Tempo de leitura: < 1minutoA vítima é descrita como uma pessoa de paz e sem inimigos (reprodução do Plantão Itabuna)
O líder comunitário Evandro Silva dos Santos, o Bô, de 38 anos, foi sepultado na tarde desta terça-feira, 2, no cemitério do Campo Santo, em Itabuna. Presidente da Associação de Moradores do bairro Novo Fonseca, na periferia da cidade, Bô foi assassinado com dois tiros na noite desta segunda, 1º.
Segundo o site Plantão Itabuna, Bô tomava cerveja com amigos em frente a um bar no Novo Fonseca, quando dois homens apareceram e começaram a atirar. O líder comunitário chegou a receber os primeiros socorros, mas não resistiu.
A polícia ainda não tem pistas dos assassinos nem dos motivos do homicídio. Parentes e amigos dizem que o líder comunitário não tinha desafetos e era uma pessoa que dedicava boa parte de seu tempo ao trabalho comunitário.
Uma suspeita é de que o crime tenha sido cometido por traficantes de drogas que atuam no bairro. Bô vinha reivindicando a pavimentação das ruas do Novo Fonseca, o que, segundo ele, facilitaria o acesso das viaturas da polícia à comunidade.
Tempo de leitura: < 1minutoLídice defende desmilitarização da PM.
A senadora Lídice da Mata (PSB) defendeu hoje em entrevista ao programa Acorda pra vida (Salvador) um debate aprofundado sobre a desmilitarização da PM. Ela disse reconhecer que, nas manifestações, o clima fica tenso, mas enxergou exageros da polícia na repressão às manifestações nos últimos dias.
No ato do dia 22 de junho, por exemplo, o repórter Francis Juliano, do Bahia Notícias, foi preso ao questionar o motivo do espancamento pelos militares de um fotógrafo. O PM que deu a ordem de prisão foi o capitão Temístocles. Além de prender o jornalista, o policial disse, em outros termos, que o repórter era homossexual e “filho da p…”.
A desmilitarização da PM é uma das reivindicações da Carta Aberta do MPL Salvador. O assunto também foi discutido pela Associação Baiana de Imprensa (ABI), Sindicato dos Jornalistas da Bahia (Sinjorba), Associação dos Repórteres Fotográficos e Cinematográficos do Estado da Bahia (Arfoc) e a Ordem dos Advogados do Brasil, seccional Bahia, que estão elaborando um dossiê sobre os excessos cometidos pela Polícia Militar contra profissionais de imprensa.
O relatório será entregue ao governador Jaques Wagner, à Secretaria da Segurança Pública da Bahia, à Corregedoria da PM e ao Ministério Público Federal. Na reunião foram ouvidos os profissionais vítimas da polícia: o repórter fotográfico Almiro Lopes (Correio da Bahia), o editor Evilásio Jr e o repórter Francis Juliano, ambos do Bahia Notícias.
Documento do atirador, que é oficial aposentado da Marinha
Vejam só o que aconteceu na noite deste sábado, 29, com a jornalista Karoline Vital, em pleno centro de Ilhéus. Ela e o marido, Felipe de Paula, seguiam para um aniversário, por volta das 19 horas, e estacionaram o carro na Rua do Café. Neste local, foram surpreendidos por um idoso de arma em punho, que os ameaçou. “Não pode parar aqui, não. Já passei fogo em um e vou passar em vocês também!”, foi a advertência do ancião.
Karol e Felipe, que não são bestas, pediram calma e entraram no carro. Assim que o veículo arrancou, ouviu-se o disparo do revólver, que felizmente não atingiu ninguém.
As quase vítimas procuraram a polícia e o idoso foi conduzido à delegacia, onde prestou depoimento, teve a arma apreendida e foi preso em flagrante, tendo sido liberado mediante fiança de R$ 680,00. Detalhe: o franco atirador comprovou ter direito a porte de arma, é oficial aposentado da Marinha, chama-se Joaquim Araújo Bacellar e contabiliza…91 anos de idade!
