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O novo valor do salário mínimo nacional entrou em vigor nesta segunda-feira (1º). A remuneração mensal passou de R$ 1.302 para R$ 1.320. A medida provisória com o aumento foi publicada em edição extra do Diário Oficial da União.

O valor de R$ 1.320 originalmente estava previsto no Orçamento Geral da União de 2023. No entanto, foi adiado em quatro meses porque o salário mínimo neste valor não permitiria pagar os benefícios do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) durante todo o ano.

O aumento para R$ 1.320 ficou em discussão porque os R$ 6,8 bilhões destinados pela Emenda Constitucional da Transição se mostraram insuficientes para bancar o aumento dos benefícios do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) atrelados ao salário mínimo. Isso porque a forte concessão de aposentadorias e pensões no segundo semestre do ano passado criou impacto maior que o estimado para os gastos do INSS neste ano.

De acordo com o Ministério da Fazenda, além dos R$ 6,8 bilhões, o governo precisaria de R$ 7,7 bilhões para bancar o aumento do salário mínimo para R$ 1.320 ainda em janeiro. Inicialmente, a equipe econômica queria adiar o reajuste para 2024, mas o governo conseguiu encontrar recursos para o novo aumento do mínimo. O dinheiro veio do recadastramento do Bolsa Família, que eliminou 1,2 milhão de beneficiários em situação irregular apenas em abril.

“O relator [do Orçamento], depois que o projeto foi encaminhado ao governo federal, reforçou o orçamento do Ministério da Previdência em R$ 6,8 bilhões. Só que esse recurso foi consumido pelo andar da fila do INSS [redução da fila de pedidos]. A partir do início do processo eleitoral, a fila começou a andar”, disse o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, em janeiro.

Segundo o ministro, a aceleração da inclusão de aposentadorias e pensões consumiu os R$ 6,8 bilhões. “Pedimos para a Previdência refazer os cálculos, para repassar na mesa de negociação que será aberta com os sindicatos. O presidente cumpre a palavra este mês e cumprirá a palavra este ano [sobre a valorização do salário mínimo acima da inflação]”, acrescentou o ministro na ocasião.

PROJETO

Após os dois reajustes deste ano, um em janeiro e outro agora em maio, o governo busca discutir uma política de valorização permanente do salário mínimo a partir de 2024. Na última sexta-feira (28), o ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, informou que o governo em breve enviará um projeto de lei que retoma a fórmula que vigorou de 2012 até 2019.

Pela política anterior, o salário mínimo era corrigido pela inflação do ano anterior, pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) e o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de dois anos antes. Caso o PIB encolha, haverá apenas a reposição pela inflação. O Ministério da Fazenda defendia outra fórmula, que incluiria a variação do PIB per capita e teria impacto menor no Orçamento, mas foi vencido.

Multinacional pretende construir refinaria de combustíveis em Ilhéus || Imagem ilustrativa/Petrobras
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O Governo da Bahia anunciou que a Noxis Energy tem interesse em construir uma refinaria de combustíveis em Ilhéus, no litoral sul do estado. A empresa assinou protocolo de intenções com a Secretaria Estadual de Desenvolvimento Econômico (SDE), nesta quinta-feira (27).

De acordo com a Pasta, o objetivo da companhia é produzir Gás Liquefeito de Petróleo (GLP), gasolina, diesel e óleo combustível marítimo, com investimento de R$ 5,3 bilhões na refinaria, gerando mais de 600 empregos diretos na fase de operação do empreendimento.  Durante a construção da fábrica, mais de 3,5 mil empregos serão gerados, caso o projeto se concretize, ainda conforme a SDE.

GRUPO SELETO E CADEIA DE SUPRIMENTOS

Atualmente, o Nordeste tem três refinarias que beneficiam óleo bruto: Abreu e Lima, em Pernambuco; Potiguar Clara Camarão, no Rio Grande do Norte; e Mataripe, na Bahia. As duas primeiras são da Petrobras, e a terceira, a antiga Refinaria Landulpho Alves, foi vendida pela estatal ao fundo de investimentos Mubadala, dos Emirados Árabes.

As três refinarias nordestinas, assim como as de outras regiões do país, têm em comum a localização em pontos estratégicos de acesso a cadeias de suprimentos essenciais à operação desse tipo de indústria, que depende de insumos químicos, característica não encontrada no sul da Bahia até o momento.

