Apresentações do Festival começam na segunda-feira (3) || Foto Bruno Morais/Divulgação
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De 3 a 9 de novembro, a 13ª edição do Festival de Dança Itacaré levará para o palco do Centro Cultural do quilombo urbano Porto de Trás mais uma edição, desta vez, com espetáculos de artistas de Guadalupe, Costa do Marfim, França e Mali, como parte da Temporada França-Brasil, e de países como Portugal, Alemanha, Zimbábue e da América Latina.

Ainda, artistas nacionais do Maranhão, Paraná, Bahia, Piauí, Distrito Federal e Rio de Janeiro apresentam espetáculos e performances ao longo da semana, todos com entrada gratuita. A classificação é livre para a maioria das atividades.

A abertura oficial será na próxima segunda-feira (3), às 19h, no Centro Cultural Porto de Trás, e terá a presença de autoridades e parceiros, seguida do espetáculo resultante do intercâmbio de artistas internacionais e de Itacaré, no escopo da Temporada França – Brasil 2025.

Na estreia, será apresentado o espetáculo Ideia de Festa (Une Idée De Fête), de Abdoulaye Trésor Konaté e Verusya Correia. A obra propõe um diálogo entre duas manifestações afrodescendentes: o Bicho Caçador, do quilombo urbano do Porto de Trás, e o Zaouli, do povo Gouro, na Costa do Marfim.

OUTROS ESPETÁCULOS

A programação também inclui os espetáculos Le Sacre du Sucre, da Cie Trilogie Lénablou (Gladalupe/FR); e Corpos, da Cia La Mangrove (Guadalupe/FR); Territmia, de Projetos Simos; e (In)visível, de Marisa Porto.

As peças nacionais são Ai, ai, ai, de Marcelo Evelin/Demolition Incorporada (Teresina/PI); Quarto Lilás, com Erivelto Viana e Princesa Ricardo Marinelli (São Luís/MA e Curitiba/PR); Falhas, Folhas e Falos, do Coletivo Serra Grande (Uruçuca/BA), com Sara Parisi, Luis Alonso Aude e Antônio Vergne; e Danúbio, de Jonathan Andrade (Brasília/DF).

As performances selecionadas para esta edição são We who do not belong, de Soko Jena (Bochum, DE); e Cazumbaria, de Juliana Manhães (Guapimirim/RJ).

OFICINAS

O evento vai promover também atividades formativas, como as oficinas-espetáculo Movediço, de Jai Bispo (Salvador/BA); Vital, de Dani Lima e Babi Fontana (Rio de Janeiro/RJ); a masterclass da Temporada França-Brasil Corpos, da Cia La Mangrove (Guadalupe/FR); a exibição do documentário Aqui, de Luciano Botelho (Ipatinga/MG); e o encontro Abre-Alas: Festivais em Aquilombamento – Conversa com Martin Domecq”, com Gabriel Cândido, Soraya Martins, Thiago Pirajira e Verusya Correia.

O Festival de Dança Itacaré- ANO XIII é uma produção da Casa Ver Arte, com apoio da Prefeitura de Itacaré, e é fomentado pelo Programa Funarte de Apoio a Ações Continuadas 2023.

Flicacau abre inscrições gratuitas para a Casa dos Autores || Imagem Divulgação
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A Festa Literária da Região Cacaueira (Flicacau) vai abrir inscrições para escritores, quadrinistas, cordelistas e ilustradores interessados em lançar ou apresentar suas obras na Casa dos Autores Baianos, um dos espaços do evento que vai movimentar o Centro de Cultura Adonias Filho, em Itabuna, de 27 a 29 de novembro.

Podem participar autores residentes em qualquer parte do Brasil. Serão preenchidas 30 vagas. O Edital de Chamamento reserva 10% delas para pessoas com deficiência, outros 10% para negros e 5% para indígenas.

As inscrições deverão ser feitas de 22 de outubro até 3 de novembro, no site da Flicacau 2025. O resultado está previsto para o dia 16 de novembro. A participação é gratuita.

Para se inscrever, é necessário encaminhar a Ficha de Inscrição preenchida (disponível no Anexo 1 do Edital), acompanhada de portfólio-biografia, capa do livro em alta definição, foto do(a) autor(a), além dos anexos de 2 a 7 preenchidos (no que couber a cada proponente). O material deverá ser enviado por e-mail (editalflicacau2025@gmail.com).

