Tatau, ex-Areketu, e Orquestra Neojibá em nova versão do Hino ao 2 de Julho
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O cantor Tatau mais 1.500 estudantes da rede pública e a Orquestra Neojibá se reuniram no Teatro Castro Alves, em 2010, para entoar a nova versão do Hino ao 2 de Julho, o hino da Independência do Brasil na Bahia.

A reunião deu aos baianos a mais bela interpretação do nosso hino. Abaixo, o leitor pode conferir o resultado da apresentação em Salvador, com arranjo do maestro Fred Dantas e regência de Yuri Azevedo.

Viva ao 2 de Julho!

Marcela Bonfá e Dado Villa-Lobos mantêm o direito de se apresentar com o nome da banda que marcou época na cultura brasileira
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​A maioria dos ministros da Quarta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) negou, nesta terça-feira (29), recurso da empresa “Legião Urbana Produções Artísticas”, que buscava a rescisão de sentença que garantiu aos músicos Dado Villa-Lobos e Marcelo Bonfá o uso da marca Legião Urbana em suas atividades artísticas.

Para o colegiado, a sentença parcialmente favorável aos músicos adotou uma das soluções juridicamente válidas para o caso, sem violação de norma que pudesse dar provimento ao recurso.

Para os magistrados, a decisão de primeiro grau também não afetou a titularidade da marca, que permanece com a Legião Urbana Produções Artísticas.

Os ministros ainda apontaram que, na ação original, não havia necessidade de intervenção do Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI), o que também afasta a tese de que o processo deveria ter sido julgado na Justiça Federal, e não na Justiça estadual do Rio de Janeiro.

USO DA MARCA

Por meio de recurso especial, a Legião Urbana Produções Artísticas sustentou que Dado Villa-Lobos e Marcelo Bonfá venderam as suas cotas na sociedade, que ficou sob a administração do vocalista da banda, Renato Russo (1960-1996), e posteriormente seu filho, Giuliano Manfredini. Por isso, a empresa alegou que, apesar de Dado e Bonfá não estarem impedidos de tocar as canções do grupo, eles não poderiam utilizar a marca “Legião Urbana” sem autorização expressa da empresa.

Devido aos limites desse julgamento, proferido pela da Justiça estadual, o ministro lembrou que Dado Villa-Lobos e Marcelo Bonfá não podem fazer uso pleno da marca – como comercializar produtos oficiais e tomar ações de proteção da marca –, pois essas prerrogativas permanecem com a Legião Urbana Produções Artísticas.

“Os recorridos somente podem fazer uso, no exclusivo exercício de sua atividade profissional, da marca para a qual indubitavelmente colaboraram com a criação e participaram de sua divulgação como integrantes de banda musical cuja fama e sucesso marcaram o tempo de sua existência”, afirmou o magistrado.

O ministro também lembrou que a sentença questionada pela Legião Urbana Produções Artísticas encontra amparo no princípio constitucional da função social da propriedade, tendo em vista a repercussão negativa da restrição de uso da marca sobre a difusão da cultura e sobre o livre exercício dos direitos autorais correlatos – dos quais os músicos têm titularidade, como no caso das canções da Legião.

PARA MINISTRO, SUCESSO DA MARCA DECORREU DE TRABALHO DA BANDA

Antonio Carlos Ferreira ainda destacou que é a marca que representa o grupo, e não o contrário. Ou seja, segundo o magistrado, a Legião Urbana não alcançou sucesso por causa da marca, mas a marca tem sua relevância em razão do trabalho exitoso dos integrantes da banda, ao longo de anos.

Além disso, ao negar o pedido de rescisão da sentença, o magistrado ressaltou que o uso do nome Legião Urbana pelos músicos em apresentações artísticas tem como resultado a valorização da própria marca, revigorando o sucesso da banda da qual são membros da formação originária.