Sede do Banco Central do Brasil || Foto ABr
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Após ficar estável em janeiro, a atividade econômica brasileira teve alta em fevereiro deste ano, segundo informações divulgadas nesta sexta-feira (28), em Brasília, pelo Banco Central (BC). O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) apresentou crescimento de 3,32% em fevereiro em relação ao mês anterior, de acordo com dados dessazonalizados (ajustados para o período).

Em fevereiro, o IBC-Br atingiu 147,49 pontos. Na comparação com o mesmo mês de 2022, houve crescimento de 2,76% (sem ajuste para o período, já que a comparação é entre meses iguais). No acumulado em 12 meses, o indicador também ficou positivo em 3,08%.

O IBC-Br é uma forma de avaliar a evolução da atividade econômica do país e ajuda o BC a tomar decisões sobre a taxa básica de juros, a Selic, definida atualmente em 13,75% ao ano. O índice incorpora informações sobre o nível de atividade de setores da economia – indústria, comércio e serviços e agropecuária –, além do volume de impostos.

Desde agosto do ano passado, o IBC-Br vinha caindo. Em dezembro, houve alta, estabilidade em janeiro e, agora, novo crescimento. Os resultados estavam em linha com a decisão do BC de manutenção da Selic em alta para controlar a inflação. A taxa está em 13,75% desde agosto do ano passado e é o maior nível desde janeiro de 2017, quando também estava nesse patamar.

Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, a finalidade é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Desse modo, taxas mais altas ajudam a redução da inflação, mas também podem dificultar a expansão da economia. Ainda assim, o resultado do índice do BC aponta uma recuperação da atividade.

PIB

O indicador oficial da economia brasileira, entretanto, é o Produto Interno Bruto (PIB), calculado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Com resultado trimestral, o PIB do primeiro trimestre de 2023 será divulgado em 1º de junho. O PIB é a soma de todos os bens e serviços finais produzidos por um país.

Em 2022, o PIB do Brasil cresceu 2,9%, totalizando R$ 9,9 trilhões. Agência Brasil.

Serviços lideram expansão do mercado de trabalho formal || Foto AB
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Após dois meses de recuo, a criação de emprego formal subiu em março. Segundo dados divulgados pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego, 195.171 postos de trabalho com carteira assinada foram abertos no último mês. O indicador mede a diferença entre contratações e demissões.

A criação de empregos cresceu 97,6% maior que a do mesmo mês do ano passado. Em março de 2022, tinham sido criados 98.786 postos de trabalho, nos dados com ajuste, que consideram declarações entregues em atraso pelos empregadores. A abertura mensal de vagas atingiu o maior nível desde setembro do ano passado.

Nos três primeiros meses do ano, foram abertas 526.173 vagas. Esse resultado é 15% mais baixo que no mesmo período do ano passado. A comparação considera os dados com ajustes, quando o Ministério do Trabalho registra declarações entregues fora do prazo pelos empregadores e retifica os dados de meses anteriores. A mudança da metodologia do Caged não torna possível a comparação com anos anteriores a 2020.

SETORES

Na divisão por ramos de atividade, quatro dos cinco setores pesquisados criaram empregos formais em março. A estatística foi liderada pelos serviços, com a abertura de 122.323 postos, seguido pela construção civil, com 33.641 postos a mais. Em terceiro lugar, vem indústria de transformação, de extração e de outros tipos, com a criação de 20.984 postos de trabalho.

O nível de emprego aumentou no comércio, com a abertura de 18.555 postos. Somente a agropecuária, pressionada pelo fim da safra de vários produtos, extinguiu empregos com carteira assinada no mês passado, com o fechamento de 332 vagas.

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Segmento da mineração em alta na Bahia || Divulgação/Atlantic Nickel
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A produção de minério na Bahia aumentou 15% no primeiro trimestre deste ano na comparação com o mesmo período de 2022, aponta o Instituto Brasileiro de Mineração (Ibram). Já em relação ao quarto trimestre do ano passado, o crescimento foi de 7%. Nos primeiros três meses de 2023, o faturamento do segmento bateu a marca de R$ 2,6 bilhões. Dentre os estados com maior produção mineral do Brasil, a Bahia foi o único que registrou expansão nos dois períodos comparados.

