Consumo das famílias sobe 2,6% no mesmo período, aponta Monitor do PIB || Foto ABr.
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O Produto Interno Bruto (PIB), soma de todos os bens e serviços produzidos no país,  cresceu 2,7% no trimestre encerrado em julho deste ano, ou seja, de maio a julho, na comparação com o mesmo período do ano passado. O dado é do Monitor do PIB, da Fundação Getúlio Vargas (FGV), divulgado nesta quarta-feira (20).

Considerando-se apenas o mês de julho, a atividade econômica do país recuou 0,3% em relação a junho deste ano, mas avançou 1,8% na comparação com julho do ano passado.

Segundo a FGV, o crescimento de 2,7% na comparação do trimestre móvel encerrado em julho com o mesmo período de 2022 foi puxado pelo consumo das famílias, que avançou 2,6%, e pelas exportações, que cresceram 15,1% no período. A queda de 0,9% das importações também contribuiu para o desempenho positivo do PIB nacional.

Os investimentos recuaram 3,2%, principalmente devido à queda de 9,4% no segmento de máquinas e equipamentos. De acordo com a FGV, o PIB acumulado do país nos sete primeiros meses deste ano é de R$ 6,11 trilhões.

Economia da Bahia registra crescimento no segundo semestre || Foto Divulgação
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O Produto Interno Bruto baiano cresceu 2,7% no segundo trimestre de 2023 na comparação ao mesmo período do ano anterior, acumulando, no primeiro semestre, expansão de 1,8%. Em relação ao 1º trimestre de 2023, houve crescimento de 1,0%.  Os dados foram divulgados nesta quarta-feira (6) pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI).

No 2º trimestre de 2023, o PIB baiano totalizou R$ 113,9 bilhões, sendo que R$ 104,5 bilhões são referentes ao Valor Adicionado a preços básicos e R$ 9,4 bilhões, aos impostos sobre produtos líquidos de subsídios. No que diz respeito aos grandes setores, a Agropecuária apresentou Valor Adicionado de R$ 17,8 bilhões, a Indústria R$ 23,6 bilhões, e os Serviços R$ 63,0 bilhões.

Quando analisados os resultados acumulados no 1º semestre de 2023, o PIB baiano totaliza R$ 228,9 bilhões, sendo que R$ 207,2 bilhões são referentes ao Valor Adicionado (VA) e R$ 21,6 bilhões aos impostos. A Agropecuária apresenta Valor Adicionado de R$ 24,3 bilhões, a Indústria R$ 57,4 bilhões, e os Serviços R$ 125,6 bilhões.

SETORES COM RESULTADOS POSITIVOS

Quando comparado a igual período do ano anterior, o PIB da Bahia apresentou resultado positivo de 2,7% no segundo trimestre de 2023. O Valor Adicionado apresentou variação de 3,2% enquanto os impostos registraram queda de 2,4%. Dentre os grandes setores, dois registraram expansão: agropecuária (+4,0%) e serviços (+4,9%). Já o setor industrial registrou queda de 1,2%.

O crescimento em volume do setor agropecuário baiano no segundo trimestre foi de 4,0%, sendo particularmente influenciado pela expansão no cultivo da mandioca, milho e soja. A queda do setor industrial foi determinada pela retração nas atividades da indústria de transformação (-2,6%), das indústrias extrativas (-13,8%) e da construção civil (-0,6%).

Apenas a atividade de eletricidade e água apresentou um resultado positivo no período (+7,9%), em função tanto do aumento da geração elétrica, particularmente de fontes eólicas, quanto do consumo.

O crescimento no setor de serviços foi determinando pelo bom desempenho das atividades do comércio com taxa de 8,9%. Também contribuíram com o crescimento as atividades de transportes (+6,9%), administração pública (+2,9%) e as atividades imobiliárias (+2,5%). O segmento outros serviços registrou crescimento de 4,7%..

A economia baiana, no acumulado de janeiro a junho de 2023 registrou expansão de 1,8% em comparação com o mesmo período de 2022. A agropecuária variou 4,1%, a indústria -1,8% e os serviços cresceram 3,5%.

