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Os alunos do 7º semestre do curso de farmácia da Unime-Itabuna promovem, de 17 a 19 de setembro, o I Simpósio Multidisciplinar sobre Doenças Cardiovasculares. O evento começa às 19h no auditório do campus 2 da Facsul-Unime.

A palestra de abertura abordará o tema morte súbita, e será proferida pelo médico cardiologista Jairo Xavier. Logo em seguida, o professor Fabrício Rios fala sobre “Farmacoterapia baseada em evidências: princípio na cardiologia”.

O simpósio vai até sábado e tem como público alvo estudantes e profissionais das áreas de farmácia, fisioterapia, enfermagem, educação física, nutrição e medicina. O I Simpósio Multidisciplinar sobre Doenças Cardiovasculares é apoiado pela Formandu´s Eventos e Formaturas. Informações podem ser obtidas pelo telefone (73) 3215-1705.

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Mais gente teve que recorrer ao benefício em agosto.

Serviços, comércio e indústria foram os setores que mais puxaram para baixo os índices de geração de emprego de Itabuna no mês passado (confira os números aqui). De acordo com o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego, foram cortados 44 postos de trabalho no setor de serviços, 38 no de comércio e 22 na indústria. A construção civil voltou a contratar e registrou saldo positivo de 25 novas vagas em agosto.

O saldo é extraído da diferença entre número de admissões e demissões. No caso do setor de serviços, foram abertas 175 vagas e demitidos 219 profissionais. O comércio registrou 227 contratações com carteira assinada e 265 desligamentos. A indústria não seguiu tendência de outros meses ao contratar 170 e demitir 192.

Em Ilhéus, o saldo foi positivo por conta das contratações na administração pública (35 novos postos) e a construção civil. A economia ilheense registrou no comércio (-20 vagas), agropecuária (-13) e serviços (-12) os seus piores desempenhos no mês que passou.

Se o saldo foi positivo na geração de empregos em agosto, Ilhéus não tem muito a comemorar quando se leva em conta o retrospecto dos oito primeiros meses de 2009. O município registrou 3.981 contratações com carteira assinada, porém, demitiu 4.319 trabalhadores. Ou seja, cortou 338 postos de trabalho. Do outro lado, Itabuna registrou 864 novos empregos no ano, apesar do resultado negativo em agosto.

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Os dados do emprego no Brasil revelam que Itabuna caminhou em tendência contrária ao da economia do país em agosto, quando foi registrado recorde de emprego no Brasil (242.126 empregos com carteira assinada). Os números foram divulgados há pouco pelo Ministério do Trabalho e Emprego,

De acordo com o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), o município eliminou 55 postos de trabalho no mês passado. Foi o 6º pior resultado entre os 81 municípios baianos acima de 30 mil habitantes. Os melhores foram Salvador, Feira de Santana, Lauro de Freitas, Itapetinga e Camaçari.

A economia itabunense registrou 681 contratações contra 736 demissões, gerando o saldo negativo de 55 vagas. Já o município de Ilhéus conseguiu se sair um pouquinho melhor ao criar irrisórias 12 novas vagas, resultado direto das 476 contratações em agosto, ante 464 desligamentos de trabalhadores com carteira assinada.

Em instantes, os dados completos sobre o emprego nas duas maiores cidades sul-baianas.

Além de Itabuna, os campeões do desemprego no mês de agosto foram Porto Seguro (-71 vagas), Cruz das Almas (-82), Sento Sé (-168), Muritiba (-292) e Teixeira de Freitas (-444 vagas). Observe que entre os seis municípios que mais cortaram vagas formais em agosto, três são sul-baianos: Itabuna, Porto Seguro e o campeoníssimo Teixeira de Freitas.

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Haja vista bela. Uma simples consulta ao site dos Correios sobre topônimos urbanos revela que em Itabuna a população denominou de Bela Vista nada menos que 10 ruas. Tem sempre uma Bela Vista nos bairros Zizo, Sarinha Alcântara, Califórnia, Conceição, Ferradas, Mangabinha, Nova Itabuna, Novo Horizonte, Pedro Gerônimo e Santa Inês.

