Secretário Rosivaldo Pinheiro fala do impacto do Conecta Recicla na formação cidadão || Foto Divulgação
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A Prefeitura de Itabuna, por meio da Secretaria Municipal da Educação, lançará nesta quinta-feira (6), às 9h, no Centro de Cultura Adonias Filho, o projeto Conecta Recicla. A iniciativa de conscientização ambiental envolverá a clientela da rede municipal de ensino e será tocada em parceria com a startup baiana Ecoari, a CVR Costa do Cacau, a Biosanear, a SigaOn e a Associação de Agentes Ambientais e Catadores de Materiais Reutilizáveis e Recicláveis de Itabuna (Aacrri).

O projeto integra o Programa Recicla Itabuna, criado pela Prefeitura em 2021. O Conecta Recicla busca fomentar a consciência ambiental nas comunidades, promovendo a arrecadação de resíduos recicláveis em escolas municipais pré-selecionadas. No mês passado, o projeto foi apresentado pela CEO da Ecoari, Isadora Alencar.

Ela participou de encontros com dirigentes e técnicos da Emasa, CVR Costa do Cacau, Shopping Jequitibá e da Aacrri, quando apresentou o aplicativo da Ecoari.

O app conecta doadores, catadores e cooperativas por meio de uma plataforma gamificada. Além de estimular a reciclagem, o aplicativo promove inclusão social e produtiva, gerando renda para quem está na base da cadeia.

Ao doar resíduos em Pontos de Entrega Voluntária (PEVs) cadastrados, os usuários acumulam pontos que podem ser trocados por prêmios. Toda a operação é registrada, desde a entrega até a chegada dos materiais às cooperativas.

FORMAÇÃO CIDADÃ

O secretário da Educação de Itabuna, Rosivaldo Pinheiro, falou do impacto do Conecta Recicla para a formação cidadã dos estudantes. “Estamos muito felizes em lançar o Conecta Recicla em nossa rede. A educação ambiental é um pilar essencial para o futuro sustentável que queremos construir em Itabuna”, afirmou Rosivaldo. “Com o envolvimento das escolas, das famílias e dos parceiros vamos transformar atitudes e fortalecer a responsabilidade socioambiental desde a infância”.

O projeto será iniciado em Itabuna com a instalação de um ecoponto no Shopping Jequitibá e ações nas escolas pré-selecionadas, em parceria com a CVR Costa do Cacau, Emasa, Secretaria Municipal da Educação, SigaOn e Aacrri, que atuará na ampliação da coleta seletiva.

Aterro da CVR Costa do Cacau, numa das margens da Rodovia Ilhéus-Itabuna || Foto Divulgação
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Única empresa do sul da Bahia credenciada para o tratamento de resíduos sólidos na região, a CVR Costa do Cacau está completando cinco anos de implantação. A empresa ocupa uma área de 75 hectares, às margens da Rodovia Ilhéus-Itabuna (BR-415), parte dela destinada à preservação da mata nativa.

Hoje, a empresa atende dez prefeituras na região, dentre elas Itabuna, Ilhéus e Itacaré, além de cerca de 60 empresas privadas. A CVR também mantém um Centro de Educação Ambiental, onde recebe grupos de estudantes, associações e cooperativas, e participa de eventos em várias cidades sul-baianas, com distribuição de mudas frutíferas e de plantas nativas e de material educativo.

Mensalmente, são armazenadas na CVR Costa do Cacau cerca de 11 mil toneladas de resíduos. Para o diretor comercial da CVR Costa do Cacau, Rodrigo Zaché, a empresa vem se consolidando como um equipamento de utilidade pública que presta um serviço essencial para a região”.

Além do conceito ambiental, a CVR se destaca em vários projetos de inclusão social e capacitação, incentivando a coleta seletiva e fortalecendo o surgimento e ampliação de polos industriais, que tem potencial de se instalar na região”. “Ao promover a destinação correta de resíduos e incentivar a coleta seletiva, a CVR reforça seu compromisso com a responsabilidade social e a sustentabilidade”, afirma Zaché.

APOIO À COLETA SELETIVA E RECICLAGEM

A CVR apoia programas de coleta seletiva e reciclagem, por meio da Associação de Agentes Ambientais e Catadores de Materiais Reutilizáveis e Recicláveis de Itabuna (Aacrri), Cooperativa dos Catadores de Resíduos Sólidos Recicláveis Consciência Limpa de Ilhéus (Coolimpa) e da Associação dos Catadores Vitória de Itacaré.

