A Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc) dará sua colaboração ao processo de revisão do Plano Diretor Participativo de Ilhéus com o seminário: Que cidade queremos?, marcado para o dia 13 de julho (quarta-feira), às 19h, no Auditório Jorge Amado, no Campus Soane Nazaré de Andrade.
A iniciativa é do Departamento de Ciências Econômicas e do Programa de Pós-graduação em Economia Regional e Políticas Públicas, com apoio de estudantes e professores de Geografia e da especialização em Planejamento de Cidades.
De acordo com os organizadores do seminário, o objetivo é reunir informações técnicas e científicas para colaborar com a revisão do Plano Diretor, principal ferramenta de planejamento do desenvolvimento urbano do município.
Decreto publicado pelo Governo do Estado nesta sexta-feira (1°) reduziu, mais uma vez, as bases de cálculo do ICMS sobre combustíveis na Bahia, ao tomar como parâmetro os preços médios de referência dos últimos 60 meses. As bases de cálculo sobre as quais incide o imposto estadual, que estavam congeladas desde novembro de 2021, passam a vigorar já a partir de julho com valores ainda mais baixos, segundo o estado.
O preço de referência para o litro de gasolina, que era R$ 6,5000 até a quinta-feira (30), agora está fixado em R$ 4,9137, o que representa uma redução de 24,4%. Para o litro de diesel S10, o valor reduziu-se de R$ 5,4100 para R$ 3,9963 (queda de 26,24%). Já o valor por quilo do gás de cozinha (GLP) saiu de R$ 5,8900 para R$ 5,3451 (queda de 9,33%).
Com as reduções, de acordo com a Secretaria da Fazenda do Estado (Sefaz-BA), os preços ao consumidor final devem ser reduzidos pelo mercado em R$ 0,46 na Gasolina, R$ 0,25 no Óleo Diesel e R$ 0,78 no botijão de gás de cozinha.
A redução está sendo promovida pelo governo baiano após a publicação dos convênios ICMS 81/22, 82/22 e 83/22 pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), definindo as bases de cálculos do imposto para fins de substituição tributária a partir dos critérios estabelecidos pela Lei Complementar 192/22. As bases de cálculo do etanol hidratado e do GNV seguem com os valores congelados em 1° de novembro.
PERDA DE ARRECADAÇÃO
Apenas a nova redução dos preços de referência para cobrança do ICMS nos combustíveis representa uma perda de arrecadação de R$ 400 milhões mensais para o Estado da Bahia, ou R$ 2,4 bilhões até o final de 2022. Esta perda, de acordo com o secretário da Fazenda, Manoel Vitório, soma-se às que já vinham sendo contabilizadas pelo Estado desde o início do congelamento.
A Petrobras segue promovendo sucessivos reajustes nos preços das refinarias, impedindo na prática que os preços caiam de forma sustentável nos postos de combustíveis. Para complicar ainda mais, a refinaria que abastece postos e baianos é privatizada, tornando o combustível no Estado em um dos mais caros do país.
Nesta última quarta-feira, 29 de junho, se completaram 15 anos do início de uma nova era no setor da tecnologia. Em 9 de janeiro de 2007, Steve Jobs fez a apresentação do primeiro modelo do iPhone, mas o lançamento no mercado foi realizado seis meses depois, no dia 29 de junho de 2007.
Na clássica apresentação, Jobs disse que o dispositivo seria ‘três em um’, funcionando como um celular, um iPod, e um aparelho para navegar na internet. “Em 2001, lançamos o primeiro iPod, e isso não mudou apenas a maneira como ouvíamos música. Isso mudou toda a indústria da música. Bem, hoje estamos apresentando três produtos revolucionários desta classe. Estes não são dispositivos separados. Este é um dispositivo. E estamos chamando de iPhone”, explicou Steve Jobs na época.
Lançado por US$499 (aproximadamente de R$2,6 mil na cotação atual) nos Estados Unidos, o primeiro iPhone tinha alguns grandes diferenciais: opções de armazenamento de 4 GB, 8 GB ou 16 GB, uma tela de 3,5 polegadas e uma câmera traseira de 2 MP.
HISTÓRIA
Um ano depois deste lançamento inédito, em 2008, o iPhone 3G saiu para o mercado trazendo uma tecnologia de internet 3G. Em 2009, a Apple trouxe a versão 3GS, com algumas melhorias.
