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médicoDa Agência Brasil
O Conselho Federal de Medicina (CFM) divulga nesta segunda-feira, 18, novos dados sobre o perfil e a distribuição de médicos no Brasil. De acordo com a instituição, a pesquisa demonstra que o país é marcado pela desigualdade no que se refere ao acesso à assistência médica.
Segundo o estudo, fatores como a ausência de políticas públicas nas áreas de ensino e trabalho e os baixos investimentos têm contribuído para que profissionais de saúde permaneçam mal distribuídos pelo território nacional e com baixa adesão ao Sistema Único de Saúde (SUS), sobretudo em áreas de difícil provimento.
A pesquisa Demografia Médica no Brasil: Cenários e Indicadores de Distribuição foi desenvolvida em parceria com o Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp) e traz dados sobre a migração de médicos pelo país, a presença de profissionais no SUS e a distribuição de médicos formados no exterior.
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Caixas de medicamentos vencidos em posto de saúde de Ilhéus
Caixas de medicamentos vencidos em posto de saúde de Ilhéus

Entra governo, sai governo e se repete a história do descaso com a saúde pública. Fatos que indicam a persistência do problema foram constatados nesta quarta-feira, 13, em Ilhéus, pelo vereador Lukas Paiva (PMN).
No bairro do Basílio, o vereador descobriu caixas de medicamentos vencidos e esteve em uma unidade de saúde da família que está praticamente pronta, mas ainda não começou a funcionar por conta de detalhes do acabamento. No chão, aparelhos de ar condicionado e equipamentos como gabinete odontológico sofrem a ação do tempo.
Outros problemas ocorrem no posto Sara Kubitschek, na região do Malhado, onde faltam médicos para atender a população, e na Policlínica, situada no bairro da Conquista. Nesta, começou a ocorrer um desabastecimento de remédios para curativo. Em vez de resolverem o problema, fecharam a farmácia.
Até o momento, o atual governo não desenvolveu qualquer iniciativa para resolver tais situações.
 
 

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Karoline VitalKaroline Vital | karolinevital@gmail.com
 

A mortalidade diminuiu e a qualidade de vida subiu vertiginosamente depois que a maior parte da população adotou medidas simples como lavar as mãos.

 
Eu já estava desconfiada. Quando peguei o resultado do exame, minha suspeita foi confirmada e fez com que meu mundo desabasse. Acreditava estar tomando as precauções necessárias para evitar aquilo, porém, o que estava escrito no papel do laboratório contrariou minha certeza. Eu carregava dentro de mim algo extremamente indesejado, que me causava nojo intenso. Minha vontade foi correr até a primeira farmácia para eliminar de vez a razão de meu desespero. E foi isso que fiz. Chegando ao balcão, o meu pedido foi incisivo:
– Qual é o remédio mais potente contra lombriga e ameba que vocês têm?
O balconista da farmácia não entendia por que eu estava tão agoniada para eliminar os meus “hóspedes” nada queridos. Deve ter achado uma grande frescura da minha parte. Pegou uma caixa e disse que a droga seria tiro e queda contra os bichos.
Em casa, fui desabafar com minha mãe. Afinal, lombriga e ameba se pega através da ingestão de alimentos ou água contaminados com fezes.
– Mãe, se eu peguei esses troços, quer dizer que, indiretamente, eu comi cocô. E cocô de sabe lá quem! – como se conhecer a fonte dos dejetos fosse mudar alguma coisa.
– Filha, ter verme é normal. Todo mundo tem! – respondeu-me com desdém.
– Todo mundo tem uma pinoia! Eu não sou depósito de parasita! Estou me sentindo violada, invadida, parece que carrego um alien! Verminose não é como uma espinha, que todo mundo está sujeito a ter. Verme vem da falta de higiene. Sujeira é sinônimo de atraso de vida!
Minha mãe fez um bico, sacudiu os ombros e virou a cara como sinal claro de que estava considerando o meu discurso sanitarista uma grande baboseira. De certa forma, entendi um pouco o que Oswaldo Cruz deve ter sentido no início do século passado. Tudo bem, posso até ter exagerado na cena, porém penso que não deixo de ter razão. Afinal, a humanidade conseguiu se desenvolver mais rápido após a conscientização da necessidade de medidas higiênicas. Limpeza é um bem da modernidade e, através dela, inúmeras doenças puderam ser controladas ou erradicadas. A mortalidade diminuiu e a qualidade de vida subiu vertiginosamente depois que a maior parte da população adotou medidas simples como lavar as mãos antes de ter contato com alimentos, tomar banho diariamente, escovar os dentes, tratar a água, criar rede de esgotos, não acumular lixo, e por aí vai.
O engraçado é que, ultimamente, estão surgindo diversos produtos que garantem proteger você e sua família dos malévolos micro-organismos. Sabonetes bactericidas, álcool em gel, desinfetantes poderosos que fazem os germes gritarem de terror nos comerciais. Mas, paralelamente a isso, fico assombrada como, em pleno século XXI, a era da informação, existe ainda muita gente que encara como normais doenças provocadas pela sujeira. Morre-se de dengue porque cidadãos e cidadãs jogam lixo ao léu e, por mais campanhas educativas que o poder público faça, recusam-se a cumprir a parte que lhes cabe.
Toda essa ignorância acaba resultando em morte. Um sistema medieval coexistindo com a pós-modernidade.
Karoline Vital é comunicóloga.

