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A comissão que cuida do projeto institucional da Universidade Federal do Sul da Bahia (Ufesba), presidida pelo ex-reitor da Ufba, Naomar Almeida, estará em Itabuna nesta sexta-feira, 14, para apresentar a proposta à sociedade civil. Representantes de outras cidades da região também foram convidados para o evento, que acontece das 8 às 14 horas, no Centro de Cultura Adonias Filho.

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Wagner critica instalações de terminal. Seta aponta origem dos questionamentos (Foto Pimenta).

O governador Jaques Wagner demonstrou insatisfação e defendeu mudanças no setor de recepção e beneficiamento de produtos do Terminal Pesqueiro de Ilhéus, ontem, momentos antes de descerrar a placa de inauguração da obra. As críticas foram feitas internamente e ao discursar no palanque instalado dentro do terminal.

Ao visitar a área de recepção e beneficiamento de pescado com o ministro Marcelo Crivella (Pesca e Aquicultura) e o presidente da Bahia Pesca, Isaac Albagli, Wagner discordou de parte da estrutura física. “Eu trabalhei em fábrica. Tem que aumentar [a estrutura para recepção de pescado]”, disse.

A conversa com o presidente da Bahia Pesca e o ministro Marcelo Crivella foi acompanhada pelo PIMENTA. Um engenheiro de aquicultura foi chamado para dar explicações ao governador sobre “inadequações do projeto”, quando a equipe do blog e e assessores de governo não puderam mais acompanhar a discussão. “Eles vão ter conversa reservada”, argumentou um representante do cerimonial do governador.

Logo após, Wagner externou as críticas em público. “Gosto das coisas bem feitas. Quando está malfeita, eu falo”. O ministro Marcelo Crivella ponderou afirmando que entendia a necessidade de adequações defendidas pelo governador, mas lembrou do custo baixo do terminal e a relevância da obra para os pescadores, reféns do mercado.

– Os pescadores tinham que vender o peixe a preços baixos porque não havia local para refrigeração, congelamento e estocagem. Agora, eles poderão esperar e vender seu produto por um preço justo.

No palanque, Isaac Albagli falou da economia feita para execução da obra com R$ 10 milhões e citou interesse privado para operar em Ilhéus, a exemplo da Atlântica Tuna. A empresa do Rio Grande do Norte arrendou, no Japão, 10 embarcações de grande porte no Japão e fará operações no terminal ilheense.

ISAAC EXPLICA: ÁREA É PARA BENEFICIAR PEIXES PEQUENOS

Engenheiro explica funcionamento de terminal após críticas de Wagner (Foto Pimenta).

Hoje pela manhã, o presidente da Bahia Pesca explicou ao blog que as críticas de Wagner se deram porque o governador entendia que  a estrutura de recepção e beneficiamento do terminal era para pescados de grande porte, que tem fluxo diferente. “Será área para peixes de pequeno porte. Não será para peixe de grande porte”.

O presidente da Bahia Pesca disse que o ministro Marcelo Crivella se comprometeu a fazer novo aporte para que o terminal pesqueiro tenha linha para peixe de grande porte. Antes desses investimentos, explicou, essa recepção de pescado poderá ser feita em navios no Porto do Malhado, pois precisará de estrutura que conta com guindastes para movimentação de contêiner.

O terminal inaugurado ontem tem capacidade para beneficiar 150 toneladas de pescados por mês. “Importante é que tem gelo suficiente, óleo diesel e beneficiamento”. O dirigente da estatal da pesca afirmou que há espaço para ampliações que possibilitem movimentar cargas de pescados de grande porte.

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A construtora André Guimarães anuncia para o próximo dia 29 a apresentação de seu primeiro condomínio residencial no Sul da Bahia, o Cidadelle. O evento acontece a partir das 19 horas, no stand da empresa na rodovia Ilhéus – Itabuna, ao lado do Atacadão.

