A edição 2010 do Festival do Chocolate da Bahia está bombando. Aliado à programação de palestras e eventos técnicos, o festival tem atraído um ótimo público com boa grade de shows regionais e nacionais, no centro de convenções de Ilhéus. Hoje, por exemplo, as atrações regionais são Brenna Gonçalves e Itassucy e Banda.
Grande revelação da MPB nos últimos tempos, Ana Cañas é a principal atração musical desta sexta, às 21h. Amanhã, no mesmo horário, quem sobe ao palco é Adriana Calcanhoto (você pode comprar ingresso no site do evento). Secretários e ex-secretários estaduais e outras expressões da política baiana passam por lá, neste final de semana. Quem ri, de orelha a orelha, é o publicitário Marco Lessa, da M21 Eventos.
Agora, um vídeo com Ana Cañas.

O sindicato promove o Forró de Cabo a Rabo, no Grapiúna Tênis Clube. A partir das 19h desta sexta, o forrobodó está garantido com as bandas Zabumbahia, Sururu Baião e Pescoço de Mola.
Neste ano, as atrações da festa são as bandas Zabumbahia, Sururu Baião e Pescoço de Mola.
Puxa o fole, Zé!

O PCdoB sul-baiano trabalha para fazer de Luís Sena – ex-vereador e ex-candidato a vice-prefeito de Itabuna – suplente da pré-candidata a senadora Lídice da Mata (PSB).
Outra opção seria a suplência de Walter Pinheiro (PT), nome tido e havido como sucessor de Jaques Wagner em 2014, caso o mandatário-mor baiano se reeleja quando outubro chegar.
Seria um belo prêmio a quem abdicou da disputa à Assembleia Legislativa em 2010, para apoiar a pré-candidatura do vereador itabunense Wenceslau Júnior. Certeza é que o PCdoB cobrará a sua presença e fatura na chapa majoritária.
Marival Guedes

Por exemplo, o autor da composição, o canadense Paul Anka em DVD gravado durante um show, declarou após cantá-la: “Sinatra me ligou e disse, ‘soube que você fez músicas e as distribuiu para Tom Jones, Angle Burton, Humphrey Dirk ,Andy Wiliams. Quero que escreva um sucesso’”. E o compositor ironiza: “pessoal, quando Sinatra pede é melhor você escrever um sucesso senão um homem vai aparecer com uma cabeça de cavalo embaixo do braço”.
Paul Anka se refere à história de um cavalo de corrida do chefe da Columbia, Harry Cohn, que teve a cabeça decepada a mando da máfia, numa punição ao veto de Sinatra ao filme “From Here To Eternity”. Conh entendeu o recado e imediatamente escalou o ator. O fato é retratado no filme “O Poderoso Chefão”, baseado no livro de Mário Puzo, a quem o cantor nunca perdoou. Na obra, Frank Sinatra leva o nome de Johnny Fontane.
Numa outra cena Michael Corlene, filho do poderoso chefão, conta à namorada que o pai fez um favor para Johnny .Ele queria sair da banda de Tommy Dorsey, antes do final do contrato, e por ter recusado o maestro recebeu a visita de um integrante da “família” que encostou o cano do revólver na sua cabeça e advertiu: “ sua assinatura ou seus miolos estarão no contrato em um minuto.” Ao terminar o relato, Michael fala que “é uma história real, Kay” .
Preconceituoso, quando os travestis adotaram como hino a música Strangers in The Night (Estranhos na Noite), ele a excluiu do repertório.
O cantor se relacionava com os chefões Luck Luciano e Sam Giancana. Segundo o comediante Jerry Lewis, Frank passou a ser mula da máfia e chegou a ser flagrado, numa viagem de volta no aeroporto de Nova York, transportando uma mala com US$ 3,5milhões. Escapou porque a multidão de fãs se acotovelando levou o fiscal a desistir da revista.
Foi Sinatra quem levou a Giancana pedido do velho Kennedy para o chefão influenciar no resultado das eleições em 1960. E prova maior do seu real estilo é quando se casa com Mia Farrow. Ela fez queixas do ex, Woody Allen, e o ator perguntou: “quer que eu mande quebrar as pernas dele?” Preconceituoso, quando os travestis adotaram como hino a música Strangers in The Night (Estranhos na Noite), ele a excluiu do repertório. Nunca mais cantou.
Quanto à My way, alguns traduzem como “Minha Caminhada”, outros “Meu jeito”. “I did it my way” (fiz do meu jeito) expressão tipicamente mafiosa, fala da trajetória de uma pessoa no final da vida. No caso de Sinatra poderia ser intitulada minha vida pregressa. Já Comme d’habitude, (Como de costume), que deu origem a My way, fala sobre o cotidiano de um casal de pouca criatividade, que teve o ardor da paixão apagado pelo tempo. Prefiro My way.
O leitor Ferraz tem razão, Mia foi casada com Sinatra de 1966 até 1968.Depois casou-se com André Previn em 1970 e separou-se em 79. Com Woody Allen casou-se em 1983 e separaram-se em 1997 porque o ator começou a ter um caso com a filha adotiva de Mia e Previn. Foi aí que procurou Sinatra para se queixar e recebeu a proposta de punição contra o ator. Obrigado Ferraz pela contribuição.
Marival Guedes é jornalista.
Atualizada às 20h40min