O lançamento coletivo está marcado para o dia 28 de novembro, uma sexta-feira, com 15 obras no turno matutino e outras 15 à tarde. Cada autor(a) terá cinco minutos para apresentar seu trabalho. Ao final das apresentações, haverá sessão de autógrafos.

O edital não prevê cachês nem custeio de deslocamento, estadia e alimentação dos participantes.

A Flicacau tem patrocínio do Governo do Estado. É contemplada também pelo Projeto Bahia Literária, iniciativa da Fundação Pedro Calmon (FPC), unidade vinculada Pa Secretaria de Cultura da Bahia (SecultBA) e da Secretaria Estadual de Educação (SEC). Conta com o apoio da Prefeitura de Itabuna. A produção do evento é da Seneh Comunicação & Projetos.

Ticiana Villas Boas durante visita ao Bataclan, em Ilhéus || Foto redes Sociais
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A jornalista Ticiana Villas Boas Batista compartilhou relato de visita recente a Ilhéus e fez elogios ao Bataclan, restaurante e espaço cultural do Centro Histórico da cidade do sul da Bahia, eternizado no romance Gabriela, Cravo & Canela, do itabunense Jorge Amado (1912-2001).

Nascida em Salvador e herdeira da Fazenda Lealdade, em Maraú, que administra há um ano, Tici afirmou que, nas viagens à propriedade, durante os pousos e decolagens em Ilhéus – que tem o aeroporto mais próximo da fazenda -, sempre alimentou o desejo de conhecer a Terra da Gabriela com calma. “Dessa vez, consegui me organizar e dar uma volta pela cidade”, contou a cacauicultora, nesta quarta-feira (15), em uma rede social.

Apesar do encantamento com o Bataclan, a jornalista sentiu falta de mais espaços culturais e prédios históricos preservados. “Ilhéus tem uma história linda ligada ao ciclo do cacau, mas confesso que me entristeceu ver tantos casarões e construções históricas abandonadas. Museus fechados, espaços vazios – uma herança que merecia mais cuidado”, avaliou.

“Ainda assim, uma boa – e irônica – surpresa: o @bataclanilheus, um antigo e famoso cabaré, imortalizado por Jorge Amado é o único espaço cultural em funcionamento na cidade”, acrescentou. Na mesma publicação, mas em vídeo, lembrou que prédios históricos da cidade, como o Palácio Paranaguá e a Casa de Cultura Jorge Amado, estão fechados para visitação.

Coletivo faz apresentações gratuitas em Ilhéus || Imagem Divulgação
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Fundado em 2018, o primeiro Coletivo de Palhaçaria feminina do Sul da Bahia, As Madallenas, estreia hoje (11), às 15h30min, na Pousada Eborá, em Ilhéus, o espetáculo Foi lá no Atísà, que celebra os sete anos da trupe. A pousada fica na rua A, n. 112, bairro São Domingos, zona norte da cidade. A entrada é gratuita.

A segunda apresentação do grupo está marcada para o dia 1º de novembro, às 15h30min, no Terreiro Matamba Tombenci Neto, localizado na avenida Brasil, na Conquista, também com entrada franca.

“Na busca de uma palhaçaria nossa, a partir de referências afro-centradas e brasileiras, as integrantes puderam experimentar mudar a sua percepção de arte e pontuar os sete anos da existência do Coletivo”, afirmou a atriz e palhaça Driely Alves, co-diretora do espetáculo.

O grupo também vai se apresentar em mais terreiro de Ilhéus e em uma aldeia do povo tupinambá, em datas e locais ainda não divulgados.

O projeto foi contemplado nos Editais da Política Nacional Aldir Blanc Bahia e tem apoio financeiro do Governo da Bahia, por meio da Secretaria de Cultura do Estado via PNAB, direcionada pelo Ministério da Cultura – Governo Federal.

Juliana Tupinambá é a nova diretora do MNPI || Foto Juninho OFC
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A ilheense Juliana Amanayara Tupinambá recebeu, do Ministério dos Povos Indígenas, a missão de dirigir o Museu Nacional dos Povos Indígenas (MNPI), órgão científico e cultural da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai), localizado no Rio de Janeiro. A ministra Sônia Guajajara publicou a nomeação da ilheense na edição desta quinta-feira (2) do Diário Oficial da União.