“A maior difusão das composições musicais da Legião Urbana, igualmente, a par da perpetuação de seu sucesso, decerto que fará com que as gerações mais novas possam ter contato com obras que inspiraram a evolução desse gênero musical – o chamado ‘rock’ brasileiro – por quase duas décadas”, concluiu o ministro.​

Prefeito recebeu os ministros do Turismo e da Cidadania, Gilson Machado e João Roma, respectivamente, em evento nesta terça-feira (29)
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O prefeito Mário Alexandre, Marão (PSD), apresentou aos ministros Gilson Machado (Turismo) e João Roma (Cidadania) o projeto “Ilhéus rumo aos 500 anos”, em evento realizado nesta terça-feira (29), no hotel Aldeia da Praia, no litoral sul de Ilhéus. O secretário especial de Cultura Mário Frias, a presidente do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), Larissa Peixoto, e o vice-prefeito Bebeto Galvão (PSB) também participaram do ato, que encerrou as comemorações do aniversário de 487 anos de Ilhéus.

Na oportunidade, Mário Alexandre destacou a importância do trabalho coletivo para o crescimento de Ilhéus e de todo o sul da Bahia. “A união entre os diversos setores é fundamental para dar impulso ao desenvolvimento da nossa cidade e das cidades que fazem parte da nossa região. Então, a gente acredita que esse trabalho de parceria é necessário para fortalecer a atividade, atender as demandas do setor [turístico] e oferecer conforto e bem-estar aos visitantes e melhor qualidade de vida ao nosso povo”, disse Marão.

MUSEU DA CAPITANIA

De acordo com a Prefeitura, um dos objetivos do projeto é tirar do papel o Museu da Capitania, repositório para guardar e expor objetos que contam a história da formação social, cultural e econômica de Ilhéus.

Foto antiga do Palácio Paranaguá, cuja construção foi concluída em 1907 || Acervo do site Ilhéus com amor

Ainda em dezembro de 2015, o então prefeito Jabes Ribeiro (PP) transformou o Palácio Paranaguá, antiga sede da Prefeitura, no Museu da Capitania de Ilhéus. No entanto, o projeto não foi concluído. Quase 6 anos depois, o prédio inaugurado em 1907 dá sinais inequívocos de que sua conservação para a posteridade depende de uma reforma estrutural.

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Hans criou o Chocolate Caseiro de Ilhéus. Caseiro, pero no mucho, porque foi questão de tempo para que seu chocolate (aí incluídas as impagáveis versões Nacib e da Gabriela)  conquistasse o Brasil, vendido em aeroportos e lojas de grife.

Daniel Thame

Prestes a completar 500  anos (487 neste 28 de junho), Ilhéus ficou conhecida mundialmente como a Terra do Cacau por meio das obras de Jorge Amado. Com seus coronéis, jagunços, trabalhadores explorados,  aventureiros de todos os matizes, moçoilas dadivosas, gabrielas e nacibs, Jorge criou um universo mítico, em obras traduzidas para dezenas de idiomas e adaptadas para incontáveis versões na televisão.

No  último quarto de século, quando o cacau atravessou uma de suas piores crises e Jorge partiu para ser amadamente eterno, três personagens que poderiam ter saído de seus livros decidiram subverter a (des)ordem natural das coisas. Como é que uma região que produzia as melhores amêndoas do mundo não produzia nem o mais miserável dos chocolates?

Aí veio Hans Schaeppi, hoteleiro, produtor de cacau, mas principalmente visionário. Hans criou o Chocolate Caseiro de Ilhéus. Caseiro, pero no mucho, porque foi questão de tempo para que seu chocolate (aí incluídas as impagáveis versões Nacib e da Gabriela)  conquistasse o Brasil, vendido em aeroportos e lojas de grife.

Hans Schaeppi viu a uva – perdão, o chocolate -, mas ninguém se atreveu a seguir o caminho. Freud, perdão de novo, Jorge explica.

Até que entrou em cena outro visionário (meio gênio, meio louco, naquele momento mais louco do que gênio. Seu nome: Marco Lessa.

Pois não é que o empresário e produtor de eventos decidiu criar em Ilhéus o Festival Internacional do Cacau e Chocolate. O nome pomposo (pretencioso?), escondia uma realidade bem menos glamourosa:  de chocolate sulbaiano mesmo só havia o de Hans.

Mas Marco Lessa já nem via a uva: via chocolate mesmo. E chocolate de origem, feito com cacau fino, para disputar mercado com os melhores chocolates do mundo, que eram  feitos com as nossas amêndoas do sul da Bahia. Precisa desenhar?

