Luís foi assassinado nesta sexta-feira (9), em Salvador, após sair de casa para trabalhar
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O produtor Luís Pitangueira Bonfim, da TV Itapuã/Record, foi assassinado a tiros na manhã desta sexta-feira (9), no bairro da Federação, em Salvador. Ele tinha 43 anos e era de Aurelino Leal, município do Sul da Bahia, mas morava na capital do estado desde os 13 anos.

Segundo testemunhas, o crime aconteceu por voltas das 7h50min. Quando Luís saiu da casa onde morava para ir ao trabalho, na rua Manoel Marques, um carro branco se aproximou e os ocupantes do veículo dispararam contra a vítima, que deixou esposa e filho.

Equipes da 41ª Companhia Independente (CIPM/Federação) chegaram ao local pouco tempo depois e acionaram o Departamento de Polícia Técnica (DPT) para realizar a perícia e remover o corpo.

Ainda não há informações sobre a motivação do crime, que tem as características de execução. A 1ª Delegacia de Homicídios (DH/Atlântico) investiga o caso. Redação com A Tarde.

Diana foi presa em flagrante pela morte do ex-namorado "Iran" Ribeiro || Foto Montagem
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O juiz da vara criminal determinou a prisão preventiva de Diana Rosa Santos de Jesus, de 27 anos, que foi detida em flagrante na noite de quarta-feira (7), na Rua G, no bairro Monte Cristo, em Itabuna. Ela é acusada de matar o ex-namorado Odlairan Ribeiro dos Santos, de 29.

O comerciário Odlairan Ribeiro, mais conhecido como “Iran”, foi atingido com uma facada no pescoço e morreu no local, o interior  de uma casa onde estava com outra mulher, que seria nova namorada dele.  O corpo do jovem foi sepultado na tarde desta quinta-feira (8), mesmo dia em que a acusada foi ouvida pela polícia.

De acordo com a polícia, Diana Rosa Santos, alegou que foi até a casa de Odlairan Ribeiro porque desconfiava que ele já estava com outra mulher.  A acusada disse que, ao chegar ao local, encontrou o jovem contra outra pessoa. Ela informou que, por isso, foi iniciada uma discussão e pegou uma faca para se defender.

A acusada contou ainda que a vítima tentou tomar a faca e foi atingida.  Uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) ainda foi acionado, mas já encontrou o rapaz morto. Diana Rosa Santos está presa no Complexo Policial de Itabuna.

Dr. Jairinho, namorado de Monique Medeiros da Costa e Silva, sai da Delegacia de Polícia
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O delegado titular da 16ª Delegacia de Polícia Henrique Damasceno afirmou hoje que o vereador Dr. Jairinho (RJ), expulso nesta quinta-feira do partido Solidariedade, assassinou Henry Borel, de 4 anos, filho da namorada do vereador.

Segundo o delegado, a investigação continua, mas já existem provas suficientes para assegurar que a morte do garoto, no dia 8 de março, não foi um acidente, e sim um crime duplamente qualificado com emprego de tortura e sem possibilidade de defesa da vítima.

De acordo com o delegado, até o momento, não há possibilidade de garantir que a mãe da criança participou das torturas, mas Damasceno acrescentou que Monique Medeiros da Costa e Silva foi omissa em não procurar a polícia para relatar uma agressão ocorrida no dia 12 de fevereiro, dentro do apartamento do casal.

Conforme o delegado, a agressão ficou evidente em troca de mensagens entre Monique e a babá de Henry, Thayná, recuperadas pela polícia com a utilização do software israelense Cellebrite Premium.

Monique Medeiros da Costa e Silva, mãe do menino Henry Borel, deixa à Delegacia de Polícia da Barra da Tijuca(16ªDP), após prestar depoimento sobre a morte do menino de 4 anos.
Monique Medeiros da Costa e Silva, mãe do menino Henry Borel, deixa à Delegacia de Polícia da Barra da Tijuca(16ªDP), após prestar depoimento sobre a morte do menino de 4 anos.

As mensagens foram fundamentais para determinar a prisão do casal nesta quinta-feira. A aquisição do software vinha sendo pedida pela polícia há dois anos e foi autorizada pelo governador em exercício Cláudio Castro durante as investigações.

Nas mensagens, que tinham sido apagadas do celular de Monique, a babá informou que o menino foi trancado no quarto por Dr. Jairinho e naquele momento sofria agressões. A mãe então pediu para que ela entrasse no quarto, o tirasse de lá e desse um banho para ele ficar mais calmo. A babá contou ainda que o menino relatou que levou “uma banda” do padrasto e que pediu para que a sua cabeça não fosse lavada, porque sentia dor. Henry falou ainda que tinha dores no joelho.