A CVR foi a responsável pela instalação da Central de Triagem em Itabuna, colaborando com a capacitação dos catadores e a implantação de ecopontos no centro e bairros de Itabuna. “O apoio à coleta seletiva e a valorização dos catadores, além de gerar emprego, renda e uma vida digna para famílias que antes viviam nos lixões, contribui com a conservação ambiental, reciclando produtos que são reaproveitados pelas indústrias”, afirma Maurício Ramos Sena, gestor da CVR Costa do Cacau.

“Esse trabalho trouxe dignidade, esperança e orgulho pra gente fazer o que a gente faz. Com o projeto, descobrimos que nosso trabalho está além da renda, pois traz benefícios para o meio ambiente e para as pessoas. Hoje temos orgulho de dizer que trabalhamos com coleta seletiva e material reciclável. E isso, é dignidade”, afirma a presidente da AACRRI, Carisa Araújo.

Na Central de Triagem, são recicladas cerca de 120 toneladas por mês de materiais como vidro, papel, papelão, metais e plástico, gerando uma média mensal de R$ 1.500 para cada trabalhador. Para incentivar a população a reciclar, foram instalados dez ecopontos no centro e nos bairros da cidade, além de um veículo cedido pela Biosanear que faz a coleta em empresas e condomínios residenciais.

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Ecoari vai começar a operar em Itabuna em novembro || Divulgação
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Lançada no Carnaval de Salvador e já atuando também em São Paulo, a startup baiana Ecoari começa a operar em Itabuna e Ilhéus a partir de novembro. O projeto foi apresentado pela CEO da Ecoari, Isadora Alencar, durante reuniões na Emasa, CVR Costa do Cacau, Shopping Jequitibá e Associação de Agentes Ambientais e Catadores de Materiais Reutilizáveis e Recicláveis de Itabuna (AACRRI).

O aplicativo da Ecoari conecta doadores, catadores e cooperativas por meio de uma plataforma gamificada. Além de estimular a reciclagem, o app promove inclusão social e produtiva, gerando renda para quem está na base da cadeia. Ao doar resíduos em Pontos de Entrega Voluntária (PEVs) cadastrados, os usuários acumulam pontos que podem ser trocados por prêmios, cupons ou até PIX. Toda a operação é registrada, desde a entrega até a chegada dos materiais às cooperativas.

“Cada entrega feita nos PEVs é registrada no sistema com data, tipo e peso do material. Isso permite o acompanhamento de ponta a ponta e gera relatórios de impacto tanto para o usuário quanto para os parceiros”, explica Isadora. Os catadores são vinculados às cooperativas parceiras. “Toda a operação é transparente, com histórico de coleta, volume e destino. Isso garante que o valor, tanto simbólico quanto financeiro, chegue de forma segura a quem de fato fez o trabalho”.

EDUCAÇÃO AMBIENTAL E COLETA SELETIVA

O projeto será iniciado em Itabuna com a instalação de um ecoponto no Shopping Jequitibá, ações nas escolas em parceria com a CVR Costa do Cacau, Emasa, Secretaria de Educação e SigaOn e ampliação da coleta seletiva com a AACRRI.

“O nosso principal foco é a educação e a aproximação com os doadores de recicláveis coletados, gerando um grande impacto ambiental e uma mudança que começa no usuário e termina na reinserção desses produtos na indústria, além de gerar renda para os catadores”, afirma Isabella Alencar, da Ecoari.

Maurício Ramos Sena, gestor da CVR Costa do Cacau, única empresa do Sul da Bahia credenciada pelo Inema e Ibama para armazenamento de resíduos, localizada às margens da Rodovia Ilhéus-Itabuna, afirma que a parceria com a Ecoari amplia o compromisso com a sustentabilidade, conscientizando a população sobre a importância da coleta seletiva, ampliando a coleta e valorizando as associações de catadores que a empresa apoia em Itabuna, Ilhéus e Itacaré.

Evento do Cima discutiu gestão de resíduos sólidos na região de Camacã || Foto Divulgação
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O Consórcio Intermunicipal da Mata Atlântica (Cima) promoveu o III Seminário Interterritorial para debater gestão sustentável de resíduos só0lidos. O encontro destacou as diretrizes do Programa Gestão Ambiental Compartilhada e debateu ações como gestão de resíduos sólidos e municípios adequados aos aterros sanitários, coleta seletiva e reciclagem. O evento ocorreu na Câmara de Vereadores de Camacã, na quinta-feira (14).

