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Prefeitos à beira de um ataque de nervos, municípios sul-baianos enfrentando grave dificuldade financeira, bloqueio de repasses, precatórios, velhas queixas sobre a concentração de receitas nas mãos da União. E a desaparecida Associação dos Municípios do Sul, Extremo-Sul e Sudoeste da Bahia segue calada como nunca antes em toda a sua história.
Tem prefeito se perguntando se vale à pena custear a manutenção de uma entidade que parece se encontrar em coma, num estado vegetativo. Logo um deles vai acabar pedindo para desligar os aparelhos.

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Presidente assinará ordens de serviço
da Ilhéus-Itabuna e da Oeste-Leste

O governador Jaques Wagner havia antecipado, numa exclusiva ao Pimenta, que o presidente Lula retornaria ao sul do Estado ainda neste mês para lançar a pedra fundamental da ferrovia Oeste-Leste. Agora foi definida a data: será no dia 29 de setembro.
Não só para lançar a pedra fundamental da ferrovia de R$ 4,5 bilhões. O presidente estará em Itabuna para assinar a ordem de serviço de duplicação da rodovia Ilhéus-Itabuna. A nova pista será construída à margem direita do rio Cachoeira.
Ao Blog do Thame, o governador confirmou a data do compromisso de Lula no sul da Bahia. A visita ocorre exatos seis meses após viagem à região para inaugurar o Gasoduto de Integração Sudeste-Nordeste (Gasene) e lançamento do edital da Ferrovia Oeste-Leste.

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Nova ponte será construída à esquerda da atual, ligando com a rua Almirante Linhares, parte baixa do antigo porto.

Após contatos do prefeito Newton Lima e o governador Jaques Wagner, prefeitura de Ilhéus e governo do estado adiantaram as conversações para executar um projeto que, na visão de técnicos, eliminará o “abacaxi” no qual se tornou o trânsito entre o centro e a zona sul da cidade.
Conforme o secretário de Planejamento de Ilhéus, Alisson Mendonça, o governo estadual deu “ok” ao projeto que custará entre R$ 85 milhões e R$ 90 milhões e contemplará não só a construção de uma nova ponte, mas um projeto de mobilidade urbana que envolve toda a região da Baia do Pontal.
Neste projeto, uma nova ponte será construída ao lado da já existente, a avenida Lomanto Júnior será alargada e o tráfego zona sul-centro será desviado da Cairu para a rua Almirante Aurélio Linhares (rua abaixo da ponte atual).
Na ponta do lápis, diz Alisson, sairá mais barato do que construir ponte ligando o Morro de Pernambuco ao Cristo, na praia da Avenida, e terá melhor fluidez para o trânsito e menor impacto ambiental.
– O projeto nasce no Morro, duplicando a Lomanto Júnior, que passará a ter ciclovia. Na ponte, em vez de seguir a rua que dá na Cairu, o novo traçado vai pegar a Aurélio Linhares, a rua do antigo porto, à direita de quem se desloca para o centro.
Seguindo esse traçado, o tráfego sentido centro será pela região dos antigos armazéns, passando pelo Ilheos Hotel, Bataclan, 2 de Julho, ligando com a avenida Soares Lopes.
Para Alisson, esse projeto, além de mais barato, é o mais viável, pois a ponte ligando o morro ao Cristo prejudicaria o terminal pesqueiro e, também, o projeto Marina da Baía do Pontal. A licitação da empresa que vai elaborar o projeto será aberta pelos próximos dias, segundo o secretário.
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Audiência debate nova rodovia Ilhéus-Itabuna (Foto José Nazal).

Começou hoje pela manhã e será concluída nesta tarde a audiência sobre a duplicação da rodovia Ilhéus-Itabuna, no auditório da torre administrativa da Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc).

