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Numa audiência realizada hoje (20), o Ministério Público do Trabalho (MPT) e a prefeitura de Itabuna firmaram acordo que garante aos servidores municipais amplo direito à defesa em processos administrativos disciplinares.

A prefeitura é ré numa ação civil pública movida pela procuradoria do MPT em Itabuna, relativa à demissão de dez agentes de combate à dengue. O acordo foi homologado nesta terça pela juíza titular da 4ª Vara do Trabalho de Itabuna, Jeane Sobral.

A ação civil pública foi movida após investigações que teriam constatado, por parte do MPT, que a prefeitura não permitiu a treze agentes de combate a endemias defenderem-se das acusações de ter omitido focos de dengue e promovido falsos registros de visitas domiciliares em 2009.

Os agentes foram demitidos no início de dezembro e apresentaram denúncia de cerceamento da defesa ao MPT no dia nove daquele mês. Os processos administrativos foram instaurados atendendo a uma determinação do prefeito José Nilton Azevedo e o secretário municipal de Saúde, Antônio Vieira.

O processo administrativo que responsabilizaria os agentes não foi apresentado. Seria o instrumento legal para que os demitidos apresentassem defesa e, só então, o município se posicionaria.

O MPT acredita que “não foram respeitados os princípios do contraditório e da ampla defesa, não sendo garantido aos agentes (…) os meios adequados para rebater as acusações impostas pela Administração Municipal”. A sindicância foi considerada irregular e gerava uma “ameaça constante aos servidores”, segundo a procuradora Larissa Lima.

Segundo apurou o Pimenta, além de não permitir ampla defesa aos demitidos, o secretário Antônio Vieira teria protegido, pelo menos, duas coordenadoras de área. Estas, foram transferidas de setor.

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Montanha de pneus: criadouro de Aedes aegypti e agressão ambiental (Foto Pimenta).

Após denúncia do blog Pimenta na Muqueca (relembre aqui), a prefeitura de Itabuna decidiu recolher os quase cinco mil pneus lançados ao ar livre na localidade conhecida como Volta da Cobra, próxima ao Hospital de Base Luís Eduardo Magalhães (Hblem).

Os pneus foram lançados ao relento. Descobertos e acumulando água, funcionavam como depósito de larvas do mosquito transmissor da dengue, o Aedes aegypti. Além do risco de proliferação da dengue, os pneus sem serventia – e ao ar livre – se transformam em risco ao meio ambiente.

Desde ontem, a prefeitura batia cabeça sobre o destino para a montanha de pneus. A decisão de removê-los e acondicioná-los em um galpão do município foi tomada na manhã desta terça-feira, 13. A remoção, então, foi iniciada no início da tarde.

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A prefeitura de Itabuna removeu 5 mil pneus do parque de exposições Antônio Setenta para uma área verde, na “Volta da Cobra”. O material foi recolhido nos mutirões da dengue realizados em fevereiro e março em bairros considerados campeões de infestação.

O parque de exposições foi utilizado como depósito. Como houve a visita do presidente Lula, o secretário Antônio Vieira e o coordenador da dengue, Sandovaldo Menezes, mandaram recolher os pneus velhos e os jogar na Volta da Cobra, próximo ao Hospital de Base Luís Eduardo Magalhães.

Além de riscos de proliferação do mosquito da dengue (pelo grande acúmulo de água), ainda há a agressão ao meio ambiente. E o que diz o secretário de Agricultura e Meio Ambiente, Antônio Marcelino? E o prefeito Capitão Azevedo?

 

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A prefeitura de Itabuna ‘inventou’ algo que considera estimulante na guerra contra a dengue: premiar com cesta básica donos de imóveis que não possuem focos do mosquito da dengue.

Residências são visitadas e vistoriadas a cada final de semana nos mutirões que envolvem voluntários e servidores da prefeitura de Itabuna.

São aproximadamente 150 cestas sorteadas a cada semana. Um mês se passou e os primeiros sorteados ainda não receberam as benditas. Que está havendo, doutor Vieira?

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Ex-prefeito é obrigado a devolver R$ 2 milhões.