O prefeito de Camacã e presidente do Cima, Paulo do Gás, destaca que, a partir deste encontro, será colocada em prática política ambiental que contribua para o desenvolvimento das cidades e o bem-estar das pessoas. “Essas políticas públicas impactam positivamente a saúde, o meio ambiente e a economia”, disse.

Além de acabar com os lixões e promover a destinação correta dos resíduos, afirma Paulo do Gás, é preciso conscientizar a população através ações de educação ambiental, para o descarte correto de lixo em locais inadequados, como espaços públicos, córregos, rios e áreas de mata.

ESTAÇÃO DE TRANSBORDO

O gestor da CVR Costa do Cacau, Maurício Ramos Sena, também  participou do encontro do Cima. Ele fez uma apresentação da atuação da CVR, que atende cerca de 10 prefeituras e mais de 60 empresas privadas no sul da Bahia. O aterro da empresa está situado numa área às margens da Rodovia Ilhéus-Itabuna, e segue as diretrizes do Plano Nacional de Resíduos-Planares.

Para atender os municípios que integram o consórcio. a CVR pretende construir uma estação de transbordo em Camacan. Dos municípios que integram o Cima, Buerarema, Arataca e São José da Vitória já depositam os resíduos no aterro sanitário da empresa.

– A CVR Costa do Cacau é parceira das prefeituras e empresas privadas, sempre buscando soluções sustentáveis que garantam a conservação ambiental e a qualidade de vida da população, além de apoiar programas de reciclagem que geram emprego e renda para os catadores – diz Maurício.

COMPOSIÇÃO DO CIMA

O Cima é composto pelos municípios de Camacã, Arataca, Santa Luzia, Jussari, São José da Vitória, Buerarema, Mascote, Canavieiras, Una, Pau Brasil, Itapebi e Itaju do Colônia. O Programa Gestão Ambiental Compartilhada foi criado pelo Governo da Bahia para descentralizar com qualidade a gestão pública ambiental, através do fortalecimento dos municípios e consórcios intermunicipais.

Gincana envolveu turmas do Ensino Médio do Modelo, em Itabuna
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Para celebrar a Semana do Meio Ambiente, a CVR Costa do Cacau promoveu a Gincana da Sustentabilidade, no Colégio Modelo Luís Eduardo Magalhães, no bairro Lomanto Júnior, em Itabuna. Numa parceria com a BioSanear, a ação envolveu duas turmas do 1º ano do Ensino Médio e buscou reforçar, de forma lúdica e interativa, conceitos ambientais.

As empresas produziram e distribuíram apostilas para os estudantes, com conteúdos sobre gestão de resíduos sólidos, reciclagem, compostagem doméstica e saneamento básico. O material serviu de base para os desafios da gincana, permitindo que os alunos se preparassem previamente.

Durante a atividade, os estudantes participaram de provas com perguntas de múltipla escolha e desafios práticos, todos relacionados à sustentabilidade. A especialista socioambiental da CVR, Angélica Tomassini, considerou excelente o desempenho dos alunos. A maioria dos alunos acertou as questões e demonstrou grande interesse pelos temas abordados.

“Para nós, a educação ambiental precisa ser divertida. Os estudantes precisam entender que ela acontece todos os dias e que eles são os verdadeiros protagonistas da mudança que precisamos”, destacou Angelica.

DISTRIBUIÇÃO DE MUDAS

Durante toda a semana, a CVR participou das atividades da Semana do Meio Ambiente, promovida pela Associação de Agentes Ambientais e Catadores de Materiais Reutilizáveis e Recicláveis de Itabuna (Aacrri). No estande da empresa, foram distribuídas cerca de 600 mudas de cacau, jambo, ipê rosa, jaca, graviola, pitanga e murta. Ainda rolaram ações educativas com estudantes e distribuição de folhetos sobre educação ambiental. No sábado (7), a empresa apoiou e participou das celebrações do Dia Nacional do Catador, com uma caminhada pela Avenida do Cinquentenário, também em Itabuna.

Alunos de Engenharia Sanitária e Ambiental da UFSB e associados da Aacrri durante palestra
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Alunos do 5º semestre do curso de Engenharia Sanitária e Ambiental da Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB) promoveram palestra com integrantes da Associação dos Agentes Ambientais e Catadores de Materiais Reutilizáveis e Recicláveis de Itabuna (Aacrri).

