Percorrer 17 mil quilômetros em 40 dias é a doce missão de três motociclistas aventureiros de Itabuna. O grupo partiu no dia 8 e incluiu no roteiro da viagem o Norte e o Centro-Oeste brasileiros e países sul-americanos.
Argentina, Chile, Bolívia, Peru, Venezuela e Paraguai foram incluídos no roteiro. Entre um país e outro, uma passada no Deserto do Atacama ou na Cordilheira dos Andes. O grupo é formado por empresários e aposentados com idades entre 45 e 63 anos.
O mais experiente da turma, Olímpio Bispo, que exatamente por isso ganhou o apelido de Vovô, já fez viagens longas em duas rodas. Ele seguiu com o grupo, mas teve que abreviar o percurso. A sua Honda Falcon 400 “pediu menos” quando o quarteto estava em Goiás.
Danilo Azevedo Júnior, Delson Mesquita e Jeferson Silveira seguiram caminho lamentando a baixa no grupo. O grupo estará junto, novamente, em meados de abril. Para cumprir o percurso de 17 mil quilômetros, eles vão montados em motos possantes: Yamaha XT-660, Suzuky UF1-650 e Honda NX 700

A praça conta com 45 veículos autorizados, sendo das mais rentáveis do município. Todos estariam obrigados a se associarem à ‘invenção’.
Pelo shopping, passam, aproximadamente, 450 mil consumidores por mês. Os criadores da cooperativa estão de olho nessa mina de ouro. Já os taxistas, veem prejuízo na jogada.
Pior é que, segundo fontes, o esquema conta com o apoio de gente de dentro do próprio governo municipal, detentor da concessão do serviço.
A crescente onda de violência em um dos destinos mais procurados da Bahia tem afastado turistas e provocado dúvidas em empresários e moradores da paradisíaca Itacaré, no sul da Bahia. O Conselho Comunitário de Segurança estima que os índices de criminalidade tenham mais que dobrado nos últimos seis meses, principalmente as estatísticas de homicídio e assaltos.
Percorrer trilhas em um destino conhecido pelas suas belezas naturais tem sido tarefa arriscada. Ontem, um grupo de biólogos formado por brasileiros e estrangeiros viveu momentos de terror quando percorria a trilha entre a praias da Ribeira e Prainha. Os 17 biólogos Foram submetidos a sessões de tortura e “roleta russa” por três bandidos, armados com revólveres calibre 38, que roubaram documentos, dinheiro e equipamentos (confira matéria no Bahia Online). Quando foram à delegacia do município para prestar queixa, não havia delegado de plantão.
Ainda na semana passada, dois alunos de uma escola localizada na sede do município fora baleados por um rival na porta do estabelecimento de ensino. A comunidade cobra ação das polícias, principalmente a Militar. Reclama da passividade do trabalho da PM.
SESSÃO ESPECIAL E PRESSÃO NAS RUAS
Empresários, estudantes e populares vão às ruas de Itacaré nesta terça, às 10 horas, protestar contra a onda de violência. No mesmo horário, ocorre sessão especial na Câmara de Vereadores. O objetivo é cobrar soluções para a violência no município. Foram convidadas autoridades municipais e estaduais e os comandos regionais das polícias Civil e Militar.
A violência tem levado preocupação ao trade turístico, que já sofreu com a crise econômica mundial e a consequente queda de turistas estrangeiros. Suzel Saraceni, do Conselho Comunitário de Segurança de Itacaré, diz que jovens estudantes farão manifestação pacífica na próxima terça, 19, no centro de Itacaré.
NAÇÃO DE BEBEDORES FERIDOS E CHOROSOS

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O mundo fica cada vez mais inabitável
O ABC (justo, D. Ceslau não há de me recomendar à excomunhão por essa verdade nua) é espaço sagrado. Bem que ali, não se pode negar, possam ter surgido algumas manifestações anticlericais, motivadas por uma dose a mais de batida. Mas foram apenas engrolados discursos tentativos de consertar o vasto Brasil sem porteira, insuficientes para abalar o teto da Capela Sistina. Constato, com imensa tristeza, que o mundo se faz um lugar cada vez mais inabitável, pois nem líricos e inocentes botecos são dignos do respeito dos assaltantes, que invadiram o templo do ABC como se adentrassem um depósito de rinchona. Bem fez Eduardo Anunciação, que, em protesto antecipado, recusou-se a testemunhar tamanha heresia.