Uma década depois, já são cerca de  70 marcas regionais, Chor (eleito recentemente um dos três melhores chocolates do mundo), Sagarana, Yrerê, Maltez, Modaka, Mendá, Benevides, Seno, Cacau do Céu, Natucoa, Sul da Bahia, Terravista  e  companha limitada. Todos nascidos na esteira do festival, que, sim, hoje  faz mais do que jus ao nome, maior do gênero na América Latina.

Chocolates para se degustar de joelhos!

Junto com o chocolate de origem, veio  a produção de amêndoas de altíssima qualidade. E aí entra o personagem com dotes de alquimista  na sua fazenda/santuário Leolinda. Jeitão  simples de monge franciscano, talento de Papa na excelência do seu (Santo) Ofício. O que ele fez com o cacau, antes destinado apenas às moageiros e plantados aos Deus dará (às vezes vinha uma praga e Deus não dava), ao elevar os padrões de seleção, cultivo e, consequentemente de qualidade, só tem uma definição: revolução.

João Tavares, Hans Schaeppi, Marco Lessa. Cacau e agora também chocolate.

Embalados e inspirados nas histórias de Jorge que amou o cacau e certamente amaria os chocolates hoje mundialmente amados.

Histórias que dariam um livro, mas que nos satisfazem o corpo e a alma quando nos dão um divina barra de cada chocolate que brota dessa sagrada terra grapiuna, onde também brotam pioneiros/visionários sempre dispostos a reescrever essa história de quase  meio milênio, onde ainda há muito o que reescrever  e escrever.

Bem vindos às terras do cacau e do chocolate!

E Salve Jorge. Sempre.

Daniel Thame é jornalista, blogueiro, escritor e editor do site Cacau&Chocolate.

Peça será transmitida via internet, às 20 horas
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Neste sábado (26), às 20 horas, o espetáculo “IntimIDADES” terá sua única apresentação do mês de junho. A montagem do Teatro Popular de Ilhéus (TPI) reflete sobre os conflitos que o tempo impõe à vida, num diálogo entre passado, presente e futuro.

Com interpretação de Tânia Barbosa, Iara Colina e Mãe Ilza Mukalê, o espetáculo tem dramaturgia coletiva, encenação de Romualdo Lisboa, músicas de Eloah Monteiro e letras de Romualdo Lisboa com arranjos de Pablo Lisboa. A peça terá transmissão via internet, no canal do TPI no Youtube.

O projeto tem apoio financeiro da Prefeitura de Ilhéus através da Secretaria Municipal de Cultura e Turismo, Edital Arte Livre, via Lei Aldir Blanc, direcionada pela Secretaria Especial da Cultura do Ministério do Turismo, Governo Federal.

O ingresso pode ser adquirido de forma gratuita no endereço sympla.com/teatropopulardeilheus.

Logo após a apresentação, acontecerá um bate-papo com Mari Gois, psicóloga, educadora, pesquisadora e produtora cultural. A transmissão será via Zoom.

SEDE DO TEATRO

Também é possível contribuir para a construção da sede do Teatro Popular de Ilhéus por meio da compra do ingresso ou de doação direta para o Pix do grupo (CNPJ 05.348.041/0001-97).

Assista aos dois primeiros filmes do projeto Ecos da caveira de burro, do itabunense Sebah Villas-Bôas
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O artista visual Sebáh, pseudônimo do itabunense Alfredo Góes Villas-Bôas, assina a criação e direção do projeto Ecos da Caveira de Burro, série de quatro curtas-metragens feitos com poemas que evocam símbolos da formação da cultura cacaueira nas terras grapiúnas.

Com linguagem alegórica e o simbolismo do poder hegemônico, a série expõe marcas coloniais que persistem na realidade brasileira, explica Sebáh.

O projeto Ecos da Caveira de Burro tem apoio financeiro da FICC (Fundação Itabunense de Cultura e Cidadania), por meio do Programa Aldir Blanc Bahia, via Lei Aldir Blanc, direcionada pela Secretaria Especial da Cultura do Ministério do Turismo, Governo Federal.

Os dois primeiros filmes já estão disponíveis na internet. Assista abaixo.

Forró marca o ritmo dos shows do Festival de Economia Solidária São João da Minha Terra
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As noites de 23 e 24 de junho serão marcadas por muita animação no Festival de Economia Solidária São João da Minha Terra. Com shows de Del Feliz (23) e Zelito Miranda (24), além de diversas outras atrações, o autêntico forró nordestino vai marcar o ponto alto do evento.

