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Do site Última Instância:
Outro político com ficha suja, dessa vez a deputada estadual de Goiás Isaura Lemos (PDT), escapou da aplicação da lei Ficha Limpa. A parlamentar teve os efeitos da condenação imposta pela 1ª Vara da Fazenda Pública de Goiânia suspensos pelo ministro Dias Toffoli, do STF (Supremo Tribunal Federal). É a segunda vez que o Supremo suspende condenação de político com ficha suja.
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O petista Josias Gomes está empolgado com o sucesso de sua página no Twitter. Em menos de três semanas com o seu microblog, ele já se aproxima de 1.700 seguidores e confessa estar ficando viciado nas postagens de 140 caracteres. “Twittando”, JG naturalmente tece loas aos governos Lula e Wagner e desce o malho sem pena no tucano José Serra.
E a política, da direita à esquerda, vai ocupando cada vez mais espaço no mundo virtual.

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A cerimônia que comemora o Dois de Julho em Salvador, dado o seu significado histórico e por tudo o que simboliza para a Bahia, é mais  um momento que os políticos aproveitam para aparecer. Outros, porém, estão mais preocupados em se esconder, já que estão obrigados – em virtude das alianças fechadas pelos seus partidos – a estar onde onde não gostariam.
Esse é o caso, por exemplo, da deputada estadual Ângela Sousa (PSC), que pessoalmente apoia Wagner, mas partidariamente tem que perfilar-se ao lado de Geddel. Além de Ângela, há outros deputados na mesma situação, mas todos eles deram muita sorte hoje. É que chove razoavelmente em Salvador nesta manhã e quem participa da cerimônia teve que providenciar capas e guarda-chuvas.
Assim, ficou mais fácil se esconder.

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Do Política Livre:
Na Assembleia, passou a ser dado como certo que dois deputados estão de malas prontas para deixar o DEM logo após as eleições. Eles estariam insatisfeitos com a legenda e, segundo dizem a amigos, descontentes principalmente com o “climinha” de intrigas internas. Só não abandonam o barco agora por medo de serem considerados “infiéis”. Um dos legisladores é sondado pelo governo desde o início da gestão petista.
Na Bahia, a representatividade do DEM caiu visivelmente: o número de Prefeituras baixou de de 140 para 44. Atualmente, a bancada do Democratas na Assembleia Legislativa da Bahia é composta por nove deputados estaduais que foram eleitos com o apoio do ex-governador Paulo Souto. Entretanto, até os próprios parlamentares, que agora são oposicionistas, temem não se reeleger.

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O prefeito de Aurelino Leal, o popular Domingão (PSDB), estava em Itacaré nesta quarta-feira, 30, quando foi interpelado por um repórter sobre suas preferências nas eleições de outubro. Sem titubear, respondeu que vota em Wagner para o Governo da Bahia e Dilma Rousseff para a Presidência da República.
Diante do furo, o repórter se animou e quis gravar a surpreendente declaração do tucano. “Uma ova!”. Para não se complicar, Domingão  – que é árbirto de futebol – seguiu a regra clara de todo murista, saindo de fininho e evitando problemas com seu partido.

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É claro que ninguém esperava ver Fernando Gomes se tornando um eleitor de Dilma Rousseff, mas foi interessante ouvir o ex-prefeito de Itabuna expressar claramente suas preferências para as eleições que se aproximam. Ao jornalista Ederivaldo Benedito, na Rádio Nacional, FG afirmou que está com Geddel (PMDB) para governador da Bahia, mas não abre mão do voto em José Serra (PSDB) para presidente.

O ex-prefeito de Itabuna, que vem de recente desembarque do DEM, filiou-se nesta terça-feira ao PMDB. Segundo observadores do cenário político, ele não está isolado entre os peemedebistas na opção nacional pelos tucanos. Muita gente já percebeu que o gedellista típico vota em Serra, não em Dilma.

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O prefeito de Itabuna, Capitão Azevedo, deu hoje um sinal claro de que não apoiará o peemedebista Geddel Vieira Lima, candidato à governador pelo PMDB. Geddel, ex-ministro da Integração Nacional, estará na cidade nesta terça-feira, 29, na assinatura da ordem de serviço para as obras de revitalização da Avenida Amélia Amado. O ministério, na época em que o hoje candidato peemedebista o comandava, liberou quase R$ 13 milhões para o projeto.

Ocorre que a presença do ex-ministro em terras grapiúnas é solenemente ignorada no material informativo distribuído pela Prefeitura, que optou formalmente pela menção ao ministro João Santana, também baiano, que sucedeu Geddel na Integração Nacional.

Outro que não é lembrado pela Prefeitura é o ex-prefeito de Itabuna, Fernando Gomes, que aproveita a assinatura da ordem de serviço para faturar com a obra. Tanto que FG foi para o rádio convidar a população para o evento e aproveitará esta terça-feira para assinar sua ficha de filiação ao PMDB. Azevedo, percebendo a “sabedoria”, não quer dar Ibope nem a Geddel nem ao ex-prefeito.

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Renato e FG: ex-desafetos e agora mui amigos

O ex-prefeito de Itabuna, Fernando Gomes, falava há pouco no programa Panorama 640 (Difusora) sobre seu apoio ao médico Renato Costa, candidato a deputado estadual pelo PMDB e seu ex-desafeto. Numa definição do peemedebista, FG afirmou que “talvez ele não seja um bom político, por ser muito tímido”, emendando que “em política, não há lugar para timidez”.

O ex-prefeito declarou que não vê problemas em voltar a caminhar junto a Renato, depois de anos afastados. “Isso é normal, pois em política os inimigos de hoje são os amigos de amanhã e os amigos de hoje são os inimigos de amanhã”.

FG desfiliou-se do DEM há pouco mais de um mês e nesta terça-feira, 29, ingressa no PMDB, partido no qual iniciou sua carreira política (ainda na época do MDB). Terá status de presidente de honra da legenda no sul da Bahia, onde coordenará as campanhas de Geddel (governador), Lúcio Vieira Lima (deputado federal) e Renato (deputado estadual), além de César Borges e Edvaldo Brito, candidatos ao Senado.

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Fernando Gomes confirma o que para muitos já era uma suspeita: ele está totalmente disposto a ser candidato a prefeito em 2012, contrariando a afirmação – feita ao final de seu último mandato – de que não voltaria a disputar mandato eletivo.

Há pouco, na entrevista a Orlando Cardoso no Panorama 640 (Difusora), o ex-prefeito foi questionado se seria candidato nas próximas eleições municipais e saiu pela tangente: “o passado não me interessa e o futuro a Deus pertence”.

Para bom entendedor, o político deixa clara a sua disposição de voltar ao poder, sucedendo o seu pupilo, Capitão Azevedo. A ida para o PMDB, aliançando-se com Geddel Vieira Lima, foi somente o primeiro passo na tentativa de retorno.

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O PSB vinha tentando articular o apoio da deputada estadual evangélica Ângela Sousa (PSC) à candidatura do ex-secretário do Turismo da Bahia, Domingos Leonelli, a federal. A ilheense resistiu e está praticamente fechada em um apoio à reeleição de Geraldo Simões (PT).

Em represália, a turma de Lídice da Mata costura uma estratégia para dificultar o caminho de Ângela. Uma das principais peças será o lançamento do militante Professor Galdino para a Assembleia Legislativa. A missão dele é uma só: entrar pesado nas bases da deputada.

Esta será uma guerra não muito santa…

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Luís Sena

É necessário máxima atenção para o grande jogo do pós-Copa, exatamente no dia 3 de outubro

De quatro em quatro anos o Brasil para em todos os cantos para ouvir, ver, opinar e até escalar a seleção brasileira. É a Copa do Mundo com todo o seu aparato, que sensibiliza os amantes do futebol e até aqueles que no seu dia a dia não se posicionam desportivamente. O futebol faz parte da cultura brasileira.

