O loteamento Monte Líbano, em Itabuna, continua esquecido pelo governo municipal. Moradores que investiram ali, alguns há mais de 20 anos, na esperança de que o poder público chegaria com a infraestrutura, estão cada vez mais decepcionados e sem esperança. O maior problema está na precariedade dos acessos, por conta de buracos que aumentam cada vez mais em tamanho e quantidade.
Para não mentir, é preciso reconhecer que a Prefeitura (aliás, a Emasa, o que dá no mesmo) fez algo por ali recentemente. Abriu enorme buraco num terreno baldio, que tem funcionado muito bem para preservar espécies como a do Aedes aegypti.
No local, que fica na divisa entre o Monte Líbano e o bairro Castália, moradores apelidaram a cratera de “Piscinão do Capitão”.
Como fazem todos os anos, católicos itabunenses cobriram a Avenida Nações Unidas com um enorme tapete feito de serragem, apresentando motivos religiosos.Essa tradição é a forma como os fiéis marcam o Corpus Christi, o que ocorre da mesma forma em diversas cidades brasileiras e portuguesas.
O Corpus Christi significa para os católicos a presença substancial de Cristo na eucaristia. É celebrado todos os anos, na primeira quinta-feira após a festa da Santíssima Trindade.
Às 22h25min de ontem, este blog informou sobre o cancelamento do voo 3661, que iria de Salvador para São Paulo, com escala em Ilhéus. Pois bem: depois de mandar os passageiros para o check-in, onde deveriam organizar seu traslado para algum hotel, a TAM mudou tudo (de novo).
Enquanto muitos passageiros já se encontravam no check-in e outros faziam protesto nas imediações dos portões de embarque do aeroporto Luís Eduardo Magalhães, uma funcionária chegou esbaforida avisando que havia sido finalmente providenciado outro avião. Já passava das 23 horas e esse novo voo, num A-320 (outro era um 319), sairia à 00h20min, o que de fato ocorreu.
O avião (aí já era o voo 9360) aterrissou na Ilha de Comandatuba à 1 hora da madrugada (os passageiros iniciaram essa jornada às 13h52min de ontem, horário da saída do 3661), de onde parte dos ocupantes foram levados para Ilhéus, num ônibus. Os demais seguiram para Guarulhos.
De Salvador até Comandatuba, os passageiros da TAM enfrentaram mais de 12 horas de idas e vindas, que produziram um clima de stress. Muitos afirmaram que iriam processar a companhia aérea, embora a maioria reconhecesse que as decisões tomadas pelo piloto do 3661 foram as mais corretas.
O maior problema, segundo o jornalista Ricardo Ribeiro, um dos passageiros do voo, foi a falta de clareza nas informações que eram transmitidas. “O piloto foi muito consciente, quando afirmou que sabia da importância dos compromissos de cada passageiro, mas sua maior preocupação era com a vida de cada um”, diz Ribeiro.
Por outro lado, o jornalista critica a empresa, por ter submetido os passageiros a uma “sessão de tortura”, fazendo-os enfrentar filas que não resolviam nada e mudando a todo momento as orientações.
Li o comentário no blog acerca do erro que o Ministro Dias Toffoli diz que eu cometi, ao entrar com o habeas corpus no Supremo em favor de Thadeu Silva Oliveira, em razão de os tribunais inferiores (TJBA e STJ) não terem ainda examinado o mérito da questão, o que haveria, na visão do Ministro, “dupla supressão de instância”.
Não cometi qualquer erro.
Se buscar a reparação de lesão ao direito de liberdade na Suprema Corte Brasileira, com fundamento nos princípios constitucionais da inafastabilidade da jurisdição (art. 5º, XXXV) e da exigência de imediato relaxamento da prisão ilegal (art. 5º, LXV), configura “erro”, em face de decisões manifestamente ilegais proferidas por órgãos jurisdicionais inferiores (juiz da Vara do Júri de Ilhéus, Desembargador do TJBA e Ministra do STJ), francamente, continuarei errando….
