Lixo toma conta das ruas de Ilhéus || Foto Reprodução/TV Santa Cruz
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A descontinuidade da coleta de resíduos sólidos é um clássico da política de Ilhéus. Aconteceu de novo. A cidade inicia hoje (20) a segunda semana sem o serviço regular, após o fim do contrato da CTA Empreendimentos com a Prefeitura.
No último dia 10, o prefeito Mário Alexandre (PSD) decretou situação de emergência na Secretaria de Serviços Urbanos para fazer o novo contrato da coleta de lixo de forma direta, sem concorrência pública (veja aqui).
Enquanto a nova empresa não é contratada, a Prefeitura coleta os resíduos usando caçambas inadequadas para o serviço. A solução improvisada não dá conta da demanda ilheense, e o lixo se acumula em ruas de diversos bairros da cidade.
Tempo de leitura: < 1minutoColeta de lixo com compactadores foi retomada na quinta (Foto Divulgação).Dinailson: coleta regularizada até amanhã.
Os serviços de coleta de lixo e de varrição de ruas deverão ser normalizado até amanhã (8), segundo o secretário de Administração de Itabuna, Dinailson Oliveira.
Na última quarta (4), o município assinou contrato emergencial com a Biosanear por 30 dias. A empresa executava o serviço de coleta até o último dia 31, quando o contrato com o município foi encerrado.
Segundo Dinailson, o município trabalhava com previsão de coleta de até 500 toneladas de resíduos sólidos até ontem à noite (6). O serviço conta com 12 caminhões compactadores e 100 agentes de limpeza.
O secretário diz que há, ainda, uma frente emergencial executando serviço de limpeza e conservação de ruas, avenidas e praças. Uma nova licitação, a definitiva, será lançada em até 30 dias, conforme o titular da Administração.
Caminhões compactadores ficam presos em garagem da Biosanear.Itabuna está sem coleta de lixo desde as primeiras horas desta quinta-feira (10). Os mais de 100 funcionários da BioSanear cruzaram os braços para cobrar pagamento de salário.
De acordo com o Sindicato dos Trabalhadores em Limpeza da Região Sul e Extremo Sul da Bahia (Sindilimp), a empresa não quitou ainda o salário de agosto.
A decisão de entrar em greve foi tomada pelos funcionários, de acordo com o Sindilimp, após “o esgotamento do diálogo entre a categoria de trabalhadores e a empresa BioSanear”.
José Carlos, dirigente do Sindilimp, disse esperar “bom senso da empresa Biosanear e da Prefeitura de Itabuna para que também a comunidade não seja prejudicada”. Os trabalhadores somente retornarão ao trabalho após pagamento de salário.
Até o momento, a BioSanear e a Prefeitura de Itabuna não se pronunciaram quanto à suspensão da coleta de lixo.
Tempo de leitura: < 1minutoSem proteção adequada, trabalhadores coletam lixo domiciliar.
A coleta de lixo foi normalizada em Itabuna somente ontem (10) após paralisação dos funcionários da Biosanear no dia anterior. Os funcionários cobravam o pagamento do salário de dezembro, o que não havia ocorrido até o início da tarde de sexta. A prefeitura repassou cerca de R$ 400 mil à empresa, mas ainda deve próximo de R$ 2 milhões.
Depois da paralisação na manhã de sexta, os trabalhadores retornaram ao trabalho somente à noite. Segundo o diretor do Departamento de Limpeza Pública, Vicente José Silva Santos, a coleta foi normalizada ainda ontem. Vicente recomenda à população para que somente coloque o lixo na porta de casa uma hora antes da coleta.
Os funcionários da empresa que faz a coletiva de lixo em Itabuna, a Biosanear, cruzaram os braços hoje (9). A empresa ainda não havia pago o salário de dezembro.
A Biosanear alega que o atraso no salário se deve à falta de pagamento, por parte da prefeitura, pelos serviços prestados ao município. A dívida passa dos R$ 2 milhões.
A previsão é de que a coleta seja normalizada até o início da noite de hoje, segundo o chefe de Gabinete da Secretaria de Desenvolvimento Urbano (Sedur), Emanoel Alves Junior.
“Carroça” motorizada empregada na coleta de lixo em Itajuípe….
A Prefeita de Itajuípe, Gilka Badaró (PSB), está entre os poucos gestores municipais que “preservam” o passado. Os estudantes são transportados em sucatas. E a coleta de lixo? Nada de caminhões compactadores. A prefeita decidiu contratar uma velha carroça motorizada para coletar os resíduos. E durma com um barulho desses…
A Justiça cancelou a licitação da limpeza pública no município de Uruçuca, no sul da Bahia, ao julgar mandados de segurança impetrados pelas empresas A&S Construtora e Serviços Ltda e da TRR Saneamento e Gestão Ambiental. A licitação foi vencida pela ilheense Solar Ambiental.
