ocorreram sem que se fizesse uma licitação sequer, abrindo espaço para toda sorte de “negócios” entre empresas e, claro, o poder público. Que tal a promotoria pública se posicionar sobre o caso? E o Conselho Municipal de Transportes, o que diz? A cidadania agradecerá. E muito!

Alguém já se perguntou por que o bilhete único não passa de ilusão em Itabuna?

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Situação das mais constrangedoras – e deprimentes – vive o ex-todo poderoso Carlos Burgos, antes secretário das Finanças e hoje titular da Secretaria de Assuntos Governamentais e Comunicação Social.

Desde quando assumiu a nova pasta, Burgos ainda não deu expediente. Não foi culpa dele.

Na semana passada, o advogado foi ao gabinete, mas não havia nem mesa nem cadeira. Ficou em pé e zanzando entre uma sala e outra.

A situação se repetiu nesta segunda-feira, 14. Burgos, pra lá dos 60 anos de idade, pensa em evocar o Estatuto do Idoso contra o prefeito Capitão Azevedo (DEM).

O cenário seria inimaginável há quatro, três meses, quando o advogado era quem dava as cartas na prefeitura e possuía a chave do cofre.

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Os moradores do Núcleo Habitacional da Ceplac, em Itabuna, receberão uma boa notícia dentro de três meses. De acordo com o deputado federal Geraldo Simões (PT-BA), os 150 imóveis serão doados, definitivamente, aos atuais moradores por meio de cessão de direito real de uso. O núcleo fica situado na região do São Caetano, em Itabuna.

“Foi uma decisão do ex-presidente Lula e que será concretizada agora, na gestão da companheira Dilma [Rousseff]”, afirma. A demora é a área jurídica da superintendência baiana do Patrimônio da União concluir o levantamento, transferindo-os da União para os residentes.

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Informações dos bastidores do Centro Administrativo Firmino Alves dão conta de que o prefeito José Nilton Azevedo enfim tomou coragem e está em busca de um substituto para a procuradora Juliana Burgos. Na Prefeitura, a filha do secretário Carlos Burgos é vista como um problema em função de sua inexperiência e por estar atrapalhando certos encaminhamentos.

Na mesa da procuradora, há uma lista de nomeações aguardando parecer. Uma delas é de ninguém menos que a presidente do DEM, Maria Alice Pereira, que teria entrado em rota de colisão com os Burgos. A má-vontade da Procuradoria irritou o prefeito José Nilton Azevedo.

O prefeito, aliás, há tempos decidiu afastar os Burgos da administração, mas a tarefa é árdua. Além de Juliana na Procuradoria, tem ainda o pai Carlos Burgos na Secretaria de Governo e o irmão Otaviano na diretoria administrativa da Emasa.

Azevedo quase conseguiu se livrar do patriarca no mês passado, depois de meses tentando emplacar Geraldo Pedrassoli na Secretaria da Fazenda (então ocupada por Burgos). O homem resistiu até não poder mais e o prefeito lhe ofereceu a Procuradoria (para despachar logo a filha). Burgos não aceitou desalojar a pupila e ficou com a Secretaria de Assuntos Governamentais, alijada do Departamento de Comunicação. Passou a ter menos poder, mas não largou o osso.

Com a saída da procuradora, o prefeito espera resolver diversos problemas, eliminar entraves e impedir barbeiragens, como a que levou a sucessivos bloqueios de repasses para o município pelo INSS. O erro, nesse caso, foi inteiramente atribuído ao setor jurídico do governo.

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Um traficante de drogas conhecido como “Bode” levou terror e determinou toque de recolher na noite deste sábado, 12, na rua Marquês de Pombal, bairro Santo Antônio, em Itabuna. Acompanhado de outros dois bandidos, todos armados com revólveres, Bode exigiu dinheiro dos donos de bares existentes no local.

Intimidados, alguns comerciantes fecharam seus estabelecimentos, mas os três delinquentes arrombaram as portas e levaram diversos produtos.

A polícia foi acionada, mas Bode e seus comparsas não deram sopa. Fugiram antes da chegada dos policiais.

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Duas das quatro vítimas do acidente ocorrido neste sábado, 12, no quilômetro 677 da BR-101, em Itagimirim, foram sepultadas na tarde deste domingo, em Itabuna. Amigos e familiares de Paulo Laerte Nascimento e de Celso Leitão, inclusive um grande número de fiéis da Igreja Adventista do 7º Dia, acompanharam a despedida.

A adolescente Tamile Canuto, que também era membro da Igreja Adventista, teve o corpo embalsamado. O sepultamento provavelmente ocorrerá em Aracaju-SE, cidade natal da jovem.

Os pais de Tamile, Hélio Joaquim Nascimento e Celsa Canuto, que sobreviveram ao acidente, permanecem internados em Itabuna, mas não correm risco de morte. Hélio será submetido a uma cirurgia para a reconstituição da face.

