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Em reunião promovida nesta terça-feira, 27, em Ilhéus, com o presidente do PMDB baiano, Lúcio Vieira Lima, as lideranças do PTdoB, PMN, PTdoB e  PRP decidiram incorporar-se ao projeto peemedebista na sucessão estadual, informou o blog Agravo.

Além do apoio a Geddel, ficou decidido que as quatro legendas vão se coligar na eleição proporcional. Nessa composição, elas esperam eleger de dois a três deputados federais e cinco a seis estaduais.

Um dos atuais representantes do PRP na Assembleia Legislativa é o itabunense Fábio Santana, que  fica numa saia justa, pois integra a base aliada do governador Jaques Wagner (PT). E agora?

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Chegou aos ouvidos deste blogueiro que a recente reunião de pastores da Assembleia de Deus, que escolheu seus candidatos a deputado estadual e federal na Bahia, por pouco não terminou na mais religiosa distribuição de tapas. Quem relatou o episódio estava no encontro, ocorrido há quase uma semana, na cidade de Feira de Santana.

Os “condutores de rebanhos” divergiram com relação a alguns nomes e a discussão se acirrou. Começou uma troca de empurrões, repelida de pronto por um assembleiano fervoroso, que gritava para satanás sair daquela casa.

No final, como se sabe, foram indicados pelos cerca de 200 pastores presentes os nomes de Ângela Sousa, Carlos Ubaldino e Sargento Isidoro para o legislativo estadual, e Eliel Santana para deputado federal.

Amém!

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Uma reunião que acontece na manhã desta quinta-feira, em Salvador, pode estar selando a composição da chapa majoritária encabeçada pelo governador Jaques Wagner para as próximas eleições. Um grupo se articula para que o presidente da Assembleia Legislativa, Marcelo Nilo (PDT), seja o candidato a vice.

Nessa costura, Otto Alencar (PP) seria candidato a senador, juntamente com Lídice da Mata. Esta, por sua vez, deseja Otto como companheiro na chapa, rejeitando a ideia de que  o petista Walter Pinheiro ocupe a vaga.

Há quem não apoie a indicação de Nilo para a vice, por considerar que ele tem pouca expressão no Estado. De qualquer forma, a costura pró-Nilo é mantida a sete chaves.

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A oferta do PMDB que convenceu o senador César Borges foi construir um chapão, formado por PTB, PR e PSC. Sem dúvida uma boa para republicanos que irão disputar eleições para a Câmara e a Assembleia Legislativa. Neste último caso, entre outros, Elmar Nascimento e Sandro Régis.

Calcula-se que o PR acrescente pouco na formação do quociente eleitoral (seria mais receptor do que doador). E isso significa que os outros partidos do chapão podem ir para o sacrifício.

No PSC, por exemplo, a deputada estadual Ângela Sousa será uma das grandes prejudicadas.

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César Borges | cesarborges@senador.gov.br

A história e a literatura são repletas de exemplos de que sempre foi mais fácil alimentar o antagonismo e a desconfiança que abrir o diálogo e a cooperação.

Diante disto, muitos se perguntam, de que vale dialogar e reduzir as distâncias? Alguém responderá: o inimigo nos mantém unido.

Defenderão identidade, cultura, pureza ideológica. Dirão que água e óleo não se misturam! Eles não se importam se a intolerância vai dividir e enfraquecer a sociedade, drenando energia que poderia ser canalizada para a luta pelo desenvolvimento comum.

“Dirão que água e óleo não se misturam! Eles não se importam se a intolerância vai dividir e enfraquecer a sociedade”

Diante dessas dificuldades, por que então um governador e um senador que estão em margens opostas do rio deveriam arriscar suas posições políticas confortáveis para dialogar entre si? Não posso falar pelo governador Jaques Wagner, mas, de minha parte, acredito, francamente, que todo diálogo leva à maturidade e sabedoria. A cooperação entre as forças políticas pode ajudar a Bahia a ser mais forte no plano nacional, enquanto instiga debate franco e transparente, sem que ninguém seja subjugado ou tenha que abdicar da história pessoal. Esta é a nova política que defendo para a Bahia.