“Concedo a segurança pleiteada, declarando a nulidade do processo licitatório deflagrado através do Edital nº 008/2013”, sentenciou o juiz Renato Alves Cavichiolo, da Vara dos Feitos Cíveis e Comerciais de Uruçuca. A decisão foi publicada no Diário Oficial desta sexta (22).
O prefeito Jabes Ribeiro prepara a terceirização nas áreas de saúde e educação, segundo revela o Blog Agravo, que até declina o nome da escolhida: a Cooperativa de Prestadores de Serviço (Coopset), “criada em 28/11/2012, para concorrer em licitações dentro da prefeitura de Ilhéus”.
Serviços de escritório e apoio administrativo estão dentre as atividades da cooperativa que chegou a faturar a licitação para coleta de lixo no município, mas foi desclassificada, conforme o blog. Negócio de R$ 1 milhão.
A cooperativa teria como mentores amigos do Rei do Palácio Paranaguá.
A Biosanear Tecnologia Ltda., do Grupo Chaves, venceu o pregão presencial e será a empresa responsável pela coleta de lixo em Itabuna. O nome da empresa foi definido nesta sexta. A Biosanear apresentou proposta de R$ 614 mil por mês para operar a coleta residencial, industrial e hospitalar.
O pregão envolveu três empresas. O município vai economizar em torno de R$ 135 mil em relação aos R$ 750 mil que eram pagos à Marquise no último ano do governo do ex-prefeito Capitão Azevedo.
Pagamento hoje e coleta regularizada em dois dias.
O secretário de Desenvolvimento Urbano de Ilhéus, Isaac Albagli, espera regularizar em até dois dias o serviço de coleta de lixo nas regiões central e norte do município. Para isso, a coleta será feita em mais um turno pela Solar Ambiental.
Há pouco, o secretário reconheceu, em contato com o PIMENTA, os problemas com a coleta nos últimos dias e afirmou que o pagamento às empresas EWA e Solar Ambiental será efetuado ainda nesta segunda, 13.
Albagli negou que o município esteja devendo dois meses à Solar Ambiental. “Temos apenas um mês [março], mas, legalmente, temos 90 dias para pagar”. A coleta nas regiões central e norte do município, feita pela Solar, foi interrompida na quinta, 9.
Para o secretário, a opção da gestão em terceirizar a coleta de lixo, apesar de “sair mais caro”, assegura “mais qualidade ao serviço”. Albagli lamentou o fato de a Solar não ter fluxo [de caixa] para manter o serviço. A nova licitação prevê, segundo ele, o prazo de 90 dias para pagamento, o que evitaria dificuldades como a enfrentada agora pelo município.
Lixão na calçada da Avenida Juracy Magalhães, em Itabuna (Foto Osvaldo Nobre).
Morador da Avenida Juracy Magalhães, centro de Itabuna, Osvaldo Nobre reclama de um “lixão” nas proximidades de supermercados, padaria e lanchonetes, bem ao lado da inspetoria do Tribunal de Contas dos Municípios (TCM).
Osvaldo diz que o odor exalado pelo lixo incomoda quem reside ou trabalho próximo ao local. O chorume escorre pela calçada e força o pedestre, muitas vezes, a caminhar pela pista, uma das mais movimentadas de Itabuna. A área é usada para descarte de resíduos há vários anos.
Já foram fabricados dois processos seletivos, que apesar das tímidas incursões do Ministério Público (MP), se mantêm firmes.
Torço para que esse governo que ocupa – temporariamente – o Centro Administrativo Firmino Alves dê certo. Até porque, votei nele. Não por firmes convicções, mas para evitar um mal maior. E o governo da “mudança” tomou posse com a promessa de pôr im às práticas anteriores, principalmente aquelas empreendidas pela turma de Azevedo. Entretanto, para nossa surpresa, tudo anteriormente pregado foi esquecido, a exemplo de todos que chegam ao poder.
A transição foi perfeita: o prefeito que sai fez e o que entra aprova. Os desmandos, os “erros” e o modus operandi criticados no programa televisivo, um dos instrumentos determinantes na vitória eleitoral foram sendo esquecidos, ou melhor, assovacados. O que era visto como um vil metal sem valor algum passou reluzir que nem ouro. A mentira se transformou em verdade.
E a sequência governamental foi inaugurada com a publicação de um decreto de emergência, prática nunca antes observada nas gestões anteriores. O que mesmo justificaria a decretação de um “estado de emergência”. A tórrida seca que assola o Nordeste brasileiro? Chuva? Catástrofe natural? Não, nada disso, apenas a simples possibilidade de efetuar as tão famosas contratações e compras emergenciais, sem licitação, pelo prazo 90 dias, enquanto se arrumam as coisas para colocar no governo os amigos do rei.