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A assessoria do Hospital Manoel Novaes, em Itabuna, informou que o recém-nascido A.S.B, “Kadu”, foi transferido, ontem, para o Hospital Clériston Andrade, em Feira de Santana (entenda aqui). O recém-nascido necessitava de vaga em Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) pediátrica e não neonatal, como divulgado. O Manoel Novaes dispunha de vaga em UTI neonatal.
“O Hospital Manoel Novaes aproveita para informar que todas as ações assistenciais e administrativas realizadas foram tomadas com base em protocolos médicos e resoluções gerenciais da regulação do Sistema Único de Saúde. Informamos ainda que, durante o tempo de internamento da RN, a família permaneceu recebendo total assistência e orientação por parte da equipe médica e de técnicos assistenciais desta Unidade Hospitalar”, diz a nota.

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Pais de Kadu protestam por UTI Neonatal para o recém-nascido (Foto Diário Bahia).
Pais de Kadu protestam por UTI Neonatal para o recém-nascido (Foto Diário Bahia).

Um grupo de pessoas munidas de cartazes em frente ao Hospital Manoel Novaes, em Itabuna, chamou a atenção na tarde de ontem (29). Era um protesto, liderado pelos pais de um bebê com apenas 15 dias de vida. O menino, segundo a mãe Aline Santana Bonfim, permanece em estado grave, em consequência de uma hipoglicemia persistente.
O problema é que, de acordo com a mulher, o hospital, onde o filho está internado há 12 dias, não dispõe, no momento, de uma UTI neonatal. “A gente está pedindo encarecidamente que, se alguém souber de alguma vaga em outra cidade ou outro estado, que nos fale. Precisamos também de uma UTI móvel para encaminhar ele”, apelou a jovem.
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A Santa Casa de Itabuna espera receber em breve a primeira parte de uma verba federal de R$ 2 milhões, para investir em setores como o de pediatria do Hospital Manoel Novaes. A inclusão dos recursos no Orçamento Geral da União resultou de esforço suprapartidário da bancada baiana na Câmara dos Deputados.
Essa rara conjunção de forças foi lembrada nesta segunda-feira, 28, durante o  evento comemotativo dos 96 anos da instituição. Além de deputados federais como Geraldo Simões (PT), que estava presente à solenidade, e Jânio Natal (PRP), a provedoria mencionou a ação do deputado estadual Augusto Castro (PSDB), que mobilizou a bancada federal tucana em favor da emenda ao orçamento.