Em 2010, o iPhone 4 foi lançado com um design inovador, 512 MB de RAM, processador A4 e câmera traseira de 5 MP. No ano seguinte, saiu a versão 4S, que se destaca pela estreia da assistente virtual da Apple, a Siri, mais poder de processamento e uma câmera traseira de 8 MP.
Desde então, anualmente a empresa chega com novidades. Um exemplo mais atual é o iPhone 13, lançado em setembro de 2021, que permite a utilização do smartphone para inúmeras atividades, inclusive a visualização de vídeos em qualidades de ultra definição e a possibilidade do usuário jogar games que demandam grande capacidade de processamento. Ressaltando que há opções para celulares menos avançados, como o 1xBet cassino, que trazem jogos divertidos valendo dinheiro e que não demandam muito processamento do celular. No caso do cassino da 1xBet, alguns games de destaque são a roleta e máquina de caça níqueis, assim como jogos de mesa, a exemplo do poker e blackjack.
EMPRESA CONTINUA A CRESCER
Com tantas inovações e revoluções no campo da tecnologia, a Apple continua sendo uma das principais empresas deste mercado. No início do ano, por exemplo, ela se tornou a primeira companhia do mundo a chegar a US$3 trilhões em valor de mercado – na época, suas ações chegaram a custar até US$182,88.
Já durante o segundo trimestre fiscal de 2022, a companhia conquistou o lucro líquido de US$25 bilhões. No mesmo período, o faturamento total foi de US$97,3 bilhões, e o iPhone foi o principal responsável pelo número, já que apenas as suas vendas representam US$50,6 bilhões do total. Em abril, o iPhone 13 se tornou o celular mais comercializado globalmente do mês, provando que a linha ainda segue com força.
Contudo, mesmo com números tão positivos, neste ano foi vista uma queda no faturamento das empresas de tecnologia mundiais, inclusive a Apple. Isso porque os bancos centrais de todo o mundo subiram as taxas de juros para evitar inflação e investidores reduziram a sua participação nas companhias.
A Amazon, por exemplo, viu suas ações caírem cerca de 35% do valor – o pior resultado desde o segundo trimestre de 2010. Já a Tesla, fabricante de veículos elétricos, sofreu uma queda de quase 38% em suas ações. O conglomerado estadunidense responsável pelo Google, a Alphabet, encerrou o segundo trimestre de 2022 com uma queda de 22%.
A festa ainda não acabou em Itabuna. Neste domingo (3), última noite do Ita Pedro, o público ainda pode se divertir com os shows dos cantores Bell Marques, Norberto Curvelo, Thiago Brava, Cris Mel e Neto Gasparzinho e as bandas Kart Love e Trio da Huanna. O Ita Pedro começou na quinta-feira (30) e tem atraído uma multidão para a Arena Zé Cachoeira montada ao lado da Prefeitura, no Banco Raso.
Na noite de sábado, a festa começou com a apresentação do cantor Gabriel K e shows das bandas Tarraxada e Lordão, além dos cantores Sinho Ferrary e Marcynho Sensação. Esperado como a principal atração da noite, o cantor João Gomes subiu ao palco do Ita Pedro por volta das 2h da madrugada deste domingo.

João Gomes levou ao delírio a multidão que ocupava cada metro quadrado da Arena e as duas pistas paralelas laterais da Avenida Princesa Isabel, cantando Aquelas coisas, um dos maiores sucessos do pernambucano. A terceira noite de festa em Itabuna foi encerrada com som da baiana La Fúria, sob o comando do cantor Bruno Magnata, que ditou o ritmo até as 5 horas da manhã.
O Ita Pedro é promovido pela Prefeitura de Itabuna, via Fundação Itabunense de Cultura e Cidadania (FICC), em parceria com o Governo da Bahia, por meio da Bahiatursa.
Na briga por uma das vagas na próxima fase da Série B do Campeonato Baiano, o Itabuna enfrenta o Fluminense de Feira nesta segunda-feira (4), pela 10ª rodada da competição. Na 4ª colocação, o time do sul da Bahia precisa vencer o adversário para manter o sonho de voltar para a primeira divisão do Estadual.
A partida está prevista para as 14h45min, no Estádio Lomanto Júnior, em Vitória da Conquista, no sudoeste do estado. O Itabuna está mandado seus jogos longe da torcida porque o estádio Luís Viana Filho não foi aprovado em vistoria técnica.