O festival, promovido pelo Governo do Estado, através da Secretaria do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte (Setre), tem como objetivo a divulgação e comercialização online dos produtos dos Centros de Economia Solidária (Cesols).

Além de Del Feliz e Zelito Miranda, outros artistas vão animar as duas noites da festa digital, a exemplo de Amadeu Alves, Balanço Swingado, Jairo Barboza, Rennan Mendes, Cícero e Sofia Leão, Zé Costa e Viny Borges. Outras atrações das duas noites serão a Quadrilha do Iguape (Cachoeira-BA) e a gastronomia das chefs Rosa Gonçalves e Cida Pescadora.

VENDAS NA REDE

As vendas online dos produtos são feitas no portalecosol.com.br. Em Salvador e Lauro de Freitas, os internautas podem comprar também pela plataforma Escoaf em www.escoarbrasil.com.br/festival. O atendimento ficará disponível até 30 de junho.

São comercializados chocolates, doces, queijos, licores, vinhos, biscoitos, farinha, roupas, artesanato e outros produtos.

Aberto no último dia 13, o Festival de Economia Solidária São João da Minha Terra é transmitido através do Facebook, YouTube e Instagram (@economiasolidariaba). O encerramento será no dia 30 de junho.

Prefeito Bruno Reis anuncia organização de evento previsto para julho
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O prefeito Bruno Reis (DEM) disse que a Prefeitura de Salvador organiza um evento-teste, a princípio marcado para julho, com a intenção de avaliar as condições da cidade para a retomada das festas de Réiveillon e Carnaval, que não ocorreram neste ano devido à pandemia de Covid-10.

Bruno fez o anúncio na manhã desta segunda-feira (21), durante entrevista coletiva. “O desejo do prefeito é fazer um evento teste já em julho. Quero fazer um evento teste em julho, se os números permitirem. E o desejo do prefeito não é só fazer o carnaval de 2022, não. É fazer o réveillon [deste ano] também”, disse, referindo-se a si mesmo na terceira pessoa.

Apesar do anúncio, o prefeito explicou que ainda não é o momento de dar maiores detalhes sobre a organização do evento-teste e os planos do governo para as duas grandes festas. “Não vamos falar do que está sendo feito para o Carnaval, para o Réveillon ou o que está sendo organizado para o evento-teste, até para não causar uma falsa sensação em relação à pandemia. Mas se depender desse prefeito aqui, vamos ter evento-teste em julho, Réveillon esse ano e Carnaval em 2022”.

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Tudo pronto para a abertura, neste domingo (13), do Festival de Economia Solidária São João da Minha Terra. A programação oficial reúne atrações culturais, gastronomia e debates sobre o papel da organização social e produtiva de homens e mulheres da agricultura familiar e dos povos tradicionais.

A live de abertura, que terá início às 19 horas, contará com as participações de Leonardo Boff, teólogo, escritor, filósofo e professor conhecido internacionalmente por sua defesa dos direitos dos pobres e excluídos, e Shirley Krenak, ativista que atua na defesa dos direitos indígenas e da conservação da floresta.

A parte musical do evento, que valoriza a cultura regional, terá como atrações o cantor Del Feliz, o cordelista Antônio Barreto, a Orquestra Sisaleira e a Camerata Popular do Recôncavo.

Durante todo o evento haverá a comercialização de produtos de associações e cooperativas da agricultura familiar de 15 Territórios de Identidade da Bahia. Elas integram empreendimentos atendidos pelas 13 unidades de Centros Públicos de Economia Solidária (Cesols)

Promovido pelo Governo do Estado, através da Secretaria do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte (Setre), o Festival de Economia Solidária São João da Minha Terra será realizado de forma virtual, obedecendo aos cuidados com sanitários devido à pandemia da Covid-19. A transmissão será pelo Facebook, YouTube e Instagram (@economiasolidariaba).