O sentimento na comunidade adventista de Itabuna é de consternação. Paulo Laerte era diretor financeiro da Associação Bahia Sul, que administra as igrejas adventistas do sul, extremo-sul e sudoeste da Bahia. Tamile, que tinha 12 anos, era aluna da escola. A mãe, Celsa Canuto, mudou-se há pouco tempo para Itabuna para dar aulas no mesmo estabelecimento de ensino.

O Colégio Adventista não funcionará nesta segunda-feira, 14.

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Ao que parece, o médico Antônio Vieira, vice-prefeito de Itabuna, costuma às vezes acordar com uns arroubos de coragem que lhe estimulam a criticar o amigo de longa data, e ex-prefeito de Itabuna, Fernando Gomes. Mas o surto acaba rápido e logo o vice retoma o estado normal, voltando a afagar seu chegado.

O último surto se deu durante entrevista do médico à revista Contudo. Nesta, Vieira falou de um rombo de R$ 10 milhões encontrado na Secretaria da Saúde de Itabuna, dívida herdada do governo passado. Leia-se Fernando Gomes.

Ocorre que a febre passou e o vice-prefeito retorna às páginas da Contudo neste fim de semana, mas agora para colocar panos quentes e retratar-se pela “ousadia”. Respeitoso, ele afirmou que em momento algum atribuiu qualquer rombo ao ex-prefeito e, se assim lhe entenderam, é porque não se fez interpretar da maneira correta.

Durma-se com um barulho desses.

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Reforma será concluída até o dia 10 de março (foto Erivaldo Bomfim)

A Catedral de São José, em Itabuna, entrou na última etapa de suas obras de reforma e, até o início do próximo mês, as missas serão realizadas na capela da Ação Fraternal de Itabuna.

De acordo com o padre Moizés de Souza, a expectativa é de que os trabahos sejam concluídos no dia 10 de março, quando começam as celebrações em louvor ao padroeiro São José.

Nesta etapa final da reforma, está sendo assentado o novo piso de granito em toda a nave do templo, além do altar e presbitério.

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Esse Marcos Maurício é uma figura. A última do cara é propagar que o Complexo Intermodal Porto Sul ficará, na verdade, em Itabuna, já que – segundo os entendimentos geográficos do chargista – a comunidade da Ponta da Tulha não pertence a Ilhéus, mas sim à cidade vizinha. Leia abaixo a “tese” pirada do sujeito:

Finalmente Itabuna terá um investimento de peso, depois de tanto sofrer com a crise do cacau. O advento do Complexo Intermodal no bairro da Ponta da Tulha vai gerar emprego e renda para toda a região, inclusive para Ilhéus, cidade vizinha que “administra” temporariamente o bairro, acidentalmente localizado no litoral norte do município.

O Complexo Intermodal inclui a Ferrovia Oeste-Leste, Aeroporto Internacional (este último já no município de Ilhéus) e abrigará empresas satélites, gerando um fluxo de bilhões de dólares nas áreas disputadas.

O prefeito ilheense, Nilton de Tal, reinvindica a posse do bairro, embora, a exemplo de outros gestores, ignore a existência da comunidade.

Hoje, a Ponta da Tulha é um ponto hostil e inspirado nos conflitos da Faixa de Gaza (Israel x Palestina) e Caxemira (Índia x Paquistão), o prefeito ilheense chama a Ponta da Tulha de TERRITÓRIO OCUPADO POR PAPA JACA nos releases distribuídos pela Assessoria de Comunicação.

Os itabunenses, alheios aos olhos gordos, já preparam campeonatos de surf nas parasidíacas praias grapiúnas e até mesmo pretendem construir um semi-anel rodoviário nas proximidades da Lagoa Encantada em direção ao município-sede de Itabuna, cuja finalidade é impedir que itabunenses venham pisar em solo inimigo, evitando assim confrontos desnecessários.

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Magela desconhece dívida.

Os integrantes do movimento pela estadualização do Hospital de Base Luís Eduardo Magalhães (Hblem) ficaram de orelhas em pé, ontem, durante reunião com o secretário de Saúde de Itabuna, Geraldo Magela. O novo titular da Pasta disse desconhecer a dívida de R$ 10 milhões do município com os prestadores de serviços na área de saúde.

O presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Saúde de Itabuna (Sintesi), Raimundo Santana, reagiu: – Ao ouvir uma resposta dessa sobre um problema grave, a gente fica preocupacado em relação a que tipo de tratamento os prestadores de serviços terão do governo.

A dívida é de outubro de 2008 e, segundo o ex-secretário Antônio Vieira, foi provocada pelos ex-gestores Fernando Gomes (prefeito) e Jesuíno Oliveira (secretário da Saúde). Naquele mês – e até hoje -, as empresas que prestavam serviços ao SUS não receberam do município. Itabuna perdeu a gestão plena da Saúde um mês depois.

O secretário Magela também é contrário à estadualização do Hblem. Ele disse que este não é o caminho e afirmou que pretende dobrar, imediatamente, o número de UTIs no Hospital de Base. “Não vemos consistência nas propostas de futuro apresentadas pelo secretário, pois elas não indicam quais as fontes de receita”, diz Santana.