Se a vista é bela, não se sabe, mas a capital baiana, Salvador, consegue mais do que duplicar o número de ruas com esta denominação. São nada menos que 27 com complementes exóticos. Bem que os legisladores municipais poderiam resolver esta questão se o mandato que exercem em nome do povo fosse honrado com projetos sérios.

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Os secretários municipais de Planejamento, Maurício Athayde, e de Desenvolvimento Urbano, Fernando Vitta, estiveram ontem na Câmara de Itabuna para explicar detalhes sobre o projeto de revitalização da Amélia Amado.

Pelo visto, a avenida – que hoje é feia e quase sempre engarrafada – ficará bonita e larga, com cinco pistas, novo projeto paisagístico, quiosques etc.

Só não se ouviu falar que a Amélia Amado terá uma ciclovia, equipamento essencial para Itabuna. Os próprios secretários lembraram que a cidade incorpora 4 mil unidades por ano à sua frota de veículos automotores.

Aliás, o Governo Federal deveria exigir a construção de ciclovia em projetos semelhantes, financiados com recurso da União. Seria uma condicionante bem inteligente.

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Agentes comunitários de saúde estão cadastrando pacientes diabéticos e hipertensos em Itabuna. O procedimento visa mostrar a realidade do número desses pacientes no município, para que as políticas públicas de saúde tenham efeito, afirma a diretora do departamento de Atenção Básica da secretaria da Saúde, Fernanda Cândido Ludgero.

De acordo com ela, o número de pacientes hipertensos e diabéticos que a secretaria dispõe é muito baixo, considerando os mais de 210 mil habitantes de Itabuna. A distribuição de medicamentos de uso continuado, como a insulina pelos diabéticos, é baseada nesses dados. “Temos que trabalhar com números reais parar darmos uma assistência melhor a esses pacientes”.

Segundo a secretaria, está regularizada a distribuição de todos os medicamentos fornecidos nos postos de saúde. As únicas exceções são os medicamentos Diclofenaco e Dipirona em comprimidos, que tiveram a distribuição proibida pelo Ministério da Saúde, devido aos problemas que causavam, especialmente problemas hepáticos.

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Repórter fotográfico dos melhores da Bahia, o secretário de Governo de Ilhéus, José Nazal, também é expert em cálculos de quociente eleitoral. Depois de analisar a situação da Câmara ilheense, ele fez projeções a partir dos resultados da eleição proporcional em Itabuna e aponta – em quadros abaixo – quais seriam os suplentes que poderiam ser guindados à condição de vereadores em ‘Tabocas’.

Os cenários avaliados são de uma Cãmara Municipal itabunense com 17, 19 e 21 vereadores. É interessante a discussão porque o caso não será decidido, à primeira vista, pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), mas pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Se bem que o todo-poderoso ministro Gilmar Mendes já disse que o sensato seria a manutenção das regras de 2008.

“Não sei o teor exato dessa PEC. É extremamente difícil que seja aplicada de imediato, convocando suplentes como se tivéssemos realizado uma eleição a posteriori“, disse o presidente do STF. Enquanto a questão não se define no campo jurídico, eis as projeções de José Nazal.

Antes de ir às projeções, uma explicação. Os nomes em vermelho são os dos que podem ser agraciados. Antônio Carlos Prado (PMDB) morreu no dia 20 de agosto passado. Por isso, a projeção traz o nome do suplente da coligação, o também peemedebista Ricardo Xavier. Hoje, a Câmara de Itabuna tem 13 vereadores.

Projeção com 17 vagas

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Projeção com 19 vagas

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Projeção com 21 vagas

21 vagas

Sobre o assunto, leia artigo do advogado Allah Góes, publicado no Pimenta na manhã de hoje (confira aqui).