Na delegacia, o vovô Charles Bronson contou inúmeras versões para o ato insano, que poderia ter tirado a vida de uma pessoa inocente. E o que mais espantou a todos foi como uma pessoa de idade tão avançada, com nítida limitação de discernimento, é capaz de ter direito a porte de arma.
Realmente, uma loucura.
Polícia foi acionada para investigar o crime (Foto Oziel Aragão/Plantão Itabuna).
Mais um assassinato em Itabuna. Nesta manhã de sexta-feira (7), dois bandidos mataram a tiros o comerciante Agnaldo José de Souza na loja de móveis New Star, no Bairro Santo Antônio.
Os autores do assassinato estavam fardados, usando roupa de cor azul, informa o site Plantão Itabuna. Agnaldo chegou a ser levado para o Hospital de Base Luís Eduardo Magalhães (Hblem), mas não resistiu aos ferimentos.
Miriam e Fábio foram assassinados pelo vizinho idoso após discussão (Reprodução Facebook).
Um homem matou um casal e tirou a própria vida após uma discussão em um condomínio de luxo em Santana de Parnaíba (SP), ontem à noite. O crime ocorreu por volta das 20h, quando o idoso Vicente D´Alessio, 62, invadiu o apartamento do subsíndico e vizinho, Fábio de Rezende Rubim, 40. Na sequência, Vicente também matou a dentista Miriam Cecília Amstalden Baida, 37, esposa de Fábio. De acordo com a polícia, D´Alessio desceu ao seu apartamento e se matou.
O crime no residencial Bosque de Tamboré foi o desfecho de seguidas discussões sobre barulho no apartamento do casal. De acordo com a Folha, Miriam Cecília, que estava com a filha de um ano e meio em outro quarto, acabou morta ao ouvir os disparos e sair para conferir o que aconteceu. A dentista foi assassinada na véspera do próprio aniversário. O revólver usado pelo idoso estava em nome dele, segundo a polícia.
Cardozo: maioridade é cláusula pétrea (Foto ABr).
O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, disse nesta quarta-feira (15) que qualquer tentativa de alteração da maioridade penal é inconstitucional. Segundo ele, esta é uma cláusula pétrea da Constituição e, portanto, não pode ser alterada.
“Mesmo que a questão jurídica fosse superada, você colocar um adolescente preso com adultos só vai agravar o problema. Só vai servir para organizações criminosas captarem gente”, disse. Como alternativa, o ministro defendeu a discussão de outras medidas como, por exemplo, o agravamento da pena para quem usar menores em ações criminosas.
Durante audiência pública na Comissão de Constituição e Justiça do Senado,o ministro fez críticas ao sistema penitenciário. “As condições do sistema prisional brasileiro são péssimas. As organizações criminosas nascem dentro dos presídios”, disse. O ministro defendeu a aplicação de penas alternativas para crimes menores. “O modelo atual não só não recupera como deixa a pessoa pronta para praticar delitos ainda maiores”.
As cláusulas pétreas são limitações ao poder de reforma da Constituição. No caso brasileiro, o Artigo 60 diz que “A Constituição poderá ser emendada mediante proposta”, mas “não será objeto de deliberação a proposta de emenda tendente a abolir: a forma federativa de Estado; o voto direto, secreto, universal e periódico; a separação dos Poderes e os direitos e garantias individuais. Informações da Agência Brasil.
Os protestos dos itacareenses contra a onda de violência no município sul-baiano atingiram o comando da Polícia Militar. Amanhã, o major José Raimundo Carvalho passa o comando da 72ª Companhia da PM em Itacaré.
Carvalho será substituído pelo também major Gilmar Mascarenhas.
A troca de comando está prevista para as 15h, na Avenida Castro Alves, ao lado da escadaria da igreja católica.
Qual o sentido em se ampliar a faixa etária sujeita a um sistema falido? A ideia de que os problemas da segurança pública serão resolvidos com uma canetada, sem os investimentos estruturais necessários, não passa de ilusão, alimentada por uma sede de vingança aguçada pela mídia.