A atividade serviu para que os universitários pudessem conhecer detalhes do projeto da Associação e as experiências de vida de alguns dos agentes ambientais que, antes da criação da Aacrri, subsistiam do que tiravam do antigo Lixão do município, na Volta da Cobra.

Os alunos do curso de Engenharia Sanitária e Ambiental montaram e apresentaram projeção com a história da Associação, desde o antigo lixão até a implantação da coleta seletiva e da Central de Triagem.

A recuperação da história dos agentes ambientais emocionou palestrantes e público. E levou às lágrimas a presidente da AACRRI, no último dia 21.

– Ao rever essas imagens passou um filme em minha cabeça. Vivi no lixão junto com meu irmão, ajudando a minha mãe, dos 13 aos 28 anos. Deixamos o lixão para trabalhar na associação – disse Carissa Araújo.

Ela lembrou do início do processo que extinguiu o Lixão, quando a Prefeitura de Itabuna contratou o aterro sanitário certificado da CVR Costa do Cacau, novo destino dos resíduos sólidos produzidos em Itabuna.

– Com o fim do lixão, as cerca de 160 pessoas que trabalhavam em situação degradante, os que hoje são conhecidos como invisíveis, receberam assistência do município e da CVR, como distribuição de cestas básicas e pagamentos do auxílio aluguel e o Bolsa Renda. Além disso, o mais importante, os cursos de capacitação que possibilitaram nos preparar e com o apoio da Defensoria Pública, implanta a nossa associação – recordou.

GALPÃO PRÓPRIO É DESAFIO

Ainda segundo Carissa Araújo, hoje o desafio é conseguir um galpão próprio e com maior dimensão maior que o atual. “O galpão que atualmente abriga nossa Central de Triagem está pequeno, estamos empenhados em conseguir um espaço maior que seja da própria associação. Os desafios são grandes, mas a força de vontade de vencer, são maiores”, assegurou a presidente da Aacrri.

O evento foi promovido pelas alunas Catarina Campos, Maria Martha Rodrigues, Indira Santana, Milena Santana e Sarah Silva como atividade da disciplina Oficina de Projetos e Intervenção nas Comunidades e Cidades, ministrada pelo professor Anderson Magalhães. Acompanharam a presidente da Aacrri, a secretária da Associação, Luísa Nascimento, e a assistente social da Defensoria Pública da Bahia (DPE-BA), Andréia Pires.

Ação do Abril Verde na FG Soluções pela CVR Costa do Cacau
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Como parte das atividades do Abril Verde, campanha nacional de conscientização sobre a saúde e segurança no trabalho, a CVR Costa do Cacau promoveu roda de conversa com as equipes das empresas BioSanear e FG Soluções, responsáveis pela coleta urbana de resíduos dos municípios de Itabuna e Ilhéus. A ação integra o Programa Regras de Ouro da empresa, conjunto de orientações que tem o objetivo de fortalecer a cultura da prevenção de acidentes no ambiente de trabalho.

Diariamente, a CVR Costa do Cacau recebe dezenas de colaboradores dessas e de outras empresas que acessam suas instalações para a destinação dos resíduos sólidos.

A roda de conversa foi coordenada por Angelica Tomassini, responsável pelo setor socioambiental, e Tassia Calazans, técnica de segurança da empresa prestadora de serviços na CVR. “Nosso objetivo é que todos compreendam a importância de seguir as normas de segurança, não apenas por obrigação, mas como uma atitude de cuidado com a própria vida e com o coletivo”, destacou Angelica.

COMPROMISSO COM O MEIO AMBIENTE

Única empresa do sul da Bahia credenciada pelo Inema e Ibama para a destinação correta de resíduos sólidos, numa área localizada às margens da Rodovia Jorge Amado (Ilhéus-Itabuna), a CVR Costa do Cacau atende as prefeituras de Itabuna, Ilhéus, Itacaré, Itajuípe, Ibicaraí, Barro Preto, Buerarema, Arataca e Uruçuça.

Além das prefeituras, também tem como cliente cerca de 80 empresas privadas, a exemplo da Bamin/Porto Sul e Atacadão. No total, são armazenadas cerca de 11 mil toneladas de resíduos por mês, reafirmando o compromisso da empresa com a responsabilidade ambiental e a segurança operacional.