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A direção estadual do PTdoB confirmou, nesta segunda, mudança na comissão executiva do partido em Itabuna. O Sargento José Domingos sai da presidência do partido. Quem vai assumir o comando do PTdoB local é o fotógrafo Geraldo Borges. A comissão provisória do partido será ainda integrada por Eliane Dutra, Adriana Borges, Fábio Lima e Allana Borges.

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Vereador promove coleta de assinaturas na Praça Adami
Vereador promove coleta de assinaturas na Praça Adami

O vereador Roberto de Souza (PR) não está disposto a desistir facilmente da ideia de revogar aumento nas contas de água em Itabuna. Na Câmara, o decreto revogatório ainda está nas comissões, mas é praticamente certo que a briga na esfera legislativa seja vencida pelo governo.

Souza afirma que, se for derrotado na Câmara, vai entrar com representação no Ministério Público. E, enquanto isso, promove coleta de assinaturas de itabunenses que não engoliram bem a água mais salgada (no preço).

Para lembrar: o questionamento sobre o reajuste se deve ao descumprimento da lei muncipal 2.013/06, que exige publicação da nova tarifa, 30 dias antes da mesma entrar em vigor.

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Bandos de delinquentes de Itabuna elegeram a Praça Otávio Mangabeira, no centro da cidade, como cenário de acertos de contas no estilo do chamado “mundo do crime”.

Na noite de ontem, por volta das 20h30min, famílias se encontravam na praça, que é a única área de lazer do centro de Itabuna. Dezenas de crianças brincavam e, num palco, dançarinos se apresentavam…

De repente, correria, tiros, pânico, crianças derrubadas no chão. Foram minutos de terror, com mães desesperadas sem saber o que fazer. E não havia sequer um policial militar ou guarda municipal para garantir a segurança na praça.

Fato semelhante já havia ocorrido no início de julho, o que deveria servir de alerta. Mas, infelizmente, diante da inércia do poder público, a Otávio Mangabeira está se tornando um lugar cada vez mais perigoso.

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O governo do Capitão Azevedo (DEM) já superou em alguma coisa a gestão do ex-prefeito Fernando Gomes, da qual foi vice. Levantamento interno destes primeiros oito meses da Era Azevedo aponta para a realização de 14 licitações na modalidade carta-convite, aquela em que o poder público chama a partir de uma disputa quem ele quiser e o negócio pode ter valor (por cada carta-convite) de até R$ 88 mil. No último ano da gestão de Fernando, foram apenas 4 licitações nessa modalidade.

A julgar por este levantamento, Azevedo ganha. Disparado.

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O Pimenta questionou o vereador Milton Gramacho sobre as declarações do presidente estadual de seu partido, José Raimundo, de que faria mudanças no diretório municipal do PRTB em Itabuna.

A resposta foi esclarecedora: “Por que ele não disse aquelas coisas para mim? O que ele fez foi me pedir desculpas pelas declarações. Justificou que foi ‘apertado’ pelo repórter” (leia aqui as declarações de José Raimundo).

O que dá tanta ‘autoridade’ assim ao vereador? “Amigo, eu levo esse partido nas costas. Eu banco tudo aqui”. Gramacho é líder do governo Azevedo na Câmara e presidente do Diretório Municipal do Partido Renovador Trabalhista Brasileiro em Itabuna.

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Agora há pouco, no programa Resenha da Cidade, o vereador Roberto de Souza comentou sobre o parecer do Ministério Público, favorável à permanência da advogada Juliana Burgos no cargo de procuradora-geral do município de Itabuna. De acordo com o MP, o artigo 85 da Lei Orgânica do Município – que submete a nomeação do procurador à aprovação da Câmara – é inconstitucional.

O caso ainda será resolvido pelo Tribuna de Justiça e o vereador afirmou que a Câmara vai acatar a decisão sobre a eventual inconstitucionalidade do artigo 85. Mas ele diz que, fora esse aspecto da da LOM, ainda existe outro ponto a ser observado: é a questão do nepotismo.