Ouro (29,8%), níquel (19,08%) e cobre (17,1%) representam 65% da riqueza gerada pela mineração baiana, informa a Secretaria de Desenvolvimento Econômico da Bahia (SDE). Segundo a Pasta, a produção desses minérios impacta diretamente na cota de Compensação Financeira pela Exploração Mineral (CFEM), que é destinada aos municípios. No estado, as maiores cotas de CFEM foram pagas a Itagibá, Jacobina e Jaquarari.

Para o presidente da Companhia Baiana de Pesquisa Mineral (CBPM), Antonio Carlos Tramm, a mineração é de grande importância para os municípios baianos. “A atividade está presente em mais da metade dos municípios baianos e tem papel fundamental para o crescimento do estado. As cidades onde estão situadas as empresas são beneficiadas tanto com o dinheiro da CFEM que retorna para o município, quanto pelos empregos gerados, que normalmente pagam três vezes a mais do que em outros setores, beneficiando toda a economia da região”, declara.

A Bahia é o terceiro maior produtor mineral e o terceiro maior arrecadador de CFEM do país, atrás de Minas Gerais e Pará. Conforme o Ibram, a expectativa é de que sejam investidos no estado mais de US$ 10 milhões, 23% de todo o investimento em mineração que será realizado no país até 2027.

Prefeitos filiados à Amurc entregam documento ao ministro Rui Costa
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Prefeitos sul-baianos querem a suspensão temporária do Sistema eSocial, pelo menos, até que o Congresso Nacional vote a redução da alíquota patronal das contribuições previdências dos municípios. Hoje (24), o presidente da Amurc, Jadson Albano, e prefeitos associados da entidade municipalista entregaram documento com esta solicitação ao ministro da Casa Civil, Rui Costa, e ao governador Jerônimo Rodrigues.

Prefeito de Coaraci, Jadson diz que o documento é “uma reivindicação de apoio em detrimento ao eSocial e tantas outras obrigações que têm feito os municípios exonerar servidores, passar por crises nunca antes enfrentadas”. Segundo o dirigente da Amurc, Rui demonstrou interesse em ajudar os municípios. Uma agenda, afirmou, está sendo provocada para o início de maio para tratar da urgência deste pleito.

Os municípios estão sendo obrigados a promover a rescisão de todos os contratos temporários, contribuindo para o aumento do desemprego e impactando de forma negativa a economia do Estado da Bahia devido ao eSocial. Com as rescisões, também estão sendo comprometidos os serviços prestados à população, relata Jadson.

SIMPLES MUNICIPAL

Outra alternativa, reforça o presidente da Amurc, é a aprovação do Projeto de Lei Complementar 51/2021, de autoria do senador baiano Jaques Wagner (PT), que “dispõe sobre o Regime Especial de Contribuição Patronal Previdenciária dos Municípios – Simples Municipal, “estabelecendo as alíquotas de contribuição de acordo com o PIB per capita do município.

Augusto e secretários em reunião com empresários || Foto Thiago Barbaruiva
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O prefeito Augusto Castro (PSD) e secretários se reuniram com representantes de associações empresariais de Itabuna, nesta quinta-feira (13), na sede da Prefeitura, para discutir a criação de um espaço perene de diálogo do Executivo com esses segmentos.

A ideia do Fórum foi apoiada pelos presidentes do Sindicato do Comércio Atacadista e Varejista, José Adauto Vieira; e da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL), Carlos Veloso Leahy. “Mantendo este canal de diálogo e interação entre o Executivo e a classe empresarial, o Governo vai fortalecer a parceria com o setor mais expressivo da economia do município. Teremos mais clareza sobre projetos e ações da Prefeitura de Itabuna”, argumentou Leahy.

Na audiência, o prefeito também reafirmou a importância de projetos do Executivo, a exemplo do Programa Mais Água e de obras de infraestrutura, e solicitou o apoio da classe empresarial em todas as frentes de trabalho.

Lula comanda terceira reunião ministerial ampliada || Foto AB
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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou, nesta segunda-feira (3), que não concorda com as “avaliações negativas” que preveem crescimento do país em menos de 1%. “Vamos ver o que vai acontecer quando a chamada economia micro, pequena e média começar a acontecer nos rincões desse país. Vamos ver o que vai acontecer quando as pessoas começarem a produzir mais, a comprar mais, a vender mais. Vamos perceber que a economia vai dar um salto importante”, disse.