Com 15 pontos, o Itabuna está atrás de Jacobinense e Juazeiro (19 pontos), além de Jequié, com 16. O Azulino tem a mesma pontuação que Botafogo e na última rodada desta fase do Campeonato Baiano da Segunda Divisão enfrentará o Jacobinense, no domingo (10), no campo do adversário. Quatro equipes se classificam para a próxima fase e as duas melhores subirão para elite do futebol baiano.
GRAPIÚNA GOLEADO
Outro representante do sul da Bahia, o Grapiúna segue na lanterna da Segundona do Campeonato Baiano. Neste domingo (3) foi goleado por 5 a 0 pelo Juazeiro. Com apenas seis pontos, o Grapiúna não tem mais chance de classificação para a próxima fase.
Do PIMENTA
Três institutos registraram pesquisas para aferir o humor do eleitorado baiano em relação à disputa de 2022 ao Governo Estadual e ao Senado e à presidência da República.
O primeiro resultado deve ser conhecido na próxima terça-feira (5). O Instituto Paraná já está em campo para ouvir 1.640 eleitores da capital e do interior em levantamento contratado pelo Bahia Notícias, de Salvador.
Já na quinta-feira (7), deverá ser divulgado o resultado da pesquisa do Instituto Ideia com 1.000 eleitores. O levantamento foi contratado pela revista Exame e será feita por telefone.
O último dos três levantamentos é o da Real Time Big Data. Contratado pela Rede Record/TV Itapoan, da Igreja Universal, o resultado deverá ser conhecido na sexta-feira (8). Para esta pesquisa, devem ser ouvidos 1.500 eleitores baianos, presencialmente.
OS NOMES POSTOS
As pesquisas já devem captar as repercussões da movimentação de candidatos no 2 de Julho em Salvador, tanto para presidente como para governador. Os candidatos ao Senado também participaram, assim como os presidenciáveis Ciro Gomes (PDT), Jair Bolsonaro (PL), Lula (PT), Simone Tebet (MDB) e Sofia Manzano (PCB).
A disputa à sucessão na Bahia tem, até aqui, cinco nomes. Além do ex-prefeito de Salvador ACM Neto (UB), concorrem ao cargo máximo em solo baiano Giovani Damico (PCB), Jerônimo Rodrigues (PT), João Roma (PL) e Kleber Rosa (PSol).
Ao Senado Federal pela Bahia, os nomes até aqui conhecidos são os de Cacá Leão (PP), Otto Alencar (PSD), Raíssa Soares (PL) e Tâmara Azevedo (PSol). Neste ano, a disputa à Câmara Alta tem apenas uma vaga por estado.
CONVENÇÕES E REGISTRO DE CANDIDATURAS
As convenções para definir os nomes dos candidatos ocorrerão no período de 20 de julho a 5 de agosto, quando também serão conhecidos os concorrentes à Assembleia Legislativa, num total de 63 cadeiras, e à Câmara dos Deputados. A Bahia tem 39 assentos na Câmara Federal.
O registro de candidaturas poderá ser feito até 12 de agosto, conforme calendário divulgado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
A polícia tenta localizar o autor dos disparos que mataram Leiliane Machado Muniz, na madrugada de sábado (2). Ela foi assassinada dentro de casa na Rua H, do Condomínio Residencial Cachoeirinha IV, no bairro Jequiezinho, na periferia de Jequié, no sudoeste da Bahia.
Encontrada caída num sofá na sala do imóvel, a mulher foi atingida por vários disparos de arma de fogo no rosto e no pescoço. A polícia ainda não sabe se vítima estava acompanhada no momento em que foi atacada. O corpo foi levado para o Departamento de Polícia Técnica de Jequié e deve ser sepultado neste domingo (3). A polícia segue em busca de pistas para prender o criminoso.
A Mega-Sena acumulou mais uma vez. As dezenas sorteadas na noite de sábado (2), no Espaço da Sorte, em São Paulo, foram: 05, 14, 23, 46, 48 e 52. Como ninguém acertou as seis dezenas no concurso 2.497, o próximo sorteio na quarta-feira (6) deve sortear R$ 55 milhões.