Aterro da CVR, na Ilhéus-Itabuna, será o destino de resíduos produzidos em Arataca || Foto Divulgação
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O município de Arataca, no sul da Bahia, deu um grande passo na destinação correta de resíduos, contribuindo para a conservação ambiental e a melhoria da qualidade de vida da população. A partir deste mês, os resíduos coletados na cidade estão sendo depositados no Aterro Sanitário da CVR Costa do Cacau, localizado numa área credenciada pelo Inema e IBAMA, às margens da Rodovia Ilhéus-Itabuna (BR-415).

Ferlu: “virada de página em Arataca”

– Estamos virando uma página com o fim do lixão, contribuindo com o meio ambiente e evitando riscos de doenças à população, com o lixo depositado num local adequado. E vamos investir na educação ambiental junto à comunidade – afirma o prefeito Fernando Mansur (Ferlu).

FIM DOS LIXÕES NO SUL DA BAHIA

Com a assinatura do contrato com a Prefeitura de Arataca, a CVR Costa do Cacau passa a atender nove cidades sul-baianas, dentre elas Itabuna, Ilhéus, Itacaré e Uruçuça, além de empresas como Shopping Jequitibá, Bamin/Porto Sul, Atacadão, Carrefour, Olam Cacau e Joanes. No total, são armazenadas cerca de 11 mil toneladas de resíduos por mês.

– A parceria com Arataca representa mais um passo no processo de desativação dos lixões, atendendo as determinações do Plano Nacional de Resíduos Sólidos, que exige o armazenamento de resíduos em aterros sanitários – ressalta o gestor da CVR Costa do Cacau, Maurício Ramos Sena.

Além da destinação correta de resíduos, frisa Maurício, a CVR tem apoiado ações de educação ambiental nos municípios e a coleta seletiva através de associações de catadores.

Daniele Santos realiza o sonho de entrar para faculdade || Foto Daniel Thame
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A catadora de materiais recicláveis e diretora da Associação de Agentes Ambientais e Catadores de Materiais Reutilizáveis e Recicláveis de Itabuna (ACRRI), Daniele dos Santos Pereira está  escrevendo uma nova página em sua  vida. Aos 27 anos, mãe de dois filhos, a jovem realiza o sonho de cursar o ensino superior.

Desde criança que Daniele aprendeu a lidar com as dificuldades. Para garantir o sustento da família, a jovem começava na “labuta” logo cedo no antigo lixão de Itabuna, fechado há quatro anos pela Prefeitura. A rotina não mudou tanto assim. Mas as condições de trabalho estão um pouco melhores.  E desafios para pagar as despesas diárias são parecidas.

Ao contrário de muitos jovens que têm tempo para estudar e não aproveitam, Daniele dos Santos soube desde cedo que o caminho para a transformação social é a educação, o conhecimento. “Sempre acreditei que a educação era a chave para mudar a minha realidade”, afirma com emoção.

Para ela, “cada dia de trabalho serviu de aprendizado sobre resiliência, solidariedade e a importância de lutar pelos meus direitos e de todos os catadores, que precisam lutar para ter uma vida digna e ganhar visibilidade”, acrescenta.

Daniele já se matriculou no curso de Administração || Foto Daniel Thame

VENCER PRECONCEITOS

A trajetória que levou Daniele até aqui não foi nada fácil. Entre momentos de preconceito e a luta constante pela sobrevivência, precisou batalhar para que seus esforços fossem reconhecidos. Hoje, ao atravessar os portões da instituição de ensino superior, ela carrega consigo o orgulho de suas origens e a determinação de construir um futuro melhor para si e para sua comunidade.

Na faculdade, Daniele dos Santos vai cursar Administração, com o objetivo de, futuramente, contribuir para a gestão da AACRRI e incentivar a inclusão social de pessoas em situação de vulnerabilidade. “Quero mostrar que, independentemente de onde viemos, o conhecimento transforma vidas e abre portas para novas oportunidades,” destaca.

A EDUCAÇÃO QUE TRANSFORMA VIDAS

O secretário municipal da Educação e coordenador do Projeto Recicla Itabuna, Rosivaldo Pinheiro, destaca que “é gratificante compartilhar esse momento especial. Daniele inicia um novo ciclo de mudanças e novas conquistas com a chegada à faculdade. Vimos esse projeto nascer com o final do lixão e a implantação da Central de Triagem com o aval do prefeito Augusto Castro (PSD) que cuida do meio ambiente e transforma a vida das pessoas”.

A assistente social da Defensoria Pública da Bahia (DPE-BA), em Itabuna, Andrea Reis, ressalta que “a Educação pode ser um poderoso instrumento de mudança, pois a história de Daniele é um exemplo de que a determinação e a esperança podem florescer mesmo nos ambientes mais adversos, transformando a realidade de quem se recusa a desistir”.

