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Jabes para R$ 12 mil de aluguel por imóvel no Banco da Vitória
Jabes para R$ 12 mil de aluguel por imóvel no Banco da Vitória

Conforme notícia do Blog do Gusmão, a Prefeitura de Ilhéus renovou o contrato de locação do imóvel onde funciona a Escola Municipal do Banco da Vitória. O que causa espanto é o valor do contrato, fechado em R$ 146.484,00 para o período de 4 de janeiro a 31 de dezembro de 2016. Por mês, o aluguel é de “módicos” R$ 12.207,00.

O imóvel pertence a Maria Natália Oliveira, que pode se considerar uma felizarda. Segundo um experiente corretor de imóveis ouvido pelo PIMENTA, Ilhéus tem pouquíssimos imóveis que poderiam ser alugados na faixa de R$ 12 mil. O valor está restrito a casas de luxo, situadas em áreas nobres da cidade, o que não é o caso do Banco da Vitória.

O prefeito Jabes Ribeiro precisa tomar cuidado para não inflacionar o mercado de locação de imóveis na Terra da Gabriela…

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mosquito-da-dengueÓrgãos que têm representação de vários setores da comunidade, os conselhos de saúde defendem a participação e o envolvimento de todos como única maneira de se promover um combate eficiente ao Aedes aegypti, mosquito transmissor de dengue, zika e chikungunya.

Estratégias para ampliar a participação da sociedade civil nesse trabalho serão apresentadas nesta segunda-feira (29), em Itabuna, pelo presidente do Conselho Nacional de Saúde, Ronald Ferreira dos Santos. Às 14 horas, no Centro de Cultura Adonias Filho, ele aborda o tema com autoridades locais e representantes comunitários.

O encontro é aberto a dirigentes de clubes de serviço, associações de moradores e outras instituições.

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PRF aponta menos acidentes e mortes em estradas federais baianas (Foto Divulgação).
PRF aponta menos acidentes e mortes em estradas federais baianas (Foto Divulgação).

O número de mortes em estradas federais na Bahia caiu 19,65% em 2015 no comparativo com o ano anterior, segundo balanço divulgado há pouco pela Polícia Rodoviária Federal. Foram 638 óbitos em acidentes ocorridos em 2015 em BRs que cortam o estado ante 794 em 2014.

Ainda de acordo com o balanço, também houve queda de 29,63% no número de acidentes (de 10.068 para 7.084), de 16,81% de acidentes graves (1.565 para 1.302) e de 14,72% em registros de acidentes com feridos (6.423 para 5.478).

Conforme o balanço apresentado pela chefe do núcleo de comunicação social da PRF na Bahia, Mércia Oliveira, 78,35% das mortes ocorreram em trechos rurais das rodovias federais no estado, embora tenha ocorrido na área urbana a maioria dos acidentes. Ela aponta como colaboradores o abuso na velocidade e em ultrapassagens.

Das ocorrências que resultaram em mortes, as principais causas que puderam ser detectadas pelos policiais foram a falta de atenção, a velocidade incompatível, uso de bebidas alcoólicas e ultrapassagens indevidas, assinala o relatório.

339 PRISÕES POR EMBRIAGUEZ

A redução de acidentes está relacionada a ações preventivas adotadas pela PRF, que fiscalizou 633.994 pessoas, 551.502 veículos e realizou 61.873 testes de alcoolemia no ano passado. De acordo com a polícia rodoviária, 2.008 condutores foram multados por dirigir sob influência de álcool e 339 foram presos pelo crime de embriaguez ao volante.

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Trabalhadores que prestam serviços a órgãos do governo baiano, por meio de contratos de terceirização, voltam a protestar contra o atraso de salários. Uma manifestação está marcada para a manhã desta segunda-feira (29), na sede da Secretaria da Fazenda, em Salvador.

O protesto é organizado pelo Sindicato dos Trabalhadores em Limpeza Pública (Sindlimp-BA) e pela Central Única dos Trabalhadores, que exigem providência imediata do governo com relação à inadimplência das empresas às quais os trabalhadores estão diretamente vinculados.