O Cidadelle chega para atender um novo perfil de consumidor, que procura bairros planejados e afastados do barulho e confusão do centro da cidade.

As empresas que atuam no segmento apostam que o mercado na região seguirá cada vez mais fortalecido, puxado por grandes empreendimentos, como o Porto Sul, e outras obras de infraestrutura, a exemplo da duplicação da própria rodovia Ilhéus – Itabuna. Acredita-se inclusive que os negócios no ramo imobiliário chegarão com força também nos pequenos municípios sul-baianos.

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Wagner: pacote de bondades em Ilhéus.

O governador Jaques Wagner antecipou para o dia 29 a visita a Ilhéus. Trará, finalmente, boas novas para o município sul-baiano: além de inauguração do Departamento de Polícia Técnica e do Terminal Pesqueiro, ele assinará a ordem de serviço para início das obras da nova ponte Ilhéus-Pontal.

O governador também vai assinar ordem de serviço para repavimentação de rodovias estaduais como a que liga a BR-415 ao município de Barro Preto. Todo o pacote de bondades está orçado em R$ 98 milhões. No mesmo dia, Wagner participará das homenagens pelo centenário da Associação Comercial de Ilhéus (ACI), atendendo a convite do presidente da entidade, Newton Cruz.

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O governador Jaques Wagner concede entrevista nesta segunda, 19, para falar da tão esperada licença prévia do projeto Porto Sul, estimado em R$ 3,5 bilhões. A coletiva está marcada para as 14h30min, na Governadoria.

O Porto Sul envolve investimentos públicos (governos federal e estadual) e da Bahia Mineração (Bamin). Foi Wagner quem anunciou, na semana passada, a emissão da licença prévia do projeto Porto Sul, que terá capacidade para exportar, anualmente, cerca de 66 milhões de toneladas de grãos e minérios. A previsão é de que o porto esteja pronto em 2016 e gere, aproximadamente, 2 mil empregos.

O Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) concedeu a licença após a realização de várias audiências e readequações do projeto original, inclusive com mudança do local de construção do porto. O investimento também contempla construção de aeroporto e da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol).

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Daniel Thame | danielthame@gmail.com

Ao contrário do que dizem os radicais do movimento ambientalista, o governo cedeu em diversos pontos. E as condições que as obras saiam do papel são as melhores possíveis, mais vantajosas que outras pensadas para o restante do brasil.

ONGs ambientalistas lançaram um novo abaixo-assinado pedindo paralisação do processo de licenciamento ambiental do Porto Sul.  O documento repete argumentos fantasiosos, a exemplo daquele que diz que o Complexo Intermodal é investimento com recursos públicos para beneficiar empresas privadas e que a atividade portuária interferirá negativamente no desenvolvimento do turismo de Ilhéus e do litoral sul da Bahia.

O documento alega ainda que o EIA/Rima não teve divulgação adequada e pede a realização de nova audiência pública.

Felizmente, prevaleceu o bom senso e o Ibama acaba de conceder a  Licença Prévia para a implantação do projeto.

Não se trata de criminalizar o movimento ambientalista, até porque foi na discussão aberta com ONGs e demais representações da sociedade que o projeto evoluiu até o ponto em que se encontra hoje. Mas a hora de discutir já passou. O Ibama atesta que nenhum outro projeto portuário foi tão debatido com a sociedade organizada  quanto o Porto Sul.

O momento pede união e esforços concentrados para que o projeto saia do papel e seja definitivamente implantado, beneficiando toda a região, trazendo desenvolvimento social, econômico e ambiental.

Chega de radicalismos. Sim, porque o maior perigo para a Mata Atlântica está na pobreza. A mata na região sul da Bahia foi dizimada por que famílias de desempregados precisavam de local para morar, de caça para comer. Estas famílias produziram lixo jogado no leito de córregos e rios, afetando a qualidade destas águas.

