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Rui Costa (centro) é reeleito para mais quatro anos na Bahia

Rui Costa (PT) acaba de ser reeleito governador da Bahia. Ainda faltam pouco mais de 20% das urnas serem apuradas, mas o petista atingiu 75,88% dos votos válidos e impôs diferença de mais de 2,7 milhões de votos sobre Zé Ronaldo (DEM), com 21,81%.
Rui Costa tem 3.858.685 votos contra 1.108.958 votos de Zé Ronaldo. O governador tem praticamente garantida a eleição de toda a chapa majoritária, pois Jaques Wagner (PT) e Angelo Coronel (PSD) estão virtualmente eleitos para o Senado Federal. 
A Bahia também garantiu ótima votação ao candidato a presidente apoiado pelo governador. Fernando Haddad obtém, até aqui, quase 60% dos votos válidos. Exatamente 59,72% contra 23,67% de Jair Bolsonaro (PSL).
QUARTO MANDATO DO PT
O PT vai para o quarto mandato à frente de um dos maiores estados do Brasil. Chegou ao poder ao derrotar o carlismo em 2006. Naquela disputa, Jaques Wagner, eleito senador pela Bahia neste domingo, derrotou Paulo Souto (DEM) contrariando as pesquisas de então.
Em 2010, Wagner foi reeleito e fez o sucessor quatro anos depois. Hoje, Rui Costa, que era secretário e deputado federal em 2010, obteve a mais expressiva vitória de um governador baiano, após a derrota imposta por Waldir Pires a Josaphat Marinho, na década de 80.

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José Ronaldo (à esquerda) e Rui Costa || Foto Mateus Pereira/GovBA

Com pouco mais de 52% das urnas apuradas na Bahia, o governador Rui Costa ampliou para mais de 1,8 milhão de votos a vantagem sobre o segundo colocado, Zé Ronaldo (DEM).
Candidato à reeleição, Rui obtém 2.571.701 votos contra 757.418 votos de Zé Ronaldo.
SENADO
A corrida pelas duas vagas ao Senado Federal tem Jaques Wagner (PT) na liderança, com 35,23% dos votos. Angelo Coronel (PSD) obtém 32,5%. Irmão Lázaro (PSC) tem 15,59%. 

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Rui Costa tem mais de 70% dos votos em apuração parcial

Com pouco mais de 23% das urnas apuradas, o governador Rui Costa (PT) caminha para o segundo mandato. Ele tem 75,07% dos votos, enquanto José Ronaldo (DEM) aparece com 22,52% dos votos. Os demais candidatos têm menos de 1% dos votos apurados até aqui.
Na corrida ao Senado Federal, Jaques Wagner (PT) tem 35,22% dos votos, seguido de Angelo Coronel (PSD), com 32,45%. Irmão Lázaro (PSC) vem bem distante, com 15,49% do que já foi apurado. 

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|| Foto Diário Brasil

Os números da apuração da corrida pela presidência da República começarão a ser conhecidos a partir das 19 horas. Há pouco, o jornalista Ricardo Noblat postou em seu perfil no Twitter que a boca de urna do Ibope dará eleição de Jair Bolsonaro (PSL) no primeiro turno. 
A conferir.

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Rui defende unidade do país || Foto Carlos Casaes

Candidato à reeleição, o governador Rui Costa (PT) defendeu a unidade e a pacificação do Brasil para a retomada do crescimento. “É hora de construir a unidade do país, pacificar o Brasil. O país precisa de paz para retomar o crescimento, retomar a credibilidade internacional perdida. E é isso que eu vou ajudar a construir com os outros governadores. A construção de um cenário de harmonia e paz, e que a gente consiga fazer as reformas que o Brasil precisa, aglutinando e pacificando o país, disse ele ao votar, no Colégio Estadual Duque de Caxias, na Liberdade, em Salvador.
O governador chegou ao local de votação com a primeira-dama, Aline Peixoto, e as filhas Marina e Malu. Votou pouco antes do meio-dia, após aguardar na fila, como qualquer cidadão. Também na comitiva que acompanhou o candidato petista, os postulantes ao cargo de vice-governador, João Leão, e a senador, Angelo Coronel, além de líderes partidários da coligação e candidatos a deputado federal e estadual. Jaques Wagner, candidato petista a senador, votou na cidade de Andaraí, Chapada Diamantina, por volta das 11h. Volta ainda hoje para Salvador.
Logo após a votação, Rui falou com a imprensa, quando assegurou a participação ativa no segundo turno das eleições, dedicado à campanha nacional. “Já nesta terça, vou a São Paulo para me encontrar com os outros governadores eleitos e fazer uma reunião para definir as estratégias da campanha. Muita notícia falsa foi pregada nesses últimos dias contra Fernando Haddad, mas no segundo turno vai ser possível mostrar a capacidade de gerenciar o Brasil, de um e de outro candidato”, garantiu o candidato que detém mais de 70% da preferência nos votos válidos segundo pesquisa Ibope/Rede Bahia divulgada ontem à noite.