AMEAÇAS

O delegado descartou a possibilidade de a mãe ter sofrido ameaças para não relatar as agressões e ressaltou que não faltaram oportunidades para falar das agressões sofridas pelo menino.

“Com relação à ameaça, com bastante sinceridade, não é isso que percebi. Ela teve inúmeros momentos em que poderia ter falado conosco. O depoimento foi bastante longo e ela se mostrou à vontade em vários pontos dele [depoimento]”, afirmou.

O comportamento de Monique após a morte do filho chamou atenção de Damasceno. “Ela conseguiu prestar um depoimento por mais de quatro horas e apresentou uma versão fantasiosa protegendo o assassino do próprio filho”, ressaltou, destacando, que com base na legislação brasileira, a denúncia seria uma obrigação legal da mãe.

“A mãe não procurou a polícia, não afastou a vítima do agressor, do convívio de uma criança de 4 anos, filho dela. É bom que se diga que ela tem obrigação legal. Além disso, quando verificamos depois de uma rotina, esteve em sede policial por mais de quatro horas protegendo o assassino do próprio filho. Não só se omitiu, como também concordou”. Saiba mais detalhes sobre as investigações em leia mais.

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Suspeitos usaram 45 nomes e documentos de terceiros para sacar auxílio econômico
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A Polícia Federal (PF) deflagrou hoje (8) a Operação Última Barreira contra fraudes no auxílio emergencial, com o cumprimento de três mandados de busca e apreensão em Luís Eduardo Magalhães, no oeste baiano. De acordo com a PF, os investigados cadastraram no aplicativo Caixa Tem pelo menos 45 contas em nome de terceiros para recebimento do auxílio emergencial.

Os valores depositados pelo governo eram transferidos para contas vinculadas ao grupo ou desviados por meio do pagamento de boletos bancários emitidos pelos próprios suspeitos. O prejuízo é de mais de R$ 27 mil.

A investigação teve início no ano passado e é resultado do trabalho da Estratégia Integrada contra as Fraudes ao Auxílio Emergencial, que, segundo a PF, tem o objetivo de racionalizar a apuração desses crimes, com foco na atuação de grupos, associações ou organizações criminosas e a desarticulação de fraudes estruturadas. Além da PF, participam da iniciativa o Ministério Público Federal (MPF), o Ministério da Cidadania, a Caixa Econômica Federal, a Receita Federal, a Controladoria Geral da União (CGU) e o Tribunal de Contas da União (TCU).

Além dos mandados, a Justiça Federal também determinou o bloqueio de valores das contas dos investigados, que poderão responder pelos crimes de estelionato, falsidade ideológica e associação criminosa.

O auxílio emergencial foi criado em abril do ano passado pelo governo federal para atender pessoas vulneráveis afetadas pela pandemia de covid-19. Ele foi pago em cinco parcelas de R$ 600 ou R$ 1,2 mil para mães chefes de família monoparental e, depois, estendido até 31 de dezembro em até quatro parcelas de R$ 300 ou R$ 600 cada.

Neste ano, o governo fará uma nova rodada de pagamentos, durante quatro meses, com parcelas de R$ 150 a R$ 375, dependendo da família. Agência Brasil.

Diana foi presa em flagrante pela morte do ex-namorado "Iran" Ribeiro || Foto Montagem
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Uma discussão terminou em morte no bairro Monte Cristo, em Itabuna, na noite desta quarta (7). O comerciário Odlairan Ribeiro dos Santos, de 28 anos, foi assassinado com um golpe de faca pela ex-namorada Diana Rosa, de 27. O golpe atingiu o pescoço da vítima.

O crime ocorreu porque, segundo testemunhas, Diana não aceitava o fim do relacionamento. A relação do casal acabou há cerca de 20 dias. A ex-namorada entrou na casa de “Iran”, como era conhecido o comerciário, ao saber que ele estava com a nova companheira.

Com ânimos exaltados, ela, com a faca na mão, acabou por atingir o pescoço do ex-namorado. Ao site Verdinho, Diana afirmou não ter a intenção de matar Iran. “A gente começou a brigar, sair na porrada. Aí, eu peguei a faca que vi lá em cima. Só que quando ele viu eu com a faca na mão, ele veio para cima tentando me tomar a faca. Só que aí na hora que ele encostou, cortou o pescoço dele. Eu não vi na hora. Aí, a vizinha também já entrou na briga tentando separar”.