Após a apresentação prévia do projeto da nova pista à margem direita do rio Cachoeira, a parte da tarde será reservada a oficinas para que possam ser apresentadas sugestões para o Termo de Referência que será uma espécie de bússola para a contratação dos Estudo e Relatório de Impacto Ambiental (EIA-Rima) da obra.
A duplicação da rodovia tem estimativas de consumir recursos da ordem de R$ 180 milhões. Não será exatamente uma duplicação. Paralelamente à rodovia que já existe, serão construídas duas pistas na outra margem do Cachoeira. A previsão é de que a licitação da obra seja concluída nos próximos dias.

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O ciclista Gilvan Evangelista dos Santos, 34 anos, teve morte instantânea ao ser atropelado por uma Land Rover 110, placas BNO-7275, às 17h55min de ontem. O acidente ocorreu no quilômetro três da BA-262, trecho Ilhéus-Uruçuca.
Gilvan estaria trafegando na contramão, segundo a polícia. O carro era dirigido por Alan Devisson Slenger, que saiu ileso. Outro acidente ocorreu no quilômetro 13 da Ilhéus-Itabuna, mas sem vítimas. As informações são do repórter Costa Filho, da rádio Jornal.

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Isaac Albagli

A duplicação, na verdade, não é como pensamos. Trata-se de uma nova estrada que passará pela margem esquerda do Rio Cachoeira e servirá exclusivamente de “mão” no sentido Itabuna/Ilhéus.

Na próxima sexta-feira, dia 10, o Instituto de Meio Ambiente (IMA) estará realizando uma audiência pública na UESC para apresentação do projeto da chamada duplicação da rodovia Ilhéus/Itabuna. É a grande oportunidade que temos para externar nossa opinião sobre o assunto. O governo passado realizou o projeto da obra, mas em nenhum momento nos ouviu.
A duplicação, na verdade, não é como pensamos. Trata-se de uma nova estrada que passará pela margem esquerda do Rio Cachoeira e servirá exclusivamente de “mão” no sentido Itabuna/Ilhéus. A atual rodovia seria destinada ao fluxo Ilhéus/Itabuna.
O autor dessa ideia não pensou nem um pouco no transtorno que essa solução causará aos moradores e trabalhadores que estão às margens da estrada Ilhéus/Itabuna. Isso porque, quem desejar se dirigir a Ilhéus, partindo de qualquer ponto da rodovia, terá que seguir no sentido de Itabuna até encontrar uma das quatro pontes/retorno que serão construídas.
De certo, Ilhéus perderá, porque em muitos casos será mais cômodo seguir para Itabuna do que fazer o tal arrodeio e retornar para Ilhéus pelo outro lado do rio. Todos sofrerão com isso, sejam os estudantes da UESC ou os moradores e trabalhadores de Banco da Vitória, Salobrinho, Vila Cachoeira e adjacências.
O Porto Seco, administrado pela Petrobrás poderá se tornar um elefante branco, pois as carretas que se dirigem ao Porto do Malhado terão dificuldade de acesso ao equipamento. Vejo como solução a possibilidade de tráfego nas duas vias em ambos os sentidos. É o mais lógico.
Quem estiver em Itabuna e quiser se deslocar para a Olivença, Una, Canavieiras ou Zona Sul da cidade de Ilhéus, evitando a Ponte do Pontal, poderá seguir pela nova rodovia, pois ela terá seu ponto final no lado sul de Ilhéus. Quem quiser se dirigir ao centro ou zona norte poderá trafegar pela atual rodovia. A nova via, desse modo, cumprirá seu objetivo de reduzir o tráfego da estrada atual e de quebra desafogará a Ponte do Pontal.
O atual governo estadual não foi o autor do projeto. Ele está aprovando a licença ambiental e, em seguida, executará a obra. Como ninguém foi ouvido na época da elaboração do projeto, esses detalhes estão passando despercebidos.
Fica aqui o alerta ao prefeito Newton Lima e sua equipe. Ainda é tempo. A presença das autoridades nessa Audiência Pública é fundamental para que se marque posição e não ocorra a situação de “fato consumado”.
Queremos a duplicação, mas que ela não seja um transtorno para os ilheenses. O governador Jaques Wagner é um democrata no melhor estilo, e certamente levará em conta a opinião dos ilheenses que querem o melhor para a cidade e para a Bahia.
Isaac Albagli é ex-vereador e ex-secretário municipal de Ilhéus e atualmente preside a Bahiapesca.

