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Chama-se Lucas Dias dos Santos a primeira vítima de assassinato em Itabuna no ano de 2014. Segundo o Plantão Itabuna, o rapaz de 24 anos foi morto a tiros na Rua Beira-Rio, em Nova Ferradas. As balas atingiram o rosto, a cabeça e o peito do jovem. Os autores do crime ainda são desconhecidos.
As estatísticas da polícia mostram que o número de homicídios na cidade em 2013 caiu 25%. Ao longo de todo o ano, houve 129 crimes contra a vida, ante 172 em 2012. Em contrapartida, houve crescimento do índice de crimes como furtos e roubos no mesmo período.

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Da coluna de Mônica Bergamo (FSP):

Estabelecimentos comerciais que falham na garantia de segurança, expondo os clientes à violência, podem ser obrigados a indenizá-los em caso de alguma ocorrência. A decisão é do STJ.

O tema foi discutido sobre um caso específico que ocorreu num shopping center na Paraíba. Na saída do estacionamento, uma consumidora foi surpreendida por assaltantes com revólveres que ordenaram que ela saísse do carro. O marido deu marcha a ré e fugiu.

Desarmado, o segurança do shopping saiu correndo. As duas vítimas receberão R$ 8.000 cada uma por danos morais. Com juros e correção monetária.

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Piu-Piu foi executado no Centro Comercial (Reprodução Diário Bahia).
Piu-Piu foi executado no Centro Comercial (Reprodução Diário Bahia).

Do Diário Bahia

Um corretor de veículos foi executado na tarde de ontem, 20, nas imediações do Centro Comercial de Itabuna. Segundo testemunhas, Eleison Santos Paiva, o “Piu-Piu”, de 25 anos, tinha acabado de estacionar o veículo Gol, de cor preta, placa NYN 3026.

Quando ele descia do carro foi surpreendido pelos criminosos. O homem, atingido nas pernas e cabeça, ainda chegou a correr cerca 10 metros do local onde foi alvejado, mas acabou caindo morto no meio da rua.

A vítima morava em Barro Preto.

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Uma discussão com o companheiro não acabou bem para Luciene Sá de Deus, 37 anos, que foi jogada em um bueiro de quatro metros de profundidade pelo homem com quem vivia. O fato ocorreu na manhã deste domingo (10), em Ilhéus.

Luciene contou que propôs o fim do relacionamento, o que revoltou o companheiro. Ele a atingiu com um golpe na cabeça, fazendo-a  desmaiar. Em seguida, jogou-a no bueiro.

A vítima foi resgatada pelos Bombeiros, acionados por vizinhos que ouviram os gritos e o choro de Luciene. O caso foi acompanhado pelo blog A Guilhotina, que filmou o resgate da mulher.

Assista:

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Rafael Gomes de Jesus, 22 anos, foi assassinado na manhã desta terça-feira (29), às margens da BR-101, no bairro São Lourenço. Segundo o Plantão Itabuna, o rapaz foi atingido por tiros disparados por dois homens, que estavam em uma moto de placa não informada.

A vítima andava pelo acostamento da pista em companhia do irmão, Antônio de Jesus, 32, que nada sofreu. Com eles, a polícia encontrou uma faca tipo peixeira, um facão e um cachimbo usado para o consumo de crack.

Antônio de Jesus foi levado para o Complexo Policial de Itabuna para prestar esclarecimentos.

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De arma em punho, soldado tenta evitar novas agressões (foto Lacio Teixeira - Coperphoto/Estadão Conteúdo)
De arma em punho, soldado tenta evitar novas agressões (foto Lacio Teixeira – Coperphoto/Estadão Conteúdo)

Do G1

A Polícia Militar (PM) afirma que o coronel Reynaldo Simões Rossi, comandante do policiamento da área Centro, teve a clavícula quebrada em agressão cometida por um grupo de black blocs na noite de sexta-feira (25). Além disso, o oficial teve a sua pistola .40 e um rádio comunicador roubados, segundo nota da PM (veja íntegra abaixo).

O delegado-geral da Polícia Civil de São Paulo, Luiz Maurício Souza Blazeck, disse ao G1 que aos menos duas pessoas foram presas suspeitas da agresão ao oficial. A Secretaria da Segurança Pública (SSP) informou que o homem de arma em punho e sem máscara que aparece em fotografias do tumulto (como a publicada acima) é um soldado que o auxiliava e dirigia o carro do coronel no momento da confusão.

A agressão ocorreu durante protesto organizado pelo Movimento Passe Livre (MPL) que terminou com invasão do Terminal Parque Dom Pedro II e vandalismo contra ônibus. Agências bancárias de ruas do Centro também foram depredadas.