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NÃO QUEREMOS A MENTIRA COMO APANÁGIO
Debatedor culto, coerente e corajosoDevo informar a Yan Santos, que me propõe discutir a questão “Camilo de Jesus Lima” com o professor Adylson Machado, ser impossível a tarefa. Quando Adylson (ex-roqueiro, professor de Direito e autor de, pelo menos, dois livros) fala, eu silencio. Culto, coerente e corajoso (eis uma inesperada aliteração!), ele está mais para ser ouvido do que contestado. Mas só a sugestão já me eleva, honra e consola. Comunista da Sibéria me emocionou com a citação de Paulinho da Viola (“Se lágrima fosse de pedra eu choraria”). Bebadosamba é um dos meus discos preferidos, que ganhei de uma “amiga secreta” de bom gosto, no Natal de 1996, ainda quentinho.
Jornalismo genial e ditadura estúpida

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(ENTRE PARÊNTESES)
BIBI FERREIRA E SUAS MALAS DE LIVROS
Levando duas malas de livros, Bibi Ferreira embarca para Nova Iorque, quando abril chegar. A artista vai comemorar o aniversário de 90 anos com uma apresentação no Lincoln Center, com ingressos disputadíssimos: a espevitada Jane Fonda (foto), que não é boba, reservou camarote no ano passado. A mala é de obras literárias, filosóficas e algumas partituras, publicações de que Bibi não se separa, textos que ela quer ter ao alcance da mão em qualquer tempo, em qualquer lugar. Uma curiosidade sobre a filha de Procópio Ferreira: estreou no palco com apenas 20 dias de nascida, em 1922, na peça Manhã de sol, no colo da madrinha Abigail Maia, mulher Oduvaldo Viana, padrinho do bebê._______________
Com cerca de oito anos, Bibi começa a trabalhar na companhia do pai famoso e aos nove, por ser filha de artistas, tem sua matrícula negada no tradicional Colégio Sion, de São Paulo. Mas Procópio responde à altura: manda a filha para a escola em Londres, onde ela também estuda teatro. Em 1936, outra vez no Brasil, participa de filmes, como atriz e cantora, monta sua própria companhia (por onde passam Cacilda Becker, Maria Della Costa, Sérgio Cardoso e Henriette Morineau) e não para mais: canta, representa, produz. Uma das primeiras mulheres a dirigir teatro no Brasil, fez tevê, mas não novela. Aqui, um corte de show da Globo, em 1992, comemorativo dos 50 anos da artista.
(O.C.)
A missa de Sétimo Dia de falecimento do empresário Carlos Fróis será celebrada nesta segunda-feira, 18, às 19h, na Catedral de São José.
Fróis morreu em um acidente de trabalho na última terça, 12. O empresário da construção civil despencou de um andaime de aproximadamente 10 metros de altura, no prédio onde morava. Socorrido pelo Samu 192 e levado para o Hospital Calixto Midlej, Fróis não resistiu às múltiplas fraturas.
Além da esposa e quatro filhos, Carlos Fróis deixou legião de amigos e sempre teve forte militância política. Era filiado ao PDT.

A galera não perdoa nem Jabes Ribeiro, prefeito de Ilhéus. A última diz que ele mudou o projeto da segunda ponte da cidade. Ela não vai mais do Pontal até a 2 de Julho. Ao invés disso, vai da J.J. Seabra até a casa dele… em Salvador.

Agora, o partido fará reuniões em 12 territórios baianos, incluindo Extremo-Sul e Sul do Estado, para se chegar ao nome da legenda para disputar a sucessão de Jaques Wagner. A orientação é para que seja reproduzido – ampliado, se possível – o arco de alianças do governo estadual.