A previsão do mercado financeiro para o crescimento da economia brasileira neste ano é de 0,9%, segundo o boletim Focus de hoje. O Ministério da Fazenda projeta o Produto Interno Bruto (PIB) em 1,6%. Há também as previsões do Banco Central, que é de 1,2%, de acordo com o Relatório de Inflação divulgado semana passada, e do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), que prevê um PIB de 1,4% neste ano.

Lula comandou hoje a terceira reunião ampliada com ministros, desta vez da área produtiva e institucional, no Palácio do Planalto. Ele retomou as agendas públicas após o afastamento para tratar de uma pneumonia.

No mês passado, o presidente já reuniu ministros da área de infraestrutura, para discutir o novo plano de investimentos do governo federal, em substituição ao Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), e ministros da área social. O objetivo dessas reuniões é que cada pasta apresente um balanço e a projeção do que será anunciado no marco de 100 dias de governo, na semana que vem, além dos planos para 2023 e os próximos anos.

Para Lula, o Brasil crescerá mais do que “os pessimistas estão prevendo”, desde que o governo também acredite nesse crescimento e faça os investimentos necessários.

“Vai acontecer mais coisa no Brasil do que as pessoas estão esperando e vai depender muito da disposição do Governo. Vai depender muito da disposição e do discurso do pessoal da área econômica, da área produtiva, porque se ficarmos apenas lamentando aquilo que a gente acha que não vai acontecer, ninguém vai investir em cavalo que não corre. Se você está em uma corrida de cavalos dizendo que seu cavalo é pangaré, que seu cavalo está com gripe, que está cansado, ninguém vai fazer nenhuma aposta”, argumentou o presidente.

Presentes na reunião, Lula citou os ministros da Agricultura, Carlos Fávaro, e da Fazenda, Fernando Haddad. “Se olhar para a cara do ministro Fávaro, que voltou da China com um grupo de empresários, vocês vão perceber que é 150% de otimismo. Se olhar para a cara do Haddad depois do marco regulatório que ele fez, olha a cara dele de felicidade, significa que estamos acreditando que vai passar a nossa tão sonhada nova política tributária nesse país”, exemplificou o presidente sobre o otimismo da equipe com seus projetos.

Para ele, a “obsessão” do Governo é fazer investimentos e impulsionar a geração de empregos. “Temos que ter como obsessão fazer esse país voltar a crescer. Porque o país crescendo, vai gerar emprego, vai gerar salário, vai gerar aumento de consumo do povo, a roda gigante da economia volta a funcionar e todo mundo vai voltar a ser otimista nesse país”, disse.

CEM DIAS 

Na próxima segunda-feira (10), o governo completa 100 dias de atividades e, segundo Lula, haverá uma reunião com todos os ministros para apresentar o plano de trabalho para os próximos períodos.

Segundo ele, a nova gestão conseguiu recuperar quase todas as políticas sociais que haviam sido “desmontadas” pelo governo anterior. “Parece que falta o Água para Todos ou Luz para Todos, esse programa que é o último programa social que vamos lançar”, disse. Agência Brasil.

Vitor Massing, da Basebus, e Ricardo Portolan, diretor comercial da Marcopolo, entregam a chave simbólica dos ônibus aos diretores do Grupo Brasileiro, Paulo e Leléu Carletto || Divulgação
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O Grupo Brasileiro anunciou a compra de 54 ônibus novos nas categorias leito, semileito e executivo para a renovação de frota da Rota Transportes, da Cidade Sol e da Brasileiro. A confirmação do negócio foi feita neste final de semana, após visita dos executivos da empresa à Marcopolo, em Caxias do Sul (RS), de onde o grupo adquiriu os modelos Paradiso G8, com chassis Mercedes-Benz.

Paulo Carletto, diretor-executivo do grupo de empresas baianas de transporte de passageiros, disse que, embora o cenário econômico não seja favorável, devido aos juros altos definidos pelo Banco Central e veículos muito caros, a empresa investe para “surpreender sempre” os clientes e honrar “o compromisso mantido com as agências reguladoras do setor público”.

Ônibus modelo Paradiso já com as marcas Brasileiro, Rota e Cidade Sol, do Grupo Brasileiro

A aquisição do Grupo Brasileiro, afirma Carletto, representa a maior renovação de frota com carros Paradiso G8 nas regiões Norte e Nordeste.

