Em postagem sobre a “criatividade” dos vereadores ilheenses (reveja nota aqui), publicamos que o projeto que obriga as academias de ginástica a informar aos clientes os riscos de anabolizantes é de autoria do vereador Gurita (PP). Embora a assessoria de comunicação da Câmara de Vereadores tenha repassado esta informação em boletim, o autor do projeto é, na verdade, Fábio Magal (PSC).
Para quem andava reclamando de certa indiferença da classe artística com relação às manifestações nas ruas do país, o Rock in Rio veio como um alento. No palco, vários músicos não perderam a oportunidade para mandar seu recado aos políticos e elogiar a juventude que protesta.
Na sexta-feira, 13, dia da abertura do festival, Roberto Frejat, em homenagem a Cazuza, disse que sempre lhe perguntam sobre o que ele acha que o velho parceiro estaria fazendo se estivesse vivo (Cazuza morreu há 23 anos). Frejat respondeu: “eu não sei o que ele estaria fazendo, mas com certeza estaria apoiando essa garotada que está nas ruas”.
Na noite de sábado, Dinho Ouro Preto, do Capital Inicial, colocou nariz de palhaço, mencionou Natan Donadon, “nosso primeiro presidiário congressista”, e dedicou a música “Saquear Brasília” aos ilustres deputados e senadores. Um dos trechos da letra diz que “é uma maravilha fazer parte da quadrilha”.
Pouco antes, no show em homenagem a Raul Seixas, um burburinho começou em meio ao público e foi crescendo, até que milhares de vozes gritavam para o governador carioca: “Ei, Cabral, vai tomar no c…”. O cantor da banda Detonautas, Tico Santa Cruz, deixou o público à vontade:
– Vocês querem dar seu recado? Podem dar.
O jornal A Tarde promove competição para descobrir quem foi, segundo a opinião popular, o maior baiano de todos os tempos.
A primeira fase da seleção colheu indicações espontâneas de notáveis, cada um indicando três nomes em ordem decrescente de relevância. Desta etapa, saiu vencedor o jurista e político Ruy Barbosa, seguido pelo poeta Castro Alves e pelo escritor Jorge Amado.
Entre os dez nomes mais lembrados, além dos três mestres acima, figuram, em ordem alfabética, ACM, Anísio Teixeira, Dorival Caymmi, Edgar Santos, Glauber Rocha, Irmã Dulce e Milton Santos.
A lista com os dez compõe agora em uma enquete, e qualquer pessoa pode votar no seu preferido. O resultado indicará o baiano “mais retado” de todos os tempos.
O inspetor da Secretaria Estadual da Fazenda, Otacílio Bahiense de Brito Júnior, participa nesta segunda-feira, 16, às 19 horas, da quinta reunião ordinária da Associação Comercial e Empresarial de Itabuna (ACI), na qual irá prestar esclarecimentos sobre o Programa de Recuperação Fiscal (Refis). Será uma oportunidade para empresários saibam detalhadamente como regularizar sua situação fiscal, obtendo descontos em multas e juros.
Para o presidente da ACI, Luiz Ribeiro, o Refis é uma boa alternativa para “o empresário sair da inadimplência e voltar a realizar suas compras sem restrições”.
A reunião da associação acontece no auditório da entidade, no décimo andar do edifício União Comercial.

A população e principalmente os trabalhadores da educação estão intrigados em Ibicuí. Tudo por causa do mistério em torno da destinação dada a uma verba do Fundo Nacional de Desenvolvimento do Ensino (FNDE), que deveria bancar a formação de novas turmas do Programa de Educação de Jovens e Adultos (EJA).
Os recursos, no montante de R$ 167 mil, chegaram a Ibicuí em dezembro de 2012, ainda no governo do prefeito Cláudio Dourado (PTB). Como não havia mais tempo para realizar o objeto do convênio, a execução ficou para a gestão seguinte, de Cornélio Morais (PDT).
O novo prefeito faleceu no dia 17 de junho, após firmar contrato com o Instituto Brasileiro de Cultura e Turismo Ltda. (Ibec), que tem sede em Ilhéus, para a capacitação de professores envolvidos no EJA. O valor do contrato foi de R$ 33.400,00.
O que despertou a atenção de educadores do município, no entanto, foi uma transferência de R$ 120 mil da conta específica do programa para a conta da Prefeitura. A movimentação se deu no dia 19 de junho, dois dias após a morte de Cornélio e já sob o governo da prefeita Gilnay Santana (PTN).
“Esses recursos deveriam ficar na conta específica do programa, para que haja controle de sua aplicação”, afirma uma professora que prefere não ser identificada. O receio é de que, na conta comum do município a verba seja destinada a outras ações, diferentes daquelas a que deve atender.
A preocupação aumenta ainda mais na medida em que, segundo educadores de Ibicuí, não foi criada nenhuma nova turma do EJA na cidade, apesar de o dinheiro ter sumido da conta do programa. A pergunta que mais se faz hoje à prefeita Gilnay Santana, à secretária municipal da Educação, Nilza Bidu, e ao tesoureiro do município, Ronaldo Moraes, é: “onde está o dinheiro?”.