PROGRAMAÇÃO

13/06

Del Feliz
Leonardo Boff
Shirley Krenak
Cordelista Antônio Barreto
Orquestra Sisaleira
Camerata Popular do Recôncavo

23/06

Del Feliz
Quadrilha do Iguape (Cachoeira-BA)
Amadeu Alves
Balanço Swingado
Jairo Barboza

GASTRONOMIA

Chef Rosa Gonçalves
Chef Cida Pescadora

24/06

ATRAÇÕES ARTÍSTICAS

Zelito Miranda
Rennan Mendes
Cícero e Sofia Leão
Zé Costa
Viny Borges

GASTRONOMIA
Chef Rosa Gonçalves
Chef Cida Pescadora

Primeira página de "Seres Fantásticos: a água é uma pérola"
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Quem navega nas redes sociais ou circula pelas ruas de Itabuna, provavelmente já viu alguma intervenção artística assinada por Sebáh, pseudônimo adotado por Alfredo Góes Villas-Bôas. Nesta semana, o artista itabunense lançou o livro infanto-juvenil Seres Fantásticos: a água é uma pérola.

A história reúne seres encantados do folclore brasileiro, a Iara, o Curupira, o Lobisomem, o Boitatá e o Saci, que, sob a liderança do Pajé Tapuia, juntam-se a cinco jovens moradores da Vila Progresso para salvar o Rio da Lua, a única fonte de água da cidade.

Clique aqui para baixar o livro.

Ilustrada e escrita por Sebáh, com produção da Paracé Studio Criativo, a obra ganhou versão em áudio, com direção e narração do próprio autor e edição musical do produtor Lula Soares Lopes, do projeto Digital Aparatus; confira.

O projeto Seres Fantásticos: a água é uma pérola tem apoio financeiro do Estado da Bahia, através da Secretaria de Cultura e da Fundação Pedro Calmon (Programa Aldir Blanc Bahia), via Lei Aldir Blanc, direcionada pela Secretaria Especial da Cultura do Ministério do Turismo, Governo Federal.

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Aldo e Diego apresentaram o CadCulti ao secretário de Administração de Itacaré, Marcos Japu (ao centro)

O secretário municipal de Administração de Itacaré, Marcos Japu, visitou a Fundação Itabunense de Cultura e Cidadania (FICC), nesta terça (18) para conhecer o Cadastro Cultural e de Turismo de Itabuna (CadCulti), ferramenta inovadora lançada pela gestão do prefeito Augusto Castro.

Durante um encontro com o presidente da FICC, Aldo Rebouças, e com o supervisor administrativo-financeiro da fundação, Diego Pitanga, o secretário Marcos “Japu” conheceu detalhes da plataforma pioneira na região sul do Estado que resultará em um importante banco de dados para a Fundação.

Para Marcos, o projeto é um grande marco da gestão do prefeito Augusto Castro, principalmente para Itabuna, que é polo de cultura regional. O secretário de Itacaré disse que a ferramenta poderá proporcionar melhores condições coletivas aos segmentos de cultura e de turismo.

– Itacaré é uma cidade que respira cultura e é um destino turístico completo. Conhecer ferramentas que proporcionem melhores condições aos coletivos e segmentos é de extrema importância, conforme direcionamento do nosso prefeito Antônio de Anízio – disse Marcos Japu ao PIMENTA.

A plataforma, avalia Japu, é indispensável para, a partir das informações colhidas, traçar metas e dinâmicas e vê como incrível a plataforma utilizada pela FICC. “O prefeito Tonho de Anízio, vai avaliar a possibilidade de criar uma ferramenta/plataforma ideal para Itacaré, dentro da realidade local”, disse o secretário.

O CADCULTI

Lançado na segunda (17), o CadCulti é destinado a atores culturais e de turismo, micro e pequenas empresas; cooperativas e instituições culturais e de turismo; organizações; associações; espaços; grupos; coletivos culturais e comunidades tradicionais.

O cadastramento da classe artística e do segmento do turismo é feito pelo site oficial cadculti.ficc.com.br, onde os profissionais e artistas preenchem o formulário, anexando os documentos solicitados. Com essa plataforma, Itabuna se destaca na preocupação e dedicação em valorizar as classes cultural e de turismo e também em dar um pontapé inicial para que outros municípios da Região Cacaueira da Bahia visualizem as possibilidades de seguir caminhos inovadores.

Live vai marcar lançamento da obra documental e artística nesta quinta-feira (20)
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No coração da Mata Atlântica, no Sul da Bahia, cinco mulheres transformam suas vidas e os seus entornos por meio de relações de subsistência e de defesa da natureza. Angelina, Rita, Dulciene, Maria Raimunda e Eduarda são as marisqueiras que protagonizam Saberes: Flores e Frutos do mar, o primeiro fotolivro digital da série Raiz de MarÉ, da artista visual Mariana Cabral.