Filha da Aldeia Mãe, da Terra Indígena Tupinambá de Olivença, Juliana é geógrafa, pedagoga, pós-graduada em Educação Indígena, mestre e doutoranda em Antropologia Social pela Universidade de Brasília (UnB).

O Conselho Indígena Tupinambá de Olivença (Cito) comemorou a chegada da educadora ao comando do Museu, que é responsável pela política de preservação e divulgação do patrimônio cultural dos povos indígenas no Brasil:

“Juliana estará à frente do MNPI ao lado do nosso Ancião, o Manto Sagrado Tupinambá, sagrado material e imaterial do nosso povo, que hoje repousa no Museu Nacional do Rio de Janeiro. Estar junto ao Manto é estar junto da memória, da espiritualidade e da força ancestral que guia nossa luta pela demarcação de nosso território”, afirmou o Cito, em nota.

Para o Conselho, a chegada de Juliana ao Museu Nacional dos Povos Indígenas não é apenas uma conquista individual, mas um marco coletivo. “[Significa] a presença Tupinambá nos espaços de memória, ciência e cultura, reafirmando que nossas histórias, saberes e patrimônios devem ser preservados e narrados em nossa própria voz”.

“Parabenizamos Juliana Amanayara e celebramos, com orgulho, essa conquista que fortalece a caminhada do nosso povo”, concluiu o órgão colegiado, que reúne lideranças de 16 aldeias do povo tupinambá de Olivença.

Projeto Vivências recebe inscrições para oficinas artísticas || Foto Rodrigo Miranda
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A Associação do Culto Afro Itabunense (Acai) abriu inscrições para as oficinas do Projeto Vivências: Tradição Oral da Nação Ketu, iniciativa gratuita que valoriza a musicalidade, a dança e a tradição oral do Candomblé como patrimônio imaterial brasileiro.

A aula inaugural será neste sábado (4), das 16h às 18h, com a primeira Mostra Cultural no Ponto de Cultura Acai, na Rua Inglaterra, número 497, no São Judas Tadeu. As atividades seguirão de forma quinzenal, aos sábados, no mesmo horário.

As oficinas serão conduzidas por um time de ogans e coordenada por Ogan Marcos, que reúne mais de uma década de estudo e dedicação à musicalidade afro-brasileira. A metodologia adotada é prática, imersiva e multissensorial, unindo teoria e prática, tradição oral, apostilas digitais e vídeos exclusivos.

Conforme a Associação, o objetivo é proporcionar não apenas o aprendizado técnico da percussão, do canto e da dança, mas também o contato profundo com o simbolismo dos atabaques e a força da ancestralidade.

VAGAS LIMITADAS

As vagas são limitadas a 40 participantes por turma, e o curso é voltado ao público em geral, sem distinção de idade, religião ou nível de conhecimento. Estudantes, educadores, percussionistas, adeptos das religiões de matriz africana e pessoas interessadas na cultura afro-brasileira também podem se inscrever. As inscrições devem ser feitas neste link.

Na 1ª Mostra Cultural do Projeto Vivência, a programação inclui palestra de Maria Áurea de Souza sobre patrimônio e memória; apresentação do projeto por Lula Dantas; apresentação da Orquestra Percussiva coordenada por Ogan Marcos; e a peça As Estrelas do Orinoco.

O Projeto Vivências: Tradição Oral da Nação Ketu é uma produção da Acai, contemplada no edital nº 009/2025 de Fomento a Projetos Continuados de Pontos de Cultura da Política Nacional Aldir Blanc em Itabuna, com apoio da Prefeitura de Itabuna, por meio da Fundação Itabunense de Cultura e Cidadania, via PNAB, direcionada pelo Ministério da Cultura – Governo Federal.

Mais informações pelo telefone/WhatsApp (73) 9 8835-8243.

Festival de Forró lotou a Praça São Miguel, na orla central de Itacaré || Fotos Tarek Roveran/Divulgação
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A rede hoteleira em Itacaré, no sul da Bahia, atingiu 100% de ocupação, neste final de semana, com o Festival de Forró 2025. O evento atraiu milhares de turistas ao município sul-baiano, de sexta (26) a domingo (28), e também lotou bares, restaurantes, lanchonetes e cabanas de praia durante o fim de semana. O Festival teve impacto direto sobre 7 mil leitos da rede no município, segundo a organização.

Sob curadoria de Targino Gondim e coordenação da Secretaria Municipal de Turismo, o Festival reafirmou sua importância no calendário cultural da Bahia.

