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O município de Jequié confirmou as primeiras grandes atrações para os festejos juninos de 2022. O arrasta-pé começa no dia 14 de junho e só termina no dia 26, com nomes como Tarcísio do Acordeon, Simone e Simaria, Maiara e Maraísa, Mastruz com Leite, Felipe Araújo, Jonas Esticado, Chambinho do Acordeon, Luiz Caldas, Lucy Alves, Cacau com Leite, Rosy Banda, Norberto Curvelo e Edu e Maraial.

A festa terá dois locais. O rala bucho na Praça Rui Barbosa começa no dia 14 de junho. O forró vai comer solto na Praça da Bandeira a partir do dia 23 de junho. Segundo a Prefeitura, serão dois palcos, decoração típica, barracas de comidas juninas, apresentações culturais e queima de fogos, que vão representar um grande fomento ao comércio de bens, serviços e turismo no município.

Prefeito Zé Cocá anuncia atrações do São João de Jequié em 2022 || Foto Divulgação

O prefeito de Jequié, Zé Cocá (PP), diz que o investimento nos festejos juninos, além de resgatar as tradições nordestinas, vai movimentar a economia, com a geração de mais de 3 mil postos de trabalho diretos e indiretos.

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A 10ª Feira Cultural Rua Viva será neste sábado (9), a partir das 16h, na Praça Ruy Barbosa, na Avenida Soares Lopes, em Ilhéus. Além de atrações musicais, a feira reúne expositores da economia criativa. Dedicada à Páscoa, a edição deste fim de semana reservou lugar especial para os chocolates finos produzidos no sul da Bahia. Iniciativa tem apoio institucional da Prefeitura de Ilhéus.

Os visitantes também poderão experimentar cervejas artesanais e conhecer os artigos de moda e acessórios vendidos por comerciantes da região. A música ficará por conta dos artistas Pedro Neto e Zé Lima. A criançada terá uma programação especial de brincadeiras.

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O deputado estadual baiano Rosemberg Pinto (PT) defendeu, hoje (7), que o Congresso derrube o veto do presidente Jair Bolsonaro à Lei Complementar que destinaria R$ 3,6 bilhões ao setor cultural, chamada de Lei Paulo Gustavo. O deputado baiano adere a campanha nacional e diz que a Lei asseguraria, pelo menos, R$ 250 milhões à cultura da Bahia.

“O Projeto não cria despesa, os argumentos usados não se sustentam. Ele apenas garante que o dinheiro que está parado, em dois fundos culturais, seja liberado. Para a Bahia, o impacto é enorme. Estamos falando do veto de R$286 milhões que chegariam, apenas no Estado, e que garantiriam a retomada do crescimento do setor”, defende o também líder governista.

A secretária estadual da Cultura, Arany Santana, avalia que a não transferência dos recursos do superávit financeiro do Fundo Nacional de Cultura, para os fazedores de cultura, causará um impacto negativo nas dimensões simbólica, cidadã e econômica dos estados e municípios brasileiros.

– Mais de 70% dos recursos da Lei Paulo Gustavo será aplicado no setor audiovisual, não podemos esquecer o estrangulamento da Ancine e seu impacto negativo na produção do cinema brasileiro. Estados e municípios já executaram os recursos da Lei Aldir Blanc e aguardam os incentivos da Lei Paulo Gustavo para, mais uma vez, fazer girar a roda da cultura – observa.

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A Câmara de Vereadores de Ilhéus aprovou moção de congratulação pelos 50 anos de carreira de Kocó, vocalista e líder da Banda Lordão. O artista recebeu a placa da homenagem nesta terça-feira (5), entregue pelo vereador Fabrício Nascimento (PSB), que indicou a honraria.

Kocó nasceu Clóvis Figueiredo Leite, há setenta anos, no Rio de Janeiro, mas foi na adolescência em Salvador que enveredou pela música, nos idos da década de 1960. E nunca mais parou. Radicado em Itabuna desde 1972, Kocó também é cidadão grapiúna, com reconhecimento da Câmara Municipal.