Para Roberto de Souza, é eticamente reprovável que três pessoas da família Burgos ocupem cargos de destaque no governo municipal. No caso, ele se refere a Juliana (procuradora), o irmão Otaviano (diretor do Departamento de Tributos) e o pai Carlos (secretário da Fazenda).

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Adylson Machado

O Prefeito tem o mérito de ser o primeiro a enfrentar a absurda inserção contida na Lei Orgânica do Município exigindo referendo da Câmara para nomeação do Procurador-Geral do Município. Outros prefeitos não admitiram o enfrentamento, juridicamente amparado, afirme-se.

A intervenção da Câmara nesse sentido é descabida e despropositada, de conteúdo eminentemente político, de natureza intervencionista.

O circo armado agora não o foi em 1993, quando Dr. Pedro Lino de Carvalho e depois este escriba não aceitaram ser submetidos ao crivo da interferência da Câmara, não porque a desconsiderasse como instituição, mas justamente por considerarem inconstitucional a disposição da LOMI.

O que poucos sabem – e isto é uma das formas de interpretação – que a inclusão da “exigência” nasceu em instante político de conflito entre algumas lideranças da Câmara e o então Prefeito Fernando Gomes. Leia-se como lideranças: Davidson Magalhães e Antônio Negromonte, que controlavam a elaboração da LOMI.

Que foi feito? Aproveitaram-se de disposições contidas na Constituição Federal voltadas para a Procuradoria-Geral da República e Advocacia-Geral da União e fizeram-na inserir na Lei Orgânica.

O que poucos também sabem (e na Câmara local alguém tem obrigação de saber) é que as competências institucionais da PGR e da AGU outorgam autonomia que não se insere no âmbito da Procuradoria-Geral de um município, visto que esta tem natureza de secretaria de governo. Funciona, portanto, como órgão de representação, como se fora por mandato, no caso particular decorrente de lei.

Sob esse crivo alguém imaginaria o Procurador-Geral do Município de Itabuna acionando o próprio Município ou algum de seus órgãos ou agentes políticos como o faz a Procuradoria-Geral da República?

Neste particular reside a inconstitucionalidade da disposição da LOMI local.
O fato de constar na LOMI não autoriza o seu cumprimento, até porque o órgão Procuradoria-Geral do Município de Itabuna até hoje não foi criado. Existe como nomenclatura, mas em nível de Secretaria de Governo, cuja nomeação se insere como a de qualquer outro secretário, de livre nomeação e exoneração.

Para ilustrar a indevida ingerência (até porque, sem desmerecer qualquer dos senhores vereadores, uma análise técnico-jurídica encontraria limites em torno da avaliação da competência do indicado) nos idos de 1999/2000 o então prefeito Fernando Gomes encaminhou à Câmara o nome do ilustre Professor e renomado advogado tributarista Joel Brandão, ex-professor de Ciências das Finanças e Direito Financeiro do curso de Direito da então FESPI, homem de caráter exemplar. O que aconteceu? Por birra política, e muitas vezes sabemos por que, a Câmara Municipal de Itabuna rejeitou o nome do ilustre mestre!

Temos, independentemente da avaliação técnica antes exposta, que a exigência tem outras conotações.

E louve-se a iniciativa do Prefeito Azevedo em estabelecer o enfrentamento.
Na nossa época, o então Prefeito Geraldo Simões declinou de promover o que poderia fazê-lo, como o desejávamos Dr. Pedro Lino e eu.

Adylson Machado é professor de Direito Municipal na Uesc

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É animada esta manhã de sábado na Rádio Jornal de Itabuna. Neste momento, no programa Conexão Direta (Ricardo Bacelar), quem dá as caras é o deputado federal Geraldo Simões (PT), que exercita um dos seus esportes favoritos: tiro ao alvo (DEM e PMDB).

Daqui a pouco, no Resenha da Cidade, também na Jornal e sob o comando do vereador Roberto de Souza, vai ter político de A a Z, ou melhor, do DEM ao PCdoB. Isto porque já confirmaram participação no programa o senador César Borges e a deputada federal Alice Portugal.

Não se sabe se foram providenciadas caneleiras…