COMOÇÃO

Diana foi presa na cena do crime pela Polícia Militar e o Samu 192 foi chamado para atender a vítima. Quando os profissionais de saúde chegaram ao local, Iran já estava morto. Há clima de comoção no Monte Cristo. O jovem era bastante querido na comunidade.

Carleondas teria dito à polícia que morte de Ana Paula foi por acidente
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A Polícia Civil prendeu em Ilhéus o suspeito de ser o autor do feminicídio de Ana Paula Silgueiras de Jesus, crime ocorrido no dia 12 de outubro de 2020, nas imediações do terminal rodoviário de Canavieiras.

Investigadores da 7ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior (Coorpin) cumpriram a ordem de prisão preventiva nesta terça-feira (6). Carleondas Brito Meira, de 42 anos, matou Ana Paula ao final de comemoração. À polícia, ele teria alegado que o crime foi um acidente.

Desembargadora do TJ-BA será mantida na prisão
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A Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) rejeitou, nesta terça-feira (6), o habeas corpus apresentado pela defesa da ex-presidente do Tribunal de Justiça da Bahia (TJBA) Maria do Socorro Barreto Santiago e, seguindo parecer do Ministério Público Federal (MPF), manteve a prisão preventiva da magistrada. A desembargadora é ré na Operação Faroeste.

Deflagrada no fim de 2019, a investigação desvendou uma organização criminosa – integrada por membros da cúpula do Judiciário baiano – envolvendo a venda de decisões judiciais e outros crimes que tinham como propósito permitir a grilagem de terras no oeste do estado, segundo o MPF. O grupo atuava em três núcleos: judicial, causídico e econômico.

De acordo acordo com o MPF, o núcleo econômico era formado por produtores rurais dispostos a pagar por ordens judiciais que os permitissem legitimar a posse e a propriedade de imóveis onde exerciam as suas atividades. O jurídico contava com desembargadores e juízes, além de servidores do TJ-BA. Os primeiros, proferiam as decisões negociadas pelos operadores do esquema enquanto os servidores auxiliavam na elaboração de minutas e petições.

Já o núcleo causídico era formado por advogados que intermediavam as negociações entre membros dos núcleos jurídico e econômico, formalizavam os acordos e adotavam as providências judiciais e extrajudiciais necessárias para garantir o proveito obtido com as decisões judiciais negociadas.

ACUSADA DE MOVIMENTAR R$ 1,8 MILHÕES SEM ORIGEM

Em sustentação oral na sessão desta terça-feira, o subprocurador-geral da República Wagner Natal Batista reforçou a papel de destaque desempenhado pela desembargadora na organização criminosa, destacando haver elementos de prova de que ela tenha movimentado cerca de R$ 1,8 milhão sem origem ou destino declarados.

Em medida de busca e apreensão, foi constatado em seu poder uma centena de joias, 162 obras de arte e aproximadamente R$ 100 mil em dinheiro vivo, além de escrituras de diversos imóveis.

Durante uma das fases da Operação Faroeste, Maria do Socorro Santiago foi flagrada descumprindo ordem judicial expressa do Supremo Tribunal Justiça (STJ) de não manter comunicação com funcionários do TJ-BA, dando orientação para uma de suas ex-subordinadas no sentido de impedir a apreensão de um aparelho telefônico pela Polícia Federal.

“Ela, solta, poderia ocultar ou turbar a produção probatória, ainda que afastada do cargo, mormente quando a paciente já descumpriu em plena fase ostensiva da investigação anterior medida mais branda”, destacou Wagner Natal.

Prevaleceu no julgamento o entendimento do relator do caso no STF, ministro Edson Fachin, que acatou o pedido do MPF, tendo sido acompanhado pelos ministros Nunes Marques e Cármen Lúcia. Já os ministros Ricardo Lewandowski e Gilmar Mendes votaram pela concessão do habeas corpus para decretar medidas cautelares diversas da prisão.

Toinho Locutor tinha quadro humorístico em emissora de Planaltina || Foto Itiruçu Online
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O radialista Weverton Rabelo Fróes, de 32 anos, foi assassinado a tiros na noite de domingo (4), quando estava em frente à casa onde morava, na zona rural de Planaltino, município do sudoeste da Bahia. Toninho Locutor, como era mais conhecido, tinha um quadro humorístico numa emissora de rádio da cidade.

A Polícia Civil não sabe se o motivo do crime tem relação com o exercício da profissão de radialista. A delegada Viviane Rosa é responsável pelas investigações e começou a colher depoimentos sobre o caso nesta terça-feira (6). Redação com G1.