“O governo do Estado precisa agir para não ser chamado de omisso”, afirma Edson Conceição Araújo, membro da direção da CUT-BA. Há pouco mais de um mês, cerca de 180 terceirizados da empresa Locservice cruzaram os braços em protesto contra o atraso nos pagamentos. No dia 27 de janeiro, manifestantes fecharam a sede do Núcleo Regional de Educação (NRE 5), em Itabuna.

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Receita FederalO prazo para entrega da Declaração do Imposto de Renda Pessoas Física 2016 (IRPF) começa na terça-feira (1º). As fontes pagadoras estão obrigadas a entregar o comprovante de rendimento aos trabalhadores até esta segunda-feira (29). O programa gerador da declaração para ser usado no computador foi liberado no site da Receita Federal no dia 25. A data limite para entrega das declarações é 29 de abril.

Entre os que devem declarar, estão os contribuintes, pessoas físicas, que receberam em 2015 acima de R$ 28.123,91 em rendimentos tributáveis. Também deve declarar o IRPF quem recebeu rendimentos isentos, não tributáveis ou tributados, exclusivamente na fonte acima de R$ 40 mil em 2015; quem obteve, em qualquer mês do ano passado, ganho de capital na venda de bens ou fez operações no mercado de ações; quem tem patrimônio individual acima de R$ 300 mil; e proprietários rurais que obtiveram receita bruta acima de R$ 140.619,55.

Quem perder o prazo está sujeito à multa de 1% do imposto devido por mês de atraso ou de R$ 165,74, prevalecendo o maior valor. A multa máxima equivale a 20%.

Na terça-feira, a Receita envia o aplicativo do imposto de renda para dispositivos móveis (tablets e smartphones) na versão Android para a Google Play, loja virtual da empresa. De acordo com a Receita, a versão iOS já foi enviada para Apple e aguarda autorização da empresa. Da Agência Brasil

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O Colo-Colo enfrenta o Jacobina, na casa do adversário, e vai levando a pior. Encerrado o primeiro tempo, o Jegue da Chapada faz 3 a 1 no Tigre Ilheense.

O time da Terra de Gabriela fez um gol, aos 40 minutos, após levar três nos 35 minutos iniciais. A expectativa é de que a equipe mantenha a reação do finalzinho da etapa inicial e diminua o prejuízo.

Uma derrota elimina o Tigre da próxima fase do Baianão. A equipe perde, hoje, o treinador. Aimberê será técnico do Palmeiras Sub 15, segundo a Rede Bahia.

Atualizada às 19h47min

O jogo terminou em goleada. O Jegue da Chapada deu 4 “coices” no Tigre, encerrando a partida em 4 a 1. O Colo-Colo chega a quatro jogos somando apenas 1 ponto. É o vice-lanterna do Baianão 2016. Também com 1 ponto, Jacuipense levou mais gols (10 a 8) e tem menor saldo (-6 ante -5 do time ilheense). Segura a lanterna da competição.

O próximo jogo do Colo-Colo será justamente contra Jacuipense, no Estádio Mário Pessoa, em Ilhéus, domingo (6). Jacobina terá confronto fora de casa. Enfrentará o Juazeirense. A rodada deste domingo foi marcada pela derrota do Vitória para o Flu de Feira de Santana (1 a 0), no Estádio de Pituaçu, em Salvador. O Flu tinha o mando de campo, mas atuou na capital devido à reforma do Joia da Princesa.

CLASSIFICAÇÃO GERAL

PJVEDGPGCSG%
1Bahia93300853100.00
2Fluminense8422020266.67
3Juazeirense7421173458.33
4Vitória7421173458.33
5Bahia de Feira7421187158.33
6Galícia6320151466.67
7Jacobina6420277050.00
8Flamengo de Guanambi5412133041.67
9Feirense3410316-525.00
10Vitória da Conquista3403135-225.00
11Colo-Colo1401338-58.33
12Jacuipense14013410-68.33
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marco wense1Marco Wense

 

Como não acredito em nenhuma rebeldia por parte de Geraldo Simões, o mínimo que o ex-prefeito pode fazer é corpo mole na campanha ou, então, tentar indicar o vice na chapa majoritária.

 

E como fica Geraldo Simões? É a primeira pergunta que é feita quando o assunto é a possibilidade do prefeito Claudevane Leite disputar o segundo mandato.