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Luiz Felipe Silva de Queiroz, 19 anos, foi baleado e morto na noite desta quarta-feira, 16, na Rua da Linha, centro de Ilhéus. Segundo informações do site Ilhéus 24h, o rapaz tentou assaltar um salão de beleza, mas foi surpreendido com a presença de um policial militar no local.

O PM deu voz de prisão, mas o assaltante teria reagido e atirado, sem atingir o policial. Este, contudo, acertou um tiro no abdome do assaltante.

Segundo o site, o policial, que não foi identificado, aguardou o registro da ocorrência no local.

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De acordo com a reportagem do Correio da Bahia, a delegada Jussara Souza, da 7ª Delegacia Territorial de Salvador, negou que a médica Kátia Vargas Leal tenha tentado fugir na noite desta quarta-feira, 16. A médica permanece internada no Hospital Aliança e deverá ser presa assim que receber alta, por força de uma preventiva decretada pela justiça.

Kátia Leal é investigada pela autoria de duplo homicídio, cometido contra os irmãos Emanuel e Emanuelle Gomes Dias. Na sexta-feira, 11, os dois seguiam em uma moto pela Avenida Oceânica, na capital, quando quando foram perseguidos pela médica, que dirigia uma Sportage. A perseguição teria ocorrido após um incidente no trânsito e acabou com o carro atingindo a traseira da moto, de maneira proposital, segundo afirmam testemunhas e sugerem as imagens do sistema de monitoramento do tráfego.

A delegada disse ao Correio que o mandado de prisão contra a médica não tem prazo para ser cumprido. Um laudo do Departamento de Polícia Técnica afirma que Kátia Leal já poderia ter recebido alta, mas o boletim médico do Aliança recomendou ontem (16) um período de observação de 24 a 48 horas.

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Em contato com o PIMENTA, a empresária Taísa Moitinho, dona da loja de brinquedos Sonho Azul, afirmou ter sido agredida por Erivaldo Batista, diretor do Sindicato dos Comerciários. O fato ocorreu neste sábado, 12, quando dirigentes da entidade protestavam contra a abertura do estabelecimento no feriado.

Segundo a empresária, imagens de câmeras de segurança comprovam a agressão e já foram apresentadas à Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam). Ela afirma que, na tentativa de impedir que a loja fosse aberta, o dirigente sindical baixou a porta com violência, atingindo seu ombro. Taísa Moitinho diz ainda ter recebido um soco.

A dona da loja de brinquedos também afirmou que os sindicalistas chutaram o carro de um cliente, estacionado em frente à loja. Ela explicou que todos os anos abre a empresa no Dia das Crianças, compensando com folgas em períodos que não interessam ao seu ramo de atividade, como os dias das mães e dos pais. De acordo com ela, outras lojas de brinquedos também abriram em Itabuna no feriado. “Os funcionários não foram obrigados a trabalhar, nós chamamos parentes”, declarou a empresária.

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Operação envolveu cerca de 100 policiais (foto Plantão Itabuna)
Delegado Evy Paternostro comandou a operação (foto Plantão Itabuna)

Cerca de 100 policiais civis e militares participaram na manhã desta sexta-feira, 11, em Itabuna, da Operação Plutão, deflagrada para tirar de circulação elementos suspeitos de envolvimento com o tráfico de drogas e homicídios cometidos na cidade. O saldo da ação foi de 17 prisões, além da apreensão de armas e uma moto que seria usada para entrega de entorpecentes.

Segundo o Plantão Itabuna, as prisões ocorreram nos bairros Nova Itabuna, Lomanto e Jorge Amado. Entre os presos, está o bandido conhecido como “Pica-Pau”, apontado como autor de homicídios.

A operação foi comandada pelo coordenador da 6ª Coordenadoria de Polícia do Interior (Corpin), delegado Evy Paternostro.

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Um grupo de cristãos promove no próximo dia 19, a partir das 19 horas, na praça do bairro São Pedro, em Itabuna, um culto no qual irão pedir proteção a Deus contra a violência na cidade. A reunião é uma iniciativa da diretoria itabunense do Conselho de Pastores, Teólogos e Oficiais Evangélicos do Brasil e Exterior (CPEBE).

Segundo os organizadores, a intenção do evento é emitir “um grande clamor ao nosso Deus pela paz”. Estão programadas palestras e ministrações voltadas a pais e filhos, enfatizando valores da família.