Funcionários da Bahia Mineração (Bamin) irão promover uma ação especial neste sábado, 5, a partir das 8 horas, na Lagoa Encantada, em Ilhéus. A iniciativa, que inclui plantio de mudas, apresentações artísticas e gincana, tem o objetivo de comemorar o Dia do Meio Ambiente. Famílias beneficiadas pelos projetos de inclusão social e geração de emprego e renda, realizados pela Bamin, vão participar das atividades.
Também estão programadas para esse dia de campo, trilhas ecológicas, confecção de brinquedos com garrafas pet e animação com dança e música tematizadas no meio ambiente. A programação foi montada a partir de conversas com lideranças da Lagoa Encantada e representantes das secretarias municipal e estadual do meio ambiente.
Escaldado com as inconstâncias do mundo político, o jornalista Ramiro Aquino é todo cautela quando indagado sobre sua nomeação para o cargo de secretário de Assuntos Governamentais e Comunicação do governo Azevedo. “Calma, a publicação ainda não saiu”, diz o experiente Ramiro.
O convite para o cargo, no entanto, é confirmado pelo jornalista, que deve ter sua nomeação oficializada nesta segunda-feira, dia 6. Ou seja, o homem será secretário antes do início da Copa do Mundo e já está escalando o time que vai entrar em campo.
Para a posição de diretor do Departamento de Comunicação, o “técnico” deverá convocar o também jornalista Joel Filho.
Os deputados Capitão Fábio (PRP) e Geraldo Simões (PT) têm encontro com lideranças regionais e conversam com jornalistas neste sábado (5), às 9h, no Tarik Plaza Hotel. Será uma de prestação de contas dos seus respectivos mandatos.
Fábio concorrerá a um novo mandato na Assembleia Legislativa e Geraldo disputa reeleição como deputado federal. Os dois prometem ouvir lideranças e traçar estratégias para as eleições de 2010.