Os que não acreditam na candidatura do alcaide usam até argumentos religiosos, dizendo, por exemplo, que o chefe do Executivo é evangélico e, como tal, não iria voltar atrás na sua decisão de não enfrentar as urnas.

Os irmãos, no entanto, sejam do mesmo templo ou não, concordam em um ponto: toda movimentação para que Vane dispute à reeleição é a prova inconteste de que a cúpula do PT não quer Geraldo Simões.

E quem mais tenta convencer o prefeito para que pegue a toalha do chão e enfrente mais um round é o governador Rui Costa, mesmo sabendo do preocupante índice de rejeição.

Rui sabe que a tão decantada unidade, que é imprescindível tanto pelo lado da oposição como do governismo, só será alcançada com o prefeito buscando o segundo mandato.

Davidson Magalhães e Roberto José, prefeituráveis do PCdoB e do PSD, legendas da base aliada do governo, já declararam que abrem mão das suas pretensões se Vane for o candidato.

Carlos Leahy, que é outro postulante pelo PSB, partido que tem cargos de primeiro escalão no governo estadual, fica numa posição de dúvida. A senadora Lídice da Mata, que preside a legenda, é aliada de primeira hora do governador.

Como não acredito em nenhuma rebeldia por parte de Geraldo Simões, o mínimo que o ex-prefeito pode fazer é corpo mole na campanha ou, então, tentar indicar o vice na chapa majoritária.

A conclusão de todo esse emaranhado, de todo esse imbróglio, é que o governador Rui Costa não tem um bom relacionamento político com Geraldo Simões.

PINÓQUIO

Tinha um fulano de tal, lá de Salvador, espalhando na cidade que o doutor Mangabeira teria desistido da candidatura. Veio a Itabuna somente com essa missão. Espalhou o boato e retornou a capital. Não adianta espernear, o prefeiturável do PDT só vai deixar de ser candidato depois do dia 2 de outubro. Deixem o homem se candidatar. Que coisa, hein!

Marco Wense é articulista do Diário Bahia.

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Unidade do SineBahia em Itabuna, na Avenida Inácio Tosta Filho (Foto Pedro Augusto).
Unidade do SineBahia em Itabuna, na Avenida Inácio Tosta Filho (Foto Pedro Augusto).

A unidade modelo do Sinebahia em Itabuna está oferecendo 29 vagas de emprego com carteira assinada para os níveis superior, médio e fundamental. Dentre as oportunidades, vagas para gerente de departamento de pessoal e pessoas com deficiência. O cadastro deve ser feito nesta segunda (29).

O Sinebahia de Itabuna funciona na Avenida Inácio Tosta Filho. O atendimento é das 7h às 17h, sendo feito por meio de senha. O trabalhador deve levar documentos como Carteira de Trabalho, RG, CPF e comprovantes de residência e escolaridade, além de número do PIS, Pasep ou NIS.

Confira as vagas disponíveis para amanhã (29).

Auxiliar administrativo PCD (pessoas com deficiência)
Ensino médio completo
Experiência mínima de 6 meses em carteira
1 vaga

Auxiliar de limpeza PCD (pessoas com deficiência)
Ensino fundamental completo
Experiência mínima de 6 meses na função
1 vaga

Cobrador de transportes coletivos PCD (pessoas com deficiência)
Ensino médio completo
Experiência mínima de 6 meses na função
3 vagas

Costurador de artefatos de couro
Ensino médio completo
Experiência mínima de 6 meses na função
1 vaga

Gerente de departamento pessoal
Superior completo ou cursando Administração ou Contábeis
1 vaga

Instalador de insulfilm
Ensino médio incompleto
Experiência mínima de 6 meses na função
1 vaga

Montador de artefatos de couro
Ensino médio completo
Experiência mínima de 6 meses na função
1 vaga

Salgadeiro
Ensino fundamental completo
Experiência mínima de 6 meses na função
1 vaga

Trabalhador rural
Ensino fundamental completo
Experiência mínima de 6 meses em carteira
1 vaga

Vendedor interno
Ensino médio completo
Experiência mínima de 6 meses em carteira
4 vagas

Vendedor pracista
Ensino médio completo
Possuir carro ou moto
Experiência mínima de 6 meses em carteira
14 vagas

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Bahia foi aos States e levou goleada sonora (Foto Divulgação E.C. Bahia).
Bahia foi aos States e levou goleada sonora (Foto Divulgação E.C. Bahia).
O Bahia deu vexame em amistoso internacional disputado nos Estados Unidos, ontem (27). O Esquadrão (nem tão) de Aço levou sonora goleada do Orlando City: 6 a 1, no Estádo Citrus Bowl.