O destaque positivo no semestre ficou por conta do setor de serviços, puxado pela acentuada expansão do comércio (+5,6%) e dos transportes (+8,2%). Por outro lado, o setor industrial baiano registrou queda de 1,8% no mesmo período com destaque para as retrações: 4,5% na indústria de transformação; 6,9% na extrativa; 1,0% na construção. A  atividade a registrar foi eletricidade e água (+9,5%).

País teve mais de 1 milhão de carros emplacados neste ano || Foto ABr.
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As vendas de automóveis registram alta de 9,22% no acumulado de janeiro a agosto em comparação com o mesmo período de 2022. Segundo balanço da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) divulgado nesta segunda-feira (4), em São Paulo, os emplacamentos este ano somam 1,063 milhão de carros, contra 973 mil nos primeiros oito meses do ano passado.

Na comparação entre agosto deste ano e agosto de 2022, houve retração de 1,1%, com a venda de 153,4 mil automóveis. O presidente da Fenabrave, Andreta Jr, diz que a queda no mês acontece devido ao fim das medidas provisórias que ofereciam descontos na compra de veículos.

“As ações do governo federal permitiram o acesso do consumidor, que havia perdido poder de compra, aos veículos de entrada, o que demonstrou que o fator preço influencia na escala necessária para a recuperação do setor. As medidas provisórias foram muito importantes para aquecer, momentaneamente, o mercado”, analisou o executivo.

Além do fim da vigência das medidas, Andreta disse que há dificuldades na liberação de crédito, o que tem impactado negativamente o setor. “Notamos que, nas últimas semanas, houve uma deterioração acentuada na liberação de crédito, com um aumento de cerca de 20% nas recusas de fichas de financiamento por parte das instituições financeiras. O crédito está restrito e isso afeta muito o mercado”.

MOTOS

No acumulado de janeiro a agosto, as motocicletas registram alta de 21,17% nas vendas, com o emplacamento de 1,045 milhão de unidades. Em agosto, os veículos de duas rodas tiveram expansão nas vendas de 20,38%, com a comercialização de 142,7 mil motos.

Apesar dos bons números, Andreta explicou que o segmento também enfrenta dificuldades com a liberação de empréstimos. “O consumidor tem buscado alternativas de crédito para a compra de motocicletas, especialmente, as de até 250 cilindradas, e o consórcio surge como opção consolidada. Além disso, notamos uma boa participação nas vendas à vista”, salientou.

CAMINHÕES

O segmento de caminhões tem queda de 16,66% no acumulado dos primeiros oito meses do ano, registrando a venda de 67,4 mil unidades. Em agosto, os emplacamentos de caminhões caíram 27% em relação ao mesmo mês de 2022, com a venda de nove mil unidades.

“O mercado está se ajustando em relação aos valores dos veículos e, em agosto, 77% dos caminhões emplacados foram com a tecnologia Euro 6 [regra que restringe a emissão de poluentes para veículos a diesel]”, comentou o presidente da Fenabrave. Para ele, o setor deverá ser beneficiado pelos programas de financiamento anunciados recentemente pelo governo federal. D’Agência Brasil.

PIB acumula alta de 3,7% no primeiro semestre deste ano || Foto ABr.
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A economia brasileira cresceu 0,9% no segundo trimestre deste ano, na comparação com os primeiros três meses do ano. O Produto Interno Bruto (PIB), soma de todos os bens e serviços produzidos no País, somou R$ 2,651 trilhões. O dado foi divulgado nesta sexta-feira (1º) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Na comparação com o segundo trimestre do ano passado, a economia brasileira avançou 3,4%. O PIB acumula alta de 3,2% no período de doze meses. No semestre, a alta acumulada foi de 3,7%.

O crescimento de 0,9% no segundo trimestre de 2023 em relação ao trimestre imediatamente anterior é a oitava alta seguida neste tipo de comparação, mas aponta também uma desaceleração, já que nos primeiros três meses do ano houve crescimento de 1,8% (valor revisado pelo IBGE) ante o último trimestre de 2022.