Nem passava pela cabeça deles perder tudo o que fizeram ao longo dos anos para bandidos travestidos de índios, com o beneplácito governamental. Mas é a vida!
A guerra civil está perto de nós que nem notamos. Ou fazemos questão de não notar. O sentimento de sofrimento e a apreensão por que passa a população dos municípios de Ilhéus, Una e Buerarema não tem chegado aos conterrâneos vizinhos, que assistem, de camarote, a maior ação de banditismo já praticada no Sul da Bahia. Essas invasões e agressões praticadas por pseudos índios aos produtores rurais fariam corar os coronéis do cacau e seus jagunços, transformando-os em anjos de candura e bondade.
A crescente desmoralização do Estado nos traz a necessidade iminente de uma reflexão sobre tão importante tema na vida da sociedade moderna. Gerido por pessoas, o Estado, como uma instituição, deve estar acima do interesse de grupos ou partidos políticos, sob pena de ingressamos no poço sem fundo da anarquia. Mas, infelizmente, esse cuidado não tem sido objeto de preocupação do governo atual, ao contrário, é instado a servir como ferramenta para a consecução dos seus interesses.
Por uma questão de economicidade e de “não chover no molhado”, como diz o ditado popular, não entraremos no mérito de questões várias da apropriação de valores e materiais do patrimônio do Estado, como sobejamente vêm sendo divulgado na mídia. Isto porque já se encontram sob a tutela policial (investigação), Ministério Público (denúncia) e do judiciário (julgamento), como é o caso do Mensalão e de outros casos.
Aqui trataremos, apenas da atrocidade que vem sendo cometida pelos que estão à frente das instituições basilares responsáveis pela sustentação de qualquer país democrático: Executivo, Legislativo e Judiciário. No caso em questão, os agentes do Executivo cometem erros históricos, mascarando situações, elaboram relatórios mentirosos, transformando regiões produtivas em reservas indígenas, para quem não possui referência Tupinambá. Um simples exame de DNA comprovaria. E o Legislativo não está nem aí, sob os olhares complacentes do Judiciário. Uma farsa!
AFIRMAÇÃO QUE PRECISA SER CONTESTADA
Ousarme Citoaian | ousarmecitoaian@yahoo.com.brNão usemos termos como estarrecedor, consternador ou algo desse nível dramático. Talvez surpreendente. É isto: surpreendente e injusto é um comentário do professor Arnaldo Niskier, a respeito de Marcos Santarrita, no livro 100 anos de Jorge Amado – história, literatura e cultura (Editus-UESC/2013): “Apesar de ter rejeitado a obra de Jorge Amado na adolescência, devido a seu passado comunista, o escritor Marcos Santarrita o considera o maior autor brasileiro…”, diz o ex-presidente da Academia Brasileira de Letras, à pág. 24. Preocupa-me que, devido ao peso intelectual de quem assina esta afirmação, ela passe por verdadeira.
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Frase que não foi dita, e nunca seria
Não é. É ofensa à memória do escritor de Itajuípe. Quem conhece um pouco do romancista e sua obra sabe que isto nunca foi dito, e nunca seria. A frase, que condena o passado comunista de Jorge Amado, prega no autor de A solidão dos homens uma injusta pecha de reacionário, além de uma apreciação negativa da escrita amadiana igualmente infundada. Ao contrário: MS afirmou que se descobriu escritor ao ler Jorge Amado e perceber que com pessoas “comuns” era possível fazer literatura. Antes de Jorge, o romance era de capa e espada, nos salões burgueses, algo muito “francês” para o gosto do adolescente rebelde, leitor de gibis.
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O educador Arnaldo Niskier (que não será molestado, pois não é leitor desta coluna) ouviu mal. Na adolescência, Marcos Santarrita (foto) cooperava com o jornal O Paladino, do único comunista de Itajuípe, Clodoaldo (o jornalzinho que queria mudar o mundo foi chamado de O Paradigma, no romance Danação dos justos/1977). Sem militância ostensiva, o escritor simpatizava com a esquerda, era entusiasta de Fidel Castro, da Revolução Cubana e da União Soviética – apesar de amigos que consideravam “romântica” sua posição. Sem valer-se do panfleto (ou do “romance proletário”), sua literatura é engajada: condena as injustiças sociais e a ditadura de 1964 – e se alguém duvida, saiba que Danação… foi inspirado em Carlos Lamarca.
O PNEU VELHO E O RETORNO DA INFLAÇÃO