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Seis técnicos da Petrobras, ligados à área de projetos estratégicos, estão no sul da Bahia desde ontem e já visitaram as cidades de Ilhéus e Camacan. Hoje, eles irão a Gongogi e o objetivo é encontrar o lugar ideal para a construção de uma usina termelétrica.
Além da oferta de água, outros quesitos importantes para a área que receberá a usina são a proximidade do Gasene (Gasoduto Sudeste-Nordeste) e da rede de distribuição de energia elétrica.
A visita é discreta e sem acompanhamento da imprensa, mas o Pimenta descobriu que um relatório com as impressões dos técnicos será produzido no início de setembro.

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Para muitas vidas, aquela curva era, foi o fim. A Curva da Morte. Quilômetro 595 da BR-101. De nada adiantavam os lamentos, os pedidos às santas autoridades lá de Brasília.
Aqui, no Pimenta, o produtor rural José Roberto Benjamin relatou o drama vivido por famílias, muitas delas assistidas em sua fazenda. “Sou produtor rural e moro perto e presto socorro a muitas famílias nesse cemitério que chamam de curva”.
Dias depois do lamento de Benjamin, também contado por Levi Vasconcelos, n´A Tarde, o diretor do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), Saulo Pontes, ouviu. A curva recebeu sinalização vertical.
A solução, simples, ajudou. Desde o dia 2 de julho, comemora Benjamin, não mais houve registro de mortes naquela curva, em Camacan.
Fala, Benjamin:
– Após o último acidente com vítimas fatais, no dia de São João, anotamos nove acidentes , felizmente só com pequenos ferimentos e danos materiais até o dia de hoje.

Sonorizadores implantados na curva da morte (Foto Roberto Benjamin).

E justamente nesta terça-feira, 10, o Dnit cumpriu a segunda parte das reivindicações dos moradores daquele lugar. “Iniciaram-se os trabalhos de implantação dos sonorizadores”, complementa o produtor rural e engenheiro agrônomo. Os sonorizadores foram instalados nos dois sentidos da pista.
Acostumado a trafegar pelo trecho sul-baiano da BR-101 e conhecedor dos perigos desse trecho, Benjamim alerta sobre outros pontos de extremo perigo: a Curva de Cassemiro, entre São José da Vitória e Buerarema, e a de Rio Branco, entrada de Una.
Taí um exemplo de que soluções simples salvam vidas. Aliás, são dois exemplos: sem mobilização, o povo lá de Brasília não se “mexe”.
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Se a coordenação da campanha à reeleição do governador Jaques Wagner (PT) “meter” uma lupa nos recados emitidos pela pesquisa Ibope/TV Bahia, terá motivos para se preocupar com o eleitorado do sul do Estado.
Se em Salvador Wagner atinge 51% das intenções de voto – ante 13% de Paulo Souto (DEM), no sul da Bahia o petista fica com 41% e Souto vai a 37%, configurando situação de empate técnico. O peemedebista Geddel Vieira Lima aparece com 6% na capital e 10% na região sul.
Em tempo: Esta região baiana, aliás, registra o menor percentual de eleitores indecisos da pesquisa. Apenas 5%. Também é no sul da Bahia que o “nanico” Professor Carlos (PSTU) registra o seu maior percentual de intenções de voto, 2%.
O levantamento Ibope/TV Bahia também mostra que 67% dos eleitores que aprovam a gestão de Wagner também tendem a votar no petista. Outros 13% dizem preferir Paulo Souto e 7%, Geddel.