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Roberto José da Silva - foto Thiago Pereira
Presidente da Ficc aposta na cultura para reduzir violência em Itabuna (foto Thiago Pereira)

Roberto José da Silva tem um currículo diversificado. Presidente da Fundação Itabunense de Cultura e Cidadania (Ficc) desde janeiro, ele é geógrafo com pós-graduação em Planejamento de Cidades e mestrado em Geografia com ênfase em Criminologia de Ambientes. Estudioso da questão da violência, Roberto José afirma ver a cultura como instrumento de transformação e defende a tese de que muitos jovens se perdem no chamado mundo do crime porque não vislumbram outras opções. Para Roberto, em algumas comunidades o traficante está se tornando o ídolo, o modelo perseguido pela criança. Ele propõe estratégias para que o agente de cultura assuma esse papel e se torne a referência.

Leia abaixo os principais trechos da entrevista concedida pelo presidente da Ficc ao PIMENTA:

 

PIMENTA – Qual é a realidade do cenário cultural hoje em Itabuna e que projetos a Ficc tem desenvolvido para o setor?

 Roberto José  –  Primeiro eu tenho que dizer que a gente precisou dar um freio de arrumação na casa, não só no contexto estético da fundação, mas também na funcionabilidade, na mecânica dos projetos da fundação. Hoje temos aqui uma equipe de projetos, que eu diria que é uma equipe de excelência. Nós já temos dezenas de projetos cadastrados no Siconv (Sistema de Convênios do Governo Federal) e alguns em instituições como Banco do Brasil e Itaú. Conseguimos recentemente aprovar um projeto de leitura da embaixada da Alemanha e possivelmente em novembro a gente bote esse projeto para andar.

PIMENTA – Como vai funcionar esse projeto de leitura?

RJ –  Na verdade, a gente tem a intenção de promover a Feira Literária Internacional do Cacau,  trazer essa marca para Itabuna e vamos iniciar com uma célula, que é esse projeto de leitura. O projeto já tem um corpo e está na fase final de formatação. A Uesc entrou também na organização e inclusive uma parte da feira vai acontecer no Centro de Arte e Cultura Paulo Souto, no campus da universidade. É possível que a feira seja realizada ainda este ano, em dezembro.

PIMENTA – Quando se fala em eventos desse tipo, logo lembramos de que Itabuna carece de espaços adequados. Como a Ficc encara esse problema?

RJ – Nós estamos arrumando isso e temos alguns projetos andando, mas precisamos organizar a política pública cultural do município. O primeiro passo foi alinhar Itabuna à política nacional de cultura, para facilitar a vinda de recursos fundo a fundo. Nossa minuta de fundo já está criada e estamos encaminhando esse documento à Procuradoria Geral, para em seguida ser enviado para votação na Câmara. Esse fundo vai receber recursos de três fontes, no mínimo, que são os governos federal, estadual e municipal. No município, o repasse se dá por meio de um percentual do ISS e do IPTU. Fizemos o processo de adesão do município, que deu muito trabalho. Foi publicada agora no Diário Oficial da União, no dia 31 de julho, a adesão de Itabuna ao Sistema Nacional de Cultura, que se constitui na nova política de gestão do Governo Federal, que é participativa e ouve as bases. As ideias que se tem de política cultural são múltiplas, mas quem mais entende do assunto são as pessoas que estão na base e essas pessoas precisam ser ouvidas quando a gente vai propor algum tipo de política.

PIMENTA – A entidade se propõe a cobrar a conclusão das obras do Teatro e Centro de Convenções, paradas há sete anos?

RJ – O governo municipal quer que o Estado conclua aquele centro, mas o Estado em tese não tem interesse porque não quer fazer a gestão do espaço, talvez por julgar que o equipamento não terá um retorno econômico. O que eu reitero é que nem sempre deve haver essa visão economicista com relação a equipamentos culturais. A visão deve ser humanista e a nossa proposta é a de que, uma vez concluído o Centro de Convenções, a Ficc faça a gestão, que pode ser compartilhada. Acreditamos que é um equipamento que pode se manter com a promoção de eventos. Naquele espaço existe uma questão judicial. O Ministério Público entrou para rever a cláusula de reversão, já que, como se sabe, o ex-prefeito Fernando Gomes acabou pleiteando o terreno de volta. Não obstante, o município já reiterou ao Estado seu interesse de ver aquele espaço concluído e colaborar com a gestão.

PIMENTA – E com relação a outros espaços, há algo em vista?