Com tanto pneu queimado, o estoque se reduz, as borracharias esgotam as reservas, o pneu velho ficará pela hora da morte. Seremos todos vítimas da inflação de demanda (mais consumo, maior preço), sacrificados à lei da oferta e da procura. “Supondo que” (como dizem os economistas) isto aconteça, que plano B têm os manifestantes? Queimaremos pneus novos? Certamente não, pois o preço é proibitivo (a não ser para protesto de banqueiros pelo aumento das taxas do cartão de crédito). Faremos protestos a frio? Não tem graça, pois manifestação que não exala fumaça e labareda ninguém leva a sério. Urge encontrar opções.
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Protestos espantam mosquito da dengue
E assim, o pneu velho, pelo qual não se dava um real furado, deixa o anonimato do lixo e das borracharias (de que era canhestro símbolo) para se transformar em artigo de primeira necessidade. Suponho (ops!) que já exista por aí, à espera de ser regulamentada pelo Ministério do Trabalho, a profissão de “Caçador de Pneu Velho” (ou CPV, nestes tempos de amor às siglas, acrônimos e abreviaturas), uma prova da mudança que tanto se reivindica. Mas já temos um ganho, ainda não devidamente avaliado pelas autoridades: as manifestações de rua, com a queima de pneus, fizeram muito Aedes aegypti ir zumbir em outra freguesia.
O PRIMEIRO A GRAVAR ROCK EM PORTUGUÊS
O grupo Time-Life chamou certa vez Cauby Peixoto de “o Elvis Presley brasileiro”. Exagerou, é claro: Cauby canta em nada menos do que nove línguas, canta tudo, até samba, mas o rock nunca foi sua praia. Ainda assim, foi o primeiro cantor brasileiro a gravar rock em português, Rock´n roll em Copacabana (de Miguel Gustavo), tendo entre os acompanhantes um jovem chamado Erasmo Carlos. Cantaria outro rock na chanchada Minha sogra é da polícia, de 1958 (foto), mas, mesmo assim, não é do ramo. Sua voz grave, dita “aveludada”, cai às mil maravilhas em baladas românticas, em português, francês, inglês, italiano, espanhol – e outros quatro idiomas.Cauby! Cauby! Cauby!… e o MPB-4
Quando se junta um cantor extraordinário e um grupo vocal igualmente invulgar cria-se, com desculpas pelo lugar-comum, o chamado “momento único”. Deve ser o que ocorreu no dia em que se encontraram o cantor Cauby Peixoto e os quatro rapazes do MPB-4. Conceição (Dunga-Jair Amorim), já interpretada por Cauby não se sabe quantas vezes, foi rearmonizada e ficou como se tivesse sido composta ontem, num exercício vocal impossível a amadores. Estes, mesmo ensaiando por muito tempo, dificilmente não chegariam a um resultado desastroso. Cauby, diante da “invenção” do MPB-4, parece sentir-se como se houvesse cantado com eles a vida inteira. Quem sabe, sabe.
O.C.

A ideia, aliás, tende a se multiplicar. Segundo Araújo, um vereador de Itabuna já solicitou cópia de seu projeto para replicá-lo no município.
“É importante esse projeto, pois os blogueiros, inclusive o pessoal de Itabuna, a exemplo do Pimenta, tem sido importantíssimo para a publicização da informação e da notícia”, justifica o criador da efeméride.

Oito meses e meio após o início do governo, o prefeito de Itabuna, Claudevane Leite (PRB), finalmente demonstrou publicamente que muitos já apontavam, o gestor sabia, mas a administração preferia não comentar, pelo menos oficialmente.
As rachaduras no casco do navio, que mal saiu do porto, não são novidade. Mas finalmente foram confirmadas por quem pode tomar alguma providência para repará-las.
Nesta sexta-feira, 13, Vane convocou a tripulação e externou suas preocupações. A um grupo de quase 300 comissionados, reunidos na sede da União dos Servidores do Município de Itabuna (Usemi), o prefeito cobrou exatamente união. Disse que o governo tem que focar na melhoria da vida dos itabunenses, mas é preciso que o conjunto tenha harmonia. “Um time só vence se todos estiverem unidos”, pregou.
Ao enfatizar a necessidade de união, o prefeito deixou clara a existência de divisões internas que atrapalham o governo. Ele também deu a entender que há comissionados pensando muito no contracheque e pouco no expediente, aos quais o governante sugeriu que peçam para sair e deem “o lugar a alguém que queira trabalhar”.
Sabe-se que a maioria dos comissionados está no governo por indicação dos partidos que ajudaram na eleição e compõem a base do prefeito, o que é trivial na política. O problema é que, no discurso desta sexta-feira, 13, Vane transpareceu que entre ter a caneta e tomar decisões necessárias há uma distância considerável. Em outras palavras, o “peçam para sair” expõe o “eu não posso mandar”, sob pena de arranjar encrenca com os aliados.
E o pior é que o prefeito não se limitou a reclamar de desunião e indisposição para o trabalho. Um trecho da fala de Vane trouxe à tona outros temores, mais graves. Disse ele: “erros a gente pode até admitir, mas roubo não vou tolerar jamais. O servidor estará fora”.
O timoneiro não chegou a dizer que existem ratos na embarcação, mas o alerta deixou muita gente preocupada, por parecer sinal de que desvios possam estar ocorrendo. Será?!