Os dados divulgados hoje situam a economia brasileira em um nível 7,4% acima do patamar pré-pandemia e a posiciona no ponto mais alto da série histórica.

SETORES

Os desempenhos da indústria (0,9%) e dos serviços (0,6%) explicam o crescimento do PIB no último trimestre. No caso dos serviços, a influência positiva é maior porque as atividades respondem por 70% da dinâmica econômica.

“O que puxou esse resultado dentro do setor de serviços foram os serviços financeiros, especialmente os seguros, como os de vida, de automóveis, de patrimônio e de risco financeiro. Também se destacaram dentro dos outros serviços aqueles voltados às empresas, como os jurídicos e os de contabilidade, por exemplo”, explica a coordenadora de Contas Nacionais do IBGE, Rebeca Palis.

A indústria teve crescimento pelo segundo trimestre seguido, com destaque para a extrativa (1,8%), impulsionada pela extração de petróleo e gás e de minério de ferro, produtos relacionados à exportação.

Como um todo, a indústria segue acima do patamar pré-pandemia, mas não conseguiu superar o ponto mais alto da série histórica, atingido no terceiro trimestre de 2013.

AGROPECUÁRIA

Dos três grandes setores da economia, a agropecuária foi o único a recuar no trimestre (-0,9%). A retração se deve, principalmente, à base de comparação elevada, já que o setor tinha sido o grande motor do PIB nos três primeiros meses do ano.

“Se olhamos o indicador interanual, vemos que a agropecuária é a atividade que mais cresce. O resultado é menor porque é comparado ao trimestre anterior, que teve um aumento expressivo. Isso aconteceu porque 60% da produção da soja é concentrada no primeiro trimestre”, analisa Rebeca.

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Avatim abre primeira loja na Europa || Fotos Marília Jacobson/Divulgação
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Das marcas brasileiras de cosméticos e perfumaria que mais crescem, a baiana Avatim abriu sua primeira loja na Europa. Portugal é a porta de entrada da marca em continente europeu com a abertura de loja no Shopping Saldanha Residence, em Lisboa, no último final de semana.

– Escolhemos Portugal pela proximidade cultural com o Brasil e por considerarmos o país como ‘porta de entrada’ para a Europa. Além disso, a extensa comunidade brasileira em Portugal, que já conhece nossos produtos, pode nos ajudar a difundir a qualidade da marca – afirma a sócia-fundadora da Avatim, Mônica Burgos.

O próximo passo será a abertura de um quiosque Avatim no Shopping Vasco da Gama, que deve ocorrer entre setembro e outubro deste ano. Os investimentos em todas essas operações em Lisboa, segundo a empresa, somam aproximadamente R$ 5,27 milhões em cotação de hoje (€ 1 milhão).

Mônica Burgos e Cesar Fávero, sócios-fundadores da Avatim

EXPANSÃO NA EUROPA

Atualmente, a Avatim tem 250 lojas em 26 capitais e interior do Brasil, além de uma rede com mais de 3 mil revendedores e distribuidores. “A expectativa é abrir mais 50 lojas em 2024, sendo 45 no Brasil e mais 5 unidades na Europa”, revela Cesar Fávero, também sócio-fundador da marca brasileira.

Cesar antecipa estratégia da Avatim de buscar franqueado em solo europeu. É a expansão da marca que possui planta industrial na Rodovia Ilhéus-Itabuna, no sul da Bahia, e, após ganhar o país, lança-se na Europa.

Em agosto de 2022, IPCA-15 teve deflação de 0,73% || Foto ABr.
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O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), que mede a prévia da inflação oficial do país, ficou em 0,28% em agosto deste ano, taxa maior que a registrada em julho, que teve deflação (queda de preços) de 0,07%. Em agosto do ano passado, o IPCA-15 acusou deflação de 0,73%.

Com o resultado de agosto de 2023, o IPCA-15 acumula 3,38% no ano. Em 12 meses, o acumulado é de 4,24%, acima dos 3,19% anotados na prévia de julho.

