Bahia registra aglomerações em eventos políticos || Imagem BNews
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O Centro de Operações de Emergência em Saúde da Bahia (Coes) recomendou, neste sábado (10), medidas sanitárias mais restritivas em relação ao período eleitoral, a exemplo da proibição de comícios, passeatas e caminhadas, bem como o acompanhamento de pessoas a pé durante as carreatas.

De acordo com o secretário da Saúde do Estado da Bahia, Fábio Vilas-Boas, as recomendações foram enviadas à Justiça Eleitoral, a quem compete normatizar a questão. “O objetivo é evitar o crescimento acelerado de casos e redobrar atenção em diversas localidades, a exemplo das regiões sudoeste, sul, norte e nordeste que tem permanecido com um platô elevado de infectados e taxas de ocupação de leitos em percentuais de atenção”, explica o secretário.

O titular da pasta estadual da Saúde reitera ainda que medida semelhante foi adotada em outros estados, a exemplo da Paraíba. No sul da Bahia, o percentual de leitos de UTI para vítimas da covid-19 registra 72% de ocupação, enquanto o centro-norte atinge 70% e o sudoeste 65%, igual percentual da macrorregião centro-leste.

A Nota Técnica 81 está disponível no site www.saude.ba.gov.br/coronavirus e detalha as recomendações, sempre ratificando o uso de máscara, higienização frequente das mãos e manutenção do distanciamento social.

Aparelho de ressonância magnética adquirido pelo Hospital de Base
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O Hospital de Base Luís Eduardo Magalhães (Hblem), em Itabuna, anunciou a aquisição de um aparelho de ressonância magnética que auxiliará nos exames de rotina e também no diagnóstico dos médicos, seguindo os mais rígidos protocolos de segurança e de qualidade.

De acordo com o diretor-presidente da Fasi, entidade gestora do hospital, o equipamento é “mais confortável, silencioso e de alta resolução”, permitindo diagnóstico mais preciso, agregando novos exames ao serviço nas áreas de neuroradiologia, ressonância cardíaca, de mamas e próstata, dentre outros.

Roberto Gama disse que a equipe responsável pela instalação do equipamento tem um prazo de 30 dias. Segundo ele, antes da chegada desse equipamento para dar suporte ao diagnóstico dos médicos era preciso transferir os pacientes para outras unidades. “Mas, agora, será diferente”.

Profissionais têm treinamento para contenção de agitação psicomotora
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Profissionais do Hospital Regional Costa do Cacau (HRCC), em Ilhéus, participaram de um treinamento teórico-prático com a abordagem “Agitação Psicomotora na Emergência: Contenção física e química”. A capacitação, na segunda (5), contou com a presença de profissionais de saúde, como médicos, enfermeiros, entre outros; e equipe de apoio, porteiros, maqueiros e demais agentes desse setor.

O palestrante Rodrigo Araújo Pereira, médico psiquiatra do HRCC, fez uma abordagem sobre o paciente em surto psicótico e como realizar o cuidado e a contenção química e mecânica desse indivíduo. Uma dinâmica ampla de atualização sobre manejo do cuidado em saúde mental envolveu a atividade, inclusive com treinamento prático com participantes da capacitação.

Carlos Vitório de Oliveira, enfermeiro coordenador do Núcleo de Educação Permanente em Saúde (NEPS) do HRCC, destacou a importância do encontro realizado para o treinamento desses profissionais. “Nosso diretor técnico, o médico José Américo, teve a percepção em articular esse momento tão relevante para nossas equipes. Através dessa capacitação devemos efetivar, cada vez mais, competências e habilidades técnicas e psicológicas dos profissionais no trato desses pacientes com sofrimento na saúde mental”, disse.

O coordenador do NEPS ainda ressaltou a aplicação prática do treinamento. “O paciente em crise pode ter reações inesperadas durante a assistência em um hospital geral, logo esse tipo de preparação deve acontecer continuamente para a equipe saber lidar com esse tipo de situação crítica e desenvolver, cada vez melhor, o acolhimento ao paciente de saúde mental e a sua família, amenizando sofrimento de ambos”, afirmou Carlos Vitório de Oliveira.