A pancada do time gringo levou o presidente do Bahia a se desculpar por meio das redes sociais. No Twitter, Marcelo Sant´Ana mencionou o péssimo segundo tempo do Esquadrão. “Deixamos uma imagem ruim no campo. Resultado não importaria em amistoso se placar não fosse tão ruim”.

O time baiano havia vencido todas as seis partidas disputadas até aqui na temporada.

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IMG-20160227-WA0050José Lessa

Simples de vida, e humilde de coração, Léo era ao mesmo tempo generoso. As suas atitudes, sem ser anarquista, não obedeciam a regras fundadas nos textos das leis escritas, e sim, nas exigências de sua grandiosidade, no amor e na solidariedade às pessoas. Portanto, do seu estado d’alma, da leveza de seu espírito.

É não apenas enriquecedora, senão também gratificante, a oportunidade que a vida, às vezes, oferece a duas gerações de viverem tão próximas, a ponto de se confundirem, e de conviverem até o final da existência de uma e do inicio da escalada derradeira da outra. A interação é extremamente proveitosa, em todos os sentidos. Ah…Se os jovens tivessem disso consciência.

Escrevo a respeito do recente passamento do exceler ser humano, e do grande atleta que foi LÉO BRIGLIA.

Voltando as vistas à longínqua década de 50 (segundo meado), do século passado – que tive o privilégio de viver – revejo-me, com nítida perfeição, na calçada da então Rua Benjamin Constant, hoje Ruffo Galvão, onde, invariavelmente, nas tardes de domingo, encontrava os amigos e os colegas para assistirmos, no Cine Itabuna, os “imperdíveis” filmes de Tarzan, Zorro, Flash Gordon, Roy Rogeres, Errol Flynn, etc.

Reuníamo-nos, antes e depois do filme, para a troca de figurinhas dos atletas (do saudoso e maravilhoso futebol brasileiro), nossos ídolos, as quais eram, depois, coladas nas revistas que representavam os times de nossas respectivas preferências.

Era o ano de 1957, do famoso e inesquecível quarteto de atacantes do Fluminense, time pelo qual torcia: Telê, Léo, Valdo e Escurinho.
Evidente que, porque artilheiro, Léo era o meu ídolo. Mas, àquela época, então com 12 anos, não sabia que ele era um Itabunense, até mesmo porque não tinham meus pais qualquer atração pelo futebol e, por isso, nenhuma influência sobre os filhos exerciam a respeito.

Sequer imaginava que iria conhecê-lo pessoalmente, até que no final da década de 60, também do século pretérito, obviamente, nos saudosos “babas” na praia do Cururupe, em Ilhéus, foi-me dada a grata oportunidade de iniciar uma espontânea amizade, não apenas com o jogador, mas, sobretudo, com o ser humano LÉO BRIGLIA.

Léo, apesar de ter, como todos nós, nascido chorando, era diferente, porque o seu choro, antes de revelar dor, sofrimento, apresentou-se com o tom da alegria, do prazer de estar vindo ao mundo para conhecer e conviver saudavelmente com seus semelhantes, com os animais, plantas, pássaros e tudo o mais que a natureza lhe oferecia.
Portanto, nasceu de bem com a vida!

Abria seu cativante sorriso ao ouvir o gorjeio dos pássaros; seus olhos brilhavam com o deslizar das águas do Rio Cachoeira; sensibilizava-se com o revoar das folhas que os ventos alvissareiros lhe traziam; encantava-se com o desabrochar das flores; sua alma renovava cada vez que recebia auspiciosas notícias de amigos seus; seus olhos mourejavam ao se referir a sua família.

Foi um avô extremoso. Às tardes de domingo colocava os netos em dois táxis e os levava ao Shopping, onde, com a sua inseparável companheira, a cerveja, vigiava-os atenta e carinhosamente.