O maior impacto na prévia da inflação em agosto veio do grupo habitação, que registrou alta de preços de 1,08%, puxada pelo aumento das tarifas de energia elétrica residencial em cidades como Curitiba, Porto Alegre e São Paulo, o que resultou numa inflação média nacional de 4,59% para o item. A pesquisa foi feita pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

SAÚDE E CUIDADOS ESPECIAIS

Também tiveram taxas de inflação expressivas os grupos saúde e cuidados pessoais (0,81%), devido principalmente ao aumento de 1,59% nos itens de higiene pessoal e educação (0,71%), explicada pela alta de 0,74% nos cursos regulares.

Os transportes também tiveram inflação (0,23%), com altas nos preços da gasolina (0,90%) e do gás veicular (1,88%).

Ao mesmo tempo, os alimentos e bebidas continuaram ajudando a conter a inflação, com queda média de preços de 0,65% em agosto. Os destaques ficaram com as deflações da batata-inglesa (-12,68%), tomate (-5,60%), frango em pedaços (-3,66%), leite longa vida (-2,40%) e carnes (-1,44%).

Vestuário foi outro grupo de despesas com deflação (-0,03%). Os demais grupos apresentaram as seguintes altas de preços: despesas pessoais (0,60%), comunicação (0,04%) e artigos de residência (0,01%). D’Agência Brasil.

Hop Brasilis, da 3Barcaças, fatura medalha de ouro na Copa Cerveja Brasil
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Quando começou a fabricar cerveja, em 2011, Calleb vislumbrava que iria além do hobby. “A gente começou a fazer porque queria beber cerveja diferente e não achava no mercado, mas a ideia sempre foi montar uma fábrica e comercializar”, recorda o itabunense em entrevista ao PIMENTA. Do plano inicial nasceu a 3Barcaças, primeiro com produção caseira e, desde 2019, com uma fábrica no Distrito Industrial de Ilhéus.

Os primeiros rótulos da 3Barcaças apelam ao imaginário regional e estadual, como a 1910, ano da emancipação política de Itabuna. Carro-chefe da marca, a cerveja Conjurada faz referência à Conjuração Baiana, também conhecida como Revolta dos Búzios, desencadeada em 1798, sob a influência das revoluções haitiana e francesa. Calleb Oliveira explica a analogia embutida na escolha do nome. “A Bahia estava tentando ser livre da Coroa Portuguesa. A Conjurada veio para libertar as pessoas da cerveja ruim”.

Logo na primeira competição disputada pela marca do sul da Bahia, a Brasil Beer Cup, em 2021, a Conjurada levou medalha de prata. Tornou-se o rótulo mais vendido no primeiro bar da 3Barcaças, situado na Avenida Nações Unidas, em Itabuna. “É uma golden bitter, uma cerveja leve, refrescante, amarelinha, com lúpulo americano. É a cerveja que não pode faltar no nosso bar”, resume o cervejeiro.

A nova queridinha da marca é a Hop Brasilis. No último sábado (19), a cerveja faturou a medalha de ouro na categoria exclusiva para receitas com lúpulo brasileiro, na etapa nordestina da Copa Cerveja Brasil. O resultado a habilitou para a fase internacional da competição promovida pela Associação Brasileira de Cerveja Artesanal. “A Abracerva faz as etapas regionais. Quem ganha a medalha de ouro participa da chamada Libertadores das Cervejas, que, em 2024, vai ser no Chile”, festeja Calleb.

MERCADO

Evolução do número de fabricantes de cerveja no Brasil || Fonte Mapa

O Brasil tinha 129 estabelecimentos registrados como fabricantes de cerveja no ano em que o itabunense começou a produzir a bebida em casa. No ano passado, esse número chegou a 1.729, segundo a primeira edição do Anuário da Cerveja, recém-divulgada pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa).

Sudeste e Sul concentram a maior parte das fábricas, com 46,2% e 39,7%, respectivamente. Nordeste (6,9%), Centro-Oeste (5,1%) e Norte (2,1%) vêm muito atrás. O levantamento não especifica a proporção de fabricantes artesanais. Um dos elementos distintivos da cerveja artesanal é não ser pasteurizada, explica o cervejeiro grapiúna. “Outro é não ter aditivos químicos”. Ele estima que a fatia dessas cervejarias no mercado brasileiro não passa de 2%.