O projeto do Porto Sul evoluiu e os ambientalistas têm muito a comemorar. O que era para ser um mineroduto de 500 quilômetros, alimentado com a água do São Francisco se transformou em ferrovia. A localização do porto foi alterada para aumentar a preservação de corais e animais marinhos. Ibama e Ministério Público têm informações profundas e detalhadas sobre o projeto, o que aumenta seus poderes de fiscalização e consequentemente a força para paralisar e suspender a obra caso haja qualquer descumprimento por parte dos empreendedores.

No lugar do radicalismo,  o momento pede racionalidade. Agora, é mais inteligente para os ambientalistas e para a sociedade discutir os condicionantes, não aqueles pensados para inviabilizar o Porto Sul, mas sim os que garantam de fato investimentos sociais e ambientais que signifiquem redistribuição das riquezas a serem geradas pelo complexo.

Não se iludam, o cobertor é curtíssimo. Ilhéus não tem recursos suficientes para, por exemplo, interligar todas as residências a um sistema de esgotamento sanitário. Os ambientalistas sabem que o esgoto não tratado é um dos maiores perigos ao ecossistema. O Governo do Estado tem um pouco mais de dinheiro, mas precisa atender 417 municípios. A União, um pouco mais ainda de recursos, mas atende a 5.550 cidades.

Logo, os investimentos são feitos em locais onde podem se potencializar. Ilhéus e região podem se tornar alvo prioritário dos investimentos estaduais e federais em esgotamento sanitário, qualificação de mão de obra, infraestrutura urbana, incluindo áreas de lazer e de preservação ambiental, a fim de assegurar melhoria na qualidade de vida de seus habitantes.

Sem o Porto Sul e sem a Ferrovia Oeste Leste,  o Sul da Bahia apenas assistirá ao desenvolvimento de outras localidades, lembrando um passado de riqueza cada vez mais afastado do presente e um futuro de desenvolvimento transformado em uma vaga miragem. Leia Mais

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A cabruca desperta o interesse do mundo

Depois de ter sido divulgada para o mundo na Rio+20, como um sistema agroflorestal que ajuda a preservar a Mata Atlântica, a cabruca passou a se abrir para um novo nicho: o turismo ecológico. Nos últimos meses, o superintendente da Ceplac para a Bahia e o Espírito Santo, Juvenal Maynart, passou a receber contatos de agências de turismo, que informam sobre o interesse de gente de vários países pela cultura que conserva a floresta.

A agricultura familiar também se movimenta para faturar nesse campo, visando especialmente a Copa das Confederações de 2013, a Copa do Mundo no ano seguinte e as Olimpíadas de 2016. A intenção, que já conta com o incentivo da Secretaria da Agricultura, via EBDA (Empresa Baiana de Desenvolvimento Agrícola), e da Secretaria do Turismo do Estado, é levar os produtos das cooperativas para as mesas dos hotéis e pousadas.

O projeto foi apresentado recentemente pelo chefe do escritório da EBDA em Ilhéus, Luciano Anunciação.

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ENTREVISTA

O paulista Helinton Rocha substituiu na semana passada o paraense Jay Wallace Mota no cargo de diretor geral da Ceplac. Quem saiu era criticado por privilegiar as atividades do órgão no Pará e o sucessor chega com a missão de preparar a Ceplac para um novo momento, no qual a questão ambiental se tornou prevalente e o diálogo com a sociedade absolutamente necessário para romper uma estrutura encastelada.

Engenheiro agrônomo, com duas pós-graduações (uma delas em Tecnologia de Sementes pela Universidade de Pelotas), Rocha está no Ministério da Agricultura há quase 30 anos.

Abaixo, os principais trechos da entrevista concedida ao PIMENTA, na qual o novo diretor mostrou irritação quando ouviu que sua nomeação seria para um período não muito longo:

PIMENTA – O senhor foi escolhido como um nome de transição pelo Ministério da Agricultura para dirigir a Ceplac. Qual é a sua missão?