Simples de vida, e humilde de coração, Léo era ao mesmo tempo generoso.
As suas atitudes, sem ser anarquista, não obedeciam a regras fundadas nos textos das leis escritas, e sim, nas exigências de sua grandiosidade, no amor e na solidariedade às pessoas. Portanto, do seu estado d’alma, da leveza de seu espírito.

Era, por tudo isso, um gentleman. Um altruísta.

As decisões que tomava, sem titubeios, brotavam da convicção de que eram corretas, por isso não carregava o peso das amarguras nem o do ressentimento.

Este foi o Léo que conheci.

Do atleta fabuloso, pela diferença de idade, exatos 17 anos, considerando que ambos somos do mês de agosto, pouco ou quase nada conheci, a não ser pelas histórias que a seu respeito me era contadas e pelas narrações que ouvia de extraordinários locutores de rádio da época.

Fomos, como visto, de gerações distintas, mas que se confundiram numa só, pela intensidade da aproximação que a vida nos proporcionou.
A ele, Léo, fica o meu eterno reconhecimento, por me ter oferecido a sua amizade.

Vai fazer falta!

José Lessa é advogado.

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Lula diz que pode ser candidato à presidência dá República (Foto Nacho Lemos).
Agência Brasil

O ex-presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva disse hoje (27) no Rio de Janeiro que, se o PT entender que é necessário, ele será candidato à Presidência em 2018. A afirmação foi feita durante festa de comemoração dos 36 anos do partido, na cidade do Rio. Em um discurso de quase 40 minutos, Lula criticou a oposição e a imprensa que, segundo ele, estão tentando atingi-lo “com mentiras, com vazamento de informações e a criminalização” por meio de notícias, sem que haja qualquer julgamento.

O ex-presidente negou que seja o dono do triplex no Guarujá e do sítio em Atibaia – imóveis investigados pela Justiça e que tiveram destaque na imprensa nos últimos dias. Segundo ele, o sítio, por exemplo, foi comprado por seu amigo Jacó Bittar. O acordo era que a família de Lula também usufruísse da propriedade quando ele deixasse a Presidência.

“Eles pensam que, com essa perseguição, vão me tirar da luta. Eles não conhecem o PT. Se quiserem me derrotar, não vão me derrotar mentindo. Terão que me enfrentar nas ruas, conversando com o povo brasileiro”, disse Lula. “Se eles quiserem voltar ao poder, vão ter que aprender a ser democráticos, disputar eleições e acatar o resultado. Se eles quiserem, se preparem para 2018. Afiem suas garras e vamos disputar democraticamente”, acrescentou.

Ele destacou que essa situação serve para fortalecer partido. “Eles estão determinados: ‘Vamos destruir o PT’. E eu queria dizer para eles: Vocês não vão nos destruir. Nós sairemos mais fortes dessa luta.”

Em seu discurso, Lula também disse que, apesar das divergências entre o PT e o governo da presidenta da República, Dilma Rousseff, o partido está ao lado dela. Lula disse que está à frente de um exército de milhares de soldados para defender o mandato de Dilma.

“Por mais que tenha discordância em alguma coisa, a Dilma tem que ter certeza de que o lado dela é esse. Ela precisa de nós para poder sobreviver aos ataques que ela vem sofrendo no Congresso Nacional pelos nossos adversários”, disse Lula.

Lula foi o grande homenageado da festa de 36 anos do PT, no Armazém da Utopia, na zona portuária do Rio de Janeiro.

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R SertorioRoberth Sertorio

 

O sal “estraga” os cabelos? E a água do mar? Em tempos de águas salgadas, até pelas nossas torneiras, o assunto voltou à tona. Ao que respondo: sim e não.

 

 

Frequentemente as pessoas me perguntam sobre uma velha história que paira sobre o nosso questionamento. O sal “estraga” os cabelos? E a água do mar? Em tempos de águas salgadas, até pelas nossas torneiras, o assunto voltou à tona. Ao que respondo: sim e não.

Explico: os tipos de cabelo são dados por uma série de diferenças genéticas que determinam a espessura do fio, a quantidade de camadas, o ângulo de abertura de cutículas, o grau de enovelamento, a cor, o ângulo de inserção na pele, dentre outras diferenças. No Brasil então, por conta de nossa fantástica miscigenação, essa diferença entre nossos cabelos se acentua.