Calleb e o pai, Tita Oliveira, são dois dos três sócios da 3Barcaças

No ranking dos estados, a Bahia ocupa a nona posição, com 30 estabelecimentos, incluindo o da 3Barcaças. Calleb tem dois sócios, seu pai, Tita Oliveira, e o amigo Zola Trindade. No início do próximo mês, eles vão abrir o segundo bar, na Avenida Soares Lopes, em Ilhéus. A nova unidade vai ampliar os empregos diretos gerados pelo negócio. Atualmente, a fábrica e o bar itabunense empregam quatro pessoas.

É o próprio Calleb quem comanda a produção. A cervejaria produz de 2.000 a 2.500 litros por mês, em média, estima o cervejeiro. “No verão, vendemos mais; no meio do ano, menos. Na alta, até 3 mil litros por mês. Estamos falando de 30 a 35 rótulos de cerveja em um ano”. Por enquanto, a 3Barcaças fornece seus produtos apenas dentro da Bahia. “Estamos presentes em Itacaré, Itabuna, Ilhéus, Canavieiras, Conquista e Salvador, que, hoje, é o nosso maior mercado”.

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Cerca de R$ 9,5 bilhões em dívidas foram negociados em um mês do Programa Desenrola, aponta levantamento da Federação Brasileira de Bancos (Febraban). O dado refere-se ao período de 17 de julho a 18 de agosto. Em número de contratos, foram 1,5 milhão de dívidas negociadas, alcançando 1,1 milhão de clientes. A adesão ao programa segue até 31 de dezembro.

O volume financeiro do levantamento é relativo à Faixa 2, na qual os débitos bancários são negociados diretamente com a instituição financeira em condições especiais. Esse segmento inclui as dívidas bancárias dos clientes que tenham renda mensal superior a dois salários mínimos e menor que R$ 20 mil e que não estejam incluídos no Cadastro Único do Governo Federal.

Nesse mesmo período, cerca de 6 milhões de clientes que tinham dívidas bancárias de até R$ 100 tiveram as anotações negativas retiradas (desnegativaram). Esse total refere-se apenas às instituições financeiras. O balanço não inclui baixas de registros de outros credores não bancários. O prazo para a desnegativação acabou em 27 de julho.

“A Febraban esclarece que cada banco tem sua estratégia de negócio, adotando políticas próprias para adesão ao programa. As condições para renegociação das dívidas, nessa etapa, serão diferenciadas e caberá a cada instituição financeira, que aderir ao programa, defini-la”, explica a instituição em nota.

BANCOS PÚBLICOS

Na semana passada, o Banco do Brasil (BB) informou que as empresas ligadas à instituição renegociaram R$ 5,4 bilhões no primeiro mês do programa. Desse total, mais de R$ 850 milhões correspondem à Faixa 2; R$ 4,1 bilhões dizem respeito às renegociações especiais oferecidas pelo próprio banco e R$ 377 milhões foram renegociados por meio da empresa Ativos S.A, subsidiária do banco.

Segundo a instituição financeira, 608 mil clientes refinanciaram débitos desde 17 de julho. Desse total, cerca de 320 mil renegociaram por meio do Banco do Brasil e 288 mil por meio da subsidiária.

A Caixa Econômica Federal, por sua vez, registrou R$ 1,5 bilhão em dívidas renegociadas no Desenrola. Segundo balanço divulgado na quarta-feira (16), o banco regularizou mais de 88 mil contratos de 70 mil clientes. De acordo com a instituição financeira, 92% das propostas foram renegociadas à vista. Os principais tipos de dívidas regularizadas são em operações de cartão de crédito, cheque especial e Crédito Direto ao Consumidor (CDC).