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Infectologista Gustavo Cunha em palestra à equipe do HRCC

O Serviço de Controle de Infecção Hospitalar (SCIH) do Hospital Regional Costa do Cacau (HRCC), em Ilhéus, promoveu reunião científica para discutir a sepse, que é conjunto de manifestações graves em todo o organismo produzidas por uma infecção. A reunião ocorreu na última semana e dela participaram profissionais de saúde das equipes pertencentes ao corpo clínico da unidade hospitalar.

A primeira palestra ministrada na reunião foi do médico Gustavo Cunha, infectologista do HRCC, que abordou os temas “Antibiótico empírico na sepse em Unidade de Terapia Intensiva (UTI)” e “Quando pensar em microrganismos emergentes em UTI”. Em seguida o médico intensivista José Américo, diretor técnico do HRCC, proferiu palestra sobre “Sepse em UTI”.

De acordo com o infectologista Gustavo Cunha, o foco de sua apresentação foi o paciente com infecção grave, também bactérias resistentes a múltiplos antibióticos. “Nós fizemos isso hoje, com a presença de médicos, enfermeiros, bioquímicos e farmacêuticos. A ideia da aula foi orientar os colegas, no que diz respeito ao uso adequado dos antibióticos, de acordo com os focos de infecção de gravidade dos pacientes”, destacou o médico.

Os setores e coordenações do HRCC sempre estão alinhados para oferecer, sistematicamente, treinamentos para qualificação das suas equipes de profissionais. Todas a orientações e aplicações de capacitação seguem os estudos científicos mais atualizados na comunidade médica e demais áreas de saúde, com enfoque em melhorar a assistência aos pacientes.

Ministério da Saúde realiza Dia D da segunda fase da Campanha de Vacinação contra o Sarampo será neste sábado (30).
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Começa hoje (5) a Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite para crianças de até 5 anos. A mobilização vai até o dia 30 de outubro em postos de saúde de todo o país. Os órgãos de saúde alertam que a população deve procurar o serviço mesmo com a pandemia de covid-19, pois a vacina é de extrema importância para manter as crianças imunes à doença. No sábado (17), a vacinação será reforçada com o dia de mobilização nacional.

Também a partir desta segunda-feira, inicia-se a campanha nacional de multivacinação. Crianças e adolescentes menores de 15 anos, não vacinados ou com esquemas incompletos de qualquer vacina, devem comparecer às unidades de saúde para atualizar a caderneta de vacinação.

No público-alvo da campanha contra a poliomielite estão crianças menores de 5 anos de idade, com estratégias diferenciadas para crianças com até 1 ano incompleto e para aquelas na faixa etária de 1 a 4 anos. A depender do esquema vacinal registrado na caderneta, a criança poderá receber a Vacina Oral Poliomielite (VOP), como dose de reforço ou dose extra, ou a Vacina Inativada Poliomielite (VIP), como dose de rotina.

A estimativa do Ministério da Saúde é que haja no país 11,2 milhões de crianças nessa faixa etária. A meta é imunizar 95% desse público.

DOENÇA

A poliomielite, também chamada de pólio ou paralisia infantil, é uma doença contagiosa aguda causada pelo poliovírus, que pode infectar crianças e adultos e, em casos graves, pode levar a paralisias musculares, em geral nos membros inferiores, ou até mesmo à morte. A vacinação é a única forma de prevenção.

A falta de saneamento, as más condições habitacionais e a higiene pessoal precária são fatores que favorecem a transmissão do poliovírus, por meio do contato direto com fezes ou com secreções eliminadas pela boca das pessoas doentes.

Não existe tratamento específico para a poliomielite, todas as pessoas contaminadas devem ser hospitalizadas, recebendo tratamento dos sintomas de acordo com o quadro clínico. Entre os sintomas mais frequentes estão febre, dor de cabeça e no corpo, vômitos, espasmos e rigidez na nuca. Na forma paralítica ocorre a súbita deficiência motora, acompanhada de febre, flacidez e assimetria muscular e persistência de paralisia residual (sequela) após 60 dias do início da doença.Leia Mais

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Médico Umberto Castro Alves explica funcionamento do Artroscopia para Todos

O Hospital Regional Costa do Cacau, em Ilhéus, inicia nesta quinta-feira (1°), projeto inovador que beneficiará população estimada em um milhão de habitantes, com a perspectiva de expansão para as demais regiões do estado. O Artroscopia para Todos permitirá realização de cirurgia das estruturas articulares com auxílio de câmera e lente, minimizando os riscos e permitindo uma reabilitação precoce.