Os ônibus contam com sistema wi-fi, tomadas USB individuais, tomadas de 110 volts, poltronas mais ergonômicas e confortáveis, revestidas em couro sintético, que facilita o serviço de higienização, e elevador com poltrona para acessibilidade. Os carros leito e semileito estão configurados com bebedouro e poltronas que possuem descanso de pernas, segundo o engenheiro mecânico da Rota, Carlos Sabino.

BC manteve taxa básica de juros|| Foto Marcello Casal Júnior
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A Federação das Indústrias da Bahia (FIEB) criticou a decisão do Banco Central do Brasil (BCB) de não alterar a taxa Selic em 13,75%. “Entendemos que a taxa Selic se encontra em patamar exagerado, sendo a maior taxa de juros reais do planeta”, observa a entidade por meio de nota.

Para a direção da FIEB, a manutenção da taxa de juros básicos da economia neste patamar reduz “a demanda por consumo, encarecendo o custo do crédito, dificultando as atuais condições financeiras, sufocando as indústrias e condenando operacionalmente o giro das suas atividades”.

O reflexo da medida do Banco Central, reforça a nota da FIEB, pode “agravar ainda mais o quadro fiscal do país”. Confira a íntegra da nota divulgada pela FIEB nesta sexta-feira (24).

Taxa Selic mantém economia em condições restritivas

A Federação das Indústrias do Estado da Bahia (FIEB) acredita que a política monetária deve priorizar o controle da inflação e o desenvolvimento do país. A decisão do COPOM de não alterar a taxa SELIC, hoje em 13,75% a.a., mantém a economia brasileira em condições restritivas, reduzindo a demanda por consumo, encarecendo o custo do crédito, dificultando as atuais condições financeiras, sufocando as indústrias e condenando operacionalmente o giro das suas atividades.

A redução da atividade econômica e a consequente retração dos empregos, da renda e da arrecadação do estado podem agravar ainda mais o quadro fiscal do país. Entendemos que a taxa SELIC se encontra em patamar exagerado, sendo a maior taxa de juros reais do planeta.

Reiteramos que o desenvolvimento do país passa pela estabilidade das ações da política econômica, tanto em âmbito fiscal quanto monetário, além de outras ações coordenadas que busquem entregar as reformas estruturantes que produzam as condições de competitividade e eficiência no longo prazo.

Federação das Indústrias do Estado da Bahia

24.03.2023

Preço do combustível cairá R$ 0,18 a partir desta quinta (23) || Foto AB
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A partir desta quinta-feira (23), a Petrobras reduzirá o preço médio de venda do diesel A para as distribuidoras em R$ 0,18 por litro, baixando-o para R$ 3,84 por litro. A companhia afirmou, em comunicado, que sua participação no preço final ao consumidor será de R$ 3,45 por litro, levando em conta a mistura obrigatória de 10% de biodiesel e 90% de diesel A.

A Petrobras alega que a redução do preço tem como objetivo manter a competitividade em relação às alternativas de suprimento e garantir a participação de mercado para a otimização de seus ativos de refino. A empresa também ressaltou que, ao definir seus preços, busca evitar o repasse das oscilações do mercado internacional e da taxa de câmbio para os consumidores, preservando ambiente competitivo em conformidade com a legislação vigente.

A empresa reiterou o compromisso de formar seus preços de maneira transparente e em linha com as melhores práticas do mercado. Com a nova baixa, a expectativa é de que haja uma redução no preço final do diesel nas bombas.

Lala profere palestra no Candinha Doria em Itabuna
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O Sebrae no sul da Bahia promove palestra comemorativa à Semana da Mulher, nesta segunda-feira (6), no Teatro Candinha Doria, em Itabuna, às 18h. Lala Deheinzelin, especialista em novas economias e pioneira em economia criativa, fala sobre o futuro colaborativo em evento gratuito.

A inscrição pode ser feita pelo link https://bit.ly/futuroITB. Lala promete abordagem inovadora sobre a importância da colaboração no futuro, além de apresentar insights e tendências do mundo dos negócios.

A gerente regional do Sebrae em Ilhéus, Claudiana Figueiredo, considera a abordagem de extrema importância para a região. “A palestra da Lala Deheinzelin é uma grande oportunidade para as empreendedoras da região ampliarem sua visão de futuro e entenderem como a colaboração pode ser um grande diferencial competitivo”.

Com mais de 30 anos de experiência em pesquisa de tendências e inovação, Lala Deheinzelin é uma das referências em economia criativa no Brasil. Ela é autora do livro Economia Criativa como Estratégia de Desenvolvimento, além de ter sido condecorada pelo Governo Francês com a medalha Chevalier des Arts et des Lettres, em 2015.