Há uma forte tentação da sociedade de defender a redução da maioridade penal. Pesquisas têm demonstrado que a maior parte da população brasileira apoia a ideia de trancafiar jovens de 16 anos em cadeias, considerando o fato – inequívoco – de que na média eles têm plena compreensão do caráter ilícito dos atos que cometem.
O secretário da Segurança Pública da Bahia, Maurício Barbosa, defende esse posicionamento, argumentando que os jovens têm acesso à informação e já escolhem o destino do país. É o fundamento básico de quem clama pela redução, mas a pergunta inevitável é: essa medida resolve? O próprio secretário reconhece não saber a resposta e isso fragiliza o ponto de vista.
Crimes bárbaros perpetrados por adolescentes reforçam o coro dos que veem na redução da maioridade penal uma solução, mas quase sempre o debate deixa de lado problemas graves que deveriam anteceder qualquer discussão sobre o tema.
O vergonhoso sistema carcerário brasileiro é um desses males, talvez o mais complicado deles. Em um regime democrático, a pena não tem caráter de vingança, mas de ressocialização, além naturalmente de servir de exemplo para demonstrar a outros postulantes ao “mundo do crime” que tal caminho é uma esparrela.
Ocorre que falar de ressocialização nas prisões brasileiras chega a ser piada. Superlotadas, comandadas por facções criminosas, permeáveis às drogas e aos celulares, as cadeias estão mais para home office dos bandidos. A lei penal fala em colônia agrícola ou industrial no regime semiaberto, o que permitiria ao preso trabalhar, aprender uma profissão e, enfim, ressocializar-se. Porém, onde existem tais colônias?
E as instituições dedicadas a acolher menores infratores? Elas de fato recuperam os jovens ou servem apenas como antessala da criminalidade barra pesada? Há uma proposta, alternativa à redução da maioridade, de ampliar o tempo de cumprimento de medida socioeducativa de três para oito anos. Será que funciona, quando se sabe que as tais medidas só existem na teoria?
A pena hoje tem unicamente o caráter de martírio para a maioria dos presos (os que não comandam o crime lá de dentro), mas não cumprem o papel de recuperar ninguém. Pelo contrário, as celas superlotadas brutalizam e as condições gerais do sistema não tornam o apenado um sujeito melhor. O mais provável é que ele saia da cadeia muito mais propenso a cometer novos delitos.
É por isso que parece duvidoso o caminho da redução da maioridade penal. Qual o sentido em se ampliar a faixa etária sujeita a um sistema falido? A ideia de que os problemas da segurança pública serão resolvidos com uma canetada, sem os investimentos estruturais necessários, não passa de ilusão, alimentada por uma sede de vingança aguçada pela mídia. Além disso, não há respaldo em nenhum dado estatístico sério a indicar que diminuir a idade penal seja um remédio eficiente para combater o crime.
Não se trata de ser a favor ou contra a redução da maioridade, visto que o sentido de poupar alguém do sistema penal está ligado à imaturidade e falta de compreensão do que se faz. É lógico que quase todo adolescente – até com menos de 16 – já tem plena consciência da natureza de seus atos, daí ser tão tentador o argumento do secretário Barbosa e de tantos outros. Porém, uma sociedade amadurecida não pode tomar decisões sem refletir de maneira ampla sobre os problemas, analisando com objetividade e serenidade na busca de soluções coerentes e efetivas.
No que diz respeito à redução da maioridade penal, há o risco de que, em vez de resolver um problema, o “remédio” possa agravar o mal que se pretende combater. Ricardo Ribeiro é advogado.
Dois homens invadiram uma casa em Muritiba, ontem à noite, e estupraram uma mulher de 40 anos. O crime ocorreu no distrito de Posto Sanca. De acordo com informações do Correio, Célia Fonseca foi estuprada e queimada pelos bárbaros. A sessão começou por volta das 19h e foi interrompida às 22h, quando vizinhos estranharam o barulho e acionaram a polícia. A mãe de Célia, Juscelina, 64 anos, foi obrigada a assistir a tudo e também sofreu socos dos marginais. Na sessão de horror, os bandidos ainda colocara o cano de uma escopeta na vagina de Célia, que faleceu a caminho de uma Unidade de Pronto-Atendimento (UPA) no município. Juscelina encontra-se internada no Hospital Geral do Estado (HGE), em Salvador.