Fabrício disse que é difícil imaginar um morador ou moradora do sul da Bahia que não tenha na lembrança um bom momento marcado pela voz de Kocó. “Lordão faz parte da história de todos nós”. Já o presidente da Câmara de Ilhéus, Jerbson Moraes (PSD), disse que o gesto de reconhecimento dos vereadores representa o carinho de toda a sociedade ilheense em relação a Kocó.

Ao agradecer a homenagem, o líder da Banda Lordão disse que já trabalhou com centenas de artistas baianos. “Desde que cheguei aqui na Bahia, mais de 200 músicos passaram pela minha história, como Pedro Paulo e Reizinho”.

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A Praça da Mangueira, em Itacaré, será palco do Projeto Oxe, é Jazz, nesta sexta-feira (8) e no sábado (9), sempre a partir das 17h. Os shows vão reunir artistas de Salvador, radicados em Itacaré e de outras cidades baianas, a exemplo de Ilhéus, sob a curadoria do músico Eric Assmar.

Na sexta, o clarinetista Juvino Filho apresentará seu repertório acompanhado por acordeonista, baterista e baixista, mesclando elementos do choro e do jazz. Depois, sobe ao palco a banda Saravá Jazz Bahia, liderada pelo guitarrista Márcio Pereira.

No sábado, a cantora norte-americana Sandy Hill, moradora de Itacaré, apresenta novo trabalho em formato de quinteto. Na sequência, será a vez do quarteto ilheense Putorkestra.

O Projeto Oxe, é Jazz é promovido pela Mais Ações Integradas, com patrocínio do Governo da Bahia e apoio da Prefeitura de Itacaré.

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O Festival Ilhéus in Jazz vai embalar o feriado da Semana Santa na Princesa do Sul, nos próximos dias 15 e 16. Será a primeira vez que a cidade terá evento cultural aberto ao público nesse período do ano desde o fim do Aleluia Ilhéus Festival, cuja última edição foi realizada em 2016.

O palco do Ilhéus in Jazz será montado na Praça Ruy Barbosa, perto da Avenida Soares Lopes, no Centro Histórico. As atrações musicais confirmadas são Adelmo Casé e Funk Machine; Putorkestra!; Juvino Filho & Grupo; Eric Assmar; e DJ Neto Nogueira. O evento também terá apresentação da trupe do Circo da Lua, com o espetáculo Vida de Circo.

O projeto é uma realização da Gamboa, A4 Comunicação e AMB Bussiness’n Fun e tem patrocínio do Governo da Bahia, por meio da Bahiatursa, da Prefeitura de Ilhéus e Devassa.

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No espetáculo Sonhos – o que restou de nós depois da tempestade, o Teatro Popular de Ilhéus (TPI) apresenta ao público momentos marcantes dos seus 26 anos de história, dividida em três elementos alegóricos: o museu, o voo e o sonho. Para transportar os artistas entre os espaços da narrativa, a peça resgata a carroça de Uma certa Mãe Coragem, espetáculo que o grupo ilheense lançou em 2019.

O espaço do museu reúne recortes de uma memória em processo de construção, com cenas, personagens, músicas, figurinos, adereços e falas iniciais de alguns dos mais importantes espetáculos do grupo, desde 1995, na voz dos atores e atrizes que viveram as personagens.

Já o voo é a representação alegórica da experiência do grupo na Tenda, a lona circense onde o TPI funcionou de 2013 a 2021, que caiu no dia 26 de agosto do ano passado, durante forte tempestade. Imagens de espetáculos, público e experiências debaixo da lona são apresentadas, até que o circo voa, deixando em seu terreno o que restou destes mais de 26 anos de reinvenção do Teatro Popular de Ilhéus.

De volta à carroça, o grupo voa para o sonho de construção de seu próprio espaço, que é erguido no bairro Pontal, em Ilhéus. Nesse ato, os artistas põem mãos à obra para construir seu lugar de afetos e sensibilidade, colocando na cena a memória recente da montagem de Sonho de uma noite de verão, interrompida pela pandemia de Covid-19.