Os frutos desse diálogo, que se faz à luz do sol, ajudaram muito nosso Estado. Conjuntamente, atuamos no Senado e no governo federal para garantir o trecho baiano da Ferrovia Oeste-Leste, que esteve ameaçado por uma emenda parlamentar de Minas Gerais.

Também foi trabalho comum trazer para a Bahia recursos de recuperação de estradas, através de um ministério comandado pelo meu partido, o PR. Outro exemplo é a renovação dos benefícios da Ford, um esforço do governador junto ao presidente Lula que relatei no Senado, aprovada agora.

Foi uma cooperação responsável e republicana.

Isto não quer dizer que vá ocorrer uma aliança política para as eleições de 2010.

Estamos analisando o convite do governador, mas há outros fatores que precisam ser levados em conta e é isto que estou fazendo: dialogando com todas as forças, para que o PR não seja caudatário de nenhum partido, mas seja um parceiro, porque tem sua própria contribuição a dar aos projetos que estão em debate, fruto da experiência de seus membros.

Por isto, converso também com o PMDB do ministro Geddel Vieira Lima, sem esquecer meus antigos companheiros, porque política não se faz com exclusão ou isolamento.

Entretanto, agora que se aproxima a eleição, querem interditar o diálogo e nos fazer reféns do passado. Aprendi com o senador Antonio Carlos Magalhães que a Bahia vem em primeiro lugar e que os baianos exigem isto; com Luís Eduardo, que o diálogo pode reduzir as diferenças políticas. O próprio Luís Eduardo buscou uma ampla coalizão para governar a Bahia, projeto que Deus não quis que ele concluísse e que me coube tentar implementar. Os três candidatos a governador também querem ampliar suas alianças, porque sabem que a tarefa de governar a Bahia exige parcerias.

Esta semana, assisti ao filme Invictus, que conta um episódio inspirador na vida de Nelson Mandela. Eleito para presidir a África do Sul, ele arriscou o prestígio para unir o país em torno da seleção de rúgbi, identificada com o antigo regime. Mandela poderia ter recuado, mas superou a desconfiança dos brancos e negros, e hoje temos uma democracia multirracial na África. Foi uma união simbólica que deu suporte à conciliação do país. Mandela explicou aos companheiros: “Se eu não posso mudar diante de uma nova circunstância, como posso querer que os outros mudem?” Modestamente, me associo ao líder sul-africano.

Quando deixei meu antigo partido e me filiei ao PR, em 2007, disse que não queria ser prisioneiro do ressentimento. “Meu partido é a Bahia”, afirmei. Compreendi que fui eleito para uma realidade que mudou, e que não era correto tentar refazer a decisão do eleitor, salvo no momento próprio, que é agora, na eleição. Desse modo, ouvindo Geddel, Paulo Souto, Wagner, com respeito e atenção, vamos encontrar afinidade com a melhor agenda para os baianos. Um novo modo de fazer política toma forma na Bahia, mesmo sob combate dos radicais; independente de quem o PR vir a apoiar, a política baiana já não é mais a mesma.

César Borges é senador da Bahia e presidente do PR-BA.

Artigo extraído da edição de hoje do jornal A Tarde.

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Prevalece grande dúvida entre os ocupantes de cargos de confiança na Prefeitura de Itabuna. É que até hoje secretários e o pessoal dos escalões inferiores não sabem direito quem Azevedo irá apoiar para deputado federal e estadual. Nem mesmo para governador!

Para a Assembleia, por exemplo, há gente na Prefeitura apoiando pré-candidatos de todos os quadrantes – do Coronel Santana (PTN) a Wenceslau Júnior (PCdoB) – sem restrições.

O prefeito, por sua vez, jamais negou seu apoio a ninguém e na última sexta-feira (19) só faltou trocar alianças com o tucano Solon Pinheiro, que vai tentar uma vaga de deputado estadual.

Resta saber o que significam de fato esses apoios do capitão, se nenhum membro da sua equipe recebeu o menor sinal do caminho a seguir. Claro que tem gente gostando da liberdade, mas é duvidoso se ela irá durar muito.