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A Santa Casa de Misericórdia de Itabuna comemora 96 anos nesta segunda-feira, 28, com a inauguração de duas novas unidades: o ambulatório exclusivo para pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS), construído em parceria com a Uesc, e a Unidade Cardio-Intensiva.
A entrega do ambulatório, no Hospital São Lucas, está programada para as 10 horas. Em seguida, será inaugurada a Unidade Cardio-Intensiva, que já se encontra em funcionamento desde o dia 8, no Calixto Midlej Filho.
O médico Eric Ettinger, provedor da instituição, afirma que o momento é de retomada do crescimento da Santa Casa. Segundo ele, a gestão da filantrópica realiza “investimentos planejados, que devem suprir, ao menos em parte, o déficit em áreas estratégicas da saúde local, a exemplo da alta complexidade em cardiologia intensiva e do atendimento ambulatorial em clínica geral.
Ainda nesta segunda-feira, haverá uma solenidade às 20 horas, no auditório Paulo Bicalho, conduzida pelo presidente da Irmandade Santa Casa de Misericórdia, o bispo diocesano de Itabuna, Dom Ceslau Stanula. Na cerimônia, será entregue a Comenda Monsenhor Moysés Gonçalves do Couto a três itabunenses, reconhecidos pela contribuição relevante na área da saúde. Os agraciados serão o ex-provedor e empresário Edmar Margotto, a médica ginecologista Dóris Marta Ladeia Vilas Boas Reis e o médico nefrologista Renato Costa.

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Hospital de Base Luís E. MagalhãesA direção do Hospital de Base de Itabuna e os servidores municipais fecharam acordo para o pagamento do salário atrasado de dezembro. Pela negociação, o pagamento do salário de janeiro será feito na próxima segunda, 28, e o de dezembro será quitado em 10 de fevereiro, segundo a direção do Sindicato dos Servidores Municipais (Sindserv).

O médico Paulo Bicalho, presidente da fundação que mantém o hospital, disse que obteve adiantamento de recursos por parte da Secretaria Estadual de Saúde (Sesab), o que permitiu a negociação. O acordo foi aprovado em assembleia nesta manhã de quinta, 24.
MAIS NEGOCIAÇÃO
Se no Hospital de Base a situação parece resolvida, longe está a solução para os servidores dos outros setores da administração municipal. Os servidores farão assembleia no auditório do Sindicato dos Comerciários, na Avenida do Cinquentenário, para decidir se entram em greve.
Até lá, a direção do Sindserv espera proposta “mais razoável” da prefeitura. O prefeito Vane do Renascer chega a Itabuna no final da tarde de hoje, quando deve se reunir com secretários para discutir o pagamento do atrasado. O parcelamento do salário de dezembro em 16 vezes foi rejeitado pelo funcionalismo. O novo governo enfatiza que se trata de dívida da gestão do ex-prefeito Capitão Azevedo (DEM), que não deixou recurso em caixa para quitá-la.

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Greve atinge serviços do Hospital São José.
Greve atinge serviços do Hospital São José.

Os funcionários do Hospital São José estão dispostos a só retornar ao trabalho quando a direção da Santa Casa de Misericórdia de Ilhéus quitar os salários atrasados. São 300 funcionários atingidos pelos três meses de atrasos. O décimo terceiro salário também não foi pago pela instituição.
Já os médicos da unidade enfrentam um mês de atraso. Ainda não há sinalização, por parte da direção da Santa Casa, de quando os salários serão pagos. Os trabalhadores estão em greve desde o último sábado, 19.
Apenas 30% dos funcionários do São José estão trabalhando, em sistema de revezamento, atendendo aos casos de urgência na unidade médica, segundo a direção do Sindicato dos Trababalhadores em Saúde de Itabuna e Região (Sintesi).
A Santa Casa enfrenta disputa interna e denúncias de desvios e favorecimentos contra a provedoria. As denúncias foram feitas pelo médico José Lourenço em série de artigos publicados na internet.

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SCMI - Fachada do novo Ambulatório no Hospital São LucasO Hospital São Lucas, pertencente à Santa Casa de Misericórdia de Itabuna, vai inaugurar um novo ambulatório no próximo dia 28. A unidade atenderá exclusivamente pacientes do Sistema Único de Saúde.
De acordo com a assessoria da Santa Casa, a construção do ambulatório, que fica em um anexo do hospital, é fruto de parceria com a Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc).
Ao ampliar o serviço ambulatorial, a instituição pretende reduzir a sobrecarga no pronto-socorro do São Lucas e  deixá-lo reservado apenas aos pacientes que necessitam de atendimento de emergência.