Assim como foi abraçado, o futebol também foi utilizado pela Ditadura Militar, que, impondo a tortura e morte aos seus opositores, mascaravam essa situação utilizando o momento de euforia geral que contagiou o país em 1970. Vejam o filme “Pra Frente Brasil”. Ainda hoje, e sempre foi assim, os calorosos debates das cores, dos símbolos, dos hinos e dos ídolos criados no futebol.

Aqui na Bahia, por exemplo, o BAVI (Bahia x Vitória) divide nosso povo, assim como no Rio de Janeiro o meu Fluminense, que criou o Flamengo, divide o Maracanã em “Pó de Arroz” e a “Urubuzada”. Enquanto isso, o desemprego, a falta de transporte e a violência são esquecidos.

2010 – Copa do Mundo na África do Sul – estamos bem. O time, a torcida está alegre, os índices sociais têm melhorado graças à intervenção cautelosa e estratégica do governo Lula. Através das políticas públicas, conseguimos incluir grande parte daqueles que estavam à margem de ações governamentais, a própria área do esporte sofreu uma modificação significativa, fazendo com que as ações de todos os esportes, não só o futebol, fossem no sentido de incluir, de educar e de gerar cidadania.

Por tudo isso, e torcendo para que o resultado da seleção brasileira lá na África do Sul seja bastante positivo, demonstrando nossa competência, maestria, criatividade e raça, que revelaram dentre outros, Pelé, Zico, Gerson, Rivelino, Kaká, Ronaldinhos, etc, é necessário máxima atenção para o grande jogo de depois da Copa, exatamente no dia 3 de outubro, quando estaremos analisando para votar e eleger presidente, governador, senador, deputado federal e estadual.

Não podemos errar o chute, como nos pênaltis decisivos que já perdemos, não podemos baixar a guarda e tomar o gol histórico que fez Barbosa depressivo para o resto da sua vida e a amarga lembrança da Copa de 1950, em pleno Maracanã.

Não podemos aceitar o retrocesso. Temos que avançar mais ainda, votando nos candidatos comprometidos com os avanços tão necessários, em implementar medidas que possam a cada dia fazer o nosso povo mais alegre, mais feliz e com tranqüilidade para torcer nos momentos do esporte, sem precisar chorar no encerramento das partidas. Você pode escalar o time e marcar o gol que servirá para o Brasil continuar vencendo!

Luís Sena é professor, bancário e foi vereador de Itabuna por três mandatos consecutivos (1997-2008).

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O deputado federal Geraldo Simões (PT) elogiou o presidente Lula por, segundo ele, “ter aberto as portas dos bancos aos pequenos agricultores”. Comparando dados relativos à safra 1999/2000 com as de 2008/2009, o parlamentar verifica expressivo aumento do crédito para a agricultura familiar.

Naquele período do final da década passada, o volume de empréstimos liberados via Pronaf alcançou R$ 2,15 bilhões, subindo para R$ 10,79 bilhões na última safra. Segundo GS, no governo anterior, do tucano Fernando Henrique Cardoso, não havia recursos nem estímulo para que os pequenos produtores obtivessem financiamentos.

Em virtude das atuais facilidades creditícias, o deputado afirma – a partir de dados divulgados pelo jornal Valor Econômico – que um milhão de famílias brasileiras que vivem da agricultura familiar obtiveram ascensão social em 2009.

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Depois de dar o “presente de São João” ao prefeito de Itabuna, o presidente da Câmara de Vereadores, Clóvis Loiola, foi ouvido pelo repórter Fábio Roberto e negou ter quebrado a porta que dá acesso à sede do legislativo municipal (confira a imagem no post abaixo).

Loiola diz ter convocado um chaveiro, após constatar que haviam bloqueado a fechadura com o uso de cola e palitos. “Foi coisa de gente sem caráter e se tiver sido funcionário, não serve para estar conosco”, indignou-se o presidente.

