
Há mais de uma semana a cidade sul-baiana vive em clima de guerra por conta do conflito entre pequenos produtores rurais e índios da etnia tupinambá. No sábado (27), 45 policiais militares e federais e 12 viaturas foram acionados diante da ameaça de invasão à área urbana da cidade por parte dos indígenas.
Mas o clima de tensão não está restrito ao conflito por terra. Servidores das áreas de saúde e de educação do município deflagram greve a partir desta segunda-feira, 1º. Os grevistas reivindicam o imediato pagamento de dois meses de salários atrasados.
O ano letivo na rede municipal de ensino teria início nesta segunda. Buerarema também vive crise de comando. O prefeito eleito em outubro de 2008 teve o registro de candidatura cassada em julho do ano passado (confira aqui).
Mardes Monteiro (PT) foi substituído pela Justiça Eleitoral por Eudes Bonfim (PR), que ascendeu ao cargo na condição de interino e por ser o presidente da Câmara de Vereadores. Monteiro caiu por constar na lista dos “fichas-sujas” do Ministério Público estadual.
Desde a queda do petista, ocorrida há mais de seis meses, o município vive a expectativa de que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) conclua o processo que retirou Mardes do poder e, assim, defina data para a eleição complementar. Enquanto isso não ocorre, o ‘pau’ tá comendo na velha e sofrida Macuco.