– Com o Festival de Forró a gente conseguiu aquecer a economia da cidade, da região inteira, mostrar a força do forró, do público e dos nossos forrozeiros. É sempre um prazer e ser muito ser bem recebido nesse destino turístico”, disse o forrozeiro e o curador, Targino Gondim, ele mesmo uma das atrações do evento que já entrou no calendário de cultural e de eventos do estado.

Rural Amarela puxava o público para o palco principal do evento, na São Miguel

O Festival levou o melhor do forró à Pituba e orla já na na sexta-feira (26), com a Levada da Rural Amarela, que partiu da Rua da Pituba em direção ao palco montado na orla. O tradicional Aulão de Forró animou moradores e turistas na Praça do Canhão.

No sábado (27), a Rural, comandada por Marquinhos Café, novamente arrastou uma multidão até a orla, onde os shows lotaram a Praça de São Miguel Arcanjo até a madrugada. O público dançou ao som de artistas como Rennan Mendes, Sebastian Silva, Targino Gondim, Gel Barbosa, Trio Forró + Eu e Paulo Pootrich.

A agenda do domingo (28) encerrou a programação com mais Levada da Rural e apresentações no palco principal. Destaque para o Quinteto Sanfônico do Brasil e para a banda Cacau com Leite, além dos shows de Zelela e os Três da Bahia, Ivan Greg, Marquinhos Café, Luana Ingry e Natureza Forró da Bahia.

Targnio Gondim e Quinteto Sanfônico com o melhor do forró no Festival em Itacaré

RESULTADOS

A quinta edição do Festival de Forró surpreendeu positivamente, na avaliação do secretário de Turismo de Itacaré, Marcos de Sousa Japu. “Foi um evento que mais uma vez reuniu amantes do forró. Um público de turistas brasileiros e estrangeiros. É um evento consolidado, mas construído por muitas mãos. Estamos felizes por conseguirmos entregar mais um grande festival”, disse.

Da esquerda para a direita e ao centrao, Japu, Targino e o vice-prefeito Zé Washington

MOVIMENTA A ECONOMIA

A diretora da agência Itacaré Bahia Turismo & Viagens, Kali Sena, comemora os resultados obtidos em mais uma edição do evento. “Foi lindo ver o Festival de Forró 2025. Um evento muito bem organizado, fora do período de feriados. Deu um pico de crescimento na economia, todo o comércio ficou muito feliz com os resultados.

O prefeito Nego de Saronga celebrou o sucesso do evento. “O Festival consolida o calendário de eventos, com fortalecimento da economia. Turismo gerando emprego e renda. Parabenizo todos os envolvidos. Mais uma belíssima entrega”.

Criado em 2018 por Targino Gondim, o Festival de Forró de Itacaré já se consolidou como um dos maiores eventos culturais da Costa do Cacau. Além de celebrar a música nordestina fora do período junino, o Festival fortalece o turismo regional, unindo música, cultura e hospitalidade em um dos destinos mais procurados do litoral sul baiano.

Rural Amarela saía arrastando multidão pela Pituba em direção à Orla

FESTIVAL AINDA MAIOR EM 2026

Os resultados surpreendentes levaram o município a iniciar o planejamento para a edição do Festival de 2026. “Será ainda maior”, assegura o secretário Marcos Japu, após sinalização do prefeito Nego de Saronga. Segundo o secretário, o calendário de eventos do próximo ano será apresentado ao trade turístico em novembro.

Documentário será lançado na próxima sexta-feira (26), no Centro de Cultura Adonias Filho || Reprodução
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Os 63 anos da principal e mais longeva banda de baile do país ganharam documentário. Com roteiro e direção de Karine Fênix, Dance que o Lordão garante será lançado na próxima sexta-feira (26), no Centro de Cultura Adonias Filho, em Itabuna, a partir das 18h. Quem for ao evento, também poderá conferir essa história em fotos.

A produção recupera memórias, registros históricos e depoimentos de quem passou pela banda. Também traz testemunhas oculares que conviveram com o Lordão ao longo de sua trajetória, iniciada ainda nos anos 1960 quando ainda era chamada de Ritmos Lord.

Karine Fênix, diretora do documentário que celebra a história do Lordão

Reconhecida como referência da música popular baiana, a banda marcou gerações e construiu um legado que agora ganha registro audiovisual.

A diretora diz que o documentário promete emocionar o público ao revisitar momentos inesquecíveis da carreira, celebrando não apenas o impacto cultural da banda na música regional, mas também sua relevância na identidade cultural do sul da Bahia.

Sônia Leite, executiva da banda e esposa do bandleader Kocó, falecido em 2024

Fã da Banda Lordão, Karine Fênix vê uma relação de amor da banda com Itabuna, sobretudo com o povo grapiúna. “Lordão é a trilha sonora da região, de uma maneira muito autêntica, orgânica, com uma qualidade ímpar. Isso é muito evidenciado nos depoimentos. É uma sinergia difícil de descrever”.

Ritmos Lord em apresentação na churrascaria do Lord Hotel, em 1967

EXPOSIÇÃO FOTOGRÁFICA

A exposição fotográfica será recheada de registros históricos da banda, com de rostos que fizeram e fazem parte da construção da banda. O público poderá acompanhar ainda a história por meio de depoimentos de figuras relevantes que emprestaram seu talento e se profissionalizaram através do Lordão. A exposição ficará no foyer do Centro de Cultura Adonias Filho até o dia 6 de outubro.

Mestre Sabará, um dos fundadores da banda, é presença no documentário e na exposição

O evento é gratuito e aberto ao público. Para assistir ao documentário é só resgatar o ingresso por meio da plataforma Sympla, no link https://www.sympla.com.br/evento/dance-que-o-lordao-garante-lancamento-documentario-e-exposicao/3112815.

O documentário Dance que o Lordão Garante, da Lua Nova Estúdio Criativo, foi contemplado no edital da Lei Paulo Gustavo Itabuna, tem o apoio financeiro da Prefeitura de Itabuna, por meio da Fundação Itabunense de Cultura e Cidadania (FICC), via Lei Paulo Gustavo, direcionado pelo Ministério da Cultura, Governo Federal. Também conta com o apoio do Centro de Cultura Adonias Filho (Governo da Bahia).

SERVIÇO
Documentário e Exposição Dance que o Lordão garante
Quando – 26 de setembro, às 18h
Onde – Centro de Cultura Adonias Filho – Itabuna
Ingresso – Acesso gratuito via Sympla

DJ Bel, Dr. Imbira e Alien Punch se apresentam neste sábado (20), às 19h, na Praça Rui Barbosa, em Ilhéus || Divulgação
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Uma volta em dose dupla. A Dr. Imbira e o Projeto Sábado Sim, duas crias da cena cultural de Ilhéus, retornaram aos palcos. Neste sábado (20), a partir das 19h, a Praça Rui Barbosa, na avenida Soares Lopes, recebe show especial da banda de rock, num oferecimento do coletivo Chocolate Groove e da livraria O Badauê.

Criado em 2011, o Sábado Sim já deixou sua marca em mais de 50 eventos na Terra da Gabriela e, após longa hibernação, voltou a agitar a cidade no último dia 6, com o reggae da Quizila. Já no próximo final de semana, será a vez do retorno da Dr. Imbira, que também passou um tempo na geladeira.

Registro do retorno do Projeto Sábado Sim, no último dia 6 || Foto Chocolate Groove

Da antiga formação, a banda mantém o cantor e compositor Cabeça Isidoro nos vocais. No show do próximo sábado, ele terá a companhia de Lula Soares Lopes na bateria; Ismera Rock na guitarra; e Danilo Ornelas no contrabaixo. A noite terá ainda apresentação de DJ Bel, com um set recheado de sucessos do sul da Bahia, e participação especial da banda Alien Punch.

O Projeto Sábado Sim foi contemplado nos Editais da Política Nacional Aldir Blanc Ilhéus e tem apoio financeiro da Prefeitura de Ilhéus, por meio da Secretaria de Cultura, via PNAB, direcionada pelo Ministério da Cultura – Governo Federal.

Marcelo Ganem se apresenta na Festa da Farinha, em Buerarema || Imagem Divulgação
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O cantor e compositor Marcelo Ganem se apresenta nesta sexta-feira (19), às 19h, na Festa da Farinha, em Buerarema. Aberto ao público, o show Canto do Jequitibá vai marcar os 40 anos do álbum de estreia do músico, Serra do Jequitibá, lançado em 1985.

Um dos maiores expoentes da música grapiúna, Marcelo Ganem terá a companhia de outros 10 músicos, oferecendo uma experiência única que mistura ritmos, poesia e memória do sul da Bahia.

FESTA DA FARINHA

A programação da Festa da Farinha começou hoje (17) e seguirá até domingo (21), com diversas atrações. Um dos momentos mais aguardados é a apresentação do cantor Leo Santana, no domingo (21). Antes, nesta quinta-feira (18), a cantora Simone Mendes deve atrair grande público ao evento.

Màja apresenta Mar Absoluto, com músicas consagradas na voz de Maria Bethânia, n'A Baronesa, em Ilhéus
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Depois do sucesso interpretando a obra de Caetano Veloso, a cantora ilheense Màja aprofunda seu mergulho na genialidade dos herdeiros de Dona Canô e apresenta, neste domingo (14), às 20h, n’A Baronesa, em Ilhéus, sua versão de músicas consagradas na voz de Maria Bethânia.

No show Mar Absoluto, as águas são um fio condutor do espetáculo, que também se inspira na poesia de Cecilia Meireles e revisita a trajetória de canções eternizadas por uma das maiores intérpretes brasileiras. O espetáculo é fluido, alegre, forte e emocionante, como convém aos deuses e poetas.

O palco não poderia ser melhor. A Baronesa, localizada na Rua Barão do Rio Branco, no Pontal, é a casa perfeita para bons encontros ao som dos maiores expoentes da música no sul da Bahia. Mas, para garantir lugar, é preciso correr, pois os ingressos são limitados. Eles podem ser adquiridos por meio do WhatsApp (73) 9 8178-7319 ou no link da bio de Màja no Instagram (@majasoueu).

Amaurih Oliveira deu vida a Santos em Guerreiros do Sol || Imagem Globoplay
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O ator Amaurih Oliveira será um dos grandes destaques do 6º episódio da série de lives O Fio da Cena: tecendo memórias do TPI – 30 anos, na próxima segunda-feira (15), às 19h, pelo canal do Teatro Popular de Ilhéus no YouTube. O tema do encontro será A Criação do Núcleo para Infâncias e contará com a mediação do diretor e dramaturgo Romualdo Lisboa. Também participam a atriz e uma das fundadoras do TPI, Tânia Barbosa, e a atriz, cantora e professora Geisa Pena Tupinambá.

Reconhecido nacionalmente pela interpretação do cangaceiro Santos na série Guerreiros do Sol, do Globoplay, Amaurih já atuou em mais de 15 montagens teatrais e venceu o Prêmio Braskem de 2013, conquistado pela atuação no musical Éramos Gays. Também participou de telenovelas da Globo, Record e SBT, além de produções cinematográficas.

Amaurih é convidado especial da série Fio da Cena, do TPI || Foto Divulgação

Para Romualdo Lisboa, falou sobre o significado da participação do ator na atividade do TPI. “Amaurih é um talento que muito nos orgulha. Passou pelo Teatro Popular de Ilhéus e hoje constrói uma carreira de destaque nacional, seja no palco, no cinema ou na televisão. É um exemplo vivo de como o TPI ajudou a revelar e projetar artistas para além das fronteiras regionais, mantendo sempre um vínculo afetivo com nossa história”, afirma.

Além de Amaurih, Geisa Pena Tupinambá (que também é produtora indígena do povo Tupinambá de Olivença) e Tânia Barbosa trarão contribuições fundamentais, compartilhando suas experiências e referências na construção da memória e da identidade artística do Teatro Popular de Ilhéus.

FIO DA CENA

A série O Fio da Cena vai ao ar semanalmente, até dezembro, como um banco de memórias vivas do TPI. Cada episódio reúne artistas, técnicos e parceiros para revisitar bastidores, processos criativos e histórias que marcaram os 30 anos de umas das principais companhias de teatro do mundo.

A série foi contemplada nos Editais da Política Nacional Aldir Blanc Bahia e tem apoio financeiro do Governo da Bahia, por meio da Secretaria de Cultura do Estado, via PNAB, direcionada pelo Ministério da Cultura – Governo Federal.

Orquestra Neojiba se apresenta na noite deste sábado, em Itabuna || Foto Divulgação
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A Orquestra Neojiba se apresenta às 19h deste sábado (30) na Praça Rio Cachoeira (Beira-Rio), em Itabuna, encerrando as comemorações pelos 115 anos de Itabuna e 36 anos da Emasa. Reunindo o melhor da música clássica, a Neojiba trará cerca de 80 músicos nesta noite.