Uma ação movida pelo Ministério Público Federal (MPF) deverá resultar na demolição sumária de cabanas de praia da orla sul de Ilhéus, em toda a extensão da praia dos Milionários e do Cururupe, uma das regiões mais freqüentadas do litoral ilheense. A maioria dos proprietários das barracas já foi notificada e multada em R$ 40 mil cada um e terá um prazo de dez dias para se defender.
A notificação foi feita pelo próprio MPF, Polícia Federal e agentes do Serviço de Patrimônio da União (SPU), que se encontram na cidade. Segundo o MPF, as cabanas foram instaladas em locais inapropriados, em áreas de marinha, e não poderão permanecer na extensão litorânea pois causam prejuízos ao meio ambiente.
Um homem de prenome Ramon furtou seis notebooks, uma filmadora e um data show do Itabuna Palace Hotel, centro. Identificando-se como seminarista, ele solicitou os equipamentos para um “seminário” nas dependências do hotel.
Quando a direção do estabelecimento se deu conta, “Ramon” já estava longe. A polícia militar foi acionada, mas não havia mais jeito a dar. Os prejuízos são calculados, por baixo, em R$ 20 mil. O larápio havia informado que residia em Valença, no baixo-sul baiano. Com informações do Radar Notícias.

O Sindicato dos Comerciários de Itabuna promove neste sábado, 5, o seu já tradicional forró. O arrasta-pé acontece no calçadão da Rua Rui Barbosa, a partir das 14 horas, com animação do sanfoneiro Pescoço de Mola e da banda Madame Buchada, que têm à frente os músicos Jaffet Ornelas e Léo Jorge.
Ao longo dos anos, o Forró dos Comerciários vem se consolidando como uma das grandes festas populares de Itabuna, atraindo não apenas os trabalhadores da categoria, mas todos aqueles que apreciam o autêntico forró pé-de-serra.

O PRTB decidiu pela expulsão do prefeito de Eunápolis, José Robério Oliveira, segundo informa o jornal A Tarde. Oficialmente, o motivo seriam as 13 denúncias de improbidade administrativas contra o gestor do município do extremo-sul baiano, mas o que circula nos bastidores é que o cartão vermelho se deve ao apoio de Robério a Wagner.
O cabra é tido como tinhoso pelos dirigentes da legenda nanica. Em 2006, enquando o partido apoiava o petista, Robério estava com Paulo Souto. Agora, o PRTB fechou com a candidatura de Geddel Vieira Lima e o prefeito está com Wagner. Ou seja, está com quem tem a caneta nas mãos. Aí, rolou um vermelho pro ‘elemento’.
Mas Robério tem uma outra versão pra história de agora: “ele sempre quis que eu desse condições de faturar com o cargo”. Rolou chantagem por parte de José Raimundo, o dirigente da legenda nanica, conforme Robério.
A Polícia Federal prendeu na tarde desta quinta-feira, 3, no Aeroporto de Ilhéus, a irmã de Rosivaldo Ferreira da Silva, o “Cacique Babau”. De acordo com o Xilindró Web, Glicéria Barbosa da Silva foi detida assim que desembarcou no local. Segundo a polícia, ela é acusada de ter participado, juntamente com o irmão, de invasões de propriedades e tentativas de homicídio na zona rural de Buerarema.
Babau foi preso no dia 10 de março e ficou alguns dias na carceragem da Delegacia da Polícia Federal em Ilhéus. Em seguida, foi transferido para a Superintendência da PF em Salvador e se encontra desde o dia 16 de abril na penitenciária federal de Mossoró-RN.
Outro irmão do cacique, conhecido como “Gil”, também está preso.
Leandro Afonso | www.ohomemsemnome.blogspot.com