A estreia do novo espetáculo será neste domingo (10), na cidade de Ipirá, em apresentação aberta ao público. Até 27 de abril, a trupe ilheense percorrerá oito cidades do sertão baiano, apresentando-se sempre em praças públicas. O circuito também inclui os municípios de Pintadas, Conceição do Coité, Serrinha, Capim Grosso, Euclides da Cunha, Canudos e Uauá. A programação completa da turnê será divulgada em breve.

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A Muká Plataforma Agroecológica lançou o Guia para Regularização de Agroindústria da Família Agroecológica, que reúne informações técnicas em linguagem acessível para interessados em regularizar unidades de processamento de alimentos. A iniciativa é fruto de parceria da Tabôa Fortalecimento Comunitário com a Rede de Agroecologia Povos da Mata, o Instituto Ibi de Agroecologia e o Sebrae.

A publicação também é voltada para quem busca informações sobre como iniciar um empreendimento no ramo, a exemplo da produção de chocolate, geleias, patês, massas, pães, bolos, sucos, alimentos desidratados, etc..

O diretor executivo da Tabôa Fortalecimento Comunitário, Roberto Vilela, explica que, ao iniciar a Plataforma Muká, foi feito diagnóstico dos principais gargalos para o desenvolvimento da agroecologia, a fim de definir as frentes de atuação. “Um deles foi a regularização de agroindústrias, pois identificamos a existência de dezenas de unidades com dificuldade de dar esse passo necessário para o acesso a mercados formais. Os desafios passam pelo entendimento da legislação brasileira sobre o tema, que é complexa e com informações difusas. Desta forma, o guia chega para auxiliar a todos que desejarem seguir este caminho”.

A compilação foi elaborada por profissionais do eixo de Beneficiamento da Plataforma Muká. Para auxiliar a compreensão das leis vigentes, traz referências sobre regularização jurídica, fiscal, tributária, sanitária, ambiental e rotulagem de alimentos orgânicos, além de boas práticas de fabricação e manuais. “Este eixo já soma a regularização de 20 agroindústrias e a certificação de 14, além de diversas visitas técnicas, capacitações e adequações sanitárias”, explica a coordenadora Tatiane Botelho.

O Guia está disponível em duas versões: a navegável, que pode ser acessada em guiaagroindustria.muka.org.br, e em PDF, no site muka.org.br. Um vídeo tutorial curto sobre como navegar pelo Guia On-line pode ser acessado neste link.

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Nesta terça-feira (29), em pleno pôr do sol do MAM, em Salvador, Mari Antunes sobe ao palco para comemorar os 20 anos da Babado Novo e 11 anos à frente da banda. Para ela, o período no comando vocal da banda foi repleto de experiências e lhe permitiu um grande amadurecimento na carreira.

A cantora, fã da Babado desde o comecinho com Cláudia Leitte, considera um presente pessoal e profissional fazer parte da banda. “Realizei muitos sonhos e enfrentei muitos desafios. Amadureci e aprendi bastante e sei que ainda tenho muito a aprender. Tenho um orgulho imenso de fazer parte dessa história linda que a Babado construiu nesses 20 anos”.

Nascido no centro-sul baiano, Mari destacou ainda que a interação do público renova o seu fôlego e aquece o coração para fazer sempre o melhor. Ela tem se empenhado ao máximo nas últimas semanas para o dia “D”. Além dos treinos funcionais e muita malhação, foram incontáveis ensaios e provas de figurino.

A gravação do DVD de 20 anos da Babado Novo terá participações especiais de Gabi Martins, Felipe Pezzoni, Gabily, Mc Danny e Durval Lélys.

SERVIÇO
DVD Babado Novo – 20 Anos
Quando: 29 de março 2022, às 17h
Horário: 17h
Local: Sollar Baía – MAM (Museu de Arte Moderna da Bahia) – Avenida Lafayete Coutinho, s/n, Comércio
Vendas: Sympla – https://www.sympla.com.br/dvd-babado-novo—20-anos__1502214