Posto isso, fica mais fácil entender porque algo que acontece no cabelo da amiga não necessariamente vai acontecer no seu. Além disso, os diferentes processos químicos pelos quais os cabelos são transformados modificam ainda mais a estrutura e as diferenças capilares. Então vamos considerar três pontos principais: 1- diferentes tipos de cabelos, 2- processos químicos que alteram a estrutura do fio e 3- o coitado do sal.

Pessoal é o seguinte: o sal não altera a acidez (pH) da água. Como ele não altera a acidez, não consegue mudar profundamente o seu fio, nem abrir cutícula, nem fechar… O que ocorre é o seguinte: o sal retira a oleosidade do couro cabeludo (isso mesmo, quem produz oleosidade é a pele e não o cabelo). Como ele retira a oleosidade, o nosso fio fica sem a “hidratação” natural produzida por nossa pele que, no ato de pentear ou passar os dedos, espalha-se preenchendo os espaços vazios entre as cutículas dando brilho, maciez e penteabilidade.

Para melhor combater esses efeitos danosos escolha um bom xampu, de preferência sem sal e quando for lavar os cabelos utilize uma pequena quantidade, repetindo a lavagem se necessário. Essa simples dica diminui a retirada excessiva da hidratação natural dos nossos fios.

Para condicioná-los, você pode usar os condicionadores mais simples após a lavagem e máscaras para hidratação uma vez por semana. Dê preferência aos que contém aminoácidos, manteigas e óleos vegetais em sua composição. Para aqueles mais preciosos que defendem o uso da água mineral na lavagem dos cabelos, lembrem-se: minério também é sal. E, como já vimos, ele não é esse vilão todo. Espero que tenham gostado. Fiquem com Deus e até a próxima.

Roberth Sertorio é farmacêutico, especialista em Cosmetologia pela Faculdade Osvaldo Cruz e professor de Cosmetologia e Tecnologia Farmacêutica no curso de Farmácia pela Unime/Itabuna.

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Comércio da região central de Itabuna (Foto Arquivo).
Comércio da região central de Itabuna (Foto Arquivo).

O Ministério do Trabalho e Emprego divulgou, ontem (26), o balanço do emprego formal no país. A consulta revela baixa do emprego em Itabuna e Ilhéus. Corte total de 246 vagas nas duas principais economias da região.

O ritmo de demissões caiu em Itabuna, mas se manteve alto na cidade vizinha.

Conforme o ministério, foram 57 postos de trabalho eliminados em janeiro em Itabuna. Já em Ilhéus, saldo negativo maior: – 189 empregos.

Na Bahia, foram fechados, no total, 1.187 postos de trabalho, de acordo com o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego.

TOPADA E FARMÁCIA LETÍCIA

Após o fechamento de loja registrados no final do ano passado e início de janeiro, Itabuna terá abertura de novas lojas na região central. A Topada Calçados abrirá duas lojas na Avenida do Cinquentenário em pontos onde funcionaram unidade da Silva Calçados, que reduziu de 7 para 3 o número de loja no município.

A rede de farmácias Letícia, de origem grapiúna e única com serviço 24 horas, também entra em processo de expansão. Inaugurará nova loja no centro de Itabuna, desta vez na Praça Adami.

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Alicia Bárcena, Dilma Rousseff e Michelle Bachelet durante encontro da brasileira no Chile (Foto Roberto Stuckert Filho/PR).
Alicia Bárcena, Dilma Rousseff e Michelle Bachelet durante encontro da brasileira no Chile (Foto Roberto Stuckert Filho/PR).

A presidenta Dilma Rousseff disse hoje (27), em entrevista em Santiago, no Chile, que não governa só para o PT, mas para os 204 milhões de brasileiros. Antes de participar de um almoço com a presidenta chilena, Michele Bachelet, Dilma também confirmou que não compareceria à festa de aniversário de 36 anos do partido, no Rio de Janeiro, por ter compromissos oficiais agendados no Chile, como reunião na Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos (Celac).

Na entrevista, Dilma foi questionada sobre críticas de algumas alas do PT sobre a condução da política econômica do governo.Ela disse que as divergências com a legenda são normais, mas que sempre pedirá e contará com o apoio dos petistas.