Quem vai ficar com Azevedo? Solon é a bola da vez...

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Waldir pode estar garantido na chapa. Wagner quer

EXCLUSIVO

Fonte ligadíssima às confabulações do poder estadual assegura que o governador Jaques Wagner (PT) tem preferência pelos nomes de César Borges (PR) e Waldir Pires (PT) como candidatos ao Senado. Na construção desejada pelo governador, Otto Alencar ocuparia o posto de vice na chapa majoritária.

Essa é a hora da pergunta inevitável: e o que será de Lídice da Mata?

Pois é, os petistas concluíram que a deputada do PSB não agrega muita coisa à chapa, uma vez que sua popularidade é concentradíssima na capital baiana. Por isso, a opção deverá ser mesmo alçar Otto para vice, ficando Borges na briga por uma das cadeiras no Senado.

Com relação ao senador do PR, a avaliação é de que sua confirmação na chapa irá provocar uma revoada de prefeitos do antigo carlismo no interior. Resta apenas costurar com o PSB a situação de Lídice, que certamente sairá arreliada desse processo.

Para todos os efeitos, o governador já disse que jamais ofereceu a vaga no Senado à deputada, em troca de sua desistência em favor de Walter Pinheiro nas eleições muncipais de 2008.

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Como o governo Wagner está cada vez mais amorfo e carlista, prenunciando um segundo mandato meio “Frankstein”, não há mais nada capaz de espantar quem observa o cenário político baiano.

Uma das últimas novidades é a de que o ex-prefeito de Floresta Azul, o contestadíssimo Garrafão, estaria abandonando o PMDB e o ministro Geddel Vieira Lima. Decidiu mudar de partido para apoiar a reeleição do governador petista.

O ex-prefeito,  que ficou conhecido pelos retumbantes desvios de recursos públicos, está convencido de que Wagner é a melhor opção. Tanto que, entre os partidos nos quais estuda se filiar, encontra-se… o PT!

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O Tribunal Regional Eleitoral (TRE) destituiu Antônio Raimundo Araújo (Bolinha) do comando da prefeitura de Saubara, após analisar recurso do político que tenta evitar cassação do mandato.

Bolinha teve o seu registro de candidatura cassado pelo TRE, que também decidiu pela realização de novo pleito em até 60 dias. Está previsto para esta tarde um ato de posse do presidente da Câmara de Vereadores de Saubara, “Vereador   Careca”, como prefeito-interino.

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Servidores municipais de Buerarema não sabem mais a qual santo apelar. Após defenestrar o grupo do ex-prefeito Orlando Filho, eleger o neopetista Mardes Monteiro e cair nas mãos do atual prefeito-interino, Eudes Bonfim, o funcionalismo reclama dois meses de salário em atraso. Isso, apesar das promessas do atual mandatário, em agosto, após tomar posse.

Muitos afirmam não ter lá esperança de que a situação mude mesmo quando acontecer a eleição suplementar e o novo prefeito for empossado. “É tudo banana do mesmo cacho”, revela servidor-vítima numa deferência (especial) aos políticos que almejam o poder local.

Parafraseando título do nobre escritor Antônio Lopes, Buerarema está gritando para o mundo (lógico, a clamar por socorro!).

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Nem todo advogado terá o gostinho do escolher os presidentes de subseção e da OAB/Bahia em urna eletrônica.

O Tribunal Regional Eleitoral (TRE/BA) concordou em fornecer as engenhocas, mas ‘racionou’ a coisa. Com isso, a votação através de urna eletrônica ocorrerá em apenas 16 das subseções da OAB em todo o estado. Nas outras 15, o voto será em cédula impressa, à moda antiga.

Em tempo: as eleições ‘gerais’ na OAB, que também escolhem os membros do Conselho Federal, estão marcadas para o dia 25 de novembro.

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O advogado José Lessa acabou registrando a sua chapa e será o terceiro nome na disputa pela presidência da subseção itabunense da OAB. A chapa foi inscrita nos minutos finais do prazo, ontem (25).