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A Caixa Econômica Federal paga hoje (23) a parcela de fevereiro do Bolsa Família aos beneficiários com Número de Inscrição Social (NIS) de final 7. O valor mínimo corresponde a R$ 600.

Segundo o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, neste mês o programa de transferência de renda do governo federal alcançará 21,86 milhões de famílias, com recursos de R$ 13,2 bilhões. O valor médio recebido por família equivale a R$ 606,91.

Desde o mês passado, o programa social voltou a se chamar Bolsa Família. O valor mínimo de R$ 600 foi garantido após a aprovação da Emenda Constitucional da Transição, que permitiu a utilização de até R$ 145 bilhões fora do teto de gastos neste ano, dos quais R$ 70 bilhões estão destinados a custear o benefício.

O pagamento do adicional de R$ 150 para famílias com crianças de até 6 anos ainda não começou. Em janeiro, o ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Wellington Dias, afirmou que o valor extra só começará a ser pago em março, após um pente-fino no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico), para eliminar fraudes.

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Alimentação essencial está mais cara nas maiores cidades do sul da Bahia
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O preço da cesta básica subiu nas duas maiores cidades do sul da Bahia no mês de janeiro, na comparação com dezembro de 2022. O custo da alimentação essencial para uma família composta por quatro pessoas chegou a R$ 588,79 em Itabuna e a R$ 590,17 em Ilhéus, com aumento de 7,54% e de 9,94%, respectivamente.

As informações são do Projeto Acompanhamento do Custo da Cesta Básica (ACCB), do Departamento de Ciências Econômicas da Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc). Para fazer o levantamento, os pesquisadores reuniram preços coletados em quatorze estabelecimentos de cada cidade.

Em Itabuna, dos doze alimentos que compõem a cesta básica, dez registram aumento de preço: tomate (35,73%), feijão (14,56%), banana (11,67%), leite (9,42%), arroz (7,65%), açúcar (4,30%), óleo de soja (3,50%), carne (2,47%), manteiga (0,65%) e farinha (0,13%). Apenas dois itens apresentaram redução de preço: café (-0,86%) e pão francês (-0,80%).

Já em Ilhéus, os alimentos que registram aumento foram tomate (47,41%), banana (21,08%), feijão (10,17%), óleo de soja (9,40%), carne (6,24%), farinha (3,75%), manteiga (2,35%) e leite (2,27%). Quatro itens ficaram mais baratos: café (-4,41%), açúcar (-4,04%), pão francês (-2,66%) e arroz (-2,07%).

Comércio na área histórica de Ilhéus, no sul da Bahia || Foto Divulgação
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A Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI) apontou nova queda do índice que avalia as expectativas do setor produtivo do estado, o Indicador de Confiança do Empresariado Baiano (Iceb), que bateu -191 pontos em janeiro de 2023, numa escala de -1.000 a 1.000.

De acordo com a autarquia vinculada à Secretaria Estadual de Planejamento (Seplan), esse é o menor patamar de confiança dos empresários baianos desde junho de 2021, quando o Iceb desceu a -210 pontos. Além do mais, trata-se da terceira pontuação abaixo de zero seguida após três meses com resultado positivo. A confiança do empresariado local, dessa forma, manteve-se na zona de Pessimismo Moderado, segundo a classificação do indicador.

O resultado mais recente representou queda de 104 pontos quanto ao averiguado em dezembro de 2022 (-87 pontos). Já em relação ao registrado um ano antes (-147 pontos), a pontuação atual indicou recuo de 44 pontos.

A retração do nível de confiança de dezembro a janeiro, informa a SEI, afetou Agropecuária, Indústria, Serviços e Comércio. No comparativo com janeiro de 2022, a diminuição da confiança também foi vista nos quatro setores. Ao final do mês, a Agropecuária marcou -133 pontos; a Indústria, -136 pontos; os Serviços, -231 pontos; e o Comércio, -158 pontos.

Do conjunto avaliado de temas, os itens crédito, juros e PIB estadual foram aqueles com as piores expectativas do empresariado baiano. Em contrapartida, as variáveis exportação, capacidade produtiva e câmbio apresentaram os indicadores de confiança em situação menos desfavorável no mês. Clique aqui para ver o boletim completo.