A Central de Triagem e Reciclagem, no bairro Lomanto, que conta com cerca de 60 famílias associadas à AACRRI, foi implantada pela Prefeitura de Itabuna, com o apoio do Governo do Estado, por meio da Secretaria do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte (SETRE), CVR Costa do Cacau e Defensoria Pública do Estado – Projeto Mãos que Reciclam, coordenado pela defensora Aline Muller, O Boticário e Grupo Velanes.

Lavagem do Beco teve educação ambiental e coleta de recicláveis || Foto Divulgação
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A Lavagem do Beco do Fuxico não é marcada apenas pela preservação das tradições do povo itabunense. Novamente, o cuidado ambiental foi dos legados da folia. De acordo com a Associação de Agentes Ambientais e Catadores de Materiais Reutilizáveis e Recicláveis de Itabuna (Aacrri), foram coletados 1.722 quilos de materiais recicláveis durante os três dias da Lavagem.

A Central do Catador trabalhou com cerca de 50 pessoas da Aacrri e 10 avulsos. Todo o material foi destinado à reciclagem na Central da Associação, no Bairro Lomanto. Para executar o trabalho, os 60 catadores contaram com estrutura com barraca para refeições e depósito de materiais coletados, equipamentos de proteção, lanches, blusas e sacolas.

Durante a folia, aberta com a inauguração do Coreto do Caboclo, no Calçadão da Ruy Barbosa, foram coletados 380 quilos de alumínio. 306 quilos de papelão, 535 quilos de garrafas pet, 210 quilos de plástico colorido, 76 quilos de plástico misto e 176 quilos de vidro e 10 quilos de isopor.

A presidente da AACRRI, Carissa Araújo, falou dos apoios para a categoria e para o trabalho na Lavagem, considerados fundamentais para a atuação dos catadores e geração de renda extra. Os 60 agentes contaram com apoio do Governo do Estado, Prefeitura de Itabuna, Defensoria Pública do Estado, CVR Costa do Cacau e Biosanear.

EDUCAÇÃO AMBIENTAL E GERAÇÃO DE RENDA

Para o secretário municipal de Educação e coordenador do Projeto Recicla Itabuna, Rosivaldo Pinheiro, a presença da AACRRI em festas populares como a Lavagem do Beco é essencial no processo de educação ambiental, conscientização da comunidade e de acolhimento aos catadores avulsos. “A parceria da Prefeitura com o Estado é uma atividade socioprodutiva que vem obtendo excelentes resultados, dando atenção às pessoas e focando na sustentabilidade”.

Angélica Tomassini, coordenadora socioambiental da CVR afirma que a empresa e parceiros trabalham para que “a categoria seja incluída em todas as festividades municipais das cidades que atendemos, visando oferecer a esses profissionais estruturas adequadas e equipamentos de proteção individual para que possam trabalhar com segurança”.

“Mais uma vez o apoio de instituições públicas e privadas e a participação da comunidade, possibilitou a valorização dos catadores e resultou na coleta de quase duas toneladas de recicláveis, além de dar visibilidade a um trabalho fundamental para a qualidade de vida na cidade”, afirmou a assistente social da Defensoria Pública do Estado, Andrea Reis Pires, uma das coordenadoras da ação na Lavagem do Beco.

Programa mantém dez pontos de coleta no município || Foto PMI
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O Programa Recicla Itabuna iniciou, nesta terça-feira (21), a realocação de seus pontos de coleta. No ano passado, alguns dos ecopontos foram removidos de praças devido à requalificação destes equipamentos públicos, com a execução do Programa Praça Viva.

De acordo com a Prefeitura, na Avenida Ilhéus, o ecoponto foi colocado em frente a uma clínica pediátrica, enquanto no Pontalzinho, nas proximidades da Praça Henrique Alves, onde há um ponto de táxis. No São Caetano, o ecoponto foi instalado atrás da loja do Itão Hipermercados, no prolongamento da Avenida Manoel Chaves. Todos os ecopontos passaram por higienização.

O cronograma prevê, ainda, a realocação dos ecopontos dos bairros Califórnia, Fátima, Conceição, Santo Antônio e Mangabinha e da Praça Adami, no Centro. Ao todo, o Programa Recicla Itabuna mantém dez ecopontos.