Na base governista – e no PT, internamente – há um consenso de que o nome à sucessão de Wagner sairá de um dos quatro pré-candidatos “vermelhos” e ao vice-governador Otto Alencar está reservada a vaga ao Senado. Mas esse é apenas o início das discussões relacionadas a 2014. O PT terá que se viabilizar eleitoralmente com os nomes postos.
Até o início da semana, um nome petista ainda era incluído na lista, o do prefeito de Vitória da Conquista, Guilherme Menezes, que rejeitou o apelo.
Representantes da OAB-Itabuna, Conselho da Comunidade para Assuntos Penais e Pastoral Carcerária vão apresentar às famílias e aos amigos de internos e presos a situação do Conjunto Penal de Itabuna após a Operação Libertad. Será durante reunião neste domingo, 17, às 11h, no salão da Igreja Santa Rita de Cássia, no São Caetano.
A vice-presidente da OAB-Itabuna, Jurema Cintra Barreto, diz que o objetivo é expor as mudanças no conjunto penal. A finalidade, diz, é discutir com estas famílias questões envolvendo Direitos Humanos. “É preciso unir todos os setores contra a violência e em prol da legalidade”, afirma. Outro ponto, ressalta, é falar das ações de combate à violência e ao crime organizado no município.
Uma das preocupações das entidades é diminuir a tensão envolvendo familiares dos internos e presos temporários com a falta de informações sobre as mudanças, principalmente após o fim das alas A e B do presídio itabunense. O trabalho conta com o auxílio das igrejas Santa Rita de Cássia e Batista Esperança.

A Seae informa no comunicado de esclarecimento que não tem poderes para autorizar nem fiscalizar o sistema TelexFree, e decidiu encaminhar as suas conclusões para investigação do Ministério Público Federal e Polícia Federal.
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Num dos pontos do comunicado, a Seae aponta irregularidades no negócio e observa que a TelexFree não possui autorização para “praticar atividades de comércio”. A secretaria de acompanhamento frisa apenas que não se pode configurá-lo como captação antecipada de poupança popular.
Confira a íntegra da nota clicando em “leia mais”, logo abaixo.
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Do A Região Online
As polícias de Itabuna estão em estado de alerta após os rumores de que bandidos estão se preparando para gerar uma onda de pânico na cidade. No final da tarde desta sexta-feira houve boatos de que ônibus foram incendiados.
Até o fechamento desta edição, não havia confirmação de nenhum incidente desse tipo em Itabuna. Os boatos eram de que bandidos estavam queimando ônibus em represália à Operação Libertad, realizada na quarta-feira (relembre aqui).
Durante a operação, policiais militares e civis cumpriram mais de 70 mandados de busca e prisão de bandidos em Itabuna. A Secretaria de Segurança Pública da Bahia também transferiu 19 detentos do Conjunto Penal de Itabuna.

Já foram fabricados dois processos seletivos, que apesar das tímidas incursões do Ministério Público (MP), se mantêm firmes.
Torço para que esse governo que ocupa – temporariamente – o Centro Administrativo Firmino Alves dê certo. Até porque, votei nele. Não por firmes convicções, mas para evitar um mal maior. E o governo da “mudança” tomou posse com a promessa de pôr im às práticas anteriores, principalmente aquelas empreendidas pela turma de Azevedo. Entretanto, para nossa surpresa, tudo anteriormente pregado foi esquecido, a exemplo de todos que chegam ao poder.
A transição foi perfeita: o prefeito que sai fez e o que entra aprova. Os desmandos, os “erros” e o modus operandi criticados no programa televisivo, um dos instrumentos determinantes na vitória eleitoral foram sendo esquecidos, ou melhor, assovacados. O que era visto como um vil metal sem valor algum passou reluzir que nem ouro. A mentira se transformou em verdade.