A quina teve 87 ganhadores, que receberão, cada um, R$ 42.861,28. Entre os que acertaram cinco números da Mega-Sena, quatro são da Bahia. Uma aposta foi feita em Prado, no extremo-sul do estado, e outras três em Salvador.
Acertaram a quadra 6.309 apostadores, que receberão o prêmio individual de R$ 844,35. Moradores de municípios como Coaraci, Ilhéus, Ipiaú, Itabuna, Ubaitaba, Feira de Santana, Vitória da Conquista, Jequié e Porto Seguro estão entre os que acertaram os quatro números. Em Itabuna, quatro apostadores certaram a quadra. A aposta simples, com seis dezenas, custa R$ 4,50.
O pré-candidato do PT ao Governo da Bahia, Jerônimo Rodrigues, participa do ato de 2 de Julho, em Salvador, neste sábado, acompanhado do presidenciável Luiz Inácio Lula da Silva.
“É uma alegria para a Bahia voltar a fazer o que fez há quase 200 anos: construir a independência para que o Brasil sonhe com a esperança, com emprego, com trabalho. A nossa caminhada é para garantir a dignidade restabelecida, com Lula presidente”, declarou Jerônimo, ao chegar no Largo da Lapinha.
O governador Rui Costa e o senador Jaques Wagner, ambos do PT, também participam da celebração dos 199 anos da Independência do Brasil na Bahia, a exemplo do pré-candidato a vice-governador Geraldo Júnior (MDB) e do senador Otto Alencar (PSD), pré-candidato à reeleição.
Após as festividades, o grupo governista segue com Lula para ato político no estacionamento da Arena Fonte Nova.
Presidente de honra do MDB baiano e ex-deputado federal, Lúcio Vieira Lima afirma que o discurso acalorado do seu irmão, Geddel Vieira Lima, durante ato nesta sexta (1º), não pode ser interpretado como declaração de guerra ao pré-candidato do União Brasil ao Governo da Bahia, ACM Neto.
Com a mão esquerda apoiada numa muleta e a direita ao microfone, Geddel disse aos militantes e pré-candidatos do MDB que não terá sua atuação política cerceada para além das limitações que já o impedem de exercê-la plenamente. Na sequência, o ex-ministro subiu o tom e referiu-se a Neto e ao prefeito de Salvador, Bruno Reis (UB).
– Vamos deixar claro. Vamos, por exemplo, falar do adversário nosso tido como mais forte, o ex-prefeito e seu menino, o prefeito. Para ficar bem claro, não reconheço na Bahia e não reconheço no Brasil ninguém com autoridade política ou moral para apontar o dedo para o calvário que tenho enfrentado, e com coragem!
Nesta entrevista ao PIMENTA, além de classificar o discurso do irmão como desabafo, Lúcio Vieira Lima analisa a disputa pelo Governo do Estado e aposta no crescimento da chapa do pré-candidato do PT, Jerônimo Rodrigues, que tem o emedebista Geraldo Júnior na vice.
Também revela o cálculo de ACM Neto sobre a pré-campanha e, com uma tirada, explica o posicionamento do MDB baiano na eleição presidencial. “Como vou eleger deputado e fazer campanha contra Lula na Bahia?”. Leia.
PIMENTA- O cenário atual é de renascimento do MDB?
Lúcio Vieira Lima – Não. [Em 2020], o MDB mostrou que não estava morto. Saiu das urnas como o quinto partido em número absoluto de votos, reelegendo os prefeitos das duas maiores cidades do interior [Feira de Santana e Vitória da Conquista]. Elegeu dois vereadores e fez o presidente da Câmara de Salvador. Neste ano, foi desejado por todos os candidatos a governador. Indicamos o [pré-candidato a] vice-governador da chapa do PT na Bahia, que é o quarto colégio eleitoral do Brasil. Portanto, o MDB não morreu. Só renasce quem morre. A história da política mostrou isso.
Não falo apenas do MDB da Bahia, mas de toda a estrutura política. Há poucos anos, o mundo sofreu uma revolução de internet, onde se mudava presidente porque o povo ia às ruas. Teve partido na França que foi criado pra uma eleição e ganhou. O próprio PSL, à época [2018], se aliou a Bolsonaro, saiu com a segunda maior bancada da Câmara Federal e o presidente da República. Além disso, o MDB é a costela de Adão [do sistema partidário brasileiro]. Não foi o MDB que diminuiu, outros partidos surgiram e cresceram.
