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Um planejamento conjunto, com o objetivo de erradicar a pobreza na Bahia, começou a ser traçado entre a Secretaria Estadual da Agricultura e o Ministério do Desenvolvimento Agrário. Nesta sexta-feira, 7, o ministro Afonso Florence reuniu-se com o secretário baiano da Agricultura, Eduardo Salles, para discutir alguns pontos do plano.

Entre as ações relacionadas ao combate ao pobreza, há uma série de medidas de apoio à agricultura, como ampliação do crédito, seguro safra, mercado para a agricultura familiar e a agroindustrialização do Estado.

Florence, que veio à Bahia acompanhado pelo secretário executivo do MDA, Jerônimo Rodrigues, lembrou que “a Bahia possui 61 mil famílias abaixo da linha de pobreza”. Segundo ele, “o conjunto de ações realizadas pela Seagri em parceria com o MDA ganharão o foco da mobilidade social”.

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Representantes de instituições e grupos ligados à cacauicultura darão entrevista coletiva nesta terça-feira, 14, a partir das 8h30min, no Itabuna Palace Hotel. A intenção é apresentar resultados alcançados em 2010 e metas para o ano que está para começar.
Participam da entrevista: Ceplac (Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira), APC (Associação dos Produtores de Cacau), institutos Cabruca e Biofábrica da Cacau, Câmara Setorial do Cacau e Grupo Pensar Cacau.

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Da coluna Tempo Presente (A Tarde):

De tanto se dizer que Lula passaria à história como mais um que prometeu resolver a questão das dívidas da cacauicultura e não cumpriu, o governo adotou medida aplaudida por todos os segmentos, inclusive os ‘peixes graúdos’ do cacau, envolvidos com o Programa Especial de Saneamento de Ativos (Pesa), que estavam excluídos e por isso muito gritavam causando alarido intenso.
A resolução do Conselho Monetário Nacional (CMN) adotada esta semana reduz as dívidas em mais de um terço e cria as condições para os endividados regularizarem os financiamentos, grande parte deles, hoje, alvo de pendengas judiciais por parte dos bancos.
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O produtor João Tavares tá numa alegria que só. Não é pra menos. Hoje ele teve a felicidade de ver as amêndoas de cacau da sua fazenda serem consideradas as melhores do mundo.
O título foi conquistado no Concurso Internacional de Amêndoas de Cacau, em Paris, na categoria “Cacau Chocolate”. A competição selecionou amêndoas de 150 produtores de 20 países.
– Isso é fruto do trabalho que estamos realizando há três anos. Plantamos aqui uma semente e abrimos as portas do mundo para o nosso cacau – festeja João Tavares.
Eduardo Salles, secretário estadual de Agricultura, diz que a vitória no concurso internacional “é o reconhecimento de que a Bahia produz cacau de qualidade e que está entre os melhores do mundo”.

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Da coluna Tempo Presente (A Tarde):
O secretário Eduardo Salles (Agricultura) esteve ontem com o ministro Guido Mantega (Fazenda). Pauta: pedir agilidade na implementaçãodasmedidasdoPACdoCacaueuma solução para as dívidas dos grandes.
Diz ele que é complexo, mas Wagner está empenhado em resolver o assunto.
Pois que se empenhe. Os cacauicultores estão se sentindo órfãos coma derrota de César Borges para o Senado. Acham que estão sós.

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O Sindicato Rural de Ilhéus fez parceria com a  Confederação Nacional da Agricultura e inaugurou, nesta sexta-feira, 1º, uma “sala de inclusão digital” para agricultores filiados à entidade. A intenção, de acordo com o presidente do sindicato, Isidoro Gesteira, é fazer com que os produtores rurais se familiarizem com o computador e passem a utilizá-lo como ferramenta em seu dia-a-dia.
A sala, com dez terminais, foi inaugurada em solenidade que teve a presença do secretário estadual da Agricultura, Eduardo Salles, e do secretário do Planejamento de Ilhéus, Alysson Mendonça.
O espaço ganhou o nome de “Coronel Salomão Rhen”.