HELINTON ROCHA – Transição em que sentido você fala?

PIMENTA – É que há a expectativa de que essa gestão seja por um período transitório.

HELINTON ROCHA – Tudo é transitório. Minha nomeação é até que o ministro queira. Eu tenho 30 anos de Ministério e nunca assumi um cargo vitalício ou hereditário.

PIMENTA – Mas foi noticiado que sua nomeação será para uma temporada breve…

HELINTON ROCHA – Isso é boato, até agora eu não sei. Toda missão tem um fim. Eu por exemplo estou há sete anos ocupando diretorias dentro da Secretaria do Desenvolvimento Agropecuário. Depende sempre da conveniência da administração e da confiança do ministro, e acho que é natural. O Jay (Wallace) fez um brilhante trabalho e estava com interesses pessoais, de voltar ao Pará, e acredito que isso motivou essa transferência, mas isso é natural. Cada administrador busca perfis diferentes para diferentes missões. A gente tem que estar preparado para isso, formando lideranças e buscando as parcerias necessárias para tocar o que faz.

PIMENTA – Qual é sua prioridade na gestão da Ceplac?

HELINTON ROCHA – A Ceplac tem um planejamento estratégico e não é um fim em si mesmo. Ela é um instrumento de desenvolvimento das culturas – da cacauicultura, do dendê, da borracha, da agrofloresta – e que são importantes. Há soluções que já estão encontradas há bastante tempo, então a missão da Ceplac tem acompanhado a questão do desenvolvimento sustentável. Acredito que o período que estamos vivendo, pós-Rio + 20, define papéis novos para as instituições. Acontece que a Ceplac já tem um rumo muito bem definido e acredito que nós vamos ter oportunidade de fazer o amadurecimento, a institucionalização e outros processos. A Ceplac é um órgão federal e há necessidade sempre de harmonizar essas políticas com as políticas regionais. A regionalização é uma bandeira do ministro Mendes (Ribeiro), e a Ceplac tem soluções regionais para problemas regionais no que diz respeito à questão do desenvolvimento sustentável.

 

O Jay (Wallace) fez um brilhante trabalho e estava com interesses pessoais, de voltar ao Pará.

 

PIMENTA – A produção de cacau tem crescido, mas ainda é necessário aumentar a produtividade por hectare. Como a Ceplac pode ajudar o produtor a enfrentar esse desafio?

HELINTON ROCHA – Esse é um desafio que faz parte da história da Ceplac, que nunca descuidou da questão da produtividade, da eficiência e estabilidade do sistema de produção, da melhoria da renda e portanto da distribuição do benefício gerado pela cadeia do cacau. Já existe uma estrutura definida e o que a gente pode eventualmente contribuir é fazendo com que ela seja uma instituição que se articule ainda mais com as forças e possibilidades. A gente vê muitas possibilidades para a cultura do cacau.

PIMENTA – A cabruca oferece um ganho ambiental importante, com a preservação da Mata Atlântica, mas hoje existe uma proposta de se investir na cacauicultura em outras regiões, inclusive com o cacau irrigado no semiárido, que oferece maior produtividade. Como o senhor vê essa tendência?

HELINTON ROCHA – É um caminho natural. A cacauicultura baiana tem suas peculiaridades e as potencialidades disso vão ocorrer fundamentalmente com o apoio da cacauicultura baiana, porque aqui você tem as melhores referências científicas, técnicas, conceituais e que são capazes de instrumentalizar essa nova experiência. Não podemos imaginar que as coisas vão nascer da estaca zero com todo esse capital humano que nós temos dentro da Ceplac.

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A torcida do Flamengo contará com uma embaixada no sul da Bahia. O ato de oficialização da Galera do Fla será na próxima quinta, 15,    às 12h, na Cia do Caranguejo, na Avenida Soares Lopes, no centro de Ilhéus. Já a diplomação, ocorrerá no dia 17, na Gávea, Rio de Janeiro, durante o 3º Encontro Internacional das Embaixadas rubro-negras.