Adaptação livre do romance A Princesa de Cléves, de Madame de La Fayette, passado no século XVI, é transposto para a contemporaneidade com Junie recém-chegada em colégio após a morte de sua mãe. Gestos, olhares, sinais, mal entendidos, tudo remete a um caráter perigosamente dúbio do amor. Mais que investir na sensualidade (bem), Honoré mostra o agridoce das relações. E entre o ônus e o bônus, ele consegue momentos brilhantes, como a leitura de poema na aula de italiano, a revelação do “segredo” de Junie, e a corrida musicada em Paris.
Pode-se dizer, com boa dose de razão, que o filme pouco traz de novo do bom cinema francês, ou pelo menos do que de melhor foi feito por Truffaut (provável maior influência), Godard, Rohmer, Chabrol e tantos outros – com o adendo de que, diferente daqueles, Honoré não revoluciona nada. Faz todo sentido. E como se não bastasse Honoré lembrar tanto a Nouvelle Vague, Louis Garrel parece nova versão de Jean-Pierre Léaud (principal parceiro de Truffaut) e Léa Seydoux lembra demais Anna Karina (musa de Godard e símbolo da Nouvelle Vague).
Mas não dá pra dizer que A Bela Junie não tem nada de genuíno. A escolha de parte de suas trilhas sonoras contribuem para encontrar uma certa americanização em Honoré (sem julgamento de qualidade), mas também talvez ajude seus filmes a funcionarem de maneira independente em um conjunto tão forte, diante do qual ele demonstra não só admiração como uma quase reverência: um tipo de cinema francês [por mais que ele tenha se desligado um pouco dele no seu filme seguinte, o Não Minha Filha, Você Não Irá Dançar (2009)].
Para completar, é impossível não notar o talento de Garrel e Seydoux – que em mais de uma vez lembra Anna Karina especificamente em Viver a Vida (1963), de Godard. O que é um duplo elogio, pela atriz e pela atuação ali, que se transforma em triplo, pela própria Seydoux independente da lembrança.
Ou seja, se eles não fazem nada, como às vezes aparentemente acontece, já são interessantes e expressivos o suficiente. E se o prazer de Honoré ao filmar Paris não nos atinge mais com tanta força, é provável que isso seja menos culpa dele que da época em que ele nasceu – cerca de 40 anos depois da maioria da Nouvelle Vague. Ele se dedica com imenso e perceptível carinho aos seus personagens e a um híbrido (de gêneros e de referências) que (embora momento musical não tenha fluência ideal) fascina mais que incomoda.
Revisto em DVDRip – Salvador, maio de 2010.
A Bela Junie (La belle personne – França, 2008)
Direção: Christophe Honoré
Elenco: Louis Garrel, Léa Seydoux, Grégoire Leprince-Rinquet, Esteban Carvajal-Alegria, Simon Truxillo
Duração: 93 minutos
8mm
O Maldito Ladrão de Memórias
[Aviso importante: quando não amigo, pelo menos conheço a maioria esmagadora dos participantes de O Maldito Ladrão de Memórias (2009), de Roberto Cotta, feito para conclusão do curso de Rádio e TV na Uesc e presente no Festival de Cannes desse ano – mostra Short Film Corner, não competitiva dedicada a curtas de jovens diretores. Uma coisa é criticar quem nunca me disse um oi, outra coisa é bater em quem você conhece, com quem existe uma relação a ser potencialmente abalada.
Como existia aqui, perguntei a Roberto se ele teria alguma objeção em ver seu filme criticado. A resposta, mesmo já esperada, me agradou. Com relação aos atores (maioria também de amigos e conhecidos), entendam, a crítica a vocês é pelo que vocês não são. Também já atuei sem ser ator, ou pelo menos antes de fazer teatro, e os vídeos até hoje estão na Uesc para quem quiser ver – e rir. Faz parte. Seja como for, o fato de o filme me levar a escrever sobre ele já diz alguma coisa. O Maldito… ainda percorre circuito de festivais, antes de ser (no segundo semestre) disponibilizado na internet.]