Se eu estou errado a buscar a liberdade do cidadão em face de uma prisão flagrantemente ilegal, também, cometeram o mesmo erro os Ministros Ricardo Lewandowsky (HC 91468), Gilmar Mendes (HC 90157) e Marco Aurélio (HC 96744) e Celso de Mello (HC 86.634), que, em medidas idênticas, cassaram decisões manifestamente ilegais proferidas pelas instâncias inferiores. A propósito, vale lembrar que o STF soltou os ilustres réus Paulo Maluf e o seu filho, Flávio Maluf, em caso similar, ou seja, deferiu habeas corpus, antes que o seu mérito fosse examinado pelas instâncias inferiores (vide HC 86.864-9, Rel. Min. Carlos Veloso, j. 04.11.2005).
Como o pleito de cassação da prisão manifestamente ilegal decretada contra Thadeu S. Oliveira, além do amparo constitucional, tem fundamento na própria jurisprudência dominante do STF, que não admite prisão preventiva com base apenas na gravidade do crime e no clamor público (fundamento da prisão preventiva do meu cliente), ajuizei, no dia 28.05.2010, recurso (agravo regimental) contra a decisão do Ministro Dias Toffoli para a 1ª Turma do STF, com o desiderato de cassar a aludida decisão. …
Djalma Eutímio

A primeira edição já está nas bancas. O formato escolhido para a publicação foi o tabloide francês. Thais di Campos edita a publicação que tem projeto gráfico de Matheus “Pedinha” Vital, designer do Diário Bahia.
Os passageiros do voo 3661 da TAM permanecem, até este momento, “confinados” no Aeroporto Luís Eduardo Magalhães, em Salvador. Parte dos passageiros saiu há pouco do avião, protestando muito. Alguns se exaltaram, chegando a dar pontapés na porta que dá acesso à cabine do piloto. A revolta é grande, por conta do atraso e dos sucessivos “problemas técnicos na aeronave”.
A última tentativa de decolar, há cerca de 30 minutos, foi interrompida porque o piloto identificou problema nos computadores do avião. Passageiros que tem como destino São Paulo estão optando por um outro voo e só devem chegar altas horas da madrugada. Os que vão para Ilhéus (ou melhor, Comandatuba) deverão seguir no mesmo avião, se o defeito for corrigido. Caso contrário, terão que ficar hospedados em algum hotel na capital baiana e prosseguir nesta quinta-feira.
Atualizando: Neste momento, o voo acaba de ser cancelado por falta de segurança.
A zona aí acima é a do temível rebaixamento. Pois é. Um gol aos 42 minutos do segundo tempo decretou mais uma derrota do Vitória no Brasileirão 2010. O time está, neste momento, em 17º. O Flu subiu para segundo na classificação geral. A classificação é provisória. A rodada tem ainda mais sete jogos.
A partida contra o Fluminense foi disputada no Maracanã. O matador Fred aproveitou rebote para marcar aos 19min de jogo. O empate do Vitória veio no segundo tempo, aos 39 minutos. Jonas usou a cabeça para deixar o dele. Três minutos depois, Alan desempatou e garantiu a vitória do Flu.
A semana, aliás, não foi boa para o futebol baiano. Ontem, o Bahia levou inacreditáveis 4×0 do Icasa, de Juazeiro. Mas, ao contrário do Vitória, é o segundo colocado da Série B, com os mesmos 13 pontos da Portuguesa, que lidera.
Passageiros do voo 3661 da TAM, que deixou São Paulo no final da manhã desta quarta-feira, 02, com destino a Ilhéus, continuam até este momento em trânsito, sem saber o horário em que irão desembarcar no destino.
O avião fez escala em Salvador, de onde decolaria para a cidade sul-baiana às 13h52, o que não foi possível em função de problemas no sistema que faz o derretimento da camada de gelo que se forma na parte externa da aeronave. Mecânicos foram acionados e a decolagem foi atrasada em duas horas.
Ao aproximar-se de Ilhéus, fortes chuvas obrigaram o piloto a retornar para Salvador. Na capital, São Pedro também não permitiu o pouso e o 3661 seguiu para Aracaju, onde os passageiros deveriam pernoitar para continuar a jornada no dia seguinte. Mas, depois de alguns instantes em solo, os passageiros foram informados de que retornariam para a capital baiana. Pense!