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FTC é uma das unidades que mais concentram votantes em Itabuna || Foto Pimenta

Cabos eleitorais pedem votos abertamente nos arredores de várias seções eleitorais em Itabuna, a chamada boca de urna, que está proibida desde a legislação de 1997. Há pouco, várias pessoas distribuíam santinhos de candidatos a deputado federal e para presidente nas ruas próximas ao Imeam, no Alto Mirante, região central de Itabuna, e nas proximidades do Ciomf e Josué Brandão, no Santo Antônio.
Para evitar flagrante, os cabos eleitorais ficam com poucos santinhos, que trazem os números dos candidatos. E pouco são incomodados pela fiscalização e pela Polícia Militar.

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O Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA) esclarece que o grande número de votos a serem registrados, seis ao todo, contribuiu, até aqui, para a formação de filas nas seções eleitorais. Está garantido o voto aos eleitores que chegarem às suas respectivas seções eleitorais até as 17h, horário de encerramento do pleito.
O TRE-BA pede, ainda, a compreensão dos eleitores dos 55 municípios que passaram pela revisão biométrica e esclarece que a formação de filas foi prevista pelo órgão que se antecipou em alertar a população para que buscasse previamente informações quanto aos locais de votação e procurassem chegar às respectivas seções eleitorais com antecedência.

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O eleitor pode fazer consulta a local de votação, de forma rápida, pela internet. A consulta é simples é pode ser feita pelo nome ou pelo número do título do votante.
Consulta por nome
Consulta por título
A pessoa não precisa levar o título para a votação, mas é obrigatório a apresentação de documento oficial com foto, a exemplo de Carteira de Identidade, Carteira de Trabalho ou carteira de habilitação de motorista ou motociclista.

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Eleições de 2018 terão mais de 147 milhões de eleitores || Foto Elza Fiúza/Agência Brasil

Em um país de tamanho continental, os números das eleições gerais são tão grandes quanto os desafios dos eleitos. São 147.302.357 brasileiros aptos a escolher o presidente da República, os governadores de 26 estados e do Distrito Federal, 54 senadores, 513 deputados federais, 1.035 deputados estaduais e 24 deputados distritais. Neste ano, 29.090 candidatos pediram registro na Justiça Eleitoral, mas somente 26.938 foram autorizados a concorrer.
As eleições vão mobilizar cerca de 2 milhões de mesários em todo o país, sendo que a metade se ofereceu para trabalhar como voluntário, no primeiro turno do pleito. O mesário tem um papel importante no processo eleitoral: cabe a ele receber e identificar os eleitores, compor as mesas de votos e justificativas, fiscalizar e organizar a seção de votação. Além dos mesários, 15,4 mil servidores da Justiça Eleitoral e 2.645 juízes estarão a postos neste domingo (7).
Para atender os 5.570 municípios, foram distribuídas 556 mil urnas eletrônicas em mais de 480 mil seções eleitorais, instaladas em 95 mil locais de votação. As urnas são levadas a locais remotos, como comunidades ribeirinhas amazônicas e aldeias indígenas. Estarão também no exterior: 500.727 eleitores poderão votar em 99 países. Foram enviadas 744 urnas (680 eletrônicas e 64 de lona) para os 171 locais de votação no exterior.
As urnas de lona foram encaminhadas a países que têm dificuldades alfandegárias, queda de energia e instabilidade política ou com poucos eleitores. O maior número de urnas eletrônicas seguiu para Boston (46) e Miami (45). Os Estados Unidos têm o maior colégio eleitoral no exterior, com 160.005 brasileiros, seguido do Japão (60.708) e de Portugal (39.118).
ACESSIBILIDADE
Segundo a Constituição, o voto é obrigatório aos brasileiros, natos ou naturalizados, alfabetizados, com idade entre 18 e 70 anos. Para os jovens de 16 a 17 anos, os idosos com mais de 70 anos e os analfabetos, o voto é facultativo. Diante desse preceito constitucional, a Justiça Eleitoral vem se aprimorando para dar condições de votação a todos. Haverá 45.621 seções eleitorais com acessibilidade.Leia Mais

