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Tropa de elite da PM foi acionada para a revista no presídio de Teixeira (Foto Cipe-MA).

A polícia militar fez uma vistoria no Conjunto Penal de Teixeira de Freitas nesta terça (22) e encontrou desde celulares e armas de fabricação artesanal a “barris” para fermentação da velha “caninha”.

Não consta que haja na unidade nenhum projeto de fabrico de aguardente de cana, mas foram encontrados na ala B e no albergue 15 garrafas Pet cheinhas da “marvada” e quatro baldes que eram usados como barris para fermentação de cachaça.

De acordo com o comandante da Companhia Independente de Policiamento Especializado (Cipe-Mata Atlântica), major Ivanildo da Silva, foram apreendidos oito celulares, cinco chips, 19 chunchos artesanais, uma broca de 40 centímentros para perfurar concreto, duzentos gramas de maconha e barras e pedaços de ferro no conjunto penal.

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Uma adolescente de 16 anos tentou se jogar de uma torre de telefonia celular em Santa Luzia, no sul-baiano. A vida da adolescente foi salva por um heroico sargento da Polícia Militar, que escalou a torre, negociou com a garota e a convenceu a desistir da tentativa. Ela foi resgatada sem ferimentos pelo sargento Do Carmo. Acompanhe o vídeo enviado pelo leitor Mangabeira Júnior.

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Apenas um soldado fazia o policiamento do município de Iguaí, no centro-sul do estado, na virada do ano. Assim, não fica difícil imaginar porque os bandidos preferem atacar bancos e empreendimentos nos pequenos municípios: encontram pouca resistência policial. Ou, como diriam os Engenheiros, é o típico “exército de um homem só”. Os soldados acabam se tornando presa fácil dos bandidos.

Se você acha isso absurdo o que ocorre em Iguaí, saiba também que apenas um PM era visto na sede da companhia da região da Califórnia em Itabuna no período do réveillon. E quem vai ao Hospital de Base Luís Eduardo Magalhães (Hblem) encontra apenas um soldado. É para lá que são encaminhados bandidos feridos em confrontos com a polícia ou com quadrilhas rivais no município.

O que diria o comando-geral da PM sobre essa situação vexatória?

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Ivo (à esquerda) se articulava em Salvador, enquanto Batista girava a metralhadora.

O tenente-coronel José Carlos Batista denunciou o comandante regional sul da Polícia Militar, Ivo Santos, e acabou sofrendo as consequências: será exonerado do cargo do batalhão-escola em Ilhéus, que terá à frente o tenente-coronel Marcelo Luiz Brandão Teixeira.
José Carlos Batista afirmava que o comandante Ivo Santos usa uma residência no Jardim Savoia, em Ilhéus, somente para veranear e destaca policiais 24h para fazer a segurança do imóvel.
A casa antes era destinada ao comando do 2º Batalhão  de Polícia Militar em Ilhéus, que foi transformado em batalhão-escola no ano passado. A casa pertence ao Governo do Estado e é mantida com o nosso dinheirinho.
A denúncia de Batista, feita ao comunicador Vila Nova, gerou mal-estar em Salvador. O comandante-geral da PM, Nilton Mascarenhas, saiu em defesa do colega Ivo Santos e solicitou do governador Jaques Wagner a imediata exoneração de Batista. No que será atendido.
O comando-geral da PM explica, via assessoria de comunicação, que Batista deu declarações não-autorizadas sobre o caso e que a mansão no Jardim Savoia, desde 2009, com o fim do comando de policiamento regional em Ilhéus, é destinada ao comandante regional. Ou seja, Batista jogou a m…. no ventilador sem pedir permissão ao comandante. E se pedisse?
Resumo da ópera: José Carlos Batista e a família moram numa pousada em Ilhéus, enquanto uma casa ociosa do Estado é reservada para o comando regional. Batista botou o dedo na ferida, acusou Ivo Santos de perseguição e caiu diante do seu superior.
Hoje, a assessoria do estado informou que “as antigas casas destinadas às residências dos comandantes dos respectivos batalhões foram transferidas para os comandantes regionais”.
Não explica se foi transferida para que os comandantes residam nelas ou apenas façam dela – como diria Batista – imóvel de “veraneio”.