EMPREGO HOJE - Unidade do SineBahia no município de Ilhéus atende no SAC (imagem acima), na Rua Eustáquio Bastos || Imagem GMaps
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Indústria, Varejo, Educação, Contabilidade e Serviços são algumas das áreas para as quais há dezenas de vagas de emprego e de estágio nas regiões sul e sudoeste nesta quinta-feira (17). Segundo o SineBahia, são 55 vagas de emprego e de estágio em Itabuna, 31 em Jequié e 11 em Ilhéus.

O cadastramento para disputa de vaga será feito nas unidades do SineBahia para quem chegar até as 15h30min desta quinta-feira. Os interessados devem comparecer à unidade munidos de carteiras de Identidade e de Trabalho, CPF e comprovantes de residência e de escolaridade.

A unidade de Jequié atende na Avenida Octávio Mangabeira, no Mandacaru. A unidade de Itabuna está situada no segundo piso do Shopping Jequitibá, na Avenida Aziz Maron, na Beira-Rio. Já a unidade de Ilhéus atende na Rua Eustáquio Bastos, em frente à Praça Cairu e prédio da Justiça Federal, no Centro. Clique em Leia Mais e confira todas as vagas disponíveis hoje (17).

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Boletim Focus projeta crescimento maior da economia brasileira || Foto ABr
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A previsão do mercado financeiro para o crescimento da economia brasileira este ano subiu de 2,26% para 2,29%. A estimativa está no boletim Focus de hoje (14), pesquisa divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC), em Brasília, com a projeção para os principais indicadores econômicos.

Para o próximo ano, a expectativa para o Produto Interno Bruto (a soma dos bens e serviços produzidos no país) é de crescimento de 1,3%. Em 2025 e 2026, o mercado financeiro projeta expansão do PIB em 1,9% e 2%, respectivamente.

Já a previsão para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) – considerada a inflação oficial do país – também foi mantida em 4,84% neste ano, a mesma da semana passada. Para 2024, a estimativa de inflação ficou passou de 3,88% para 3,86%. Para 2025 e 2026, as previsões são de 3,5% para os dois anos.

A estimativa para este ano está acima do teto da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. Definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta é de 3,25% para 2023, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,75% e o superior 4,75%. Segundo o BC, no último Relatório de Inflação, a chance de a inflação oficial superar o teto da meta em 2023 é de 61%.

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Mix Mateus é das empresas com vagas de emprego nesta quinta-feira (10) || Foto Divulgação
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Quinta-feira (10) com oferta de quase 100 vagas de emprego e de estágio com intermediação do SineBahia em três dos maiores municípios do sul e do sudoeste do Estado. De acordo com o serviço estadual, são 55 oportunidades em Itabuna, 31 em Jequié e 11 em Ilhéus.

As vagas em Itabuna são em áreas como educação, serviços, comércio. Algumas das oportunidades são ofertadas pelo atacarejo Mix Mateus, unidade que será aberta neste segundo semestre, na saída de Itabuna para Ilhéus. As oportunidades em Jequié estão concentradas na indústria. Em Ilhéus, oportunidades para fotógrafos, área de mecânica e contabilidade.

Os interessados devem procurar unidades do SineBahia, no máximo, até as 15h30min de hoje, munidos de carteiras de Trabalho e de Identidade, CPF e comprovantes de escolaridade e de residência.

A unidade de Itabuna atende no Shopping Jequitibá, na Beira-Rio. A de Ilhéus, ao lado do Mercado do Artesanato e em frente à Praça Cairu. Quem reside em Jequié, deve se dirigir à Avenida Octávio Mangabeira, no Mandacaru. Clique em Leia Mais, abaixo, e confira todas as oportunidades para esta quinta-feira.

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Comitê corta 0,5 ponto percentual da Selic || Foto Marcello Casal Jr./Agência Brasil
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A queda da inflação fez o Banco Central (BC) cortar os juros pela primeira vez em três anos. Por 5 votos a 4, o Comitê de Política Monetária (Copom) reduziu a taxa Selic, juros básicos da economia, em 0,5 ponto percentual, para 13,25% ao ano.

