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O anúncio do comunicador e ex-prefeito de Salvador Mário Kertész, de que desistiu da disputa por um novo mandato de gestor da cidade foi o assunto que dominou as conversas políticas na capital baiana nos últimos dias.
Kertész diz ter perdido a paciência com as articulações desencontradas dos partidos de oposição ao PT (em especial DEM e PSDB), que não se definem em torno de um nome. Pelo contrário, os deputados federais ACM Neto e Antônio Imbassahy se apresentam como candidatíssimos.
Em seu programa na rádio Metrópole, ontem (19), o ex-prefeito afirmou: “estou fora” e previu que a oposição na capital “caminha para a derrota”.
Ouça o comentário-desabafo:

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No afã de promover sua pré-candidata, o prefeito de Itajuípe pode acabar tornando-a inelegível. É flagrante o uso da máquina administrativa para tecer loas e até noticiar aniversário de boneca onde a vice-prefeita Si Dantas se faz presente.
Se não for devagar com o andor, corre o risco de quebrar o santo. Pois este, como se sabe desde o tempo da vovó, é de barro.

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Chegam-nos às mãos números de pesquisa quentíssima sobre o quadro sucessório itabunense, feita por instituto que goza de credibilidade e merece ser levado a sério. Revela um cenário completamente indefinido, de igualdade técnica entre os dois principais oponentes. Também aponta expressivo número de eleitores que ainda não sabem em quem irão votar.
Como a consulta não foi registrada na Justiça Eleitoral, os números não podem ser divulgados. Mas indicam que a briga será boa.

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Da coluna Política, Gente, Poder (Diário Bahia)
Vane do Renascer, PRB. Não acredito que o PRB terá candidato próprio a prefeito desta capital-cidade do Planeta Cacau, Itabuna. Renato Costa, PMDB. Não acredito que o PMDB terá candidato próprio à Prefeitura de Itabuna. Acácia Pinho, PDT. Não acredito que o PDT terá candidato próprio à sucessão de Nilton Azevedo. PMDB, PRB, PDT querem negociar a vice. A descoberta é saber a vice de quem. Demo ou PT?

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Jabes desceu o mastro no governo Newton

O ex-prefeito de Ilhéus, Jabes Ribeiro, hoje secretário-geral do PP da Bahia e pré-candidato a prefeito com boas chances de voltar a governar o município, esteve neste domingo, 8, em Olivença, fazendo aquele velho teste de popularidade.
Jabes andou pelas ruas da estância hidromineral, que estavam lotadas em função da Puxada do Mastro de São Sebastião, tradicional evento realizado pela comunidade tupinambá, sempre no início de janeiro.
O político logicamente aproveitou a oportunidade para descer o mastro no governo Newton Lima e afirmar que, por onde passa, só ouve lamentos da população. Ele diz ter saído de Olivença feliz com a receptividade.

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Folha:
Parceiros no cenário nacional, PT e PMDB se preparam para disputar o comando de mais da metade das capitais nas eleições deste ano. Com a oposição esvaziada, representantes das duas legendas já avaliam que elas protagonizarão a principal rivalidade no pleito deste ano.
Cruzamento feito pela Folha a partir de dados passados pelas siglas mostra que os partidos podem estar em palanques opostos em 14 das 26 capitais –entre elas São Paulo e Salvador. É quase o dobro das disputas entre as siglas no último pleito municipal, em 2008, quando estiveram em lados diferentes em oito capitais.

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Coluna “De Rodapés e Achados” (O Trombone):
No final de 2011 ficou definido o apoio de Fernando Gomes a Roberto Minas Aço Barbosa. A destacar a capacidade e o volume de argumentos de Roberto para convencer Fernando, que já afirmou disposição de apoiar até o PT para evitar a reeleição de Azevedo.
Roberto entra na mídia, orientado por FG, para ver se alcança 10% a 12% de intenções de voto até março. Três meses de espera, para quem já o faz há pelo menos seis anos.
Com o risco de enveredar por campanha alheia. Ou correr sozinho.

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Azevedo, entre Gilberto e Gilnai Santana, durante solenidade de posse dela na presidência do Hospital de Base

Sob ameaça de ver um racha em seu grupo político, o prefeito de Itabuna, José Nilton Azevedo, procura apaziguar as coisas pros lados do Hospital de Base de Itabuna, onde o diretor administrativo, Antônio Carrero, achou de comprar briga justamente com a presidente da instituição, Gilnai Santana, irmã do deputado estadual Coronel Gilberto Santana (PTN).
Diante do que chamou de “humilhações” contra sua irmã, e salientando que não aceitaria tratamento desrespeitoso com relação a pessoas que ele foi solicitado pelo prefeito a indicar, Santana chegou a cogitar uma candidatura a prefeito. Mas Azevedo correu à procura do deputado, assegurando-lhe que resolveria tudo no Base e não haveria mais nenhum problema com a presidente do hospital.
Outra chance de uma candidatura do deputado está na possibilidade de confirmação, na Câmara de Vereadores, do parecer do TCM que rejeitou as contas de Azevedo. “Caso haja rejeição, aí será outro cenário”, disse Santana ao PIMENTA, confirmando hipótese já publicada pelo blog.