As artes da pesca e da mariscagem, na maioria das vezes transmitidas por suas mães e avós, trazem para essas mulheres a oportunidade de uma vida livre e a força para buscar os seus direitos. Seus corpos revelam suas histórias e exibem as marcas de um trabalho que exige esforço e acarreta riscos. Mas também são testemunho de dedicação a um lugar que lhes permite a necessária autonomia financeira para seguirem desafiando a violência doméstica e as ameaças externas, como empreendimentos empresariais e grandes obras que impactam nas águas do mar, do rio e nos mangues, transformando diretamente suas vidas e seus territórios.

Com foco na leitura visual de fotografias resultantes de vivências em março deste ano, na Aldeia Zabelê, no município de Una, e no entorno da Associação de Pescadores e Marisqueiras do Bairro São Miguel, no litoral norte de Ilhéus, Mariana Cabral mostra detalhes dessas mulheres e de suas histórias, quase sempre ocultadas pela invisibilidade social. Os textos da jornalista Aline Frazão trazem as vozes dessas mulheres e enriquecem a percepção sobre suas formas de ver e viver o mundo.

Para Mariana, que também concebeu a identidade gráfica do livro, é preciso criar mais espaços para a reflexão, a sensibilização e um posicionamento social que seja crítico e construtivo. “A fotografia está para além da estética, tem potencial transformador! Uma honra conhecer cada uma dessas mulheres e poder apresentar parte de suas histórias. Uma honra construir, junto a outras mulheres, essa travessia fotográfica de integração, diálogo e troca”, comemora. O fotolivro já está disponível está na plataforma digital do projeto.

Para compartilhar o processo de produção, conduzido em total conformidade com as orientações da Organização Mundial de Saúde (OMS) para a contenção da pandemia de Covid-19, a equipe realizará uma live com participação das cinco marisqueiras protagonistas e também da empreendedora social Ashoka, Maria do Socorro Mendonça, que partilhará informações acerca dos impactos ambientais nessas localidades. O bate-papo virtual será nesta quinta-feira (20), às 10h, no perfil @raizdemare, no Instagram.

Saberes: Flores e Frutos do Mar é um projeto produzido por uma equipe feminina, composta também por Naiara Gramacho e Potyratê Tê Tupinambá na produção; Marcela Bertelli na revisão; e Tacila Mendes na assessoria de comunicação. A iniciativa tem apoio financeiro do Estado da Bahia através da Secretaria de Cultura e da Fundação Cultural do Estado da Bahia (Programa Aldir Blanc Bahia) via Lei Aldir Blanc, direcionada pela Secretaria Especial da Cultural do Ministério do Turismo, Governo Federal.

Aldo Rebouças, presidente da FICC, explica cadastramento || Foto Lucas Matos
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A Fundação Itabunense de Cultura e Cidadania (FICC) lançou, nesta segunda (17), uma plataforma para mapear artistas e profissionais do turismo que atuam no município sul-baiano, o CadCulti. O presidente da FICC, Aldo Rebouças, disse que o cadastro foi dividido em 10 categorias, dentre as quais Artes Cênicas – Dança, Circo e Teatro, Música, Artes Visuais, Humanidades, Audiovisual e Turismo.

O incentivo à classe artística dedicada ao turismo vai acontecer em três etapas, segundo o dirigente da FICC – cadastro, lançamento de edital e quantificação dos grupos. “Depois disso, será avaliado um auxílio financeiro, o fomento e a qualificação dessas categorias”, disse Aldo.

O presidente da FICC vê no CadCulti uma inovação. “É um projeto inovador na Bahia e uma marca do compromisso do prefeito Augusto Castro com a classe artística e os demais atores ligados ao turismo”, acrescenta Aldo. O cadastramento pode ser pelo site oficial do CadCulti, o cadculti.ficc.com.br ou pelo site da FICC (clique aqui).

O cadastramento também pode ser feito em dois pontos disponibilizados pela FICC, a Biblioteca Municipal Plínio de Almeida, no Espaço Cultural Josué Brandão, no bairro Conceição, de segunda a sexta, das 8h às 14h, e no estande da FICC montado no Shopping Jequitibá, de segunda a sexta, das 10h às 18h.