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Da Folha
O deputado Jair Bolsonaro (PSL) chegou à véspera do dia da eleição mantendo a liderança da corrida presidencial, mas sem votos suficientes para liquidar a disputa no primeiro turno, de acordo com pesquisa concluída pelo Datafolha neste sábado (6).
Segundo o instituto, o capitão reformado tem 40% das intenções de votos válidos, sem contar eleitores que pretendem votar em branco ou nulo, ou estão indecisos. Para vencer no primeiro turno, é necessário somar 50% dos votos válidos mais um.
Bolsonaro mantém vantagem de 15 pontos sobre o segundo colocado, o ex-prefeito Fernando Haddad (PT), que tem 25% dos votos válidos. Se mantiverem essas posições nas urnas no domingo (7), Bolsonaro e Haddad se enfrentarão no segundo turno no dia 28.
Em relação ao levantamento anterior, concluído pelo Datafolha na quinta (4), Bolsonaro oscilou um ponto percentual para cima e Haddad ficou estagnado.
Em terceiro lugar, o ex-ministro Ciro Gomes (PDT) oscilou dois pontos percentuais e alcançou 15% das preferências, distanciando-se do ex-governador Geraldo Alckmin (PSDB), que aparece com 8%, em quarto lugar.
A ex-senadora Marina Silva (Rede) terminou empatada com o ex-banqueiro João Amoêdo (Novo), ambos com 3% das intenções de votos válidos.
No início da campanha, em agosto, Marina disputava a segunda colocação com Ciro Gomes e Alckmin, mas despencou desde então, assim como o candidato tucano.
O Datafolha entrevistou 19.536 eleitores de 382 municípios na sexta (5) e no sábado. A margem de erro do levantamento é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. A pesquisa foi contratada pela Folha e pela TV Globo.
SEGUNDO TURNO
Nas simulações para o segundo turno da eleição, Bolsonaro e Haddad estão empatados tecnicamente, ou seja, dentro da margem de erro da pesquisa. O capitão aparece com 45% das preferências e Haddad, com 43%.
Bolsonaro e Haddad enfrentam taxas de rejeição elevadas, o que tende a transformar o confronto entre eles no segundo turno em uma disputa bastante acirrada. Segundo o Datafolha, 44% dos eleitores dizem que não votariam no capitão de jeito nenhum e 41% rejeitam o petista.
Em outro cenário, num eventual confronto com Ciro Gomes, Bolsonaro aparece com 43% e seu adversário, com 47%. Como a distância entre eles é de quatro pontos, eles também estariam empatados tecnicamente, no limite da margem de erro.
Como Alckmin, outros candidatos que se lançaram com apoio de partidos localizados no centro do espectro político chegaram ao fim da campanha estagnados, com baixa pontuação.
O ex-senador Alvaro Dias (Podemos) e o ex-ministro Henrique Meirelles (MDB) têm 2% das intenções de votos válidos. À esquerda, o candidato do PSOL, Guilherme Boulos, aparece com 1% –igual ao Cabo Daciolo, candidato do partido Patriota.