RJ – Temos alguns projetos já encaminhados. Por exemplo, um de cinema e teatro, com forte possibilidade da verba chegar ainda este ano, e até meados de 2014 nós finalizarmos a obra. Há um espaço no centro da cidade, com boas condições de mobilidade, mas ainda não podemos dar mais detalhes, pois ainda estamos negociando. É importante dizer que estamos construindo uma política de adquirir, construir e reformar equipamentos culturais. Por exemplo, a Praça Laura Conceição, aqui em frente à Ficc, nós temos um projeto para requalificá-la. Vamos dotar essa praça de uma conotação cultural, então ela terá um anfiteatro ou uma concha acústica. A área no entorno da Ficc será transformada em um “quarteirão cultural”. No imóvel onde hoje está o Samu, que vai se tornar regional e precisará de uma nova central, será instalada a biblioteca infantil Monteiro Lobato. O espaço atualmente ocupado pela Ficc será o museu da cidade, com salas temáticas que demonstrem a construção dos signos de Itabuna, e a sede da Ficc irá para o Espaço Cultural Josué Brandão, após a transferência da Câmara de Vereadores para outro local.

Foto Thiago Pereira
Foto Thiago Pereira

 

É impossível extinguir a violência da convivência humana, mas é possível reduzi-la a índices aceitáveis, e a cultura é um forte instrumento nesse sentido porque ela alimenta a alma.

 

 

PIMENTA – E o Conselho de Cultura, que ainda não está organizado no município?

RJ – O Conselho de Cultura do Município não existia. Há mais de dez anos ele não tinha uma reunião, estava inativo. Nós montamos a minuta do Conselho de Cultura. Em novembro do ano passado, foi criado um Fórum Municipal de Cultura, encabeçado por vários artistas, a exemplo do pessoal da Acate (Associação Cultural Amigos do Teatro), e nós ouvimos as propostas e as trouxemos para a mesa de discussão. A partir daí, montamos a minuta e agora estamos fazendo os diálogos das mesas setoriais para que elas elejam seus representantes. O conselho estará constituído e funcionando até o final do ano, inclusive para que o fundo comece a ser movimentado.

PIMENTA – Há um projeto de longo prazo para o setor?

RJ – Está em formatação o um plano decenal, que vai além dos governos que passaram e que passarão, e acena para uma política permanente, feita na base, democraticamente. Para fazer esse plano, nós precisamos do diagnóstico da situação cultural do município, porque não podemos apresentar propostas culturais sem conhecer o “paciente”. Estamos fazendo um levantamento dos equipamentos culturais da cidade, considerando a cultura material e imaterial, além dos equipamentos de apoio. Estamos levantando isso para ter um norte para os editais de fomento à cultura que iremos lançar.

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Um taxista identificado como Nei morreu na noite deste sábado, 21, no Hospital de Base de Itabuna, após ter sido baleado no bairro Sarinha Alcântara. A polícia informa que o homem atendeu chamado de jovens que iriam a uma festa, quando sofreu o ataque de bandidos que fariam parte de uma gangue do bairro Banco Raso. Um rapaz de prenome Madson foi baleado e está internado no Base.

Ainda segundo a polícia, os atiradores não pareciam ter um alvo específico. Eles atiravam a esmo e, para os policiais, poderiam ter atingido qualquer pessoa.

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A Câmara de Vereadores de Itabuna realizou, nesta terça-feira, 17, sessão especial para debater a violência nas escolas da cidade. A discussão foi proposta pelo vereador Júnior Brandão (PT) e reuniu representantes das polícias civil e militar, Conselho Tutelar, professores e pais. Destaque negativo para a ausência dos próprios vereadores: dos 21 membros do legislativo municipal, a sessão começou com 12 presentes e terminou com 9.

Outro aspecto notado foi a falta de propostas concretas para combater a violência. Os participantes – do Capitão Lemos, da PM, à secretária municipal da Educação, Dinalva Melo – reconheceram a gravidade do problema, mas não vislumbraram soluções. Dinalva observou: “a escola é um microcosmo da sociedade e a desestruturação das famílias é um dado fundamental”. E acrescentou: “não há mais limites depois que fomos bombardeados com a história de que tudo traumatiza”.

A maioria das falas destacou essa questão da falta de limites e o esfacelamento da estrutura familiar como grandes responsáveis pelo avanço da violência. Outros pontos também foram considerados, como a falta de perspectivas para o jovem no mercado de trabalho. Mas o tráfico de drogas ficou no centro do debate.

Com 65 anos de vida e mais de 40 dedicados à educação, a professora Júvia Dantas acredita que as escolas são mal construídas e isso também influencia na violência (leia aqui). Do lado de fora, a polícia reclama da falta de condições para atuar. A delegada Katiana Amorim, que representou o coordenador da 6ª Coordenadoria de Polícia do Interior (Corpin) na sessão, lamentou a desativação da seção especializada na apuração de atos cometidos por menores em conflito com a lei.

Ao final da sessão, o vereador César Brandão (PPS) propôs a criação de um grupo  de trabalho para dar sequência à discussão do tema visando à formatação de propostas. Já o vereador Júnior Brandão disse que “a questão da violência nas escolas passa a ser assunto permanente na Câmara”.