E a sequência governamental foi inaugurada com a publicação de um decreto de emergência, prática nunca antes observada nas gestões anteriores. O que mesmo justificaria a decretação de um “estado de emergência”. A tórrida seca que assola o Nordeste brasileiro? Chuva? Catástrofe natural? Não, nada disso, apenas a simples possibilidade de efetuar as tão famosas contratações e compras emergenciais, sem licitação, pelo prazo 90 dias, enquanto se arrumam as coisas para colocar no governo os amigos do rei.
Como sempre acontece, troca-se a empresa de coleta de lixo sob o argumento de que o novo valor contratado será menor do que o que atualmente é coletado. Ora, essa prática é useira e vezeira por todos os prefeitos argumentando que a nova empresa fará – inicialmente – por um valor menor e melhor o serviço. Falácia! Aos poucos e longe das vistas de estranhos ao poder não demora a serem firmados os competentes aditivos e tudo acabará como dantes. Daqui a quatro anos tudo estará igual.
Quando este sair, o novo também usará da mesma artimanha, aquinhoando outra empresa com a coleta de lixo, que prometerá fazer o serviço por preço menor. Sabe-se que tais empresas, em verdade, assumem – implicitamente – o compromisso com o projeto político do grupo de quem está no poder e com sua reeleição futura.
Se na coleta de lixo o assunto é mudança, na saúde nem tanto. Passados dois meses e meio, ou 75 dias, os postos de saúde estão ainda inoperantes em sua maioria, o hospital de base não encontrou seu equilíbrio desejado, ao contrário, segue capengando ainda mais com as nomeações; e o tão falado apoio do governo do estado não aconteceu. Nem vai, pois eles não são loucos para confiar nas promessas de Jaques Wagner. O salário dos servidores do Hblem somente foi pago mediante pressão e greve dos servidores, sem o apoio explícito do sindicato, agora no outro lado do balcão.
Ainda assim tiveram melhor sorte do que os servidores da administração municipal, que a despeito de estarem mais pertos do prefeito viram seus salários de dezembro parcelados em seis vezes, e mesmo assim com valores a menor sob o argumento de uma suposta auditoria. Calada a boca dos servidores, a promessa de valorização da categoria caiu por terra. A maioria dos barnabés municipais está arrependida pela mudança, pois estão vendo os remanescentes da turma de Azevedo fazendo coisas do arco da velha. Desfilando por todos os setores, indistintamente.
No início do mandato, com uma jogada de marketing o prefeito jurou, de pés juntos, que somente nomearia metade dos cargos comissionados e até à primeira vista cumpriu. Mas um olhar atento revela a verdadeira face dessa história. Hoje se serve e utiliza a mesma estrutura administrativa utilizada pela (des)administração Azevedo, em alguns casos com os mesmos servidores (os de sempre). Ao que tudo indica, a equipe do prefeito estava preparada para o discurso, mas não para o exercício diário. Trocando em miúdos, sequer desceram do palanque.
Uma das práticas mais nefastas utilizadas pela turma de Azevedo era a “seleção pública”, que tem sua previsão legal para hipóteses de emergência – olha o decreto de emergência cumprindo seu papel – e não para a colocação de cabos eleitorais da campanha como hoje se vê, em menosprezo ao do concurso público, que é a regra a ser seguida, pelo menos para um governo que se dizia moralizador e defensor de novas práticas na política. Devem ter aprendido o mistério da ressurreição!
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Os alunos do curso de Engenharia da Produção e Sistemas, da Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc), fizeram manifestação hoje contra a falta de professor. Com palavras de ordem como “Ô, queremos professor” e “Ei, você, aí, avisa pra Adélia que o bonde vai subir”, os estudantes protestaram no pavilhão do curso e na torre administrativa, onde fica instalada a reitoria.
Pelo levantamento do colegiado, o curso precisa de, no mínimo, 12 professores para funcionar, mas hoje conta com apenas cinco – e um deles está de licença. Quando levadas em consideração as disciplinas ministradas ao longo dos cinco anos da graduação, faltam professores em 27 matérias.
A solução, no entanto, está longe do campus. A Uesc depende de autorização da Secretaria de Administração do Estado (Saeb) para abrir concurso público e contratar professores, mas a previsão, até antes da manifestação dos alunos, era de que vagas seriam abertas somente em 2014.