O projeto do hospital ilheense, que é unidade 100% SUS do Governo da Bahia, sob gestão do Instituto Brasileiro de Desenvolvimento da Administração Hospitalar (IBDAH), com câmeras facilita a identificação das lesões com apenas dois pequenos furos na articulação.

As vantagens da artroscopia para os pacientes são enormes, conforme o hospital. Dentre elas, causa menos danos aos tecidos, mínimo sangramento, tem um tempo de cicatrização rápido em relação a outras cirurgias mais invasivas e as cicatrizes, de tão pequenas, costumam desaparecer com o tempo e praticamente indolor.

Idealizador do Artroscopia Para Todos, Umberto Castro Alves diz que o projeto foi elaborado com a finalidade de interiorizar a cirurgia artroscópica em diversas regiões do estado da Bahia. “O Artroscopia Para Todos é um projeto pioneiro e inovador que facilitará o acesso da população aos procedimentos sofisticados da medicina esportiva, invertendo o fluxo de pacientes que outrora precisavam se deslocar até a capital baiana para a realização de procedimentos”, disse Umberto Castro Alves.

Segundo ele, a realização da artroscopia no Costa do Cacau, além de reduzir o impacto no tempo de espera pelo procedimento, “o paciente terá total assistência em uma unidade próxima a sua residência e de seus familiares”.

O agendamento para a realização do procedimento no HRCC obedecerá a demanda já existente junto às secretarias de saúde da região cacaueira. “Faremos o atendimento dos pacientes no HRCC e marcaremos a cirurgia”, diz o especialista.

O presidente do IBDAH, José Antônio Sousa, destaca o grande investimento do governo estadual na oferta de atenção à saúde eficiente e resolutiva. “O Governo da Bahia tem investido muito na saúde dos baianos e o Hospital Regional Costa do Cacau é mais uma unidade que se tornou referência em saúde de qualidade”, garante.

Campanha de vacinação prossegue até o próximo sábado em Itabuna
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O Centro de Controle de Zoonoses de Itabuna (CCZ) divulgou, nesta manhã de terça (29), balanço do Dia D de vacinação antirrábica no município sul-baiano. De acordo com o CCZ, foram imunizados contra a doença 2.525 cães e gatos.

A vacinação ocorreu nas unidades de saúde Roberto Santos, Dilson Cordier, Jacintho Cabral, Nilton RAmos, José Maria de Magalhães, Isolina Guimarães e Aurivaldo Sampaio. A partir desta quarta (30), haverá ponto de vacinação no antigo Sesp até o final da campanha, que, segundo a Secretaria de Saúde de Itabuna, será encerrada no dia 03 de outubro.

Além da unidade do antigo Sesp, a vacinação também ocorre no Centro de Zoonoses, de segunda a sexta-feira, das 8h às 13h30min. O Centro de Controle de Zoonoses está localizado na rua São José, 122, Antique.

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Santa Casa cobra de Marão repasse de recursos do SUS

Cerca de 400 funcionários do Hospital São José, de Ilhéus, ainda não receberam o salário de agosto, denuncia o Sindicato dos Trabalhadores em Saúde de Itabuna e Região (Sintesi). A entidade diz que os trabalhadores estão mobilizados e cobram o pagamento de agosto, que deveria ser feito até o último dia 7. O Hospital São José é uma das unidades de referência no atendimento a casos graves de covid-19 no sul da Bahia.

Segundo Raimundo Santana, dirigente do Sintesi, a provedoria da Santa Casa de Misericórdia de Ilhéus alegou que ainda não recebeu o repasse do Fundo Municipal de Saúde (FMS), que deveria cair em conta nos primeiros dias de setembro, o que ocasionou o atraso de salário. “Situação é terrível para os funcionários, que têm suas contas para pagar”, diz Raimundo.

PREFEITURA ATRASOU REPASSE

Ainda de acordo com a provedoria em comunicação ao Sintesi, a gestão do prefeito Mário Alexandre justificou o atraso no repasse dos recursos à “necessidade de adequação”. O dirigente sindical lamenta a situação. “Não é correto o poder público municipal apropriar-se dos recursos dos prestadores de serviços de saúde do município”, observa.

Raimundo Santana, no entanto completa dizendo que, independente do atraso do município, a direção da Santa Casa de Ilhéus “tem a obrigação legal de prover o pagamento dos salários dos trabalhadores”.