“O governo é uma coisa, os partidos são outra. Em que pese eles serem a base, muitas vezes, eles divergem. Isso é normal. Eu sempre pedirei apoio e conto com o apoio deles. Eu não governo só para o PT. Eu governo para os 204 milhões de brasileiros. Eu não governo só para o PP, só para o PSD, só para o PDT ou só para o PMDB. Eu tenho de governar olhando todos os interesses e, como o nome diz, o partido é sempre uma parte.”, disse a presidenta.

Sobre a festa de aniversário do PT, Dilma afirmou que a legenda foi informada de que ela não poderia comparecer em função da viagem oficial do Chile. “Eu gostaria muito [de comparecer]. Eu imagino que você [jornalista] perceba que entre o Chile e o Brasil tem um problema de distância. São quatro horas de avião. Eu ainda tenho um almoço com a presidente Bachelet e ainda tenho uma fala na Celac [Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos]. O PT foi avisado de que eu não compareceria.” Com informações da Agência Brasil.

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marivalguedes2Marival Guedes | marivalguedes@gmail.com

 

Leó, que havia marcado gols em todas as partidas, fez um golaço na decisiva e consagrou-se artilheiro do campeonato. No final do jogo Osório Vilas-Boas foi parabenizá-lo, mas não conseguiu pronunciar palavra alguma. A garganta travou, as lágrimas caíram.

 

Na última vez que encontrei Léo, fomos a um bar próximo a casa onde ele morava em Itabuna. Estava chateado por causa de uma tentativa de assalto na Avenida do Cinquentenário.

Contou que quando o homem mostrou uma faca, ele desabafou:

-Mas eu, um idoso?

Surpreso, o assaltante respondeu com outra pergunta:

É você, Léo?

Pediu desculpas e saiu apressadamente.

Vamos esquecer isso e falar sobre as coisas boas da vida, sugeri e ele concordou. A partir daí, foram muitas histórias e muitas risadas.

O texto que segue, escrevi para uma edição especial do Jornal Agora. Depois vi na biblioteca colaborativa Wikipedia, com algumas alterações, e faço um terceiro nesta manhã de sábado.

A FUGA PARA O RIO DE JANEIRO

Briglia foi um dos monstros sagrados do futebol baiano.
Briglia foi um dos monstros sagrados do futebol baiano.

Léo foi “descoberto” quando atuava pela Federação Universitária Baiana de Esportes (Fube) numa preliminar de Bahia e América em Salvador. Suas jogadas despertaram a atenção do técnico Grita, um uruguaio, que o convidou para jogar no Rio.

Sabendo que o pai não concordaria, ele saiu de casa às escondidas: “minha família soube pelos jornais e revistas, quando eu já estava jogando no América”, conta.

No Rio, os treinos eram realizados no campo do Vasco. Ao observar a atuação do jogador, o técnico do clube, Flávio Costa, o convidou. Mas ele já havia assinado contrato com o América.

No entanto faltava um detalhe, Francisco Briglia, pai de Léo, teria que assinar o contrato. Prevendo a resistência, foi enviado um diretor importante politicamente, o Ministro do Trabalho, que foi a Salvador, onde a família tinha residência para os filhos estudarem.

O “coronel de cacau” não levou o poder político em consideração: “ele rasgou o contrato e xingou o ministro, dizendo, você é descarado igual a Léo”, contou o ex-jogador.

Mas “arranjaram um jeitinho”. O vice-presidente do América era juiz de Direito e assinou o contrato se responsabilizando pelo jogador, que permaneceu no clube durante três anos, de 1947 a 1949.

VISITA E PRISÃO

Neste último ano, aconteceu algo inesperado: o América foi jogar em Ilhéus. Léo se hospedou, junto com a equipe, no Ilhéus Hotel e decidiu visitar os familiares em  Itabuna.

Quando chegou, por ordem do pai, recebeu voz de prisão do irmão, Eudes Briglia, que era delegado, ao tempo em que ouvia o vozeirão de Chico Briglia, aos berros: “você não vai voltar mais, seu moleque vagabundo!”.

RETORNO AO FUTEBOL BAIANO

Ficou na cidade, jogando nos times de Itabuna contra os de fora, a exemplo de Bahia, Botafogo e Ipiranga. “Nós papávamos todos eles”, diz orgulhoso.