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Do Radar 64
Uma operação da Polícia Militar, com a participação do Conselho Tutelar, resultou na prisão da cafetina Katilene da Silva Marinho, 26 anos, proprietária de uma casa de prostituição no centro de Itabela.
A prisão, ocorrida no fim da tarde deste domingo (19), na Rua Jacarandá, só foi possível porque a mãe de uma adolescente de 14 anos, que vinha sendo explorada sexualmente, denunciou o fato ao Ministério Público.
No local, além da menina, os policiais encontraram Edneia Santos Nascimento, 29 anos e Jildenice Santos Nascimento, 24, além dos frequentadores Webister Viana Gomes, 18, e um adolescente de 16, todos detidos.
Em depoimento a um policial militar, a adolescente de 14 falou que ela e uma das mulheres estavam mantendo relação sexual com os rapazes no mesmo quarto. No local foram encontrados diversos preservativos.
Outro fato chamou a atenção dos policiais. Duas filhas de Katilene, de sete e 10 anos, também moravam na casa e presenciavam tudo o que acontecia.
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cavalcanti e pinto
Cavalcanti, de Itabuna, e Pinto, da APPM-Salvador.

Cerca de 500 PMs filiados à regional Itabuna da Associação dos Praças da Polícia Militar (APPM) devem ir às urnas neste domingo, 12, para escolher os dirigentes da entidade. O pleito ocorre das 8h às 18h na sede da entidade, na rua São Paulo, 102, no São Caetano, em Itabuna.
O associado deve apresentar documento de identidade militar e contracheque na hora de votar, segundo o presidente da entidade e candidato à reeleição, Sargento Cavalcanti.
Cavalcanti concorre pela chapa Ação, Progresso e Cidadania e defende, para um novo mandato, ainda mais ações na área de assistência social aos policiais. Dentre elas, cita o amparo a militares dependentes químicos ou com problemas psicológicos, ampliação do Infocentro e a construção de sede social da APPM-Itabuna. As eleições também ocorrem em nível estadual.
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Dois homens forçavam a porta de uma residência no Iguape, em Ilhéus. A vítima, temendo o pior, acionou o 190 em busca de socorro da polícia.
O policial informou ser impossível atendê-la naquele momento, pois não havia viatura na companhia.
– E se tivesse viatura nem adiantava, senhora, pois estamos sem combustível – disse, para uma senhora perplexa.
Por fim, aconselhou-a a tomar uma medida para espantar os donos do alheio: – Liga e desliga a luz. Liga e desliga.
Ao imaginar a cena absurda, a vítima reagiu com humor, perguntando ao milico quem lhe pagaria a conta. E desligou o telefone.
Que a cena é ridícula, é. Mas os malandros deixaram a senhora em paz.

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Coronel Ivo sob artilharia (Foto Google).

Azedou de vez a relação das autoridades da segurança pública da Bahia com a Câmara de Vereadores de Ilhéus. Convidadas uma semana antes a participar de uma audiência para debater a violência no município, as autoridades não compareceram nem deram justificativa, deixando cerca de 150 pessoas no meio de uma “troca de tiros” entre o presidente da Câmara, Jailson Nascimento, e o coronel Ivo Silva Santos, do 2º Comando de Policiamento Regional Sul da PM, acusado pelo primeiro de provocar o desgaste.

Tudo teria começado, segundo comenta o presidente da Câmara, pelo fato do coronel Ivo não ter sido convidado para a audiência. “Como ele é o comandante em Itabuna, pensamos que seria suficiente convidar o secretário estadual de Segurança Pública, o comando geral da PM na Bahia, o comando do II BPM, com sede em Ilhéus, e os comandantes das Companhias Independentes existentes na cidade”, revelou Jailson.

Pode ter sido uma falha. Mas pode ter sido também uma provocação. A PM em Ilhéus passou recentemente a ser comandada por Itabuna e isso tem provocado um desgaste para o governador Jaques Wagner. Historicamente as duas cidades são cheias de rivalidades.