O dirigente afirma que já há mobilização para, se o atraso continuar, haver paralisação dos funcionários do hospital em outubro. O site não conseguiu contato com o secretário de Saúde de Ilhéus, Geraldo Magela, nem com o prefeito e médico Mário Alexandre, Marão (PSD).

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Com uma blitz educativa nos hospitais Calixto Midlej Filho e Manoel Novaes, a Santa de Casa de Misericórdia de Itabuna iniciou, nesta terça-feira (22), as atividades da Semana de Segurança do Paciente. As medidas para a identificação segura do paciente e a campanha Adorno Zero foram os destaques nesse primeiro dia de ações.

Coordenado pelo Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e Medicina do Trabalho (SESMT), Comissões de Controle a Infecção Hospitalar (CCIH) dos dois hospitais e Escritório de Qualidade e Segurança do Paciente, o primeiro dia foi destinado a divulgação e sensibilização das equipes sobre a importância do Protocolo da Identificação Segura e uso obrigatório da pulseira/adesivo de identificação do paciente.

Hoje, o uso da pulseira, que já vinha sendo adotada nas unidades Covid, foi expandida para todos os setores de internamento do Calixto Midlej Filho. No Novais, o Protocolo de Identificação foi reforçado, pois é uma prática já estabelecida há tempos.

Nesta terça-feira também foi lançada a campanha “Adorno Zero”, que reitera a necessidade de os funcionários nas áreas assistenciais não usarem acessórios como brincos, relógios, pulseiras, anéis e broches, que são possíveis vetores para infecção hospitalar. Esses cuidados são para proteger não somente os pacientes, mas também próprios funcionários.

A programação da Semana de Segurança do Paciente prossegue nesta quarta-feira (23), nos auditórios dos hospitais Calixto Midlej Filho e Manoel Novaes, com treinamentos simultâneos para os funcionários dos setores administrativo e assistenciais das duas unidades. Serão abordadas as Metas de Segurança, Gestão de Ocorrência, Notificação de Incidentes e Eventos Adversos, Controle de Infecção e Biossegurança. A Semana de Segurança será encerrada na quinta-feira (24) com o Fórum Online de Segurança do Paciente.

Auditoria diagnóstica é feita para obtenção da acreditação hospitalar
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O Hospital Regional Costa do Cacau (HRCC), em Ilhéus, iniciou em agosto deste ano o processo para obtenção da Acreditação Hospitalar, método de avaliação e certificação que busca promover e garantir a qualidade e a segurança da assistência no setor de saúde, com a chancela da Organização Nacional de Acreditação (ONA). Já em setembro, o trabalho continua na unidade hospitalar da rede estadual instalada no sul da Bahia.

O trabalho segue com treinamentos de gestores para apresentação do manual da ONA, também com o mapeamento de processos, in loco, nos setores do hospital para auditoria diagnóstica dos procedimentos e das rotinas utilizadas. Essas atividades são fundamentais para a implantação de todos os requisitos preconizados pelas normas de certificação.

De acordo com a consultora Adriana de Carvalho Dias, da CGQ Consultoria e Gestão da Qualidade, a equipe do HRCC está bastante motivada para que esse processo de Acreditação aconteça. “Quando eu chego nas áreas para fazer essas auditorias diagnósticas, no primeiro momento de conversa, de conhecer as áreas, sou recebida assim com muito carinho. Os profissionais estão empenhados nesse objetivo e são colaborativos. A gente sabe que tem um trabalho muito grande pela frente e só estamos iniciando, mas percebo que as pessoas querem, de verdade, que esse hospital seja acreditado”, disse.

Adriana Dias destacou pontos positivos da unidade hospitalar. “O Hospital Costa do Cacau, tem uma infraestrutura adequada, atende a RDC 50 (Regulamento Técnico referente a projetos físicos de estabelecimentos assistenciais de saúde). Isso já é algo que nos tranquiliza bastante num processo. Observamos boas práticas, como as comissões, que são obrigatórias. Elas já iniciaram, já são formadas. Claro que a gente precisa trabalhar alguns requisitos. Também conseguimos perceber a questão da identificação paciente, a identificação a beira leito, que também é uma outra prática importante”, destacou.