Quando o futebol itabunense entrou em declínio, em 1953, ele foi para o Colo-Colo de Ilhéus.

O “Tigre” foi campeão em 1953 e 1954 e Léo o artilheiro absoluto. Depois do Colo-Colo, conseguiu um emprego de auditor fiscal em Salvador, através do Governador  Juracy Magalhães, seu padrinho.

“QUASE” CAMPEÃO MUNDIAL

Em 1958, Léo Briglia foi convocado para a Seleção Brasileira, pelo técnico Vicente Feola. Mas foi cortado dezoito horas antes do embarque para a Suécia, porque seu ex-treinador do Fluminense havia declarado a um importante jornal da época, que o joelho do atleta estava lesado e seus dentes tinham muitas cáries.

Por isso, ficou definitivamente fora da Seleção. Foi substituído por  Dida, do Flamengo. Em relação às cáries, vale lembrar que todos os seus dentes foram extraídos e, dias depois, substituídos por uma dentadura.

Sobre o corte na Seleção, Léo falou conformado que futebol tem dessas coisas e afirma que neste incidente houve um aspecto positivo, que foi a oportunidade dada àquele que se tornou a maior estrela do futebol brasileiro:

“Se eu fosse para a Suécia, o Pelé não iria brilhar porque não teria a oportunidade de jogar, pois a posição era minha e não lhe daria esta chance. Mas era pra ser Pelé e assim foi”, disse Léo Briglia.

 REJEIÇÃO E GLÓRIA NO BAHIA

Torcedor do Vitória, Léo tentou jogar no rubro-negro, mas o dirigente Ney Ferreira não aceitou, argumentando que ele estava velho, decadente e em fim de carreira.

Com a negativa, o ex-jogador e técnico do Bahia, Geninho, sugeriu sua contratação ao presidente do clube, Osório Vilas-Boas, que reagiu de forma semelhante, argumentando que “Léo bebe muito e é irresponsável”. Geninho insistiu, assumindo um arriscado compromisso: “contrate Léo que eu lhe dou a Taça Brasil de presente”.

CAMPEÃO E ARTILHEIRO NACIONAL

Por ironia, foi no Bahia que viveu sua melhor fase como jogador de futebol. O clube foi para a final da Taça Brasil (que começou em 59 e terminou em 60), numa melhor de três, contra o Santos.

Na primeira, em plena Vila Belmiro, o Bahia surpreendeu o Santos ao vencer por 3 a 2. No segundo confronto, na Fonte Nova, perdeu por 2 a 0, mas venceu a histórica partida decisiva em campo neutro e sagrou-se o primeiro campeão da Taça Brasil, derrotando o time de Pelé por 3 a 1, no Maracanã.

Leó, que havia marcado gols em todas as partidas, fez um golaço na decisiva e consagrou-se artilheiro do campeonato. No final do jogo Osório Vilas-Boas foi parabenizá-lo, mas não conseguiu pronunciar palavra alguma. A garganta travou, as lágrimas caíram.

FLAGRANTE NA BOATE

Das suas histórias de boêmio uma aconteceu no Fluminense do Rio. O time estava concentrado num hotel para o clássico contra o Vasco no dia seguinte.

Ele não resistiu a um convite e fugiu para uma festa numa boate. De madrugada, apareceu o técnico Zezé Moreira e o levou para o hotel. Lá, na madrugada, ouviu a sentença: “enquanto eu estiver aqui, você não veste mais a camisa do Fluminense. Mas não vou dizer pra ninguém, por que lhe tirei do time”.

Porém, um incidente levou o técnico a suspender a punição: um jogador se machucou e Léo foi convocado. Mesmo de ressaca, entrou e brilhou. Driblou, deu passes, fez dois gols e o Fluminense venceu por 5 a 2.

Um dos maiores craques do futebol brasileiro, Léo Briglia ocupou espaços nos mais importantes veículos de comunicação do país. Foi citado em crônicas do dramaturgo e jornalista Nelson Rodrigues, assim como do escritor e jornalista Antônio Lopes.

Além de ser o primeiro artilheiro do Brasil, teve vários outros títulos conquistados. Entrou e colocou a Bahia numa das páginas de maior destaque do nosso futebol.

Valeu, Léo.

Marival Guedes é jornalista.