Essa é a segunda denúncia feita a partir das investigações da Operação Cartel Forte
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O Ministério Público do Estado da Bahia (MP-BA) formalizou denúncia à Justiça contra cinco acusados de associação criminosa e corrupção por esquema de propina no Detran (Departamento Estadual de Trânsito). A acusação feita nesta segunda-feira (5) foi a segunda originada pelas investigações da Operação Cartel Forte.

Conforme a denúncia, o presidente da Associação Baiana de Estampadores de Placas Veiculares e Similares (ABEPV), Adriano Muniz Decia, seria o coordenador da associação criminosa. Já a operacionalização do esquema caberia à Catiucia Souza Dias.

O MP também denunciou os servidores Alex de Carvalho Souza Júnior, Leandro Reis dos Santos e Patrícia Meireles Notari, que coordenava o posto do Detran localizado no Shopping Salvador. Além do cargo no Detran, Alex é assessor da Prefeitura de Salvador.

Ainda conforme o Ministério Público, os crimes foram descobertos na segunda fase da operação, com análise das conversas entre os denunciados em aplicativo de mensagens. Adriano Decia e Catiucia Dias já foram alvos da primeira denúncia, acusados de formação de cartel, falsidade ideológica, fraude em licitação e lavagem de dinheiro.

O Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco), formado por membros do MP, atua no caso. Segundo o Gaeco, para cada venda de placa veicular direcionada à empresa do esquema pelo valor de R$ 140, Patrícia e Alex recebiam R$ 40 e R$ 30, respectivamente.

Já Leandro Reis, aponta a denúncia, fazia o transporte e a entrega da propina em espécie. As investigações apontam que o quiosque faturava cerca de R$ 14 mil por mês. “Todo controle financeiro dos diversos atos de corrupção em série foi detalhadamente planilhado pela associação criminosa”, informa nota divulgada pelo Gaeco.

Dono de 80 perfis falsos é preso no interior da Bahia
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Foi preso nesta segunda-feira (5), no interior da Bahia, um homem, de 20 anos, investigado por gerenciar cerca de 80 perfis falsos nas redes sociais. De acordo com a polícia, o criminoso usava os perfis para cometer crimes cibernéticos sexuais contra crianças e adolescentes.

O criminoso foi preso na cidade de Ibipitanga, por policiais da 24ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior (Coorpin), sediada em Bom Jesus da Lapa. O suspeito tinha um mandado em aberto, expedido pela Justiça do estado de Tocantins.

O delegado Marcelo Costa Amado, da 24ª Coorpin/Bom Jesus da Lapa, explica que o criminoso iniciava conversas com as vítimas pela internet, para conseguir fotos e vídeos íntimos. “As investigações apontaram que ele fez vítimas nos estados do Tocantins, Bahia, Minas Gerais, Ceará, dentre outros”, explicou.

Na ação, as equipes apreenderam um aparelho celular com imagens das crianças e adolescentes. “Esse material deve passar por perícia”, informou o delegado. O homem foi encaminhado para o município de Macaúbas, onde aguarda ser recambiado para o Tocantins.

Eugenildo foi encontrado morto dentro da sua casa, em Ubatã
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O empresário Eugenildo de Almeida Nunes foi encontrado morto em sua casa, em Ubatã, na manhã deste sábado (3). Ele teria cometido suicídio. As informações são dos sites Ubatã Notícias e Giro Ipiaú.

Na última terça-feira (30), a casa do empresário foi alvo de mandados de busca e apreensão cumpridos pela Polícia Civil no âmbito de investigações de suposto crime de estupro de vulnerável, do qual Eugenildo era suspeito.

As buscas envolveram também investigadores do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público do Estado da Bahia (MP-BA). Desde o dia da operação, Eugenildo passou a ser considerado foragido da Justiça, por causa de mandado de prisão aberto contra ele.

Imagem de uma carta – supostamente escrita pelo empresário – circula nas redes sociais. O texto, de autoria não confirmada, aborda as suspeitas que pairavam sobre Eugenildo, como ele era mais conhecido.

O empresário fez fortuna com investimentos em diversas atividades econômicas, a exemplo de postos de combustíveis, hotéis e fazendas.

Armas e objetos eróticos apreendidos na casa do suspeito, em Ubatã
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A Polícia Civil tenta localizar um homem suspeito de estupro de vulnerável com mandado de prisão em aberto. Nesta terça-feira (30), os policiais cumpriram mandados de busca e apreensão em Ubatã, no Sul da Bahia. O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público do Estado da Bahia (MP-BA), participa das investigações sobre o caso, iniciadas em novembro de 2020.

Na casa do suspeito, os investigadores apreenderam dois revólveres calibre 38, uma espingarda de grosso calibre, uma pistola, munições, aparelhos eletrônicos e produtos eróticos.

De acordo com a polícia, por ser empresário, o homem aproveitava a posição socioeconômica para explorar sexualmente garotas de famílias em situação de vulnerabilidade social. Ele teria feito promessas e oferecido dinheiro, presentes, imóveis e emprego às vítimas.

O empresário, conforme as investigações, cometeu os abusos durante dois anos, quando as adolescentes tinham 13 e 15 anos. Ele teria ameaçado de morte as vítimas e o pai delas, caso fizessem algum tipo de denúncia.

A Polícia Civil não divulgou o nome do suspeito. As ações continuam, com o objetivo de colher materiais e denúncias de outras possíveis vítimas. Os investigadores recebem informações por meio do número  (71) 3235-0000 para ligações de Salvador e 181 para chamadas do interior do estado.

Drogas, munições e dinheiro são apreendidos com traficante || Foto PC-BA
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A Polícia Civil em Eunápolis apreendeu 16 tabletes de maconha com um homem, nesta segunda (29), após investigação de agentes da Delegacia Territorial de Eunápolis. O homem, que foi preso, é suspeito de fazer parte de uma organização criminosa investigada desde junho de 2020.

“Apreendemos R$ 100 mil com um comparsa dele. A partir daí, iniciamos as investigações da origem do dinheiro, quando foi descoberto que era proveniente da venda de drogas de uma organização criminosa com atuação em toda a região”, relatou o coordenador da 23ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior (Coorpin), delegado Moisés Nunes Damasceno.

Além dos 16 tabletes de maconha, também foram apreendidos uma pedra de cocaína, três balanças, nove munições, apetrechos para acondicionar as drogas e a quantia de R$ 886,00. “Ele já foi indiciado por duplo homicídio em 2017, apontado como tendo participação no crime que matou um casal em uma fazenda. Desta vez, ele foi autuado em flagrante por tráfico de drogas e posse ilegal de munição”, finalizou o coordenador.

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A Associação de Praças da Polícia e Bombeiro Militar da Bahia (APPMBA) emitiu nota em que critica o “desfecho fatídico” da operação que resultou na morte do soldado Wesley Soares de Góes, ontem (28), no Farol da Barra, Salvador. A nota diz que o policial estava “em claro surto psicótico” e observam que, do outro lado, estavam policiais militares, razão pela qual se esperava um outro final para a ocorrência.

A entidade que reúne soldados e praças da PM baiana diz que o “grito” do soldado “foi a reação de um ser humano, policial militar, querendo ser ouvido e notado”. E questiona: “Quantos Wesleys temos na corporação passando por problemas psicológicos e o que causou essa reação no policial cumpridor das suas obrigações?”

A associação cobra que o estado invista, de forma intensa, no tratamento psicológico da tropa. “O policial não é robô para trabalhar sob forte pressão, seja dentro dos quartéis ou nas ruas, onde o enfrentamento à violência tem sido cada dia mais letal”.

Para a direção da APPM-BA, “as cobranças por números e estatísticas, sem a preocupação com o “ser humano policial militar”, tem provocado reações psicológicas sem precedentes”. A Associação cobra que o caso seja apurado de forma rigorosa. “Esperamos que o grito de Wesley não tenha sido em vão, esperamos também uma apuração rigorosa sobre esse episódio do ponto de vista de quem autorizou os disparos, uma vez que o momento era de negociação”. Clique em leia mais e confira a íntegra da nota da APPM-BA.Leia Mais

Soldado Wesley Góes morre após confronto com equipes do Bope || Foto Alberto Maraux/SSP-BA
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O policial militar Wesley Soares Góes, da 72ª Companhia Independente da PM, em Itacaré, não resistiu aos ferimentos e faleceu, por volta das 22h45min deste domingo (28), no Hospital Geral do Estado, em Salvador. Foi o fim de um domingo de fúria em que Wesley, que estava noivo, dirigiu de Itacaré à capital baiana, onde morreu ao avançar contra colegas de farda, segundo a PM, e atirar (confira mais informações abaixo).

O confronto com a equipe de negociação do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope), da PM, ocorreu depois de mais de 3 horas e meia de negociação. Wesley foi atingido em, pelo menos, três partes do corpo, incluindo perna e abdome. Atendido no HGE, o soldado até foi intubado, porém morreu quase quatro horas depois de dar entrada no hospital.

PROTESTO

Ainda na porta do HGE, um grupo de mais de 50 policiais militares e civis fazia protesto contra a atuação do Bope no caso. Pôde-se ouvir gritos de policiais convocando paralisação das forças de segurança. A paralisação da PM baiana não chegou a ser oficializada por nenhuma das associações de soldados e de oficiais.