Os políticos de Ilhéus resistem à medida. Primeiro por que estariam perdendo terreno para Itabuna. Segundo, por que acham um absurdo transformar o segundo batalhão de polícia da Bahia – portanto com valor histórico – em uma mera corporação comandada pelo vizinho município.

Confira toda a história da pendenga no Bahia Online (clique aqui).

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Dejair Birschner, prefeito de Una, está na mira de policiais militares sul-baianos. Ele enfrentou policiais do Tático Ostensivo Rodoviário (TOR), da Polícia Rodoviária Estadual, durante uma blitz no trecho urbano da rodovia BA-001 em Una. Tentava evitar que a polícia apreendesse dezenas de motos numa ação de rotina.

O boca-suja discutiu com os policiais e sugeriu que as motos eram apreendidas para serem liberadas mediante pagamento de… propina. “Eu digo e repito: alguém recebe propina e vocês (sic) solta as (sic) moto”, repetia, alucinadamente, o grandalhão.

O sargento Agnaldo, que comandava a operação, enquadrou o prefeito-falante: “eu quero conversar e o senhor vem gritando… fale baixo comigo”, ordenou. “Sim, senhor”, ironizou Dejair.

da vida com o prefeito, a diretoria da Associação de Praças da Polícia Militar (APPM), em Itabuna, emitiu nota de repúdio (confira a íntegra) condenando o desrespeito de Dejair Birschner. “Não é justo que PMs ainda se deparem em pleno século XXI com cenas de agressão cometida por um gestor municipal”.

A agressão de Dejair foi gravada em um vídeo que caiu no site de compartilhamento Youtube. A ação foi definida pela APPM-Itabuna como um “ato covarde” que teve como alvo o sargento Agnaldo, do TOR. As cenas de truculência de Vossa Excelência, o prefeito, são do dia 21 deste mês.

Confira um dos vídeos.

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No mesmo dia em que policiais, amigos e familiares de 10 PMs presos fizeram manifestação em Vitória da Conquista, no sudoeste baiano, a promotora Genisia Oliveira, que chefiava a força-tarefa responsável pelas investigações de mais de uma dezena de crimes, pediu afastamento. Ela tirou férias e realizará curso de especialização no exterior.

O afastamento também se dá após o marido da promotora ter sofrido atentado. O carro dirigido pelo esposo da autoridade foi atingido por um tiro de arma calibre 38, efetuado por um carona de uma moto. O tiro atingiu o para-choque do veículo. É a segunda substituição de promotor no caso. Antes, quem comandava o caso era a colega Ana Rita Nascimento.

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Um policial militar teve o seu carro apreendido durante a Operação Patrulha do Sossego em Itabuna, no dia 2. A PM recebeu denúncia de populares contra o som abusivo do soldado. Ao constatar que o som estava bem acima do permitir “(perturbação do sossego alheio”), a patrulha apreendeu o veículo.

O policial reagiu por considerar a prisão arbitrária: acreditava que, por ser PM, seu carro não poderia ser recolhido. Mas foi. Contrariado, ameaça processar o comandante da operação, que é um colega de farda.

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Antes de levar a canetada do governador Jaques Wagner e ser transferido para Vitória da Conquista, o ex-comandante do 15º Batalhão da Polícia Militar, Jorge Ubirajara Pedreira, revelou ao repórter Fábio Roberto, numa entrevista ao jornal A Região, que esperava ficar mais um ou dois anos em Itabuna. Não deu.

Ainda na quinta-feira passada (29), quando da transmissão de comando, o militar não fugiu ao seu estilo. “Vim, vi e venci”, disse ao Pimenta. “Os poucos que não entendem a missão da polícia não tiveram essa sensibilidade [de reconhecer o trabalho]“. Ubirajara acredita que foi transferido para Vitória da Conquista por ter feito um trabalho “diferente” em Itabuna.