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“O sul da Bahia vai se consolidar como uma das maiores áreas de consumo de gás natural no Nordeste”

Vice-presidente do PCdoB na Bahia, Davidson Magalhães é hoje uma espécie de comunista executivo. Como diretor-presidente da Bahiagás, compete a ele estar à frente do projeto de levar o gás natural a diversos municípios sul-baianos, a partir da base de distribuição do Gasene.
Nesse rápido bate-papo com o Pimenta, Magalhães fala das perspectivas para a região e revela que tirou férias na Bahiagás, mas não para descansar. Enquanto o executivo sai de cena, entra em campo o político, que assumiu uma das posições estratégicas na coordenação de campanha do governador Jaques Wagner.
O comunista diz que está engajado em “um processo que vem dando certo e está transformando a Bahia”.
Leia abaixo uma síntese dessa conversa:   
Pimenta – Há quatro meses o gás natural chegou à região e isso gerou uma grande expectativa pela possibilidade de atração indústrias. Qual é o cenário hoje?
Davidson Magalhães –
Inicialmente, tanto a região sul quanto o extremo-sul estão sendo beneficiadas com a chegada do gás natural. Estão sendo fechados diversos contratos com empresas como a Suzano, a Veracel, Nestlé, Trifil. Todas elas vão receber o fornecimento do gás natural.
Pimenta – A partir de quando?
Davidson –
Uma parte no início do ano que vem e outras já agora. Isso já está bastante avançado. Nós instalamos um núcleo comercial da empresa na região, já projetando uma futura sede regional da Bahiagás. O potencial do mercado local cria as condições para uma atuação mais estruturada da empresa aqui na região e esse é um dado positivo. O segundo tem a ver com o investimento. Nós já fizemos algumas licitações para o início das obras (da rede de distribuição do gás natural na região) e parte delas já está acontecendo. A nossa agenda está bastante avançada.
Pimenta – Qual o volume de gás natural que a Bahiagás pretende comercializar na região?
Davidson –
A perspectiva para o conjunto da região é de ultrapassar diversos estados do Brasil. Em quatro anos, ultrapassaremos os 500 mil metros cúbicos. Essa estimativa está atrelada aos empreendimentos já existentes, ou seja, ao que já existe hoje em nossa cidade. Nem contabilizamos a demanda que será gerada com o Porto Sul, que vai trazer um potencial muito grande. O sul da Bahia irá se consolidar como uma das principais áreas de consumo de gás natural no Nordeste.
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Lixo é incômodo para empresas do polo de informática.

Empresários do polo de informática de Ilhéus cobram da prefeitura maior eficiência no serviço de limpeza pública. Do jeito que a coisa anda, observa o gerente de uma das indústrias, “é difícil de acreditar que exista vontade [por parte da prefeitura] de desenvolver esta cidade”.
A deficiência na coleta, frisa o administrador, não é de agora. E questiona: “como trazer aqui um empresário para visitar este distrito e ele se sentir confiante?”.
Se é ineficiente na limpeza pública, o mesmo não se pode dizer da rapidez do município na arrecadação de impostos e taxas. “Recentemente, uma empresa pagou R$ 5 mil para obter um alvará de construção”, mas na hora de dar manutenção ao distrito, a prefeitura diz que “isso é problema do estado, por ser um distrito industrial”.

Lixo acumulado na porta da indústria, à espera do compactador… que não chega.
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Por Agnaldo Santos
Doze homens encapuzados e fortemente armados invadiram a agência do Banco do Brasil, na cidade de Pau Brasil, distante 102 km de Itabuna, no sul da Bahia. A tentativa de assalto ocorreu  por volta de uma hora da madrugada desta terça-feira, 3.
Antes de chegar à cidade, os homens cortaram árvores e interditaram as principais estradas de acesso ao centro. Os bandidos chegaram a bordo de dois Fiat Unos e um Toyota Corola, quando iniciaram o quebra-quebra no interior da agência, utilizando maçaricos. A movimentação assustou quem mora no centro.
Após invadir a agência, os bandidos arrebentaram quatro caixas eletrônicos e tocaram fogo em outro, fizeram quatro guardas municipais como reféns, mas nada levaram porque os caixa não tinham dinheiro. Uma picape VW Saveiro, de um morador de Pau Brasil, foi tomada de assalto.
A ação ousada dos bandidos deixou a população perplexa com o movimento que quebrou o silêncio da madrugada na pacata cidade. Os bandidos abandonaram os reféns na dentro da aaldeia Indígena Pataxó Há-Hã-Hãe.
De acordo com a delegada Valéria Fonseca Chaves, que está conduzindo as investigações, os bandidos chegaram a efetuar um disparo contra uma mulher que abriu a janela da residência e viu a ação dentro da agência. A cidade contava apenas com um policial militar no instante da ação bandida.
As polícias Civil e Militar já estão em diligência para tentar identificar os criminosos. Pelo menos dois carros roubados pela quadrilha para a ação em Pau Brasil foram encontrados queimados na estrada de acesso ao município de Itaju do Colônia, a cerca de 40 quilômetros da agência bancária.