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Quem visita o supermercado por esses dias já deve ter notado: o preço do feijão estourou. De acordo com a Secretaria da Agricultura,  a alta da produção em 2009, com a consequente queda no preço, desestimulou os produtores e acabou provocando a redução da área plantada este ano.
Outro problema está relacionado a fatores climáticos. Escassez de chuva em Irecê e excesso na região de Adustina atrapalharam a produção no Estado e o preço fugiu ao controle, mesmo com a Conab lançando mão de seus estoques reguladores. Estiagens verificadas no Paraná e em São Paulo também tiveram impacto no preço do feijão.
A alta do produto atingiu 245,46% em Barreiras, onde a saca de 60 quilos do feijão carioquinha passou de R$ 55,00 para R$ 190,00. Em Irecê, a elevação foi de R$ 50,00 para R$ 160,00, ou 220%.

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O secretário da Agricultura da Bahia, Eduardo Salles, propõe a realização de enquete nacional para identificar os candidatos a deputado federal que assumiram o compromisso de votar a favor de uma proposta que beneficia os produtores de mandioca.
Presidente da Câmara Setorial da Mandioca, Salles lembra a existência de projeto de lei no Congresso, que prevê a adição de 10% de mandioca na farinha de trigo. Segundo ele, estudos já demonstraram que a mistura não altera as características do produto final, mas a proposta estaria travada no parlamento, em virtude de pressão do “lobby internacional do trigo”.
O Brasil – argumenta Salles – importa 80% do trigo que consome. Segundo o secretário, a adição da fécula da mandioca na farinha produziria uma economia de 100 a 200 milhões de reais por ano, aumentaria a demanda de mandioca em 2,5 milhões de toneladas e seria capaz de gerar 50 mil empregos.

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O diretor geral da Ceplac, Jay Wallace da Silva, iniciou sua fala na abertura do II Congresso Brasileiro de Heveicultura (seringueira), que está sendo realizado em Ilhéus, com uma confidência.
Ele revelou para a platéia que lotava o auditório do Centro de Convenções que, enquanto o secretário da Agricultura, Eduardo Salles, discursava, o presidente do Sindicato Rural de Ilhéus, Isidoro Gesteira, cochichou no seu ouvido:
– Dá felicidade no setor o governador ter escolhido um técnico deste nível para ser o secretário de Agricultura do Estado.
E Jay assentiu, ressaltando o empenho de Salles para promover o fortalecimento da agropecuária.

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Em Itabuna, o secretário de Agricultura e Meio Ambiente, Antonio Marcelino, tem usado eventos oficiais na área rural para pedir votos para o candidato a presidente da República, José Serra (PSDB). Em alguns destes atos, o secretário é auxiliado pela presidenta do DEM itabunense, Maria Alice Pereira, a exemplo do que ocorreu na Roça do Povo, na região de Ferradas.
O voto é pedido sem cerimônia, diante de técnicos extensionistas de órgãos federais e estaduais, como a EBDA e a Ceplac. Os servidores públicos relatam a situação como “constragedora”.
Duas das abordagens ocorreram em eventos oficiais com agricultores familiares da Roça do Povo. A pretexto de acalmá-los, o secretário faz campanha:
– Não se preocupem. O companheiro [José] Serra não vai acabar com o Bolsa-Família nem com o Pronaf – repete Marcelino aos agricultores familiares.
A campanha do secretário em favor do tucano dispensa o famoso “pé de ouvido”. Tudo é feito com a força de microfone ligado a amplificadores de som. Os programas citados acima por Marcelino têm apelo para estes agricultores. O Pronaf garante crédito a fundo zero, em alguns casos.
Antonio Marcelino é responsável pelo acompanhamento de alguns programas federais tocados em parceria com o município. Um deles é o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA). A gestão do PAA foi considerada falha em Itabuna em uma auditoria da Controladoria-Geral da União (CGU), realizada no segundo semestre de 2009.