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Allah Góes | allah.goes@hotmail.com
 

Deve o prefeito Azevedo resolver a problemática que envolve suas contas, pois do contrario poderá se tornar um mero coadjuvante do processo eleitoral que se avizinha.

 
Mais uma vez, da mesma forma que ocorreu quando da emissão do Parecer Prévio relativo às contas de 2009, o TCM-BA, através do Conselheiro Raimundo Moreira, emitiu Parecer pela rejeição das contas de responsabilidade do prefeito Azevedo, de Itabuna, relativas ao exercício financeiro de 2010.
Igual sorte tiveram 120 outros prefeitos baianos que, seguindo o destino de Azevedo, tiveram suas contas rejeitadas em sua maioria por conta da desconsideração de alguns elementos de despesa, o que levou a que não tivessem atingido os índices de gasto em educação e saúde, além de descumprirem o contido nos artigos 20 e 23 da Lei de Responsabilidade Fiscal.
Enquanto os presidentes de Câmaras que têm suas contas rejeitadas pelo TCM-BA ficam inelegíveis, os prefeitos somente terão tal destino caso suas contas tenham a rejeição ratificada pelos legislativos municipais. Assim, devem os prefeitos que tiveram suas contas rejeitadas, quando já perdidos os recursos administrativos (Pedido de Reconsideração e Revisão), começar a trabalhar politicamente junto às Câmaras de Vereadores, pois serão estas que realizarão o julgamento de suas contas, utilizando como “norte” o Parecer Prévio do TCM-BA. Este somente deixará de prevalecer se houver voto contrario de pelo menos 2/3 dos vereadores (LC 06/91, Art. 58).
Em Itabuna, Azevedo, tão logo suas contas de 2009 cheguem à Secretaria Parlamentar da Câmara (fato este que deverá ocorrer até o mês de fevereiro), terá um enorme trabalho para convencer no mínimo nove vereadores (que correspondem a 2/3), de que houve um equivoco por parte do TCM-BA. Esta dificuldade de convencimento está no fato, muitas vezes já demonstrado, de que, mesmo tendo em tese uma maioria folgada, que chegaria à casa de 11 edis, sempre que há uma votação importante, o prefeito é obrigado a negociar vereador por vereador, fato este que já levou alguns setores da imprensa grapiúna a apelidar a bancada da situação de “batucada”.
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Rafael Moreira | gama.moreira@hotmail.com

O que vemos são núcleos que buscam atender a interesses específicos e que direcionam as suas ações para rumos variados.

A imponência do Jequitibá no alto da serra suscita na memória do cidadão de macuco as mais honrosas lembranças de um povo batalhador, humilde e que ao longo dos seus dias tem pautado sua vida no exercício contínuo do trabalho, da amizade e da honestidade.
A impotência frente aos desmandos políticos, da corrupção e da marcante presença da incompetência na gestão da coisa pública no município, forma no imaginário do cidadão comum, honesto e trabalhador, a sensação de que os “ratos que povoam os órgãos públicos” são, de fato, imunes aos ditames da lei.
Buerarema vive um período de confusão política e social (afirmamos ser um período, tendo em vista que a atual dinâmica política do município se arrasta a um número considerável de anos). Fato que, se observado positivamente, poderia se tornar o combustível emoliente para a formação de uma corrente de verdadeiros munícipes (agricultores, artistas, comerciante e comerciários, educadores, profissionais da saúde, advogados, empresários, estudantes, entre outros) em busca de uma solução imediata ao emaranhado de escândalos e descasos que tem sido a tônica daqueles que pela prefeitura municipal tem passado.
Porém, não é isso que percebemos. O que vemos são núcleos que buscam atender a interesses específicos e que direcionam as suas ações para rumos variados, fragilizando assim a maior das armas de um povo: a unidade na busca pelos seus ideais. Dizemos unidade para não dizermos unanimidade, pois a pluralidade é elemento básico nas sociedades ditas democráticas, no entanto, mesmo a pluralidade está a serviço de um ideal comum que é a melhoria na qualidade de vida da população.
Em nome de interesses de ordem econômica e/ou política percebemos que o foco da atenção se desvirtua e a comunidade continua a sofrer com o ininterrupto declínio dos serviços que lhes são oferecidos. Ou o leitor acredita que se oferecem serviços de qualidade quando os servidores encontram suas dispensas vazias e suas contas em atraso? Salário em dia é sinal de respeito ao trabalhador, isso para não falar em lei.
Continuo a indagar se o leitor acredita que os serviços básicos como educação e saúde podem ser prestados com a qualidade que merece o cidadão, quando os servidores presenciam colegas serem perseguidos e arbitrariamente julgados e condenados, mesmo que em foros inadequados e sem os ritos dignos da democracia, pelo fato de discordarem do atual modelo de gestão implantado pela corrente política que conduz as ações da prefeitura municipal.
Ou ainda, você se sentiria mais ou menos confortável em saber que as crianças de sua cidade, uma delas poderia ser seu filho, faz o seu lanche com merenda estragada, vencida e com insetos, apenas pelo fato de que os servidores são coagidos pela administração a não efetuarem as denúncias?
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Walmir Rosário | wallalw1111@gmail.com
 

Os argumentos utilizados pelos “caciques” petistas são frágeis e não se sustentam numa simples plenária realizada com a base ilheense.