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O bate-boca na sala das comissões técnicas da Câmara de Vereadores, do vereador Solon Pinheiro (PSDB) e o comandante do 15º Batalhão da Polícia Militar, Jorge Ubirajara Pedreira, gerou um grande mal-estar entre a polícia e o legislativo, hoje à tarde. O encontro seria para debater a segurança pública. Foram tiros para todos os lados. Abaixo, trecho dos mais densos da discussão de ambos:

Comandante – O senhor conhece a Lei Orgânica do munícipio?

Vereador – Tenho procurado conhecer (Solon pede ajuda à secretaria parlamentar).

Comandante – O senhor cumpre com as suas obrigações como cidadão e como edil?

Vereador – Sim.

Comandante – O senhor é candidato a deputado estadual?

Vereador – Isso não vem ao caso. Só a partir de 3 julho e é uma coisa que vai se definir com o partido. O senhor está me desrespeitando. Isso eu não aceito. Eu tenho legitimidade. Fui eleito pelo povo. Respeite esta Casa Legislativa. Estou preocupado com a violência em minha cidade, que estampa, diariamente, os jornais. O senhor foi convidado para debater segurança pública e não para fazer indagações à minha pessoa.

Comandante – O senhor conhece o decreto lei 667?

Vereador – Não.

Comandante – Que formação o senhor tem sobre segurança pública?

Vereador – Nenhuma.

Comandante – Quantas autoridades o senhor convidou para esta sessão?

Vereador – Todas ligadas a àrea de segurança pública.

Comandante – Qual a competência legal que a Câmara tem para debater segurança pública?

Vereador – Fui eleito pelo povo e tenho legitimidade para debater.

Comandante – Não, mas eu quero que o senhor responda.

Vereador – A Câmara está à disposição para ajudar na segurança pública.

Comandante – Agora eu me coloco à disposição para você me fazer a pergunta que quiser.

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Àquela altura, a audiência pública já perdia a sua razão de ser. Solon passa a palavra ao defensor público estadual Walter Fonseca Júnior. Este se levanta e diz que não havia condições para discutir sobre segurança pública “naquele clima”. Pediu licença e saiu. O juiz Waldir Viana, da 4ª Vara Cível, também se levantou e bateu em retirada. E, de fato, não houve audiência.

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Na saída, o ainda comandante do 15º BPM disse que não aceitava que a segurança pública servisse de “palanque eleitoral”. Era uma referência ao fato de Solon ser pré-candidato a deputado estadual. “Repudio a atitude dele e de qualquer um que queira fazer o que não é de sua alçada”, disse Jorge Ubirajara. Mais que isso: “Ele é um descontrolado. Não sabe o que diz”.

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Solon Pinheiro rebateu o comandante. Ao repórter Fábio Roberto, da rádio Nacional, disse que não tirava o chapéu para o algoz. “Não tiro e não me arrependo. Ele já vai tarde [comandar a PM em Vitória da Conquista]“.

Todos que estavam na “quase” audiência deixaram a sala. Mas o tenente-coronel permaneceu no local, de lá saindo apenas quando abordado para uma entrevista ao repórter Fábio Roberto e ao jornalista Domingos Matos, do blog O Trombone.

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A “canetada” geral do governador Jaques Wagner na Polícia Militar, terça-feira (reveja aqui), foi seguida de uma nova norma do comando-geral da corporação: os comandantes dos batalhões Bahia afora estão proibidos de dar entrevistas.

No caso das regiões sul e sudoeste, qualquer informação deve ser repassada à imprensa (somente) pelo coronel Ivo Silva Santos, do 2º Comando de Policiamento da PM.

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Se nenhum ocupante de mandato o faz, tem quem faça: o itabunense Antônio Filho encaminhou ofício ao governador Jaques Wagner reivindicando a implantação do programa Ronda nos Bairros, em Itabuna.

O pedido foi encaminhado à Secretaria de Segurança Pública, de acordo com ofício 1486/2010. Até agora, o Ronda nos Bairros, de combate à violência e pacificação nas comunidades, atendeu aos municípios de Salvador e Feira de Santana.

Como Itabuna reveza  na condição de vice ou campeão da violência na Bahia, já passou da hora do governador Jaques Wagner implantar este programa por aqui. Aliás, as eleições já batem à porta…