A consultora sinalizou que os requisitos a serem implantados no hospital vão aprimorar as boas práticas existentes. “A gente já percebe, por exemplo, algumas áreas que já trabalham com alguns indicadores, isso também é um ponto positivo. As rotinas já estão descritas através de POP (Procedimento Operacional Padrão). Ao longo desse processo de implantação vamos aprimorar algumas práticas, mas percebemos também rotinas de escritas e alguns indicadores nas áreas”, enfatizou.Leia Mais

A médica Teresa Fonseca e enfermeira Regiane Buralho abrem evento com live
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Neste ano o Congresso Mirim Oncológico Pediátrico terá um novo formato. Na próxima semana, durante dois dias, profissionais das áreas de saúde e da educação, estudantes, voluntários, pacientes e acompanhantes vão debater diversos temas relacionados ao tratamento oncológico nesse período de enfrentamento à Covid-19.

Em sua V edição, o congresso será marcado por oficinas online e lives pelo instagram do Grupo de Apoio à Criança com Câncer – Sul Bahia. As atividades começam na terça-feira (15), com uma live da médica Teresa Fonseca com a enfermeira Regiane Buralho, às 9h.

Na quarta-feira (16), a partir das 9h, serão realizadas oficinas “Uma Curtida na Saúde do Meu Filho (a)”, “O Voluntariado no Centro da Vida” e “Comunicação Virtual e Afeto, como é Isto?”. O tema central do congresso deste ano é: “A Saúde e o Sujeito- Diálogos Possíveis no Tempo/Espaço Virtual”.

A coordenadora do Serviço de Oncologia da Santa Casa de Misericórdia de Itabuna, Sayara Aragão, reforça a importância da participação de todos os pacientes e ex-pacientes do ambulatório da pediatria oncológica. “Será um momento marcado por troca de experiência, aprendizagem e muita diversão”, destaca Sayara. A live e as oficinas podem ser acompanhadas em @GACC_SUL_BAHIA.

Hospital Costa do Cacau estava com 100% dos leitos de UTI Covid-19 com pacientes
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O Hospital Regional Costa do Cacau (HRCC), em Ilhéus, integrante da rede da Secretaria de Saúde do Estado da Bahia (Sesab) e conveniado ao Sistema Único de Saúde (SUS), além de prestar assistência médica à população do sul do Estado, oportuniza a experiência profissional para estudantes de diversas áreas de saúde.

A unidade hospitalar começou 2020 recebendo, pela primeira vez, estudantes do sexto ano do curso de Medicina, da Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc), para acompanharem as atividades médicas no HRCC, por meio de um estágio supervisionado (internato hospitalar), com orientação de médicos graduados.

Devido à emergência sanitária global, imposta pela pandemia do novo coronavírus, agente causador da Covid-19, que no Estado da Bahia, se iniciou no primeiro trimestre 2020, foi determinado por questões relacionadas a biossegurança, a suspensão dos estágios dos estudantes da área de saúde das instituições de ensino superior. A medida foi aplicada em toda a rede da Sesab, incluindo o HRCC.

Nos últimos 30 dias, com a determinação do secretário de saúde da Bahia, Fábio Villas-Boas, de organização dos esforços para retorno mais breve possível das atividades, o HRCC e o Instituto Brasileiro de Desenvolvimento da Administração Hospitalar (Ibdah) se articularam juntos, sob a coordenação da Escola Estadual de Saúde Pública, para garantir máxima segurança aos estudantes, no retorno às suas atividades, ainda este mês.

Esses alunos passarão por todas orientações e treinamentos necessários, que tem como objetivo prepará-los para prevenção do contágio da Covid-19, em ambiente hospitalar. Além disso, o HRCC adota medidas para desinfecção e descontaminação de ambientes, reforçando a segurança sanitária na unidade. Essas aplicações possibilitarão o retorno desses estágios, que são orientados por médicos do HRCC e professores da Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc).

A médica Rosângela Melo, coordenadora da clínica médica do HRCC e vice-coordenadora do curso de Medicina da Uesc, sinaliza o retorno do internato hospitalar agora em setembro. “Os estudantes do curso de medicina da Uesc, da quinta e sexta série, devem retornar ao campo de prática no Costa do Cacau, ainda neste mês, com todas as adequações para garantir a segurança dos estudantes e da população atendida, como é a regra de cuidados e procedimentos criteriosos adotados pelo hospital”, afirmou.

