
A coluna do jornalista Ricardo Boechat, na revista semanal Isto É, corrigiu a informação sobre o salário do prefeito de Itabuna, Claudevane Leite (PRB), que, segundo nota publicada anteriormente, seria a maior remuneração de gestor municipal em todo o País. Nada menos que R$ 30 mil.
Na verdade, Vane, como o prefeito é conhecido, foi contrário ao aumento aprovado pela Câmara em 2012 (ele era vereador e não aprovou a proposta).
Eleito para chefiar o executivo, mas voto vencido na questão do salário, Vane renunciou ao reajuste e livrou-se da pecha de marajá. Seu contracheque de janeiro registra salário bruto de R$ 18.576,12, mesmo valor que era pago ao prefeito apeado do poder em dezembro.
A Isto É teve que contar a história direito. Na nota, Boechat atribuiu o vacilo a um erro da fonte.











Não são apenas prefeituras da região que estão tornando o fim de ano dos trabalhadores um período mais de lamento que de comemorações. As gestões municipais, principalmente no caso dos prefeitos que não se reelegeram, atrasam salários e deixam a fatura para os governos futuros, impactando negativamente no comércio, que sempre espera vender mais nesta época.
O aumento na expectativa de inflação em 2012 – de 5% para 5,63% – fez o governo elevar o salário mínimo previsto para entrar em vigor a partir de janeiro do ano que vem. Em vez de R$ 670,95 , o valor será de R$ R$ 674,95.
Correio
Do G1:






