O deputado estadual Rosemberg Pinto (PT) apresentou projeto que prevê a execução do Hino da Independência da Bahia (Hino ao 2 de Julho) em todos os eventos esportivos realizados no estado.
O parlamentar cita a importância da Bahia no contexto da Independência do Brasil e diz que o hino “é um reconhecimento à força do povo baiano, que jamais se curvou e se curvará à opressão”.
Do A Região Online
O Tribunal Regional Eleitoral (TRE) pode encerrar nesta terça-feira (12) a novela sobre quem comandará a prefeitura de Ubatã até 31 de dezembro de 2012. Nos últimos meses, o município tem convivido com as constantes trocas de prefeito.
Em maio do ano passado a Justiça Eleitoral cassou o mandato do prefeito Agilson Muniz, do PC do B, acusado de abuso de poder econômico e compra de votos. A decisão judicial também atingiu o vice-prefeito, Expedito Rigaud, do PSB.
No mês passado a Câmara de Vereadores criou uma Comissão Especial de Inquérito e afastou o substituto de Agilson Muniz. Edson Neves, do DEM, e o vice-prefeito Roberto Pazzi ficaram afastados de seus cargos por menos de uma semana, quando Neves foi substituído pela presidente da Câmara, Cássia Mascarenhas.
Picape (ao fundo) foi levada em sequestro relâmpago (Arquivo familiar).
Erivelton Coelho (Vetinho) e a esposa Marilândia Barreto foram vítimas de sequestro-relâmpago, ontem, quando se deslocavam de Itapitanga para Coaraci, no sul da Bahia. Três homens fortemente armados abordaram o casal aidna na estrada, obrigando-o a percorrer vários quilômetros de estrada de chão. O casal estava numa picape Mitsubishi L 200, placas JME-4176.
A quadrilha abandonou Vetinho e Marilândia no trevo próximo a Lage do Banco, levando o carro e objetos pessoais das vítimas. Os dois passam bem. A polícia ainda não tem pistas dos seqüestradores e do carro roubado. O casal divulgou fotos que podem ajudar a localizar o veículo. Os telefones para contatos são o (73) 3246-2221 (polícia) e 8845-0085.
Aos amigos desse blog, quero aqui relatar o ocorrido nessa manhã de segunda-feira (11). Ao sairmos de nossa casa para trabalhar, eu e meu esposo, Pimentel, fomos para o ponto de ônibus para pegar um transporte alternativo que faz linha Itabuna-Buerarema.
Como não apareceu nenhum desses transportes que fazem lotação, e nós temos horário para trabalhar, nos dirigimos até o coletivo da Rota. Ao chegarmos à porta do ônibus, fomos abordados pelo motorista que falou que a empresa o orientou a nos cobrar passagem. Pimentel respondeu ao motorista que ele ficasse tranquilo.
Quando eu fui subir no coletivo, o motorista me segurou pelo braço pra que eu não entrasse. Perguntei se ele iria me impedir de entrar no carro. Ele me soltou e nós entramos, sentamos e ficamos esperando que todos os passageiros passassem, pois nós sempre viajamos na frente. Então, deixamos para pagar as nossas passagens quando o cobrador se desocupasse.
Nesse tempo, o motorista já acionava a garagem e a Polícia Militar. Quero aqui deixar claro que, em nenhum momento, nós dissemos que não iríamos pagar passagem, pois entendemos que enquanto não sair o resultado da ação na Justiça, iremos pagar a tarifa. E até estamos tentando evitar viajar nesses transportes da empresa para não haver nenhum tipo de desentendimento com motoristas e cobradores que sempre fazem comentários e perguntas referentes ao processo judicial.
Continuando, fomos levados pra delegacia enquanto os outros passageiros seguiram em outro ônibus. Ao chegarmos lá, acompanhados pela PM, que cumpriu seu papel de forma muito respeitosa, inclusive nos auxiliando no deslocamento até o Complexo, fomos levados até o escrivão que anotou algumas informações e logo após anotou também as informações dadas pelo motorista da Rota. Ficamos algum tempo por lá, aguardando a delegada que, segundo o escrivão, não iria ouvir nenhuma das partes e acabou liberando todos os envolvidos.
Entendo aqui que há um certo despreparo por parte da polícia civil, pois entendo que a delegada deveria nos ouvir, até porque fomos levados e deixados lá num local que não nos é familiar. Ou seja, devido às nossas limitações, não são todos os locais que conseguimos nos locomover com facilidade.
Fica aqui minha indignação, pois nenhum passageiro é perguntado na entrada do ônibus se vai ou não pagar passagem, e pelo que entendo quem cobra passagem é o cobrador, e não motorista. Mas a Rota não perde por esperar. A empresa tem dinheiro e, nós, dignidade! Não estamos pedindo nada, simplesmente que seja cumprida a lei. Lei já regulamentada pela maioria dos estados brasileiros. Por fim quero lembrar que as linhas que estamos reivindicando são linhas de transportes semiurbanos. Ana Lúcia da Hora é deficiente visual, pedagoga e cursa 8º semestre de psicologia.
Boa parte dos filiados ao PT de Canavieiras ficou sem entender a decisão tomada pelo deputado Geraldo Simões com relação ao processo sucessório local. Sem considerar a existência de um pré-candidato do partido, o parlamentar declarou apoio ao “Dr. Juarez”, político do PSB.
A manifestação ocorreu neste domingo, 10, com direito a almoço oferecido a GS pelo contemplado. Logicamente, os petistas de Canes não receberam convite.
Um projeto de decreto legislativo (PDC) de autoria do deputado federal paranaense André Zacharou (PMDB) prevê a convocação de plebiscito para votar a união civil entre pessoas do mesmo sexo.
Conforme a proposta, nas eleições seguintes à aprovação do PDC (em 2012 ou 2014), os eleitores deverão responder à seguinte pergunta: “Você é a favor ou contra a união civil de pessoas do mesmo sexo?”.
O resultado do plebiscito, conforme a proposta, servirá de base para a aprovação imediata de uma lei que vai liberar ou proibir esse tipo de união.
Em maio deste ano, a união entre pessoas do mesmo sexo foi reconhecida legalmente pelo Supremo Tribunal Federal (STF), em decisão unânime. Com isso, passaram a ser aplicadas a esse tipo de relação as mesmas regras da união estável heterossexual, previstas no Código Civil.
Zacharow argumenta que se trata de uma questão polêmica, que tem suscitado violência verbal e física. Para ele, a consulta popular é a única forma de acalmar os ânimos. “Todos deverão se curvar a vontade nacional a ser expressa no resultado do plebiscito”, disse. Informações da Agência Câmara.
Segundo o presidente da subseção da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) de Itabuna, Andirlei Nascimento, o presídio local mantém encarcerada muita gente que já encerrou o cumprimento da pena. Há casos, de acordo com o presidente, de detentos que já deveriam estar soltos há pelo menos cinco meses.
Esse é um dos problemas que contribuem com a superlotação da penitenciária, projetada para abrigar 460 presos, mas que já tem o dobro dessa quantidade.
Para definir o presídio, Nascimento usa uma analogia conhecida: barril de pólvora. Já a vice-presidente local da OAB, Jurema Cintra, critica a ineficiência do sistema penal para recuperar os detentos. “Existem muitos presos com bom comportamento e que ainda não tiveram a progressão da pena”, afirma.
Da coluna De rodapés e achados, assinada por Adylson Machado
O singular desenvolvimento patrimonial de um filho de político escancara uma nova forma de “laranja”: o família. Quando o povo observar o avanço de certos “herdeiros” que nunca trabalharam na vida e não tiveram herança, descobrirá que apenas se tratava desta nova classe social: o filho de político que está no poder.
De empreiteiras a restaurantes passando por consultorias. Apenas varia – o que difere uns dos outros – a dimensão da variação patrimonial, que em alguns casos chega a 86.000%, como no caso do filho de Alfredo Nascimento [ex-ministro dos Transportes].
No momento não recomendaríamos, para evitar decepções com alguns políticos locais, que lhes fosse olhada a evolução patrimonial da prole. Leia mais
Piada que rolava na temida turma do Cafezinho do Teatro, em Ilhéus, nesta nublada segunda-feira de julho: segundo línguas ferinas, há um forte motivo para o slogan do governo municipal (“Acelera Ilhéus”) não ter se materializado na prática. A versão dos maledicentes é que o governo não acelera porque tem medo do secretário de Trânsito, Marcelo Barreto, o rei das multas por excesso de velocidade.
“O prefeito tem que andar devagar, senão cai nas garras do pardal”, disse um dos frequentadores do campo minado, obtendo imediata e unânime aquiescência.
Tudo a ver.
O clima esquentou novamente na Câmara de Itabuna com o cerco que a polícia federal tem feito nos últimos meses, mas a pressão exercida em torno do ex-diretor administrativo, o ex-vereador Kleber Ferreira, se desfez. Também chamado de “O homem que copiava”, ele reuniria papelada suficiente para complicar, pelo menos, oito dos 13 vereadores da Casa.
O anúncio feito por Jaques Wagner de que o atual prefeito de Ilhéus verá ainda em seu governo o início das obras da nova ponte entre o centro e o Pontal, além do convite ao alcaide para acompanhá-lo numa “penosa” e “sacrificante” viagem a Paris, onde irão participar do Salão Internacional do Chocolate, não foram apenas bombons para adoçar a boca de Newton Lima.
Fonte próxima do governador afirma que ele está disposto a dar uma ajuda ao governo ilheense, que tem o PT em sua base. A intenção é evitar que o ex-prefeito Jabes Ribeiro se aproveite das falhas da atual gestão e trace um caminho fácil para se reeleger.
“O governador quer construir uma alternativa a Jabes”, jura a fonte petista.
Em 2007, quando o governo do prefeito Valderico Reis em Ilhéus se afundava em uma sucessão de escândalos, os principais personagens daquela história política macabra se transportaram, em forma de verdadeiros mondrongos, para os palcos e ruas de Ilhéus. Surgia Teodorico Majestade, o prefeito da fictícia Ilha Bela, e todo o seu “staff” de malandros.
Criação de Romualdo Lisboa, encenada pelo Teatro Popular de Ilhéus, Teodorico é um tapa na cara da classe política, a vingança do povo ou a “desconstrução do marketing”, como diz o autor. A peça, indicada para dois prêmios Braskem, foi encenada no Rio de Janeiro e participou recentemente da 6ª Mostra Latino Americana de Teatro, em São Paulo. Sucesso de público e crítica, teve casa cheia todos os dias numa temporada de dois meses na capital paulista.
Sai o prefeito, entra o vice. Agora é a vez do Inspetor-Geral, que estreou em São Paulo e ainda terá uma temporada de dois meses por lá, antes de chegar a Ilhéus. Com sua linguagem universal, o Teatro Popular conquista outros palcos.
Leia abaixo os principais trechos do bate-papo do PIMENTA com o criador de Teodorico e do Inspetor : PIMENTA – Como vocês chegaram à Mostra Latino-Americana? Romualdo Lisboa – É a Cooperativa Paulista de Teatro que faz um levantamento das produções, sai para ver coisas. No nosso caso, eles sabiam que a gente já tinha feito temporada no Rio, Salvador e havíamos sido indicados para dois prêmios Braskem, o que despertou o interesse. O curioso é que durante a mostra, a crítica para a maioria dos espetáculos não foi boa. Eles contratam críticos de todos os países que participam e cada espetáculo é avaliado por dois deles. No começo, as análises estavam muito ruins, o que deixou os organizadores preocupados. PIMENTA – Até Teodorico entrar em cena… RL – Aconteceu que alguns espetáculos, antes do fim da semana, começaram a ganhar uma crítica bacana. Os da Colômbia e da Argentina, por exemplo, ajudaram a melhorar a crítica. O nosso espetáculo estava programado para o final e a opinião dos críticos foi muito boa. O resultado foi que Teodorico acabou fazendo a primeira temporada longa naquele teatro do Sesi e iniciou um projeto de vincular mais a comunidade da zona leste de São Paulo àquele espaço cultural. PIMENTA – Eles já conheciam a experiência do Teatro Popular em Ilhéus? RL – Eles conhecem a nossa identidade aqui na região, sabem como nós tornamos a Casa dos Artistas mais próxima da comunidade, como a gente vai para os bairros, os distritos. Essa política do grupo lhes interessou para aquele espaço. Estrategicamente foi bacana, porque a gente lotou sempre. Os ingressos eram reservados para três, quatro semanas. Estreamos no dia 13 de maio e ficamos até 2 de julho, realizando nesse período 32 apresentações.
Tinha gente que chegava e dizia: ‘vocês estão falando de Campinas? Porque tá acontecendo isso lá em Campinas’.
PIMENTA – Isso significa que o público paulista entendeu perfeitamente a mensagem de Teodorico… RL – Isso foi muito legal. Tinha gente que chegava e dizia: “vocês estão falando de Campinas? Porque tá acontecendo isso lá em Campinas”. Ou seja, a história não é só de Ilhéus, ela é universal. PIMENTA – Vocês tinham ideia da dimensão que a peça tomaria quando começaram a encená-la na rua e até em frente à Prefeitura de Ilhéus (no período de crise política que levou à cassação do então prefeito Valderico Reis)? RL – Não tínhamos a menor ideia. Teodorico eu escrevi com raiva e aquilo me deixou muito mal no começo. Houve uma cobrança das pessoas, que chegavam ali da janela (da Casa dos Artistas) e gritavam : “e aí, vocês não vão fazer nada não, é?”. Eram professores, gente da imprensa, que estavam indignados com aquela sequência de escândalos. PIMENTA – Você conseguiu transformar essa raiva em um negócio engraçado. RL – É, à medida que ia escrevendo, eu perdi a raiva e o negócio começou a ficar tão engraçado que a gente decidiu fazer uma pesquisa sobre literatura de cordel. O texto de Teodorico foi todo escrito em cordel, em sextilhas. Foi muito divertido. Em vez da gente fazer uma coisa com raiva, agredindo de maneira panfletária, a gente fez uma brincadeira. PIMENTA – Que é muito mais eficaz… RL – Com certeza, o humor é muito mais poderoso. O então prefeito de Ilhéus me encontrou algumas vezes e virou a cara, gritou, me xingou, e eu me divertia demais com aquilo. Havia uma evento grande, nós íamos mesmo sem sermos convidados. Os personagens estavam lá na porta, tocando, cantando, e de repente o prefeito chegava e via, e se via, era um inferno. Chegou num nível de estresse dele com isso que o então presidente da Fundação Cultural, Arléo Barbosa, negou uma pauta pra gente no Teatro Municipal. Ele dizia que até liberava a pauta, desde que a gente não encenasse Teodorico. Dizia assim: “ah, vocês têm tantos espetáculos legais, façam os outros, esse não”. Arléo Barbosa é uma pessoa super gente fina, mas estava numa situação em que não tinha autonomia. Como a gente não aceitava deixar de encenar a peça, ele aconselhava: “então fale com o prefeito”. Eu fui falar e o prefeito me enxotou de lá. O segurança dele é que interveio para que ele não me batesse. No dia seguinte, a gente colocou em todos os jornais que o prefeito havia censurado Teodorico Majestade no teatro.
Um começa a entregar o outro, até que o prefeito toma uma decisão. Eu não sei se na vida real isso é possível, mas na nossa história acontece.
PIMENTA – Quanto tempo durou a censura? RL – A notícia saiu no sábado e a CDL (Câmara de Dirigentes Lojistas de Ilhéus) nos convidou para participar no mesmo dia de um almoço oferecido à imprensa. Eles pediram que levássemos algum espetáculo nosso e é claro que a gente levou Teodorico (risos). O prefeito estava lá e a gente encenou a peça diante dele. Naquele momento, meio na pressão, ele anunciou que o espetáculo poderia ser apresentado no teatro. Isso foi menos de 24 horas depois dele ter me enxotado da Prefeitura. PIMENTA – E O Inspetor…? RL – O Inspetor é a segunda parte de Teodorico. Sai o prefeito, entra o vice Gilton Munheca. Ele e a família estão numa situação muito bacana, vivendo dias muito felizes. A mulher vive na capital, só anda no luxo. Ele distribuindo uísque, fazendo festas. O irmão dele, Zé de Minga, é o responsável pelas festas. É uma orgia o tempo inteiro. PIMENTA – Até que… RL – Aí surge uma carta, avisando da chegada de um Inspetor-Geral, que viria em missão secreta para apurar todos os malfeitos. Então eles ficam alucinados: Gilton Munheca, Cacau das Treitas, Pai Didão, Jorge Paraíba e a mulher do prefeito, que na nossa história é a secretária de Educação. E um começa a entregar o outro, até que o prefeito toma uma decisão. Eu não sei se na vida real isso é possível, mas na nossa história acontece (risos). Ele toma a iniciativa de mandar arrumar a casa. Manda colocar funcionários para melhorar a limpeza das ruas, pintar meio-fio, consertar aqui e ali, trocar luz dos postes…
Nesse ínterim, surge a história de que tem uma pessoa estranha na única pensão da cidade. Aí eles entendem que só pode ser o inspetor geral e vão tentar comprar o cara. O prefeito leva o dito inspetor-geral pra casa, cada um leva um dinheirinho e o cara fica cheio de grana. No final das contas ele vai embora noivo da filha do prefeito, já perto do casamento, mas há uma série de outros fatos que complicam toda essa história. PIMENTA – Na essência, o que tem de diferente nessa história em relação à de Teodorico? RL – Diferentemente de Teodorico, O Inspetor-Geral… traz uma outra perspectiva desse universo. É quase um processo de expiação. A gente promove uma vingança no Teodorico, a gente se vinga dele e de todos os outros. E no Inspetor-Geral, a gente só constata esse tipo com quem a gente está lidando. Em seu discurso final, o prefeito diz assim: “Somos porcos miseráveis, grandes ratos abomináveis”. Ele e todos os demais acabam se enxergando como um mal para a sociedade. PIMENTA – E o público acaba os enxergando como de fato são… RL – A ideia é fazer a identificação dessa espécie de gente. É preciso que o público, quando vir na TV aquele discurso muito bem arrumado, ele enxergue as deformações daquele discurso. A gente faz a desconstrução do marketing, precisa fazer. PIMENTA – Quando O Inspetor estreia em Ilhéus? RL – Só depois que a gente encerrar o contrato com o Sesi de São Paulo, que inclui uma próxima temporada em outubro e novembro, no teatro da Vila das Mercês. É possível ainda uma temporada extra, de um mês, que pode ser em dezembro ou janeiro. Isso significa que provavelmente só em fevereiro a gente esteja aqui em Ilhéus com o espetáculo.
Dois presos fugiram nas primeiras horas deste sábado, da delegacia de Ibirapitanga, cidade distante 350 km de Salvador. Segundo informações da polícia, por volta de 5h, os presos conseguiram quebrar a grade da cela que estava enferrujada e fugir pelo pátio da delegacia.
Apenas o carcereiro estava no local na hora em que os presos fugiram. Quando ele percebeu a fuga, chamou a Polícia Militar, que não conseguiu impedir que os presos escapassem. As polícias Militar e Civil iniciaram buscas pela região na tentativa de localizar e prender os dois fugitivos. A delegacia tem capacidade para oito presos e estava com lotação de seis. Informações do G1.
Os índios Tupinambás que haviam sido presos no último dia 5, em Olivença, durante cumprimento de um mandado de reintegração de posse, foram libertados nesta sexta-feira, 8, após ordem de soltura expedida pela justiça.
A prisão dos índios, realizada pela Polícia Federal, ocorreu sob alegação de que eles teriam resistido ao cumprimento do mandado, inclusive formando uma barreira humana para impedir o acesso dos agentes às duas fazendas que eram objeto da ação.