RESIDÊNCIA MÉDICA EM 2021

Rosângela Melo ainda revelou que o hospital está engajado para iniciar, em 2021, os seus programas próprios de residência médica, em clínica médica e cirurgia geral. “Os programas já estão em credenciamento provisório pela Comissão Nacional de Residência Médica e há uma movimentação intensa por parte do Ibdah e das coordenações específicas para tanto, deste hospital, para realmente inaugurar esse novo serviço de especialização, sobre a forma de treinamento em serviço, que é a residência médica com alta qualidade técnico e ética realmente fazendo a diferença para especialização de novos médicos na Bahia”, destacou.

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Foram prorrogadas as campanhas de vacinação contra o sarampo e a Influenza em Itabuna. De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde (SMS), a vacinação contra o sarampo prossegue até o dia 31 de outubro. Já a vacinação contra a Influenza será realizada até o dia 30 de setembro. As doses estão disponíveis nos postos e unidades de saúde do município.

A coordenadora de Imunização da SMS, enfermeira Camila Brito, esclarece que a campanha contra o sarampo busca imunizar adultos de 20 a 49 anos, mesmo aqueles que tenham recebido a vacina anteriormente. Já a Influenza está aberta à população em geral que ainda não tomou a vacina.

Considerada uma doença grave e de alta transmissibilidade, o sarampo pode ser disseminado por via aérea ao tossir, espirrar, falar ou respirar, sem que ocorra, necessariamente, o contato direto, uma vez que o vírus pode se disseminar pelo ar a metros de distância da pessoa infectada. Já o vírus influenza (gripe) pode ocasionar complicações e sintomas, o que reforça a necessidade de vacinação, principalmente para idosos e pessoas que possuem doenças crônicas.

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Durante a abertura do Setembro Verde, mês de campanha nacional de doação de órgãos e tecidos, no ano passado, funcionários do Hospital Regional Costa do Cacau (HRCC), em Ilhéus, se reuniram na frente da unidade e fizeram uma bela homenagem à ação, soltando balões verdes. Também aconteceram diversas atividades para conscientização sobre o tema.

Agora em 2020, muitas mudanças na programação referente à campanha foram impostas pela pandemia do novo coronavírus. Porém, a sensibilização sobre a doação de órgãos deve ser intensificada, de maneira mais cautelosa, priorizando a segurança sanitária para evitar o contágio da Covid-19. Estão proibidos encontros que formem aglomerações e o trabalho será direcionado de forma mais individualizada para que a mensagem seja repassada.

De acordo com Ronaldo Pereira, coordenador da Comissão Intra-Hospitalar de Doação de Órgãos e Tecidos para Transplante (CIHDOTT) do HRCC, em setembro de todos os anos,  profissionais de saúde, também da área do transplante e da doação, desenvolvem ações educativas, de mobilização, entre outras, para debater a importância de ser um doador. “É muito importante propagar o amor ao próximo, através de um ato grandioso e generoso que é a doação. Isso pode mudar a vida de milhares de pessoas que aguardam na fila de espera”, comentou.

REFLEXOS DA PANDEMIA

O enfermeiro indicou que este ano estão suspensas as distribuições de panfletos e outros materiais para evitar o contágio da Covid-19. “Ficamos impossibilitados de fazer algumas coisas, estamos estudando alternativas seguras junto com a Organização de Procura de Órgãos (OPO). O mais importante, não deixaremos de transmitir essa mensagem, seja com bandeiras, faixas e atividades sem riscos para as pessoas”, disse.

O coordenador ainda citou que a pandemia do novo coronavírus causou impactos na doação de órgãos. “Desde março, a Sesab implantou ajustes necessários nas rotinas e condutas para garantir a segurança dos profissionais e dos pacientes envolvidos. Parte do serviço da doação teve uma redução na disponibilidade, por exemplo, de tecidos oculares para fins terapêuticos. Os protocolos adotados, com testes eficazes para detecção da Covid-19, indicam o restabelecimento gradual do serviço, no caso das situações emergenciais, estas sempre foram atendidas, não tiveram suspensão”, concluiu.

Tutores devem ter cuidados no uso de produtos de limpeza e higiene || Foto Fabio Rodrigues Pozzebom/AB
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Neste momento em que o mundo enfrenta a pandemia da covid-19, a preocupação com a limpeza da residência para evitar a proliferação do vírus se intensificou. Os produtos utilizados são diversos, mas é preciso estar atento quando se tem um animal de estimação em casa.

No país, há pelo menos 141,6 milhões de animais de estimação nos lares. Desses, segundo o Instituto Pet Brasil, 55,1 milhões são cachorros e 24,7 milhões, gatos.