O Tribunal de Contas da União (TCU) condenou o ex-prefeito de Porto Seguro (BA) José Ubaldino Alves Pinto Júnior a devolver pouco mais de R$ 2 milhões ao Fundo Nacional de Saúde (FNS).

Segundo o TCU, o ex-prefeito não comprovou o bom uso de recurso público federal destinado à implantação de ações preventivas, assistenciais e de vigilância epidemiológica para erradicar no município o mosquito Aedes aegypti, responsável pela dengue.

O ministro Marcos Bemquerer Costa, relator do caso, afirma que não foram apresentados notas fiscais ou recibos referentes aos pagamentos que teriam sido feitos a partir da celebração de convênio entre a prefeitura e o FNS. Além dos R$ 2 milhões (valor atualizado), o ex-prefeito ainda terá de pagar multa de R$ 50 mil pelas irregularidades.

A cobrança judicial da dívida já foi autorizada e o TCU encaminhou cópia da decisão à Procuradoria da República no Estado da Bahia para que sejam tomadas as providências cabíveis. Cabe recurso da decisão.

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A Citronela faz sucesso pelo Brasil afora

Como, novamente, falhamos em prevenir, e uma epidemia de dengue novamente ameaça a nossa região, é hora de começarmos a pensar em remediar. Logo logo estaremos nos entupindo de repelentes, dedetizantes e até revivendo momentos de caça ao mosquito com as irritantes raquetes elétricas, aquelas que fazem churrasco de pernilongos (na dúvida, exterminamos tudo o que voa a nossa volta).

Mas é interessante perceber por que ainda não apareceu por aqui – pelo menos em grande escala – uma arma eficaz, natural, ecológico e sem contra-indicações: os repelentes à base de Citronela. Dizem os entendidos que seu óleo essencial afasta a mosquitaria sem prejudicar os usuários.

Pelas bandas do interior de São Paulo pulseiras de Citronela estão sendo vendidas a R$ 3,50, informa um leitor de São José do Rio Preto, que se identifica como Flávio. Por aqui, venderia mais do que o DVD pirata de Avatar.

Eis uma oportunidade para os pequenos empreendedores (formais e informais) itabunenses.

Conheça melhor as propriedades da Citronela aqui.

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Os moradores de Ilhéus correm sério risco de enfrentar uma grave epidemia de dengue nas próximas semanas. De acordo com técnicos da Fundação Nacional de Saúde, o plano de combate à dengue é deficiente, uma vez que apenas 14% das residências recebem visitas regulares dos agentes de endemias.

Um relatório alertando para o problema foi entregue ao novo secretário da Saúde, Antônio Rabat. Especialistas também alertam, no Blog do Gusmão, que muitos pacientes já apresentam número baixo de plaquetas no sangue, sintoma da ação do vírus da dengue no organismo. Para eles, o período pós-carnaval pode ser desastroso.

É triste, mas a população de Ilhéus pode pagar pelo que não foi feito ao longo do ano pelo município.

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Moradores do bairro de Fátima relatam que as ações do mutirão contra a dengue não são assim, tão eficientes. Uma dona de casa afirmou que o pessoal que por lá passou nessa semana apenas deu um panfleto e um saco plástico, para lixo.

“Ninguém quis saber como estava o reservatório, se tinha outros possíveis focos. Parece que só queriam mesmo era a foto”.

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O novo larvicida para o combate à dengue ainda não está sendo usado em Itabuna porque o Ministério da Saúde e a Secretaria Estadual de Saúde (Sesab) não forneceram os equipamentos necessários para a aplicação do Diflubenzuron, informou o secretário de Assuntos Governamentais e Comunicação Social, Walmir Rosário.

O secretário, após contato com a área de Vigilância à Saúde do município, explicou que o larvicida Diflubenzuron foi enviado ao município com atraso e os órgãos federal e estadual não mandaram equipamentos necessários para a manipulação do larvicida, que é líquido e exige cuidados para a aplicação.

A prefeitura, acrescentou, comprou parte dos equipamentos necessários, mas o comércio local não os oferecia em quantidade suficiente para os mais de 300 agentes de combate a endemias. “O município está investindo recursos próprios para a compra”, reforça.