O senhor descreve uma onda de fora para dentro da política, dos chamados outsiders? Essa onda refluiu?
Como toda onda, ela vem e vai. Se ela vem mais forte, o surfista pega, marca ponto e é campeão. Ele depende da onda. Essa onda ocorre desde o tempo de Fernando Collor. Ele foi um outsider que se aproveitou daquele momento de descontentamento do povo, em cima [da imagem] do caçador de marajás, e chegou à vitória. Bolsonaro foi outro caso. [São] como eclipses, ocorrem te tantos e tantos anos.
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Com a decepção com esse governo que você chama de outsider, a política tradicional, partidária, começa a ocupar novamente os espaços.
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E o que temos neste ano?
Com a decepção com esse governo que você chama de outsider, a política tradicional, partidária, começa a ocupar novamente os espaços. Na verdade, como a política está com a fama tão ruim, os partidos perdem quadros, [enquanto] quadros que poderiam entrar na política por competência terminam sem estímulo. É um terreno fértil – e mais ainda com a internet – para que candidaturas de oportunidade, esporádicas e populistas vendam um discurso fácil à população. Não há renovação do sistema político. Você vê a dificuldade de se encontrar uma terceira via [na eleição presidencial].
Quais são as expectativas para as eleições proporcionais no estado?
Vamos fazer de dois a três [deputados] federais. Os favoritos seriam, não pela ordem, Ricardo Maia, ex-prefeito de Ribeira do Pombal; Uldurico Pinto, atual deputado, da família dos Pinto, do extremo-sul; e Fábio Vilas-Boas, ex-secretário de Saúde do Estado. [Na Alba], queremos fazer três, mas chegaremos a quatro, com certeza. Temos Rogério Andrade; Lúcia Rocha; Matheus; Geraldinho; Ana Clara, mulher do ex-prefeito de Paulo Afonso; Joelson Martins, de Santa Luz, filho do ex-prefeito e ex-deputado Joelson Martins; e Lú de Ronny, de Feira de Santana. São nomes que terão de 30 a 40 mil votos.
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[ACM Neto] está em campanha ao governo há dez anos. Inclusive, chegou a fazer uma pré-campanha toda na eleição passada.
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E o cenário da eleição majoritária?
Só vai ter posição concreta quando começar a campanha de televisão e rádio. O pré-candidato do União Brasil está em campanha ao governo há dez anos. Inclusive, chegou a fazer uma pré-campanha toda na eleição passada e, na prorrogação, desistiu, mas está sempre candidato, candidato, candidato.
É lógico que, nesse momento, [Neto] pode aparecer na dianteira das pesquisas, porque Jerônimo é totalmente desconhecido. Foi secretário e, dentro das esquerdas, por exemplo, é um nome levíssimo pelo trabalho que fez junto aos movimentos sociais, cooperativas, a turma do interior, da agricultura familiar. Terminou sendo um nome melhor que o de Wagner e o de Otto. A força de Otto ou Wagner é ser candidato de Lula. Isso Jerônimo é. Wagner tem desgaste, não poderia ir para a campanha pra dizer vou fazer isso. Nego ia pergunta por que não fez. Jerônimo pode dizer o que vai fazer, nunca foi governador, mas isso implica na parte ruim do desconhecimento [do eleitorado].
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[Jerônimo] vai crescer. A eleição de Jerônimo é a mesma que foi de Wagner, de Rui e Dilma: é Lula.
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Dá tempo de superar essa dificuldade?
Quando se tornar mais conhecido, com a campanha, ele [Jerônimo] vai crescer. A eleição de Jerônimo é a mesma que foi de Wagner, de Rui e Dilma: é Lula. O grande desafio de Neto é colocar na cabeça da militância que a eleição não será nacionalizada, dizer que Lula não transfere votos como transferia antigamente e dizer que o pessoal de Lula vai votar nele, e que inclusive ele vota em Lula. É o tripé que ele montou pra segurar a pré-candidatura dele na frente das pesquisas o maior tempo possível, pra tentar tornar um fenômeno irreversível. Só que você tem João Roma, que Neto apostava que não cresceria e que não tiraria voto dele, porque o eleitorado de João Roma é carlista e continuaria votando em Neto.
É uma avaliação correta?