Segundo o dirigente da embaixada em Ilhéus, Crispiniano Cerqueira, o evento na capital fluminense (ops!) terá amistosos com times formados por grandes craques do Flamengo.

Com a oficialização da embaixada no sul da Bahia, a ideia é organizar a torcida do Mengo na região tanto para eventos regionais como nacionais. “Não é apenas isso”, diz Crispiniano. “Teremos uma rede de estabelecimentos com atendimento diferenciado e descontos especiais a quem possuir o cartão da embaixada”, acrescenta. Informações podem ser obtidas pelos telefones (73) 8875-0131/8111-4041 ou email (galeradofla10@hotmail.com).

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Preço mínimo pode assegurar melhor cotação para cacau.

A baixa cotação do cacau no mercado interno levou Conab, Ceplac e produtores a discutir a garantia de um preço mínimo para o produto. A proposta ainda será formatada pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e, posteriormente, entregue aos ministérios da Agricultura e da Fazenda.

A intenção é evitar maiores perdas para os produtores que, hoje, pagam, na média, R$ 10,00 a mais a cada arroba comercializada. Ontem, 9, a arroba do cacau era cotada a R$ 65,00, mas o produtor paga até R$ 78,00 para colher, secar e pôr o produto à venda.

O economista Antônio Zugaib, da Ceplac, vai abordar os custos de produção no III Congresso Brasileiro de Cacau, evento que começa amanhã, 11, às 19h, em Ilhéus. Com o preço mínimo, a ideia é garantir ao produtor a remuneração da atividade. O desafio enfrentado é mostrar que a amêndoa de cacau é cotada em bolsa de valores, mas os produtores amargam prejuízos por anos seguidos.

Juvenal cita “retorno” do cacau à mídia.

Responsável pela commodity cacau na Conab, Mario Cézar Luz Ferreira acrescenta a concorrência externa. Nos países africanos, por exemplo, não há preocupação ambiental nem com a remuneração dos trabalhadores, o que torna a relação, no entendimento de Mario Cézar, injusta com os cacauicultores brasileiros.

Superintendente da Ceplac na Bahia, Juvenal Maynart vê essa discussão como parte “de um contexto maior” em que o cacau volta a ter importância na mídia e a produtividade chega até a superar o período anterior à vassoura-de-bruxa, que dizimou a lavoura sul-baiana. “É um processo positivo e isso, sem dúvida, é reflexo da atuação da Ceplac”, disse.

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Helenilson e Gastão Vieira em audiência em Brasília.

O empresário Helenilson Chaves (Grupo Chaves) arrancou do ministro do Turismo, Gastão Vieira, a promessa de que visitará o sul da Bahia trazendo na bagagem um pacote de ações para o turismo de uma das regiões mais lindas do País.

O dirigente do Grupo Chaves foi recebido ontem, 7, em audiência pelo ministro, em Brasília. Gastão, diz Helenilson, citou o potencial turístico de Ilhéus e do sul da Bahia, rica em praias paradisíacas e patrimônio arquitetônico e cultural.

– É preciso reforçar Ilhéus e o Sul da Bahia como destino turístico no Brasil e no exterior – afirma Helenilson, que destaca o apoio do ministro para essa missão.

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A Bahia já registrou 4.278 casos de violência doméstica e sexual neste ano. Em Salvador foram 1.844 ocorrências entre janeiro e este mês. No interior, os municípios com maior quantidade de notificações de violência doméstica e sexual são Feira de Santana, Vitória da Conquista e Barreiras.

Foram foram 503 ocorrências em Feira, 245 em Conquista e 224 em Barreiras. No sul da Bahia, os municípios que fizeram notificações foram Arataca, Buerarema, Gandu, Gongogi e Ibicaraí, além de Ilhéus, Itabuna, Iguaí, Pau Brasil, Mascote, Santa Luzia e Una.