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A coordenação de combate à dengue em Itabuna precisa explicar ao distinto leitor, principalmente se ele morar em terras de Jorge Amado, porque – e até agora – não está utilizando o novo larvicida disponibilizado pelo Ministério da Saúde, o Diflubenzuron, substituto do Temephos.

O produto foi entregue pela Sétima Dires à Secretaria de Saúde de Itabuna no último dia 18. Pelo menos até a manhã desta segunda-feira, duas semanas depois, não havia sido utilizado. Quem agradece, com certeza, é o mosquitinho-assassino, o Aedes aegypti.

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O delegado regional Moisés Damasceno ouviu, nesta manhã, o secretário de Saúde de Itabuna, Antônio Vieira, sobre as denúncias de omissões de focos de mosquito da dengue e falsos registros de visitas em, pelo menos, 10 bairros do município.

O inquérito apura as responsabilidades pelos focos do mosquito. 12 agentes de combate à dengue foram demitidos em dezembro, após sindicância confirmar irregularidades.

O Ministério Público estadual acompanha as investigações. O depoimento de Vieira foi inicialmente marcado para o dia 14 de janeiro, mas acabou por ser adiado por falta de algumas testemunhas.

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Vieira: cestas básicas para levantar combate à dengue...
Vieira: cestas básicas para levantar combate à dengue…

Depois da epidemia que provocou a morte de nove itabunenses e registou 14.545 casos de dengue, o município decidiu premiar quem faz a sua parte no combate à doença e, na outra ponta, multar os cidadãos desleixados.

O secretário de Saúde de Itabuna, Antônio Vieira, concedeu entrevista ao Pimenta e anunciou, veja só!, que será premiado o dono de residência que estiver cumprindo as recomendações contra o mosquito transmissor da dengue. Não encontrou foco, brinde!

Ainda segundo ele, o foco (ops!) da campanha são as comunidades carentes. Para estas, o brinde pode ser cesta básica. Já no caso dos desleixados, a prefeitura aplicará multa que vai variar de R$ 34,00 a R$ 340,00, conforme lei já aprovada pela Câmara de Vereadores e sancionada por José Nilton Azevedo (DEM).

A entrevista com Antônio Vieira será publicada ainda hoje. Ele comenta sobre epidemia de dengue, descaso no Samu, atendimento na rede de saúde e falta de autonomia financeira na saúde. O secretário também afirma que, ao contrário do prefeito Azevedo, ele apoiará os candidatos do DEM na eleições de 2010.

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Itabuna viveu uma epidemia de dengue, com mais de 15.946 casos registrados e nove mortes, em 2009. A cidade também registrou sete mortes por leptospirose, só que o número de casos dessa doença foi quase mil vezes menor que o da dengue – apenas 17 casos.

A prefeitura resolveu fazer a distribuição de mil quilos de iscas para captura de ratos, começando por prédios públicos, a exemplo do Complexo Policial e escolas, e estendeu as armadilhas para terrenos baldios. A tentativa é controlar o número de vetores – a leptospirose é transmitida pela urina de ratazanas.

Tudo muito bom, mas a turma da isca de rato não deve esquecer que uma ação simples também ajuda, e muito, nesse controle: a limpeza de bueiros. O período de fortes chuvas já se anuncia, e com ele também a temporada de alagamentos. E é aí onde reside o maior perigo.

Bastaria fazer a coisa mais simples agora – já deveria ter sido providenciada, aliás – para não ter que correr atrás do prejuízo – e dos ratos – depois.

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Enquanto isso, agentes de combate a endemias denunciam que a partir dessa segunda-feira (11), Itabuna estará sem o larvicida “Larvicita” (Temephos), usado no combate ao mosquito da dengue.

Segundo informações, no dia 4 de janeiro uma caçamba da prefeitura foi a Salvador em busca do produto na Divep. A carga seria de 3.000 quilos do produto (150 caixas do larvicida).

Agora, é rezar.

Às 18h40min.: A quantidade é considerada ideal para duas semanas de trabalho, segundo informam técnicos. Portanto, não haveria razões para alarme. A quem interessa esse joguinho?