DÚVIDAS

A FICC também colocou à disposição das pessoas que devem se cadastrar no CadCult um telefone de contato para esclarecer dúvidas, o (73) 99862-1338, que também é whatsapp, com atendimento de segunda a sexta, das 8h às 18h.

Fotografia que compõe obra digital de Ana Lee que será lançada hoje (14)
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O livro fotográfico Loiro Pivete: Da Margem ao Centro, da fotógrafa baiana Ana Lee, será lançado nesta sexta-feira (14), às 20h, pelo site Loiro Pivete. O fotolivro se embala no movimento estético de descoloração e pintura de cabelo de jovens negros de Ilhéus (BA) e pode ser baixado, gratuitamente (confira abaixo). O projeto da fotógrafa foi construído com intuito de fortalecer narrativas e valorizar a criatividade e ousadia da moda periférica, que atravessa estruturas, olhares e redefine noções de autoestima e identidade.

O fenômeno, popularmente conhecido como Loiro Pivete, está vinculado a ritmos periféricos como o pagodão baiano e o funk carioca e se estabelece como uma forma de pensar moda a partir de referências de dentro da própria comunidade, como define Ana Lee, uma das fotógrafas mais requisitadas do sul-baiano.

Para compor o livro fotográfico, Ana Lee registrou imagens e essências de crianças e jovens nas comunidades onde moram. “Acredito no potencial da arte, cultura e beleza humana na construção de uma sociedade mais justa, plural e diversa, com indivíduos respeitados por sua identidade e estilo, admirados por sua ousadia e inteligência, uma sociedade onde ser pivete seja símbolo de alegria, irreverência e criatividade”, destaca a fotógrafa.

Imagens da iniciativa estão disponíveis no Instagram @loiro.pivete. O projeto tem apoio financeiro do Estado da Bahia, por meio da Secretaria de Cultura e da Fundação Cultural do Estado da Bahia (Programa Aldir Blanc Bahia), via Lei Aldir Blanc, direcionada pela Secretaria Especial da Cultura do Ministério do Turismo, Governo Federal. O livro pode ser baixado gratuitamente.

SERVIÇO
Loiro Pivete: Da Margem Ao Centro, da fotógrafa Ana Lee
Quando: 14 de Maio, às 20h
Onde: www.loiropivete.com.br/ Instagram / Youtube

Mestre Gajé é o primeiro homenageado da série, que será lançada no dia 19 de maio
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Reconhecer o trabalho dos grandes mestres de capoeira da Bahia e promover a salvaguarda, o resgate, a preservação e a valorização da cultura popular presente nessa importante manifestação cultural. Esses são os objetivos do Projeto de Educação Patrimonial Capoeira em Quadrinhos, que lançará virtualmente a primeira edição de uma série de revistas temáticas no dia 19 de maio, a partir das 19 horas, no Instagram @cerqueiraproducoes.

O projeto consiste em uma série de revistas em quadrinhos que reúnem histórias da vida de grandes mestres baianos de capoeira, por meio de uma abordagem artística, lúdica, informativa e educativa.

Fruto da parceria entre a Cerqueira Produções e a ColeCult (Coletivo Cultural) e idealizado pelos produtores Fábio Cerqueira e Dayse Simplício, o projeto vai homenagear grandes personalidades da capoeira. O homenageado da primeira edição será o renomado mestre José Izidro de Carvalho, conhecido como Mestre Gajé, que este ano completa 70 anos de vida, mais de 50 deles dedicados à capoeira.

Mestre Gajé

“A revista apresenta, por meio de relatos pessoais, contos e histórias reais, fatos marcantes da vida do mestre narradas por ele próprio e retratadas artisticamente através dos quadrinhos”, detalhou o empreendedor cultural Fábio Cerqueira. O evento online contará com a presença do Mestre Gajé e convidados.

O Projeto Capoeira em Quadrinhos foi contemplado pelo prêmio Jaime Sodré de Patrimônio Cultural, da Fundação Gregório de Mattos (Prefeitura de Salvador), por meio da Lei de Emergência Cultural Aldir Blanc, com recursos oriundos da Secretaria Especial da Cultura do Ministério do Turismo (Governo Federal).

Informações o acesso gratuito à revista física ou ao exemplar digital serão disponibilizadas após o evento de lançamento, via e-mail (colecultcoletivocultural@gmail.com).