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O jurista Manoel Carlos de Almeida Neto tomará posse como novo membro da Academia de Letras de Ilhéus, nesta sexta (25), em solenidade que ocorrerá às 18h30min, na sede da entidade, no Centro Histórico. O novo membro da ALI passará a ocupar a Cadeira 39, antes pertencente ao fundador da instituição, José Cândido de Carvalho Filho, que foi ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) e do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Manoel Carlos é doutor e pós-doutor em Direito pela Universidade de São Paulo (USP), com mestrado pela Universidade Federal da Bahia (UFBA). Advogado e vice-presidente da Comissão Nacional de Estudos Constitucionais da OAB, o novo membro da ALI foi professor da Faculdade de Direito da USP (2020-2022) e da Faculdade de Direito da UESC (2005-2006), secretário-geral da presidência do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

OBRAS LANÇADAS

Neto é autor das obras “O novo controle de Constitucionalidade Municipal” (editora Forense), “Direito Eleitoral Regulador” (RT), “Juiz Constitucional” (RT), dentre outras. A posse na ALI coincide com o lançamento nacional da sua mais recente obra, “O Colapso das Constituições do Brasil: uma reflexão pela democracia”, considerado pelo ex-presidente da República e membro da Academia Brasileira de Letras, José Sarney, um “trabalho insubstituível na literatura de nosso Direito Constitucional”. Sarney assina o prefácio do livro.

O ministro do STF, Ricardo Lewandowski, é outra personalidade a falar do livro. “Com rigor acadêmico e destacada originalidade, esta obra do professor Manoel Carlos de Almeida Neto, fruto de longa e proveitosa pesquisa de pós-doutorado na Faculdade de Direito da USP, revisita os últimos duzentos anos da história político-institucional do país para desvendar os fatores reais do poder que deram vida e decretaram a morte das distintas Constituições brasileiras, propiciando aos leitores uma reflexão sobre as raízes sociológicas determinantes da fragilidade de nossa democracia”, escreveu.

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Os estudantes da Oficina de Iluminação Cênica da Casa de Cultura Jonas e Pilar fizeram visita técnica ao Teatro Municipal Candinha Doria, em Itabuna, no último dia 17. No teatro, tiveram aula prática e conheceram todos os equipamentos de iluminação para palco e bastidores.

“Na visita, os participantes tiveram a oportunidade de conhecer in loco o que foi passado durante o curso: eletricidade básica para o teatro, iluminação cênica e pontos básicos para quem trabalha na área”, explica o professor José Carlos Ngão, que atua há três décadas no mercado cultural. Já o aluno Lucas Rosário ressalta a experiência do contato com o ambiente teatral e o movimento sincronizados das luzes, cores e sombras em cena.

Ofertado em Buerarema, o curso prepara os alunos para atuação imediata no mercado de trabalho. A formação tem carga de 25h e garante certificado. As atividades vão até a próxima semana.

O curso faz parte do projeto de Ações Continuadas da Casa de Cultura Jonas e Pilar, com apoio financeiro do Governo do Estado, através do Fundo de Cultura, Secretaria da Fazenda e Secretaria de Cultura da Bahia. A realização é do Instituto Macuco Jequitibá e tem apoio institucional da Prefeitura de Buerarema.

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O 6º Festival de Teatro da Caatinga está com as inscrições abertas para a seleção de espetáculos da mostra oficial até este sábado (26), às 18h. As inscrições podem ser solicitadas pelo email festivalcaatinga@gmail.com, solicitando ficha de inscrição e o edital de seleção. Uma curadoria fará a seleção de seis a oito montagens que participarão da 6ª edição do evento em Irecê, sertão da Bahia.

Podem se inscrever grupos teatrais de todo o Brasil, sendo que ao menos quatro espetáculos serão produções baianas. O projeto foi contemplado pelo Edital Setorial de Teatro 2019 e tem apoio financeiro do Governo do Estado, através do Fundo de Cultura, Secretaria da Fazenda, Fundação Cultural do Estado da Bahia e Secretaria de Cultura da Bahia.

O Festival de Teatro da Caatinga, que também conta com apoio da Prefeitura Municipal de Irecê (Secretaria Municipal de Cultura), vai de 22 a 26 de abril e reunirá, além dos grupos selecionados, artistas e outros convidados especiais do Brasil e do exterior. Outras informações estão disponíveis em www.festivalcaatinga.com.br.