O Programa Recicla Itabuna é resultado de parceria da gestão municipal com a Biosanear, Defensoria Pública do Estado da Bahia, CVR Costa do Cacau e Associação dos Agentes Ambientais e Catadores de Recicláveis.

Augusto e Antônio de Anízio ressaltam impactos positivos de parceria com a CVR
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Itabuna e Itacaré deram fim aos lixões que mantiveram por décadas e se adequaram à Política Nacional de Resíduos Sólidos, instituída pela Lei nº 12.305/2010. Para isso, os dois municípios do sul da Bahia firmaram parceria com a CVR Costa do Cacau, que mantém um aterro sanitário em Ilhéus e pertence ao Grupo Marca.

Para o prefeito de Itabuna, Augusto Castro (PSD), o fechamento do lixão, em 2021, foi um marco na história da cidade. “Reduzimos os impactos ambientais, valorizamos os catadores e possibilitamos a atração de novos empreendimentos no município”, acrescentou.

No ano seguinte foi a vez de Itacaré. Prestes a concluir o segundo mandato consecutivo, o prefeito Antônio de Anízio (PT) ressalta o impacto social da implantação da Polícia de Resíduos Sólidos, com a organização dos catadores em uma cooperativa e com o programa de coleta seletiva do município. “Garantiu uma vida digna para as famílias de catadores, mobilizou a comunidade e impacta positivamente o turismo e a conservação ambiental”, apontou.

No seu quarto ano de atuação, a CVR Costa do Cacau também atende aos municípios de Ilhéus, Itajuípe, Ibicaraí, Barro Preto, Buerarema e Uruçuca, além de empresas como Shopping Jequitibá, Bamin/Porto Sul, Atacadão, Carrefour, Olam Cacau e Joanes. Conforme a CVR, o aterro recebe uma média de 11 mil toneladas de resíduos por mês.

BALANÇO 

Para o diretor comercial da CVR, Rodrigo Zaché, nesses quatro anos, a empresa foi além da prestação de serviços e fomentou projetos socioambientais para diversos públicos.

“Além disso, pudemos contribuir para a atração de novos investimentos e projetos da iniciativa privada. Para o Grupo Marca, é sempre uma grande satisfação desempenharmos no trabalho guiados pelo propósito de transformar vidas através do desenvolvimento sustentável”, concluiu.

Festival promoveu limpeza de praias em Serra Grande, Uruçuca || Foto Divulgação
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Serra Grande, em Uruçuca, sul da Bahia, também participou da ação mundial de limpeza de praias, mas de um jeito diferente, com o Festival de Pesca Plástica, que integra o movimento norte-americano Plastic Fisherman.

A ação contou com a participação de moradores, visitantes, empresas e organizações da região, que se uniram para limpar as areias e recolher resíduos sólidos, principalmente plásticos. Um dos apoiadores do evento foi a CVR Costa do Cacau, que, além de contribuir com a logística, organizou atividades de educação ambiental para as crianças. As brincadeiras educativas abordaram a importância da separação correta dos resíduos, com foco no incentivo à reciclagem e à preservação do meio ambiente.

Embora Serra Grande seja conhecida por suas belezas naturais e pela preocupação ambiental de seus moradores, o vilarejo enfrenta um grande desafio em relação à reciclagem, especialmente de materiais como o vidro. Atualmente, a comunidade não dispõe de um sistema eficiente para o descarte e reaproveitamento de certos resíduos, o que tem gerado acúmulo de materiais recicláveis.

RECICLAGEM E CONSCIENTIZAÇÃO

Como parte da mobilização para o Festival de Pesca Plástica, a população foi convidada a coletar e guardar vidros em setembro. No dia do evento, todo o material arrecadado foi entregue à Associação de Agentes Ambientais e Catadores de Materiais Recicláveis de Itabuna (AACRRI), que participou do ação e ficou responsável por recolher e destinar adequadamente os resíduos. No total, foram arrecadadas 4.788 quilos de vidros, 38 quilos de plásticos, 30 quilos de latinhas e 180 quilos de latinhas, mostrando o poder da conscientização coletiva e da ação comunitária.

O Festival de Pesca Plástica também expôs a necessidade urgente de soluções permanentes para o problema do lixo na região. Apesar dos esforços da comunidade e das organizações, a falta de infraestrutura adequada para a gestão de resíduos em Serra Grande é um desafio constante. O balneário precisa de alternativas para sistema de coleta, descarte e reciclagem de resíduos sólidos.