Criado em 2007 pelo Governo da Bahia, o Núcleos Estaduais de Orquestras Juvenis e Infantis da Bahia (Neojiba) busca promover o desenvolvimento humano por meio da prática musical coletiva. Hoje, o projeto atende cerca de 2,3 mil integrantes em 13 núcleos na Região Metropolitana de Salvador e no interior baiano, sendo hoje considerada referência internacional em inclusão por meio da música.

Presidente da Emasa, Ivan Maia avalia como momento histórico a apresentação da Orquestra Sinfônica Neojiba em Itabuna. “É uma alegria celebrar os 36 anos da Emasa junto com os 115 anos de Itabuna recebendo um espetáculo dessa magnitude. Mais do que um presente, essa apresentação reforça a importância da cultura como instrumento de transformação social e de valorização da nossa identidade. A música do Neojiba vai emocionar e unir ainda mais”.

Renata Ettinger lançará "]não cabe nas mãos[" no próximo dia 4, em Salvador
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A poeta e dizedora de versos Renata Ettinger lançará ]não cabe nas mãos[, seu quinto livro de poemas, no dia 4 de setembro. Após apresentar o título inédito na Festa Literária Internacional de Paraty (Flip) e na Flipelô, a autora itabunense se encontra com o público para o lançamento oficial, no Lar Café Bistrô, na Rua das Margaridas, Pituba, às 18h30min. O evento contará com sessão de autógrafos, leitura de poemas e apresentação musical de Nalini Vasconcelos e Pedro Gomes.

– O silêncio sempre foi matéria da minha poesia. E este livro é feito de silêncios e pulsares que não tem nome. Talvez seja isso que a poesia me pede — escrever o que não cabe, o que insiste em permanecer em desalinho, e nos devolve alguma forma de abrigo – conta Renata.

Publicado pela Mormaço Editorial – editora baiana independente dedicada à literatura brasileira contemporânea, ]não cabe nas mãos[ apresaenta narrativa sustentada pelo não dizer. Ao “acolher a ação que não” e “exercer o não verbo”, Renata conduz o leitor por uma escrita em que o silêncio, o silenciar e o silenciamento se estabelecem. A poeta percorre recônditos, não ditos, subterfúgios; e costura seus versos com os de outros poetas que iluminam e atravessam sua voz.

O livro tem edição de Maria Luiza Machado, poeta e fundadora da Mormaço Editorial, e orelha assinada pela escritora Maria Ávila. O projeto gráfico e a ilustração da capa são de Isabela Sancho. Já a produção editorial é de Marcus Cardoso e Juliana Cajives, que também assina a revisão da obra e o posfácio.

QUEM É RENATA ETTINGER

Renata Ettinger (1982) é baiana de Itabuna, e residente em Salvador. É poeta e dizedora de versos, publicitária e arteterapeuta. Já publicou os livros Habitadores (Patuá, 2023), A mesma vida é outra (2022), GRITO: silêncios ecoando em minha voz (2020), Oito Polegadas (2018) – este em parceria com mais três poetas, e Um eu in verso (2002), estes de forma independente.

É autora e voz do Trago Poemas, podcast e lista de transmissão, e do projeto de áudio-poemas Quarentena com Poema – QCP (2020). Também é uma das realizadoras do Sarau Preamar e do clube de leitura Onde se lê poesia, em que leva a poesia para além das páginas.

Audiência colhe propostas para o 2º ciclo da Pnab em Uruçuca || Imagem Divulgação
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A Secretaria de Cultura de Uruçuca promove, nesta terça-feira (19), às 8h, no Centro de Cultura, localizado na Rua Rui Barbosa, Centro, escuta pública sobre o segundo ciclo da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (Pnab). O encontro é voltado para artistas, outros atores sociais envolvidos com a produção de bens culturais e a todos que desejem contribuir com ideias, sugestões e propostas para a destinação dos recursos públicos.

De acordo com a Prefeitura, será um momento de debate e definição, de forma coletiva, sobre como serão aplicados os recursos do segundo ciclo da Pnab no município, garantindo transparência e participação democrática à execução da verba federal.

“A iniciativa busca fortalecer o diálogo entre poder público e sociedade civil, valorizando a pluralidade artística local e assegurando que os investimentos cheguem, de maneira justa e democrática, a quem produz cultura em Uruçuca”, afirmou a gestão, em nota.