Neste momento, os passageiros continuam dentro do avião, no aeroporto Luís Eduardo Magalhães, e foram informados finalmente de que irão para Comandatuba. O aviso é de que, se não der para aterrissar por lá, irão todos para Guarulhos.
Encontra-se neste voo interminável gente como o ex-governador da Bahia, Roberto Santos, o superintendente da Sudic, Nilton Cruz, e o nosso amigo, o blogueiro Ricardo Ribeiro.
Segundo Ribeiro, há muito nervosismo no avião, com mulheres chorando e muita gente reclamando, inclusive por conta das informações truncadas que a todo momento são transmitidas pela tripulação. Outro problema é que muitos passageiros já estão se queixando de fome. No 3661, até este momento, não foi servido sequer um copo d’água.

O médico estava ao lado do Galego. E sorriu com o gracejo. Carvalho concedeu uma rápida entrevista. E não economizou críticas à área política de Wagner. Nem ao próprio. Nem à direção nacional do seu atual partido. “O PV é igual biruta de aeroporto. Não tem identidade política”.
As desilusões com o PT e, agora, com o PV, fizeram com que ele repensasse o desejo de, novamente, disputar uma vaga à Assembleia Legislativa. Sobre o seu destino no PV, diz apenas que sua decisão não passa desse mês. Acompanhe a entrevista.
O sr. continua no PV, sai candidato a deputado?
Olha, eu vi o PT se desvirtuando. Então, fomos para o PV, porque imaginávamos que havia compromisso com o ser humano, com as suas conseqüências. Eu disse “vou pro PV porque a gente tem condições de estar mais perto dos cidadãos”.
Decepcionou-se?
No PV, não há confronto de ideias, diálogo, negociação. Ou você reza na cartilha de quem tem a caneta na mão ou você fica no escanteio.
E tem que rezar na cartilha de quem?
Quem tem a caneta na mão são os presidentes nacional [França Penna], estadual [Ivanilson Gomes] e municipal[Robson Melo]. E o diálogo é daquele jeito… Então, se eles acham que tem de fazer aliança com Paulo Maluf, com o DEM, fazem. Eu acho que não é assim.
Quando o sr. chegou ao PV, logo defendeu que o partido apoiasse a reeleição de Wagner. Aquilo não desgastou a relação, criou esse atrito?
Quando eu conversei com Juliano [Matos, ex-secretário estadual de Meio Ambiente]… Olha, eu discordo, inclusive, da condução política do governador [Jaques Wagner]. Em dois anos e meio no PT, ele nunca nos prestigiou para nada. Nunca fui chamado para nada. Ele nunca me chamou para uma discussão sobre a região. Então, quando eu conversei com Juliano, eu perguntei se o PV iria apoiar a direitona. Por que, dos três, o menos ruim seria o Wagner. Continua sendo.
E Juliano?
Ele me assegurou que não. Agora, eu acompanho um bom grupo. Juliano, Beth Wagner, Juca Ferreira, professor Jorge Portugal, Ari da Mata, essa turma histórica. Só que a caneta do PV não está com eles. Nós fomos batidos, enxovalhados. Por exemplo: Beth tá se lançando candidata ao Senado e eles dizendo que não. Já tem acordo do PV para apoiar o PMDB no segundo turno.
Se não for o PMDB, o PV apoiará o DEM, mas não apoia o PT.
E o senhor acredita que o PMDB vai para o segundo turno?
Se não for o PMDB, o PV apoiará o DEM, mas não apoia o PT. É isso: não apoia. O PV é igual biruta de aeroporto. Não tem identidade política. Eu achei que podia contribuir para dar identidade política, mas não aconteceu. O que é que eu posso fazer?
E o senhor, como fica?
Até junho [a entrevista foi concedida no sábado, 28], eu decido.

O substituto está definido. Será o também jornalista Ramiro Aquino, que ocupava até hoje a chefia de gabinete do prefeito. O martelo foi batido em reunião nesta tarde, após negociações que contaram com o auxílio do próprio Walmir.