 
O Partido dos Trabalhadores (o PT ilheense) está numa sinuca de bico. Desempenha uma missão política, mas pode ser que não tenha como entregar a mercadoria faturada: o apoio ao candidato à sucessão do prefeito Newton Lima. É bem verdade que os petistas abandonam um projeto sem pestanejar caso ordens superiores determinem. “Somos soldados do partido”, costumam explicar.
Desta vez não será muito diferente, apesar dos projetos que dormem nas gavetas de militantes e pretendentes ao cargo de autoridade máxima do município. Eles foram pensados, repensados e elaborados com muitas discussões, contudo, raramente poderão ser executados, por culpa pura e simples dos próprios petistas.
Simplesmente o nome tido e havido como o ideal para ganhar uma eleição “pulou fora do barco” e não admite, sob qualquer hipótese, emprestar seu nome à empreitada: ser candidato a prefeito de Ilhéus. O nome do desistente: Josias Gomes, deputado federal e líder da corrente maioral do PT ilheense, que antes da eleição chegou a alimentar essa esperança, transferindo seu domicílio eleitoral para Ilhéus.
Agora, com as benesses que o cargo lhe dispensa, agraciado que é como um dos representantes, ou “homens de ouro” do todo-poderoso José Dirceu, não admite, sequer, discutir intramuros essa possibilidade. Para ele, simplesmente, melhor seria embarcar num chamado “projeto B”, mantendo os “companheiros” nos cargos disponíveis da administração municipal.
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"Ninguém me ama, ninguém me quer…"

Não é à toa que os partidos ocupantes de cargos no governo Newton Lima fazem contorcionismo para explicar sua situação política. Todos alegam que, apesar de integrar a gestão, não têm compromisso de seguir as diretrizes do líder no processo sucessório.
Aliás, Newton Lima não se comporta como líder e faz que não ouve as declarações de aliados, indicativas de que há fidelidade aos cargos, mas não ao dono da caneta, e que em 2012 eles querem distância do administrador apático, lento e sem apetite para o exercício do poder.
A resistência a qualquer identificação com o prefeito ganhou outro forte motivo. Pesquisa encomendada pelo Governo do Estado para conferir a situação dos gestores das maiores cidades baianas confirmou o que todos já desconfiavam: Newton Lima ostenta o maior índice de rejeição entre todos os prefeitos avaliados.

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Apesar do ambiente “superior”, eleição para reitoria de universidade também tem alguns ingredientes típicos dos sufrágios comuns, a exemplo de desvios, uso da máquina em favor ou desfavor de determinado candidato, denúncias e outros bafafás…
Na disputa pela reitoria da Uesc, os candidatos que combatem o status quo reclamam de que o atual reitor Joaquim Bastos tem dado uma mãozinha a sua candidata, a atual vice-reitora Adélia Pinheiro. Um dos instrumentos utilizados com esse objetivo seria o informativo interno da universidade.
Em sua página 8, a última edição do informativo aborda a eleição uesquiana, mas não cita os professores Mayana Brandão e Valter Silva, candidatos ao cargo de reitor. O único nome citado é o da professora Adélia, que teve direito até a uma pequena biografia publicada no jornalzinho.
Quem pode, pode…

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Da Folha:
A presidente Dilma Rousseff “fica na mão” de decisões tomadas por PT e PMDB no Congresso, afirmou o governador do Ceará, Cid Gomes (PSB), nesta quarta-feira (24). “Ela está absolutamente condicionada a decisões que PT e PMDB tomem”, disse.
Para o governador, Dilma resolverá o problema se estabelecer “contrapontos” e colocar o PMDB “no seu devido lugar”. Gomes sugere que a petista fortaleça o PSB, o PDT e o PC do B. Ele chama essas siglas de “terceira força”.
O político falou sobre o governo Dilma no programa “Poder e Política – Entrevista”, conduzido pelo jornalista Fernando Rodrigues no estúdio do Grupo Folha em Brasília. O projeto é uma parceria do UOL e da Folha.
Na entrevista, Cid Gomes ainda defendeu o presidente do Senado, José Sarney (PMDB), que usou helicóptero da Polícia Militar do Maranhão em viagem particular. Ele também revelou pretensão de lançar o irmão mais velho, Ciro Gomes (PSB-CE), como candidato ao Senado em 2014.
Clique aqui para ler toda a entrevista.

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Pesquisa feita há menos de dez dias em Ilhéus, pela empresa Compasso, deixa o cenário totalmente aberto quando os eleitores são questionados sobre em quem pretendem votar para prefeito em 2012. Quando não lhe é apresentada uma lista, o ilheense fica simplesmente perdido.

Nada menos que 77,2% não sabem em quem votar, não responderam ou estão indecisos.