A manifestação forçou a reitoria a rever calendário e surgiu a promessa de concurso até o final deste semestre, com promessa de 3 vagas. A reitora Adélia Melo comprometeu-se a responder, oficialmente, sobre cada disciplina sem professor. O prazo para apresentação de relatório é o dia 22.
A instituição vai recorrer a estagiários para tentar suprir, em parte, a falta de professores no curso. Segundo a comissão do curso, haverá abertura excepcional de matrículas com a contratação de 2 professores-estagiários. A prioridade deverá ser para alunos em situação regular.
Um Aldenes Meira independente, com personalidade, conduzindo a digna instituição com respeito, enfraquece a corrente do PCdoB contrária a sua legítima pretensão de se candidatar ao Parlamento estadual.
Já começou o burburinho em torno da votação das contas de 2011 e 2012 do ex-prefeito José Azevedo, ainda filiado ao Partido do Democratas, o DEM de Maria Alice.
O “ainda” é porque Azevedo quer trocar o DEM pelo PMDB do médico Renato Costa, que vai terminar vivendo o dilema do “se correr o bicho pega, se ficar o bicho come.”
O bicho pega porque Renato não pode ser ingrato com o ex-prefeito, seu aliado na sucessão de 2012. A dobradinha DEM-PMDB colocou Renato como candidato a vice na chapa da reeleição.
O bicho come porque o discurso da ética, que sempre norteou a carreira de Renato, com a filiação de um político que vai ser alvo de inúmeros e variados processos, fica comprometido. Desacreditado.
Alguns membros do diretório do PMDB querem que a filiação de José Azevedo fique condicionada à aprovação das suas contas pela Câmara de Vereadores.
O “condicio sine qua non” não agrada o comando estadual da legenda, já que o ex-prefeito pode ser um importante aliado de Geddel Vieira Lima na sucessão do governador Jaques Wagner (PT).
A grande expectativa fica por conta de Aldenes Meira, presidente do Legislativo municipal e pré-candidato a deputado estadual pelo PCdoB, partido sob a batuta do vice-prefeito Wenceslau Júnior.
Aldenes sabe que sua ascensão política depende do seu desempenho na Casa. E nada melhor do que a rejeição das contas do ex-alcaide para colocá-lo na mídia. Na vitrine eleitoral.
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O vice-governador Otto Alencar é nome visto como certo na chapa majoritária governista em 2014. O que não está definido é se será candidato ao Senado ou à sucessão do governador Jaques Wagner.
Pelos discursos, ontem, durante passagem de Otto pelo município de Ibicaraí, o destino do vice-governador está “definido”: a disputa por uma vaga no Senado Federal. Otto esteve por lá para inaugurações de obras de pavimentação asfáltica e iluminação rodoviária.
O prefeito Lenildo Santana e os deputados Rosemberg Pinto (PT), Ângela Sousa (PSD) e Geraldo Simões (PT) trataram Otto como “senador”, numa alusão a 2014.
Otto tem se mostrado fiel a Wagner e entende que a sua vaga na majoritária está garantida. E reagiu bem aos discursos sugestivos que o apontam na (disputa à) vaga ao Senado.
Baixa na direção da regional da Associação de Praças da Política Militar (APPM) em Itabuna. Após responder pela diretoria de marketing social da entidade por quase 3 anos, Costa Filho deixa o cargo a partir desta segunda-feira, 18. O pedido de exoneração do cargo foi apresentado por Costa Filho à presidência da APPM-Itabuna, ontem.
Costa Filho disse que a saída trata-se de decisão “de cunho pessoal”. “Cumpre agradecer aos companheiros e superiores que estiveram comigo durante este período de evoluação, lutas, vitórias e aprendizagem”, ressaltou. Durante o período em que esteve à frente da diretoria de marketing social da APPM, Costa conseguiu imprimir nova dinâmica na relação da entidade não só entre miliatres, mas com a população.


