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Após a intervenção do judiciário e muita pressão da imprensa e campanha nas redes sociais, a Unimed de Itabuna finalmente autorizou a cirurgia de urgência a que precisa ser submetida a enfermeira Diana Viana Soares. Ela sofre de câncer ósseo e teve seu caso relatado aqui no PIMENTA.
Na tarde desta sexta-feira, 11, as partes entraram em acordo na 3ª Vara Cível de Itabuna. A Unimed concordou em autorizar o procedimento cirúrgico, bem como irá custear as despesas de deslocamento, estada e alimentação da paciente e de seu marido.
“A pressão da imprensa e a intervenção do judiciário funcionaram”, afirma o advogado Mateus Santiago, que representa Diana.
 
 

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Diana aguarda há quase dois meses por cirurgia de urgência.
Diana tem atendimento negado pela Unimed

A enfermeira Diana Matos, que sofre de câncer e teve uma cirurgia de urgência negada pela Unimed, a despeito de ordem judicial para liberação, não é a única vítima da operadora.
Posicionada entre os campeões em queixas, a Unimed é uma das 28 operadoras punidas pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) e está proibida de comercializar planos de saúde até março. A punição é pela demora na marcação de consultas, exames e cirurgias.
Em Itabuna, a enfermeira Diana sofre com um tumor no fêmur e, apesar da gravidade do problema, precisou ir à justiça e obter uma liminar para forçar a Unimed a autorizar a cirurgia recomendada pelo médico Eduardo Clemente (leia aqui). Ainda assim, a empresa continua negando o atendimento.

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Se tem um setor que precisa de atenção urgente em Ilhéus, é a saúde. Como se sabe, o ex-prefeito Newton Lima deixou a área entre outras) no bagaço e um dos exemplos da situação crítica está na Policlínica Municipal, unidade que está deixando de prestar importantes serviços à população.
Um resumo do quadro: a farmácia da Policlínica se encontra fechada porque a funcionária que trabalhava no local era contratada e foi desligada no final de 2012 (ainda não houve reposição pelo atual governo), falta material para curativos e os médicos que comparecem ao serviço não têm pacientes para atender porque ainda não há um alinhamento com a Central de Regulação, responsável pelo agendamento de consultas e exames.
O ex-coordenador da Policlínica, o itabunense Erivaldo Lavinsky, atuou por sete anos naquela unidade e era reconhecido como um bom gestor. Também exonerado em dezembro por ser ocupante de cargo comissionado, foi “percebido” pela Prefeitura de Itabuna, que o trouxe para administrar a Policlínica Dois de Julho. Vai somar em Itabuna e fazer falta em Ilhéus.

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O veterinário Waldemar Oliveira é o novo diretor do Centro de Controle de Zoonoses de Itabuna. Ele assumiu com a missão de reorganizar a unidade, que tem a função de prevenir as doenças transmitidas por animais. Oliveira tem perfil técnico, característica que  é elogiada pelo vice-presidente da ONG Associação Ambiental e de Proteção Animal (AAPA), Sílvio Maia.
Segundo o representante da ONG, Oliveira tem experiência na área e é capaz de fazer o CCZ funcionar adequadamente. “Nos últimos anos, o Centro de Zoonoses havia se transformado em tudo, desde cemitério de animais até cabide de emprego, menos em um órgão de proteção dos animais e controle de doenças”, disse.

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O governador Jaques Wagner confirmou nesta terça-feira, 8, que não existe mais qualquer resistência do governo baiano à retomada do comando único da saúde pelo município de Itabuna. As primeiras conversas com a Sesab já aconteceram e são positivas.
Wagner disse que as dificuldades que ocorreram no passado estavam relacionadas à má-administração de recursos.  O comando único foi perdido pelo município no final de 2008, no governo Fernando Gomes (DEM), e o sucessor deste, José Nilton Azevedo, do mesmo partido, não estancou os desvios que provocaram as restrições na administração da saúde.
De acordo com o governador, com a nova gestão municipal há todo o interesse em acelerar o retorno do comando único. Ele declarou que agora o município tem condição de gerir o sistema.