É notável a elegância com que Cotta trabalha o visual. Elegância essa que vem não dos personagens, mas do esmero ao enquadrar e editar, a trabalhar apenas com cortes secos e fades, a trabalhar com plano e contra-plano, além de cuidadosa decupagem. A fotografia é um deleite, e a mise-en-scène tem momentos tão brilhantes que contrastam com outros que, devido ao seu inevitável baixo orçamento, nos dão a certeza de um vídeo pouco abastado. No entanto, em meio às mudanças de plano, talvez para evitar um piloto automático ou pela questão de falta de câmeras, Cotta escolhe enquadramentos tão heterodoxos que chamam mais atenção para o lugar inesperado onde a câmera está do que ajudem a dar o ritmo esperado por ela (o que nos remete aos malabarismos de David Fincher em início de carreira).
No que tange as atuações, se por um lado chega a ser covarde atacar performances de não atores tão declarados, por outro é inevitável perceber uma certa falta de sintonia dentro de uma coerência. Se Gomide e Parombau (cujo sotaque parece tirado de Ó Paí Ó) estão completamente acima do tom, na mesma frequência, e o detetive tenta não comprometer, o Dr. K é o extremo oposto do que somos levados a imaginar – e dos pontos baixos do filme. É criada toda uma expectativa diante de personagem pintado como genial e repulsivo, absurdamente interessante, mas quando ele entra em cena, é medroso e pálido: não dá pra ver nele alguém sequer capaz de roubar galinhas, quanto mais memórias.
Com relação à estrutura, o domínio dela está ali. Por mais que partes de alguns diálogos se juntem às atuações em combinações pouco felizes, o roteiro enquanto forma narrativa mostra que alguém com tino para aquilo rabiscou o papel. Mesmo que os últimos cinco minutos, em tradicional reviravolta do gênero onde “nem todos são o que parece” e pessoas sem escrúpulos se dão bem, passem de um magnífico embaralhamento a um final que talvez se explique demais.
Quando assisti à última cena (e ao belo chamamento dos presentes no leilão, que pode abrir portas para trocentas metáforas referentes ao cinema e ao ato de fazê-lo), pensei “o que aconteceu”? Sem a narração que vem a seguir, talvez houvesse mais sutileza e menos didatismo, o que seria mais coerente com o caráter tão altivo quanto o que de melhor existe no resto do filme. Que mostra o talento e o interesse do autor pelo cinema e pelo gênero, ambos tratados, sempre que possível, com o carinho que merecem. E quando Cotta peca também pelo carinho, é com excesso: nesse ponto, não dá para achar ruim.
Ps: A trilha sonora de Thiago Ferreira sabe ser útil, ao complementar e potencializar a atmosfera, e brilhante, no final. E o elogio não é porque ele fez a trilha de meu documentário, mas sim porque as pessoas que ouvem o que ele faz, e do que é capaz, percebem isso. (Com mérito também para Cotta que soube domar e guiar o menino.)
Ps2: Ao invés de ver o making-of, preferi rever o filme. Por mais que ainda esteja ansioso para assisti-lo, como análise, acho mais justo dar outra oportunidade à execução.
Filmes da semana
1. O Espírito da Colméia (1973), de Victor Erice (DVDRip) (***)
2. Ferrão da Morte (1990), de Kôhei Oguri (sala Walter da Silveira) (**)
3. A Bela Junie (2008), de Christophe Honoré (DVDRip) (***1/2)
4. Pecados do Meu Pai (2009), de Nicolas Entel (Cinema da Ufba) (**1/2)
Curta:
5. O Maldito Ladrão de Memórias (2009), de Roberto Cotta (DVD) (***)
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Leandro Afonso é comunicólogo, blogueiro e diretor do documentário “Do goleiro ao ponta esquerda”.
Atração que começou a ser apresentada há poucos dias, na Rádio Nacional de Itabuna, o programa Patrulha Geral vai rapidamente se firmando no horário das 16h30min às 18h, considerado nobre no rádio itabunense. Sob o comando de Fábio Roberto, o Patrulha tem participação de Rosivaldo Pinheiro e um conteúdo recheado, com noticiário policial, política, interesse público e muitos outros assuntos.
Nesta quinta-feira, um dos temas oolocados em pauta pelo apresentador foram os repasses federais para municípios sul-baianos neste início de junho. Itabuna, por exemplo, recebeu nos dias 1º e 2 de junho, transferências que totalizaram R$ 2.169.834,03. Já os cofres públicos ilheenses foram abastecidos com R$ 1.781.726,28, conforme apurou o olho vivo do Patrulha Geral.





