Lessa entra na disputa contra Andirlei Nascimento e Rafle Salume. Andirlei lança a sua chapa em solenidade logo mais, às 19h, no Hotel Tarik.

A disputa tem uma curiosidade: Lessa é tio de Rafle Salume. Mas a relação entre ambos é mais do que estremecida.

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O Tribunal Regional Eleitoral (TRE) absolveu o ex-vereador itabunense Adilson José (sem partido) da acusação de compra de votos na eleição de 2004. A absolvição foi por unanimidade. Adilson foi condenado a 3 anos de prisão pela suposta doação de terrenos, no bairro São Pedro, em troca de votos, em sentença do juiz Benedito Alves Coelho.

O magistrado havia acatado a denúncia do Ministério Público Eleitoral, além de condenar Adilson José a pagar dez salários (valores de outubro de 2004, corrigidos). O presidente do TRE, Sinésio Cabral Filho, justificou a absolvição por falta de “testemunhal robusta, nem comprovação de autoria e materialidade”, segundo informa o blog Sport News.

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Chico do PT e Zito do Queijo vão para bate-chapa com Miralva.
Chico do PT e Zito do Queijo vão para bate-chapa com Miralva.

Vai haver bate-chapa na eleição do novo diretório do PT em Itabuna. Além da candidatura da professora Miralva Moitinho, quem também entra na disputa é Ozilton Monteiro Ferreira, o “Zito do Queijo”, da corrente O Trabalho.

Ele é candidato a presidente do diretório e terá como vice um dos quadros históricos da legenda em Itabuna, o contabilista Francisco Estevam, o “Chico do PT”. A eleição do diretório aconterá no dia 22 de novembro.

A estratégia de Zito, segundo o próprio, é partir para o convencimento de “cada um dos militantes do partido” e ganhar a eleição. Segundo ele, a sua candidatura prova que o diretório local não tem dono. “O partido precisa voltar às origens”, conclama.

O vice, Chico Estevam, defende um partido de massas, revolucionário. “Nosso projeto é socialista, não é projeto de família”, alfineta. Zito é filiado ao PT desde a década de 80 e Chico tem 20 anos no partido, além de ser um dos fundadores do núcleo do PT do São Pedro e presidente da Associação dos Moradores do São Pedro.

Os cabeças-de-chapa também reclamam da falta de posicionamento da legenda em relação ao governo local (DEM) e aos partidos PSDB e PMDB. “O partido não deixa claro em Itabuna, hoje, se é oposição ao governo do prefeito Capitão Azevedo”. Quanto ao PSDB e PMDB, a posição da corrente é de total afastamento das duas legendas, “mas os diretórios local e estadual não têm um posicionamento claro em relação a isso”.

A corrente O Trabalho quer levar o PT a refletir e repensar os rumos tomados nos últimos anos, segundo Chico.  “O partido está aliado ao mercado, não vive sem a política de mercado. Nós, da corrente O Trabalho, pensamos diferente e defendemos o socialismo”. Nessa linha, os petistas da corrente pregam a reforma agrária, reestatização em vários setores e maior participação do estado nas políticas públicas.

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flaviocomonte
Flávio conta com a simpatia de petistas de outras correntes.

O ex-prefeito e deputado federal Geraldo Simões disse que não vai intervir na eleição à presidência do PT em Itabuna para decidir quem será candidato pela sua ala, a Construindo um Novo Brasil (CNB), que apresenta três candidatos: Miralva Moitinho, Welington Duarte (“Gamelão”) e Flávio Barreto (“Flávio da Comonte”).

Todos são umbilicalmente ligados ao parlamentar. Mas há quem veja uma tendência natural do deputado em interceder pela candidatura da professora Miralva Moitinho, atualmente na direção da Direc 7. Um grupo da ala CNB defende o nome de Flávio, empresário, jovem e que poderia imprimir uma nova dinâmica ao PT local, além de circular bem entre outras correntes. Gamelão corre por fora.

O prazo para inscrição de candidaturas e chapas acaba no dia 23. As eleições estão previstas para o dia 22 de novembro.