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A situação do município de Santa Luzia, sul baiano, em relação à segurança pública, diz muito sobre o descaso com que este setor tão delicado é gerido na Bahia. Aliás, isso é histórico.
Santa Luzia, como tantos outros municípios, sempre se viu na obrigação de complementar os parcos investimentos estaduais na segurança. O imóvel que serve de cadeia pública e até a sede local da delegacia tinham seus aluguéis pagos pela prefeitura. Esta ainda se encarregava de abastecer viaturas e fornecer cestas básica a policiais.
Ocorre que, no meio da crise, o governo de Santa Luzia usou a lógica e cortou a despesa que fazia por mera liberalidade, já que o dever de bancar a segurança é do Estado. O prefeito Ismar Santana (PTB) decidiu não pagar mais os aluguéis da delegacia e da cadeia pública, além de ter suspendido os gastos com abastecimento de veículos da polícia.
Na cidade, a notícia já se espalhou e a população teme o que irá acontecer quando não houver mais sequer um lugar para prender os delinquentes. A coisa está tão feia que o delegado André Viana, titular da 7ª Coordenadoria de Polícia do Interior, seguirá em diligência ao município já no início da próxima semana.
A única esperança é que o Estado realmente assuma o papel que lhe cabe, pois Santa Luzia já não tem mais condições nem mesmo de assumir as próprias obrigações (os médicos pararam de atender por falta de pagamento), quanto mais as alheias.

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O sul da Bahia está a pouco mais de um mês de dar um passo histórico em sua economia. Após mais de 200 anos de cultivo do cacau, finalmente a região deixará de ser uma exclusiva produtora da matéria-prima para ingressar no bem sucedido time dos fabricantes de chocolate.
A fábrica, financiada com recursos do BNDES, Governo do Estado (via CAR) e Prefeitura de Ibicaraí, irá funcionar neste município a partir de setembro. Segundo o prefeito Lenildo Santana, as máquinas chegam hoje e está projetada uma produção de 600 quilos de chocolate por dia.
Pequenos produtores de Ibicaraí, Floresta Azul e Coaraci serão diretamente beneficiados, com a possibilidade de ampliar seu faturamento em 300%. Santana comemora o fato de que o produtor, finalmente, “deixa de ser apenas exportador de matéria-prima”. Ele salienta que, somando-se ao incremento da renda, a produção de chocolate “significa uma mudança de cultura em nossa região”.
Na administração da fábrica, estará a Cooperativa da Agricultura Familiar e Economia Solidária da Bacia do Almada e Adjacências (Cooafba). Além do chocolate, haverá produção de outros derivados do cacau, como liquor e manteiga.

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Os usuários da OI telefonia celular em parte do sul da Bahia estão há mais de duas horas sem poder fazer qualquer tipo de comunicação. Um “apagão” não permite aos usuários nem efetuar ligações nem enviar ou receber mensagens de texto, por exemplo. Trata-se de fato corriqueiro para a companhia. Não à toa, a empresa está entre as campeãs de queixa em órgãos de defesa do consumidor.
Às 17h30min – Leitores que utilizam serviços da Claro também reclamam que a operadora de telefonia celularsofreu do mesmo mal da OI. Os aparelhos ficaram sem sinal por, pelo menos, uma hora e meia. São, digamos, sensíveis a período chuvoso, como neste momento em Itabuna.