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Assentamento se dedica à produção orgânica de cacau (foto Lázaro Vasconcelos)

O Instituto Cabruca promove, de hoje até domingo, no auditório do assentamento Terra Vista, município de Arataca, o I Encontro Regional sobre Sustentabilidade em Assentamentos Rurais e a II Oficina-Manejo Agroecológico do Cacaueiro.
No evento, promovido em parceria com a Cooperativa de Produção Agropecuária Construindo o Sul (Cooprasul), Uesc e Ceplac, serão apresentadas as técnicas utilizadas na produção orgânica de cacau.
Haverá ainda a exposição de outras atividades mantidas no assentamento, como as do Viveiro Terra Vista, que tem capacidade para produzir até 100 mil mudas por ano de espécies florestais e agrícolas.

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A agricultura foi um dos destaques na geração de empregos formais em maio. Dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados nesta segunda-feira (21) pelo Ministério do Trabalho, mostram que foram criados 62.247 postos de trabalho no setor durante o mês passado – número 4,1% superior ao registrado em abril. A atividade apresentou a maior elevação do nível de emprego no período comparando com todos os setores analisados.

Leia mais no site Mercado do Cacau

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O deputado federal Geraldo Simões (PT) elogiou o presidente Lula por, segundo ele, “ter aberto as portas dos bancos aos pequenos agricultores”. Comparando dados relativos à safra 1999/2000 com as de 2008/2009, o parlamentar verifica expressivo aumento do crédito para a agricultura familiar.

Naquele período do final da década passada, o volume de empréstimos liberados via Pronaf alcançou R$ 2,15 bilhões, subindo para R$ 10,79 bilhões na última safra. Segundo GS, no governo anterior, do tucano Fernando Henrique Cardoso, não havia recursos nem estímulo para que os pequenos produtores obtivessem financiamentos.

Em virtude das atuais facilidades creditícias, o deputado afirma – a partir de dados divulgados pelo jornal Valor Econômico – que um milhão de famílias brasileiras que vivem da agricultura familiar obtiveram ascensão social em 2009.

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Wagner comemorou a aprovação da lei

Produtores de cacau que possuem dívidas de até R$ 15 mil poderão ser beneficiados com a lei 12.249/10, sancionada ontem (15) pelo presidente Lula. O dispositivo permite, por meio do PAC do Cacau, a remissão de quase 2 mil operações de pequenos produtores (com dívidas de até R$ 10 mil) e também favorece  com um desconto de 65% os agricultores que contraíram, até 15 de janeiro de 2001, empréstimos entre R$ 10 mil e R$ 15 mil.

A lei, que também prevê a ampliação de prazos na renegociação das dívidas, se restringe aos débitos assumidos junto ao Banco do Nordeste ou com recursos do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf). Outro ponto estabelecido, que tem por base a Medida Provisória 472/09, é a suspensão das execuções fiscais relativas a produtores inscritos na Dívida Ativa da União até 30 de novembro de 2010.

O governador Jaques Wagner e o secretário da Agricultura da Bahia, Eduardo Salles, comemoraram a sanção da lei. “Estamos satisfeitos”, afirmou Wagner, acrescentando que houve empenho “junto ao presidente e ao ministro da Fazenda, Guido Mantega,  para resolver o problema dos produtores de cacau”. Segundo ele, “o PAC do Cacau vai dar nova força a esses produtores, que tanto sofreram no passado”.

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O Pimenta conversou há pouco com a deputada estadual Fátima Nunes (PT), que se revela bastante preocupada com a falta de chuvas na região nordeste da Bahia. Em municípios como Adustina, Paripiranga, Coronel João Sá e Jeremoabo,  já estão comprometidas as plantações de milho, principal cultura nesta época do ano.

Segundo a deputada, os produtores terão necessidade de socorro do governo para amenizar as perdas.