Não é isso o que está se observando. O que se observa é ACM Neto perdendo muito voto para João Roma, não vice e versa, porque é em função de Bolsonaro. Neto diz que quer o palanque aberto e apoia Bivar, Ciro, apoia todo mundo que aparecer como candidato. O bolsonarista, quando Neto diz que vai votar em Lula, isso implica em insatisfação da parte de Bolsonaro e do eleitor dele. Nego começa a querer votar em Roma.
Neto sempre me disse – não só a mim, mas a muitos interlocutores, que, para ele ganhar a eleição [no primeiro turno], Lula não poderia chegar a 60% [da preferência do eleitorado baiano] e João Roma não poderia chegar a 10%. As duas coisas já ocorreram. Pela própria análise dele, ele já não ganha em primeiro turno.
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Se tenho que eleger deputado e estão me cobrando, como vou ficar contra Lula na Bahia?
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O MDB lançou a pré-candidatura de Simone Tebet. Como observa esse movimento?
A Simone veio pro 2 de Julho, mas trazida pelo Cidadania. Sempre coloquei que o MDB respeitaria as peculiaridade locais. Por exemplo, o prefeito de Itapetinga, Rodrigo [Hage]. Como o PT é o adversário dele lá, ele não tinha condições de apoiar o PT. Tenho que respeitar, até porque a estrutura partidária brasileira e a legislação eleitoral não permitem esse grau de fidelidade, não tem nenhum tipo de punição que possa se tomar.
É a mesma coisa nos estados. Seria um contrassenso. Você tem as direções nacionais dos partidos e, no caso, do MDB, pressionando pra se fazer deputado federal, porque é deputado federal que dá o tempo de televisão e o fundo eleitoral. Ora, se eu tenho que eleger deputado e estão me cobrando, como vou ficar contra Lula na Bahia? Aí não consigo atender. Ou atendo a direção nacional, ficando com Simone, ou atendo a direção nacional, ficando com Lula e elegendo deputado.
Do ponto de vista pragmático, o caminho é Lula?
O caminho é Lula, mas os delegados [do MDB] da Bahia, quando chegarem na convenção [nacional do partido], vão apoiar a candidatura de Simone. Vão votar pela candidatura de Simone.
Geddel fez um discurso forte. Foi uma declaração de guerra ao grupo de ACM Neto?
De forma nenhuma, não tem nada a ver. Foi uma fala de improviso, fez o desabafo dele. Não foi direcionado para A, B ou C, apenas exemplificou. O que ele disse – e você deve ter ouvido também – é que ele não tem que ser patrulhado por ninguém, quer exercer a cidadania dele, que não tem ninguém que tenha condição de patrulhar e, principalmente, porque todos ficaram atrás dele [em busca de aliança]. Também disse que o adversário mais importante é o pré-candidato do União Brasil, que foi citado como exemplo. [Geddel] falou que não aceitaria [provocação] de anônimo, de internet, forças ocultas, adversários.
O baiano Iran Ferreira, conhecido internacionalmente como “Luva de Pedreiro”, um dos maiores influenciadores brasileiros nas redes sociais, com 15 milhões de seguidores no Instagram e mais de 17 milhões de inscritos no TikTok, ganhou novo endereço. Ele se mudou com a família para o litoral Sul de Pernambuco. Natural de Quijingue, no interior da Bahia, o jovem recebeu as chaves da casa, nesta sexta-feira (1º), das mãos dos seus novos empresários, que alugaram o imóvel.
Mesmo fazendo muito sucesso nas redes sociais e assinando contratos milionários, “Luva de Pedreiro” morava, com os pais, até a semana passada, em uma casa simples em um distrito de Quijingue. Ele acusa o ex-empresário Allan de Jesus de várias ilegalidades. O baiano, inclusive, era sócio minoritário da empresa criada para administrar a sua carreira.
A vida do baiano ganhou um novo capítulo com a troca de empresários. Agora, entre o responsáveis por gerenciar a carreira de “Luva de Pedreiro” está o ex-jogador de futsal Falcão, que prometeu autonomia ao jovem fenômeno das redes sociais. Neste final de semana, a vida dele e a relação com o ex-empresário serão temas de reportagens nas principais emissoras de televisão do país.
Especialistas da Universidade de São Paulo (USP) conheceram a fábrica onde estão sendo montadas as novas urnas eletrônicas Modelo UE 2020, em Ilhéus, no sul da Bahia. Os técnicos integram o Laboratório de Arquitetura e Redes de Computadores (Larc) do Departamento de Engenharia de Computação e Sistemas Digitais da Escola Politécnica da USP.