Fato é que, dessa vez, mesmo tendo que arrombar a porta, Loiola aplicou um golpe nos cabeças da oposição – Wenceslau Júnior e Roberto de Souza – que se encontram fora da cidade. O “bestinha”, como muitos o veem, aproveitou a ausência para votar o presentão e dar nos oposicionistas uma goleada maior que a de Portugal sobre a Coreia do Norte.

Com a ampliação da possibilidade de remanejar o orçamento, de 20 para 60 por cento, Azevedo poderá quitar os salários dos servidores, que estavam sob ameaça de passar as festas juninas na pindaíba. A Prefeitura de Itabuna vive sérias dificuldades, com a combinação de gastos excessivos e irresponsabilidade no cumprimento de obrigações com o INSS.

Desde março, cerca de R$ 10 milhões já foram sequestrados das contas do governo municipal para quitar débitos com a Previdência.

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O desmentido de um assessor do prefeito de Itabuna, Capitão Azevedo (DEM), sobre eventual apoio a Jaques Wagner(PT), teria sido somente para despistar os carlistas. É o que assegura um articulador bastante ligado ao prefeito, informando que a liga da mistura já vem sendo preparada há bastante tempo e chega ao ponto certo no momento em que o Diário Oficial do Estado acaba de anunciar a liberação de R$ 2 milhões para obras de saneamento do bairro Jorge Amado, em Itabuna.

Para ser coerente com o que sempre declarou, diz a fonte, Azevedo terá que apoiar quem está ajudando o seu governo. Ou seja, Jaques Wagner.

O auxílio ao município tem o incentivo direto do deputado estadual (pré-candidato a federal), Luiz Argôlo, do PP. Foi ele que ontem declarou ter “100% de certeza” do apoio de Azevedo a Wagner. Temendo as repercussões, o governo pisou no freio, negando a pulada de cerca.

Argôlo diz estar trabalhando para acelerar a liberação de recursos para outras obras, como a duplicação de um trecho da BR-415, entre Ferradas e Nova Itabuna, e  a tão sonhada barragem no Rio Colônia para resolver o dramático problema do abastecimento de água em Itabuna. Afirma o deputado que as articulações estão avançadas e há boa vontade na esfera estadual com relação ao município.

Em resumo, o pepista mantém sua certeza “100%” de que o prefeito de Itabuna não irá se apegar à questão partidária na hora de definir seu apoio. É Wagner na cabeça.

Agora, clique AQUI para entender porque Azevedo é nossa Ângela.

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Fonte ligadíssima à deputada Ângela Sousa avisa, com relação a um possível apoio da parlamentar ao peemedebista Geddel Vieira Lima,  que as aparências nesse quesito podem enganar. Em outras palavras, a presença dela na grande convenção liderada pelo PMDB, hoje, estaria longe de traduzir adesão à candidatura de Geddel a governador.

Ângela estaria, segundo esta fonte, totalmente disposta a cerrar fileiras com Jaques Wagner (PT), embora não possa assumir publicamente tal condição em virtude da aliança formalizada entre PSC e PMDB. Questão de fidelidade partidária, a mesma que obrigou a deputada a recentemente ausentar-se de importante votação para o governo.

Prossegue a fonte na mesma linha de argumentação, observando que tão a contragosto se encontrava a deputada na convenção peemedebista, que sequer ocupou lugar no palanque do evento. Preferiu ficar embaixo, discretamente. E a faixa estendida no local? “Era apenas uma saudação aos convencionais, sem nenhuma declaração de apoio a Geddel”, explica o angelista.

Outros igualmente obrigados pela “liturgia” partidária, mas tanto quanto de má-vontade na convenção, eram os deputados estaduais Gilberto Brito e Pedro Alcântara (ambos do PR), Adolfo Menezes (PRP) e Maria Luiza Laudano (PTdoB). Todos esses partidos estão com Geddel, mas seus digníssimos filiados fazem calundu para ficar com Wagner.