Sobre Celina, uma colega querida, qualquer elogio será pequeno. É profissional de texto claro e correto, que põe a alma no que faz.
A futura imortal da Alita formou-se na primeira turma de comunicação social (rádio e tv) da Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc) e em jornalismo na Faculdade de Tecnologia e Ciências (FTC), em Itabuna. É também pós-graduada em jornalismo e mídia pela Facsul.
Saúde cubana, aliás, tornou-se assunto de relevância para os brasileiros com a importação de médicos daquele país para cá, por meio do Programa Mais Médicos.
Os jornalistas passam uma semana na ilha, a convite do governo cubano.
Pelo teor dos projetos de lei aprovados esta semana na Câmara de Ilhéus, nota-se a “criatividade” dos vereadores do município e sua intenção inequívoca de elaborar propostas importantes para tirá-lo da crise em que se encontra.
Entre as pérolas, está o projeto de lei de autoria do vereador Alzimário Belmonte (PP), o Gurita, que obriga as academias de ginástica a afixar “carta com advertência sobre as consequências do uso de anabolizantes”. O vereador Luiz Carlos “Escuta”, do mesmo partido, tirou da cachola o projeto de lei que cria em Ilhéus o “Dia da Consciência Policial”, algo que sem dúvida produzirá impacto significativo na vida da comunidade.
Mais criativo ainda foi o vereador Cosme Araújo (PDT), autor do projeto que institui no município o “Dia do Blogueiro”, a ser comemorado todo dia 4 de abril.
Dada a relevância dos temas, sequer foi necessária qualquer discussão. Tudo foi aprovado por unanimidade pelo legislativo e seguiu para a sanção do prefeito Jabes Ribeiro.
Do site Convergência Digital

Na apelação, o MPF sustenta que “na prestação de serviço de provedor de internet via ondas de rádio estão embutidos, na verdade, dois serviços, um de valor adicionado e outro de telecomunicações”. Dessa forma, argumenta o ente público que o Serviço de Comunicação Multimídia é atividade de telecomunicação, de modo que o recorrido deve ser condenado pela prática de exploração clandestina dessa atividade.
Os argumentos do MPF foram contestados pelo relator, juiz federal convocado Carlos D’Avila Teixeira. “Primeiro, porque a conduta narrada parece ser irrelevante jurídico-penalmente. No caso dos autos, bastou a simples instalação de uma antena e de um roteador wireless para que fosse possível a efetiva transmissão de sinal de internet por meio de radiofreqüência. Portanto, a conduta do réu resume-se à mera ampliação do serviço de internet banda larga regularmente contratado, o que não configura ilícito penal”, explicou.

O ex-funcionário da Prefeitura de Itabuna foi condenado pelos crimes de cárcere privado e homicídio e absolvido da acusação de, junto com Markson Oliveira, o Marcos Gomes, ter ocultado o cadáver do vaqueiro, após torturar, manter em cárcere privado e executar Honorato em 6 de dezembro de 2006.
Antônio Rosa, advogado de Mazinho, disse ao PIMENTA que o ex-servidor público está em liberdade desde dezembro de 2010, três meses após ter se apresentado à Justiça (relembre aqui). “Nosso cliente recorrerá em liberdade até que o processo seja transitado em julgado”, disse Rosa.

Motivo de discórdia entre vereadores da oposição, o cargo de membro da Comissão Especial de Inquérito (CEI) para investigar o Sistema de Transporte Público de Ilhéus, vai ser devolvido pelo vereador Alisson Mendonça.
Por telefone, ele reconheceu à reportagem do Jornal Bahia Online que se sente insatisfeito com a discordância pública do vereador Cosme Araújo sobre a sua indicação e disse que, neste final de semana, vai comunicar a sua decisão à base de oposição ao governo municipal, da qual é líder.
A indicação do nome de Alisson para a CEI terminou causando a saída do vereador Cosme Araújo do grupo e, hoje, ele se autodenomina da “bancada independente”.

