Os técnicos observaram todo o processo de montagem do início ao fim. A montagem final da urna é feita em Ilhéus. Do município baiano, as urnas são distribuídas por transporte terrestre para os Tribunais Regionais Eleitorais (TREs).
Os componentes das novas urnas encomendadas pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), entre eles a placa-mãe e o terminal do mesário, começaram a ser produzidos em novembro de 2021, em Manaus, pela empresa Positivo Tecnologia, vencedora da licitação para fabricar o Modelo 2020. O trabalho é concluído no sul da Bahia.
SISTEMA COMPLEXO
Segundo o coordenador de Tecnologia Eleitoral do TSE, Rafael Azevedo, a visita permitiu que os especialistas da USP entendessem como o sistema eleitoral é complexo e diferente dos equipamentos eletrônicos normais. “É importante que eles façam uma avaliação do que existe hoje para poder sugerir melhorias para o futuro de modo consistente”, explicou.
A segunda noite de shows do Itapedro, melhor São Pedro de todos os tempos, nesta sexta-feira (1º), vai ser comandada pelos cantores e compositores Tarcísio do Acordeon e Solange Almeida. Hoje, também se apresentam Eber Lima e Miguel, Cristal Som, Kaio Oliveira, Neto LX e Batista Lima.
O Itapedro segue até domingo (3), na estrutura montada na Avenida Princesa Isabel, próximo da sede da Prefeitura de Itabuna, responsável pela realização da festa com apoio Governo do Estado. Confira a programação completa aqui.

De acordo com a Prefeitura, mais de 40 mil pessoas foram à primeira noite de shows, ontem, e curtiram o som da banda Harmonia do Samba, do cantor Zé Vaqueiro, da banda Cacau com Leite e de outras atrações.
Além da multidão, a abertura do Itapedro foi marcada pela presença de pessoas com deficiência física, que tiveram espaço exclusivo em frente ao palco. Sem esse tipo de atenção especial, elas dificilmente teriam a oportunidade de curtir os shows de modo confortável.
Vivemos tempos de falso moralismo e obscurantismo. Falso, porque nenhuma lei tem o direito de legislar sobre o corpo das mulheres, e muito menos do de meninas. E nenhuma lei jamais impediu a existência de abortos, ainda que clandestinos.
Marcos Bandeira Júnior
Nos últimos dias, o Brasil ficou estarrecido com duas notícias chocantes: uma juíza catarinense impediu que uma menina de 11 anos fizesse um aborto, um direito concedido a toda grávida vítima de estupro. Felizmente, depois da repercussão do caso, a criança conseguiu fazer o aborto. No domingo, a atriz Klara Castanho, de 21 anos, teve que vir a público expor suas dores, depois de ser enxovalhada por dois abutres – uma apresentadora e um “jornalista” – que ganham a vida espalhando fofocas de celebridades.
Klara foi estuprada, só percebeu que estava grávida dias antes do parto (já que não engordou e continuou a menstruar) e entregou o bebê para a adoção, prática legal e a qual pode recorrer qualquer mulher, de qualquer idade, vítima ou não de estupro, que não queira ficar com o filho.
Estupro, gravidez na adolescência e aborto são temas delicados, mas que precisam ser discutidos por essa sociedade machista, que teima em não exercitar o humanismo e a empatia pelas mulheres vítimas de violência. Segundo dados do Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP), em 2021, uma mulher foi estuprada, a cada 10 minutos em média, no Brasil. Dos 56,1 mil casos, mais de 35,7 mil eram crianças e adolescentes de até 13 anos. A esmagadora maioria, meninas: 85,5% das vítimas. 40% dos crimes foram cometidos por pais ou padrastos; 37% por primos, irmãos ou tios e quase 9% por avós.
Como resultado desse cenário de horror, mais de 21.600 meninas ficaram grávidas antes dos 14 anos de idade. E, a cada 30 minutos, uma menina de 10 a 14 anos torna-se mãe! Quantas delas, por falta de informação e apoio familiar e jurídico, foram obrigadas a se tornar mães, numa fase da vida em que tinham de estar estudando, brincando, pensando em planejar um futuro melhor? Segundo especialistas, a desinformação sobre sexualidade e sobre direitos sexuais e reprodutivos é o principal motivo para que a adolescente fique grávida: 7, de cada 10 adolescentes grávidas, dizem que engravidaram “sem querer”.