Como sempre acontece, troca-se a empresa de coleta de lixo sob o argumento de que o novo valor contratado será menor do que o que atualmente é coletado. Ora, essa prática é useira e vezeira por todos os prefeitos argumentando que a nova empresa fará – inicialmente – por um valor menor e melhor o serviço. Falácia! Aos poucos e longe das vistas de estranhos ao poder não demora a serem firmados os competentes aditivos e tudo acabará como dantes. Daqui a quatro anos tudo estará igual.
Quando este sair, o novo também usará da mesma artimanha, aquinhoando outra empresa com a coleta de lixo, que prometerá fazer o serviço por preço menor. Sabe-se que tais empresas, em verdade, assumem – implicitamente – o compromisso com o projeto político do grupo de quem está no poder e com sua reeleição futura.
Se na coleta de lixo o assunto é mudança, na saúde nem tanto. Passados dois meses e meio, ou 75 dias, os postos de saúde estão ainda inoperantes em sua maioria, o hospital de base não encontrou seu equilíbrio desejado, ao contrário, segue capengando ainda mais com as nomeações; e o tão falado apoio do governo do estado não aconteceu. Nem vai, pois eles não são loucos para confiar nas promessas de Jaques Wagner. O salário dos servidores do Hblem somente foi pago mediante pressão e greve dos servidores, sem o apoio explícito do sindicato, agora no outro lado do balcão.
Ainda assim tiveram melhor sorte do que os servidores da administração municipal, que a despeito de estarem mais pertos do prefeito viram seus salários de dezembro parcelados em seis vezes, e mesmo assim com valores a menor sob o argumento de uma suposta auditoria. Calada a boca dos servidores, a promessa de valorização da categoria caiu por terra. A maioria dos barnabés municipais está arrependida pela mudança, pois estão vendo os remanescentes da turma de Azevedo fazendo coisas do arco da velha. Desfilando por todos os setores, indistintamente.
No início do mandato, com uma jogada de marketing o prefeito jurou, de pés juntos, que somente nomearia metade dos cargos comissionados e até à primeira vista cumpriu. Mas um olhar atento revela a verdadeira face dessa história. Hoje se serve e utiliza a mesma estrutura administrativa utilizada pela (des)administração Azevedo, em alguns casos com os mesmos servidores (os de sempre). Ao que tudo indica, a equipe do prefeito estava preparada para o discurso, mas não para o exercício diário. Trocando em miúdos, sequer desceram do palanque.
Uma das práticas mais nefastas utilizadas pela turma de Azevedo era a “seleção pública”, que tem sua previsão legal para hipóteses de emergência – olha o decreto de emergência cumprindo seu papel – e não para a colocação de cabos eleitorais da campanha como hoje se vê, em menosprezo ao do concurso público, que é a regra a ser seguida, pelo menos para um governo que se dizia moralizador e defensor de novas práticas na política. Devem ter aprendido o mistério da ressurreição! Leia Mais
A Prefeitura de Itabuna alugou dez caminhões compactadores para a coleta de lixo. Em nome da transparência – e do litígio que marcou a relação com a Marquise, a população espera que o prefeito Claudevane Leite informe os valores da transação de locação dos compactadores e o nome da empresa contratada em regime emergencial. Até porque, Vane prometeu serviço mais eficiente – e mais barato.
Marquise teve contrato rompido com município no dia 28.
A coleta de lixo em Itabuna, após rompimento do contrato entre prefeitura e Marquise, vem apresentando problemas. O secretário de Desenvolvimento Urbano, Marcos Monteiro, promete que ainda nesta semana caçambas darão lugar a 10 caminhões-compactadores, alugados pelo município. A perspectiva é que a entrada em ação dos compactadores regularize a coleta.
Enquanto isso, a orientação é para que os resíduos sejam colocados na porta de casa no horário habitual. Monteiro disse que os horários antigos de coleta serão mantidos. Um telefone também foi disponibilizado para que o cidadão possa informar problemas na coleta. O telefone é o (73) 8859-6060.
Ele promete para ainda este a abertura da licitação para contratar a empresa que cuidará da coleta do lixo em Itabuna. O contrato com a Marquise foi rompido pelo município no último dia 28 de fevereiro, sob alegação de que a empresa não prestava bom serviço e cobrava acima do valor de mercado pela coleta.
A Marquise cobra suposta dívida de R$ 12 milhões da Prefeitura, correspondente ao período em que operou na coleta de lixo no governo do ex-prefeito Capitão Azevedo (DEM0.