Há ainda as aves (40 milhões), peixes (19,4 milhões) e os répteis e pequenos mamíferos (2,4 milhões). Por isso, é necessário tomar cuidado, já que produtos tóxicos aos animais podem até causar a morte.

Segundo o médico veterinário e presidente da Comissão de Clínicos de Pequenos Animais do Conselho Regional de Medicina Veterinária de São Paulo (CRMV-SP), Márcio Mota, os produtos mais indicados para a limpeza geral da casa e a desinfecção são o hipoclorito de sódio diluído (na medida de uma parte para dez), detergente neutro ou uma solução de amônia quaternária, que pode ser encontrada em pet shops.

A terceira opção já é testada, sendo muito usada em clínicas, hospitais e consultórios veterinários, justamente por promover a limpeza sem oferecer riscos aos bichos.

“Todos esses produtos são efetivos contra o novo coronavírus. Com eles não se agride as patinhas, nem a pele. Temos que lembrar que os bichinhos deitam no chão e às vezes têm alguns problemas de pele por conta de produtos de limpeza. É preciso evitar os desinfetantes de modo geral e produtos muito fortes. E sempre lembrar de armazenar em um local onde o animal não alcance, porque o cheiro pode atrair os animais que podem até ingerir o líquido, resultando em intoxicação, gastrite ou uma lesão gastrointestinal severa, até com queimaduras”, explicou.

O tutor deve ainda ficar atento aos sinais de uma possível ingestão de algum produto. Segundo o médico veterinário, quando ocorre a ingestão, normalmente o pet começa a salivar bastante, alguns vomitam ou tem diarreia (ambos com sangue), o que sinaliza intoxicação.

Na pele podem ocorrer alergias, com uma coceira muito forte e áreas avermelhadas, além do incômodo, que o animalzinho demonstra lambendo ou ficando muito inquieto.

As manchas podem ser observadas principalmente na região da barriga, do ânus e patinhas, que incham. “Aí é sinal de que tem alguma coisa errada e precisa procurar um médico veterinário para examinar e medicar”, ensina.

PASSEIO NA RUA

Uma das preocupações dos tutores é com os passeios na rua, já que, apesar de não pegarem nem transmitirem o novo coronavírus para o ser humano, os animais podem carregar o vírus nas patas e nos pelos e levá-lo para dentro de casa. Por isso, Mota ressaltou que é preciso fazer a higiene do cachorro todas as vezes em que ele for levado à rua.

Nesse caso é importante nunca usar o álcool gel, nem o álcool 70º no animal, porque ambos podem causar queimadura nos coxins, parte inferior da pata, e que ficam em contato com o chão (conhecidos popularmente como almofadinhas).

“O que temos recomendado é a solução de hipoclorito de sódio a 0,1%, que pode ser manipulada em um spray para borrifar e limpar depois com um lencinho. Pode-se ainda pedir para manipular a solução de hipoclorito em um lencinho umedecido e aí passa no pelo, pata e na parte traseira onde ele senta. Pode-se ainda usar a clorexedina ou o detergente neutro. Se for lavado, sempre enxaguar e secar muito bem para não deixar resíduo do produto”, afirmou.

Para os banhos, Mota indicou que os tutores procurem fazer em casa, mas, se não for possível, sempre levar em locais de confiança, que estão seguindo à risca todas as regras de biossegurança preconizadas pelo CRMV, Ministério da Saúde e órgãos responsáveis.

“Atentar para que o profissional que está dando o banho esteja de luva e máscara. Para quem vai usar o táxi dog, verificar a higienização das gaiolinhas. Mesmo assim, vale a pena limpar as patinhas na volta do banho e tosa”, disse o médico veterinário.

GATOS

Mota lembrou ainda que os gatos que saem para a rua também precisam ser higienizados quando voltam para casa.

Segundo ele, o ideal seria não deixar os felinos saírem sozinhos para passear, mas se não houver alternativa, é preciso higienizá-los da mesma maneira que é feita com os cães.

“É um pouco mais difícil porque às vezes o gato é mais arredio. O melhor é mesmo não deixar sair nesse e em nenhum período, porque, a partir do momento em que domesticamos o animal e ele é da nossa casa, ele não deve ficar perambulando por aí para não pegar nenhuma doença de gato ou não trazer o coronavírus”.