O assalto a um grupo de 17 turistas, dentre eles estrangeiros, no último final de semana em Itacaré repercutiu nacionalmente. Não se trata de caso isolado. A população de um dos maiores destinos turísticos da Bahia está sofrendo com a onda de violência, que aumentou nos últimos seis meses. Amanhã, estudantes e sociedade civil organizada fazem manifestação cobrando do Governo Estadual ações de combate à criminalidade (reveja aqui). Há um clamor pelo reforço no sistema de segurança e a troca de comandos nas polícias Civil e Militar. Entre os empresários do setor hoteleiro, há um temor de que as notícias recentes levem a uma outra onda, a de cancelamento de reservas de hospedagem para o feriadão da Semana Santa.
Não é incomum (muito pelo contrário) o repórter estar cobrindo um homicídio e ter ali bem perto dezenas de meninos e meninas, de 7 a 8 anos, talvez menos, na maior algazarra, como se estivessem numa festa.
O ritual diário de levar meu filho à escola, todas as manhãs, teve um ingrediente novo nesta sexta-feira, 15 de março de 2013. Seguíamos pelo nosso caminho de costume, quando deparamos com dois sujeitos discutindo – um deles saíra de um carro, o outro estava montado em uma moto. Eles simplesmente fecharam a rua para “bater boca” por alguma razão da qual não houve tempo nem condição de se tomar conhecimento.
Mas não era uma simples discussão: o cara do carro portava uma convincente pistola, que ele não só apontava como praticamente esfregava o cano no outro rapaz, com raiva, enquanto lhe segurava a parte de trás da camisa e intimava: “qual é a sua, meu irmão?” A essa altura, por precaução e instinto de sobrevivência, logicamente quem está na mira de uma arma não diz coisa alguma.
Estávamos a uns dez metros da cena e foram alguns segundos nos quais eu não soube o que fazer. Não tinha ideia dos motivos, quem estava certo e quem estava errado. Minha preocupação – confesso – era estar ali com meu filho, e ele prestes a ser apresentado à violência de um modo brutal. Outro receio, obviamente, era a possibilidade de um de nós ser atingido por uma “bala perdida”.
Na primeira brecha, saímos rapidamente do local e nem soubemos os desdobramentos do episódio. A salvo, meu filho disse apenas: “pai, não conta nada à minha mãe, senão ela vai ficar traumatizada e não me deixa mais colocar o pé na rua”. Detalhe: ele parecia menos assustado que eu.
Em pensar que tantas crianças nessa cidade já convivem diariamente com todo tipo de violência, e com naturalidade, como se vê nas reportagens exibidas pelos “programas policiais”. Não é incomum (muito pelo contrário) o repórter estar cobrindo um homicídio e ter ali bem perto dezenas de meninos e meninas, de 7 a 8 anos, talvez menos, na maior algazarra, como se estivessem numa festa.
É a violência banalizada desde a infância, e não apenas nos videogames, mas na vida real.
Uma vida que, lamentavelmente, parece valer cada vez menos.
Agressores enquadrados na Lei Maria da Penha, no estado de Minas Gerais, começarão a ser monitorados por meio de tornozeleiras eletrônicas. Cada caso será analisado e o uso poderá ser indicado pelo Judiciário. A iniciativa vai permitir o controle de medidas cautelares que determinam a proibição de contato do agressor com a vítima ou a imposição de distância mínima.
A resolução foi assinada na quinta-feira, 7, pelos órgãos do sistema judicial e de segurança pública de Minas. A tornozeleira já vinha sendo usada no estado para outros casos. No entanto, a aplicação da tecnologia contra agressores de mulheres é uma iniciativa pioneira no país. O agressor pode ser liberado da cadeia mediante o uso do aparelho, caso o juiz determine. O aparelho é semelhante a um relógio de pulso e pesa cerca de 160 gramas.