Votaram por uma redução de 0,5 ponto percentual o presidente do BC, Roberto Campos Neto, e os diretores Ailton de Aquino Santos (Fiscalização), Carolina de Assis Barros (Administração), Gabriel Galípolo (Política Monetária) e Otávio Damaso (Regulação). Votaram pelo corte de 0,25 ponto percentual os diretores Diogo Guillen (Política Econômica), Fernanda Guardado (Assuntos Internacionais), Maurício Costa de Moura (Relacionamento, Cidadania e Supervisão de Conduta) e Renato Dias Gomes (Organização do Sistema Financeiro).

A última vez em que o BC tinha reduzido a Selic foi em agosto de 2020, quando a taxa caiu de 2,25% para 2% ao ano. Depois disso, o Copom elevou a Selic por 12 vezes consecutivas, num ciclo que começou em meio à alta dos preços de alimentos, de energia e de combustíveis, e, a partir de agosto do ano passado, manteve a taxa em 13,75% ao ano por sete vezes seguidas.

Antes do início do ciclo de alta, a Selic tinha sido reduzida para 2% ao ano, no nível mais baixo da série histórica iniciada em 1986. Por causa da contração econômica gerada pela pandemia de covid-19, o Banco Central tinha derrubado a taxa para estimular a produção e o consumo. A taxa ficou no menor patamar da história de agosto de 2020 a março de 2021.

INFLAÇÃO

A Selic é o principal instrumento do Banco Central para manter sob controle a inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Em junho, o indicador ficou negativo em 0,08% e acumula 3,16% em 12 meses . Nos últimos dois meses, a inflação vem caindo por causa dos alimentos e dos combustíveis.

O índice fechou o ano passado acima do teto da meta de inflação. Para 2023, o Conselho Monetário Nacional (CMN) fixou meta de inflação de 3,25%, com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual. O IPCA, portanto, não podia superar 4,75% nem ficar abaixo de 1,75% neste ano.

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Drogaria São Paulo inaugura terceira filial no sul da Bahia || Foto Reprodução
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A Drogaria São Paulo avança no Litoral Sul da Bahia com a abertura da sua primeira unidade em Ilhéus, a terceira na região. Segunda maior rede de farmácias e drogarias do país, a rede já possui duas lojas na vizinha Itabuna.

A unidade ilheense gera 15 novos empregos diretos no município, segundo a empresa. A unidade de Ilhéus, na Avenida Soares Lopes, será inaugurada na próxima quarta-feira (2), com atendimento 24h e oferta de produtos nos segmentos de saúde e bem-estar e medicamentos genéricos.

Haverá ainda linhas para beleza, skincare, higiene pessoal e linhas para mamãe e bebê. Dentre os serviços, ofertará teste de glicemia, aferição de pressão, bioimpedância, assistência farmacêutica e aplicação de injetáveis e vacinas. 

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A taxa de desocupação foi de 8% no trimestre encerrado em junho, o menor resultado para o período desde 2014. É uma redução de 0,8 ponto percentual (p.p.) frente ao trimestre anterior (8,8%), de janeiro a março. Na comparação com o segundo trimestre de 2022 (9,3%), o índice teve queda de 1,3 p.p.

Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua, divulgada nesta sexta-feira (28) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

No segundo trimestre de 2023, havia cerca de 8,6 milhões de pessoas sem emprego no país. O número de pessoas ocupadas, por sua vez, foi 98,9 milhões, com aumento de 1,1% na comparação trimestral e de 0,7% na anual.

“O segundo trimestre registrou recuo da taxa de desocupação, após crescimento no primeiro trimestre do ano. Esse movimento aponta para recuperação de padrão sazonal desse indicador. Pelo lado da ocupação, destaca-se a expansão de trabalhadores na administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais, no trimestre e no ano”, disse, em nota, a coordenadora de Pesquisas por Amostra de Domicílios do IBGE, Adriana Beringuy.