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Wagner lidera corrida, com Coronel e Lázaro empatados e Jutahy mais distante
O ex-governador Jaques Wagner (PT) obteve 44% das intenções de voto na corrida por uma das duas vagas ao Senado Federal. Há empate na disputa pela segunda vaga entre Irmão Lázaro (PSC) e Angelo Coronel (PSD), com 30% e 27%, respectivamente.
Jaques Wagner (PT) – 44%
Irmão Lazaro (PSC) – 30%
Angelo Coronel (PSD) – 27%
Jutahy Jr. (PSDB) – 13%
Comandante Rangel (PSL) – 4%
Jorge Vianna (MDB) – 4%
Fábio Nogueira (PSOL) – 3%
Marcos Mauricio (DC) – 3%
Francisco José (Rede) – 2%
Adroaldo dos Santos (PCO) – 1%
Celsinho Cotrim (PRTB) – 1%
Nulos/Brancos – 15%
Não sabe/Não responderam – 29%
A pesquisa ao Senado e ao governo baiano foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR‐07032/2018. A margem de erro é de 2 pontos percentuais. Foram ouvidos 2.002 eleitores no período de 4 a 6 de outubro, segundo o Ibope. Abaixo, veja pesquisa ao governo.

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Rui Costa seria eleito no primeiro turno, segundo Ibope
Pesquisa Ibope/Rede Bahia aponta reeleição do governador Rui Costa (PT) no primeiro turno, com 62% dos votos. Zé Ronaldo (DEM) atinge 14%.
Rui Costa (PT): 62%
José Ronaldo (DEM): 14%
João Henrique (PRTB): 2%
Marcos Mendes (PSOL): 1%
Célia Sacramento (Rede): 1%
João Santana (MDB): 1%
Orlando Andrade (PCO): 1%
Brancos/nulos/indecisos: 18%
A pesquisa foi contratada ao Ibope pela Rede Bahia, tem margem de erro de dois pontos percentuais. Foram ouvidos 2002 eleitores no período de 4 a 6 de outubro.

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Cargill enfrenta greve de funcionários em Ilhéus || Imagem Divulgação

Os funcionários da Cargill em Ilhéus paralisaram a linha de produção, desde ontem (5), após a multinacional não conceder o reajuste do tíquete alimentação no valor mínimo de R$ 800,00. “A empresa acenou apenas com reajuste de R$ 767,00 para 785,00. O valor mais baixo pago pelas outras empresas é R$ 800,00”, afirmou o presidente do Sindicacau, Wilson Carlos Seles Drisostes.
Segundo Wilson, a greve é por tempo indeterminado. A empresa, disse o dirigente sindical, vem pagando o menor valor no tíquete há 3 anos e se nega a equipará-lo ao das demais multinacionais. “Tentamos acordo junto ao Ministério Público do Trabalho (MPT)”, afirmou, completando que não houve sucesso na tentativa.
Empresas como a Barry Callebaut paga R$ 800,00 e a Olam R$ 820,00 de tíquete, segundo o Sindicacau. A Cargill emprega 285 trabalhadores na unidade ilheense.

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“O Quadro: a revolução começa nas margens” volta ao TMI || Foto Aldeia Norte

Tráfico de drogas, violência contra a mulher e relações familiares conflituosas são alguns dos temas abordados pela peça teatral “O QUADRO: a revolução começa nas margens”. Encenada pelo Coletivo 7, a montagem volta ao Teatro Municipal de Ilhéus (TMI) nos dias 16 e 17 de outubro, com sessões às 19h40min. As entradas custam R$ 10 inteira e R$ 5 meia. A classificação indicativa é 14 anos.
Esta será a segunda temporada de “O QUADRO: a revolução começa nas margens” no TMI, onde a peça estreou em 21 de setembro. A meta do grupo é que um novo público possa assistir à montagem, que representa realidades próximas às vivenciadas por jovens ilheenses. “As situações expostas criam o pano de fundo para que o empoderamento – principalmente, o feminino – seja conclamado”, afirma a diretora, Valdiná Guerra.
Com Mariana Andrade e Thiago Navillon como assistentes de direção, a peça tem produção de Cris Passos e dos estudantes do Curso Técnico de Teatro do CEEP do Chocolate Nelson Schaun. Escrito por Romualdo Lisboa em 2003 e adaptado pelo Coletivo 7, o texto de “O QUADRO: a revolução começa nas margens” ainda se mantém atual. Segundo a diretora, o espetáculo não se omite sobre questões sociais vivenciadas nas periferias e centros. “É o retrato de uma realidade que precisa ser repensada com urgência”, ressalta.