“A grande participação da população e das empresas da região mostrou que o desejo por mudanças existe. Agora, é fundamental que a Prefeitura atenda essa demanda, implementando políticas que garantam a sustentabilidade e o desenvolvimento ambiental do município.”, ressaltou Angelica Tomassini, coordenadora socioambiental da CVR Costa do Cacau.

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Terminou nesta sexta-feira (2) o prazo para o fim dos lixões em municípios de todo o Brasil, conforme a determinação do Plano Nacional de Resíduos Sólidos (Planares), que obriga a substituição dos lixões por aterros sanitários, com estruturas adequadas para a disposição final de resíduos sólidos, minimizando os impactos ambientais e à saúde pública.

De acordo com o relatório mais recente da Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Abrelpe), aproximadamente 40% dos resíduos sólidos urbanos no Brasil continuam sendo destinados a lixões ou aterros controlados. Isso mostra que, apesar dos esforços, muitos municípios, especialmente os de pequeno e médio porte, ainda não conseguiram cumprir as exigências da lei.

A falta de recursos financeiros, a necessidade de maior conscientização e educação ambiental, e a resistência de alguns setores a mudanças nos processos de gestão de resíduos são obstáculos que ainda precisam ser superados.

No sul da Bahia, a Central de Valorização de Resíduos (CVR Costa do Cacau), localizada às margens da Rodovia Jorge Amado (Ilhéus-Itabuna), é a única empresa licenciada pelo Inema e Ibama para a gestão de resíduos sólidos. Atualmente, a empresa recebe os resíduos de apenas oito municípios dos 26, demonstrando a necessidade de expansão e maior adesão por parte dos municípios.

As cidades sul-baianas que se adequaram ao Planares são Itabuna, Ilhéus, Itacaré, Itajuípe, Ibicaraí, Barro Preto, Uruçuca e Buerarema.

MEIO AMBIENTE, SAÚDE E INCLUSÃO SOCIAL

A participação pública para fechar os lixões se torna necessária também do ponto de vista social, já que um dos aspectos cruciais da política é a inclusão dos catadores de materiais recicláveis, reconhecendo sua importância na cadeia de reciclagem e promovendo sua integração socioeconômica. “A inclusão dos catadores requer um esforço coordenado entre governos, empresas e a sociedade civil para garantir que os benefícios cheguem efetivamente a esses trabalhadores”, destaca Angélica Tomassini, coordenadora socioambiental da CVR Costa do Cacau, empresa que já acompanhou o encerramento dos lixões de Itariri (Ilhéus), Itacaré e Itabuna, adotando abordagens abrangentes e colaborativas com os trabalhadores envolvidos no processo, capacitando-os para atuarem como agentes ambientais.

“A CVR Costa do Cacau está em negociação com outros municípios da região para que as prefeituras comecem a destinar os resíduos sólidos de maneira adequada. Essas negociações são um passo crucial para garantir que todos os municípios do Sul da Bahia cumpram as exigências da PNRS, promovendo um meio ambiente mais saudável e uma gestão de resíduos mais eficiente”, finaliza Angélica Tomassini.

Programa da CVR incentiva plantio de mudas no sul da Bahia || Foto Divulgação/CVR
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Membros da Igreja Cristã Maranata plantaram mudas de espécies frutíferas e da mata atlântica em uma ação na Vila Cachoeira, em Ilhéus. A atividade anual integra o projeto Unidos em Família e busca fortalecer os laços comunitários e promover a sustentabilidade ambiental. A ação contou com o apoio da CVR Costa do Cacau, que contribuiu com a doação de 60 mudas de espécies nativas da região.

A parceria da empresa, responsável pela destinação correta de resíduos no sul da Bahia, ajuda na preservação da flora local e engajamento de crianças e de adolescentes com práticas ambientais saudáveis. “Cada muda plantada representa uma nova vida que contribui para a purificação do ar, a conservação do solo e a manutenção da biodiversidade, sendo um passo em direção a um mundo mais verde, saudável e sustentável”, destaca Angélica Tomassini, coordenadora socioambiental da CVR Costa do Cacau.

A doação de mudas integra o programa de Educação Ambiental da CVR. A empresa possui viveiro de mudas onde centenas de árvores frutíferas e da Mata Atlântica são produzidas e colocadas à disposição da sociedade. Caso a empresa ou instituição deseje receber mudas, basta entrar em contato com a CVR Costa do Cacau por meio do Whatsapp (73) 99926-3585 ou do email educacaoambiental@cvrcostadocacau.com.br.