O equipamento pode ser configurado para definir o campo de exclusão, bem como determinar quais locais o homem pode ou não frequentar. Caso haja rompimento ou dano ao material, a central de monitoração comunica o fato imediatamente às polícias Civil e Militar. Com informações da Agência Brasil
Corpos de bandidos são velados na Câmara de Ibirapitanga, sul da Bahia.
Três bandidos mortos em confronto com policiais militares da 67ª Companhia Independente da PM (CIPM) na BR-101, próximo ao distrito de Humildes, na zona rural de Feira de Santana, são velados na Câmara Municipal de Ibirapitanga, no sul baiano, terra natal dos ex-criminosos. Alberlan Nascimento, conhecido como Morceguinho, Índio e Kekeu da Kombi, que possuem diversas passagens pela polícia e são acusados de realizar diversos assaltos na região, roubaram um veículo Chevrolet Celta com placa de Serrinha no último sábado (2).
Os policiais foram rapidamente acionados e na perseguição, o veículo capotou e caiu em uma ribanceira. Segundo a polícia, ainda vivos, os acusados saíram do carro e tentaram fugir realizando diversos disparos contra os PMs, que reagiram e balearam quatro ocupantes. Apenas um resistiu aos ferimentos e foi encaminhado, em estado grave, ao Hospital Clériston Andrade, em Feira de Santana. Um revólver calibre 38 foi apreendido na ação.
Conforme apurou o Bahia Notícias, o pedido para que os corpos fossem velados na Casa do Povo foi feita pela mãe de um dos mortos ao vereador Welligton Santos de Paulo (PSD). O edil, conhecido como Paulinho, é evangélico e frequenta a mesma igreja da solicitante.
A liberação do velório no prédio do Legislativo ibirapitanguense, geralmente concedida para cerimônias fúnebres de personalidades locais, políticos ou cidadãos que contribuíram, de alguma forma, para o bem do município, não teria agradado a população, já que o bando é acusado também de tocar terror durantes as ações criminosas. O sepultamento será nesta terça (5) no cemitério local. Informações do Bahia Notícias.
Vane participou de encontro pedagógico na Marimbetasocia
O prefeito de Itabuna, Claudevane Leite (PRB), reafirmou nesta segunda-feira, 4, a intenção de executar um projeto de inclusão social que acolherá 10 mil crianças no município. A proposta, que já havia sido mencionada pelo gestor em entrevista concedida ao PIMENTA, foi novamente externada no encontro pedagógico que abriu o ano letivo da Fundação Marimbeta – Sítios da Integração da Criança e do Adolescente.
Segundo Vane, como o prefeito é mais conhecido, o projeto buscará promover a integração de crianças e adolescentes por meio de atividades esportivas e culturais. A ideia é atender 5 mil jovens na Fundação Itabunense de Cultura e Cidadania (Ficc), 3 mil na Vila Olímpica e outros 2 mil nas cinco unidades da Marimbeta.
Lembrando uma das principais marcas de sua campanha, o prefeito disse que a Fundação Marimbeta é um dos instrumentos capazes de contribuir para atenuar o quadro de violência crescente em Itabuna, tornando-a “uma cidade de paz”.
Do Correio
Quem escolheu o Porto da Barra para passar a tarde deste domingo viu a paisagem da praia se transformar no cenário de terror. O local também foi escolhido pelo jovem Átila Silva Souza, 19 anos, para um acerto de contas com um rival. O suspeito deu início a um tiroteio, por volta das 16h, que deixou pelo menos duas pessoas feridas.
Iuri dos Santos Matos, 16, e Júlio César dos Santos, 21, foram atingidos nas costas e no peito e braço direito, respectivamente. De acordo com informações de policiais da 1ª Companhia Independente da Polícia Militar (CIPM/Barra), Átila chegou subiu a rampa que leva ao Forte Santa Maria.
De lá, começou a atirar contra as pessoas que estavam na areia, mesmo com a presença da Base Móvel da PM a poucos metros de distância. Segundo os policiais, foram seis tiros. “Em seguida, ele deu a volta por trás do forte, tentando fugir. Ele jogou a arma no mar, quando conseguimos alcançá-lo”, contou um dos PMs, que não quis se identificar. Leia mais