O cargo de assessor de comunicação permanece vago após a saída de Ricardo Ribeiro, ontem. Os nomes ventilados até aqui para o posto são os de Matheus Feitosa, Vera Rabelo e, também, Valério de Magalhães.
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O vereador Ruy Machado, que ganhou a alcunha de “P.V.” nas páginas d´A Região, foi surpreendido por uma mulher que caminhava no seu encalço, nos corredores da Câmara de Itabuna, a chamar-lhe de “enrolado, trambiqueiro, caloteiro”.
Este blog quis saber do nobre edil porque tantos elogios públicos.
Fala, Ruy:
– Fizeram uma festa e colocaram meu nome como colaborador, mas sem a minha assinatura.
Mas o que ela tem em mãos é uma nota promissória. E aí?
Desconheço. Mas se ela tem, então, procure um cartório e proteste. Sei que é uma mulher meio desaforadinha.
As aulas do pré-universitário Universidade para Todos (UPT), do governo estadual, começam na próxima segunda-feira, 7, no sul da Bahia. “Os alunos matriculados devem procurar os colégios no turno escolhido”, informa Luana Lago, da Pró-reitoria de Extensão da Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc).
Os alunos que ainda não confirmaram a matrícula podem comparecer ao colégio mais próximo para fazê-lo. Em Itabuna, os locais de matrícula são os colégios Polivalente, Luís Eduardo Magalhães e Maria de Lourdes Veloso. Também são três os locais de matrícula em Ilhéus: Instituto Municipal de Ensino (IME), Colégio Estadual de Ilhéus e Colégio da Polícia Militar.

O presidente da Câmara de Vereadores de Buerarema, Eudes Bonfim, retornou ao ‘posto’ de prefeito-interino do município sul-baiano. A posse ocorreu por volta das 11h30min desta quarta-feira, 2, uma semana depois da ordem do Tribunal Regional Eleitoral (TRE), para que Mardes Monteiro fosse ejetado – novamente! – do cargo. Mardes assumiu o município no dia 17 de maio.
Um grupo de pouco mais de 100 pessoas protestou em frente ao fórum municipal, mas sem relembrar a última sexta-feira, 28, quando um grupo de vândalos invadiu, incendiou e promoveu quebra-quebra na Câmara de Vereadores.
Eudes Bonfim assume a prefeitura e pode ser defenestrado ainda neste mês. Há uma movimentação para que ele seja afastado do cargo de presidente da Câmara de Vereadores, o que, por consequência, lhe tiraria do comando do município. O juiz local, Antônio Hygino, na foto, prepara termo de posse de Eudes, que aparece de terno, à direita.
O blogueiro Matheus Feitosa, do co-irmão Políticos do Sul da Bahia, está entre os nomes ventilados pelo “núcleo duro” do governo de Capitão Azevedo (DEM) para assumir a assessoria de comunicação da prefeitura de Itabuna, em substituição ao jornalista e advogado Ricardo Ribeiro.
Ao Pimenta, Matheus afirmou não ter sido sondado para o cargo. “Não tenho cacife pra isso”, disse. A indicação de Matheus teria partido de soldado Pinheiro, assessor direto de Azevedo.
O advogado do Sindicato dos Rodoviários de Itabuna, Iruman Contreiras, diz que não irá prosperar a estratégia das empresas de levar a campanha salarial para o dissídio coletivo (ver nota abaixo). Segundo ele, o caminho do tribunal só pode ser trilhado quando há um requerimento formulado pelas duas partes, diante de um impasse insuperável nas negociações.
No caso, há o impasse. Mas a opção pelo dissídio foi tomada unilateralmente pelas empresas.
“Estamos iniciando no TRT um processo que fatalmente será extinto”, aposta Contreiras. Ele diz ainda que os donos de ônibus criam dificuldades nas negociações e não querem conversar com os dirigentes do Sindirod. “O objetivo dos empresários é viabilizar o sindicato de Pezão”, acusa o advogado, referindo-se ao ex-presidente do Sindirod, Adeládio Pereira, que estaria por trás da tentativa de criar uma entidade “pelega”, o Sintracol.