Foram registrados mais de 160 casos de violência doméstica e sexual nesses municípios. Somente em Ilhéus e Itabuna, foram 110 notificações. Informações d´A Região.

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Ônibus chocou-se contra barranco e tombou na pista (Foto Juliana Soledade).

Acidente com um ônibus da empresa Asa Branca deixou uma pessoa morta e, pelo menos, vinte feridas, por volta das 16h desta segunda, 15. O veículo bateu em um barranco e depois tombou, no município de Mascote, no sul da Bahia, de acordo com a Polícia Rodoviária Federal.

O ônibus retornava com turistas de Porto Seguro para Recife (PE). Ainda não foram divulgadas as causas do acidente. A Polícia Rodoviária Federal (PRF) informou que a vítima é uma mulher, jovem, mas ainda não identificada. Hospitais de Camacan e Itabuna atenderam vítimas do acidente. O trecho da BR-101 ficou parcialmente interditado.

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Helenilson Chaves

De que adianta terra sem tecnologia adequada, sem financiamento e nas mãos de pessoas sem preparo para atuar no setor agropecuário, como, notoriamente, é o caso desses “indígenas”.

Cientistas de nações com baixo crescimento demográfico começaram a ficar impressionados com as altas taxas de fecundidade ocorridas recentemente no Sul da Bahia.

A economia desses países já sofre com a falta de mão de obra jovem, que é o sustentáculo das obrigações com os aposentados, cuja expectativa de vida é elevada.

Eles, então, resolveram se deslocar até o Sul da Bahia, para conhecer in loco esse verdadeiro prodígio da natureza, em que as pessoas já nascem jovens ou adultas.

Ao pesquisarem o “fenômeno” com mais intensidade, os cientistas descobriram que o tal milagre demográfico está contido numa pequena lata de tinta.

Aqui chegando, constataram que a depender da largura das listas pintadas no peito e no rosto, podem “nascer” de 15 a 20 índios. Isso mesmo: ali estava a solução do mistério da espantosa multiplicação da população indígena no Sul da Bahia, com a vantagem de que, já “nascidos” adultos, podem invadir e tomar propriedades produtivas, legalmente estabelecidas há décadas e com grandes investimentos feitos pelos seus legítimos proprietários.

Tratando seriamente dessa grave questão, parece-nos que há uma certa cegueira por parte dos organismos oficiais que reconhecem como área indígena terras ocupadas por micro, pequenos e médios produtores rurais, que dali tiram o sustento de suas famílias.

De que adianta terra sem tecnologia adequada, sem financiamento e nas mãos de pessoas sem preparo para atuar no setor agropecuário, como, notoriamente, é o caso desses “indígenas”.

Cai-se num jogo de faz de conta, em que as terras são entregues aos índios e posteriormente retornam às mãos de seus antigos proprietários, ainda que por vias tortas. Em troca de algumas benesses, as coisas continuam como sempre estiveram, numa demonstração de que a Justiça nem sempre é necessariamente justa, nem eficaz.

No mundo real, é preciso que essa situação, que tanta insegurança tem gerado no Sul da Bahia seja pintada com as tintas do bom senso, artigo que parece andar escasso para algumas de nossas autoridades.

Helenilson Chaves é presidente do Grupo Chaves.

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Um homem identificado pelo prenome Maurício morreu na noite deste domingo, 23, na altura do km 492 da BR 101, próximo ao acesso a Itajuípe. O administrador de fazendas conduzia uma moto de 125 cilindradas, cor verde, quando colidiu com um caminhão de João Almeida (ES).

Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), o motociclista pilotava na contramão da rodovia, chegando a bater no lado direito do caminhão. Conforme amigos que chegaram ao local do acidente, a vítima morava em um local conhecido como “Os 10″, zona rural de Itajuípe. Além disso, informaram que Mauricio havia sofrido um acidente recentemente. Informações do Portal Sul da Bahia.