SENHOR DO BONFIM E UIBAÍ

O festival tem como tema geral desta edição O Teatro e suas Fronteiras. Além da mostra oficial, possui uma intensa programação pedagógica com seminários, workshops e projetos de intercâmbio com outras cidades e países. Outra novidade desta edição é que, além da sede, em Irecê, o festival vai promover uma programação nas cidades de Senhor do Bonfim e de Uibaí.

A 6ª edição do evento consolida a proposta de realização de um festival internacional de teatro no semiárido baiano, com objetivo principal de valorizar a produção teatral da Bahia em sua diversidade, promovendo também o intercâmbio dos artistas da região do sertão com os de outros territórios do estado e de espetáculos de outros estados e de outros países.

Enilda quer homenagear Arléo com nome de escola em construção
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A vereadora Enilda Mendonça (PT), em visita à sede da Secretaria de Educação do Estado (SEC), em Salvador, nesta segunda-feira (21), pediu ao governo estadual que a escola em construção na Barra de Itaípe, na zona norte de Ilhéus, receba o nome do professor Arléo Barbosa, que faleceu em fevereiro passado.

Segundo a parlamentar, essa seria uma forma de homenagear e valorizar o professor pelos seus grandes serviços prestados à comunidade acadêmica da região sul da Bahia. Ela também cita o livro “Notícia Histórica de Ilhéus”, de Arléo Barbosa, que serviu como referência para as primeiras dissertações sobre a região do cacau, a partir dos anos 1980.

Membro da Academia de Letras de Ilhéus, Carlos Roberto Arléo Barbosa faleceu aos 89 anos. Seu trabalho de pesquisa sobre Ilhéus e a região sul da Bahia teve início ainda na juventude. Foi professor da Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc), do Instituto Nossa Senhora da Piedade e do Colégio Vitória e fundou o Colégio Fênix.

Clique aqui para ler a homenagem do professor Efson Lima ao grande mestre.

Imagem da minissérie brasileira Cidade Invisível, produção original da Netflix
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Nesta quarta-feira (16), a Netflix anunciou que testará a cobrança de uma tarifa extra aos clientes que emprestam os dados de acesso ao serviço de streaming a moradores de outras casas. A princípio, segundo a empresa, o teste será feito apenas em três países – Chile, Costa Rica e Peru.

Convertidas para o real, as tarifas adicionais serão de R$ 10,00 a R$ 15,00. A fase de teste, que será por tempo indeterminado, vai permitir que a empresa decida se estenderá ou não a nova regra para outros países.

A companhia emitiu comunicado sobre a nova medida. Segundo o texto, o compartilhamento dos dados de acesso diminui a capacidade de investimento em novas produções audiovisuais para os assinantes.  

“Queremos garantir que todos os novos recursos sejam flexíveis e úteis para os membros, cujas assinaturas financiam todos os nossos excelentes programas de TV e filmes”, assegura a empresa.

Público pôde conhecer as produções do artesanato de Uruçuca
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O primeiro Calçadão Cultural movimentou a Praça Miguel Baracho, no centro da Uruçuca, no último final de semana. O público pôde curtir apresentações musicais de Jorge e Dudu, Alcione – A índia do Arrocha, Roberto KiPancada e convidados, além de conferir as produções do artesanato local no Calçadão.

Lívia Barbosa, diretora de Cultura do município, considera o evento importante e necessário, que alimenta a cultura no município e proporciona momentos de lazer e integração para diversos grupos, desde agentes culturais a comerciantes locais e público em geral. “O Calçadão Cultural valoriza nossos artistas, movimenta a economia e leva alegria à comunidade”, frisou.

O evento contou com apoios como os da Câmara de Vereadores, comerciantes e associações locais. “O evento foi um sucesso! Sem falar no apoio da Polícia Militar, que esteve presente para que as pessoas pudessem aproveitar o momento em segurança”, disse Lívia Barbosa.

A primeira edição do projeto estava marcada para o fim de semana do Carnaval, porém, em decorrência do decreto municipal que proibia festas de rua, foi adiado para esta semana, casando bem com período de baixa no número de casos de Covid-19 no município.