Os riscos à saúde da mãe e do bebê vão de transtornos psiquiátricos à disputa entre mãe e feto por nutrientes disponíveis no corpo da gestante e, em muitos casos, necessidade de UTI neonatal para o recém-nascido. Há também o aspecto social: a adolescente tem, por exemplo, sua vida escolar interrompida e, no caso de famílias de baixa renda (que abrigam a maioria das adolescentes grávidas), a tendência é que a pobreza aumente. É uma espécie de círculo vicioso da miséria, pois nem sempre a adolescente tem condições financeiras para cuidar da criança.
É preciso que a sociedade tenha um olhar mais amoroso e acolhedor para as nossas meninas. Nossas adolescentes têm o direito de experimentar cada fase da vida de maneira natural, sem a obrigação de ser mãe por obra do acaso, o que lhes rouba o direito de amadurecer em toda a sua plenitude. Também precisamos, como sociedade, deixar claro que criminoso é o estuprador que a engravidou e não ela. As vítimas precisam saber que têm direito a abortar e não devem se envergonhar por terem sido estupradas. Elas não podem sofrer constrangimento de ninguém: sejam médicos, enfermeiras, juízes ou promotoras.
O poder público precisa se posicionar, em vez de se encastelar atrás de convicções que mudam de acordo com a ideologia do ocupante eventual do Palácio do Planalto. Vivemos tempos de falso moralismo e obscurantismo. Falso, porque nenhuma lei tem o direito de legislar sobre o corpo das mulheres, e muito menos do de meninas. E nenhuma lei jamais impediu a existência de abortos, ainda que clandestinos. A proibição prejudica apenas as mulheres pobres, que morrem em locais insalubres, quando deveriam contar com a segurança e os cuidados de um serviço público de saúde.
Também causou polêmica nesta semana, o novo Manual do Aborto, criado pelo Ministério da Saúde. Artistas, influenciadores e organizações sociais criticam a nova versão do documento. Eles avaliam que seu conteúdo pode criar margem para condicionar vítimas de estupro a uma investigação policial, antes de realizar o aborto. Ou seja: o ciclo da violência parece infindável, pois obrigar a vítima a narrar o horror que passou numa delegacia é mais uma forma de violência.
Por que, ao invés de apoiar ações de efetividade duvidosa, o Ministério da Saúde não investe em campanhas de conscientização sobre uso efetivo de contraceptivos e de esclarecimento sobre os riscos da gravidez na adolescência?
Em função dessa polêmica, foi lançada uma campanha nacional pela revogação do manual. Sua hashtag #CuidemDeNossasMeninas viralizou na internet e já reuniu mais de 400 mil apoiadores. Eu sou um deles. E você?
Marcos Bandeira Júnior é advogado.
As pré-candidatas à Presidência da República do PCB e do MDB, Sofia Manzano e Simone Tebet, respectivamente, confirmaram presença na celebração da Independência da Bahia, neste sábado (2), em Salvador.
As duas pré-candidatas ocupam posições distintas no campo político. Enquanto Tebet se apresenta como representante do centro democrático, espaço dominado pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Sival (PT), Sofia faz pré-campanha à esquerda do lulismo, com pautas caras aos comunistas, como a redução da jornada de trabalho a 30h semanais para todos os trabalhadores. Economista e professora da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (Uesb), Sofia Manzano concedeu, recentemente, entrevista de fôlego ao PIMENTA (leia aqui).
LULA, CIRO E BOLSONARO TAMBÉM VÃO

Os presidenciáveis Lula e Ciro Gomes (PDT) já haviam anunciado participação no ato, a exemplo do presidente Jair Bolsonaro (PL).
O petista, além de se juntar ao cortejo, participará de encontro político no estacionamento da Arena Fonte Nova, a partir das 11h, acompanhado do pré-candidato a governador da Bahia pelo PT, Jerônimo Rodrigues, do senador Otto Alencar (PSD), pré-candidato à reeleição, e de Geraldo Junior (MDB), presidente da Câmara de Salvador e pré-candidato a vice-governador.


