A PNAD Contínua também mostrou que o contingente de empregados no setor privado sem carteira de trabalho assinada chegou a 13,1 milhões de pessoas, subindo 2,4% (mais 303 mil pessoas) na comparação trimestral. Houve estabilidade na comparação anual. “Já a quantidade de trabalhadores com carteira assinada no setor ficou estável no trimestre, totalizando 36,8 milhões de pessoas, mas com aumento de 2,8% (mais 991 mil pessoas) em relação ao mesmo trimestre do ano passado”, diz o IBGE.

A taxa de informalidade de 39,2% foi registrada no segundo trimestre, ante uma taxa de 39% no primeiro trimestre, e de 40% no mesmo período de 2022. “O tipo de vínculo que se destaca como responsável pelo crescimento da ocupação vem de um dos segmentos da informalidade, que é o emprego sem carteira assinada”, acrescentou Adriana.

O número de empregados no setor público (12,2 milhões de pessoas), por sua vez, cresceu 3,8% frente ao trimestre anterior. Quando se compara com o mesmo trimestre de 2022 houve alta de 3,1%, um acréscimo de 365 mil pessoas.

Na categoria dos trabalhadores por conta própria, formada por 25,2 milhões de pessoas, foi observada estabilidade na comparação com o trimestre anterior. Em relação ao mesmo período do ano passado, o indicador, neste trimestre, apresentou uma redução de 491 mil pessoas.

SUBUTILIZAÇÃO E DESALENTO

A taxa de subutilização (17,8%) teve queda nas duas comparações: 1 p.p. no trimestre e 3,4 p.p. no ano. O total de pessoas subutilizadas chegou a 20,4 milhões, uma redução de 5,7% (menos 1.224 pessoas) em relação ao trimestre anterior. Na comparação com igual trimestre do ano passado, esse índice caiu 17,7% (menos 4.385 pessoas).

O contingente de pessoas desalentadas também diminuiu, ficando em 3,7 milhões. Frente ao trimestre anterior, a redução foi 5,1% (menos 199 mil pessoas) e, na comparação anual, de 13,9% (menos 593 mil pessoas). O percentual de desalentados na força de trabalho (3,3%) caiu 0,2 p.p. no trimestre e 0,5 p.p. no ano.

A população fora da força de trabalho ficou em 67,1 milhões, permanecendo estável em relação ao trimestre anterior e crescendo 3,6% (mais 2,3 milhões de pessoas) quando comparada ao mesmo trimestre de 2022.

O rendimento real habitual (R$ 2.921) apresentou estabilidade frente ao trimestre anterior e expansão de 6,2% no ano. A massa de rendimento real habitual (R$ 284,1 bilhões) também ficou estável contra o trimestre anterior, mas subiu 7,2% na comparação anual (mais R$ 19 bilhões).

Balanço do mercado de trabalho brasileiro foi divulgado hoje (27)
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O Brasil registrou saldo de 157.198 empregos com carteira assinada no mês de junho deste ano. No período foram registradas 1.914.130 admissões e 1.756.932 desligamentos. Os dados são do Novo Caged, Cadastro Geral de Empregados e Desempregados, divulgados nesta quinta-feira (27) pelo Ministério do Trabalho e Emprego.

No acumulado de 2023, o saldo foi de 1.023.540 empregos, resultado de 11.908.777 admissões e 10.885.237 desligamentos.

O maior crescimento do emprego em junho ocorreu no setor de serviços, com saldo de 76.420 postos formais. A agropecuária foi o segundo maior gerador de postos no mês, com 27.159 empregos gerados. A construção civil veio em seguida, gerando 20.953 postos, com destaque para obras de infraestrutura. O comércio registrou saldo de 20.554 postos e a indústria, de 12.117 postos.

JURO ALTO PREJUDICA ECONOMIA, SEGUNDO MINISTRO

O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, disse que o desempenho do Caged faz parte das ações do Governo para a retomada da economia. “Estamos fazendo um esforço grande para a retomada do crescimento da economia, para gerar empregos de preferência de qualidade”.

Segundo Marinho, um item que está atrapalhando a geração de empregos no Brasil é a taxa de juros praticada no país. “Se não fosse essa inadequação esquizofrênica do comportamento dos juros no Brasil, nós poderíamos estar falando em 200 mil novos empregos em junho”, disparou.